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25 novembro 2012

"Passei os últimos 52 anos orando pelos meus filhos": um menino criado na Assembleia de Deus no Plenário do STF


Irmã Benedita Gomes da Silva
Mãe do Ministro Joaquim Barbosa, Presidente do Supremo Tribunal Federal
Por João Cruzue

Confesso que fiquei orgulhoso do testemunho do Ministro Ministro Joaquim Barbosa por ter convidado e escolhido um assento no meio da primeira fileira de cadeiras do plenário do STF para receber a mãe, para participar da cerimônia de posse do ilustre filho na cadeira mais alta do Supremo Tribunal Federal. Eu, que já me cansei de ver o preconceito (pseudo moderno) me senti "vingado" e realizado ao ver Irmã Benedita Gomes da Silva e sua pituca assembleiana, sendo recebida com honra e cumprimentada com admiração pelas maiores autoridades da nação - entre elas, a Presidente Dilma Roussef.

Com aquela grande sabedoria das idôneas senhoras assembleianas adquirida nas reuniões semanais de Círculo de Oração, a ex-lavadeira de roupas deu fiel testemunho do filho, agora Presidente do STF, em poucas palavras: "O que eu dei foi oração, [o resto] ele lutou por conta própria." Disse também: "Passei os últimos 52 anos orando pelos meus filhos". Questionada se o filho, agroa Presidente do Supremo, tinha o hábito de orar, ela foi sincera: "Ele pode [até] não orar, mas lê a Bíblia e foi criado no Evangelho.

Irmã Benedita é mãe de oito filhos e Dr. Joaquim, é o primogênito. Aceitou Jesus lá pelo ano de 1960, quando ele tinha seis anos. Quando o pai abandonou o lar, Irmã Benedita enfrentou a bacia de lavar roupa para os outros - naquela época imagino que ainda não havia tanque. Joaquim, sendo o mais velho, foi para Brasília trabalhar e ajudar no sustento dos outros sete irmãos.

Certas coisas e certos detalhes nunca são comentados, mas ficam explícitos a uma pequena análise. No momento, o Ministro Joaquim Barbosa é o cidadão mais respeitado pelo povo brasileiro, que não tem tido sorte de encontrar referenciais - nos últimos anos - em meio de suas autoridades, quer sejam civis, militares ou religiosas.

Paulo, o Apóstolo dos gentios, escreveu, na Primeira Carta aos Coríntios, este texto magnífico: 
"Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são."
Eu quedei e fiquei analisando: O que foi mais decisivo na vida do Ministro Joaquim Barbosa para que se tornasse, no momento, a melhor referência de justiça conhecida entre todas autoridades brasileiras: as orações da mãe, a mão de Deus, ou a sua determinação e aplicação aos estudos?

Se Barack Obama tinha muitas possibilidades de se tornar um delinquente social, em vez de se conquistar por duas vezes a Presidência da nação americana, que chances então teve o moço Joaquim Barbosa, sendo negro, pobre e árrimo de uma família abandonada pelo pai?

O papel da mãe, Irmã Benedita Gomes da Silva, foi fundamental. Foi o Senhor Jesus que ensinou aos discípulos o grande segredo da a oração persistente: o dever de orar sempre e não desfalecer.

Tenho certeza, que por muitas vezes o nome do moço Joaquim, longe de casa, trabalhando e estudando lá em Brasília, foi lembrado e apresentado no Círculo de Oração de senhoras em Paracatu, frequentado por Irmã Benedita.

Foi Deus, com sua boa mão, que prosperou a vida do adolescente Joaquim Barbosa e cuidou para que ele fosse conduzido por caminhos de paz. Do restante Joaquim correu atrás. Correu atrás do conhecimento até os últimos degraus. Do primário à UnB ele sempre estudou em Escola Pública. Fez dois doutorados na França. Fala fluentemente cinco indiomas, além do Português. Hoje ele é Presidente do Supremo Tribunal Federal, mas nos tempos de adolescente ele também foi faxineiro.

Muitas autoridades e artistas convidados olharam para aquela senhora negra, assentada bem ao centro da primeira fileira de cadeiras do pelanário, vestida com trajes conservadores, ostentando na cabeça uma pituca grisalha. Certamente devem ter percebido que se tratava da mãe do ministro Barbosa. O que deve lhes ter causado surpresa foi descobrir que a mãe do protagonista da festa era uma senhora crente. Digo isto, não para orgulho ou dizer que as pessoas crentes são melhores que as outras. Não. digo isto, porque por causa do preconceito que sempre foi grande, diminuiu, mas ainda existe no meio da sociedade.

Há tantas coisas ruins acontecendo por aí... e certas pessoas elevam suas frontes para cima e põem a culta em Deus. De fato, há mesmo muitas coisas ruins acontecendo e muitas pessoas destruindo e sendo destruídas umas pelas outras.

Mas aí eu paro, e faço esta pergunta para mim mesmo: Por trás das pessoas envolvidas nestas coisas ruins, havia uma mãe que tinha o hábito de orar, um filho que lia a Bíblia e um Deus como referência central da família? O que estou dizendo, não é o exemplo exato da noção de fundamentalismo cristão - tão criticado? Talvez seja criticado, porque funciona.


A corrupção para mim é um ato de loucura. O que aconteceu na vida do Ministro Barbosa foi um milagre de Deus, demonstrando para toda sociedade que se não houvesse tanto roubo e tanto desvio de dinheiro a existência de outros Barbosas seria a regra, sem a necessidade de milagres.

Quando o Ministro Barbosa foi escolhido para relatar a Ação Penal 470, sendo ele negro e tendo em sua história um passado de pobreza, preconceito e privação, eu não vejo de outra forma, senão o falar de Deus a nossa nação. Por que justo a Joaquim foi dado a responsabilidade de relatar o mensalão? E por que ele tem se mostrado tão atrevido, com um comportamento tão criticado entre seus pares e por causa da língua tão ferina e sem papas? Para mim isto pode não ser só coincidência. As orações da mãe produziram na vida do filho uma resposta muito maior do que ela sequer poderia imaginar. E este é o padrão de resposta divina à oração persistente. E por persistente, aqui, não me estou referindo a rezar um rosário, mas a dialogar com Deus com palavras sinceras e não decoradas.
"Mas, como está escrito: 
As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, 
E não subiram ao coração do homem, 
São as que Deus preparou para os que o amam."
Este presente de renovação da esperança na justiça que o povo brasileiro está recebendo no Natal, não é outra coisa senão o resultado de 52 anos de orações "perturbando" os ouvidos de Deus.

Para minha irmã assembleiana, de trajes crentes e pituca grisalha, este é meu versículo deixado para sua meditação. Como também aproveito a oportunidade para agradecer a Deus pela vida da senhora, do seu filho Joaquim Barbosa e por que se lembrou da falta de referência e esperança na justiça de nosso povo mais simples, que "quase" já tinha desanimado e se acostumado aos jultamentos de faz de contas dos grandes corruptos da sociedade brasileira. (http://blogueiroscristaos.blogspot.com.br)

LIÇÃO 9, HABACUQUE, A SOBERANIA DIVINA SOBRE AS NAÇÕES


image001LIÇÕES BÍBLICAS - 4º Trimestre de 2012 - CPAD - Para jovens e adultos
Tema: Os Doze Profetas Menores - Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de CRISTO.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Esequias Soares
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
 
TEXTO ÁUREO 
"Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a vexação não podes contemplar; por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?" (Hc 1.13). 
 
VERDADE PRÁTICA 
A fim de cumprir os seus planos DEUS age soberanamente na vida de todas as nações da terra
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - 2 Rs 17.23 - DEUS usou a Assíria contra Israel
Terça - Sf 2.13 - O castigo contra a Assíria
Quarta - Jr 25.9 - DEUS usou a Babilônia contra Judá
Quinta - Jr 25.12 - O castigo contra a Babilônia
Sexta - Jr 27.5-7 - As nações sob a autoridade divina
Sábado - Hc 2.20 - Perante o Senhor a Terra se cala
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Habacuque 1.1-6; 2.1-4
Habacuque 1.1-6
1 O peso que viu o profeta Habacuque. 2 Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritarei: Violência! E não salvarás? 3 Por que razão me fazes ver a iniqüidade e ver a vexação? Porque a destruição e a violência estão diante de mim; há também quem suscite a contenda e o litígio. 4 Por esta causa, a lei se afrouxa, e a sentença nunca sai; porque o ímpio cerca o justo, e sai o juízo pervertido. 5 Vede entre as nações, e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizo, em vossos dias, uma obra, que vós não crereis, quando vos for contada. 6 Porque eis que suscito os caldeus, nação amarga e apressada, que marcha sobre a largura da terra, para possuir moradas não suas.
 
Habacuque 2.1-4
1 Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei, e vigiarei, para ver o que fala comigo e o que eu responderei, quando eu for argüido. 2 Então, o SENHOR me respondeu e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa. 3 Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. 4 Eis que a sua alma se incha, não é reta nele; mas o justo, pela sua fé, viverá.

RESUMO BEP - CPAD
Esboço 
Introdução (1.1)
I. As Perguntas de Habacuque (1.2—2.20)A. Primeira Pergunta: Como DEUS Pode Permitir Que a Ímpia Judá Fique sem Castigo? (1.2-4)
B. Resposta: DEUS Usará a Babilônia para Castigar Judá (1.5-11)
C. Segunda Pergunta: Como DEUS Pode Usar uma Nação Mais Ímpia Que Judá Como Instrumento de Juízo? (1.12—2.1)
D. Resposta: DEUS Também Julgará Babilônia (2.2-20)
1. Introdução à Resposta (2.2,3)
2. Pecados de Babilônia (2.4,5)
3. Série de Cinco “Ais” contra Babilônia (2.6-19)
4. O Senhor de Toda a Terra (2.20)
II. O Cântico de Habacuque (3.1-19)A. A Oração de Habacuque, Pedindo Misericórdia (3.1,2)
B. O Poder do Senhor (3.3-7)
C. Os Atos Salvíficos do Senhor (3.8-15)
D. A Fé Inabalável de Habacuque (3.16-19)

Autor: Habacuque
Tema: Viver pela Fé
Data: Cerca de 606 a.C. 

Considerações PreliminaresO autor deste livro identifica-se como “o profeta Habacuque”(1.1; 3.1). Além disso, não oferece nenhum outro dado acerca de sua pessoa nem de sua família. Seu nome, que significa “abraço”, não aparece em nenhum outro lugar das Escrituras. A referência de Habacuque ao “cantor-mor sobre os meus instrumentos de música” (3.19), sugere que ele pode ter sido um músico levita a serviço do santo templo em Jerusalém.
Ao contrário de outros profetas, Habacuque não data a sua profecia mediante referências aos reis que foram seus contemporâneos. Mas o fato de ficar perplexo com o uso que DEUS faz dos babilônios (os “caldeus” de 1.6) como instrumento de seu juízo contra Judá, sugere um período em que Babilônia já era uma potência mundial. Portanto, a invasão de Judá era iminente (c. 608—598 a.C.). Nabucodonosor já havia derrotado os egípcios na batalha de Carquemis (605 a.C.). O Egito, aliás, foi a última potência a se opor à expansão dos babilônios. Se a descrição do exército babilônico em 1.6-11 refere-se à marcha babilônica em direção à Carquemis, conforme interpreta-se, a data da profecia de Habacuque seria entre 606—605 a.C., durante os primeiros anos do rei Joaquim de Judá.
As conseqüências da ascensão de Babilônia como potência mundial foram devastadoras à apóstata Judá (ver 2 Rs 24,25). Retornando do Egito, Nabucodonosor invadiu Judá, e levou a Babilônia um número considerável de cativos, entre os quais Daniel e seus três amigos (605 a.C.). Em 597 a.C., as forças babilônicas tornaram a invadir Jerusalém, saqueando-lhe o templo, e levando outros 10.000 cativos para Babilônia, entre os quais o profeta Ezequiel. Quando o rei Zedequias intentou livrar Judá do controle babilônico, onze anos mais tarde (586 a.C.), Nabucodonosor, enfurecido, sitiou Jerusalém, incendiou o templo, destruiu totalmente a cidade, e deportou para Babilônia a maioria dos judeus sobreviventes. É provável que Habacuque haja vivido na maior parte deste período, onde o juízo divino revelou-se contra Judá.

PropósitoDiferentemente da maioria dos outros profetas, Habacuque não profetiza à desviada Judá. Escreveu para ajudar o remanescente piedoso a compreender os caminhos de DEUS no tocante à sua nação pecaminosa, e ao seu castigo iminente. Habacuque, após haver considerado o intrigante problema de os caldeus, uma nação deploravelmente ímpia, serem usados por DEUS para tragar o seu povo em juízo (1.6-13), garante aos fiéis que DEUS lidará com toda a iniqüidade no tempo determinado. Entrementes, “o justo, pela sua fé, viverá” (2.4), e não pelo seu entendimento. Em seguida, o profeta afiança: “exultarei no DEUS da minha salvação” (3.18).

Visão PanorâmicaOs capítulos 1 e 2 registram as perguntas que Habacuque faz, em sua perplexidade, acerca dos caminhos de DEUS, bem como as respostas que o Senhor lhe deu. Após ter visto tanta iniqüidade e idolatria em Judá, a primeira pergunta do profeta é: Como DEUS poderia deixar seu povo rebelde escapar sem o devido castigo? DEUS responde, mostrando-lhe que, dentro em breve, estaria usando os babilônios para castigar Judá. A segunda pergunta de Habacuque segue-se imediatamente: Como DEUS poderia permitir que uma nação ainda mais ímpia e cruel que Judá castigasse a esta? A isto DEUS responde, garantindo ao profeta que o dia de prestação de contas também chegaria para os babilônios. No decurso de todo o livro, Habacuque expressa a sua fé na soberania de DEUS e na certeza de que Ele é justo em todos os seus caminhos. A revelação do amor divino aos justos, e de seu propósito em destruir a ímpia Babilônia, evoca um hino profético de louvor a DEUS, e reafirma as promessas a respeito da salvação em Sião (cap. 3).

Características Especiais
Cinco aspectos básicos caracterizam a profecia de Habacuque. (1) Ao invés de profetizar a respeito da apóstata Judá, registra, em seu “diário” pessoal, suas conversações particulares com DEUS, e a subseqüente revelação profética. (2) Contém pelo menos três formas literárias distintas entre si: “diálogo” entre o profeta e DEUS (1.2—2.5); “ais proféticos” clássicos (2.6-20); e um cântico profético (cap. 3) — todas com dicção vigorosa e com metáforas pitorescas. (3) O profeta manifesta três características em meio aos tempos adversos: faz perguntas honestas ao Senhor (cap. 1); revela fé inabalável na soberania divina (2.4; 3.18,19); e manifesta zelo pelo avivamento (3.2). (4) A visão que o profeta tem de DEUS no capítulo três é uma das mais sublimes da Bíblia, e relembra a teofania no monte Sinai. Outros trechos inesquecíveis em Habacuque são: 1.5; 2.3,4,20; 3.2,17-19. (5) Nenhum profeta do AT fala com mais eloqüência a respeito da questão da fé que Habacuque — não somente na sua declaração, “o justo, pela sua fé, viverá” (2.4), como também em seu testemunho pessoal (3.17-19).

O Livro de Habacuque ante o NT A declaração de Habacuque de que o justo viverá por sua fé (2.4) é o texto-chave do AT usado por Paulo em sua teologia da justificação. O apóstolo cita o versículo em Rm 1.17 bem como em Gl 3.11 (cf. também Hb 10.37,38).
 
1.1 HABACUQUE. Habacuque profetizou a Judá entre a derrota dos assírios, em Nínive, e a invasão de Jerusalém pelos babilônios (605-597 a.C.).
(1) O livro é único no seu gênero por não ser uma profecia dirigida diretamente a Israel, mas sim um diálogo entre o profeta e DEUS. Habacuque queria saber por que DEUS não fazia algo a respeito da iniqüidade que predominava em Judá. DEUS lhe responde, então, que enviaria os babilônios para castigar a Judá.
(2) Esta resposta deixou o profeta ainda mais confuso: "Por que DEUS castigaria seu povo através de uma nação mais ímpia do que ele"? No fim, Habacuque aprende a confiar em DEUS, e a viver pela fé da maneira como DEUS o requer: independentemente das circunstâncias.
1.2-4 ATÉ QUANDO... CLAMAREI EU? 
Habacuque ora a DEUS, pedindo-lhe que pusesse fim à iniqüidade que reinava entre o povo do concerto. DEUS, no entanto, parecia nada fazer a respeito, a não ser tolerar a violência, a injustiça e a destruição dos justos. As perguntas do profeta têm a ver com um antiqüíssimo tema: "Por que DEUS demora tanto em castigar a iniqüidade?" e "Por que nossas orações geralmente não são prontamente atendidas?". Note, todavia, que tais queixas vinham de um coração cheio de fé num DEUS justo.
1.5-11 REALIZO... UMA OBRA. 
DEUS responde a Habacuque, e diz-lhe já ter planos para castigar Judá pelos seus pecados. DEUS lançaria mão dos implacáveis babilônios a fim de corrigir a Judá. O fato de DEUS usar um povo tão ímpio e pagão para castigar o seu povo deixara o profeta atônito. Era algo que parecia incrível ao povo de DEUS.
1.12 NÃO ÉS TU DESDE SEMPRE? 
Habacuque fica horrorizado pelo fato de DEUS usar uma nação tão iníqua para atacar a Judá. Mas ele sabe que DEUS não permitiria que os babilônios aniquilassem a nação judaica, pois, mediante tal destruição, estaria cancelando seu propósito redentor à raça humana.
1.13 NÃO PODES VER O MAL. 
Esta expressão não significa que DEUS seja incapaz de perceber o mal, pois Ele a tudo observa. Ele é onisciente. Pelo contrário: significa que DEUS jamais contempla o mal para tolerá-lo ou apoiá-lo. O que deixou Habacuque perplexo foi o uso que DEUS fez dos ímpios babilônios. Tem-se a impressão de que Ele tolerava os pecados destes enquanto castigava Judá que, a despeito de todos os seus pecados, não deixava de ser uma nação mais justa que os filhos de Babilônia.
2.2-20 ESCREVE 
A VISÃO. No capítulo 2, DEUS responde a Habacuque acerca da predominância do mal no mundo, e do possível aniquilamento dos justos. O Senhor declara que viria um tempo em que todos os ímpios haveriam de ser destruídos, e que os únicos a ficarem firmes seriam os justos - os que se relacionam com DEUS através da fé (ver v. 4).
2.3 A VISÃO... PARA O TEMPO DETERMINADO. 
A solução do problema de Habacuque viria somente no "tempo determinado" por DEUS. (1) Então, seria colocado um ponto final à iniqüidade do mundo. Os fiéis de DEUS teriam de "esperá-lo", ainda que parecesse levar tanto tempo. (2) A semelhança de Habacuque, devemos esperar a justa intervenção de DEUS no fim desta era. Quando CRISTO levar os justos deste mundo, toda a iniqüidade será aniquilada (ver 1 Ts 4.16-17)
2.4 O JUSTO, PELA SUA FÉ, VIVERÁ. 
É o "justo" que, no fim, emergirá vitorioso.
(1) Os retos são contrastados com os orgulhosos e ímpios. Os corações dos justos voltam-se a DEUS, pois o têm como Pai. Possuem estreita comunhão com Ele, e lhe obedecem a vontade.
(2) Os justos devem viver neste mundo mediante a sua fé em DEUS. "Fé", aqui, significa firme confiança em DEUS e na retidão dos seus caminhos. É uma lealdade pessoal a Ele como Salvador e Senhor. É também a perseverança moral para seguir os seus caminhos. Paulo desenvolve este tema em Rm 1.17 e Gl 3.11 (cf. Hb 10.38.
2.6-20 AI DAQUELE. 
Estes versículos pronunciam os ais do juízo contra todo aquele cuja "alma... não é reta nele" (v. 4). Tais pessoas serão condenadas por causa de sua agressão (vv. 6-8), injustiça (vv. 9-11), violência e crime (vv. 12-14), imoralidade (vv. 15-17) e idolatria (vv. 18-20).
3.1-19 ORAÇÃO. 
Este capítulo retrata o modo pelo qual Habacuque reage à resposta que DEUS lhe dera no capítulo dois. Entre o pecado do mundo e o juízo divino, o profeta aprendera a viver pela fé em DEUS, e a confiar na sabedoria dos seus caminhos.
3.2 AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA NO MEIO DOS ANOS. 
Habacuque sabia que o povo de DEUS havia pecado, e, conseqüentemente, seria submetido ao juízo divino. Nestas circunstâncias, faz duas petições:
(1) Pede a DEUS que apareça entre o seu povo com nova manifestação de poder. Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria se o Senhor não interviesse com um derramamento de sua graça e de seu ESPÍRITO. Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis.
(2) Habacuque ora para que DEUS se lembre da misericórdia em tempos de aflição e angústia. Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados, imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que haja vida e renovação entre o seu povo.
3.3-16 DEUS VEIO. 
Nestes versículos, Habacuque refere-se à ocasião em que DEUS livrou o seu povo do Egito (ver Êx 14). O mesmo DEUS que viera com salvação no passado, voltaria em toda a sua glória. Todos quantos esperavam sua vinda, viveriam e veriam seu triunfo sobre impérios e nações.
3.18-19 EU ME ALEGRAREI NO SENHOR. 
Habacuque testifica que servia a DEUS não por causa das suas dádivas, mas porque o Senhor é DEUS. Mesmo em meio ao castigo divino derramado sobre Judá (v. 16), o profeta opta por regozijar-se no Senhor. DEUS seria a sua salvação e o manancial inesgotável de suas forças. Ele sabia que um remanescente fiel haveria de sobreviver à invasão babilônica, por isso proclama com confiança a derradeira vitória dos que vivem pela fé em DEUS (cf. 2.4).
 
 
INTERAÇÃO
"O justo viverá pela fé". Esta sentença tornou-se uma das mais importantes temáticas do Novo Testamento. Foi um dos lemas da Reforma Protestante. O apóstolo Paulo é um dos que descrevem a graça de DEUS de maneira mais intensa e bela: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de DEUS" (Ef 2.8). Tal perspectiva da graça de DEUS foi precedida pelo profeta Habacuque, quando ele declarou: "O justo, pela sua fé, viverá" (2.4).  
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar o contexto histórico, a estrutura e a mensagem do livro de Habacuque.   
Compreender a situação do país na época de Habacuque. 
Mencionar a reposta de DEUS ministrada ao profeta.  
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 
Professor, providencie cópias do quadroabaixo para os alunos. Inicie a aula com a seguinte indagação: "Qual o propósito do livro de Habacuque?" Incentive a participação da classe e ouça todos com atenção. Depois, explique que o objetivo do profeta era mostrar ao Reino do Sul (Judá) que DEUS estava no controle do mundo, embora o mal parecesse triunfar em alguns momentos. Habacuque foi um profeta inquiridor. Em seguida distribua as cópias com o esquema da página seguinte e explique que vários temas estão presentes na profecia de Habacuque. Podemos destacar, por exemplo, "a confiabilidade absoluta de DEUS", "o domínio divino do universo", "a incapacidade humana de entender adequadamente os caminhos misericordiosos de DEUS", "as lutas colossais da natureza e da política" e a "predisposição divina de não tolerar a violência derivada do orgulho". Faça um resumo do livro utilizando o quadro.
 
ESBOÇO DO LIVRO
O Interrogatório de Habacuque a DEUS (1.2 — 2.20) 
Questão: Como DEUS permite que a ímpia Judá fique sem castigo (1.2-4).
Resposta: Mas DEUS usará a Babilônia para castigar Judá (1.5-11).
Questão: Como DEUS pode usar uma nação mais ímpia que Judá como instrumento de juízo (1.12 — 2.1).
Resposta: DEUS também julgará Babilônia (2.2-20).
O Cântico de Habacuque (3.1-19)
Oração de Habacuque por misericórdia divina (3.1,2).
O poder do Senhor (3.1,2).
Os atos salvíficos do Senhor (3.3-7).
A fé inabalável de Habacuque (3.16-19).
 
RESUMO DA LIÇÃO 9, HABACUQUE, A SOBERANIA DIVINA SOBRE AS NAÇÕES 
I. O LIVRO DE HABACUQUE 
1. Contexto histórico.
2. Vida pessoal.
3. Estrutura e mensagem.
II. HABACUQUE E A SITUAÇÃO DO PAÍS 
1. O clamor de Habacuque.
2. A descrição do pecado.
3. O colapso da justiça nacional.
III. A RESPOSTA DIVINA 
1. O juízo divino é anunciado.
2. Os caldeus e a questão ética (1.6).   
IV. DEUS RESPONDE PELA SEGUNDA VEZ 
1. A espera de Habacuque (2.1).
2. A visão.
3. O justo viverá da fé.
 
SINÓPSE DO TÓPICO (1) - O livro de Habacuque denuncia a corrupção generalizada da nação, descreve as respostas divinas e apresenta a oração de Habacuque.  
SINÓPSE DO TÓPICO (2) - O caos estabelecido em Judá era decorrente da corrupção generalizada e denunciada pelo profeta Habacuque. 
SINÓPSE DO TÓPICO (3) - A primeira resposta divina era o agigantamento dos caldeus a caminho de Jerusalém para invadir a província de Judá.  
SINÓPSE DO TÓPICO (4) - A segunda reposta de DEUS era que a Babilônia desapareceria para sempre. Mas Judá, apesar de passar por um castigo doloroso, sobreviveria.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsidio Teológico
"O significado da fé em Habacuque
Além de estar dizendo claramente que os justos de Judá, apesar do sofrimento pelo qual passarão no ataque caldeu, serão poupados (como aconteceu com Jeremias, Daniel e tanto outros), o Senhor mostra ao profeta que sua compreensão concernente à vida espiritual ainda era superficial. Ainda faltava a Habacuque considerar alguns aspectos essenciais da vida com DEUS. Sua Teologia ainda ignorava nuanças vitais, e que agora são sintetizadas para o profeta em uma única frase: 'O justo viverá pela sua fé'.
O justo não vive pelo que vê, sente, percebe, imagina ou pensa, mas pela fé. 'Porque andamos por fé e não por vista' (2 Co 5.7). Não que essas coisas não sirvam, vez por outra, para alimentar a nossa fé, mas não podem ser considerados fundamentos para ela. Nossa fé está fundamentada no próprio DEUS, em sua Palavra. O justo está baseado nela" (DANIEL, Silas. Habacuque: A vitória da fé em meio ao caos. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.90).
 
VOCABULÁRIO 
Pujante: Que tem grande força.
Oriundo: Descendente de.
Litígio: Pleito, demanda.
Coercitivo: Que reprime, força.
Arguido: Que foi repreendido, censurado. 
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 
DANIEL, Silas. Habacuque: A vitória da fé em meio ao caos. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do Antigo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD. 2009.
 
SAIBA MAIS - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 52, p.40.
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 9, HABACUQUE, A SOBERANIA DIVINA SOBRE AS NAÇÕES 
Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas
 
TEXTO ÁUREO 
1- Complete:
"Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o __mal__ e a vexação não podes contemplar; por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te __calas__ quando o ímpio devora aquele que é mais __justo__ do que ele?" (Hc 1.13). 
 
VERDADE PRÁTICA 
2- Complete:
A fim de cumprir os seus __planos__ DEUS __age__ soberanamente na vida de __todas__ as nações da terra
 
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO 
3- Qual o oráculo do livro de Habacuque que fez-se tão notório, que se tornou uma das mais importantes temáticas em o Novo Testamento (Rm 1.17 cf. Gl 3.8) e que séculos mais tarde, inspirou Martinho Lutero a deflagrar a Reforma Protestante. 
(    ) "O justo, pela sua fé, viverá" (2.4).
 
I. O LIVRO DE HABACUQUE 
4- Qual o contexto histórico de Habacuque:
(    ) Habacuque exerceu o seu ministério quando os caldeus marchavam vitoriosamente pelo Oriente Médio (1.6).
(    ) Tal marcha iniciou-se em 627 a.C. e foi concluída com a vitória sobre Faraó Neco, do Egito, na Batalha de Carquêmis, em 605 a.C. (Jr 46.2).
(    ) Os caldeus tornaram-se um império pujante. Isso mostra que o profeta era contemporâneo de Jeremias e Sofonias (Jr 1.1; Sf 1.1).
(    ) Ele menciona ainda a opressão dos ímpios sobre os pobres e o colapso da justiça nacional (1.2-4) e descreve também o cenário do reinado tirânico de Jeoaquim, rei de Judá, entre 605 e 598 a.C. (Jr 22.3,13-18).
 
5- O que sabemos da vida pessoal de Habacuque?
(    ) Não há informações, dentro ou fora do livro, sobre a vida pessoal de Habacuque.
(    ) Apenas temos a declaração de que ele é profeta (1.1), detalhe este também encontrado em Ageu e Zacarias (Ag 1.1; Zc 1.1).
(    ) Pela finalização de seu livro (3.19), muitos estudiosos entendem que Habacuque era um profeta bem aceito pela sociedade e - há quem afirme - oriundo de família sacerdotal. A literatura rabínica apoia essa ideia.
 
6- Qual a estrutura e mensagem de Habacuque?
(    ) No estudo passado, aprendemos que o termo "peso" indica uma "sentença pesada e profecia".
(    ) A exemplo do livro de Naum, esse oráculo foi revelado à Habacuque na forma de visão (1.1).
(    ) A profecia divide-se em três capítulos.
(    ) O primeiro denuncia a corrupção generalizada da nação e a consequente resposta divina (1.2-17); o segundo, outra resposta do Eterno (2.1-20); e a terceira, a oração de Habacuque (3.1-19).
(    ) O oráculo divino, que possui a mesma estrutura dos Salmos, tem como principal ênfase a fé. 
 
II. HABACUQUE E A SITUAÇÃO DO PAÍS 
7- Por que e como acontecia o clamor de Habacuque em seu livro?
(    ) O que ocorria em Judá ia de encontro ao conhecimento que Habacuque possuía a respeito do DEUS de Israel.
(    ) Mas como é possível Aquele que é justo e santo tolerar tamanha maldade?
(    ) O profeta expressa sua perplexidade na forma de lamentos: "Até quando, SENHOR[...]?" (1.2; Sl 13.1,2); "Por que [...]?" (1.3; Sl 22.1).
(    ) Essas perguntas indicam que, há tempos, Habacuque orava a DEUS em busca de solução.
 
8- Qual era a descrição do pecado na época de Habacuque?
(    ) O profeta resume o quadro desolador do seu povo: iniquidade e vexação; destruição e violência; contenda e litígio (1.3).
(    ) A Bíblia ARA (Almeida Revista e Atualizada) emprega o termo "opressão".
(    ) A Bíblia TB (Tradução Brasileira) usa "perversidade" no lugar de "vexação".
(    ) A estrutura poética nessa descrição revela a falência da justiça e o abuso opressor das autoridades em relação aos pobres.
 
9- Qual foi o colapso da justiça nacional em Israel, na época de Habacuque?
(    ) A frouxidão da lei era consequência da corrupção generalizada.
(    ) Na esfera judiciária, a sentença não era pronunciada, ou quando dado o veredicto, este sempre beneficiava os poderosos (1.4).
(    ) A sociedade sequer lembrava-se da lei. Esta era o poder coercitivo para manter a ordem pública, garantir a segurança e os direitos do cidadão (Dt 4.8; 17.18,19; 33.4; Js 1.8).
 
10- Onde estava a solução para os problemas da época de Habacuque?
(    ) A influência das autoridades piedosas não foi suficiente para mudar o estado das coisas.
(    ) Somente o Senhor onipotente de Israel é quem pode fazer plena justiça. 
 
III. A RESPOSTA DIVINA 
11- Quanto ao juízo divino que é anunciado, complete:
Antes de Habacuque perceber a __gravidade__ da situação, DEUS, que está no controle de todas as coisas, apenas __aguardava__ o tempo oportuno para agir e mostrar a razão de sua intervenção. Tudo estava nos planos do Senhor. O profeta e todo o povo de Judá precisavam prestar mais atenção aos acontecimentos __mundiais__, pois o Eterno realizaria, naqueles dias, uma obra que eles não creriam, quando lhes fosse contada (1.5). Essa obra era um novo __império__ que DEUS estava levantando no mundo. Não obstante, esse oráculo também diz respeito à vinda do Messias (At 13.40,41).
 
12- Por que Habacuque se admira com o juízo exercido atraves dos caldeus e qual a questão ética (1.6), aqui?
(    ) O império dos caldeus crescia e agigantava-se sob a liderança do rei Nabucodonosor.
(    ) Ele estava a caminho de Jerusalém para invadir a província de Judá.
(    ) No entanto, Habacuque ficou desapontado com essa resposta.
(    ) Como um povo idólatra, sem ética e respeito aos direitos humanos, poderia castigar o povo de DEUS?
(    ) Ele pergunta: "por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?" (1.13).
(    ) Trataria o Senhor os filhos de Judá como os animais? (1.14).
(    ) Permitiria à Babilônia fazer o que desejasse com o povo? (1.15-17).  
 
IV. DEUS RESPONDE PELA SEGUNDA VEZ 
13- Como foi a espera de Habacuque (2.1) para receber as respostas de DEUS às suas perguntas? Complete:
Sabedor de que DEUS lhe responderá, o profeta prepara-se para ser __arguido__ por DEUS. Ele se posiciona como uma __sentinela__ - figura comumente empregada para descrever os profetas bíblicos. Sua função era ficar alerta para __escutar__ a palavra de DEUS e transmiti-la ao povo (Is 21.8; Jr 6.17; Ez 3.17).
 
14- Como foi a visão de Habacuque? Complete:
A resposta divina veio ao profeta através de uma __visão__ transmitida com agilidade e nitidez, dispensando a necessidade de que alguém lesse e a __interpretasse__ (2.2), pois se tratava de uma mensagem que, apesar de futurística, era __claríssima__: A Babilônia desaparecerá da terra para sempre! No entanto, Judá, apesar do castigo, sobreviverá (Jr 30.11). O desafio era __crer__ na mensagem! Ainda que seu cumprimento tardasse, DEUS é fiel para cumprir a sua palavra (2.3; Jr 1.12). Assim como naquele tempo, o mundo permanece no __pecado__ por causa da incredulidade e por isso não crê na pregação do Evangelho (Jo 9.41; 15.22; 16.9; 2 Co 4.4).
 
15- A que se refere a expressão "alma que se incha" (2.4)?
(    ) Refere-se ao orgulho dos caldeus (1.10; Is 13.19).
 
16- O justo viverá da fé. Quem é o justo? Qual o significado dessa mensagem?
(    ) O justo é aquele que crê no julgamento de DEUS sobre a Babilônia (2.8).
(    ) O justo sobreviverá à devastação de Judá pelo exército de Nabucodonosor: "o justo, pela sua fé, viverá" (2.4b).
(    ) Ao mesmo tempo é uma mensagem de profundo significado para a fé cristã (Rm 1.17; Gl 3.8; Hb 10.38).
(    ) Em o Novo Testamento, o "justo" é quem, proveniente de todas as nações, acolhe a mensagem do Evangelho e é justificado pela fé em JESUS.
 
CONCLUSÃO 
17- Complete:
A Palavra de DEUS é suficiente para __corrigir__ o caminho tortuoso de qualquer pessoa. Apesar de a resposta divina nem sempre ser o que esperamos, ela é sempre a __melhor__. Quem não se lembra do fato ocorrido na vida de Naamã? (2 Rs 5.10-14). Isso acontece porque os caminhos e os pensamentos de DEUS são infinitamente mais __elevados__ que os nossos (Is 55.8,9). Vivamos, pois, pela __fé__!
 
fonte  http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm 
 

23 novembro 2012

PRIMÁRIOS - Lição 8: Sirvo a Deus com alegria


4º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 8: Sirvo a Deus com alegria

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: A alegria de servir a Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 8 – SIRVO A DEUS COM ALEGRIA


Texto Bíblico: 1 Samuel 16.14-23


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que Deus se agrada quando o louvamos com todo o nosso ser.


Frase do dia...
EU SIRVO A DEUS, ELE MERECE SER LOUVADO

Cole o desenho Prim8 fig 1 em um cartaz e escreva a frase do dia e o versículo para memorização. Enfatizando aos pequenos que fomos criados para louvar a Deus, e que através dos cântico tanto o glorificamos como anunciamos o se grande poder.


Fonte:www.mensagens.culturamix.com




Memória em ação
“O SENHOR Deus é grande e merece todo o nosso louvor”  (Sl 10.17 - NTLH)

Leia várias vezes este versículo com os pequenos, isso auxiliará na memorização.


Explorando a Bíblia
Ha muito tempo atrás, num país muito distante do nosso, chamado Israel, havia um rapazinho chamado Davi. Eu não sei a idade dele, mas imagino que ele era bem novinho e mesmo sendo novinho, ele ja trabalhava. Sabe o que ele fazia?
Ele era pastor de ovelhinhas.

Todo o dia, de manha bem cedinho, ele acordava e ia trabalhar. Ele levava as ovelhinhas para beberem água no riacho e comerem graminhas bem verdinhas.

Ele estava sempre alerta para evitar que algum bicho atacasse suas ovelhinhas, porque ele tinha um carinho muito especial por elas.

Nos momentos mais tranqüilos, Davi tocava sua harpa. As ovelhas ficavam calmas. E assim Davi tocava, tocava e tocava. Era tão bonito. As pessoas que passavam nas redondezas ouviam a musica e ficavam admirados. Era uma musica tão bonita, porque eram cânticos de louvor a Deus.
.
Sabe... nessas horas, Davi olhava para natureza e via as coisas que Deus fez e tocava lindas canções e escrevia lindos poemas pensando em Deus – Esses poemas se chamam Salmos... e ... são alguns dos Salmos que estão no meio da Bíblia. Foi assim que Davi cultivou uma amizade com Deus.
Não é maravilhoso crianças ter mos Deus como amigo?

Um dia, o rei Saul estava muito nervoso e seus empregados sugeriram que chamasse alguém que tocasse bem algum instrumento para acalmar os ânimos do rei.
Adivinhe quem foi chamado?   

Sim,  o próprio – Davi.

E ele tocou bonito para o rei e assim... quando o rei ficava nervoso e irritado, Davi tocava a sua harpa e o rei ficava calminho, calminho, porque o espírito Santo estava em Davi e quando ele tocava o Espirito Santo falava ao coração do rei Saul acalmando-o. O rei gostou tanto, que ate convidou Davi para ser escudeiro dele.

Mas, mesmo assim, Davi ainda cuidava das suas ovelhas nas horas vagas. Ele era cuidadoso com suas responsabilidades, não era preguiçoso e amava a Deus com todo o seu coração.


Oficina criativa
Amplie o desenho Prim8 fig 2 na galeria de imagens abaixo para os pequenos colorir

Fonte:www.igrejabatistaagape.com.br


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Histórias Bíblicas para Adoração Infantil


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
fonte portal ebd

JUNIORES - Lição 8: Diga "não" ao preconceito!


4º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 8: Diga "não" ao preconceito!

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Fé em ação
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 8 – DIGA “NÃO” AO PRECONCEITO!


Texto Bíblico: Atos 10.1-48


Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se Deus não faz acepção de pessoas. Se Ele que é Deus não faz acepção, quem somos nós para fazer?


Exercitando a memória
“Então Pedro começou a falar. Ele disse: Agora eu sei que, de fato, Deus trata a todos de modo igual, pois ele aceita todos os que o temem e fazem o que é direito, seja qual for a sua raça..”(Atos 10.35,35– NTLH).


Crescendo no conhecimento
O fato relatado neste texto ocorreu um tempo depois do traslado de Jesus aos céus. Já havia ocorrido o dia de Pentecostes. Pedro e os demais apóstolos faziam inúmeros milagres em nome de Jesus e a igreja crescia. Os fatos aqui se passam em duas cidades:

Cesareia
Uma cidade na costa da Palestina, cerca de 37 km a sul do Monte Carmelo. Em 30 AC, Octaviano (que passou a chamar-se Augusto) deu-a a Herodes, que gastou doze anos (22-10 AC) a reconstruí-la em grande escala. O novo porto artificial era do tamanho do porto de Atenas. Diz-se que o dique tinha 61 m de largura, assentando em 36,5 m de água. Alguns dos blocos de pedra usados tinham 15 m de comprimento e 5,5 m de largura.Herodes também construiu templos, um teatro e um anfiteatro. Um dos dois aquedutos que trazia a água de uma fonte situada a 19 km de distância era composto por um túnel com 9,5 km de comprimento e uma conduta de pedra apoiada em arcos, também com 9.5 km de comprimento.Herodes chamou Cesareia a esta nova cidade em homenagem a César Augusto e ao porto chamou Portus Augusti.

A população era majoritariamente composta por sírios, mas também viviam lá muitos judeus. A cidade foi a capital da Palestina e residência do governador romano desde 6 DC até 41 DC.A cidade de Cesareia é frequentemente mencionada no livro de Atos:

Filipe viveu ali (At 8.40; At 21.8). Também o centurião romano Cornélio, cuja conversão e batismo marcaram o início da obra missionária entre os gentios (At 10.1-11.18). Aparentemente existiu na cidade uma florescente comunidade cristã (At 21.16).
O apóstolo Paulo passou várias vezes pela cidade:
·         Quer de partida - ao embarcar no seu porto para viagens ao estrangeiro (At 9.30),
·         Quer de chegada - ao voltar das suas viagens missionárias (At 18.22; At 21.8).


Jope
Heb. Yaphô, “beleza”.. Uma antiga cidade Cananéia na fronteira da tribo de Dã (Js 19:46) mas aparentemente nunca ocupada pelos israelitas nos tempos do VT.Sendo o único porto situado entre o Egito e a cordilheira do Carmelo, a menos que Dor seja incluída na contagem, era de grande importância para a Palestina.Situava-se cerca de 55 km a noroeste de Jerusalém e a uns 50 km de Cesareia. Os cedros do Líbano usados na construção do templo de Salomão e do templo de Zorobabel chegaram à Palestina através deste porto (2Cr 2:16; Ed 3:7).

Foi lá que o profeta Jonas, fugindo da ordem de Deus, embarcou num navio que se dirigia para Tarsis, provavelmente na Espanha (Jn 1.3).O cristianismo entrou cedo em Jope. Esta era a cidade natal de Tabita, ou Dorcas, uma grande benfeitora dos pobres. Quando ela morreu, Pedro ressuscitou-a e “muitos creram” na mensagem do apóstolo (At 9.36-42).

Pedro permaneceu na cidade durante algum tempo, na casa de Simão, o curtidor e teve uma visão que lhe mostrou que o Evangelho deveria ser pregado também aos gentios, não se devendo fazer distinção entre judeus e gentios (cap. At 10.5-48).

Nos encontramos agora em Jope, aonde está Pedro descansando.
Um homem que havia estado com Jesus durante todo seu ministério,havia recebido revelações poderosas da Sua parte, mas ainda tinha coisas a mudar dentro de si.

Nada diferente de nós hoje, que necessitamos permitir que o Espírito Santo realize a Sua obra de santificação em nós. E é aqui que tudo se inicia.


1. DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
Em Betânia, para além do Jordão, João Baptista dava o seu testemunho relativamente a Jesus, apelidando-o de o “Cordeiro de Deus” (Jo 1.29-36). Quando João e André ouviram isto, seguiram Jesus e procuraram saber onde ele morava. Ficaram convencidos de que Ele era o Messias, por causa das graciosas palavras que Cristo pronunciou e da autoridade com que falou (Lc 4.22; Mt 7.29); e André foi procurar Simão, trazendo-o a Jesus (Jo 1.41).

Jesus logo aceitou Simão e declarou que, daí em diante, ele passaria a chamar-se Cefas, o nome aramaico que correspondia ao grego Petrus, que significa “um pedaço de pedra tirado da Rocha Viva”. O nome aramaico não volta a aparecer e o nome Pedro substitui gradualmente o antigo nome Simão, embora o Senhor use o nome Simão quando fala com ele (Mt 17:25; Mc 14:37; Lc 22:31; comparar com Lc 21:15-17).

A gente fica até com pena do apóstolo. Ele estava orando fervorosamente naquele terraço, no calor do meio-dia; sentiu fome e de repente foi lhe dada uma visão, enquanto a comida tardava.

Ele estava sendo pressionado a comer de tudo, inclusive comida que ele sempre aprendeu a considerar abominável e nojenta. Não se tratava apenas de cardápio errado ou de comida ilícita, mas sim de uma proposta alimentar que fazia até mesmo um homem faminto sentir náusea. Mas a voz que o convidava a comer continuava a insistir; por três vezes disse: "Ao que Deus purificou não consideres comum".
Pedro ficou francamente perplexo sobre qual o significado de tal pesadelo, até que foi levado a encontrar um gentio.

Foi então que ele reconheceu a relação entre sua náusea alimentar no pesadelo e o desprezo que, até aquele instante, ele sempre tivera para com os gentios.

Se Deus, assim, contrariava radicalmente tudo aquilo que Pedro tinha aprendido sobre alimento, no plano gástrico, com a mesma insistência Deus agora contrariava tudo aquilo que Pedro tinha aprendido sobre os seres humanos, a um nível visceralmente irracional.

Pedro então diz: "Deus me demonstrou que a nenhum homem eu considerasse comum ou imundo".
É sinal de maturidade humana saber reconhecer que muitos dos nossos sentimentos profundos sobre as outras pessoas emanam de fatores nem sempre racionais. Sabemos, no plano mental, ser absurdo que Deus dê preferência a algumas pessoas em detrimento de outras, ou que considere alguns grupos étnicos superiores a outros.

Mas, não raro, de algum recanto obscuro de nós mesmos, surgem sentimentos de temor e de repugnância em relação a certas pessoas. É justamente nesse recanto que Deus deseja penetrar para aí mostrar-nos a verdade, tal como fez com o esfomeado Pedro através do sonho do lençol carregado de alimento tabu.

Entretanto, após este sonho Deus ainda lhe fala. Poderia Deus ter apenas lhe falado?
Certamente. Mas o impacto necessário não seria atingido. Ele precisou ser “tocado” por Deus em vários sentidos, pois o assunto estava muito arraigado em sua alma, e a obra que Lhe pedia era por demais importante.

Paulo foi chamado apóstolo para os gentios, e Pedro se concentrou nos judeus.

Então porque ser assim “tocado”?
Porque precisaria compreender e reconhecer o ministério de Paulo aos gentios. E se não tivesse experiência própria no assunto certamente poderia haver problemas na igreja apostólica.

2. QUEM BUSCA ENCONTRA
Homem de inteira confiança, Cornélio era um oficial competente no exército romano estacionado em Cesaréia. Ele tinha responsabilidade, reconhecimento e mais dinheiro do que a média das pessoas. Inspirava respeito, e dispunha de poder.

Vivia longe do seu Lar, mas estava acostumado a essa vida. Com frequência mudava-se para outras regiões. E, apesar de seu cargo e destas situações, ele comandava sua tropa, um grupo de 100 homens, como um oficial justo e bondoso, ao contrário de outros que agiam com crueldade e eram tacanhos. Isto não pode confundi-lo com um homem de fraquezas, mas sim com um homem bem-acabado e seguro, já que se fosse preciso ele demonstraria seu amor e dedicação ao Imperador e ao Império Romano, e isto com sua espada. Não há, em Cornélio, sede de vingança mesquinha, ou necessidade de exercer violência simplesmente pelo ato.

Embora tivesse uma parcela saudável de energia humana, Cornélio percebeu que a vida é mais do que dinheiro, poder, servos e prestígio. Essas não eram qualidades que satisfizessem. Era necessário ter comunicação com o Pai Celestial para ser completo, e os que faziam parte de sua família comungavam de seu entusiasmo pelas coisas espirituais e eternas.

Normalmente, o centurião vivia sob considerável tensão, era o sustentáculo do exército romano, se ele não funcionasse direito, a corte (600 homens), e a legião (6.000 homens), eram inúteis. Na maioria dos casos ele fazia carreira militar.

Coragem era a mais proeminente qualidade, se o país fosse atacado, esperava-se que o centurião defendesse seu terreno ou morresse lutando. Para isso tinha total responsabilidade sobre seus homens, em três aspectos:
fonte portal ebd

LIÇÃO 09 - A MORDOMIA DO TRABALHO / SLIDES / CLASSE ADULTOS

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