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27 março 2011

7º CONGRESO DE JOVENES E ADOLESCENTES DA IGLESIA JARDIN DE DIOS - VENEZUELA



FOI REALIZADO NOS DIA 05, 06 E 07 O 7º CONGRESO DE JÓVENES E ADOLESCENTES DA IGLESIA JARDIM DE DIOS - PRESIDIDA PELO MISSIONÁRIO JOSÉ DOS SANTOS LIRA, ONDE VARIOS PREGADORES BRASILEIROS (MISSIONÁRIOS EM ATIVIDADE NA VENEZUELA) PREDICARAM ENTRE ELE O MISS. PAULO ANDRÉ

PROGRAMAÇÃO

DIA 05 - ABERTURA DO EVENTO PREDICOU A PALAVRA DE DEUS
MISSIONARIO OSEIAS ONDE TEM A SUA OBRA NA CIDADE DE MARACAIBO.

DIA 06 - PELA MANHÃ - MISSIONÁRIO OSVAIR BRAGA 1ª AULA
MISSIONARIO NILDO 2ª AULA.

A NOITE NA CONCENTRAÇÃO PREDICOU UM ANCIANO DA IGREJA DE MARACAIBO.

DIA 07 - PELA MANHÃ PREDICOU A PALAVRA O MISSIONÁRIO PAULO ANDRÉ ABORDANDO 3 CUALIDAD MISSIONEIRA PARA A NOSSA ERA.

A NOITE NA CONCENTRAÇÃO PREDICOU O MISSIONÁRIO LAERMISSON DE CUACARA- VALENCIA.

AGUARDEM AS FOTOS, EM BREVE POSTAREMOS.

COMO ORAR POR MISSÕES



“E percorria Jesus todas as cidades e povoados,
ensinando nas sinagogas, pregando o
evangelho do reino e curando toda sorte de
doenças e enfermidades.” Mt. 9.35
Jesus não somente nos mandou pregar e ensinar todas as coisas que Ele nos ordenou (Mt 8:18-20), Ele mesmo o fez, dando-nos o exemplo. Esse é o caráter de um verdadeiro líder: envolver-se com o projeto que lidera. Jesus ensinava e pregava porque para isso fora enviado pelo Pai, esse era seu propósito, sua vocação. Agora é a nossa vez, já que ele nos enviou como foi enviado (Jo 20:21,22).
Também é interessante notar a coerência do Evangelho que Jesus estava ensinando e pregando. As boas notícias que Jesus anunciava não eram de cura, nem de riqueza. O Evangelho de Jesus era o Evangelho do Reino, a boa notícia era que as pessoas não precisavam mais ser dominadas pela carne, pelo mundo ou pelo Diabo. Deus iria agora governá-las, com muito melhor resultado. Infelizmente, hoje, muitos se opõem a isso e pregam boas notícias que nada têm a ver com o governo de Deus sobre as pessoas e, portanto, não são o verdadeiro Evangelho. Jesus também curava as pessoas. Enganam-se aqueles que, contaminados pelo humanismo, acham que Jesus colocava o mundo presente e o futuro, a vida no corpo e no Espírito no mesmo nível, em pé de igualdade. O futuro é mais importante do que o presente e o espiritual muito mais importante do que o material.
Mas também se engana quem pensa que Jesus só olha para o que é futuro e espiritual. Não! Depois de multiplicar as palavras de vida eterna, Jesus também multiplica o pão (Lc 9:10-17).
O fato é que a profunda oração por missões, que o Senhor nos ensina a fazer, acontece enquanto ‘Quem evangeliza tem uma outra visão, um entendimento mais profundo dos planos de Deus ,Ele mesmo evangeliza. Diante disso, precisamos reconhecer que um conceito muito repetido em missões está totalmente errado: “Quem não pode ir, ora”. Não! Todos devemos ir, todos podemos ir. A melhor oração por missões vem daqueles que evangelizam: senão na China, na rua China, então, aos próprios vizinhos, colegas, ao redor de sua casa. O mundo começa ali.
Quem evangeliza tem uma outra visão, um entendimento mais profundo dos planos de Deus, um envolvimento real em tudo o que o Senhor quer fazer. Por isso, apelo a você para que se envolva com a evangelização. Precisamos muito de suas orações por missões, mas não podemos dispensar um crente da evangelização para que fique somente orando. Reconheça que o chamado é para você também. É preciso orar por missões, mas também é preciso evangelizar. Ensine e pregue sobre o Reino, você, também. Faça como Jesus fez e sua oração será mais sábia, mais intensa e mais valiosa.

