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09 maio 2012

Santuários descobertos em Judá confirmam descrições bíblicas



Objetos de culto remontam ao tempo do Rei Davi


Santuários descobertos em Judá confirmam descrições bíblicas
Arqueólogo da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu santuários de culto que remontam ao tempo do rei Davi. Seu achado pode oferecer maior clareza para algumas referências obscuras a construções na Bíblia.

Professor Yosef Garfinkel diz que sua descoberta em Khirbet Qeiyafa, uma antiga cidade fortificada localizada 30 quilômetros a sudoeste de Jerusalém e adjacente ao vale de Elá, comprovam a narrativa bíblica sobre como era a região antes da construção do Templo de Salomão.

“Esta é a primeira vez que arqueólogos descobriram uma cidade fortificada em Judá datada do período do rei Davi”, explicou Garfinkel em um comunicado de imprensa. “Nem mesmo na região de Jerusalém achamos uma cidade fortificada tão bem conservada deste período”.

“Pela primeira vez na história temos objetos reais do tempo de Davi, que podem estar relacionado com os monumentos descritos na Bíblia”, comemora o comunicado de imprensa, do Ministério das Relações Estrangeiras de Israel. Curiosamente, o anúncio foi feito poucos dias após um “selo” do mesmo período ter sido localizado em Jerusalém.

O grupo de arqueólogos liderado por Garfinkel descobriu várias peças em um local de escavação perto da cidade israelense de Bet Shemesh. Eles podem ser suficientes para mudar o modo como vemos a descrição bíblica dos reinados de Davi e Salomão.

“Seu design meticuloso correspondem às descrições bíblicas do palácio e do Templo de Salomão”, disse Garfinkel, que passou cinco anos escavando Khirbet Qeiyafa, também conhecida como a “Fortaleza de Elá”, uma cidade cercada por muralhas e localizada estrategicamente entre Jerusalém e as cidades habitadas pelos filisteus.

O Antigo Testamento narra com grande detalhe os reinados de Davi e Salomão, durante o século 10 aC, mas até hoje há pouquíssimas evidências que confirmem sua magnitude ou até mesmo a sua existência. Em Jerusalém há abundância de vestígios do período do Segundo Templo (século 6 aC), mas as referências ao primeiro Templo ainda são objeto de debate acadêmico e político.

Um deles é um muro de 70 metros, com uma alta torre de vigia que foi desenterrada perto das muralhas da cidade antiga de Jerusalém, dois anos atrás. Ela foi identificada como um possível trabalho do rei Salomão. Estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram encontrados em Khirbet Qeiyafa, cuja construção data entre os séculos 10 e 11 aC.

Entre os achados de agora estão peças de cerâmica, ferramentas feitas de pedra e metal, obras de arte, e três salas que serviriam de santuários. Os itens encontrados, diz Garfinkel, revelam que as pessoas que viviam ali eram monoteístas e não tinham um ícone. Ou seja, não adoravam imagens de escultura de seres humanos ou animais. Os israelitas da Bíblia eram assim, muito diferentes dos povos vizinhos.

“Ao longo dos anos, milhares de ossos de animais foram encontrados, incluindo ovelhas, cabras e gado, mas nunca de porcos. Agora descobrimos três salas de culto, com vários apetrechos, mas nenhuma imagem de culto humana ou animal foi encontrada”, disse Garfinkel.

“Isto comprovaria que a população local obedecia duas proibições bíblicas – carne de porco e imagens esculpidas. E também que seu culto diferia dos cananeus ou dos filisteus”.

Pequenos “santuários portáteis” ou “miniaturas” foram descobertos no local. Eles possuem marcas que os arqueólogos acreditam serem capazes de esclarecer o significado de algumas palavras bíblicas que perderam o seu verdadeiro significado ao longo do tempo.

Na descrição do palácio de Salomão, em 1 Reis 7:1-6, por exemplo, a palavra “Slaot” foi traduzida como “pilares”, mas agora eles dizem que seria melhor ser entendido como “triglifos”, que seriam as vigas do telhado, também comuns nos templos gregos. O termo “Sequfim”, que já havia sido traduzida como “três ordens de janelas”, agora está sendo entendida como “três portas de entrada rebaixadas”.

Foram encontradas casas na cidade cuja altura é exatamente duas vezes sua largura, como são muitos edifícios de Jerusalém. Esse seria o teste de conexão entre a capital e o que se acredita que foi a cidade bíblica de Saaraim, habitada nos tempos de Davi e Salomão e mencionada nos livros de 1 Samuel e 1 Crônicas.

“Saaraim, aqui no Vale de Elá, significa “duas portas”. É uma cidade única do período do Primeiro Templo, pois possuía duas portas de entrada, todas as outras tinham apenas uma”, disse.

Para os pesquisadores, essas últimas descobertas reforçam a corrente de estudo que vê na Bíblia um relato confiável dos acontecimentos históricos. “A precisão das descrições não nos deixa outra opção, mas quem ainda não acredita me explique como tal similaridade é possível”, finaliza Garfinkel.

Hershel Shanks, editor da revista Biblical Archaeology Review, disse ao Christian Post que as descobertas são “extremamente interessantes” e que nem 20% do local foi escavado ainda, então o mais é provável que podem haver algumas surpresas pela frente”.

Fonte: Gospel Prime

Batismo nas águas na AD Joinville



Desde o início do ano, 441 pessoas foram batizadas


Batismo nas águas na AD Joinville
A Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Joinville (IEADJO) completa no dia 17 de Julho de 2012, 79 anos de fundação, e está em constante crescimento, graças ao departamento de Evangelismno e Discipulado, a grande alavanca de Crescimento da Igreja.

Desde o início do ano, já desceram às águas batismais 441 almas, estas, "enterraram o velho homem e ressurgiram das águas uma nova criatura em Cristo Jesus", a explicação mais exata para o batismo nas águas, segundo o pastor Márcio Batista, diretor do depCom e Coordenador Geral da Uniaadjo.

Aconteceu no Domingo (29 de abril) no templo central da IEADJO o segundo Batismo do ano. O convidado para trazer a mensagem da Palavra de Deus foi o pastor do distrito 24 - Parque Guarani, Pr. Eliseu Elias, que segundo o Pr Edmarcos Christen, baseou a mensagem no Salmo 40, "com uma expressão eloqüente: '... tirou-me de um charco de lodo'; exemplificou que os candidatos não estão mais em um lugar de pecado, mas sim estão testemunhando que já estão limpo pela palavra e salvo por Jesus", salientou.

O próximo Batismo em Águas acontecerá no dia 24 de junho no templo central. Para os que não são membros e desejam membrar-se à IEADJO "devem fazer o curso de Discipulado", convida o pastor joary Carlesso. "Entre em contato com o telefone (47) 3431- 4332 no horário comercial", convida o coordenador do discipulado.

Para entrar em contato com a secretaria do templo central, é pelo telefone: (47) 3431-4300 ou pelo e-mail: secretaria@adjoinville.org.br.

Fonte: AD Joinville

Grupo de igreja batista é detido por orar em frente à Casa Branca



Pastor e três mulheres estavam ajoelhados ao lado da cerca do jardim da Casa Branca



Grupo de igreja batista é detido por orar em frente à Casa Branca
Grupo de membros da Igreja Batista do Sul de Buena Park, Califórnia, viajou até a capital Washington para participar do Dia Nacional de Oração, celebrado nos EUA.

Quando o ativista chinês Chen Guangcheng fugiu da prisão domiciliar algumas semanas atrás, e chegou até a embaixada americana, a maior parte da imprensa mundial noticiou que a façanha era incrível por ele ser cego. Pouca, ou nenhuma atenção foi dada ao fato de que os motivos de sua prisão foram ele ser um ativista contra os abortos feitos pelo governo e declarar-se cristão.

Na última quinta-feira, um grupo de membros da Igreja Batista do Sul de Buena Park, Califórnia, viajou até a capital Washington. Seu objetivo era participar do Dia Nacional de Oração, celebrado nos EUA, bem como participar da Conferência de Oração mensal do Congresso norte-americano.

No dia seguinte, eles separaram um momento especial de intercessão pela vida de Chen, que agora busca sair da China por meios legais. Mas acabaram sendo presos por isso.

O pastor Wiley Drake, que liderava o grupo afirmou durante uma entrevista por telefone no sábado: “Vamos voltar a Washington. Eu vou voltar para a Casa Branca e orar ali novamente”.

Drake disse que ele, o pastor Pat Mahoney e três mulheres de sua igreja estavam ajoelhados ao lado da cerca do jardim da Casa Branca, orando, quando agentes de segurança chegaram.

Eles os interromperam e disseram que deveriam sair, pois não era permitido ficarem naquele local. Mesmo dizendo que estavam ali para orar, Drake, Mahoney, Gwyn Epeppard, 56, Tina Whittington, 37, e Sarah Maher, 23, foram presos.

“Nosso sentimento é que, em comparação ao que Chen Guangcheng sofreu na cadeia… o que fizemos foi o mínimo comparado ao sacrifício dele”, disse Drake. Ele diz esperar que o presidente Barack Obama e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, concedam asilo político a Guangcheng.

Mesmo tendo ficado algumas horas preso, Drake insiste: “Nós não acreditamos ter violado qualquer lei”. O caso de Chen segue sem uma resposta final. Ele foi levado ao Hospital Chaoyang em Pequim, para o tratamento de uma lesão sofrida no pé durante sua fuga, onde permanece internado.

Inicialmente, ele dizia que desejava permanecer na China para estudar Direito, e um acordo entre Washington e Pequim levou à sua liberação. Porém, depois de ser internado em um hospital, ele mudou de ideia, dizendo-se ameaçado, e passou a solicitar autorização para se radicar nos EUA, onde também tem convite para estudar.


Fonte: Folha Gospel
 

Jardim da Infância - Lição 7: Na Igreja eu falo com Deus


2º Trim. 2012 - Jardim da Infância - Lição 7: Na Igreja eu falo com Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Eu gosto da Igreja
Comentaristas: Verônica de Oliveira Araujo & Marta Doretto

LIÇÃO 7 -  NA IGREJA EU FALO COM DEUS

Texto Bíblico   2 Rs 18.13-19,37
No ano décimo quarto do rei Ezequias, subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá, e as tomou.
Pelo que Ezequias, rei de Judá, enviou ao rei da Assíria, a Laquis, dizendo: Pequei; retira-te de mim; tudo o que me impuseres suportarei. Então o rei da Assíria impôs a Ezequias, rei de Judá, trezentos talentos de prata e trinta talentos de ouro.
Assim deu Ezequias toda a prata que se achou na casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei.
Foi nesse tempo que Ezequias, rei de Judá, cortou das portas do templo do Senhor, e dos umbrais, o ouro de que ele mesmo os cobrira, e o deu ao rei da Assíria.
Contudo este enviou de Laquis Tartã, Rabe-Sáris e Rabsaqué, com um grande exército, ao rei Ezequias, a Jerusalém; e subiram, e vieram a Jerusalém. E, tendo chegado, pararam ao pé do aqueduto da piscina superior, que está junto ao caminho do campo do lavandeiro.
Havendo eles chamado o rei, saíram-lhes ao encontro Eliaquim, filho de Hilquias, o mordomo, e Sebna, o escrivão, e Joá, filho de Asafe, o cronista.
E Rabsaqué lhes disse: Dizei a Ezequias: Assim diz o grande rei, o rei da Assíria: Que confiança é essa em que te estribas?
Então Eliaquim, filho de Hilquias, o mordomo, e Sebna, o escrivão, e Joá, filho de Asafe, o cronista, vieram a Ezequias com as vestes rasgadas, e lhe fizeram saber as palavras de Rabsaqué.


Objetivo
Após a aula seu aluno devera entender o significado de orar a Deus, bem como a necessidade de falar com Deus  na sua casa, que é a igreja.

A Palavra é ....     ORAR
Segundo o dicionário ORAR é  ato religioso pelo qual nos dirigimos a Deus para suplicar algum benefício, ou para adorá-lo; oração. / Pedir, rogar em oração, em prece sob forma de meditação; em termos comum significa “falar com Deus”
Sem duvida alguma que a oração modelo “Pai nosso” é algo necessário as primeiras instruções ao pequenos quanto a orar, porem creio que os professores podem ir alem do simples  incentivo a uma oração que ao passar do tempo tornara decorada, esta aula pois é uma oportunidade de conscientizar as crianças melhor acerca disto.

Aprendendo com a Bíblia
A Bíblia é o nosso manual de aprendizado, para isto, devemos nesta aula seguir as suas orientações:
1º Siga a seqüência de aula da revista, na aula anterior  vimos a alegria em vir a casa de Deus, nesta lição estamos estudando o que viemos fazer na casa de Deus, para tanto ensine que a casa de Deus também é chamada Casa de Oração.
Se houver tempo explique como temos acesso direto a Deus, através da oração.
2º  Ensine os pequenos o conceito bíblico de oração, para isto disponibilizei o texto abaixo:
Não andeis ansiosos de coisa alguma. Em tudo, porém sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições pela oração e pela súplica com ações de graças.
Filipenses 4:6
A oração não é algo formal, para atrair a atenção do homens, como faziam os fariseus, e por isso foram condenados. Eles estavam acostumados a orar formalmente 18 vezes ao dia, segundo as leis herdadas dos antepassados, e observavam com rigor pontual os horários destinados à oração, onde quer que estivessem. Por isso, com freqüência eram obrigados a orar em público, e os judeus, admirados, sempre os surpreendiam em sua prática nas esquinas das ruas. A oração passou a ter , então, caráter de mero ritualismo, sem consistência espiritual, onde o que contava era a exterioridade sofisticada de palavras vazias para receber o louvor humano.

A oração também não é como a reza, uma repetição interminável de enunciados que não traduzem os sentimentos do coração (v. 7). Este era o costume dos gentios, adeptos das religiões politeístas, que horas a fio repetiam mecanicamente as mesmas palavras diante de seus deuses, o que mereceu a veemente reprovação do Senhor Jesus, pois o mesmo estava ocorrendo com os praticantes da religião judaica.
Afinal o que é a oração? A melhor definição encontra-se, é obvio, na Bíblia. Nenhum conceito teológico expressa com a mesma clareza e simplicidade o que ela significa. A oração é segundo as Escrituras, uma via de mão dupla através da qual o crente , com se clamor, chega à presença de Deus, e este vem ao seu encontro, com as respostas
 (Jr 33:3 " Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes."). 

A oração é fruto espontâneo da consciência de um relacionamento pessoal com o Todo-Poderoso, onde não há espaço para o monólogo, pois quem ora não apenas fala, mas também precisa estar disposto a ouvir. É um diálogo onde o crente aprofunda sua comunhão com Deus e ambos conversam numa linguagem que tem como intérprete o Espírito Santo (Rm 8:26-27 "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos.") .

O maior exemplo de oração, no entanto, foi o próprio Mestre. Sendo ele o Filho de Deus, cujos atributos divinos lhes asseguravam o direito de agir sobrenaturalmente, podia dispensar a oração como prática regular de sua vida.
Ora, isto significa que o Senhor dependeu tanto da oração como qualquer outra pessoa que se proponha a servir integralmente a Deus. Ela foi o instrumento pelo qual pôde suportar as afrontas, não dar lugar ao pecado, tomar sobre si o peso da cruz e vencer o maligno (Mt 26:36-46 "Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.

E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados. Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Então, voltou para os discípulos e lhes disse: Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima.").

A oração modelo, registrada em Mt 6:9-13, não é simplesmente uma fórmula para ser repetida. Se assim fosse, o Mestre não teria condenado as "vãs repetições" dos gentios. Seria uma incongruência. O seu propósito é revelar os pontos principais que dão forma ao conteúdo da oração cristã. Ela não é uma oração universal, mas se destina exclusivamente àqueles que podem reconhecer a Deus como Pai, por intermédio de Jesus Cristo. A oração do crente, sincera e completa em seu objetivo, traz em si estes aspectos:
  • Reconhecimento da soberania divina (Pai nosso, que estás nos céus,);
  • Reconhecimento da santidade divina (santificado seja o teu nome;);
  • Reconhecimento da vinda do reino no presente e sua implantação no futuro (venha o teu reino;);
  • Submissão sincera à vontade divina (faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;)
  • Reconhecimento que Deus supre as nossas necessidades pessoais (11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;);
  • Disposição de perdoar para receber perdão (e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;);
  • Proteção contra a tentação e as ações malignas (e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal);
  • Desprendimento para adorar a Deus em sua glória (pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!).

Historia Bíblica
A historia bíblica da lição é um exemplo  da eficácia da oração, diante de seus inimigos, o Rei de Judá não poderia fazer nada alem de orar a Deus, pedindo para que  fossem livrados da opressão dos seus inimigos.
A Bíblia está cheia de exemplos de orações que foram poderosas e eficazes.
  • Moisés fez numerosas orações intercessoras às quais Deus atendeu, mesmo depois de Ele dizer a Moisés que ia proceder de outra maneira.
  • Sansão, arrependido, orou pedindo uma última oportunidade de cumprir sua missão máxima de derrotar os filisteus; Deus atendeu essa oração ao lhe dar forças suficientes para derrubar as colunas do prédio onde os inimigos estavam exaltando o poder dos seus deuses (Jz 16.21-30).
  • Deus respondeu às orações de Elias em pelo menos quatro grandes ocasiões; em todas elas redundaram em glória ao Deus de Israel (17-18; Tg 5.17,18). 
  • O rei Ezequias adoeceu e Isaías lhe declarou que morreria (2Rs 20.1; Is 38.1). Ezequias, reconhecendo que sua vida e obra estavam incompletas, virou o rosto para a parede e orou intensamente a Deus para que prolongasse sua vida. Deus mandou Isaías retornar a Ezequias para garantir a cura e mais quinze anos de vida (2Rs 20.2-6; Is 38.2 6).
  • Não há dúvida de que Daniel orou ao Senhor na cova dos leões, pedindo para não ser devorado por eles, e Deus atendeu o seu pedido (Dn 6.10,16-22).
  • Os cristãos primitivos oraram incessantemente a Deus pela libertação de Pedro da prisão, e Deus enviou um anjo para libertá-lo (At 12.3-11; cf. 12.5 nota). Tais exemplos devem fortalecer a nossa fé e encher-nos de disposição para orarmos de modo eficaz, segundo os princípios delineados na Bíblia.
Fonte: BEP

Conclusão
Alem de instruí-los  acerca da oração, aproveite o tema para conscientizar as crianças a respeito da reverencia na igreja, infelizmente alguns pais não o fazem, e acabam por vezes confrontando aqueles que chamam atenção das crianças que correm pela igreja, que brincam no templo.

Professor  procure na medida do possível ensinar as crianças a ter uma postura melhor, aproveite a fase de aprendizado que elas estão passando, lembrem se elas são como massinhas de modelar. Boa aula!!


Atividades:  a)  Pinte as crianças orando
                      b) Ao encerrar a aula, pode-se providenciar algum alimento,
                          afim que as crianças orem
         


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira


http://www.portalebd.org.br fonte

PRIMÁRIOS - Lição 7: Jesus o amigo dos que choram

2º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 7: Jesus o amigo dos que choram

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Jesus e seus amigos
Comentaristas: Laudicéia Barboza da Silva & Débora Ferreira da Costa

LIÇÃO 7 – JESUS O AMIGO DOS QUE CHORAM


Texto Bíblico: João 11.1-44


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que Deus é o SENHOR da vida, e Jesus como Deus pôde e pode dar a vida, e ressuscitar mortos.


Frase do dia...
MEU AMIGO JESUS É PODEROSO

Jesus é tão poderoso que esteve morto por três dias, mas a morte pode segurar a Jesus, Ele é mais poderoso que a morte e ressuscitou.


Memória em Ação
“Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente.”(Hb 13.8 – ARC)


 Explorando a Bíblia
Um homem chamado Lázaro estava doente.  Ele e suas irmãs, Maria e Marta, moravam no povoado de Betânia. As irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus:
-- Senhor, o seu querido amigo Lázaro está doente!

Jesus estimava muito Marta, e sua irmã, e também Lázaro.  Quando soube que Lázaro estava doente, demorou-se ainda dois dias onde estava.  Então disse aos seus discípulos:
-- Vamos voltar para a Judéia.
Mas eles disseram:
-- Mestre, agora mesmo os judeus de lá queriam apedrejá-lo, e o Senhor quer voltar?
Então Tomé, disse aos seus companheiros:
-- Vamos nós também, para morrer com o Mestre!

Quando Jesus chegou, já fazia quatro dias que Lázaro havia sido enterrado.  Quando Maria soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele.  Maria, porém, ficou em casa.  Então Maria disse a Jesus:
-- Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido!  Mas eu sei que, mesmo assim, Deus dará tudo o que o Senhor pedir. 

Então Jesus afirmou:
-- Eu sou a ressurreição e a vida.  Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem  vive e crê em mim nunca morrerá.  Você crê nisto?
-- Sim, Senhor! disse ela. – Eu creio que o Senhor é o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.

Quando Maria chegou onde Jesus estava, caiu aos pés dele, dizendo:
-- Se o Senhor estivesse aqui, meu irmão não teria morrido!

Jesus viu Maria chorar, e viu que os judeus que estavam com ela também choravam.  Então ficou muito triste e comovido, e perguntou:
-- Onde é que vocês o sepultaram?
-- Senhor, venha ver – responderam.

Jesus chorou.  Então os judeus disseram:
-- Vejam como ele estimava Lázaro!
Mas alguns disseram:
-- Ele curou o cego.  Será que não podia fazer alguma coisa para que Lázaro não morresse?

Jesus ficou outra vez muito comovido.  Foi até o túmulo, que era uma gruta com uma pedra colocada na entrada.
-- Tirem a pedra! Ordenou ele.
Marta, a irmã de Lázaro, disse:
-- Senhor, ele está cheirando mal, pois faz quatro dias que foi sepultado!
-- Eu disse que, se você crer, verá a glória de Deus – respondeu Jesus. 
Aí tiraram a pedra.  Jesus olhou para o céu, e disse:
-- Pai, eu te agradeço porque me ouviste.  Eu sei que sempre me ouves; mas eu falei assim por causa da multidão que está aqui, para que acreditem que te me enviastes.

Depois de dizer isto, gritou:
-- Lázaro! Venha para fora!
E Lázaro saiu.  Seus pés e suas mão estavam enfaixados com tiras de pano, e ele tinha uma faixa em volta do rosto.  Então Jesus disse:
-- Desenrolem as faixas, e deixem que ele vá.
Muitos judeus que tinham ido visitar Maria viram o que Jesus fez, e creram nele.  Mas alguns voltaram e contaram aos fariseus o que ele havia feito.  Então os fariseus e os chefes dos sacerdotes se reuniram com o Conselho Superior, e disseram:
-- Que é que vamos fazer?  Este homem está fazendo muitos milagres!  Se deixarmos que ele continue assim, todos vão acreditar nele. 
Então, daquele dia em diante, os líderes judeus fizeram planos para matar Jesus.

Prezado (a) enfatize aos pequenos que quando Lázaro morreu, Jesus ficou triste e chorou.  Jesus ressuscitou o Lázaro por causa do amor que tinha por aquela família e a fim de que os outros acreditassem nele.  Mas, mais tarde quando a vida de Lázaro finalmente acabou Jesus não estava lá.  Talvez Maria e Marta tivessem que passar por isso sozinhas.  Um conforto para elas era saber que Jesus é a ressurreição e a vida e que todos nós podemos ser ressuscitados para viver com Ele um dia.


Oficina criativa
Reproduza o desenho abaixo para os pequenos colorir:

Fonte: www.http://4.bp.blogspot.com


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         Allan Hart Jahsmann e Martim P. Simon  - Horinhas com Deus - Editora Sinodal


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª  Jaciara da Silva.
fonte   

JUNIORES - Lição 7: Mardoqueu o herói conselheiro


2º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 7: Mardoqueu o herói conselheiro

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Heróis da Bíblia
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa


LIÇÃO 7 – MARDOQUEU, O HERÓI CONSELHEIRO

Ao Mestre
Prezado (a) alguns dados acerca de Mardoque. O seu nome é derivado da palavra Marduque, nome do deus da cidade da Babilónia. Foram encontrados, em Nipur, textos persas com referência a um oficial dos governos de Dario e de Artaxerxes I chamado Mardukaya, possívelmente Mordecai.

Era primo de Ester e, pela morte dos pais desta, adoptou-a criando-a como filha. Por tal, mereceu a confiança e obediência de Ester, mesmo quando esta saíu de sua casa para ser rainha do rei Assuero ou Artaxerxes I do Império Pérsa.

Na sua apresentação consta que era benjamita descendente de Jair, Simei e Quis. Ora, Quis era o pai de Saul, o primeiro rei de Israel. Este é um dado importante visto que o seu inimigo na história de Ester é Hamã o agagita, ou seja, descendente de Agague (rei dos amalequitas que se opôs a Saul). Este dado quase dá a entender que a sua inimizade de alguma forma representava a inimizade entre Saul e Agague.
Mardoqueu ocupou uma posição de elevado destaque no governo de Assuero após a execução de Hamã.

Use o calendário abaixo para identificar os meses do calendário judaico

Fonte: www.capuchinhos.org


Texto Bíblico: Ester 4.1-17

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a:
Compreender que devem sempre buscar conselhos de pessoas que amam e obedecem a Deus


Exercitando a Memória
“Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso.”(Pv 15.22 – NTLH).


Conselho
1. Opinião, ensino ou aviso quanto ao que cabe fazer; opinião, parecer
2. Bom senso; sabedoria; prudência
3. Opinião refletida ou resolução maduramente tomada

Enfatize aos pequenos que é muito importante ouvimos bons conselhos, explicando a eles que os verdadeiros conselheiros, nem sempre nos dizem o que queremos ouvir, mas sim o que precisamos, o que verdadeiramente nos ajudará.


Crescendo no conhecimento
O judeu Mardoqueu assentado à porta do palácio, ouve por acaso dois dos servos do rei tramando matá-lo. Ele adverte o rei por meio da rainha Ester. Este ato de serviço é anotado nos livros de registro do rei.

No ano doze do reinado de Xerxes, no primeiro mês, Hamã ordenou que tirassem a sorte (chamava-se isso de “purim”), para decidir o dia e o mês em que os judeus seriam mortos. Foi sorteado o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar.
Hamã foi e disse ao rei:
--- Por todas as províncias do reino, está espalhado um povo que segue leis diferentes das leis dos outros povos. O pior, ó rei, é que eles não obedecem às suas ordens, e por isso não convém que o senhor tolere que eles continuem agindo assim. Se o senhor quiser, assine um decreto ordenando que eles sejam mortos. E eu prometo depositar nos cofres reais trezentos e quarenta e dois mil quilos de prata para pagar as despesas do governo.

O rei tirou o seu anel-sinete, que servia para carimbar as suas ordens, e o deu a Hamã, filho de Hamedata e descendente de Agague, o inimigo dos judeus. E o rei lhe disse:
 — Fique com o seu dinheiro, e essa gente eu entrego nas suas mãos. Faça com eles o que quiser.

No dia treze do primeiro mês, Hamã mandou chamar os secretários do palácio e ditou a ordem. Ele ordenou que fosse traduzida para todas as línguas faladas no reino e que cada tradução seguisse a escrita usada em cada província. A ordem devia ser enviada a todos os representantes do rei, aos governadores das províncias e aos chefes dos vários povos. Ela foi escrita em nome do rei, carimbada com o seu anel-sinete e levada por mensageiros a todas as províncias do reino. A ordem era matar todos os judeus num dia só, o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar. Que todos os judeus fossem mortos, sem dó nem piedade: os moços e os velhos, as mulheres e as crianças. E a ordem mandava também que todos os bens dos judeus ficassem para o governo.

Em cada província deveria ser feita uma leitura em público dessa ordem, a fim de que, quando chegasse o dia marcado, todos estivessem prontos. O rei deu a ordem, e os mensageiros foram depressa a todas as províncias; e em Susã, a capital, a ordem foi lida em público. O rei e Hamã se assentaram para beber, enquanto a confusão se espalhava pela cidade.

Quando Mardoqueu  soube de tudo isso, rasgou a roupa em sinal de tristeza, vestiu uma roupa feita de pano grosseiro, pôs cinza na cabeça e saiu pela cidade, chorando e gritando. Quando chegou à entrada do palácio, ele não entrou, pois quem estivesse vestido daquela maneira não podia entrar. E, em todas as províncias, em todos os lugares onde foi lida a ordem do rei, os judeus começaram a chorar em voz alta. Eles se lamentaram, choraram e jejuaram, e muitos deles vestiram roupas feitas de pano grosseiro e se deitaram sobre cinzas.

Ester ficou muito aflita quando as suas empregadas e os seus eunucos lhe contaram o que havia acontecido. Ela mandou roupas para Mardoqueu vestir, mas ele não quis. Então ela mandou chamar Hataque, um dos eunucos do palácio, que tinha sido escolhido para atendê-la, e ordenou que ele fosse falar com Mardoqueu para saber o que estava acontecendo e qual era a razão de tudo aquilo. Hataque foi procurar Mardoqueu na praça que havia em frente do palácio, e Mardoqueu contou tudo o que tinha acontecido com ele. Disse também a quantia exata que Hamã tinha prometido depositar nos cofres do rei como pagamento pela destruição de todos os judeus.
Mardoqueu entregou a Hataque uma cópia do decreto que havia sido lido por toda a cidade de Susã, ordenando que os judeus fossem mortos. E Mardoqueu pediu a Hataque que levasse a cópia a Ester, explicasse tudo direito e pedisse a ela que fosse falar com o rei e insistisse que ele tivesse piedade do povo dela. Hataque fez o que Mardoqueu tinha pedido, e Ester mandou Hataque entregar a seguinte resposta a Mardoqueu:
--- É do conhecimento de todos, desde os servidores do palácio até os moradores de todas as províncias, que ninguém, seja homem ou mulher, pode entrar no pátio de dentro do palácio para falar com o rei, a não ser que tenha recebido ordem para isso. A lei é esta: quem entrar sem licença do rei será morto, a não ser que o rei estenda o seu cetro de ouro para essa pessoa. E já faz um mês que o rei não me manda chamar.
Quando recebeu a mensagem de Ester, Mardoqueu mandou o seguinte recado para ela:
--- Não pense que, por morar no palácio, só você, entre todos os judeus, escapará da morte. Se você ficar calada numa situação como esta, do Céu virão socorro e ajuda para os judeus, e eles serão salvos; porém você morrerá, e a família do seu pai desaparecerá. Mas quem sabe? Talvez você tenha sido feita rainha justamente para ajudar numa situação como esta!

Ester enviou a Mardoqueu a seguinte resposta:
--- Vá e reúna todos os judeus que estiverem em Susã, e todos vocês jejuem e orem por mim. Durante três dias não comam nem bebam nada, nem de dia nem de noite. Eu e as minhas empregadas também jejuaremos. Depois irei falar com o rei, mesmo sendo contra a lei; e, se eu tiver de morrer por causa disso, eu morrerei. Aí Mardoqueu foi e fez tudo o que Ester havia mandado.

No terceiro dia de jejum, Ester se vestiu com as suas roupas de rainha, foi e ficou esperando no pátio de dentro do palácio, em frente do salão nobre do rei. Ele estava lá dentro, sentado no trono, que ficava em frente da porta do pátio. E, quando ele viu a rainha Ester esperando lá fora no pátio, teve boa vontade para com ela e estendeu-lhe o seu cetro de ouro. Ester entrou, chegou perto dele e tocou na ponta do cetro. E o rei perguntou:
 — O que está acontecendo, rainha Ester? O que você deseja? Peça o que quiser, que eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino. Ester respondeu:
— Se for do seu agrado, eu gostaria de convidar o senhor e Hamã para o banquete que estou preparando hoje para o senhor.
Aí o rei ordenou:
— Digam a Hamã que venha depressa, para que nós aceitemos o convite de Ester. Assim o rei e Hamã foram ao banquete que Ester havia preparado.

Quando estavam bebendo vinho, o rei perguntou a Ester:
— Qual é o seu pedido? Peça o que quiser, que eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino. Ester respondeu:
— É o seguinte: se eu puder me valer da bondade do rei, e se for do seu agrado atender o meu pedido, gostaria de convidar o senhor e Hamã para outro banquete que eu vou preparar amanhã para os dois. Aí lhe direi o que eu quero.

Hamã saiu do banquete alegre e feliz da vida. Porém, quando chegou perto da entrada do palácio, ele encontrou Mardoqueu ali e ficou furioso porque Mardoqueu não se curvou diante dele, nem fez qualquer outro sinal de respeito. Mas ele se controlou e voltou para casa. Então mandou chamar os amigos e pediu que Zeres, a sua mulher, também viesse. Hamã começou a falar da sua riqueza, do número de filhos que tinha, das promoções que havia recebido do rei e de como agora ocupava a mais alta posição do reino, acima de todos os outros ministros e funcionários. E continuou:
 — Além de tudo isso, eu fui a única pessoa que a rainha Ester convidou para acompanhar o rei ao banquete que ela preparou para ele. E ela também me pediu que eu fosse com ele a outro banquete amanhã! Mas tudo isso não me vale nada enquanto eu continuar vendo Mordecai, aquele judeu, sentado na entrada do palácio.

Aí a mulher dele e todos os amigos deram a seguinte sugestão:
 — Mande fazer uma forca de uns vinte metros de altura e amanhã de manhã peça ao rei que mande enforcar Mardoqueu. Então você poderá ir feliz com o rei ao banquete.

Hamã gostou da idéia e mandou construir a forca. Naquela mesma noite, o rei não conseguiu pegar no sono; então mandou buscar o livro em que se escrevia o que acontecia no reino e ordenou que os seus funcionários lessem para ele. A parte que leram contava como Mardoqueu tinha descoberto o plano para matar o rei, plano este preparado por Bigtã e Teres, os dois eunucos que eram guardas do palácio. Aí o rei perguntou:
— Que homenagens foram prestadas e que prêmios foram dados a Mardoqueu por ter feito isso?
 — Nada se fez a esse respeito! - responderam os funcionários.
Justamente nesse instante, Hamã entrou no pátio que ficava ao lado dos quartos do rei para lhe pedir que mandasse enforcar Mardoqueu na forca que ele, Hamã, havia mandado construir. O rei perguntou:
 — Quem está no pátio?
— É Hamã! - responderam os servidores.
— Mandem que entre! - ordenou o rei.

Hamã entrou, e o rei lhe disse:
— Eu quero ter o prazer de prestar homenagens a um certo homem. Diga-me o que devo fazer por ele. Hamã pensou assim: “Quem será esse homem a quem o rei tanto quer honrar? É claro que sou eu!”

E Hamã disse ao rei:
— Mande trazer as roupas que o senhor usa e também o cavalo que o senhor monta e mande colocar uma coroa real na cabeça do cavalo. Então entregue as roupas e o cavalo a um dos mais altos funcionários do reino e ordene que ele vista as roupas no homem que o senhor deseja honrar. Depois, que ele leve o homem, montado a cavalo, pela praça principal da cidade e que diga em voz alta o seguinte: “É isto o que o rei faz pelo homem a quem ele quer honrar!”

Então o rei disse a Hamã:
— Vá depressa, e pegue as roupas e o cavalo, e faça com o judeu Mardoqueu tudo o que você acaba de dizer. Ele costuma ficar sentado na entrada do palácio. Não deixe de fazer nenhuma das coisas que você disse.

Hamã foi, pegou as roupas e o cavalo e vestiu as roupas em Mardoqueu i. Depois levou Mardoqueu, montado a cavalo, pela praça principal da cidade e disse em voz alta: “É isto o que o rei faz pelo homem a quem ele quer honrar!”

Depois disso, Mardoqueu voltou para a entrada do palácio, enquanto que Hamã, envergonhado e triste, correu para casa, escondendo o rosto. Contou à esposa e aos amigos tudo o que tinha acontecido com ele. Então ela e os seus amigos, que eram tão sabidos, disseram:
— Você já começou a perder a luta com Mardoqueu. Ele é judeu, e você não vai ganhar de jeito nenhum. Você vai perder na certa.

Eles ainda estavam falando quando os eunucos que estavam ao serviço do rei chegaram e levaram Hamã imediatamente ao banquete que Ester tinha preparado. Portanto, o rei e Hamã foram de novo ao banquete da rainha Ester, e novamente, enquanto bebiam vinho, o rei perguntou a Ester:
— Qual é o seu pedido? Peça o que quiser, que eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino.
Ela respondeu:
— Se eu puder me valer da bondade do rei, e se for do seu agrado, a única coisa que quero é que o senhor salve a minha vida e a vida do meu povo. Pois o meu povo e eu fomos vendidos para sermos destruídos e mortos. Se fosse somente o caso de sermos todos vendidos como escravos, eu não diria nada, pois não seria justo incomodar o senhor por causa de uma desgraça tão sem importância como esta.

O rei Xerxes perguntou à rainha Ester:
 — Quem é o homem que está pensando em fazer isso e onde está ele?
— O nosso inimigo e perseguidor é Hamã, este homem perverso! - respondeu Ester.

Cheio de medo, Hamã ficou olhando para o rei e para a rainha. O rei saiu furioso do salão de banquetes e foi para o jardim. Hamã percebeu que o rei havia resolvido castigá-lo e por isso ficou no salão para pedir à rainha que salvasse a sua vida Ele se jogou no sofá onde Ester estava, para pedir misericórdia, e nesse instante o rei voltou do jardim. Quando viu Hamã, o rei disse:
 — Será que ele pretende desonrar a rainha aqui no meu palácio e na minha frente? Assim que o rei acabou de falar, os seus servidores particulares cobriram a cabeça de Hamã.

Um deles, chamado Harbona, disse:
— Perto da casa de Hamã há uma forca de uns vinte metros de altura que ele mandou construir para enforcar Mardoqueu, o homem que salvou a vida do senhor.
— Enforquem Hamã nela! —ordenou o rei.

Então enforcaram Hamã na forca que ele tinha construído para enforcar Mardoqueu. E assim a raiva do rei se acalmou. Naquele mesmo dia o rei Xerxes deu à rainha Ester a casa e os bens de Hamã, o inimigo dos judeus. E Mardoqueu foi apresentado ao rei porque Ester contou que Mardoqueu era seu parente.
Então o rei tirou o seu anel-sinete, que ele tinha tomado de Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester nomeou Mardoqueu como administrador de todos os bens de Hamã.

Depois Ester se jogou aos pés do rei e, chorando, pediu que anulasse a ordem de Hamã, o descendente de Agague, e que não deixasse que o terrível plano de Hamã contra os judeus fosse executado. O rei estendeu o cetro de ouro para Ester; ela se levantou e ficou de pé diante dele. Então disse:
 — Se for do agrado do rei, e se eu puder contar com a sua bondade, e se o senhor achar que o que eu peço está certo, então assine um decreto anulando a ordem de Hamã, a ordem que o filho de Hamedata e descendente de Agague deu para que no reino inteiro todos os judeus sejam mortos. Pois eu não poderei suportar a destruição do meu povo e a morte dos meus parentes!

E o rei Xerxes disse à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu:
— Eu mandei enforcar Hamã por causa do plano que ele havia feito para matar os judeus e dei todos os seus bens a Ester. Mas uma ordem dada em nome do rei e carimbada com o anel real não pode ser anulada. Porém escrevam o que quiserem aos judeus, assinem em meu nome e selem as cartas com o meu anel.

Isso aconteceu no dia vinte e três do terceiro mês, o mês de sivã. Mardoqueu mandou chamar os secretários do rei e ditou um decreto aos judeus, aos representantes do rei, aos governadores das províncias e aos chefes dos vários povos em todas as províncias do reino, que eram cento e vinte e sete ao todo e iam desde a Índia até a Etiópia. O decreto foi traduzido para todas as línguas faladas no reino, e cada tradução seguia a escrita usada em cada província; o decreto foi copiado também na língua e na escrita dos judeus. As cartas foram escritas em nome do rei, carimbadas com o anel real e levadas por mensageiros montados em cavalos criados nas estrebarias do rei.

 Nas cartas, o rei dava autorização aos judeus de todas as cidades do reino para se organizarem e se defenderem contra qualquer ataque. Se homens armados de qualquer povo ou qualquer província do reino atacassem os judeus, estes podiam combatê-los e matá-los. Podiam acabar com todos os seus inimigos, até mesmo as mulheres e as crianças, e ficar com os seus bens.  Em todas as províncias, os judeus tinham ordem para fazer isso no dia marcado para a matança, isto é, o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar. Uma cópia da ordem do rei devia ser publicada como lei e ser lida em público em todas as províncias, para que no dia marcado os judeus estivessem prontos para se vingar dos seus inimigos.

O rei deu a ordem, os mensageiros montaram cavalos ligeiros da estrebaria real e saíram depressa. O decreto foi lido em público também em Susã, a capital. Mardoqueu saiu do palácio usando uma roupa real azul e branca, com uma grande coroa de ouro na cabeça, e uma capa vermelha de linho fino. Todos os moradores da cidade de Susã ficaram muito contentes e soltaram gritos de alegria. E para os judeus brilhou a luz da felicidade, da alegria e da vitória

Mardoqueu ouve por acaso dois dos servos do rei tramando matá-lo. Ele adverte o rei por meio da rainha Ester. Este ato de serviço é anotado nos livros de registro do rei.
O rei promove Hamã acima de todos os nobres das 127 províncias do seu reino. Todos se inclinam diante de Hamã, exceto Mardoqueu. Isso irrita Hamã. Como vingança, ele persuade o rei a promulgar um decreto para destruir todos os judeus. Quando Mardoqueu fica sabendo disso, partilha com Ester, pedindo que ela apele ao rei para salvar seu povo. Ester concorda e pede que Mardoqueu faça com que os judeus orem e jejuem por ela nos próximos três dias, quando então ela irá perante o rei. Ester se dispõe a dar a própria vida pelo povo de Deus.


 Aplicação da Lição
Esta lição nos fala sobre Serviço prestado à Deus e à Sua Obra.
Mardoqueu e Ester serviram a Deus e a Seu povo ao assumirem a responsabilidade de apelar ao rei para poupar a vida dos judeus. Nós também, atualmente, podemos servir a Deus e a Seu povo permanecendo firmes, fazendo o que é correto em todas as circunstâncias. Se obedecermos os conselhos contidos na Palavra de Deus seremos vitoriosos como a rainha Ester e Mardoqueu foram.


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de estudo da mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
·         Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

 fonte   

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes