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18 maio 2012

JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 8: Na Igreja Deus me escuta


2º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 8: Na Igreja Deus me escuta

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Eu gosto da Igreja
Comentaristas: Verônica de Oliveira Araujo & Marta Doretto

LIÇÃO 8 – NA  IGREJA DEUS ME ESCUTA

Ao Professor (a)
Tenho por mim, que há uma incoerência nesta seqüência das lições, a lição passada tratava da oração, o tema foi “Na igreja eu falo com Deus”, nesta aula  embora o titulo seja diferente, a temática é a mesma.
Se levarmos em conta a lição 09  que tratara das ofertas na igreja, o assunto é encerrado, porem creio que esta lição deveria ser uma seqüência natural da lição 07, invés de simplesmente  ensinarmos sobre o fato de que Deus nos escuta , deveríamos estudar  “Na igreja escutamos  a Deus” levando para o sentido bíblico de ouvir a voz de Deus para obedecermos a sua palavra e seus conselhos.
 É claro e evidente que precisamos conscientizar as crianças que toda a adoração prestada a Deus na igreja não é em vão, pois Ele esta atento a tudo, ouve, nos escuta, porem cabe ao professor fazer essas correções afim de que o aprendizado seja mais completo.
Todavia é apenas uma sugestão, que pode ser considerada no seu planejamento de aula

Texto Bíblico   1 Samuel  1.9-28
Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava sentado, numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor.
Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou muito,
e fez um voto, dizendo: Ó Senhor dos exércitos! se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha.
Continuando ela a orar perante e Senhor, Eli observou a sua boca;
porquanto Ana falava no seu coração; só se moviam os seus lábios, e não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada,
e lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho.
Mas Ana respondeu: Não, Senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; não bebi vinho nem bebida forte, porém derramei a minha alma perante o Senhor.
Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora.
Então lhe respondeu Eli: Vai-te em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.
Ao que disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher se foi o seu caminho, e comeu, e já não era triste o seu semblante.
Depois, levantando-se de madrugada, adoraram  perante o Senhor e, voltando, foram a sua casa em Ramá. Elcana conheceu a Ana, sua mulher, e o Senhor se lembrou dela.
De modo que Ana concebeu e, no tempo devido, teve um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao Senhor.
Subiu, pois aquele homem, Elcana, com toda a sua casa, para oferecer ao Senhor o sacrifício anual e cumprir o seu voto.
Ana, porém, não subiu, pois disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então e levarei, para que apareça perante o Senhor, e lá fique para sempre.
E Elcana, seu marido, lhe disse: faze o que bem te parecer; fica até que o desmames; tão-somente confirme o Senhor a sua palavra. Assim ficou a mulher, e amamentou seu filho, até que o desmamou.
Depois de o ter desmamado, ela o tomou consigo, com um touro de três anos, uma efa de farinha e um odre de vinho, e o levou à casa do Senhor, em Siló; e era o menino ainda muito criança.
Então degolaram o touro, e trouxeram o menino a Eli;
e disse ela: Ah, meu Senhor! tão certamente como vive a tua alma, meu Senhor, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, orando ao Senhor.
Por este menino orava eu, e o Senhor atendeu a petição que eu lhe fiz.
Por isso eu também o entreguei ao Senhor; por todos os dias que viver, ao Senhor está entregue. E adoraram ali ao Senhor.

Objetivo
Após a aula seus alunos deveram;  entender que ao falar com Deus (orar) Ele ouve e responde, ou seja, fala conosco independentemente do local aonde estivermos,
Na igreja Deus nos fala afim de nos aconselharmos, devemos ouvir(obedecer) a sua voz

A Palavra é ...  Escutar
Segundo o dicionário escutar é aplicar o ouvido para perceber, ouvir: escutar atrás da porta. / Ouvir com atenção. / Levar em conta: escutar os conselhos de um amigo. / Ceder
Em termos bíblicos Escutar, é mais do que ouvir com atenção, significa ouvir para obedecer!
Porque, quem esteve no conselho do SENHOR, e viu, e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra, e ouviu? ( Jr 23.18)
Segundo a revista a palavra “escutar” esta empregada no fato de Deus escutar as nossas orações, isto com propósito de atende-las.

Aprendendo a Bíblia
Um dos versículos mais citados da Bíblia quanto a Deus ouvir as nossas orações é:
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos,  então eu ouvirei dos céus, e perdoarei
os seus pecados,  e sararei a sua terra."
(2 Crônicas 7: 14)
A Bíblia afirma que quando Salomão acabou de construir o na sua inauguração, pede então a Deus que sempre ouça as orações de seus servos que iriam ser feitas naquela casa, Deus promete ouvir, porem impõe algumas condições:
Vejamos quais são.
a) ArrependimentoA primeira condição imposta por Deus para atender nossa oração é o arrependimento. E esse acompanhado de humilhação. É necessário entender que sem nos humilharmos diante de Deus , o arrependimento pode ser apenas uma atitude de remorso, humilhar-se diante de Deus é reconhecer que não somos bons o suficiente para receber cousa alguma com base em nossa justiça própria. O arrependimento deve ser acompanhado também de oração.
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar”

b) ConversãoA segunda condição exigida por Deus para atender nossa oração é a conversão. Conversão é mudança de direção, é mudança de atitudes, é mudança de caminho.
Se quisermos que Deus atenda nossas petições devemos ter atitudes justas. Antes de exigirmos respostas de nossas orações, temos de avaliar o nosso coração, porque Deus é claro ao dizer: "...e se converter dos seus maus caminhos...".
No Evangelho de São João esta escrito:
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. (Jo 15.7)
Neste versículo se vê claramente, que para que Deus possa nos atender se faz necessário que  estejamos unidos a Deus fazendo a sua vontade, desta maneira Ele ouvira as nossas orações.
  
Historia Bíblica
A historia de Ana é sem duvida uma das mais bela de toda a Bíblia, não apenas por ser uma historia bastante lembrada  na comemoração dos dias das mães, mas também por ser um belo exemplo que Deus escuta e atende as nossas orações.
A Bíblia diz que Ana era uma mulher que passava por muitas aflições, havia alguns motivos quer podemos destacar:

a) Ela era uma mulher estéril
Sem duvida nenhuma para uma mulher o impedimento de ser mãe é algo bastante triste,
Nos tempos bíblicos uma mulher que não pudesse ter filhos era considerada como amaldiçoada, isto pelo fato que uma mulher estéril jamais poderia receber a graça de gerar o “messias” prometido.

b) A mulher estéril era menosprezada
Como não bastasse a Ana viver o pesar de não poder ser mãe, ela era afligida pelas provocações de Penina a esposa de seu marido Elcana, Pepina já tinha gerado filhos, porem Ana era estéril.
Neste tempo Deus habitava no tabernaculo, Ana ora a Deus, pedindo um filho e faz um voto, afirmando que iria entregar  o filho para Deus, assim Deus atende a oração de Ana.

E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e deu à luz um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao SENHOR. ( 1 Sm 1.20)
Ana deu ao filho o nome de Samuel, que em hebraico significa "Deus ouviu", mas que está relacionado com "pedido de Deus". Ana explicou o nome: "Do Senhor o pedi”

Conclusão
Depois que a criança nasceu e foi desmamada, Ana cumpriu seu voto ao Senhor e a levou  Samuel a Eli o sacerdote. Teria sido fácil esquecer o voto, pois ela  teria razões para não cumpri-lo afinal, ele era seu único filho!
Porem Ana cumpriu o voto em agradecimento a Deus.
Professor ensine as crianças que acima de tudo não devemos orar a Deus apenas quando precisamos de algo, ou queremos algum bem, devemos orar agradecendo a Deus por tudo.

Atividade:
Na galeria de imagem, imprima o desenho para os pequenos pintarem.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

 fonte portal ebd

PRIMÁRIOS - Lição 8: Jesus, o Amigo que ouve minha oração


2º Trim. 2012 -  PRIMÁRIOS - Lição 8: Jesus, o Amigo que ouve minha oração

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Jesus e seus amigos
Comentaristas: Laudicéia Barboza da Silva & Débora Ferreira da Costa

LIÇÃO 8 – JESUS, O AMIGO QUE OUVE MINHA ORAÇÃO


Texto Bíblico: Marcos 10.46-52

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a confiar que Jesus sempre está ouvindo nossas orações, Ele sempre está perto de nós.

Frase do dia...
MEU AMIGO JESUS SEMPRE OUVE MINHA ORAÇÃO

Memória em Ação
“Senhor, escuta a minha voz! Sejam os teus ouvidos atentos à voz das minhas súplicas.” (Sl 130.2 – ARC)

Desenhe uma orelha em uma cartolina, escreva o versículo. Leia com os pequenos várias vezes, isso os ajudará a fixar o texto.


Explorando a Bíblia
Jesus e os discípulos chegaram à cidade de Jericó. Quando ele estava saindo da cidade, com os discípulos e uma grande multidão, encontrou um cego chamado Bartimeu, filho de Timeu
Na época em que Bartimeu, o cego, vivia, só existia um recurso para quem era cego: mendigar. E Bartimeu não fazia outra coisa: ficava sentado na beira do caminho, pedindo esmola.

Ficava assentado às portas de Jericó e, de vez em quando gritava: 'esmola, esmola'. E passavam muitas pessoas por ali conversando e fazendo barulho, o que fazia Bartimeu gritar ainda mais alto: esmola, esmola.

Um dia ouviu falar do Messias prometido, que fazia milagres. Que um dia estivera em um casamento e transformara a água em vinho. Ele curava doentes, aleijados, surdos e cegos.
Bartimeu ficou esperançoso de que esse Jesus passasse por Jericó e ele teria oportunidade de chegar perto do Mestre.

Certo dia, estando a pedir esmolas no lugar de costume, ouviu que Jesus em breve passaria por ali. Quando percebeu, pelo barulho, a aproximação de Jesus, gritou freneticamente:
__ Jesus, Filho de Davi, tenha misericórdia de mim!.

Tentaram fazê-lo calar-se, mas não conseguiram, e ele continuava gritando. De repente, Jesus o mandou aproximar-se. Ajudado por algumas pessoas, chegou perto do Mestre.
—  O que você quer que eu faça?
—  Que eu veja - respondeu Bartimeu.
— Vá; você está curado porque teve fé! - afirmou Jesus.
Imediatamente seus olhos se abriram e ele começou a enxergar, e dava glórias a Deus.

Prezado (a) enfatize aos pequenos que assim como Jesus ouviu a Bartimeu, assim Ele ouve as orações de quem ora a Ele com fé.

Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         Allan Hart Jahsmann e Martim P. Simon  - Horinhas com Deus - Editora Sinodal


Colaboração para Portal Escola Dominical  – Profª. Jaciara da Silva
fonte portal ebd

LIÇÃO 8 – JEREMIAS, UM PROFETA CHORÃO OU UM HERÓI?


2º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição: Jeremias, um profeta chorão ou um herói?

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Heróis da Bíblia
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa





Texto Bíblico: Jeremias 38.1-13


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a:
Compreender que os servos de Deus também passam por angustias e sofrimentos, mas Deus os auxilia confortando e dirigindo-os a vitória.


Exercitando a Memória
“Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará.”(Mt 5.4 – NTLH)

Enfatizar aos pequenos que Deus se importa conosco e que tem o poder de nos ajudar em nossas tristezas e sofrimentos.


Crescendo no conhecimento
Jeremias, filho de Hilquias, foi um profeta da cidade levita de Anatote e talvez tenha sido descendente de Abiatar. O significado do seu nome é incerto, mas “O SENHOR exalta” “O Senhor lança” são possibilidades.

A vida pessoal desse profeta é mais conhecida do que a de qualquer outro profeta do Antigo Testamento porque ele nos deixou muitas marcas de seus pensamentos, preocupações e frustrações.
Teria sido chamado a ser profeta quando era rapaz,, no 13.° ano do reinado do Rei Josias, de Judá. Segundo demostram os textos sagrados, teria demonstrado receio ao assumir tal tarefa.

O Josias foi um rei bom que adiou temporariamente o juízo de Deus prometido por causa do governo terrível de Manassés. Os acontecimentos estavam mudando rapidamente o Oriente Próximo. Josias tinha iniciado uma reforma, a qual incluía a destruição dos lugares altos pagãos em Judá e Samaria. Entretanto, a reforma teve um efeito pouco duradouro sobre o povo. Assurbanipal, o último grande rei assírio, morreu em 627 a.C.

A Assíria estava enfraquecendo, e Josias expandindo o seu território para o norte. A Babilônia, sob o domínio de Nabopolasar, e o Egito, sob Neco, estavam tentando sustentar sua autoridade sobre Judá.
Em 609 a.C, Josias foi morto em Megido ao tentar impedir o Faraó Neco de ir contra o que restava da Assíria. Três filhos de Josias (Joacaz, Jeoaquim e Zedequias) e um neto  (Joaquim) sucederam-no no trono. Jeremias viu a insensatez da linha de ação política desses reis e alertou-os sobre os planos de Deus para Judá, mas nenhum deles deu atenção à advertência.  Jeoaquim foi abertamente hostil a Jeremias e destruiu um rolo enviado a ele, cortando-o em algumas colunas e jogando-as no fogo. Zedequias foi um governante fraco e vacilante, buscando às vezes os conselhos de Jeremias, outras vezes permitindo que os inimigos de Jeremias o maltratassem e o aprisionassem.

Jeremias era pesquisador e historiador, além de profeta. Acredita-se que tenha sido ele o autor do livro que leva seu nome e os dois livros de Reis, abrangendo a história de ambos os reinos (Judá e Israel) desde o ponto em que os livros de Samuel a deixaram (isto é, na última parte do reinado de Davi sobre todo o Israel), até o fim de ambos os reinos, e após, a queda de Jerusalém, teria escrito o Livro das Lamentações.

A cronologia do período dos reis, pelo método de comparação ou de confronto dos reinados dos reis de Israel e de Judá, é utilizada para datar certos eventos. No entanto, no livro que leva o seu nome, não há uma cronologia certa, pois ora os acontecimentos se cumprem no reinado de Jeoaquim e em outras ocasiões o leitor é remetido ao período do governo de Zedequias.

Jeremias foi um crítico da conduta do seu povo e com os julgamentos que este sofreu, mediante uma visão de que Israel era a nação de Deus, vinculada a Ele por meio de um pacto e sujeita à sua Lei, o que eles violavam claramente naqueles dias praticando a idolatria, desrespeitando o descanso no dia do sábado e não libertando os escravos no Ano do Jubileu.

As denúncias de Jeremias reivindicavam a atenção dos príncipes e do povo, para que fossem responsáveis pela Lei, a qual violavam constantemente. Suas críticas eram feitas em discursos acalorados em plena praça pública. Seus principais alvos eram os sacerdotes, profetas, governantes e todos aqueles que seguiam o legalismo do "proceder popular".

Todavia, ele reconhecia que sua comissão era também de 'construir e plantar' (Jr 1.10). Chorou diante da calamidade que sobreviria a Jerusalém (Jr 8.21, 22; 9.1).
O livro de Lamentações constitui evidência do seu amor e da sua preocupação com o povo de Jeová.

Segundo os relatos em seu livro, Jeremias não se julgava justo aos seus próprios olhos, mas incluía a si mesmo ao admitir a iniqüidade daquela nação (Jr 14.20, 21). Depois de liberto por Nebuzaradã, hesitou em abandonar aqueles que estavam sendo levados para o cativeiro babilônico, talvez achando que devia compartilhar a sorte deles, ou desejando continuar servindo aos interesses espirituais deles (Jr 40.5).

Por vezes, em sua longa carreira, Jeremias ficou desanimado e necessitou a confirmação do apoio de Deus, mas, mesmo em adversidade, não deixou de invocar a Deus, pedindo-lhe ajuda (Jr 20.7-13).

Jeremias profetizou a Judá durante os reinados de Josias, Jeoaquim, Jeconias e Zedequias. O seu chamado é datado de 626 a.C, e o seu ministério continuou até pouco tempo depois da queda de Jerusalém, em 586 a.C.


Aplicação da Lição
Enfatize aos pequenos que nenhum profeta no Antigo Testamento tem sido mais mal compreendido do que Jeremias. Por séculos tem sido conhecido como o profeta chorão, o profeta triste. Alguns acham que Jeremias era um sujeito temperamental, uma pessoa desajustada de sua época. Mas na verdade quando esse profeta chorão é entendido na ótica correta, Jeremias desponta como o grande profeta da esperança.

Na verdade Jeremias tinha uma imensa força interior para continuar nutrindo esperança apesar das adversidades. Apesar de ter a desagradável tarefa de anunciar o castigo e a destruição certa de Jerusalém, Jeremias conseguia ver, com os olhos da fé, um novo tempo, um dia melhor, das profundezas da tristeza, seus olhos conseguiram enxergar um horizonte distante onde haveria uma nova esperança. Jeremias foi um herói em seu tempo para o seu povo e para todas as  nações


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de estudo da mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
·         Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD


Colaboração para Portal Escola Dominical  – Profª. Jaciara da Silva

LIÇÃO 8 - ENRIQUECER OU SOBREVIVER


2º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 8: Enriquecer e sobreviver

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
Tema: O sentido da vocação cristã
Comentaristas: Esdras Bento, Miriam Reiche, Telma Bueno e Vera Garcez.




ENFOQUE BIBLICO:
“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.”


OBJETIVOS:
Enfatizar o conceito de sucesso segundo a Palavra de Deus
Conscientizaros alunos de que o sucesso não pode ser visto somente como conquista material.
Reconhecerque Deus deseja que seus filhos obtenham êxito em todas as áreas de suas vidas.

INTRODUÇÃO
O que é sucesso? Na concepção da maioria é ter muito dinheiro, bens matérias e fama, ouvi num noticiário que um atleta famoso havia comprado alguns bens por muito dinheiro. Segundo a Bíblia, ter sucesso é obedecer a Deus em tudo e deixar que ele guie os nossos passos, não é apenas os bens materiais ou fama, Jesus disse que não adiantaria nada o homem ser famoso, ter muito dinheiro e perder a salvação. Também não podemos concordar com uma vida miserável devido à preguiça, que muitos têm e ficam em casa imaginando que tudo lhe virá às mãos sem custo algum, não estudam, ficam esperando tudo nas mãos, nesse caso (Pv 6.6)


O SUCESSO SEGUNDO AS ESCRITURAS
O ser humano, este sempre preocupado com o sucesso, em todas as camadas da sociedade o homem quer ser vitorioso. Alguns nem se importa como o sucesso virá, se de forma plausível ou se de forma contraproducente, para eles o importante é o sucesso. Quantas pessoas feridas magoadas, descontentes, aborrecidas com pessoas que outrora eram verdadeiros amigos e que de maneira desleal conseguiu galgar posições importantes prejudicando os demais.  

No salmo 52, o rei Davi esta retratando o seu sofrimento como um homem chamado Doegue, este procurou entregar ao rei Saul o paradeiro de Davi com a finalidade de obter sucesso. Não somente isso, Doegue matou o sacerdote do Senhor, nenhum outro criado de Saul, quis assim fazê-lo, mas ele procurava ser visto, ser famoso (1Sm 22.6-19). Davi sabia do mal tramado pelo rei Saul e da maldade que Doegue era capaz, mesmo assim ele não se abate, ele se considerava uma oliveira verde (Sl 52.8). Não queira ter sucesso prejudicando os demais, procure seu espaço com honestidade, fidelidade principalmente a Deus, não se esqueça dos dízimos na casa do Senhor e certamente haverá prosperidade, não na base da barganha, mas segundo as Escrituras. 

Vamos meditar sobre sucesso, mas não o sucesso como é buscado lá fora no mundo, o sucesso segundo as Escrituras. Esse tipo de sucesso não se prende ao que é material, não há pecado em obter riquezas, ter um bom emprego, alto salários, nada disso desagrada a Deus. Mas o apego as riquezas é o mal, o moço rico que veio até Jesus tinha bons pensamentos religiosos, guardava os mandamentos, procurava ser obediente as leis, mas quando lhe dito para repartir a metade de seus bens com os pobres ele se retirou triste.

O sucesso de Zaqueu, por exemplo, não foi porque guardou muito dinheiro veio exatamente quando ele conseguiu se desprender dos bens materiais. Nem sempre ter muitos bens significa sucesso, infelizmente vivemos numa época em que as pregações estão muito direcionadas para tê-lo, jargões como “receba”, “determine sua benção”. Agem como se Deus que é soberano e infinito fosse obrigado a fazer prosperar esse ou aquele porque deu algum dinheiro numa determinada campanha. Na verdade as pregações em muitos lugares não enfatizam mais o ser e sim o ter, não importando, que seja. Zaqueu tinha muitas riquezas, mas não era salvo, quando ele se desprende do ter, ele passa a ser, “hoje veio salvação a esta casa”.

Devemos ter em mente que o nosso sucesso como cristão está em promover o reino de Deus aqui na terra, reconhecendo como disse Martinho Lutero: “Deus é dono de todas as coisas e das criaturas; e nunca aliena ou transfere seus domínios. Ele tem o direito sobre nós, com tudo o que somos e temos, por sua criação, proveito, mas para a sua gloria. Ensinando que o alvo da vida, em cada pormenor, é viver não para o nosso prazer e proveito, mas para a sua gloria. Todo o homem deve amar e promover o bem estar dos outros, mesmo quando se ama e protege a si próprio. Tudo o que possuímos como administradores devem ser usados para servir a fins mais elevados, altruístas e duradouros na gloria de Deus e bem do próximo. A vida suprema de luz e de amor, de obediência e de privilegio, de honra e de benção, é andar no centro da vontade de Deus. Ofertar é um dos privilégios mais nobres. Nas ofertas multiplica nos a nós mesmos, como uma nascente que abastece vários rios. Nenhum avarento pode ser feliz, pois o verdadeiro propósito de receber é repartir.” (Sl 24.1). (Teologia do Obreiro  - pg 75 EETAD).

Esses princípios são em numero de sete, e são conhecidos como: “Princípios da soberania de Deus”. Enfatizando bem o que Martinho Lutero disse, podemos analisar o seguinte: no mundo materialista só pode ficar rico quem recebe na lógica isso também é certo – é impossível enriquecer sem receber. Agora preste atenção nas Escrituras só enriquece aquele que reparte é doando que se recebe, parece um paradoxo, mas a realidade é essa toda doação que fazemos ao Senhor recebemos e Deus sabe recompensar, não faz como o homem que às vezes engana.

Resumindo quem quiser ser rico diante de Deus, primeiro renuncie, entenda que você é apenas mordomo, segundo é doando que as coisas se multiplicam diante de Deus, logo isso é sinal de sucesso garantido e de modo correto.


O SUCESSO NÃO É APENAS UMA CONQUISTA MATERIAL
É uma pena que o materialismo tenha tomado conta de muitos crentes, há uma corrida desenfreada pelo bem material. Alguns quando conseguem chegar ao sucesso material à primeira coisa é se esquecer de Deus, enquanto o salário é pequeno, o irmão é contribuinte na igreja, seu velho carro sempre disposição da igreja. Ao momento em que consegue galgar alguma posição mais destacada, eles adquirem bens materiais e se tornam avarentos, um bom carro importado, agora não pode mais ajudar os departamentos da igreja e quando aparecem, está mais preocupado com o carro se tem alguém cuidando, às vezes ligam para residência para ver se tudo está bem. O culto para eles vira uma missa, eles enxergam apenas o que lhe convém.

Quero aqui dar um exemplo que durante muitos anos foi lembrado como alguém que prosperou e por que prosperou? Esse é William Colgate, que viveu entre 1783 a 1957, filho de uma família de imigrantes ingleses, residente no interior dos EUA, era ainda jovem quando foi tentar a vida em Nova Iorque. Criado em um lar protestante, já conhecia as escrituras, mas foi longe de sua casa que as palavras de Jacó, registradas em Genesis 28.20 -22 colaram fundo em seu coração. Decidido a colocar Deus em primeiro lugar em sua vida, fez um voto semelhante ao do patriarca bíblico e prometeu que daria ao Senhor o dizimo de cada dólar que conseguisse ganhar, quando começou a trabalhar em uma pequena manufatura de sabão.

Dois anos depois ele decidiu começar um negocio próprio, fabricando velas e sabões, na época esses produtos eram feitos em casa, mas o jovem empreendedor estava confiante e apostava na qualidade de seus produtos com preço acessíveis aos consumidores em geral em pouco tempo já estava produzindo alem de sabões, outros artigos para higiene pessoal. Sempre fiel nos dízimos, com o crescimento da empresa, mandou o seu contador abrir uma conta em separado a qual denominou “conta do Senhor” para onde deveria ser destinado os 10% de todo o faturamento da empresa.
O desenvolvimento do negocio o levou a depositar 20%, depois 30%, finalmente 50% dos lucros de sua empresa eram dedicados a obra do Senhor. Instituições Evangélicas, obras missionárias, Universidades e Seminários teológicos norte americanos, foram grandemente abençoado pelo diácono William Colgate como era conhecido. A prosperidade jamais abandonou, e ele era conhecido como um dos homens mais ricos de Nova Iorque no século 19.

Seus filhos também cristãos fiéis seguiram os passos do pai. Hoje o empreendimento não tem os mesmos princípios, mas existe em todo o mundo o produto colgate (Fonte Famous Americans.net.St Paul`s CSI Congration, Reformad Reader .com e site da filial Colgate – Palmolive em Portugal)


O DESEJO DE DEUS PARA SEUS FILHOS
Às vezes reclamamos por estar vivendo uma determinada situação, Deus não tem prazer quando sofremos, ele não criou o homem para estar em sofrimento. O pecado deformou o homem, o colocando distante de Deus, na verdade em posição oposta, o homem tomou outro rumo. Hoje é comum passarmos em lixões da cidade e ver seres humanos vivendo misturado em meio a tanta podridão, nas ruas, adulto e crianças comem restos em latas de lixo, dormem debaixo de viadutos, em calçadas e etc..

Será esse o desejo de Deus? É claro que não, Deus criou o homem, para que esse o adorasse, mas o pecado tem dominado o homem de tal forma que nem de longe se parece com filho de Deus. Mas há oportunidade de se tornar um filho de Deus, amado e cuidado por ele (Jo 1.12,13), o salmista disse que em toda a sua vida nunca viu o  justo desamparado e nem a sua descendência mendigar o pão (Sl 37.25). O exemplo citado logo acima sobre o jovem William Colgate mostra que se ele fosse um avarento apegado as coisas matérias, talvez não tivessem os produtos colgate, ele era um adolescente de dezesseis anos quando tomou tal decisão de desprender das coisas materiais.

No livro de Deuteronômio, no capitulo 28, nos primeiros catorze versículos, Deus deixa claro ao povo de como ter uma vida abençoada. O primeiro passo é ouvir e obedecer à voz de Deus, ser guiado por ele. A obediência a Deus nos leva ao caminho da benção, muitos correm atrás de uma vida prospera, tudo o que ouve falar de benção ele quer, mas é desobediente, não vai receber nunca. A prosperidade bíblica não é encontrada em uma corrida desenfreada de campanhas de oração, embora precisassem muito orar, não está em buscar por sete dias ou semanas etc., está no obedecer.

Obedecendo a benção estará na cidade em que o crente morar, no campo, filhos abençoados, mulher abençoada, marido abençoado, guerras vencidas sem muito alarde leiam todo o texto e verás: a benção acompanhará o obediente por onde ele andar. Essa é a vontade de Deus para com os seus filhos, muitos vão para a Europa, para a America, Japão e tantos outros lugares, só haverá sucesso ao crente quando tudo isso for à vontade de Deus. Muitos estão empobrecidos envergonhados, tristes por ter tomado a atitude de Ló, o olhar para o que era muito bonito parecido com o jardim do éden, ele imaginou ter saído muito melhor que seu tio Abraão. Pensou em prosperidade, riquezas, vida abastada e terminou numa montanha de pedras.

A terra em que você esta pode ser o local da sua benção, Deus pode num plano dele te abençoar e te fazer prosperar. O que se faz necessário é a obediência a ele de modo incondicional e deixar que ele dirija os seus passos. Uma pessoa sem fé entraria em desespero quando Ló se separou de Abraão, o moço orgulhoso escolheu o melhor lugar. Quando Deus falou a Abraão a primeira coisa foi: “olha o lugar onde estás” – esse é o lugar que desprezamos, principalmente quando somos enganados por alguém ou trapaceados. Em  primeiro lugar a benção não esta no local, a prosperidade acompanha o crente (Dt 28. 2), em segundo todo o crescimento tem que ter origem, um ponto de partida, que no caso de Abraão ia do lugar onde ele estava até aonde sua visão alcançasse.
Deus quer nos abençoar precisamos OBEDECÊ-LO.


CONCLUSÃO
Biblicamente fica bem claro que a vontade de Deus para com os seus filhos é que eles vivam bem. Se não estão vivendo a vida prospera que Deus através de sua Palavra oferece não é culpa dele. A culpa é do próprio homem que escolhe viver de acordo com Deuteronômio 28.15, a maldição o acompanhará, devido a desobediência, nesse caso não há o que reclamar. Sucesso não significa ser rico abastado em dinheiro e bens matérias, mas uma vida digna diante de Deus e da sociedade, não é apenas ter bens materiais, mas ser digno e verdadeiro. Ter uma vida cheia das bênçãos de Deus.


BIBLIOGRAFIA
Blog – Adriano Siniscalchi
OLIVEIRA, Raimundo Ferreira de – Teologia do Obreiro, adaptado para o EETAD, 2ª edição 1994

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues


 fonte portal ebd .org.br

LIÇÃO 8 – RICO, POREM TOLO


2º Trim. 2012 - PRÉ-ADOLESCENTES - Lição 8: Rico, porém tolo

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
2º Trimestre 2012
Tema: As Parábolas de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa, Telma Bueno, Verônica Araujo

LIÇÃO 8 – RICO, POREM TOLO

Texto bíblico   Lucas 12.16-21
Propôs-lhes então uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produzira com abundância;
e ele arrazoava consigo, dizendo: Que farei? Pois não tenho onde recolher os meus frutos.
Disse então: Farei isto: derribarei os meus celeiros e edificarei outros maiores, e ali recolherei todos os meus cereais e os meus bens;
e direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te.
Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?
Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.

Objetivos 
Após a aula seu aluno deverá:    Estar ciente do perigo da avareza, que é um pecado
                                                     Deus deve estar em primeiro lugar em nossas vidas

Introdução
A parábola em estudo desta aula se refere a parábola do rico insensato, ou louco, trata-se de uma parábola  onde o Senhor ensina sobre o perigo da avareza. Mas o que é avareza?
Segundo o dicionário avareza é: Apego excessivo às riquezas. Apego demasiado e sórdido ao dinheiro; desejo imoderado de adquirir e acumular riquezas.2 Mesquinhez, sovinice.
Logo o  sovinista é adjetivo de  Mesquinho, miserável Antônimo: liberal, generoso. Pessoa que sofre privações, mas não gasta dinheiro; avaro, mesquinho, miserável.

I – Contando uma historia
Este estudo baseia-se na parábola do rico insensato, narrada em Lc12:16-21, que diz respeito a um dos grandes problemas que interferem, decisivamente, em nossa vida cristã: o problema da ganância.

Neste estudo, veremos que Jesus nos chama à atenção para um fato que parece não ser percebido por muitas pessoas: não nos será permitido cruzar com nenhum bem material a fronteira da morte. Veremos que a ganância é uma loucura, porque como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão (Ec 5:15).
O PROPÓSITO DA PARÁBOLA
Jesus contou a parábola do rico insensato após alguém da multidão ter apelado para que ele interferisse na partilha de uma herança familiar: Mestre, dize a meu irmão que divida a herança comigo (Lc12:13). Ao que Jesus respondeu, energicamente: Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês? (Lc12:14), e alerta: Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra toda sorte de ganância, pois a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens (Lc12:15).

Ao falar com Jesus, o homem da multidão o chamou de “mestre”. Isso não era um elogio: é que os mestres da época (rabinos ou escribas) eram também procurados para resolver questões judiciais, principalmente as que envolviam a divisão de heranças familiares.
A situação desse homem podia ser a de um irmão mais novo descontente com a lei que dava ao irmão mais velho o dobro da herança, na hora da partilha dos bens. No fundo, o que havia no coração era um perigoso e ambicioso desejo de ter mais dinheiro, mais riqueza, mais herança.

Na verdade, essa ganância por riqueza estava presente também em muitos corações daquela multidão; afinal, a vida nunca foi fácil. Aquela gente vivia sob o abusivo domínio político e militar do império romano; a cobrança injusta de impostos trouxera pobreza e miséria para quase todos. Por isso, o povo vivia sonhando e buscando a falsa segurança da riqueza. Contudo, a proposta da parábola é outra: Buscai, antes de tudo, o seu reino (Lc12:31).
Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas.

OS DESAFIOS DA PARÁBOLA
• 1o Desafio: Jesus deseja que evitemos o consumismo
Aprendamos a separar aquilo de que precisamos daquilo que desejamos. Se não tomarmos cuidado, será fácil fazermos que nossos desejos se tornem necessidades urgentíssimas. As propagandas televisivas são especializadas em fazer que desejemos e consumamos coisas de que não precisamos; e o consumismo leva ao endividamento; este, à ansiedade, que nos faz desconfiar do cuidado providencial de Deus, garantido na Palavra (Lc12:27-34).
Fique atento, pois talvez você nem precise dos bens móveis ou imóveis que deseja e cobiça ansiosamente! Aprenda a viver modestamente e com contentamento (I Tm 6:8).

• 2o Desafio: Jesus deseja que deixemos o individualismo
Tudo na vida do rico da parábola girava em torno do próprio eu: “meus frutos”, “meus celeiros” , “meu produto”, “meus bens”. Em sua vida, não havia espaço para Deus e nem para o próximo, pois tudo era planejado e pensando em função de sua satisfação pessoal: “Direi à minha alma...”. Não há dúvida de que esse apego excessivo às coisas é um dos mais danosos hábitos que alguém pode ter. Como é uma atitude bastante natural no ser humano, raramente reconhecemos a malignidade dela; mas suas conseqüências são trágicas (lTm 6:9). Meu irmão, cuidado com o egoísmo!(Lc12:19). Guarde-se de toda e qualquer avareza (Lc 12:15).

• 3o Desafio: Jesus deseja que vivamos a solidariedade
Solidariedade e misericórdia são palavras banidas do vocabulário do rico da parábola. Isso nos ensina que, com dinheiro, podemos fazer muita coisa boa e muita coisa ruim: com dinheiro, uma pessoa pode, egoisticamente, atender a seus próprios desejos, mas também pode, generosamente, atender às necessidades daqueles que a cercam. Caro irmão, quanto mais você ajudar as pessoas carentes, mais se afastará dos efeitos espiritualmente destruidores da ganância. Saiba que teremos de prestar contas a Deus de como usamos as coisas que recebemos nesta vida para abençoar o próximo e edificar o reino de Deus (Lc12:33-34). Doar é a essência do cristianismo (Jo 3:16).

II – Tesouros no céu
A verdade principal ensinada pela parábola do rico insensato é a de que devemos tomar cuidado com a ganância e com a avareza. O discípulo do reino de Deus deve ter os seu coração nos tesouros do reino de Deus. Insistentemente, somos alertados pela Palavra de Deus quanto ao perigo de termos um coração exercitado na avareza (II Pe 2:14), pois quem amar o dinheiro jamais dele se fartará .
Quem ama o dinheiro não se fartará de dinheiro; nem o que ama a riqueza se fartará do ganho; também isso é vaidade. (Ec 5.10)
E algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos.
Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.( 1 Tm 6.10)

Fazer das riquezas o propósito da nossa vida é um erro fatal que leva à perdição eterna. O amontoar egoísta de bens materiais é indicação de que a vida já não é considerada e avaliada do ponto de vista da eternidade. O egoísta e o cobiçoso já não centralizam o seu alvo e a sua realização em Deus, mas em si mesmos e nas suas possessões.
O cristão não deve apegar-se às riquezas materiais como um tesouro que lhe dê garantia pessoal; ao contrário, deve colocar essas riquezas nas mãos de Deus, para uso do seu reino. Cada crente deve atentar para essa advertência de Jesus e examinar se há egoísmo e avareza em seu próprio coração. A Bíblia identifica a busca insaciável e avarenta pelas riquezas como idolatria, que é demoníaca (Ef 5:3; Cl 3:5; Hb13:5).

É verdade que existem irmãos cristãos ricos, fazendo bom uso de sua riqueza material, utilizando seus recursos para abençoar o próximo e edificar o reino do Senhor. Porém, para alguns, a riqueza traz grandes problemas e prejuízos espirituais, porque, infelizmente, apegam-se demasiadamente ao dinheiro, e, nessa ânsia de tê-lo cada vez mais, acabam se descuidando dos princípios cristãos, que ensinam a integridade e a honestidade de caráter. Quem não se guarda do espírito de ganância (Pv1:19) incorre em outros pecados, tais como: injustiça, furto, mentira, homicídio, idolatria, apostasia, (Leia: Mq 2:2; Js 7:21; II Rs 5:22-26; Ez 22:12; Jr 17:11; Ef 5.5).
Muitos alem de estarem correndo risco de perderem a sua salvação por confiar nas riquezas, ainda aflige a sua alma pela preocupação que lhe serem tiradas os seus bens, por devemos seguir o conselho do Senhor Jesus.
Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; 
Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. 
Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração  (Mt 6.19-21)
Se o nosso tesouro for o celestial, certamente o nosso coração estará voltado para as coisas celestiais, nenhum ladrão rouba.

Conclusão
Através do homem rico da parábola, o Senhor Jesus nos adverte a não depositarmos nossa esperança nas riquezas desta terra. Devemos ter consciência de que, muito embora elas possam nos trazer conforto e prestígio, em nada contribuirão, além daqui. Mas é possível afirmar que maior perigo é canalizar tanta energia, tanto vigor, tanta ansiedade em busca de algo que, na verdade, não é o bem mais precioso que nossa alma possa adquirir.

Lição baseada no texto:
http://radioportasabertas.com/estudo.asp?id=137

 Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

LIÇÃO 8 – LEVANDO O EVANGELHO PARA A ESCOLA


2º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 8: Levando o Evangelho para a Escola

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
2º Trimestre 2012
Tema: Minha Missão no Mundo
Comentarista: Niedja de Mello





Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Conscientizar-sedo dever que todo cristão, mesmo os adolescentes têm de evangelizar o ambiente em que se encontra, seja no lar, no lazer, na escola , no trabalho etc.


Para refletir
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus.”(Mt 5:13-15)

A influência e a responsabilidade do cristão neste mundo, é como o sal e a luz. O sal preserva e dá sabor, a luz se opõe as trevas. Sejamos Sal e Luz da terra como o Senhor Jesus nos ordenou.


Texto Bíblico: Mt. 5.13-15.


Introdução
Anunciar as BoasNovas de Salvação e ensinar à todos, sem exceção as verdades inseridas na Bíblia. É pregar, anunciar o Evangelho a todos os povos, nações e línguas (Mc 16.15); significa dar testemunho das maravilhas que Deus faz (At 1.8); significa arrebatar as almas do fogo (Jd v.23). Cumpramos com alegria a grande comissão do Senhor Jesus à Igreja –  “...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Mc 16.15).


O que é ser Testemunha
Segundo o Dicionário Aurélio:
Testemunha(Dev. de testemunhar.)
S.f.
 1. Pessoa chamada a assistir a certos atos autênticos ou solenes.
 2. Pessoa que viu ou ouviu alguma coisa, ou que é chamada a depor sobre aquilo que viu ou   ouviu.
 3. Coisa que atesta a verdade de algum fato; prova, testemunho.

Encontramos na Bíblia afirmações acerca de dar testemunho, ou TESTIFICAR:
1)      Fazer afirmativa baseada em conhecimento pessoal ou em crença:
João 3:11: “Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testificamos o que vimos, e não aceitais o nosso testemunho.”
João 1:34: “E eu vi e tenho testificado que este é o Filho de Deus.”

Em Atos 1.8: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”
O Senhor ao derramar o Espírito Santo capacitou os discípulos para Testificar, do que viram e ouviram, e o primeiro Mártir da Igreja foi Estevão (At 7.54-59).


Todos precisam ouvir a mensagem
O apóstolo Paulo disse que “o evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).

Este texto nos mostra claramente a necessidade de crer no Evangelho e aceitar ao Senhor Jesus para ser livre do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O Evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação. O pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Rm 3.23; 6.23).
Mas Deus não quer que o homem se perca. Ele nos criou para adorá-Lo e amá-Lo. O homem precisa entender as suas deficiências espirituais e perceber plenamente a sua dependência do Criador, e conhecer a graça de Deus. Quando falamos de graça, sempre ouvimos dizer: “graça é favor imerecido”, porém, trocando isso em miúdos podemos dizer que graça é Deus não nos dar o que nós merecemos, pois como pecadores o que nós merecemos? – castigo, e a condenação. Porém Deus pelo muito que nos amou, entregou Seu Único Filho para morrer, para que através de Seu Sacrifício fossemos justificados.
Deus estava pronto para sofrer a fim de recuperar a comunhão com o homem. A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mt 26.28). O Evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus.
Foi para poder salvar o homem que o Filho de Deus Se fez membro “carne”, ou seja, humano. Nascendo de Maria, Ele se fez homem, viveu como homem, sem deixar de ser Deus e sem cometer pecado algum.
Tendo a Sua humanidade unida ao Pai, Ele produziu a vida perfeita que a lei de Deus requer.
Foi um fardo muito grande que Cristo carregou. Ele assumiu os pecados do mundo. Ele assumiu os nossos pecados.
Em João 14:6, temos a declaração definitiva e autorizada do Senhor com relação à salvação:
"Disse-lhe Jesus:Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."

Esta é a mensagem que todos devem ouvir, e como ouvirão se nós não anunciarmos?

O apóstolo Pedro foi chamado para pregar o Evangelho à uma família, à família de Cornélio.
Cornélio recebeu uma visão durante as primeiras horas da tarde, um anjo de Deus lhe apareceu Imediatamente Cornélio perguntou: "Que é Senhor?"

Deus desejava explicar o evangelho de Jesus Cristo a um soldado gentio. E mandou que Cornélio mandasse chamar Pedro, o apóstolo. E Deus designou que Pedro fosse, e assim Pedro fez.

Pedro expôs o evangelho completo de Jesus ao gentio comandante romano e à sua familia, e enquanto falava, o Espírito Santo caiu sobre Cornélio e sua família, indício claro de que eles criam sinceramente no que tinham ouvido. Cornélio e seus amigos convidaram Pedro e seu grupo a permanecer com eles. Durante alguns dias continuaram com a troca de experiências e ensino da doutrina cristã.


Faça a diferença
É necessário que nos, como cristãos e cristãs, continuamente nos perguntemos o que somos?
É necessário que indaguemos a nós mesmos e procuremos com sinceridade responder a esta pergunta, tanto no individual como no coletivo, tanto na nossa vida particular, como na nossa vida de comunidade de fé; é necessário que constantemente nos perguntemos quem somos e como estamos agindo e reagindo, conforme nossa identidade de cristãos e cristãs, seguidores e testemunhas do Evangelho de Jesus Cristo.

O que nos identifica como cristãos e cristãs não é apenas o fato de nós adorarmos a Jesus Cristo e o termos como nosso Salvador, Ele mesmo disse que isto não era o mais importante, quando cita o profeta Isaias em Mateus 15:8 e Marcos 7:6. Mas o mais importante é fazer a vontade de Deus, colocando em prática seus ensinamentos:“Porque me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” (Lc 6:46).

Jesus nos chama de a “luz do mundo” e o “sal da terra” (Mt 5:13-15). Ora. A luz não é luz para si mesma, não ilumina a si mesma, nem o sal salga a si mesmo. Mas a luz é acesa para iluminar a tudo e a todos. Jesus, pelo batismo, nos deu sua luz, em nós há uma luz que deve iluminar “a casa toda”,mas por nossas atitudes, nós colocamos nossa luz embaixo da mesa, nós a abafamos, a escondemos e nós mesmos ficamos nas trevas. A fé que temos em Deus é o sal que tempera e preserva, mas “se o sal perde o sabor, para nada serve e é jogado fora”, se nossa fé não se manifestar em atitudes de cristãos, é como um sal que não serve para nada e é desprezado.

Ser “sal da terra” “luz do mundo” é algo que deve se manifestar em todas as ações de cada um e de cada uma, no dia a dia das pessoas de fé. Nenhum momento, onde quer que andemos e o que quer que façamos, pode estar excluído desta realidade de temperar e iluminar. Como Jesus era e agia, nós devemos ser e agir, se há algo que Jesus, em nosso lugar, não faria, não diria, não pensaria, então o que nós fazemos, dizemos e pensamos, não é algo de um cristão verdadeiro ou de uma cristã verdadeira, é algo pecaminoso, contrário a vontade de Deus, e deve ser evitado com todas as forças, e se nós, fazendo um exame de consciência honesto, encontramos algo em nossa vida, que não corresponde a Jesus Cristo, ao seu agir dizer e pensar, nós devemos dobrar os joelhos em oração e pedir perdão, suplicar a Jesus para que Ele venha com seu Santo Espírito em nossa vida e nos converta, pois é algo em nós que é pecaminoso e deve ser convertido e transformado.

Jesus redefiniu o significado de santidade. Ser santo e santa para Jesus, não é evitar as pessoas, mas encontrá-las e participar da vida delas, mas não necessariamente ser e agir como elas, e sim ser e agir como luz que ilumina a casa inteira, como sal que transforma o sabor das coisas. È ser e agir com honestidade, nas pequenas e nas grandes coisas, é ser tolerante, é ser e agir com misericórdia, com paciência, com perdão, é ter auto controle, é viver uma sexualidade sadia, respeitadora, percebendo que o outro ou a outra é como cada um de nós: templo do Espírito Santo de Deus.
Que Deus, fonte e causa da verdadeira santidade, nos ajude e nos converta para o seu amor que se manifesta para com toda a Sua criação e nos ajude a sermos verdadeiramente o “sal da terra” e a “luz do mundo”, aqui e agora e em todos os lugares onde estivermos.

Conclusão  portal ebd
Nós também podemos testificar do amor de Deus aos outros, devemos contar aos outros, acerca das experiências que temos com o SENHOR, falar das bênçãos que recebemos, de como o SENHOR nos guarda, e nos auxilia.
O Senhor Jesus espera que sejamos suas testemunhas, lembremo-nos de que pregamos o Evangelho não somente com palavras, mas principalmente com a nossa vida, isto é, praticando a Palavra de Deus em nossas vidas.
Oremos para que o SENHOR nos use para anunciar a Sua Palavra. Deus os abençoe.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva



fonte http://www.portalebd.org.br

Evento em Potiretama/CE conta com participação da Equipe de Louvor de Pau dos Ferros



17MAI
Neste último sábado mais uma vez a Equipe de Louvor esteve em Potiretama, agora para participar da Festa de Emancipação Política da cidade. Foi uma festa abençoada! Deus se fez presente naquele lugar! Almas puderam sentir a presença de Deus em Praça Pública! Deus opera maravilhas aonde Ele quer... Creia!
Estiveram ali: Banda Athos; Cantor Ednaldo Nascimento; Cantor Denis Silva; Cantor Jeferson!
Confira as Fotos:




































Hermenêutica Pós-Moderna: Uma Breve Introdução aos Novos Rumos e Riscos na Interpretação Bíblica Contemporânea

A proposta do presente texto é contribuir, ainda que de forma breve e introdutória, para um melhor entendimento sobre o que é a hermenêuti...