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28 julho 2012

Jovens e adolescentes lotam a praça do povo em show evangélico



O Canta João Pessoa tem-se consolidado como um dos maiores eventos da Paraíba no que se refere ao louvor e adoração. Em sua terceira edição, o Canta João Pessoa trouxe ao público o Ministério de Louvor Diante do Trono e o grupo Quatro por Um.
O DT ministrou no Espaço Cultural, localizado à Rua Abdias Gomes Almeida, 800, em João Pessoa (PB). Milhares de jovens assembleianos e de outras denominações lotaram a área reservada do Espaço Cultural para participar do que eles chamam de show gospel.
O Canta João Pessoa tem como finalidade também incentivar jovens e adolescentes a permanecerem na fé em Cristo.
O evento é realizado pela “Produtora de Eventos Gospel Canta João Pessoa”, criada em 2011, cuja primeira edição trouxe a João Pessoa o grupo Novo Som e a cantora Bruna Karla. Já em maio deste ano trouxe Aline Barros e PG.
Segundo a organização do evento, nenhum caso policial foi registrado. “Somos abençoados por Deus, pois nos encontramos em multidões e não sai nenhuma briga sequer. Isso é festa de crente!”, disse a estudante de Nutrição, Aline Costa.

Ramon Nascimento
fonte ADPB ramon@adpb.com.br

26 julho 2012

- JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 5: A Bíblia nos ensina a adorar a Deus


3º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 5: A Bíblia nos ensina a adorar a Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Bíblia, o livro maravilhoso
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 5 - A BIBLIA NOS ENSINA A ADORAR A DEUS


Texto Bíblico: 2 Crônicas 29.1-36; 30.1-27.


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que a Bíblia é a Palavra de Deus, portanto tudo o que está escrito nela, é como uma carta que Deus escreveu para nós. Através da Bíblia Sagrada, aprendemos que Deus nos ama, e quer nosso bem, e por isso devemos demonstrar nossa gratidão a Ele, adorando-O em todas as nossas ações.


A palavra é...    
ADORAÇÃO

Em uma cartolina escreva a palavra adoração, recorte o desenho da mão na galeria de imagens e escreva nelas as ações com as quais podemos louvar a deus em nosso dia a dia.
OBEDECENDO
NÃO MENTINDO
COMPORTANDO-SE NA IGREJA
 LENDO A BIBLIA
ORANDO

Você poderá colocar outras ações...


Fonte:www.papeis.blogs.sapo.pt


Aprendendo a Bíblia
“Adorem o SENHOR com alegria...” (Sl 100.2 – NTLH)

Através deste cântico, o povo de Deus era convidado à adorá-Lo.
Nossas boas ações mostram que adoramos a deus, e glorificam o Seu Nome.


História Bíblica
Ezequias tinha vinte e cinco anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou vinte e nove anos em Jerusalém. A sua mãe se chamava Abia e seu avô Zacarias.
Ezequias viu que o templo do SENHOR, a Igreja, estava abandonado. Portas quebradas, muros rachados. No primeiro mês do seu reinado, Ezequias abriu os portões do pátio do Templo e mandou consertá-los. Ezequias fez aquilo que agrada a Deus, o SENHOR.

.
Depois mandou chamar os sacerdotes e os levitas  para uma reunião no pátio leste do Templo e disse:
 — Levitas, escutem o que vou dizer! Purifiquem-se a vocês mesmos e purifiquem também o Templo do SENHOR. Tirem do Templo tudo o que é impuro. Os nossos antepassados foram infiéis ao SENHOR, nosso Deus, o rejeitaram e fizeram aquilo que Ele considera mau. Viraram as costas para o Templo, onde Deus mora, e deixaram de adorá-lo. Por isso, o SENHOR ficou irado com o povo de Judá e de Jerusalém e o que ele fez deixou todos chocados e horrorizados. E então todos começaram a zombar de nós, como vocês bem sabem. Os nossos pais foram mortos na guerra, e os nossos filhos, as nossas filhas e as nossas mulheres foram levados embora como prisioneiros.Agora resolvi fazer uma aliança com o SENHOR, o Deus de Israel, para que ele pare de ficar irado conosco. Portanto, meus filhos, não sejam relaxados, pois o SENHOR os escolheu para que vocês o sirvam no Templo, para que ajudem nos cultos de adoração e para que orem em honra Dele.

Aí os sacerdotes também entraram no Templo para purificá-lo; tiraram de lá de dentro tudo o que era impuro e levaram para o pátio, e dali os levitas levaram para fora da cidade, até o vale do Cedrom. Trabalharam mais oito dias e no dia dezesseis terminaram a purificação do Templo.

Então foram ao palácio para falar com o rei Ezequias e lhe disseram:
 — Purificamos o Templo todo, incluindo o altar onde os sacrifícios são queimados, com todos os seus objetos e a mesa para os pães oferecidos a Deus, com os seus objetos. Também fomos buscar os objetos que o rei Acaz, por ser infiel a Deus, havia jogado fora durante o seu reinado. Nós os purificamos e colocamos em frente do altar de Deus, o SENHOR.

No dia seguinte, Ezequias se levantou bem cedo, mandou chamar as altas autoridades de Jerusalém, e foram juntos ao Templo, e todos começaram a cantar hinos de louvor a Deus, o SENHOR, acompanhados pelas trombetas e pelos outros instrumentos musicais.
Em seguida, o rei e todas as outras pessoas cantaram cheios de alegria , e se ajoelharam e adoraram a Deus.


Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho na galeria de imagens para os pequenos colorir

Fonte:www.aib-rmp.blogspot.com


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Lois Rock/Cristina Balit - Bíblia Para Crianças: Histórias Sempre Vivas – Editora Sinodal


Colaboração para Portal Escola Dominical  – Profª. Jaciara da Silva 

fonte http://www.portalebd.org.br

PRIMÁRIOS - Lição 5: A Bíblia na Casa de Deus


3º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 5: A Bíblia na Casa de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: A igreja é a casa de Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 5 – A BIBLIA NA CASA DE DEUS


Ao Mestre
Subsidio acerca de Esdras:
“(...) Esdras, um escriba* das palavras dos mandamentos do Senhor, não era um mero copista, mas um estudante diligente da Lei. (...)
Depois do término da reforma dos muros e o registro do povo, a congregação se reuniu como um só homem em Jerusalém para celebrar a festa das trombetas. A finalização do trabalho nos muros resultou em um novo entusiasmo entre o povo, surgindo uma necessidade popular para que a Lei fosse lida publicamente. Finalmente, havia surgido a oportunidade para realizar o plano, há tanto tempo acalentado por Esdras, de reorganizar a vida nacional com base na Lei de Moisés.
A leitura pública da Lei deveria ser feita a cada sete anos, mas durante o longo período de cativeiro, a prática que nunca havia sido regular foi totalmente esquecida. O fato de o povo desejar ouvir a leitura da lei indica que havia um clima de avivamento entre eles.
No dia da convocação, Esdras e mais 14 sacerdotes subiram em uma plataforma de madeira, acima do povo. Quando começou a ler a Lei, todo o povo ficou em pé. Então, começou a difícil tarefa de ler o Livro da Lei, de manhã até o meio-dia.
A leitura era interrompida ocasionalmente por Esdras ou outro sacerdote para que pudessem explicar alguns trechos. (Neemias 8.7-8)
O efeito da leitura da lei sobre o povo foi notável. Os judeus irromperam em choro e lamentações quando perceberam os muitos aspectos em que, como nação, violara a Lei. Apesar da dolorosa lembrança do pecado, a tristeza não era adequada com a celebração do dia santo, (...).
Esdras serviu à sua geração da melhor maneira que pôde. Lutou para preservar a Palavra de Deus e para mantê-la livre de corrupções. Depois, lutou para restabelecer um sacerdócio consagrado e separado para Deus. (...) Esdras teve sucesso em salvar sua geração da apostasia e lançar as sementes da fé espiritual, que cresceu para produzir frutos nos séculos seguintes. Esdras era um homem necessário em sua época. Embora seus primeiros esforços em Jerusalém, aparentemente, tivessem poucos resultados e parecessem não terem sido bem aceitos, mesmo assim, no tempo oportuno, ele viu o fruto dos seus esforços. Seu trabalho tornou-se a base sobre a qual Cristo e os apóstolos posteriormente edificaram.”
Escriba = Os copistas e mestres das Escrituras. Chamados também de intérpretes ou doutores da Lei.

(Texto retirado do livro Esdras e Neemias — o retorno da Babilônia. Graça Editorial, pgs 17,24-25,27.)


Texto Bíblico: Neemias 8.1-18

ObjetivoProfessor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender a importância de ler e aprender os escritos da Bíblia. Ela é a carta de Deus para nós.


Frase do dia...
É MUITO BOM LERMOS A BIBLIA

Professor (a), na revista está escrito “Na Igreja lemos a Bíblia” – mudei a frase, porquê não é somente na Igreja que lemos a Bíblia. Os pequenos devem ser despertados para desejarem ler a Bíblia.

Cole o desenho de uma Bíblia na galeria de imagens em uma cartolina, e escreva versículos.
Leia os versículos e enfatize aos pequenos que quando lemos a Bíblia é Deus falando conosco.



Fonte: www.gildenirsoares.blogspot.com


Memória em ação
“... Quem guarda a lei de Deus é feliz.” (Pv 29.18 – NTLH)

Explique aos pequenos que “guardar” é o mesmo que obedecer.
Se obedecermos o que Deus deixou-nos escrito n Bíblia Sagrada, viveremos bem e seremos felizes.


Explorando a Bíblia
Sabe crianças, houve um tempo em que o povo de Israel por desobedecer a Palavra de Deus, foram escravizados e levados para longe de seu pais. Mas Deus que sempre nos ama, providenciou o retorno de seu povo para a sua terra.

Muitos israelitas retornaram à sua terra, e Neemias foi nomeado governador em Jerusalém. Esdras o sacerdote  sempre estava junto à Neemias e eles estavam muito alegres por terem voltado à sua terra. Esdras havia vindo primeiro e ajudou o povo a reconstruir o templo do SENHOR, Neemias veio depois e ajudou o povo a construir os muros da cidade.

Neemias como governador viu que o povo estava fazendo algumas coisas erradas. Ele foi um líder corajoso e forte e ajudou o povo a resolver esses problemas. Ele  e Esdras juntos começaram a pensar o que poderia fazer para resolver isso, então perceberam uma coisa, e juntos concordaram:
__ Precisamos ensinar a Bíblia ao nosso povo.

Marcaram então uma grande reunião na praça. Mandaram cartas para todas as pessoas. Neemias mandou fazer uma mesa onde ficaria o rolo da Bíblia.
No dia marcado vieram muitas pessoas para a reunião. Homens, mulheres, meninos e meninas.
A praça fiou cheinha de gente.

Então Esdras abriu o rolo da Bíblia e começou a ler e a ensinar a Palavra de Deus. Todas as pessoas ouviram com muita atenção. Assim que Esdras terminou o ensino, muitas pessoas começaram a chorar, sabem por que crianças? – Porque não estavam obedecendo a Palavra de Deus.

Mas Neemias falou:
__ Não vocês não devem chorar.

Esdras disse:
Agora que vocês aprenderam o que Deus quer que vocês façam devem obedecer a Ele. Vamos orar e pedir que Deus perdoe os nossos pecados.

Assim todos oraram e sentiram o amos de Deus em seus corações e ficaram muito alegres.
E fizeram um grande culto onde cantaram e adoraram a Deus

Assim também é conosco crianças, temos a prendido a Palavra de Deus, sabemos o que Ele gosta que fazemos, assim devemos obedecer. Mas se por acaso, sem querer, errarmos, podemos pedir perdão a Deus, e Ele nos perdoará através de Seu Filho – Jesus Cristo.

Professor (a) ore com os pequenos, pedindo a Deus que ajude-nos a obedecer a Sua Palavra.



Fixando a aprendizagem
Amplie o desenho na galeria de imagens para os pequenos colorir


Fonte:www.flickr.com


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 
fonte portal ebd

JUNIORES - Lição 5: O Espírito Santo é o consolador


3º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 5: O Espírito Santo é o consolador

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Em que acreditamos?
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 5 – O ESPÍRITO SANTO É O CONSOLADOR


Texto Bíblico: João 14.15-26; 16.5-15.


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender quem é o Espírito Santo e o seu trabalho em prol da Igreja.


Exercitando a Memória
“Mas o Espírito Santo de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor.” (Rm 8.26 – NTLH).

O Espírito Santo como um ser pessoal que nos ama, nos auxilia em nossas orações.


Crescendo no conhecimento
O Espírito Santo é Deus e é também uma pessoa a terceira da Trindade Divina. O Espírito Santo é Deus. E como uma pessoa. Ele tem intelecto, emoções e vontade. Além disso, a Bíblia nos diz que Ele faz coisas que somente uma pessoa real conseguiria fazer. Vejamos algumas:

1. Pode ficar triste
“E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção”, Ef 4: 30. O crente entristece o Espírito Santo quando não lhe dá a devida atenção, quando a sua presença não faz diferença alguma. Rm 8: 5-17; Gl 5: 16-25. O Espírito Santo sofre quando pecamos. No momento que entristecemos o Espírito Santo o inimigo de alguma maneira prevalece sobre a vida do crente. Devo lembrar que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo. I Coríntios 6:19 - Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos.
2. Ele intercede
 “E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis”, Rm 8: 26. Esse versículo é realmente muito profundo. Primeiro nos ensina que o Espírito Santo nos auxilia. Todo adolescente que busca a Deus pode ter certeza absoluta que o Espírito Santo, vai lhe ajudar, lhe apoiar e fortalecer nas horas difíceis. Segundo que Ele intercede por nós. É fato, que muitos de nós adultos ou adolescentes, não sabemos como pedir algo a Deus devidamente. O Espírito Santo atua diretamente nesta área levando as nossas orações até Deus.
3. Ele revela as coisas de Deus
O Espírito Santo que mora em nós tem uma mente e pensa. O Espírito Santo não é mero poder ou uma energia e, sim, uma pessoa dotada de intelecto, que conhece as profundezas de Deus e no-las revela. “Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as cousas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Por que, qual dos homens sabe as coisas dos homens, senão seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as cousas de Deus, ninguém as conhece, se não o Espírito de Deus”, 1Co 2: 10-11.
4. Ele ensina
“Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais”, 1Co 2: 13.
Jesus afirmou que ia partir para estar com o Pai, porém não deixaria seus discípulos órfãos, mas enviaria o Consolador. Jesus afirma que Ele os ensinaria todas as coisas e os faria lembrar de tudo o que tinham ouvido, Jo 14: 26.
5. Ele Ama
“Rogo-vos, pois, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor”, Rm 15: 30.
• O Espírito Santo nos ama e nos leva a praticar a fraternidade e o verdadeiro amor. A enfrentar as situações de dificuldade e dor, com valentia e sermos vencedores. Alcançamos através do Espírito Santo esse caminho tão excelente.

Aplicação da Lição
Enfatize aos pequenos que o Espírito Santo como uma Pessoa, que sente, que ama. Está nos auxiliando, nos ensinando para que possamos nos encontrar com o Senhor Jesus.

Quando Jesus disse aos seus servos que enviaria um outro consolador. Este Consolador não ficaria em carne , em forma humana como Jesus, mas em Espírito.  

“Não vos deixareis órfãos.
No sentido humano ser orfão é ser abandonado, ou perder pai ou mãe, mas no sentido espiritual é não deixar sozinho, com a vinda do Consolador eles e nós hoje seriamos preenchidos com a habitação do Espírito Santo fazendo de nós um templo (1 Co 3.6) Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?.
Aqui está o grande mistério Jesus está conosco na forma do Espírito Santo.


Amplie o desenho da galeria de Imagens para os pequenos colorir


Fonte: www.sementinhakids.wordpress.com 


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8ª Edição/2009

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva


fonte portla ebd

JUVENIS - Lição 5: Longanimidade, Paciência para perseverar


3º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 5: Longanimidade, Paciência para perseverar

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS - CPAD
3º TRIMESTRE DE 2012
Tema: O carater cristão
COMENTARISTA:Verônica Araujo

LIÇÃO 5 – LONGANIMIDADE, PACIENCIA PARA PERSEVERAR

TEXTO BIBLICO: Tg 5.7-11

ENFOQUE BIBLICO: “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor” (Sl 40.1)

OBJETIVOS
Definiro termo paciência
Explicarde que maneira a paciência é produzida em nossa vida
Demonstraras conseqüências da paciência e da impaciência

INTRODUÇÃO
“Mas tu se sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Tm 4.5)

O QUE SIGNIFICA PACIÊNCIA?
O termo grego para traduzir a palavra paciência ou longanimidade é: “makrothumia”, makros = “longo” e thumia = “sentimento”, o significado da junção dessas palavras é o de um sentimento de longa duração, ou seja, um controle dos sentimentos, por muito tempo, o que será denominado: paciência. O termo longanimidade, expressa o comportamento em relação às pessoas que o ofendem ou se tornam desagradáveis. Longanimidade é o termo usado para suportar a falta de cortesia e de amabilidade por parte dos outros. É a capacidade de tomar atitude que se nega a devolver uma ofensa na mesma moeda (Pv 25.15; Cl 3.12). (Lição 11; EBD -13 de março, 1994 – CABRAL, Elienai). A Bíblia de Estudos Pentecostal em notas, na pg 1803, diz: Longanimidade é: perseverança, paciência, ser tardio em irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).

Quando o rei Davi disse: “esperei com paciência”, (Sl 40.1), ele está dizendo: “tive um longo sentimento, até que ele me ouviu.” Outro Salmo é o, 23, diz: “habitarei na casa do SENHOR por longos dias”, ou seja, não terei pressa de sair da presença de Deus, mesmo que ele me demore esperarei não me importando quanto tempo tenha que esperar. O segredo para que o fruto da perseverança opere em nós é estarmos bem juntinhos de Deus, ter uma vida de comunhão com ele (Jo 15.1,2). É muito fácil se dirigir a alguém que esta em grandes lutas e dizer-lhes: “tenha paciência”, agora, é muito difícil ser paciente.

Nossa grande expectativa é que os nossos desejos se realizem agora, já, não temos paciência para esperar. Algumas pessoas hoje já com idade avançada estão sofrendo conseqüências devido à impaciência na mocidade, avançaram sinais, foram quando deviam esperar um pouco mais. Vês por outra ouvimos alguém dizer: “se eu tivesse esperado”, algumas coisas se tornam incorrigíveis, nunca mais terão a oportunidade de voltar atrás. Portanto é necessário ao cristão ser cheio do Espírito Santo, aprender o segredo da paciência, deixar que o caráter de  Cristo se forme nele, para que adquira a paciência e a perseverança faça parte da vida dele.


COMO A PACIÊNCIA É PRODUZIDA EM NOSSA VIDA?
É impossível viver por aqui sem que passássemos por algum tipo de sofrimento, a  maquina de produzir paciência chama-se tribulação (Rm 5.3). Na seqüência o Apostolo Paulo diz que a perseverança produz a experiência e a experiência trás a esperança. A provação que vem para o crente tem por objetivo o amadurecimento, nunca a destruição, com as tribulações nós aprendemos, é por meio de lutas e provações que somos mantidos bem juntinhos de Deus (Hb 12.6-11).
“O pastor Antonio Gilberto, deu o exemplo de uma planta nova, que submetida a fortes ventos, desenvolve raízes fortes e profundas. Os vendavais desta vida, diz o pastor, serve para o cristão fundamentar-se em Cristo como, estas raízes e ter um espírito submisso.” Quanto mais às lutas apertam mais o crente se fortalece na presença de Deus, e isto o faz esperar, pois o nosso tempo não é o mesmo de Deus. O tempo de Deus é aquele revelado ao salmista “esperei com paciência pelo Senhor”, quanto tempo? Bem! Não sabemos por quanto tempo temos que esperar, mas às vezes vão meses, anos de oração e suplica para Deus resolver. Deus não esta ouvindo? Pelo contrario, ele quer que sejamos fortes e constantes.

O exemplo deixado a nós pelo patriarca Jó é de admirar, mas como um homem que orava, oferecia culto de adoração a Deus, cuidava de sua família com muito zelo e alem de tudo era temente a Deus precisa de correção. Nós não vamos entender nunca, o próprio Jó procurava entender o que estava acontecendo, nunca conseguiu uma resposta, a não ser reconhecer que Deus é soberano. Nós como seres humanos e pais sempre queremos que nossos filhos sejam os melhores, embora eles entendam que a maneira em que vivem já esteja bens. Nosso Deus sempre procurara melhorar as condições espirituais de seus filhos, não é dando bens materiais, esses pelo contrario pode prejudicar a vida espiritual. Alguns que foram beneficiados com bens materiais e nunca mais apareceram na igreja, Jó perdeu tudo e pacientemente esperou pelo Senhor que o recompensou, mesmo sem lhe dar explicação alguma.

No próximo ponto vamos falar de Jacó, mas quero lembrar aqui, que esse moço, aprendeu a paciência de um modo duro e penoso. Morando na casa de Labão, Jacó embora fosse um enganador, astucioso, apressado, aprendeu com dureza a adquirir a paciência, seu salário foi mudado dez vezes (Gn 31.7). Na verdade ele foi perseguido pelo sogro, e é ai que a tribulação produz a paciência, Jacó, já não podia mais confiar em seu sogro, morando numa terra distante ele aprendeu pacientemente a ser dependente de Deus. Esperar Deus falar, tomar decisões por nós, isso Jacó aprendeu (Gn 31. 9 – 13). 


AS CONSEQUENCIAS DA PACIÊNCIA
Jó é um exemplo de paciência, como já o vimos conseguiu alcançar o ápice diante de Deus e foi abençoado grandemente com bens que outrora perdido, agora restituído em dobro. Davi foi ungido rei de Israel na sua adolescência, mas Saul era o rei, durante alguns anos Davi esperou, mesmo sendo perseguido pelo rei. Davi teve varias oportunidades de matar Saul, mas ele sempre o respeitou como o ungido de Deus e por um ato que o levou a cortar as orlas da vestes de Saul ele ficou indignado. Valeu apena esperar pacientemente, Davi foi um rei segundo o coração de Deus e sua descendência passou a ocupar o trono.

A paciência tem tríplice aspecto, primeiro ela é de Deus, sob aspecto divino, podemos melhor compreender o seu valor como fruto do Espírito, pois ela descreve a natureza e o caráter de Deus. Moises disse que Deus é tardio em iras, (Ex 34.4-6), essa longanimidade em Deus, facilita o relacionamento com o homem, um ser pecador, desobediente que após o pecado se tornou rebelde. O segundo aspecto é a paciência como fruto no crente, a longanimidade nesse caso é importante no relacionamento domestico, é a capacidade de suportar os fracos, as mazelas existentes, os grupos formados por picuinhas, nada mais é que falta de paciência, logo falta à produção do fruto. Nesse segundo aspecto o modelo de oração ensinada por Jesus deve ser lembrado (Mt 6.9-15), essa é a teologia pratica. O terceiro aspecto é a ação da paciência no ministério, a longanimidade deve estar no pastor, na dirigente do circulo de oração, nos lideres da mocidade, adolescentes, corais, porteiros, etc., lembre-se que longanimidade não é frouxidão, não significa que os subordinados possa fazer o que quer em nome da paciência.       


CONSEQUENCIAS DA IMPACIÊNCIA
Já falamos em Jacó que se precipitou e teve que passar um bom tempo de sua vida como fugitivo, nem seu nome são citados enquanto fugitivo. A impaciência de Moises ao matar o egípcio e querer cuidar dos assuntos antes do tempo o fez fugitivo por quarenta anos (Ex 2. 11-15). Muitos têm até a chamada para execução de serviços ministeriais, mas há um tempo determinado por Deus, não quer dizer que uma pessoa que sabe o quanto Deus vai lhe usar e até o lugar, precise ficar de braços cruzados, esperando tudo acontecer. Penso eu que Josué sabia que Deus o queria usá-lo no futuro, ele estava no labor das lutas, até a morte de Moises, somente após isso é que ele se torna líder, é inegável a demonstração de paciência. Não era ele o próximo líder? Porque esperar tanto?  Moises já demonstrava cansado, suas mãos precisavam ser seguras por outros, é que quando agimos fora do tempo, não é aceito por Deus, tem muita gente num deserto terrível por ter ultrapassado o sinal divino.

A impaciência de Sara, o levou a dar Agar por mulher a Abraão, desse relacionamento nasceu Ismael, aparentemente apenas um costume da época, no caso de Jacó mais tarde, nada lhe é cobrado, mas de Abraão Deus não gostou, segundo os estudiosos Deus ficou cerca de treze a quinze anos sem falar com Abraão. Impaciência é demonstração da falta de fruto, a Bíblia nos exorta a sermos também paciente, ter a longanimidade, há um refrão que diz: “mais um pouquinho e a jornada findara, coragem irmão”, nada de impaciência, sede paciente até a volta do Senhor Jesus.


CONCLUSÃO
Vamos terminar com a terceira estrofe do hino numero quatro da Harpa Cristã, de (W.S. Martin). “Nos desalentos, nas provações, Deus velará por ti; Lembra-te dele nas tentações; Deus velará por ti” (HC 4).

OBRAS CONSULTADAS
SILVA, Antonio Gilberto da, - O fruto do Espírito – CPAD, 2005


Colaboração para Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues
fonte portal ebd 

PRE ADOLESCENTES - Lição 5: Vivendo em segurança


3º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 5: Vivendo em segurança

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Descobrindo meus direitos e deveres
Comentaristas: Ângela Sueli Silva da costa

LIÇÃO 5 – VIVENDO EM SEGURANÇA

Texto bíblico   2 Cronicas 32.7-10,20,22
Sede corajosos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, pois há conosco um maior do que o que está com ele.
Com ele está um braço de carne, mas conosco o Senhor nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear por nós. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá.
Depois disso Senaqueribe, rei da Assíria, enquanto estava diante de Laquis, com todas as suas forças, enviou os seus servos a Jerusalém a Ezequias, rei de Judá, e a todo o Judá que estava em Jerusalém, dizendo:
Assim diz Senaqueribe, rei da Assíria: Em que confiais vós, para vos deixardes sitiar em Jerusalém?
Mas o rei Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amoz, oraram por causa disso, e clamaram ao céu.
Assim o Senhor salvou Ezequias, e os moradores de Jerusalém, da mão de Senaqueribe, rei da Assíria, e da mão de todos; e lhes deu descanso de todos os lados.

Objetivos  após a aula seu aluno deve entender que só encontrara segurança  
                   no Senhor,  bem como valorizar a proteção oferecida por Deus.


Introdução
Na lição de hoje estudaremos a “segurança”, mas  me refiro a segurança em Deus,  estamos vivendo em uma mundo cada vez mais violento, embora o homem por sua própria capacidade  desenvolva formas e métodos para ter segurança,  tudo é apenas um paliativo, pois a verdadeira segurança em todos os aspectos pode ser apenas alcançada e oferecida por Deus.

I-O pânico instalado
Estamos vivendo dias  em que o mundo caminha para uma destruição iminente, aonde um dos grandes entre muitos sinais é o aumento da violencia, e falta de segurança.
O que gera nos corações das pessoas muito medo, pois o mal tem avantaçado grandemente.
O que é a violencia?
Segundo a wikipédia:
Violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo ou objeto. Invade a autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latim violentia (que por sua vez o amplo, é qualquer comportamento ou conjunto de deriva de vis, força, vigor); aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa ou ente.
Assim, a violência diferencia-se de força, palavras que costuma estar próximas na língua e pensamento cotidiano. Enquanto que força designa, em sua acepção filosófica, a energia ou "firmeza" de algo, a violência caracteriza-se pela ação corrupta, impaciente e baseada na ira, que não convence ou busca convencer o outro, simplesmente o agride.

Tipos de Violência
Embora a forma mais evidente de violência seja a física, existem diversas formas de violência, caracterizadas particularmente pela variação de intensidade, instantaneidade e perenidade.
Violência física
Algumas formas de violência, especialmente a violência física, a agressão propriamente dita, causando danos materiais ou fisiológicos, caracterizam-se pela intensidade comparativamente alta, assim como pela instantaneidade - porém tendo pouca perenidade. Existem inúmeras variações da violência física (ou ainda, sub-variedades), como o estupro, o assassinato brigas de escola e o antigo (e desusado) duelo
Violência psicológica
Muitas vezes, o tratamento desumano tais como rejeição, depreciação, indiferença, discriminação, desrespeito, punições (exageradas), podem ser consideradas graves tipo de violência. Esta modalidade, muitas vezes não deixa (inicialmente) marcas visíveis no indivíduo, mas podem levar à graves estados psicológicos e emocionais. Muitos destes estados podem se tornar irrecuperáveis em um indivíduo, de qualquer idade.
As crianças são mais expostas à violência psicológica, tendo em vista que dispõem de menos recursos que lhe garantam a proteção. O ambiente familiar e a escola tem sido os locais mais reportados. Pais e parentes próximos podem desencadear uma situação conflituosa que envolva a criança, por exemplo. Na escola, os colegas, professores ou mesmo a instituição escolar como um todo podem ser os causadores de situações de constrangimento.
Mesmo indivíduos adultos podem sofrer as mesmas conseqüências danosas. Um exemplo claro disto são as situações de assédio moral.
Assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções. São mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e antiéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização.
Violência verbal
Ver artigo principal: violência verbal
Há formas mais individualizadas de violência, como a violência verbal. Normalmente afetam indivíduos em situações especiais, e não raro acompanham-se de violência física.
É uma forma como um ser usa para agredir uma pessoa, com palavras, verbalmente. Usa por exemplo, xingamentos, e palavras que façam o outro ser se sentir inferior.
 Violência contra a mulher
Pintura retratando uma forma de violência contra a mulher: o estupro.Em todas as sociedades existe a violência contra a mulher. Dados Mundiais da OMS (Organização Mundial da Saúde), e nacionais (Brasil), indicam números impressionantes sobre este tipo de violência. A violência contra a mulher engloba várias formas de violência, inclusive psicológica, não só o estupro. O abuso sexual de meninas no lar ou fora dele, a violência por parte do marido, assédio e intimidações sexuais no local de trabalho ou instituições educacionais, a prostituição forçada, entre outros. No Brasil os assassinatos de mulheres, cometidos por seus companheiros ou mesmo parentes próximos tem também atingindo números impressionantes. A violência contra a mulher é em geral, praticada pelo marido, namorado ou ex-companheiro.

II-O exemplo de Ezequias
A cada  biografia dos reis de Israel, a Bíblia de forma simplificada descreve como era a conduta espiritual do rei,
Quando era um rei injusto:
“E fez o que era mau aos olhos do SENHOR; nunca se apartou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, com que fez pecar a Israel.” (2Rs 15.24)
Quando o rei era justo:
“E fez o que era reto aos olhos do SENHOR, conforme tudo o que fizera Davi,
 seu pai.”( 2Rs 18.3)
Assim sendo o rei Ezequias, entre muitos reis  injustos,  foi um exemplo de um bom rei.
Vejamos melhor  quem foi Ezequias:

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Ezequias foi rei de Judá durante 29 anos aproximadamente. Seu reino começou
por volta de setecentos anos antes de Cristo. É um rei memorável, pois foi
obediente a Deus em sua vida pessoal e em seu governo. Derrubou a adoração
a ídolos, quebrou imagens, cortou os bosques, etc. Destruiu também a serpente
de bronze feita por Moisés, pois as pessoas haviam começado a adorá-la como
um Deus. (Números 21)

Ezequias construiu um açude e transportou água para as áreas necessitadas
(II Crônicas 32:30 e II Reis 20:20). Conduziu Judá sabiamente em batalhas
contra seus inimigos, os Filisteus e os Assírios. Senaqueribe, rei da Assíria,
era seu grande inimigo mas, por causa da liderança de Deus, Ezequias sempre
conseguiu derrotá-lo. Enquanto Israel estava entrando na escravidão Assíria
por causa de seus pecados, Judá estava desfrutando de revitalização e prosperidade
devido à capacidade e à liderança conduzida por Deus de Ezequias.
Isaías era o profeta leal de Deus nos dias de Ezequias, e Ezequias era
sempre atento a buscar nele a palavra de Deus e acreditar em suas profecias.

Certa ocasião, quando Ezequias estava muito doente, Deus enviou Isaías para
lhe dizer que morreria. Ezequias não tinha medo de morrer, mas preocupou-se
pela liderança de seu povo, então chorou e orou, e Deus enviou Isaías para
lhe dizer que seriam acrescentados quinze anos a sua vida. O que fez ele
ser um grande rei foi que liderou seu povo e resistiu aos inimigos de Deus
não com sua própria sabedoria e força, mas com a de Deus. Judá estava sendo
atacado constantemente durante a sua vida, mas não apenas sobreviveram como
também prosperaram.

Quando morreu, seu filho Manassés e seu neto Amom reinaram perversamente
e de maneira corrupta. Embora tenha existido outro rei íntegro (Josias,
que começou a reinar com oito anos), não houve ninguém como Ezequias. Sendo
assim, Judá, assim como Israel, foi logo levada à escravidão, em parte como
resultado de liderança fraca e pecaminosa.
Fonte: www.palavraprudente.com.br

III- Ezequias procurou o Senhor
Afirmamos  anteriormente que durante todo o  reinado de Ezequias ele sempre  enfrentou ataques de seus adversários, um dos mais graves foi de Senaqueribe o rei dos Assirios. A qual ainda lhes fez graves ameaças afirmando que não haveria quem os livra-se de suas mãos.
Ezequias como um rei bem relacionado  poderia recorrer a algum de seus aliados, contudo buscou em Deus a real proteção. Pois o Senhor é mais poderoso do que um imenso exercito.
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   "Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do 
                  Onipotente descansará" Salmo 91.1
   Esconderijo fala de lugar secreto, de intimidade, de ambiente não aberto ao público, para onde convidamos apenas os amigos mais íntimos, lugar ao qual o estranho não tem acesso. Habitar no esconderijo de Deus é penetrar na sua intimidade e ter uma comunhão íntima com o Pai. Significa também estar sob a proteção do Senhor e Ter a certeza que esta proteção é inexpugnável, inacessível, e que nada poderá nos alcançar. A experiência do salmista Davi de enfrentar tantas batalhas, de vencer inimigos poderosos como Golias e de enfrentar momentos de dificuldades e em todos estes momentos experimentar a proteção do Senhor é revelada no Salmo 27.5, quando ele diz:
"Pois no dia da adversidade ele me esconderá no seu pavilhão, no oculto do seu tabernáculo me esconderá". 
Estando ali ele tinha a certeza de que gozava de total segurança e que não temeria nem mesmo se fosse cercado por um exército.

 Quando a Bíblia chama Deus de Altíssimo, não está dizendo apenas que Ele é grande, mas é uma afirmação de que Ele é o maior; não está apenas dizendo que ele é um grande Deus, mas é afirmar que Ele é o único Deus. Ao chamá-lo Altíssimo estamos dizendo que nada pode ser maior do que Ele; é saber que Ele é maior que as minhas dificuldades, pois ele as transpõem por mim; que é maior que os meus problemas, pois Ele é capaz de resolvê-los; que é maior que as minhas impossibilidades, porque para Ele não há impossíveis; que é maior que os meus pecados, pois pode perdoá-los e que é maior que os meus inimigos, pois nenhum deles pode vencê-lo, porque Ele é maior!
 Sombra representa conforto, fala de abrigo. Para quem cuidou de rebanhos de ovelhas numa região inóspita, de calor insuportável, Davi sabia como era importante uma sombra para refrescar nos momentos de maior calor. Outro aspecto importante é que naquela região não haviam muitas árvores e as sombras mais comuns eram de grandes rochas (veja Is 32.2, que fala da sombra de uma grande rocha em terra sedenta), e que também representavam abrigo contra as temíveis tempestades de areia, capazes de cegar ou sufocar quem não estivesse abrigado

Quando a Bíblia chama Deus de Onipotente, não está dizendo apenas que Ele é poderoso ou que tem grande poder, mas que Ele é o único poderoso, que detém todo o poder, que é o Todo-poderoso. Que todas as coisas estão sujeitas a Ele e nada pode escapar do seu controle ou fugir do seu poderio. Reis se dobram diante do seu poder e as grandes forças da natureza obedecem à sua voz. Quando ele quer fazer, ele faz; quando quer operar, opera; quando quer abençoar um filho seu, pessoas se mudam, morrem, circunstâncias são alteradas, milagres acontecem, mas ele faz a sua vontade, porque Ele é Deus; e desafia os que se lhe opõem, dizendo: "ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos. Operando eu, quem impedirá?" (Is 43.13).

 Quando eu era criança e saía com o meu pai a passear, fazia questão que os meus amigos me vissem ao lado dele, porque ao seu lado me sentia seguro. E o que nos transmite esta sensação de segurança ao lado do Pai é o fato que ele é grande e forte. Ele pode nos elevar acima dos nossos obstáculos mais intransponíveis, pois ele é grande e pode enfrentar o que não podemos, porque ele é forte. Quem iria se meter com o nosso pai? Assim também quando temos ao nosso lado o Pai celestial, nos sentimos plenamente seguros. Podemos assim parafrasear este versículo: "Aquele que tem a intimidade de estar no lugar seguro do Deus que é o maior, goza do abrigo e proteção daquele que tem todo o poder". De maneira que não importa quem somos, nem aonde estamos, nem mesmo quem está contra nós, se temos Deus ao nosso lado. Tinha certeza disto o salmista, quando disse: "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum" (Sl 23.4). Parece uma declaração inconseqüente. Poderia alguém dizer: "Como você pode dizer uma coisa destas?". Ele então responde a Deus: "Porque tu estás comigo". Também no Salmo 46, ele diz: "Deus é o nosso refúgio e fortaleza... pelo que", ou seja, por esta razão, porque Ele é o meu refúgio, "não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares".
 Em qualquer situação, sob quaisquer circunstâncias, diante de qualquer perigo, podemos sentir plena segurança estando sob a proteção do nosso Deus, sabendo que nada poderá nos atingir, estando aos seus cuidados.
( texto fonte: Márcio Klauber Maia)

Conclusão
Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. (Sl 127.1)
Assim definiu o salmista que não adianta a capacidade humana para nos propr alguma segurança, se Deus não nos proteger de verdade, nada adianta os nossos esforços.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

fonte http://www.portalebd.org.br

ADOLESCENTES - Lição 5: Viver é fácil, difícil é conviver



3º trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 5: Viver é fácil, difícil é conviver

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Vivendo em Família
Comentarista: César Moisés Carvalho

LIÇÃO 5 – VIVER É FACIL, DIFICIL É CONVIVER


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Respeitar a privacidade individual de cada pessoa, aprendendo a valorizar o convívio familiar.


Para refletir
“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”  (Hb. 12:14 – ARC)

Um relacionamento correto com Deus através da santificação, faz com que possamos nos relacionarmos melhor com nosso próximo.

Texto Bíblico: Gn. 37.1-36; 2 Re. 5.1-19.

Introdução
Devemos estar alertas espiritualmente, contra os seus ataques de satanás, através de orações e luta espiritual contra o diabo, que esta querendo roubar a coroa da vida eterna dos que estão vivenciando uma verdadeira vida cristã na presença de Deus, e o maior perigo de nossos dias é a falta de união.

O adolescente pode e deve influenciar os que o cercam
Poderíamos falar sobre a necessidade de seguir a paz com todos. E segundo as palavras de Jesus no seu sermão da montanha, ninguém pode ser um pacificador à menos que seja antes alguém humilde, (completamente vazio de si mesmo, vazio de justiça própria, que não busca os seus interesses, mas sim o interesse dos outros, humilde).

Ninguém pode promover a paz por meio de propósito egoísta.
Ninguém pode ser um pacificador à menos que antes derrame as suas lágrimas ao contemplar com profundidade da decadência moral e espiritual que ele mesmo, juntamente com todas as nações se encontra.

Ninguém pode promover a paz sem ter fome e sede de justiça Divina.
Ninguém pode promover a paz sem praticar a misericórdia. É necessário muitas vezes perdoar os que nos tem ofendido, perdoar os nossos devedores.
Ninguém pode promover a paz sem possuir um coração reto e limpo, diante dos homens e diante de Deus.

O adolescente também é parte do Corpo de Cristo, e deve conscientizar-se de que como Tal, deve sentir amor pelos que estão sem Cristo, principalmente se for um familiar.
Aquele que segue a paz é aquele que renuncia a tudo na vida, afim, de seguir a Jesus. Enquanto há vida, há esperança de tomar pela graça de Deus tal atitude. Ele, e somente Ele é a nossa paz. “Eu vos deixo a paz, a minha paz  vos dou, não vo-la dou como o mundo a dá, não se turbe o vosso coração, nem se atemorize?”(Jo.14.27).

“Justificado, pela fé em Cristo, temos paz com Deus”.(Rm.5.1)
É exatamente isto que a humanidade precisa. Nunca haverá paz entre os homens, enquanto houver inimizade entre os homens e Deus.

Segui a paz com todos.
Segui os passos de Jesus, e ir chamando outros à fazerem a mesma coisa. Convidando a todos para a festa, para as bodas do Senhor. Jesus vem, aleluia!!!
Quando olhamos para a paz por este prisma, entendemos que tem tudo haver com santificação, pois ninguém poderá segui-la, sem um caráter transformado.

Segui...  a santificação, sem a qual ninguém verá ao Senhor.
A Santificação é a identidade do verdadeiro Cristão.
Santificação. É um mandamento de Deus.
Santificação. É o dever de todo Homem.

Santificação - É o privilegio e o alvo do Cristão.
Santificação. É um mandamento de Deus. (Hb.12.14).
Espera-se que aquele que nos faz uma exigência, tenha em si mesmo a qualidade exigida.
Imaginemos que um alcoólatra diga ao filho. Filho, você não pode beber! Ora, que valor terão tais palavras?
Imaginemos que um pai diga ao filho. Filho, respeite a mamãe! Mas o pai não dá exemplo. Tais palavras tenham algum efeito?

Deus exige, segui a santificação sem a qual ninguém verá a minha face.
Eu não posso exigir que você seja santo, eu não sou a pessoa qualificada há fazer isto, eu não tenho as credenciais necessárias, eu sou apenas mais um entre milhares de pecadores.
É Deus quem exige, Ele é a pessoa mais que adequada há fazer isso.

“Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos exércitos, toda a terra está cheia da sua glória”.(Is.6:3).
Deus é por necessidade e por essência, Santo.
O seu próprio Ser é a única fonte e padrão do bem, portanto, eticamente o que Ele quiser é justo e reto. Não há padrão para Deus, Ele por si é o padrão do que é reto.
Deus não se encontra debaixo de uma lei de santidade, Ele por si mesmo é a lei de santidade.
Deus é tão puro de olhos que não pode ver o mal. Não pode vê-lo sem aversão, repulsa, e abominação.

Ninguém que carrega o fardo do pecado sobre seus ombros verá a face de Deus na glória eterna. Precisamos fazer como O Peregrino do livro de John Bunyan, lançar o fardo dos nossos pecados sobre a cruz de Cristo e viver pela fé no Filho de Deus.

Você alimenta a esperança de ver a face de Deus?
Este é o mandamento e o conselho gracioso de Deus.
Sede santos, porque eu sou santo.   (I Pe.1:16).

Santificação. É o dever de todo Homem. (Hb.12.14).
Os pecadores podem ser divididos em dois grandes grupos. Aqueles que admitem o seu próprio pecado, e aqueles que não admitem. Dentre aqueles que admitem serem pecadores, podemos ver dois outros grupos. Aqueles que toma uma atitude com relação a isto, e aqueles que nada fazem a respeito. ( Mike Renihan)

O homem sensato e humilde é aquele que entende ser pecador,  que entende que está ofendendo a santidade de Deus todas as vezes que peca, ele odeia o pecado porque Deus o odeia, e ele o confessa e o abandona.

Se alguém não deseja agora, ser santo em todo modo de viver, por qual razão desejaria ser, no grande dia do Senhor? E se deseja estar no céu precisa viver em união, ou acha que haverá repartições no céu para colocar aqueles com quem você não se “dá”?

Oh!Quão bom e quão suave e que os irmãos vivam em União!
A união e agradável e preciosa. A igreja de Cristo não deve ter nenhuma barreira de nacionalidade, raça, cor, nível de educação, idade, aparência, inteligência ou posição social. Como vemos, a igreja e composta de diversos tipos de pessoas, e muitas vezes, quando as diferenças são levadas em conta, a união é rompida.

A união faz da igreja um exemplo para o mundo.Procure reduzir os conflitos,e aumentar a harmonia.Procure desfazer “muros de separação”,e construir “pontes de união.
Infelizmente, existem pessoas que causam desunião por assuntos sem importância,e que adoram depreciar, ridicularizar e desacreditar os outros.
Existem também aqueles que se incomodam com o sucesso alheio.
Mas na igreja de Cristo não deve ter nenhuma desunião, temos que estar unidos numa só fé, num só amor.
Jesus e o nosso alvo,e um dia estaremos todos juntos.Cristão,lembre-se que a nossa luta não e contra nossos irmãos,mas contra o diabo e suas potestades. Não podemos esquecer disso

.”Aquele que aborrece a seu irmão e homicida”(1 Jo. 3:15;4:8,20).
“Ainda que eu falasse a língua dos anjos, e não tivesse amor,NADA SERIA;e ainda que a minha fé remova montanha e estremeça templos,se eu não souber amar,NADA SEREI(1Cor.13:1,2).
Amados,devemos viver EM PAZ UNS COM OS OUTROS, apesar de nossas diferenças.Paremos de olhar falha nos outros,e olhemos para as virtudes.
Concentremos-nos, naquilo que nos une!
Quando começar a ver defeito em todo lugar, e a ver maldade em tudo e em todos, peça ao Senhor para criar em ti um coração puro, e remover este mal de seu coração, e volte a concentrar-se em sua vida.

O pior defeito é concentrar-se na falha dos outros.
Eu possamos viver em harmonia, pois a diferença não e tão importante quanto o nosso compromisso com Aquele a quem servimos.

“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”.(Jo.13:35)
Mas é condicional, "se vos amardes".Se não se amam, não são discípulos.

"Quem comigo não junta espalha" (Mt.12:30)

E o que espalha é o que se subdivide, o que prolifera, o que desune.
Seremos de Cristo verdadeiramente se nos juntarmos, se não espalharmos, se não provermos a desunião, a descrediblidade, se não praticarmos a intolerância, se não nos separarmos.

"Que todos seja um. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17:21).

Conclusão 
Então, as palavras estão dadas, a iniciativa da união deve partir de todos os que lêem e que ouvem e se atentam para esta necessidade.
Os que não ouvem esta voz e que insistem em promover a divisão , a desunião, o ataque e a ofensa às demais pessoas que confessam Jesus Cristo a partir de suas realidades, não são discípulos, espalham, e promovem , não a crença em Jesus , mas a descrença. Os fatos falam por si. E então, de que lado você está?



Colaborahttp://www.portalebd.org.brção para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 
 fonte 

Lição 5 - As aflições da viuvez I - Plano de Aula


3º Trim 2012 - Lição 5 - As aflições da viuvez I - Plano de Aula
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2012
VENCENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA - Muitas são as aflições do justo mas o Senhor o livra de todas
COMENTARISTA: ELIEZER DE LIRA E SILVA
PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
(ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP)

PLANO DE AULA Nº 5
LIÇÃO Nº 5 – AS AFLIÇÕES DA VIUVEZ
1º  SLIDE  INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo sobre os “dramas sociais”, estudaremos hoje as aflições decorrentes da viuvez, que é uma figura bíblica da exclusão social, do desamparo gerado pela vida em sociedade.
- A viuvez, como toda exclusão social, é uma oportunidade para que a Igreja demonstre que é portadora do amor de Deus e que, por isso, ama o próximo.
2º SLIDE   I – VIUVEZ, UMA FIGURA DA EXCLUSÃO SOCIAL NA BÍBLIA SAGRADA
- “Viúvo” - “o que perdeu a mulher”, aquele “cujo marido ou esposa morreu, e ainda não casou de novo; que está ou se sente em desamparo, desconsolo, privação, solidão”.
- Juridicamente: o “cônjuge sobrevivente de uma sociedade conjugal que se dissolveu com a morte do outro componente”.
3º SLIDE
- No Antigo Testamento - “viúva” (não há na Bíblia a palavra “viúvo”) é tradução do hebraico “ ‘almanah ” (אלמנה) - não só quem perdeu seu cônjuge, mas também algo que se encontra desamparado, (Lm.1:1; 5:3).
- Em o Novo Testamento, tradução do grego “chera” (χήρα) - o que perdeu o cônjuge,  uma cidade despida de seus habitantes e de suas riquezas, ou seja, traz, também, a ideia de desamparo.
4º SLIDE
- Ideia de “viuvez” não se circunscreve apenas a um estado civil, mas tem, em si mesma, a ideia de desamparo, de falta de companhia, de solidão.
- O estado civil da viuvez traz não só carências econômico-financeiras, mas, também, um estado psicológico adverso.
5º SLIDE
- Em Gn.38, a viuvez é tratada como um castigo que o injusto Judá queria infligir a Tamar.
- Esta mulher “condenada à viuvez” foi exaltada, porque fará parte da genealogia de Jesus Cristo (Mt.1:3).
6º SLIDE
- A viúva era posta numa situação de desprezo e desconsideração por uma situação que, via de regra, não havia motivado e da qual era a maior vítima, mas, em virtude do pecado, passava a ser objeto de desamparo total, gerando uma situação duplamente aflitiva.
- A figura da viúva e seu tratamento absolutamente injusto pela sociedade mostra-nos a maldade do coração do homem que é dominado pelo pecado.
7º SLIDE   II – O SENHOR AMPARA A VIÚVA E O EXCLUÍDO SOCIAL EM GERAL
- O Senhor traz um modo radicalmente diferente para a questão: “A nenhuma viúva nem órfão afligireis” (Ex.22:22).
- Não podemos acrescentar àquele que já sofre a perda do cônjuge e a desestruturação de seu outras aflições como o desprezo, a desconsideração, a exclusão.
8º SLIDE
- O Senhor é o “pai de órfãos e juiz das viúvas” (Sl.68:5).
- A recusa a ajuda à viúva é sinal de impiedade Jó 22:9; 29:13; 31:16.
9º SLIDE
- A primeira carência que o Senhor tomou o cuidado de dar à viúva é o pão e a veste (Dt.10:18) através de:
a) dízimos do terceiro ano  - Dt.14:28,29; 26:12-15;
b) respiga, rabiscos da colheita - Dt.24:19-21.
c) estabelecimento de maldição para a inobservância do preceito – Dt.27:19.
10º SLIDE
- A segunda carência que o Senhor tomou o cuidado de dar à viúva é o retorno ao convívio social, o fim do isolamento e da solidão através da sua inclusão nas festividades maiores públicas do povo -  Dt.16:10-15.
- - Para superar a aflição psicológico-afetiva adversa que acompanha o estado de viuvez, devemos cooperar para o fim da sensação de solidão e de desamparo.
11º SLIDE
- Não podemos permitir o desprezo social da viúva, como se deu com a pobre viúva contemplada por Jesus no gazofilácio do templo (Lc.21:1-4).
- O tratamento com dignidade não envolve apenas o exercício da filantropia, mas, também, a defesa dos direitos dos viúvos, cujas pendências jurídico-legais se intensificam com o tão só fato da morte do cônjuge – Dt.24:17.
12º SLIDE
- Uma sociedade impregnada de injustiça é conhecida pelo mau tratamento dado aos direitos dos excluídos sociais – Is.1:17,23; Ml.3:5.
- O rigorismo legal deve ser abrandado diante da situação da viuvez (Ex.22:22-27), sendo impiedade a recusa da brandura nestes casos - Jó  24:3,21;Sl.94:6.
13º SLIDE
- O viúvo, como o excluído social, não deve ser privilegiado por causa desta condição. Deve ser tratado com dignidade, não com paternalismo.
- A forma como profeta Eliseu tratou a viúva de Zarefate ( II Rs.4:1-7) e como o apóstolo Paulo instrui Timóteo sobre o cadastramento das viúvas para a assistência social (I Tm.5:9,10) são exemplos desta atitude equilibrada.
14º SLIDE
- A ajuda aos viúvos e aos excluídos sociais não pode abrir mão daquilo que eles, por si sós, podem fazer, nem tampouco abandonar o princípio bíblico do trabalho e a vedação da ociosidade.
- A viúva de Sarepta de Sidom foi contemplada pelo Senhor porque, apesar de sua situação de indigência, jamais deixou de fazer o que estava ao seu (I Rs.17:8-24).
15º SLIDE
- Diante da solidão e da precariedade sócio-econômico-afetiva, devem os viúvos:
a) lembrar-se que o Senhor está a observar-lhes;
b) não se deixar abandonar à própria sorte;
c) buscar a presença do Senhor;
d) querer ser um instrumento na obra de Deus até por causa desta situação.

16º SLIDE
- Quando a viúva faz aquilo que pode fazer, o Senhor, que é quem ampara a viúva (Sl.146:9), firma a herança dela (Pv.15:25).
- A viúva, como o excluído social em geral, é algo que Deus permite ocorrer na sociedade para que também vejamos, com “esses olhos que a terra há de comer”, a impotência do gênero humano e sua intrínseca dependência de Deus.
17º SLIDE
- A atitude de ajuda à viúva, e ao excluído social em geral, confere não só benefícios para o necessitado, mas para toda a sociedade. A falta de ajuda aos excluídos é abominação ante os olhos do Senhor (Is.10:1,2; Ez.22:2,7).
- Deus Se agrada e promete abençoar as sociedades que se voltam a ajudar os excluídos sociais - Jr.7:5,6; 22:3; Zc.7:9,10.
18º SLIDE   III – A ATITUDE QUE DEVE TER A VIÚVA E O EXCLUÍDO SOCIAL EM GERAL
- Atitudes que devem tomar os viúvos e excluídos sociais:
a) ir aos pés do Senhor, o provedor e juiz dos excluídos;
b) fazer aquilo que está ao seu alcance, mesmo que isto seja insignificante aos olhos humanos;
c)  dedicar-se à obra de Deus, com orações e jejuns dia e noite, caso estejam com sua sobrevivência garantida pela família, Estado ou igreja. – Lc.4:36-38; I Tm.5:5
19º SLIDE
- A ajuda aos viúvos e excluídos sociais deve ser, em primeiro lugar, da família, máxime se nela há (I Tm.5:8,16).
- A igreja deve atuar de modo suplementar, tanto em relação à família, quanto em relação ao Estado (I Tm.5:16), somente ajudando aqueles que preencherem os requisitos bíblicos (I Tm.5:9-15).
20º SLIDE
 - O novo casamento dos viúvos é recomendável caso:
a) o viúvo seja novo e possa, ainda, ter filhos (I Tm.5:11-15);
b) não houver propósito de vida de dedicação integral ao Senhor (I Co.7:39,40);
c) não houver condições de uma vida de abstinência sexual (I Co.7:1,2).
21º SLIDE
- O novo casamento dos viúvos deve ser dirigido pelo Espírito Santo e não pela carnalidade, senão de remédio se tornará um veneno;
- O novo casamento dos viúvos não pode ser consequência de indevida pressão, em especial, nos casos de ministros do Evangelho.

COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO


ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Lição 3

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