CAMPO MISSIONÁRIO: PAULO ANDRÉ



A paz do Senhor para todos irmãos em Cristo Jesus, iremos informar o desenvolvimento do campo missionário no país da Venezuela, onde por sua graça estamos anunciando o evangelho da salvação, levando o ide glorioso do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, com muita alegria queremos informar o nosso desenvolvimento nesse país.
Chegamos no dia 02 de Janeiro desse ano, e ficamos 5 dias na cidade de Cuá um bairro de Caracas, na residência do Pr. Francisco onde tivemos os primeiros contatos com o povo venezuelano, onde tive a oportunidade de participar de uma reunião em uma chácara de obreiros, e também em um culto de ensinamento na “La Iglesia de la Família” pois em Venezuela todas as igrejas tem um nome diferente, mas fazem parte das Asambleia de Dios de Venezuela, eu tive a oportunidade de trazer uma palavra neste culto, com a interpretação do Pr. Francisco, para mim foi muito proveitoso pois estamos no processo de transculturação em relação ao aprendizado do idioma, culturas, alimentação etc.
Eu quero agradecer muito a Deus pela vida do Pr. Francisco onde foi uma bênção esta em seu lar, após cinco dias em sua residência o Pr. José dos Santos Lira, que é responsável por acompanhar todos missionários na Venezuela, veio nos levar para a cidade de Barquisimeto, que é a capital do Estado de Lara, onde ficaríamos 3 meses em sua companhia para aprendermos como se desenvolve os trabalhos na Venezuela, muito bem, amados irmãos, participamos de muitos trabalhos nessa cidade, onde conheci algumas regiões que o evangelho é muito carente, carente… mesmo, pois as estatística informa que em Barquisimeto existe apenas 5% da população são evangélicos, há bairros que não existe igrejas, e outras que existem mas pregam um evangelho adulterado com muitos modismos, existem também uma coisa que há uma dificuldade muito grande de eles se firmarem no Senhor, muitos aceitam a Jesus, mas não tem muita firmeza, outros só vão a Igrejas nos domingos, não aparecem com frequência nos cultos semanais, existes igrejas que só fazem os cultos no Domingo pela manhã, mas a noite não tem, mas para a gloria de Deus o Senhor tem nos ajudado em meios a tantas dificuldades que nesses três meses estamos passando, louvo a Deus pela vida do Pr. lira onde ele é um ícone em missões, pois fazem 35 anos que esta no campo missionário e a nossa igreja Assembleia de Deus da Convenção de Abreu e Lima é muito grato a esse servo de Deus.
Sei amados irmãos que o nosso Deus ainda é o mesmo ontem, hoje e será para sempre, ele não muda, me lembro que o nosso Deus derramou sua promessa no dia de Pentecostes onde havia 120 pessoas no cenáculo e receberam a promessa do Batismo com Espírito Santo, mas nesse evento o que mas me chama a atenção é que os discípulos falavam os idiomas das outras nações, e muitos ficaram pasmados com isso, então quando cheguei aqui não sabia nada de espanhol como ainda não sei, mas literalmente somente algumas saudações, o Pr. Lira começou nos ensinando as pronunciação das palavras e mandou-nos ler como esta escrito, pois em espanhol se pronuncia com esta as palavras, e começamos a ler assim, no primeiro culto que participamos uma santa ceia ele nos deu uma oportunidade, para eu pregar sem interprete e pregamos e Deus foi me ajudando, e dela para cá, só prego ou ensino em espanhol sei que tem muita coisa para eu aprender, pois bem como lhe tinha dito sobre o milagre, muitos missionários que estão aqui ficaram impressionado com o meu desenvolvimento em apenas alguns meses esta falando um espanhol que as pessoas posam entender, sei que preciso muito melhorar, mas para os meses que estou aqui somente Deus pode fazer isso, e vou partir para aprender depois do espanhol, o idioma de tribos nativas que fica no Amazónia. Quero também informar que desde que começamos a pregar e a evangelizar Deus sempre deixava seu sinal, tivemos grandes vitorias aqui em relação a vidas salvas são 19 pessoas que se renderam a Cristo e um irmão da igreja do Pr. Lira foi tremendamente usado por Deus em nos presentear com todos os equipamento de som, como caixas, microfones, amplificadores, bem só Deus pode fazer essas coisas, pessoas sendo renovadas, batimos com Espírito Santo e curas divinas, bem isso é apenas algumas experiencias que estamos vivendo aqui, pois não começamos ainda a obra pois é necessário que tenhamos condições linguísticas para abrir uma obra, mas estamos indo para Valência onde vamos começar a observar onde vamos implantar a obra missionária das Assembleia de Deus de Abreu e Lima, conto com vossas orações para Deus nos ajudar em tudo.
Quero agradecer ao meu Deus e poderoso Senhor Jesus Cristo por tudo que Ele tem realizado aqui, a nossa Igreja Assembleia de Deus de Abreu e Lima pela visão missionária, ao nosso Pr. Presidente da nossa Convenção, Pr. Roberto José e a toda diretoria e ministério como também todas as igrejas do nosso estado, juntamente com todas as orações missionárias, ao Pr. Francisco Tercio presidente do Campo de Jaboatão, por ter visto uma chamada de Deus em nossas vidas e confiado essa tão grande tarefa sublime de Cristo para executarmos, aos ministros e obreiros de Jaboatão e todos os departamentos da igreja, somos gratos por vossas orações, e peço oração para a nossa ida para Valência pois sei que muitas vidas precisam de um encontro com Cristo o nosso Salvador.
Que Dios le bendiga a todos en el Nombre de Jesucristo.
PARA TODOS QUE DESEJAM SABER MAS SOBRE A VENEZUELA VISITE NOSSO BLOG.

Por que o arrebatamento não está na lista de temas de pregação dos pastores pós-modernos?



Se você frequenta uma igreja evangélica, responda-me com sinceridade: há quanto tempo você não ouve uma mensagem sobre o tema: "Jesus está voltando"?


Falar da volta de Jesus está fora de moda. Não dá mais ibope. Pregador itinerante não pode se dar ao luxo de pregar o Céu. Já pensou? Ficar falando das maravilhas da Canaã Celestial? Que toda profecia será aniquilada e toda língua cessará (I Co 13.8)? Só nesse primeiro parágrafo o camarada já perderia meia-dúzia de profetas. E as milhões de promessas que "deus" fez, como ficariam? Afinal, se quem tem promessa não morre, teoricamente também não pode ir dessa pra melhor de nenhum outro jeito e deixar essa pendência...


Imagina começar a dizer que Ele breve vem e os crentes começarem a nutrir um sentimento de esperança na glória celeste... E se esse sentimento gerar um desprendimento do material? O que será das grandes campanhas de prosperidade? Afinal, um evangelho em que a recompensa esteja no porvir não pode ser levado muito a sério, não é? Imagina os crentes vendendo suas propriedades e repartindo entre os pobres... As contribuições cairiam vertiginosamente. Olha o estrago!


Você já pensou nos tele-evangelistas vociferando: "Arrependam-se (...), raça de víboras! Quem lhes deu a ideia de fugir da ira que se aproxima? Deem fruto que mostre o arrependimento (...)! Toda árvore que não der bom fruto será cortada e lançada ao fogo." (Mt 3.2,7-10). Pronto, o caos está instaurado. Quem é que vai assistir a um programa desses que "não dá em nada"?


É típico do ser humano, principalmente do brasileiro, viver esse evangelho toma-lá-dá-cá. Pedro já havia dado um toque: "[Senhor] Nós deixamos tudo para seguir-te! Que será de nós?" (Mt 19.27). E isso fica ainda mais claro no esforço que fazemos para ser aceitos por Deus. É monte, é jejum, é corrente, é promessa, é voto... Mas, graças a Deus, Sua voz continua ecoando desde a Antiga Aliança: "Desejo misericórdia, e não sacrifícios; conhecimento de Deus em vez de holocaustos." (Os 6.6).


E quem é "prudente" e não prega esse evangelho tão gracioso para não deixar o povo relaxado se esquece de que a Bíblia não dá ponto sem nó e diz: "Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma!" (Rm 6.1,2).


Creio que a ideia de Graça demora a ser digerida por essa geração simplesmente porque ela não dá nada de graça! É por isso que, para estes, pregar sobre a volta iminente de Jesus é dar tiro no pé, pois se Ele volta amanhã, esse "evangelho-fundo-de-investimento" perde o sentido de sua existência. Enfim, contrariando a muitos, quero trazer à memória o que me traz esperança e temor (não medo): "Jesus está voltando!".


Que a graça do Pai seja cada dia mais abundante sobre nós. Que o senso de responsabilidade para com o Reino domine nossas mentes. E que a misericórdia do Senhor seja sobre nós a cada dia. Maranata! Ora vem, Senhor Jesus! "... Dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus (...). E assim estaremos com Ele para sempre. Consolem-se uns aos outros com essas palavras." (1 Ts 4.18)
FONTE ASSEM-BEREIA DE DEUS

Paquistão: Cristãos mortos durante culto



paquistao
No início da semana, 21, um grupo de muçulmanos armados abriu fogo contra cristãos em uma reunião de oração ao ar livre no Paquistão. Dois cristãos foram mortos.
O tiroteio ocorreu durante a celebração anual da Igreja do Exército da Salvação, em Hurr Camp, uma colônia de cristãos da classe trabalhadora em Hyderabad.
O tumulto começou quando o grupo de jovens muçulmanos invadiu o culto reclamando das músicas que estavam sendo tocadas. Insatisfeitos eles começaram a insultar as mulheres presentes na reunião. Alguns dos irmãos não aceitaram a provocação para com as mulheres. Eles mandaram que os jovens fossem embora. E eles foram, dando uma aparente sensação de tranquilidade.
Um pouco mais tarde, cerca de 12 muçulmanos voltaram com armas e abriram fogo contra os cristãos. Dois homens, Younas Masih, 47, e Jamil Masih, 22, foram mortos. Outros dois, Sadiq, 45, e Isaac, 20, ficaram feridos.
Younas era casado e pai de quatro filhos. Jamil estava casado há apenas um mês. Os dois foram enterrados na terça-feira, 22.
Cerca de 4 mil cristãos protestaram nas ruas antes da cerimônia de enterro, exigindo que a polícia prendesse os assassinos.
Cooperadores da Missão A Voz dos Mártires estão visitando as famílias dos dois cristãos assassinados e também seus amigos feridos. Ajuda médica já foi disponibilizada para eles.
Orem para que a saúde dos dois irmãos feridos seja restabelecida. Em especial, ore pelas famílias dos mártires para que sejam confortadas pelo Espírito Santo.
FONTE A VOZ DOS MARTIRES

LIÇÃO 1 - A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO



 
 
 
TEXTO ÁUREO

"Porque, como as aflições de CRISTO são abundantes em nós, assim também a nossa consolação sobeja por meio de CRISTO" (2 Co 1.5).
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
Apesar dos dissabores e angústias de nossa jornada cristã, jamais nos faltará a consoladora presença do ESPÍRITO SANTO.

 
 
 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - SI 59.9 - DEUS é a nossa alta defesa

Terça - Fp 1.16 - Paulo, levantado por DEUS para a defesa do evangelho

Quarta - Fp 1.27 - O combate do cristão em defesa da fé

Quinta - Tt 1.1 3 - Em defesa de uma fé saudável

Sexta - 2 Co 1.9,10 - O livramento divino de um defensor da fé

Sábado - 1 Co 1. 18 - Em defesa da palavra da cruz

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Coríntio 1.12-14; 10.4,5

2 Coríntios 1

12 - Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de DEUS, não com sabedoria carnal, mas na graça de DEUS, temos vivido no mundo e maiormente convosco. 13 - Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis, 14 - como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no Dia do Senhor JESUS.
1.12 NOSSA GLÓRIA É ESTA. A base de Paulo para alegrar-se e gloriar-se era a sinceridade e a integridade do seu comportamento. Ele tomara a resolução de que, por toda sua vida cristã, permaneceria fiel ao seu Senhor; recusar-se-ia a conformar-se com o mundo, que crucificou seu Salvador, e perseveraria na santidade, até DEUS levá-lo para o lar celestial (Rm 12.1,2). Na vida eterna futura, nossa maior alegria será a consciência de termos vivido a nossa vida "com simplicidade e sinceridade de DEUS", por CRISTO nosso Salvador.

2 Coríntios 10

4 - Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em DEUS, para destruição das fortalezas; 5 - destruindo os conselhos e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de DEUS, e levando cativo todo entendimento à obediência de CRISTO.
10.4 AS ARMAS DA NOSSA MILÍCIA. Nossa luta é contra as hostes espirituais da maldade (Ef 6.12). Por isso, as armas carnais e humanas, tais como argúcia, habilidade, riqueza, capacidade organizacional, eloqüência, persuasão, influência e personalidade são, em si mesmas, inadequadas para destruir as fortalezas de Satanás. As únicas armas adequadas para desmantelar os arraiais de Satanás, a injustiça e os falsos ensinos são as que DEUS nos dá. 
(1) Essas armas são poderosas porque são espirituais e provêm de DEUS. Noutros trechos, Paulo alista algumas dessas armas a dedicação à verdade, uma vida de retidão, a proclamação do evangelho, a fé, o amor, a certeza da salvação, a Palavra de DEUS e a oração perseverante (Ef 6.11-19; 1 Ts 5.8). Mediante o emprego dessas armas contra o inimigo, a igreja sairá vitoriosa. Isto é: a presença e o reino de DEUS se manifestarão poderosamente para salvar os pecadores, expulsar demônios, santificar os crentes, batizá-los no ESPÍRITO SANTO e curar os enfermos. 
(2) A igreja de nossos dias é freqüentemente tentada a enfrentar o desafio do mundo por meios carnais e com as armas mundanas, i.e., sabedoria, filosofia e psicologia humanistas, atrações emocionantes, atividades nas igrejas centradas em passatempo, etc. Com muita freqüência, essas coisas servem, hoje, como substitutas das práticas básicas do NT: a oração fervente, a fidelidade incondicional à Palavra de DEUS e a proclamação fervorosa do evangelho, com poder. Tais armas, porém, não trarão um reavivamento no ESPÍRITO SANTO, porque não têm nenhuma possibilidade de destruir as fortalezas do pecado, livrar-nos do poder de Satanás e desfazer as paixões malignas que grassam no mundo de hoje. Se usarmos as armas do mundo, apenas secularizaremos a igreja e a privaremos das armas da fé, da justiça e do poder do ESPÍRITO SANTO. Tragicamente, isso resultará em a igreja ser vencida pelos poderes das trevas e suas famílias serem dominadas e manipuladas pelas forças do mal, que agem no mundo.
10.5 LEVANDO CATIVO TODO ENTENDIMENTO. A nossa guerra contra o mal inclui o alinhamento de todos os nossos pensamentos com a vontade de CRISTO. Deixar permanecer em nossa mente pensamentos contrários à santidade de DEUS nos levará ao pecado e à morte espiritual (Rm 6.16,23; 8.13). Siga os quatro passos abaixo para sujeitar todos os seus pensamentos ao senhorio de CRISTO: 
(1) Saiba que DEUS conhece todos os seus pensamentos, e de que nada jamais se oculta dEle (Sl 94.11; 139.2,4,23,24). Somos tão responsáveis diante de DEUS pelos nossos pensamentos, quanto somos pelas nossas palavras e ações (5.10; Ec 12.14; Mt 12.35-37; Rm 14.12). 
(2) Saiba que a mente é um campo de batalha. Alguns pensamentos têm sua origem em nós mesmos, enquanto outros provêm diretamente do inimigo. Levar cativo todo o pensamento à obediência de CRISTO demanda uma guerra espiritual contra a natureza humana pecaminosa e as forças satânicas (Ef 6.12,13; cf. Mt 4.3-11). Quando você for atacado com pensamentos maus ou imundos, resista-os e rejeite-os firmemente em nome do Senhor JESUS CRISTO. Permita que a paz de DEUS guarde o seu coração e mente, em CRISTO JESUS (Fp 4.7). Nas lutas espirituais lembre-se de que nós, crentes, vencemos nosso adversário pelo sangue do Cordeiro, pela palavra do nosso testemunho e por dizer um "NÃO" persistente ao diabo, à tentação e ao pecado (Tt 2.11,12; Tg 4.7; Ap 12.11; cf. Mt 4.3-11). 
(3) Seja resoluto ao concentrar a sua mente em CRISTO e nas coisas celestiais, e não nas coisas terrenas (Fp 3.19; Cl 3.2). Compreenda que a mente firmada no ESPÍRITO é vida e paz, ao passo que a mente firmada na carne é morte (Rm 8.6,7). Encha sua mente da Palavra de DEUS (Sl 1.1-3; 19.7-14; 119) e com aquilo que é verdadeiro, justo e de boa fama (Fp 4.8). 
(4) Tenha cuidado com aquilo que seus olhos vêem e seus ouvidos ouvem. Recuse-se terminantemente:
(a) a deixar seus olhos serem um instrumento de concupiscência (Jó 31.1; 1 Jo 2.16) e
(b) a colocar diante dos seus olhos qualquer coisa má ou vil, quer livros, revistas, quadros, televisão/vídeo/filmes ou cenas da vida real (Sl 101.3; Is 33.14,15; Rm 13.14).
 

 

Esboço de 2ª Coríntios (BEP - CPAD)

Introdução (1.1-11)
I. Defesa de Paulo em Prol da Maioria Leal (1.12—7.16)
A. Contestação de que Ele Era Inconstante (1.12-22)
B. Explicação da Mudança nos Seus Planos de Viagem (1.23—2.17)
C. Esclarecimento Sobre a Natureza do Seu Ministério (3.1—6.10)
1. A Serviço de um Novo Concerto (3.1-18)
2. Às Claras e Verdadeiro (4.1-6)
3. Com Sofrimento Pessoal (4.7—5.10)
4. Com Dedicação e Ternura (5.11—6.10)
D. Apelo Pessoal aos Coríntios e Consideração Afetuosa por Eles (6.11—7.16)

II. A. Coleta para os Cristãos Necessitados de Jerusalém (8.1—9.15)
A. A Graça da Liberalidade Cristã (8.1-15)
B. Tito e Suas Providências Para a Oferta (8.16-24)
C. Um Apelo Por uma Oferta Imediata (9.1-5)
D. Um Apelo Por uma Oferta Generosa (9.6-15)

III. A Resposta de Paulo à Minoria Descontente (10.1—13.10)
A. Resposta às Acusações de Covardia e Fraqueza (10.1-18)
B. Relutante Auto Defesa do Apostolado de Paulo (11.1—12.18)
1. Justificativa do Tom Jactancioso (11.1-15)
2. Declaração de Não Ser Inferior aos Judaizantes (11.16—12.10)
3. Prerrogativas Legítimas do Apostolado de Paulo (12.11-18)
C. A Advertência de uma Terceira Visita Iminente (12.19—13.10)
1. Preocupação Pelos Coríntios (12.19-21)
2. Exortação à Firmeza (13.1-10)

Conclusão (13.11-14)
Autor: Paulo
Tema: Glória Através do Sofrimento
Data: 55/56 d.C.
 

 

Considerações Preliminares
Paulo escreveu esta epístola à igreja de Corinto e aos crentes de toda a Acaia (1.1), identificando-se duas vezes pelo nome (1.1; 10.1). Tendo Paulo fundado a igreja em Corinto, durante sua segunda viagem missionária, manteve contato freqüente com os coríntios a partir de então, por causa dos problemas daquela igreja (ver a introdução a 1 Coríntios).A seqüência desses contatos e o contexto em que 2 Coríntios foi escrito são os seguintes: (1) Depois de alguns contatos e correspondência inicial entre Paulo e a igreja (e.g. 1 Co 1.1; 5.9; 7.1), ele escreveu 1 Coríntios, de Éfeso, (primavera de 55 ou 56 d.C.). 
(2) Em seguida, ele fez uma viagem a Corinto, cruzando o mar Egeu, para tratar de problemas surgidos na igreja. Essa visita, no período entre 1 e 2 Coríntios (cf. 13.1,2), foi espinhosa para Paulo e para a congregação (2.1,2). (3) Depois dessa visita afonosa, informes chegaram a Paulo em Éfeso de que seus adversários estavam atacando a sua autoridade apostólica em Corinto, tentando persuadir uma parte da igreja a rejeitá-lo. 
(4) Respondendo, Paulo escreveu 2 Coríntios, na Macedônia (outono de 55 ou 56 d.C.). 
(5) Pouco depois, Paulo viajou outra vez a Corinto (13.1), permanecendo ali cerca de três meses (cf. At 20.1-3a). Foi ali que escreveu a Epístola aos Romanos. 

Propósito
Paulo escreveu esta epístola a três classes de pessoas em Corinto. 
(1) Primeiro, escreveu para encorajar a maioria da igreja que lhe era fiel, como seu pai espiritual. 
(2) Escreveu para contestar e desmascarar os falsos apóstolos que continuavam a difamá-lo, para, assim, enfraquecer a sua autoridade e o seu apostolado, e distorcer a sua mensagem. 
(3) Escreveu, também, para repreender a minoria na igreja influenciada por seus oponentes e que não acatavam a sua autoridade e correção. Paulo reafirmou sua integridade e sua autoridade apostólica em relação a eles, esclareceu os seus motivos e os advertiu contra novas rebeliões. 
2 Coríntios visou a preparar a igreja como um todo, para sua visita iminente.

Visão Panorâmica
2 Coríntios tem três divisões principais. 
(1) Na primeira (1—7), Paulo começa dando graças a DEUS pela sua consolação em meio aos sofrimentos em prol do evangelho, elogia os coríntios por disciplinarem um grande transgressor e defende a sua integridade ao alterar seus planos de viagem. 
Em 3.1—6.10, Paulo apresenta o mais extenso ensino do NT sobre o verdadeiro caráter do ministério. Ressalta a importância da separação do mundo (6.11—7.1) e expressa sua alegria ao saber, através de Tito, do arrependimento de muitos na igreja de Corinto, que antes desacatavam a sua autoridade apostólica (7). 
(2) Nos caps. 8 e 9, Paulo exorta os coríntios a demonstrar a mesma generosidade cristã e sincera dos macedônios, ao contribuírem na campanha por ele dirigida, a favor dos crentes pobres de Jerusalém. 
(3) O estilo da epístola muda nos caps. 10—13. Agora, Paulo defende o seu apostolado, discorrendo sobre a sua chamada, qualificações e sofrimentos como um verdadeiro apóstolo. Com isso, Paulo espera que os coríntios reconheçam os falsos apóstolos entre eles, o que os poupará de futura disciplina quando ele lá chegar. 
Paulo termina 2 Coríntios com a única bênção trinitária no NT (13.13).

Características Especiais
Quatro fatos principais caracterizam esta epístola. 
(1) É a mais autobiográfica das epístolas de Paulo. Suas muitas referências pessoais são feitas com humildade, desculpas e até mesmo constrangimento, mas foi necessário, tendo em vista a situação em Corinto. 
(2) Ultrapassa todas as demais epístolas paulinas no que tange à revelação da intensidade e profundidade do amor e cuidado de Paulo por seus filhos espirituais. 
(3) Contém a mais completa teologia do NT sobre o sofrimento do crente (1.3-11; 4.7-18; 6.3-10; 11.23-30; 12.1-10), e de igual modo, sobre a contribuição cristã (8—9). 
(4) Termos-chaves, tais como fraqueza, aflição, lágrimas, perigos, tribulação, sofrimento, consolação, jactância, verdade, ministério e glória, destacam o conteúdo incomparável desta carta.

 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, para esta primeira aula, sugerimos que seja feito um esboço geral da epístola. Reproduza o esquema abaixo no quadro-de-giz ou tire cópias para os alunos. Explique à classe que Paulo tentou de todas as maneiras ajudar os irmãos coríntios a resolverem os problemas existentes na Igreja. Todavia, alguns falsos obreiros começaram a negar a autoridade apostólica de Paulo e a caluniá-Io. Portanto, ele foi obrigado a escrever a Segunda Epístola aos Coríntios para defender sua autoridade apostólica, afirmar seu ministério e refutar os falsos mestres daquela igreja.

 
 
 
 
 
RESUMO DA REVISTA DA CPAD 1° TRIMESTRE DE 2010

LIÇÃO 1 - A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO
INTRODUÇÃO
A Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios foi uma resposta ao antagonismo que havia se 
levantado contra a sua autoridade apostólica, pois o seu modo incisivo de doutrinar havia 
chocado alguns conceitos dos cristãos de Corinto.
I. A CIDADE DE CORINTO
1. Uma metrópole estratégica do século I d.C.
2. Uma cidade histórica e libertina.
3. Local da carta.
II- OBJETIVO DA CARTA
1. Autoria e características da carta.
2. A carta tem um caráter pessoal.
3. A exposição do ministério e apostolado paulinos e a coleta para os necessitados.
É evidente que o apóstolo tratou de outros assuntos (6.14-18 é apenas um desses), entretanto, 
de certa forma, esses objetivos também oferecem uma estrutura para o estudo de 2 Coríntios:

a) A exposição do ministério paulino (capítulos 1-7).

b) A coleta para os necessitados (capítulos 8-9).
c) A defesa do apostolado paulino (capítulos 10-13).
III- AS LIÇÕES QUE APRENDEMOS COM PAULO
1 . Amar sem ser conivente com o erro.
2. Ser obreiro é estar disposto a sofrer perseguições internas.
3. Paulo não tomou todos por alguns.
CONCLUSÃO
Além de todos os aspectos históricos e geográficos que contribuem para que entendamos que 
DEUS conduz a história na realização da sua soberana vontade, é preciso não perder de vista 
a vocação que cada um de nós recebeu da parte do Senhor.

 
 

SINOPSE DO TÓPICO (1) A Segunda Carta de Paulo aos Coríntios foi uma resposta ao antagonismo que havia se levantado contra a autoridade apostólica do doutor dos gentios.
SINOPSE DO TÓPICO (2) O objetivo da Segunda epístola é promover a unidade e o crescimento da igreja, com vistas ao amor fraternal.

SINOPSE DO TÓPICO (3) Apesar dos males diversos causados ao apóstolo, ele não desistiu daquelas ovelhas, e como pastor espiritual daquele rebanho, estava pronto a defender os fiéis e repelir os lobos predadores.

 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Geográfico
Corinto - "Uma cidade muito antiga.

Os primeiros colonizadores chegaram à Corinto no quinto ou sexto milênio a.C. Mas a Corinto do período clássico foi realmente estabelecida com a invasão dos dórios. Por volta de 1000 a.C., esse povo grego se estabeleceu no sopé da acrópole de Corinto. Ocupando um lugar de segurança, eles também controlavam a principal rota comercial por terra entre o Peloponeso e a Grécia central, como também a rota Istmiana. Chegando logo a um alto grau de prosperidade, a cidade colonizou Siracusa na Sicília e a ilha de Corcira (a atual Corfu) e alcançou um pico de prosperidade através do desenvolvimento comercial e industrial. A cerâmica e o bronze de Corinto foram largamente exportados pelo Mediterrâneo.
Corinto entrou em conflito com Roma durante o século 11 a.C., foi finalmente destruída pelos romanos em 146 a.C., e permaneceu virtualmente desabitada até que Júlio César fundou-a novamente em 44 a.C. O crescimento de Corinto foi rápido e, na época de Paulo, ou logo depois, a cidade se tornou o maior e mais próspero centro no sul da Grécia. A prostituição religiosa era comumente praticada em conexão com os templos da cidade. A partir da mobilidade social e dos males das práticas religiosas ali, surgiu uma corrupção geral da sociedade. A péssima 'moral de Corinto' se tornou um provérbio pejorativo até mesmo no mundo, romano pagão" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2006, pp.460-62). .

 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II

O Relacionamento de Paulo com a Igreja

"1 Coríntios, enviada provavelmente por intermédio de Timóteo (1 Co 4.17), não produziu os resultados desejados. O relatório que [Paulo] recebeu informava que as condições da igreja estavam se tornando piores. Portanto, Paulo deixou seu trabalho em Éfeso e fez algo que classificou como uma visita dolorosa a Corinto (2 Co 2.1). Parece que alguma pessoa em particular, algum chefe dos revoltosos, havia se levantado em um arrogante desafio a Paulo (2 Co 2.5-8; 7.12). A igreja ficou do lado deste, e Paulo foi obrigado a fugir às pressas. 
2 Coríntios é uma prova de que a polêmica contra o apóstolo havia aumentado e eram muitas as acusações e as críticas contra a sua pessoa. Questionavam a integridade dos seus motivos, do seu comportamento e até do seu ministério apostólico (1.13; 3.1). Até sua coragem (10.1,10) e sua capacidade foram atacadas (10.11; 11.6).Parece que as críticas a Paulo vieram de uma minoria (2.6) e estavam centralizadas em alguns judeus cristãos (2.6), que haviam conseguido penetrar na congregação através de recomendações e da sua própria indicação (3.1; 10.12,18). De acordo com Kuemmel, eles não eram 'judaizantes', mas opositores palestinos da missão de Paulo e da dignidade apostólica que haviam se juntado a um grupo divergente, e aparentemente gnóstico, do ministério de Paulo e que já era evidente em 1 Coríntios.
Ao retomar a Éfeso dessa 'dolorosa visita', Paulo escreveu uma 'carta triste' (2.3,4) e enviou Tito (7.6) para entregá-Ia em Corinto e tentar recuperar a igreja para ele. Depois da partida de Tito, esta preocupação de Paulo iria impedi-Io de continuar seu trabalho, portanto ele partiu para Trôade e depois para a Macedônia (2.12,13), a fim de aguardar o retorno de Tito. Quando este chegou trazendo a informação de que a igreja havia cuidado do ofensor e que havia novamente se submetido à autoridade do apóstolo, Paulo sentiu-se reconfortado. Portanto, depois de um ano na Macedônia (8.10) e depois de ter escrito 1 Coríntios, Paulo escreveu à igreja de DEUS em Corinto. Ele incluiu 'todos os santos que estão em toda a Acaia' e Ihes pediu para preparar o caminho para sua terceira visita. Nessa carta ele expressa seu alívio com o sucesso da missão reconciliadora de Tito e responde às aviltantes acusações dos seus críticos. Em toda essa carta, mas especialmente nos capítulos 10-13, ele entendeu ser necessário defender a legitimidade do seu apostolado. Embora as relações entre o apóstolo e a igreja como um todo tivessem sido restauradas, ainda permanecia alguma oposição a Paulo em Corinto. (Comentário Bíblico Beacon. Vol. 8: Romanos a 1 e 2 Coríntios. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p. 400, 401).

 
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 1 - A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Porque, como as ________________________ de CRISTO são ______________________________ em nós, assim também a nossa consolação ______________________________ por meio de CRISTO" (2 Co 1.5).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Apesar dos ________________________________ e angústias de nossa _____________________________ cristã, jamais nos faltará a consoladora __________________________________ do ESPÍRITO SANTO.
 
Introdução
3- A Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios foi uma resposta a que?
(    ) A uma carta apostólica vinda de Jerusalém, pois o seu modo incisivo de doutrinar havia chocado alguns conceitos dos cristãos de lá. 
(    ) Ao antagonismo que havia se levantado contra a sua autoridade apostólica, pois o seu modo incisivo de doutrinar havia chocado alguns conceitos dos cristãos de Corinto. 
(    ) Ao cristianismo apostólico, pois o seu modo incisivo de doutrinar havia chocado alguns conceitos dos cristãos de Corinto. 
 
4- O que fez Paulo em face dessa oposição?
(    ) Paulo fez uma defesa do seu pastorado, refutando falsos cristãos que, embora se auto­denominassem profetas, contradiziam os ensinos genuínos do evangelho de CRISTO que Paulo pregava.
(    ) Paulo fez uma defesa do seu apostolado, refutando falsos cristãos que, embora se auto­denominassem apóstolos, contradiziam os ensinos genuínos do evangelho de CRISTO que Paulo pregava..
(    ) Paulo fez uma defesa do seu apostolado, refutando falsos ensinos que, embora saíssem de apóstolos, contradiziam os ensinos genuínos do evangelho de CRISTO que Paulo pregava.
 
5- Esta carta pode ser identificada sob quais divisões?
(    ) Os capítulos 1 a 3 consistem numa exposição do chamado pastoral de Paulo. 
(    ) Os capítulos 4 a 7 consistem numa exposição do ministério apostólico de Paulo. 
(    ) Os capítulos 1 a 7 consistem numa exposição do ministério apostólico de Paulo. 
(    ) Nos capítulos 8 e 9, Paulo defende a causa das ofertas enviadas aos cristãos pobres de Jerusalém. 
(    ) Os capítulos 10 a 13, mais uma vez, de forma incisiva e enérgica, são uma defesa da autoridade apostólica de Paulo.
 
I. A CIDADE DE CORINTO
6- Como era a metrópole de Corinto estrategicamente no século I d.C e qual sua localização e população? 
(    ) Corinto achava-se localizada estrategicamente numa região que facilitava as viagens dos povos mediterrâneos dedicados ao comércio. 
(    ) A cidade era muito antiga e fora construída sobre uma estreita faixa de terra, que unia o norte e o sul da Grécia. 
(    ) O bronze, a cerâmica e outros produtos eram escoados através de seu território. 
(    ) A cidade unia também Roma à Grécia, Corinto era, em sua maioria cristã e com uma população estimada em 50 mil habitantes.
(    ) Entre 51 a 55 d.e, sua população era estimada entre 100 a 500 mil habitantes; cifras que, para os padrões da época, significavam grandeza e orgulho. 
(    ) Capital da província romana da Acaia, era uma cidade altamente influenciada pela filosofia grega.
 
7- A cidade de Corinto era uma cidade próspera, histórica e libertina, apesar disso foi destruída e também repreendida por Paulo em sua nova existência; por que? 
(    ) No século 11 a.C., Corinto havia chegado a um alto grau de prosperidade. 
(    ) Por causa de seu conflito com Roma, foi destruída em 146 a.C. 
(    ) Reconstruída pelo imperador Júlio César, em 44 a.C., logo floresceu, tornando-se o mais próspero centro do sul da Grécia.
(    ) Nos dias de Paulo, a cidade era um "pólo" terrível e vergonhoso de idolatria. 
(    ) Por apoiar o governo romano e adorar a César foi duramente criticada por Paulo.
(    ) A mensagem do evangelho confrontava e condenava esse estado de coisas.
(    ) A atitude correta e firme de Paulo acabou por gerar uma oposição ao seu ministério por parte de alguns crentes daquela localidade.
 
8- Em qual localidade foi escrita a segunda carta de Paulo aos Coríntios? 
(    ) Paulo estava na província da Macedônia, possivelmente em Tessalônica, quando escreveu esta Carta. 
(    ) Tessalônica, onde foi escrita esta carta, foi a primeira igreja fundada na Macedônia pelo apóstolo Paulo, na qual ele desfrutava de boa aceitação e carinho.
(    ) Paulo estava na província da Macedônia, possivelmente em Filipos, quando escreveu esta Carta. 
(    ) Filipos, onde foi escrita esta carta, foi a primeira igreja fundada na Europa pelo apóstolo Paulo, na qual ele desfrutava de boa aceitação e carinho.
 
II- OBJETIVO DA CARTA
9- De quem é a autoria e características da segunda carta aos Coríntios? 
(    ) A carta começa com a forma típica do tratamento e endereçamento do primeiro século, com o apóstolo, literalmente, identificando-se: "Paulo, apóstolo de JESUS CRISTO". 
(    ) Nesta saudação, temos a evidência da autenticidade da carta. 
(    ) O estilo e a linguagem indubitáveis de Paulo indicam ter sido ele quem a escreveu.
(    ) O estilo e a linguagem indubitáveis indicam ter sido escrita por Paulo e Silas, com a participação de Timóteo.
 
10- Qual o caráter pessoal dessa Segunda Epístola aos Coríntios?
(     ) É a mais autobiográfica das cartas do apóstolo Paulo e, portanto, possui uma marca bastante pessoal. 
(     ) Por causa dos constantes ataques que sofreu da parte dos coríntios (e dos "superapóstolos", que se infiltraram na igreja), ela é denominada "a carta contristada" ou a "carta dolorosa". 
(     ) A influência negativa do estilo de vida extremamente pecaminoso da cidade, marcado pela degradação moral e orgulho intelectual, afetou muitos cristãos chegando até mesmo a dominá-Ios. 
(    ) Foi escrita em um ótimo momento de crescimento da igreja coríntia.
(     ) Isso fez com que Paulo reagisse com firmeza, condenando suas práticas imorais e, ao mesmo tempo, obrigando-o a se expor muito mais do que em qualquer outro de seus escritos.
 
11- Cite, novamente, os três objetivos pelos quais Paulo escreveu esta Segunda Epístola aos Coríntios:
(    ) A exposição do ministério paulino.
(    ) A divisão da igreja entre os de CRISTO e a dos falsos mestres.
(    ) A coleta para os necessitados..
(    ) A defesa do apostolado paulino.
 
12- Complete as frases seguintes:
Os pseudocrístãos, que viviam e se movimentavam no seio da igreja, levantaram dúvidas acerca do ______________________________ de Paulo, suscitando contenda e rejeição ao apóstolo por parte do povo (Ver 2 Co 11 .26b; GI 2.4). Esses falsos irmãos promoveram um mal-estar na comunidade de fé coríntia, de tal forma, que trouxe muita aflição de ________________________________ a Paulo.  A despeito de tudo, o apóstolo amava essa igreja. Corinto foi a igreja que mais ___________________________________ causou ao doutor dos gentios. 
 
13- É evidente que o apóstolo tratou de outros assuntos (6.14-1 8 é apenas um desses), entretanto, de certa forma, esses objetivos também oferecem uma estrutura para o estudo de 2 Coríntios: ligue a primeira coluna de acordo com a segunda:
 
A exposição do 
ministério paulino 
(capítulos 7-7).

 

 
Estes dois capítulos, se bem estudados, podem oferecer uma ampla visão do que significa filantropia e oferta como louvor e gratidão a DEUS.
A coleta para os 
necessitados 
(capítulos 8-9).

 
Nos capítulos finais, Paulo retoma o assunto e, de maneira ainda mais contundente, defende o seu apostolado como um ministério recebido de DEUS. Ele se vê "obri­gado" a expor algumas de suas credenciais para contrastar com o perfil dos falsos apóstolos e "superapóstolos".
A defesa
do apostolado
 paulino 
(capítulos 10-13).

 
Foi grande o problema enfrentado por Paulo ante a crítica severa à integridade do seu ministério. Na realidade, a defesa do ministério paulino contém lições preciosas para todos nós sobre como agir e reagir diante de ataques gratuitos e de circunstâncias negativas. Por isso, o objetivo dessa carta (à parte da defesa do apostolado paulino), mesmo tendo sido escrita em "tribulação e angústia do coração", por causa dos "falsos apóstolos" (2 Co 11.13), é promover a unidade e o crescimento da igreja, com vistas ao amor fraternal.
 
 
14- Cite duas defesas de Paulo ante a crítica severa à integridade do seu ministério: 
(    ) Paulo citava sua ótima situação financeira como prova de sua comunhão com DEUS.
(    ) A apresentação de sua vida ao exame público (algo que o tranqüilizava, pois era irrepreensível diante de todos). 
(    ) O próprio fato de ele padecer por estar realizando a obra de DEUS (algo que, longe de o desqualificar, era na verdade uma das provas de que ele era realmente chamado por DEUS. 
 
III- AS LIÇÕES QUE APRENDEMOS COM PAULO
15- Quais as principais lições de vida cristã que aprendemos de Paulo, em sua Segunda Epístola aos Coríntios?
(    ) Amar sem ser conivente com o erro.
(    ) Ser obreiro é estar disposto a sofrer perseguições internas.
(    ) Nunca se preocupar com os falsos mestres e seus ensinos.
(    ) Paulo não tomou todos por alguns.
 
16- Com amar sem ser conivente com o erro? Complete: 
Paulo amava a igreja, que gerara em CRISTO, e muito zelava pelo seu _____________________________ com aqueles irmãos. 
Por isso, não podia, em sã consciência e segundo as Escrituras, compactuar, nem permitir o mau e escandaloso _______________________________ de alguns de seus membros (l Co 5-6; 8). 
A comunhão com tais pessoas causaria ________________________________ espiritual à igreja. 
 
17- Ser obreiro é estar disposto a sofrer perseguições internas? Complete:
Aprendemos com esta carta de 2 Coríntios, e com Paulo, que não estamos livres de enfrentar ______________________________ na vida cristã e no trabalho do Senhor. 
Ninguém está livre de passar por tristezas, angústias e ______________________________________. 
DEUS não nos abandonará se tivermos sempre em vista o ______________________________ da sua chamada em nossa vida.
 
18- Paulo não tomou todos por alguns, como fez então? Complete: 
Apesar de tudo, o apóstolo Paulo sabia que havia crentes ________________________ em Corinto, que não tinham entrado pelo caminho da murmuração e da ________________________________. 
Apesar dos males diversos causados ao apóstolo, ele não desistiu daquelas ___________________________; como pastor espiritual daquele rebanho, estava pronto a _________________________________ os fiéis.
 
CONCLUSÃO 
19- Complete:
Além de todos os aspectos históricos e geográficos que contribuem para que entendamos que DEUS conduz a história na realização da sua soberana vontade, é preciso não perder de vista a ___________________________ que cada um de nós recebeu da parte do Senhor. Na realidade, é preciso ir além: Que saibamos, assim como o apóstolo Paulo, ______________________________ por amor a CRISTO, a fim de cumprir o __________________________ dEle em nossa vida (2 Co 1.5-7; 6.4; CI 1.24; 2 Tm 1.8; 2.3; 3.11; 4.5.
A PAZ DO SENHOR.ORG.BR

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes