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16 fevereiro 2012

Lindemberg é condenado pela morte de Eloá


Fotos de Eloá morta

Veja no video Fotos de eloa morta

O acusado pela morte da menina Eloá Cristina Pimentel deve ficar preso por 98 anos e dez meses, segundo sentença da juíza Milena Dias


Os jurados do caso da morte da menina Eloá Cristina Pimentel, em outubro de 2008, decidiram pela condenação do acusado pelo crime, Lindemberg Alves. A sentença, anunciada nesta quinta-feira pela juíza Milena Dias, revela que o réu foi condenado a 98 anos e dez meses de prisão.


O júri - composto por seis homens e apenas uma mulher - re reuniu na tarde de hoje em uma sala secreta, onde deram suas opiniões. De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo, Lindemberg deve voltar para o presídio de Tremembé, onde passou os últimos três anos. O acusado, que trabalha na cadeia, pode ter redução de pena por conta disso. A pena pode cair para apenas dois quintos.


Nesta quinta-feira, a promotora Daniela Hashimoto fez seu pronunciamento aos jurados. Em sua fala, ele disse que o réu odiava a a ex-namorada e que invadiu o apartamento em que ela morava com a intenção de matá-la. "Eloá era apenas um objeto nas mãos de Lindemberg. Ele tinha ódio dela", disse a promotora, após distribuir cópias dos autos aos jurados. Ela disse ainda que o réu já sabia o que iria fazer no apartamento.


Já Ana Lúcia Assad, advogada de defesa, expôs aos jurados que o réu "é a bola da vez, o bode expiatório. Isso acontece só porque ele é pobre". A declaração foi dada nesta quinta-feira, no Fórum de Santo André, no quarto dia de julgamento do caso.

Depoimento de Lindemberg

Ontem foi a vez do réu falar após três anos calado, Durante o depoimento do acusado, ele pediu desculpas à mãe de Eloá pelo sofrimento e assumiu, pela primeira vez, que atirou contra a jovem.

O crime

A morte de Eloá ocorreu em 15 de outubro de 2008, em Santo André. Quatro dias antes, ela e mais três pessoas - Nayara e mais dois amigos - foram sequestradas por Lindemberg.


Após algumas horas de negociação com a polícia, Lindemberg libertou os dois jovens e, mais tarde, soltou Nayara. Ela, no entanto, acabou retornando para ajudar a amiga.


O sequestro se arrastou por cerca de cem horas e terminou quando a polícia invadiu o prédio. Eloá e Nayara foram baleadas, mas somente a segunda sobreviveu aos ferimentos.


Lindemberg responde por homicídio qualificado, tentativa de homicídio, cárcere privado e disparo por arma de fogo. Ao todo 19 testemunhas devem ser ouvidas, sendo cinco da acusação e 14 de defesa.


Um dos amigos da vítima afirmou que teria recebido ameaças de morte de Lindemberg, quatro dias antes do sequestro no apartamento de Eloá. Segundo o jovem e outro amigo, as ações do réu, transtornado com o fim do relacionamento com a garota, teriam sido motivadas por ciúmes. 
fonte band news

Leitura Diária - 1º Trim. 2012 - Lição 8: O perigo de querer barganhar com Deus


Leitura Diária - 1º Trim. 2012 - Lição 8: O perigo de querer barganhar com Deus
Comentada por:

Pr. José Serafim de Oliveira







DownloadNamePlaySizeLength
downloadSegunda - 2 Pe 2.15 - A barganha e o “prêmio da injustiça”5.8 MB6:22 min
downloadTerça - Jo 18.36 - A barganha firma-se no poder terreno3.7 MB4:02 min
downloadQuarta - Is 55.8 - Deus oferece oportunidades3.8 MB4:02 min
downloadQuinta - Rm 1.24 - A barganha troca o Criador pela criatura

3.6 MB3:54 min

2º Trim. de 2012 - As Sete cartas do Apocalipse: A Mensagem Final de Cristo à Igreja


2º Trim. de 2012 - As Sete cartas do Apocalipse: A Mensagem Final de Cristo à Igreja
O comentário será feito pelo Pr. Claudionor de Andrade e o consultor Teológico é o pastor Antonio Gilberto.

As lições ficaram divididas nos seguintes temas:
     Lição 1 – Apocalipse, a Revelação de Jesus Cristo;
Lição 2 – A Visão de Cristo Glorificado;
Lição 3 – Éfeso, a Igreja do Amor Esquecido;
Lição 4 – Esmirna, a Igreja Confessante e Mártir;
Lição 5 – Pérgamo, a Igreja Casada com o Mundo;
Lição 6 – Tiatira, a Igreja Tolerante;
Lição 7 – “Sardes, a Igreja Morta”;
Lição 8 – Filadélfia, a Igreja do Amor Perfeito;
Lição 9 – Laodiceia, uma Igreja Morna;
Lição 10 – O Governo do Anticristo;
Lição 11 – O Evangelho do Reino no Império do Mal;
Lição 12 – O Juízo Final;
Lição 13 – A Formosa Jerusalém.   fonte portalebd.org.br

