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02 outubro 2011

Cresce o trabalho de evangelismo universitário no Brasil



Evangelismo ainda é pouco explorado pelas igrejas brasileiras

Cresce o trabalho de evangelismo universitário no Brasil
Um dos principais motivos apontados pelos jovens como empecilho para não evangelizar é: “Preciso estudar primeiro”. Mas para provar que este argumento não tem fundamento teórico a equipe daGeraçãoJC, uma publicação da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), mostra nesta matéria que é possível estudar e evangelizar, e ainda sobrar tempo para namorar, sair com os amigos e ler essa reportagem.

Dados do Ministério da Educação e Cultura (MEC) mostram que no Brasil há quase seis milhões de estudantes universitários. E parte desses jovens já foi evangelizada graças ao trabalho de movimentos evangelísticos como o Movimento Pentecostal Universitário (MPU) que é desenvolvido nas universidades do Mato Grosso. Um dos líderes do MPU é o jovem Victor Hugo Danelichen, de 22 anos, mestrando em Física pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ele recebe total apoio da igreja onde congrega, a Assembleia de Deus presidida pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza.

Assim que ingressou na graduação, Victor Hugo logo se interessou pelo trabalho de evangelização, que já existia na universidade desde a década de 90. No início, o trabalho era divulgado entre os próprios alunos. Mas com o passar do tempo, os líderes foram adquirindo mais experiência e hoje fazem reuniões, orações, confraternizações, seminários, encontros e vigílias nos pátios e salas. No entanto, nem tudo são “flores” no caminho dos jovens evangelistas. “Recebemos retaliação por parte do corpo docente e dos funcionários. Eles não gostam muito do trabalho. Alguns alunos são prejudicados na sala de aula por causa de rixas com professor. Mas independente disso continuamos a fazer a obra”.

Para o presidente da Agência de evangelismo e pesquisas sociais Pés Formosos, Jossy Soares, a evangelização universitária é um braço da igreja dentro dos campus, onde estudam e convivem os jovens da igreja. “Lá eles se deparam com toda sorte de filosofia anticristã, como o sexo antes do casamento, colegas que usam droga normalmente, além de outras mazelas. Tudo é muito chocante para alguém que vive em um ambiente separado como na igreja”. 

Se o jovem não tiver uma boa formação cristã ele poderá ser tragado pelas fortes ondas da sedução. Se comparado a quantidade de horas que o estudante passa estudando na faculdade, o estudante cristão só tem 1 hora, no máximo, de estudos bíblicos por semana na Escola Dominical.

Hoje, o trabalho que começou em apenas uma universidade já foi adotado por quase todas as instituições de ensino superior de Mato Grosso, e a maioria desses trabalhos recebem apoio das igrejas. 

Desafios da evangelização 

Na evangelização universitária existem dois tipos de desafios: organizacionais e práticos. O desafio organizacional diz respeito à forma como se executa o trabalho dentro das faculdades e, nesse ponto, a maior dificuldade é a continuidade das atividades. Geralmente o jovem universitário fica na faculdade pelo período de mais ou menos quatro a cinco anos. Nesse período, ele ingressa no grupo de evangelismo e colabora com as atividades. Entretanto, após sair da faculdade, a maioria perde o vínculo. Assim, é preciso renovar constantemente as equipes que efetivamente atuam nas universidades, de forma a utilizar basicamente os próprios acadêmicos. 

Quanto ao aspecto prático, os jovens que trabalham no campus enfrentam o desafio intelectual. Existe certo receio de serem confrontados por seus colegas de classe e professores com teorias que contrariam a essência do Evangelho, baseados em pensadores e filósofos ateus, agnósticos ou céticos que formularam críticas ferrenhas contra Deus e a Igreja, como é o caso de Voltaire, Nietzche, Bertrand Russel, David Hume, Michel Foucault e outros. E esse tipo de desafio se vence lendo as Escrituras, fortalecendo a apologética cristã (1Pe 3.15) por meio da leitura de bons livros e periódicos. 

Por que investir em evangelismo universitário?

Não há números concretos sobre evangelismo universitário, mas um resultado apresentado por uma pesquisa americana preocupa os cristãos. O Instituto Consulting for Colleges and Ministries apontou que apenas 40% dos jovens continuam na igreja depois da formatura, e somente 16% dos calouros da faculdade se sentem bem preparados pelos ministérios de jovens para continuarem na igreja depois do período escolar. A pesquisa constatou ainda que muitos cristãos universitários estão armazenando suas crenças e práticas religiosas em um cofre de identidade particular. Na época, a pesquisa também foi aplicada dentro das universidades brasileiras e o resultado foi basicamente o mesmo.

O evangelismo universitário é pouco explorado pelas igrejas evangélicas do Brasil. Isso vem de uma cultura equivocada de aversão ao estudo de nível superior, baseado no pensamento de que ao ingressar na faculdade o jovem cristão irá abandonar a sua fé. “É importante investir no evangelismo universitário porque dentro dessas instituições há almas que podem ser alcançadas pelo Evangelho. É preciso reconhecer que o campus universitário é também um campo missionário, repleto de almas que precisam de um encontro verdadeiro com o Senhor”, afirma Jossy Soares. 

Para o diretor da Agência Pés Formosos, Valmir Nascimento, que é presbítero da AD em Cuiabá (MT), pós-graduado em Direito e Antropologia da religião e analista judiciário federal, é dos bancos da faculdade que saem as pessoas que irão influenciar o mundo com suas ideias. “É importante evangelizar esse grupo de pessoas a fim de que, pelo poder do Evangelho, elas possam impactar e influenciar a sociedade em todas as suas áreas: medicina, direito, jornalismo, arte, filosofia etc.”, ressalta.

A Bíblia relata que o cristão deve ser sal da Terra e a luz do mundo, portanto, ele precisa fazer-se presente em todos os lugares onde se faça necessário o seu testemunho como servo de Deus. “A universidade tem sido lugar de desafio para muitos que, não sabendo ali entrar como verdadeiros cristãos, saem de lá derrotados em sua vida espiritual. Contudo, com base na Palavra de Deus e no exemplo de muitos homens e mulheres crentes em Jesus, cremos que é possível viver na universidade sem perder a identidade cristã”, afirma o pastor Elinaldo Renovato, líder da AD em Parnamirim (RN) e ex-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Dicas para evangelizar na faculdade 
- Levar folhetos, para distribuir na ocasião propícia;
- Evitar perturbar as aulas com suas convicções, mas falar se for necessário;
- Nos intervalos de aula ou de trabalho, falar aos colegas, isoladamente ou em grupo, sobre o Amor de Deus, a Salvação, sobre Jesus, mas com prudência e sem se exceder;
- Dizer aos colegas o que Deus tem feito em sua vida;
- Convidar os colegas, professores ou chefes, para ir à igreja ou a reuniões em que possam ouvir a Palavra de Deus.


Por Ivan Carlos
Editor da Revista Geração JC

Muçulmanos têm visões e sonhos de Jesus e se convertem ao cristianismo



Entre africanos muçulmanos, 42% dos novos crentes vem a Cristo através de visões e sonhos

Muçulmanos têm visões e sonhos de Jesus e se convertem ao cristianismo
Uma revista da Califórnia publicou recentemente os resultados de uma pesquisa com mais de 600 ex-muçulmanos, que agora seguem Jesus. “Embora os sonhos pareçam desempenhar um papel menor na conversão dos ocidentais, mais de um quarto dos entrevistados ex-muçulmanos enfaticamente confirmam que os sonhos e visões desempenharam um papel vital em sua conversão, e os ajudou em momentos difíceis”, o levantamento afirmou.
Outros têm encontrado o percentual mais elevado. Karel Sanders, um missionário na África do Sul, informou que entre africanos muçulmanos, “42% dos novos crentes vem a Cristo através de visões, sonhos, aparições angelicais e ouvir a voz de Deus.” De acordo com o site “Sexta-Feira Dawn Fax”, que se concentra em relatórios missionários de língua árabe, moderadores explicam experiências sobrenaturais, tais como sonhos, visões e curas através da oração em nome de Jesus. “Este é um tema quente em nossa região. Pessoas de todo o Oriente Médio nos chamam, dizendo como eles foram curados através da oração em nome de Jesus”, citam os missionários. “Ouvintes muçulmanos costumam nos falar sobre sonhos e visões de Jesus, querendo saber o que isso significa para eles.”

O mesmo é contado em “I Dared to call him Father (Me atrevi a chamá-lo de pai)”, um livro fascinante, escrito por uma rica mulher ex-muçulmana paquistanesa chamada Bilquis Sheikh, que veio a Cristo através de uma série de acontecimentos místicos – começando com a presença do mal, que ela sentia, e era ligado ao assassinato recente de um cristão perseguido.

“A estranha sensação espinhosa cresceu dentro de mim enquanto eu caminhava lentamente ao longo dos caminhos de cascalho do meu jardim”, ela escreveu em um livro que acaba de ser relançado. “Eu parei de andar e olhei em volta. Como eu me inclinei para agarrar as hastes verdes, algo passou por minha cabeça, eu me endireitei, atenta. Senti uma névoa… Um frio, úmido. Uma presença profana – tinha flutuado por mim. Claro que não havia nada lá fora. Estaria lá? Como que em resposta, eu senti uma presença, muito real e misteriosa e um toque em minha mão direita.”

Esta experiência levou a uma série de sonhos que – como tantos outros – culminou na conversão da mulher muçulmana. 

A Bíblia está repleta de experiências de Deus com o homem através de sonhos. Abraão,  José  do Egito e José, o pai de Jesus são alguns exemplos.

Mas eles também são cruciais no nosso próprio tempo e, no caso da mulher rica, cujo marido tinha sido um general e ministro do Paquistão, eles formaram uma parte importante de sua conversão – se não o mais importante papel. Conforme ela explica neste livro bem escrito (que foi publicado pela primeira vez em 1978), ela havia sido criada na fé muçulmana, que acreditava que, embora Jesus tenha nascido de uma virgem, ele não era o Filho de Deus. Ainda assim, a mulher sentiu-se impulsionada para explorar a Bíblia – e é aí que tudo começou.

Em um sonho, relatou Sheikh, “eu me encontrei jantando com um homem que eu sabia ser Jesus. Ele veio me visitar na minha casa e ficou por dois dias. Ele sentou-se sobre a minha mesa e em paz e alegria jantamos juntos”.

“De repente, o sonho mudou. Agora eu estava no topo de uma montanha com outro homem, João Batista. Ele estava vestido com uma túnica e calçado com sandálias. Como foi que eu misteriosamente sabia seu nome, também? Eu encontrei-me contando a João Batista sobre as minhas visitas recentes com Jesus”. O sonho – peculiar – a levou à pergunta que todos poderiam saber responder (porque até aquele momento, Sheikh ainda não havia chegado ao trecho em que João Batista aparece na história) em sua leitura da Bíblia.

Ela se tornou uma cristã. Existem milhares de outros relatos de ex-muçulmanos. Os relatórios incluíram moradores em lugares como Marrocos. 

“Um seguidor de Jesus da Guiné fala sobre uma pessoa de branco que lhe apareceu em sonho, chamando-o de braços abertos”, afirma a publicação da Califórnia.”Esse tipo de sonho, no qual Cristo aparece como uma figura de branco, é um padrão frequente na obra missionária entre os muçulmanos".

Os exemplos são numerosos. Um muçulmano da Malásia viu seus pais falecidos como convertidos aos cristianismo em um sonho, comemorando no céu. Jesus, com uma túnica branca, lhe disse: “Se você quiser vir a mim, vem!” Ele o fez.

Outro convertido, este novamente a partir do Oriente Médio, disse que ele estava deitado na cama com uma dor de cabeça muito forte. A figura branca com uma aparência maravilhosa, pacífica, apareceu e colocou as mãos sobre sua cabeça três vezes, e na manhã seguinte a dor de cabeça que era incurável até então, havia cessado.

Um homem do oeste da África viu um religioso muçulmano no inferno, e um pobre cristão, que não podia mesmo dar esmolas, no céu. A voz explicou que o ponto decisivo não foi a esmola, mas a fé em Jesus.

Enquanto isso, um trabalho missionário entre os Tausugs, das Filipinas, maior grupo muçulmano daquele país, relata que um número de muçulmanos fiéis “viu Jesus” em seus sonhos após o Ramadã (mês em que os muçulmanos praticam um ritual de jejum). Um homem sonhou com Jesus matando um dragão enorme em um duelo e no dia seguinte teve o mesmo sonho, o que o levou a conhecer o Evangelho.

Um membro do povoado Yakan, na Província Basilan sonhou que o Profeta Maomé não podia olhar para Jesus no olho. Quando ele disse a seu primo, um cristão, do sonho, seu primo lhe disse que o sonho significava que Jesus é maior do que Maomé.

Há histórias de guerra espiritual. Há relatos da Turquia. Há histórias de curas milagrosas. Há histórias do Iraque. Uma equipe que pertencem aos “Atletas em Ação”, um movimento de atletas missionários, relatou a partir de sua visita às repúblicas da Ásia Central do Turcomenistão e Quirguistão, que “uma das experiências mais interessantes da viagem foi ouvir um grande número de pessoas dizendo como eles tornaram-se cristãos”. Anteriormente, eles haviam sido ateus ou muçulmanos. Alguns contara como Deus havia falado com eles em sonhos. Outros disseram que tiveram dores de cabeça por dias depois de ouvir sobre Cristo. Logo que decidiram tornar-se cristãos, a dor de cabeça havia passado. Uma mulher disse que na noite em que ouviu falar de Jesus, nada aconteceu até que ela foi dormir. Enquanto ela dormia, ela teve um sonho terrível, no qual uma figura satânica disse a ela “Você nunca vai escapar de mim”, porém agora ela também se tornou uma cristã.

Existem inúmeros relatos de que muitos dos Berberes que vivem nas montanhas da Argélia estão vindo a Cristo através de sonhos e visões semelhantes, formando células e igrejas, em sua maioria subterrânea. Ahmed Ait Ben Youcef, um berbere nativo que atualmente vive no exterior, disse que encontrou Cristo no caminho que parece típico para berberes islâmicos anteriormente: “nós berberes sempre acreditamos em Deus, mas muitos o procuram à sua própria maneira, sob a pressão dos árabes islâmicos. Jovens ansiavam pelo caminho certo para nossas vidas e oravam a Deus para orientação. Um dos meus amigos morreu em um acidente de trânsito. Na noite seguinte, sonhei que ele, um outro amigo, e eu nos dirigíamos a uma cidade brilhante, rodeada por uma parede branca. Nesse sonho, meu amigo nos disse que agora ele vivia lá”.

Um muçulmano egípcio estava lendo os Evangelhos, e de acordo com mais um relatório ele tinha acabado de chegar a Lucas, Capítulo 3, quando um vento forte varreu a sala e uma voz disse: “Eu sou Jesus Cristo, a quem você odeia. Eu sou o Senhor que você está procurando.” Ele decidiu seguir a Jesus naquele dia.

Os relatórios são difundidos de tal forma que sites inteiros são dedicados a tais histórias – embora muitas vezes tomem o cuidado de manter o anonimato. Uma fonte bem informada, que por razões óbvias permanece não identificada, relata que um ex-islâmico “Imam” ou líder espiritual levou 3.000 muçulmanos para Jesus, tendo ele chegado a Cristo através de sonhos, em que um homem branco dizia-lhe para estudar a Bíblia. O método desse homem é simples: em uma conversa, ele diz aos outros: “você já viu um homem branco em seus sonhos recentemente? Se eles não tiverem visto, ele lhes diz: eu só estava me perguntando. Obrigado. Se responderem positivamente, ele continua perguntando se eles estão interessados em aprender quem este homem branco é. E quem não está interessado na identidade de uma pessoa misteriosa que aparece em seus sonhos? O ex-Imam, em seguida, mostra-lhes várias passagens da Bíblia em que um homem branco vestido é mencionado, explicando: “Isso é Jesus. Ele quer falar com você, porque Ele quer que você o siga”.

Muitos muçulmanos foram preparados para casos de encontros sobrenaturais, e aceitaram o convite. Algum tempo atrás, Bill Bright, diretor do “Campus Crusade”, escreveu que “estavam vivenciando um fenômeno surpreendente. Muçulmanos em particular estão tendo sonhos e visões confirmando a realidade de Cristo. Depois de um programa de rádio informaram que Jesus havia aparecido para muitos muçulmanos em um sonho e havia dito a eles: ‘Eu sou o caminho’. A estação de rádio recebeu milhares de cartas de muçulmanos no norte da África e do Oriente Médio, em que os ouvintes disseram que de repente tinham entendido sonhos anteriores. Eles, então, queriam mais informações sobre Jesus”.

Fonte: Gospel +/Redação CPADNews

BATISMO NAS ÁGUAS EM BRAGANÇA PAULISTA


Batismo nas águas realizado às 8:30 hs da manhã do dia 04/09/2011 na Chácara Cocoricó.



 

































LIÇÃO 09 - A MORDOMIA DO TRABALHO / SLIDES / CLASSE ADULTOS

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