Submissão: a questão final


Submissão: a questão final
Thomas C. Simcox
Os apóstolos Pedro e Paulo tinham muito a dizer a respeito da submissão às autoridades, aos patrões e cônjuges (veja Rm 13.1-14; Ef 5.22-6.9; 1 Pe 2.11-3.7). Porém, o ponto relevante – a questão final – é que todas as pessoas, em particular os crentes, devem prontamente e de boa vontade submeter-se a Deus.
Depois que Deus completou a Sua criação, Ele declarou que a submissão à Sua autoridade era obrigatória: “E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16-17). Deus deixou Sua posição absolutamente clara: se Adão não quisesse morrer e experimentar a punição, ele e sua descendência precisavam submeter-se à autoridade de Deus. Já que a humanidade fora criada por Deus e para Deus, deveria submeter-se de bom grado a Ele.
Porém, desde o começo as pessoas recusaram submeter-se. Eva foi enganada; e Adão, com seus olhos bem abertos, rebelou-se conscientemente contra a autoridade do seu Criador, e levou toda a humanidade a decair num estado perdido e rebelde. A submissão a Deus traz vida; a rebeldia traz morte.
Mais tarde Deus deu Sua Lei, os Seus Mandamentos, para a Sua nação escolhida, Israel. Ele deixou claro o que esperava dela: “Veio, pois, Moisés e referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos; então, todo o povo respondeu a uma voz e disse: Tudo o que falou o Senhor faremos. Moisés escreveu todas as palavras do Senhor e, tendo-se levantado pela manhã de madrugada, erigiu um altar...” (Êx 24.3-4). Os israelitas entenderam o que era exigido para que experimentassem a bênção das mãos de Deus: submissão às Suas leis, Seus estatutos e juízos.
Israel aceitou o acordo: “E tomou o Livro da Aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o Senhor faremos, e obedeceremos (seremos submissos à Sua autoridade)” (Êx 24.7).Israel prometeu obediência, mas não conseguiu manter seu juramento.
O jovem rei Salomão, profundamente consciente da sua insignificância em relação ao Todo-Poderoso, entendeu que precisava submeter-se a Deus: “O temor do Senhor é o princípio do saber. Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos” (Pv 1.7; Pv 3.1). Depois, contudo, Salomão aparentemente rejeitou os mesmos conceitos a que havia aderido e deixou a sua nação em pecado.
Atraídos pelos pagãos à sua volta, os israelitas procuraram outros deuses e abandonaram sua aliança com seu amado Libertador – o Deus de Abrão, Isaque e Jacó.
O Senhor continuou a pedir para Israel submeter-se à Sua liderança e autoridade, lembrando-lhe: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Cr 7.14).
É incrível que hoje os seguidores de Alá louvam o seu deus curvando-se e prostrando-se com a face em terra. Eles regularmente humilham-se e consagram suas vidas ao livro de Alá e à expansão mundial do islã. No entanto, muitos de nós que pertencemos a Cristo resistimos a humilhar-nos diante dEle e de nos submetermos aos Seus mandamentos.
Jesus nos disse para proclamarmos a mensagem do Evangelho: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19).Mas muitos cristãos permanecem em silêncio. Ele nos disse: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 Jo 2.15). Mas muitos de nós no Ocidente somos tão materialistas quanto os não-cristãos. A Palavra de Deus mostra que não podemos amar o Senhor e o mundo ao mesmo tempo.
As Escrituras também requerem que os seguidores do Messias Jesus sejam diferentes, assim como Israel tinha de ser diferente. Israel devia ser uma nação santa, separada do mundo ao redor, como os crentes devem ser hoje: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos” (Rm 12.1-2).
O Senhor espera que Seus seguidores submetam-se à Sua autoridade, como declarado em Sua Palavra. O profeta Miquéias resumiu a posição de Deus sobre a submissão, afirmando: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq 6.8). (Israel My Glory-http://www.chamada.com.br)Divulgação: www.juliosevero.com  portal ebd.org.br

JUNIORES - Lição 8: Jesus Ensina sobre as Riquezas


1º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 8: Jesus Ensina sobre as Riquezas
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
1º Trimestre de 2012
Tema: Os ensinos de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa
LIÇÃO 8 – JESUS ENSINA SOBRE AS RIQUEZAS
Ao Mestre
Prezado (a) o conteúdo dever ser contextualizado; aplicado à realidade dos alunos.
Os ensinamentos bíblicos ministrados na Escola Dominical têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. Nenhum educador cristão deverá limitar-se ao conteúdo de uma matéria de ensino disposta em livro ou revista didática. Antes, deve ele em sua prática docente, considerar suas próprias experiências de vida como singular fonte de material útil ao bom êxito do ensino. Os livros que o professor lê, as pessoas com quem tem contato diariamente e cada experiência pessoal poderão constituir excelentes materiais para auxiliá-lo na suprema tarefa de esclarecer a Palavra de Deus a seus alunos.
Apesar de o material didático especializado ser de suma importância, nunca deverá desperdiçar a oportunidade de enriquecer suas aulas com oração e com sua prática de vida.
Está disponível na Sala dos professores no www.portalebd.org.br links onde você poderá estar interagindo conosco, comentarista da lição. E assim juntos aprimorarmos nossas aulas.
Participe!!
Texto Bíblico: Mt 6.19-21; 19.16-23
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a:
Compreender que Deus deve ocupar o primeiro lugar em nosso ser, que não devemos deixar que o apego a dinheiro e outras coisas terrenas venha a ocupar o lugar de Deus em nossas vidas.
Introdução
O que fazer para herdar o reino dos céus?
Esta foi uma pergunta feita por um jovem a Jesus. Era um jovem com muitas qualidades que cumpria todos os mandamentos, mas lhe faltava ainda uma coisa..
 O jovem rico
Certa vez um homem chegou perto de Jesus e perguntou:
— Mestre, o que devo fazer de bom para conseguir a vida eterna?
Jesus respondeu: —Por que é que você está me perguntando a respeito do que é bom? Bom só existe um. Se você quer entrar na vida eterna, guarde os mandamentos.
 — Que mandamentos? —perguntou ele. Jesus respondeu:
— “Não mate, não cometa adultério, não roube, não dê falso testemunho contra ninguém, respeite o seu pai e a sua mãe e ame os outros como você ama a você mesmo.”
 — Eu tenho obedecido a todos esses mandamentos! Respondeu o moço. — O que mais me falta fazer?
Jesus respondeu:
— Se você quer ser perfeito, vá, venda tudo o que tem, e dê o dinheiro aos pobres, e assim você terá riquezas no céu. Depois venha e me siga.
Quando o moço ouviu isso, foi embora triste, pois era muito rico.
Na sua vida espiritual faltava o mais importante que era a renúncia, ou seja, teria de não colocar seu coração em suas riquezas, como era muito rico, talvez tenha pensado. ”Como ficaria a sua vida e tudo o que possuía?”
Jesus então disse aos discípulos:
— Eu afirmo a vocês que isto é verdade: é muito difícil um rico entrar no Reino do Céu. E digo ainda que é mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha.
Quando ouviram isso, os discípulos ficaram muito admirados e perguntavam:
— Então, quem é que pode se salvar?
 Jesus olhou para eles e respondeu:
— Para os seres humanos isso não é possível; mas, para Deus, tudo é possível.
Aí Pedro disse:
— Veja! Nós deixamos tudo e seguimos o senhor. O que é que nós vamos ganhar?
Jesus respondeu:
— Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando chegar o tempo em que Deus vai renovar tudo e o Filho do Homem se sentar no seu trono glorioso, vocês, os meus discípulos, também vão sentar-se em doze tronos para julgar as doze tribos do povo de Israel. E todos os que, por minha causa, deixarem casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou terras receberão cem vezes mais e também a vida eterna.
Muitas vezes nos preocupamos com o nosso bem estar e nos esquecemos de perguntar ao dono de nossas vidas se estamos sendo perfeitos em sua presença.
Se quisermos ser perfeitos diante do Senhor, precisamos renunciar a nós mesmos, não deixarmos que nossos corações se carregue de soberba, de usura, nem sermos invejosos e seguir o bom Mestre. Não podemos ficar em dúvida se somos ou não herdeiros do reino celestial. O Senhor diz em sua Palavra que se lavarmos as nossas vestiduras no sangue do Cordeiro, temos direito à arvore da vida e entraremos na cidade que o próprio Deus pelas portas (Ap. 22.14).
O jovem rico estava em dúvida se realmente herdaria a salvação, apesar de cumprir os mandamentos. Em nossas vidas muitas vezes pode surgir esta dúvida, mas não podemos permitir que venha nos afastar da presença do Pai. O jovem ao falar com Jesus ficou triste e foi embora. Não façamos como ele, mas, ao surgir esta dúvida, corramos para os pés do bom Mestre que está com seus braços abertos para nos acolher e nos dar a certeza de que somos verdadeiros herdeiros do seu reino.
Aplicação da Lição
Prezado (a) enfatize aos pequenos, que os que são prontos e dispostos a empregar seus recursos na causa de Deus serão abençoados em seus esforços para adquirir dinheiro. Deus criou a fonte das riquezas. Ele deu a luz, e o orvalho, e a chuva, e fez com que florescesse a vegetação. Beneficiou os homens com capacidades mentais e físicas, e habilitou-os a adquirir bens, de modo que Sua causa fosse mantida por Seus servos. Os necessitados estão ao redor de nós, e Deus é glorificado quando o pobre e o aflito são ajudados e confortados. Não é pecado adquirir e controlar bens, mas devemos fazer como mordomos de Deus, conservando nos em obediência a Deus.
Fontes Consultadas:
•    Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
•    Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
•    Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
•    Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
•    Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
Colaboração para o Portal Escola Dominical: Profª. Jaciara da Silva.
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JUVENIS - Lição 8: Salmos Falam de Confiança


1º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 8: Salmos Falam de Confiança
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
TEMA: Edificando a vida cristã através dos Salmos
COMENTARISTA: Regia Carvalho
LIÇÃO 8 – SALMOS FALAM DE CONFIANÇA
Ao Mestre
Está disponível na Sala dos professores no www.portalebd.org.br links onde você poderá estar interagindo conosco, comentarista da lição. E assim juntos aprimorarmos nossas aulas.
Participe!!
ENFOQUE BIBLICO
“O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação e o meu alto refúgio.” Salmos 18.2
OBJETIVOS:
Demonstrar biblicamente as razões para se confiar em Deus.
Apontar o que podemos fazer para aumentar nossa confiança em Deus.
Enfatizar que devemos confiar em Deus em todos os momentos.
INTRODUÇÃO:
Bem aventurado o que confia /no Senhor, como fez Abraão/Ele creu ainda que não via/E assim a fé não foi em vão...Aleluia seja a divisa/Do herói e todo o vencedor/ (HC 126). Este hino traduzido pela irmã Frida Vingren tem a seguinte historia: diz que o casal Vingren ao chegar em Alagoas sua pequenina filha Gunvor, veio a falecer e não pode ser enterrada no cemitério da cidade por ser considerada pagã. Teve de ser enterrada longe da cidade. Gunar, abatido pela perda e saúde debilitada entrava em seu quarto em oração e lagrimas, quando começou a ouvir, mais uma vez dos lábios de sua querida esposa a mais recente tradução do clássico evangélico (http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/08/hc126-bem-aventurana-do-crente.html)
DEFININDO O TERMO CONFIANÇA
Os dicionários definem como segurança intima com que se faz alguma coisa; firmeza de animo; credito. Tem como sinônimo a certeza e é o antônimo de duvidas, é o que chamamos fé. O ato de confiar é deixar de analisar se o fato é verdadeiro ou não, é confiar inteiramente sem restrição.
Na Bíblia de Estudo Esperança, há uma ilustração interessante para dar significado ao termo confiança ou fé. “Conta-se que um famoso equilibrista andou por sobre um cabo de aço estendido sobre dois edifícios muito altos distantes cem metros um do outro. O homem não só atravessou o espaço vazio pelo estreito cabo de aço sozinho, mas voltou pela mesma trajetória empurrando um carrinho de mão com dois sacos de cimento. Os aplausos foram contundentes. Nisso, um dos assistentes mais entusiasmados aproximou-se para cumprimentar o hábil equilibrista. Foi quando o equilibrista perguntou-lhe: “Você acredita que eu sou capaz de atravessar até o outro lado pelo cabo de aço?”A resposta foi um retumbante “não tenho a menor duvida”. Mas o equilibrista prosseguiu com um convite: “Você poderia sentar-se no carrinho de mão para que eu o leve até o outro lado?”Apavorado, o homem recuou, balbuciando: “Levar a mim? A mim, não!”
Confiança ou fé é fazer uma entrega confiando inteiramente no outro é colocar a vida nas mãos dele sem sequer imaginar que esta correndo algum risco. É o que aconteceu com Abrão, saiu da terra sem saber para onde ia, dependia de Deus para guiá-lo, fez isso até o final de sua vida, errando apenas no episodio de Agar, eis a razão de ser conhecido como: o pai na fé. Dentre as biografias que já li uma das mais interessantes é a de Jorge Muller o Apóstolo da fé, ele é conhecido como: “O pai dos orfanatos”. Converteu-se aos vinte anos de idade anos depois dedicou a cuidar de órfãos, segundo a história ele não fazia nada sem antes saber se era a vontade de Deus, um de seus lemas era: “Se o crente desejar grande fé deve dar tempo para Deus trabalhar.” No livro Heróis da Fé na pagina 148, encontramos o seguinte relato:
São de Jorge Muller essas palavras: “Muitas repetidas vezes tenho-me encontrado em posição muito difícil, não só com 2000 pessoas comendo diariamente às mesas, mas também com a obrigação de atender a todas as demais despesas, estando a nossa caixa com fundos esgotados. Havia ainda 189 missionários para sustentar, cerca de 100 colégios com mais 9000 alunos, alem de 4000.000 de tratados para distribuir, tudo sob nossa responsabilidade, sem que houvesse dinheiro em caixa para as despesas.” Muitas vezes ele nem sabia como o alimento chegava, o Dr A.T. Pierson disse que uma noite nada tinha para por à mesa no outro dia, Jorge Miller o convidou para orar e no dia posterior sem saber como 2000 crianças estavam se alimentando normalmente. Imagine o desespero daquele moço quando saiu à porta e deparou com aquele grande exercito ficou desesperado, porem Elizeu parecia nem se preocupar (2Rs 6.15 – 17), mas nem sempre temos os olhos abertos assim.
AS RAZÕES PARA SE CONFIAR EM DEUS
Primeiro porque a única maneira de agradá-lo é tendo confiança nele, Abraão fez coisas extraordinárias através da fé ao ponto de Deus não ocultar dele o que fazia (Gn 18.1). A segunda razão é que ele não decepciona os que nele confiam, vejam: pela fé ofereceu Abraão a Isaque..., pela fé Isaque abençoou Jacó e Esau..., pela fé, Jacó próximo da morte, abençoou..., pela fé Jose,  próximo a morte fez menção da saída dos filhos de Isarael..., pela fé, Moises sendo nascido foi escondido...., sendo já grande recusou..., muito embora eles não alcançaram a promessa, mas não foram decepcionados     (Hb 11.17-40).
O Salmo 125 afirma: “Os que confiam no Senhor serão como o monte Sião, que não se abala, mas permanece para sempre” (ARC). Os ídolos das nações eram vistos como transmissor de segurança, as imagens eram lavadas diariamente, vestidas, seus cabelos cortados e alimentadas, havia pessoas que eram encarregadas de levá-las em festas especiais ou guerras para serem objetos da odoração uma vez que acreditavam que seus deuses habitavam nelas.
Mas seus servidores eram abalados quase que sempre, havia muitas guerras e o vencedor saqueava a cidade e quebrava os deuses do perdedor, outrora roubavam por serem de materiais valiosos. A nação perdedora ficava decepcionada, alem do amargor da derrota a decepção religiosa, seu deus era fraco. (Comentário Bíblico Atos). O Salmo 125 é atribuído a Davi, por muitos escritores e pesquisadores Spurgeon é um deles, mas parece ser anônimo e o fato que leva a composição do salmo parece muito com o acontecimento de 2 Crônicas 32, naquela ocasião Ezequias era o rei de Judá e Senaqueribe rei da Assiria o desafiava, mesmo que os muros estavam fortalecidos as fontes de água protegidas, o exercito assírio era poderosíssimo, o rei Ezequias por sua vez confiava em Deus com toda sua força e convocava o povo a confiar também  (vv 9 -23).
Deus esta em volta de seu povo, o exercito inimigo esta sempre ao derredor (Sl 125.2), as lutas que passamos não significa que estamos desprotegidos e que precisamos buscar algo mais para estarmos seguro, Ezequias na posição de rei, reparou os muros, canalizou as fontes de água, criando assim alguns tanques na cidade, as fontes de águas ficaram assim escondidas, tudo isso é paliativo. O que nos protege mesmo é Deus, não podemos deixar de fazer a nossa parte, mas é ele “nosso Refugio e Fortaleza” (Sl 46.1), ainda que os poderosos exércitos nos cerquem; confie em Deus, ainda que cavem as nossos montes a procurem nossas fontes de água, e nos impossibilitem saciar a nossa sede – “Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus” (Sl 46.4)
O QUE PODEMOS FAZER PARA AUMENTAR NOSSA CONFIANÇA
Li um relato interessante no livro um Salmo em seu Coração nas paginas 505 e 506. Eis o relato em forma parafraseada “Em 22 de novembro de 1873, Anna Spafford estava de pé com suas quatro filhas no convés do navio Frances Ville Du Havre, que estava naufragando. O navio havia colidido com outro e em 12 minutos morreram 226 pessoas – 87 sobreviveram, Anna tinha 31 anos correu imediatamente para o bote salva-vidas com suas filhas de 2 e 11 anos de idade.
 Todos estavam em pânico total, o mastro do navio caiu sobre o pequeno bote matando as pessoas que nele já haviam entrado, Annie com suas filhinhas agarradas ao pescoço e ao joelhos, ouviu de Maggie de 11 anos – “Mamãe, Deus cuidara de nós”, Annie estava calma e disse: não tenham medo. O mar pertence a Deus, foi ele que o criou. Então a água as engoliu, sem que a mãe nada pudesse fazer, a única lembrança que ficou foi sua filhinha tão pequena sendo arrancada de suas mãos pela força da água. Sua primeira reação foi de desespero completo. Então Annie sentiu uma voz lhe falar: “Você foi poupada por uma razão”.
Imediatamente, ela pensou no conselho de um amigo tinha lhe dado muitas vezes: “É fácil ser grata e boa tendo tudo na vida, mas, tenha cuidado, não seja uma amiga de Deus apenas nos bons momentos”. Mais tarde escreveu a seu marido “só eu me salvei”. Annie é autora de um hino, cuja musica é de P.P.Bliss, ministro de musica de Moody. Eis o inicio “Se paz a mais doce me deres gozar/Se dor a mais forte sofrer/Oh! Seja o que for, Tu me fazes saber/que feliz com Jesus sempre sou”. Pode um fato assim aumentar a confiança de alguém?
Nos dias atuais uma pessoa que passe por uma catástrofe gigantesca como essa é taxada de pecadora, sem duvida é colocada em julgamento por muito de nós. Outra coisa a ser analisada é como pode confiar em alguém que pode salvar e parece nada fazer? Annie havia acabado de dizer às filhas sobre sua confiança naquele que tudo pode, garantido que ele cuidaria da situação. Nós cofiamos apenas nas pessoas que conhecemos e que não falha conosco.
Há aqui uma pergunta interessante: Em que a historia de Annie nos ajuda? Primeiro ajuda-nos a entender que Deus é soberano em tudo, somente ele tem conhecimento daquilo que chamamos futuro, pois habita na eternidade. A segurança, o conforto que precisamos somente é encontrado nele. Portanto é necessário oração, meditação na Palavra de Deus para entendermos sua vontade, assim nossa confiança aumentara ao momento que a nós for comunicado sua vontade. Quando ele revela a nós a sua vontade, passamos a ver as coisas de modo diferente, com menos emoções carnais.
Na emoção carnal a historia bonita para Annie era todas as suas filhas salvas ao encontro do marido e pai emocionado, no entanto em um relacionamento estreito com Deus, Annie e quem estiver na mesma visão dirá “seja o que for, tu me fazes saber/feliz com Jesus sempre sou” . É obvio que Deus é provisão, o povo de Israel é testemunha e a Bíblia relata, fatos como abertura das águas do mar, do rio Jordão, o maná vindo do céu, água tirada da rocha, livramentos e etc.. Quando lemos esses relatos aumenta a nossa fé. A receita para aumentar a confiança é ouvir a Palavra de Deus, é conversar com ele através de nossas orações.
Há irmãos que oram muito alto, mas só pedem, reclamam, citam trechos da Bíblia, citam nomes de personagens e não conversam com Deus. Não estou criticando quem ora alto, estou fazendo uma observação, e, alias ha muita gente que Jesus não confia , vivem atrás só de milagres (Jo 2.23,24), orar é dialogar com Deus, pode ser falando alto, desde que os demais não estejam cantando, como pode ser apenas no pensamento. Assim ficaremos mais amigos e a confiança aumentara.
CONFIANDO EM DEUS EM TODOS OS MOMENTOS
Bem já falamos de Annie e ela contou do amigo que havia lhe ensinado a confiar em Deus nas horas boas e nas ruins. Nesse tópico vamos lembrar um pouquinho de alguns personagens bíblicos que passaram por momentos difíceis e não tiveram sua fé abalada. O sofrimento de Jó é o exemplo mais citado nessas horas, com todo aquele sofrimento não deixou sua confiança em Deus, antes estreitou mais ainda.
Jose teve varias fazes ruins até chegar ao governo do Egito, foram anos de sofrimentos, acreditam que foram mais de quinze anos ao assumir o governo estava ainda mais forte seu relacionamento com Deus. Daniel já estava velhinho aposentado de suas funções no reino quando foi jogado na cova dos leões, o velhinho esta no mesmo relacionamento com Deus de quando tinha ai os seus dezesseis ou dezessete anos. E eu diria ainda melhor, porque sobreviveu a mais de setenta anos na coorte babilônica sem se desviar, Daniel orava, não é porque estava em apuros ou por não ter o que fazer, era esse o seu habito: “falar com Deus”.
Confiar em Deus a todo o momento significa estar ligado nele, Jesus falou sobre isso e João registrou no capitulo 15.1-5, eis a razão de alguns homens terem deixados grandes exemplos na historia. Eles andaram com Deus, no Novo Testamento, os discípulos eram homens a princípio rudes e ignorantes, alguns cometeram falhas desagradáveis, mas depois do pentecostes foram revestidos e entenderam que é orando e falando com Deus que se vence. Vejam o que eles enfrentaram Pedro foi crucificado, na hora exigiu que o colocassem de cabeça para baixo por não se achar digno morrer como seu Senhor, Andre foi crucificado, Mateus foi morto a espada, Tiago foi crucificado, Filipe, Simão também foram crucificados, Tadeu morto a flechadas, Tiago irmão de Jesus apedrejado, Tomé aquele que passa a impressão de ser incrédulo, morreu traspassado por uma lança por confiar que aquele era o Cristo ressurreto, Bartolomeu crucificado, Tiago, filho de Zebedeu morto pela espada. (2Pe 1.16).
Cantamos o hino 303 da Harpa Cristã “quando o sol brilhar em qualquer lugar/tu precisa de Jesus/quando escurecer tudo fenecer/tu precisa de Jesus/...mesmo havendo paz calma mui veraz/tu precisa de Jesus...quando a morte entrar em teu próprio lar/tu precisa de Jesus/ante o tribunal decisão final/tu precisa de Jesus”. Alguém se habilita dizer quando não precisamos confiar em Deus?
CONCLUSÃO
Encontramos muitas razões para confiar em Deus, já mostramos algumas no segundo tópico, também relacionamos no tópico seguinte aquilo que faz a nossa fé em Deus aumentar e concluímos que não há um momento sequer que não precisamos de Deus.
CONFIA EM DEUS
 A vida tem tristezas mil
Nem tudo é um céu de anil
Mas contra a dor que é tão sutil
Há um caminho só:
Confia em Deus,
Que Ele sempre te ouvirá
Confia em Deus
Que Ele nunca falhará
Confia em Deus
Que a negra nuvem passará
Oh! não duvides
Mas confia em Deus
E se tua fé provada for
E te esqueceres do Senhor
Necessitando um Salvador
Há um caminho só:
Confia em Deus,
Que Ele sempre te ouvirá
Confia em Deus
Que Ele nunca falhará
Confia em Deus
Que a negra nuvem passará
Oh! não duvides
Mas confia em Deus
Concluo com esse hino cantado a muito por Feliciano Amaral e outros.
Obras consultadas.
•    Bíblia de Estudos Esperança – Ediçoes Vida Nova
•    Mais que um Carpinteiro – Josh Mcdowel – Ed. Betania
•    Um Salmo em seu Coração – George O. Wood
•    C. H. Spurgeon – Shed publicações
Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues
fonte portalebd.org.br

ADOLESCENTES - Lição 8: Tenha Cuidado com o que Fala


1º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 8: Tenha Cuidado com o que Fala
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
1º Trimestre 2012
Tema: Conselhos para o dia-a-dia
Comentarista: Jamiel Lopes
LIÇÃO 8 – TENHA CUIDADO COM O QUE FALA
Ao Mestre
Está disponível na Sala dos professores no www.portalebd.org.br links onde você poderá estar interagindo conosco, comentarista da lição. E assim juntos aprimorarmos nossas aulas.
Participe!!
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Conscientizar-se da necessidade de guardar a língua do mal, lembrando que nossas palavras devem ser benção e edificação para os que nos ouvem.
Para refletir
“O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios tem perturbação.” (Pv. 13:3 – ARC)
Precisamos entender é que guardar, é um direito nosso, isso fala de livre arbítrio, decisão. Agora quem decide por guardar-se do mal, tem ações e palavras boas.
Muitos dos problemas que enfrentamos hoje são porque nos deixamos levar pelo coração, pelas emoções, vontades. O nosso coração determina a forma como vivemos e por isso devemos guardá-lo como o nosso bem mais precioso.
Texto Bíblico em estudo: Pv. 10:19-22, 31, 32; 12:13-22.
Introdução
Tenha cuidado com o que você fala.
Veja esse verso abaixo:
Guardando a língua se guarda a concórdia.
Na necessidade se prova a amizade.
Não digas segredo ao teu amigo porque ele outro tem.
Não há melhor parente que amigo fiel e prudente.
Guardando a língua do mal
•    Guardar o que é dito, ou seja, guardar as palavras;
•    Afastar da boca as conversas enganosas;
•    Cuidar para não falar precipitadamente (Cl 3:8).
•    Quem almeja verdadeiramente guardar o coração deve primeiramente guardar a sua boca. “O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre os seus lábios traz sobre si a ruína.” (Pv 13:3).
•    Controlar a língua além de guardar o coração adquire sabedoria.
Em Tiago 3:2 diz: “Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo capaz de dominar todo o seu corpo.” Vemos que quem controla a língua, controla também todas as áreas de sua vida.
•    Tudo o que precisamos fazer é falar bem da família, do líder, do irmão, ao invés de ficar caluniando e falando o que não convém.
•    O homem e a mulher de Deus quando abrem a boca devem falar em linha com a Palavra.
•    Guardar a boca é guardar o coração. Observe como existem pessoas que quando conversamos com elas somos contaminados no coração por tanta maledicência que sai da sua boca, é como veneno (Ef 4:29).
Não sejamos assim, guardemos-nos, vigiemos nossas palavras, isso evitará tristezas e angustias.
“A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”. (Pv. 18:21).
Esse versículo nos alerta a aprenderemos a ativar o bom uso da nossa língua. Ela é um instrumento de vida ou de morte, de benção ou de condenação. A língua conduz toda a nossa vida.
O Uso Inconseqüente da Língua
Mesmo no meio da igreja, nos deparamos com situações no mínimo vergonhosas, problemas comuns àqueles que não conhecem o  Senhorio e amor de Deus tem invadido o seio da igreja e grandes brechas são abertas, o maligno não perde a oportunidade e entrar; seu objetivo principal é a destruição da moral e do bom nome que deve ser comum à casa do Senhor. A conseqüência se mostra no testemunho digno dos filhos das trevas.
Um coração insensível à voz do Espírito Santo é um dos principais fatores que levam os homens a viverem uma vida comum, espelhada nos costumes e ventos que sopram sobre a sociedade em geral. A condição de “separados ou chamados” para o Senhor, toma aparência de mais uma das muitas teorias pregadas nos templos cristãos, que jamais, são colocadas em práticas.
O “amar o próximo como a si mesmo”, no dia-a-dia agrupa-se entre as muitas hipocrisias vividas pelo povo que teimam em intitular-se “do Senhor”. Na verdade, as leis que prevalecem, remontam aos tempos anteriores ao Senhor Jesus, quando a nação escolhida tinha sobre si uma sentença que afirmava:
A principal arma usada pelos gladiadores crentes, está no seu próprio corpo e chama-se LÍNGUA! É uma arma muito perigosa, que corta na profundidade da alma e traz sobre aqueles que a usam inconseqüentemente, o extremo da condenação eterna. (Mc 3:29).
A seguir e veja alguns dos muitos pecados cometidos pelo uso inconseqüente da língua e suas conseqüências diante do Deus todo poderoso.
Difamação:
”A pessoa que diz mentiras (difama) a respeito dos outros e tão perigosa quanto uma espada...” (Pv 25.16) Veja ainda: Lv 19.16 e Pv 16.28-30
O Dicionário Aurélio a define como:
1. “Tirar a boa fama ou o crédito a; desacreditar publicamente; infamar, detrair, falar mal.”
2. “Imputar a (alguém) um fato concreto e circunstanciado, ofensivo de sua reputação, conquanto não definido como crime.”
A difamação, é crime contra a honra, previsto no Código Penal Brasileiro. Infelizmente, nos deparamos com estes criminosos em grande quantidade dentro das igrejas, e pior, muitos são líderes!
E diante de Deus um pecado:
”Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão, ou julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz.” (Tg 4.11)

”Aquele que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho... Quem deste modo procede não será jamais abalado.”  (Sl 15.3,5)
Uma recomendação para as pessoas que congregam em igrejas, onde esta prática é comum, iniciando-se no líder e estendendo-se à mais simples ovelhas,  é que abandone este povo!
Não é tempo de andarmos em meio a um povo que não constituíram Deus como Senhor absoluto. Portanto, procure igrejas Santas com líderes segundo o Espírito Santo.
 Jesus diz:
 “Deixai-os: são cegos, guias de cegos... cairão ambos no barranco.” (Mt 15.14)
Os Servos do Senhor, devem primar pelos santos padrões ditados, e serão possuidores da vitória eterna.
Calúnia:
”Nos últimos dias sobrevirá tempos difíceis; pois os homens serão... caluniadores... Foge também destes” (2Tm 3.1-5)
O Dicionário Aurélio a define como:
1. Difamar, fazendo acusações falsas, Mentira, falsidade, invenção.
2. (Juridico.)  Atribuir falsamente a (alguém) fato definido como crime.
A Calunia pode ser feita através da mentira, falsidade e invenção contra alguém. O Código Penal Brasileiro prevê penas contra os caluniadores.
Não é de admirar que, em muitas igrejas os caluniadores não sofrem qualquer ação disciplinar, e por isso o mal se avoluma, pois o caluniador é assim estimulado na sua tarefa maligna e destruidora dos valores alheios. Outros da mesma índole têm prazer em relembrar, comentar e espalhar fraqueza, imperfeições e pecados a outros, servindo-se da língua.
A Bíblia condena a calunia:
”Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Ex 20.16).
Este mandamento protege o nome e a reputação do próximo. Ninguém deve fazer declarações falsas a respeito do caráter ou dos atos de outra pessoa. Devemos falar de modo justo e honesto a respeito de quem quer que seja.
”Não espalharás notícias falsas... Da falsa acusação te afastarás..." (Ex 23.1,7)
”Seis cousas o Senhor aborrece... testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre os irmãos.” (Pv 6.16,19)
”A falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras perece” (Pv 19.9)
Conhecedores da gravidade desta situação, é necessário que o Servo do Senhor se aparte de toda forma de Calúnia e que procure viver em santidade.
Boato:
”Não tem eles sinceridade nos seus lábios; o seu íntimo e de todo crimes; a sua garganta é sepulcro aberto, e com a língua lisonjeiam (adulam).” (Sl 5.9)
O Dicionário Aurélio o define como:
- “Notícia anônima que corre publicamente sem confirmação. balela, rumor".
Com certeza é uma obra que procede do coração maligno. E o diabo usa de seus demônios para entrarem nas igrejas e despertarem as pessoas a usarem suas línguas para esta prática.
Se você não tem certeza de um fato, qual a necessidade de espalhá-lo?
”Não espalharás notícias falsas...” (Ex 23.1)  - é a determinação do Senhor para seu povo!
Quanto aos Mexeriqueiros, são condenados pela Bíblia em seu agir. E se continuarem nesta prática, pouco importa a condição de membro de uma igreja, ou mesmo, o cargo de líder ou os possíveis dons concedidos por um espírito de engano. O fim destes é a condenação eterna!
Murmuração:
”...As vossas murmurações não são contra nós, e sim contra o Senhor.”  (Ex 16.8)
”Todos os filhos de Israel murmuraram... Disse o Senhor... Até quando me provocará este povo... Com pestilência o ferirei, e o deserdarei...” (Nm 14.2,11,12)
”Não murmureis como alguns murmuraram, e foram  destruídos pelo exterminador.” (1Co 10.10)
O Dicionário Aurélio a define como:
1. Censurar ou repreender disfarçadamente e em voz baixa.
2. Dizer mal; maldizer; conceber mau juízo
3. Falar (contra alguém ou algo); criticar
4. Conversar, difamando ou desacreditando.
5. Soltar queixumes; lastimar-se em voz baixa; resmungar, resmungar
6. Dizer mal de alguém; apontar faltas; conceber mau juízo.
Esta é uma prática muito comum entre que se dizem cristãos, vemos, que desde os primórdios do povo separado por Deus, que este pecado encontrou lugar nas vidas e no decorrer dos milênios continua tão praticado quanto antes. É um grande instrumento nas mãos do diabo e muitos se têm sujeitado a esta prática, resumindo: Servem ao diabo.
Os praticantes desta afronta ao Senhor, com certeza não herdarão o paraíso como morada eterna. Na caminhada dos Israelitas, nos é mostrado o rigor com o qual são tratados tais homens. (Nm 14.27-38; 1Co 10.5-10; Hb 3.10-18)
Paulo escreve aos de Corinto e explica que Deus ordenou o seu julgamento sobre Israel por sua desobediência e incredulidade, para que isso servisse de advertência a todos os servos do Senhor da atualidade e para aqueles que ainda hão de serem chamados (1Co 10.11).
”Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo.” (Hb 3.12)
No deserto ficaram praticamente todos os que saíram do Egito, fracassaram na obediência; este fato é uma advertência, para que os caminhos trilhados por eles, não sejam os mesmo trilhados pela igreja hoje.
É preciso voltar-se para o Senhor, excluindo da vida todas as práticas contrárias ao Seu querer, inclusive a “murmuração” e observarmos: “Sedes santos como o Senhor é santo” (Rm 12.1,2)
A Palavra do Servo de Deus:
a) Uma palavra agradável, temperada:
”A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Cl 4.6)
Paulo aconselha aos de Colossos a proferirem palavras exclusivamente agradáveis e temperadas ou equilibradas. Assim deve ser a conversa dos filhos de Deus, agradável, cativante, amável, graciosa e acima de tudo verdadeira. Esta linguagem origina-se na graça de Deus, só é possível desenvolvê-la, quando o homem encontra-se cheio, trasbordante do Espírito Santo.
”De boas palavras transborda o meu coração... nos teus lábios se extravasou a graça; por isso Deus te abençoou para sempre.” (Sl 45.1,2)
b) Vigiando no falar e no agir:
”Ordena e ensina... Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, tornar-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.” (1Tm 4.11,12)
Quão lamentável é olharmos as igrejas e contemplarmos a indiferença com a qual o Senhor é tratado. Seus mandamentos já não são verdadeiramente observados; e o mundo entra, a aparência é semelhante aos praticantes da vontade da carne.
”Esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, para que tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” (1Co 9.27)
”Vejo que este que passa sempre por nós é santo homem de Deus.” (2 Rs 4.8,9)
A língua encontra-se contaminada pelas muitas gírias e expressões indignas, na aparência perfeitamente igual ao mundo; longos cabelos nos homens, mulheres tosquiadas, tatuagens, piercings e a vestimenta segundo a moda ditada pelo diabo!
Como serão luz, estes que insistem na aparência das trevas?
Como serão reconhecidos a exemplo de Eliseu?
c) Língua segundo o Espírito de Deus:
”Põe  guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios” (Sl 141.3)
”E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus..."(Sl 40.3)
”Habite ricamente em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos e hinos e cânticos espirituais, com gratidão, em vossos corações. E tudo que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus.” (Cl 3.16,17)
As nossas palavras não podem ser jogadas ao vento, necessitam serem sérias, cheia de unção.
Segundo este princípio, tornar-se impossível que o Servo de Deus compartilhe as mesmas conversas imundas, eróticas ou impróprias, conte as mesmas anedotas.
Resumindo, “Não se assenta na roda dos escarnecedores!”
“A boca do justo é manancial de vida...” (Pv 10.11)
O controle de nossa língua é um dever!
Sermos cheios do Espírito Santo, é a única forma de servirmos verdadeiramente a Deus.
Conclusão
Agora temos verdadeiramente consciência que só podemos combater o mau uso da língua, quando nos alimentamos da Palavra e nos deixamos dominar pelo Santo Espírito de Deus. Afinal, nosso reino, nossa cidadania é celestial e como tal, nossa vida deve refletir os costumes do Reino da Verdade. Jamais, deixando-nos contaminar pelos costumes e práticas que o diabo sabia e dissimuladamente tem implantado em meio à sociedade.
Somos separados para vivermos segundo os princípios eternos do Senhor Deus, contido em Sua Palavra – a Bíblia Sagrada.
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.
fonte portal ebd.org.br

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes