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23 maio 2012

Laodiceia, uma igreja morna. Subsídio para Lição Bíblica


Laodiceia, uma igreja morna. Subsídio para Lição Bíblica  - 2º Trimestre/2012
A Fundação da Igreja em Laodiceia
Laodiceia recebeu este nome em 250 a.C, após ser conquistada pelo governador sírio, Antíoco II, em homenagem a sua esposa Laodice. Em 133 a.C. os romanos fizeram da cidade um centro judicial e administrativo, investindo também em sua infra-estrutura, cooperando dessa forma para que se transformasse num rico centro comercial. Suas atividades econômicas envolviam a industria de lã negra, o manufaturamento de vestimentas comuns e caras, e a invenção e produção de um colírio eficaz para os olhos.[1][1] Essas atividades, e a riqueza material delas advindas será utilizada por Jesus como metáfora para descrever a real condição espiritual da igreja em Laodiceia.
Uma característica bem peculiar da cidade, que será também citada metaforicamente por Jesus, era a qualidade de sua água. A cidade era abastecida pela água que vinha de Heliópolis, que ficava a uma distância de aproximadamente dez kilômetros, que chegava em Laodiceia morna e saturada com carbonato de cálcio, onde bebida naquelas condições induzia ao vômito.[2][2]
O templo para o culto ao imperador ocupava um lugar central na cidade.[3][3]
Assim como no caso de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes e Filadélfia, o Evangelho pode ter chegado em Laodiceia através da obra missionária de Paulo (At 19.10), mas não devemos descartar a hipótese de que testemunhas e convertidos no dia de Pentecostes poderiam ter sido os primeiros a levar o Evangelho para aquela região (At 2.5-11).
A Condição da Igreja em Laodiceia
Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; (Ap 3.15-16)
A condição espiritual da igreja em Laodiceia se assemelhava com a mornidão da água da cidade. Laodiceia vivia um modelo de cristianismo tão apático, que as suas obras não eram sequer dignas de serem mencionadas. Pregação, ensino, evangelização, discipulado e outras realizações parecem não fazer parte da agenda da igreja em Laodiceia. É nesse ponto que encontramos na carta o primeiro sinal da manifestação da graça de Jesus operando em favor dos crentes laodicenses. Ele declara: “estou a ponto de vomitar-te da minha boca”. O tempo verbal no grego implica uma ação ainda não executada, ou seja, apesar da condição da igreja, a graça de Jesus estava dando aos crentes em Laodiceia tempo para se arrependerem após a leitura da carta.[4][4] Muitas igrejas locais ao longo da história já foram vomitadas pelo Senhor, por desprezarem ou abusarem da graça, que sempre precede o juízo de Deus.
[...] pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. (Ap 3.17)
Os comentaristas estão divididos se a declaração de Jesus aqui diz respeito a um sentimento de auto-suficiência espiritual ou material da igreja em Laodiceia. Na realidade, os dois tipos de sentimento são perniciosos. Nossa Assembleia de Deus, assim como qualquer outra denominação evangélica, precisa estar alerta para esse tipo de postura.
Nenhuma igreja pode se vangloriar do poder do Espírito e dos dons que nela opera, do capital teológico e cultural que possui, de sua riqueza musical, nem de qualquer outra riqueza espiritual. O que temos e somos, temos e somos pela graça de Jesus.
E o que falar das coisas materiais? Mas uma vez temos aqui um alerta contra os perigos das ideias fomentadas pela Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira. Ser rico não é pecado (nem ser pobre também), mas implica em muitos perigos:
Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. [...] Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida. (1 Tm 6.9, 10, 17-19)
A prosperidade espiritual, ministerial, financeira e material, quando graciosamente, e não barganhosamente adquirida, não deve alimentar nossas loucas concupiscências, nem fortalecer nenhum sentimento de orgulho e auto-suficiência. A igreja em Laodiceia não apenas vivenciava, mas também verbalizava a sua aparentemente rica, mas na realidade infeliz, pobre e miserável condição.
A igreja em Laodiceia foi vitimada também pelo auto-engano, tendo uma visão equivocada de si mesma. A igreja em Laodiceia estava cega ao ponto de não perceber a sua nudez espiritual. Uma coisa é aquilo que pensamos de nós mesmos, e outra é o que Deus pensa e diz sobre nós. Precisamos nos ver como Deus nos vê. Precisamos nos perceber como Deus nos percebe. Foi percebendo tal necessidade, e se achando incapaz de ter uma visão real de sua própria condição, que o salmista orou ao Senhor:
Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno. (Sm 139.23-24)
Oremos ao Senhor, para que Ele comunique à nossa consciência o nosso real estado espiritual, para que assim possamos ser poupados do vômito divino.
Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. (Ap 3.18)
Mas uma vez temos aqui a graça de Jesus agindo em favor da igreja. O texto se equipara ao que encontramos em Isaías 55.1:[5][5]
Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.
Como podemos comprar alguma coisa do Senhor? Somente através da graça é possível obter dele ouro refinado, vestiduras brancas e colírio. A fala de Jesus assume o tom de um amável conselho.
Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. (Ap 3.19)
O amor de Jesus não implica numa tolerância conivente. Quando se faz necessário ele nos disciplina, e faz isso ainda em amor (Hb 12.5-11). Os crentes em Laodiceia tinham abandonado o zelo pelas coisas do Senhor. O termo grego zelos em sentido figurado positivo (Jo 2.17; Rm 10.2; 1 Co 14.1; 2 Co 7.7,11; 11.2; Cl 4.13) implica em ardor, cuidado, fervor, características que deveriam ser buscadas pela igreja.
A necessidade de arrependimento é aqui também declarada. O arrependimento que possibilita novamente o perdão e aceitação de Deus é mais do que simples verbalização de frases prontas e impressionistas. O termo grego para “arrependimento” é metanoeo, que implica em mudança de pensamento ou mentalidade que resulta em mudança de sentimentos e atitudes. É uma mudança plena de uma condição que desagrada a Deus, para uma outra condição de o alegra. Arrependimento é tristeza diante do pecado, e não simples remorso (2 Co 7.10).
Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. (Ap 3.20)
Que imagem forte. O Senhor da igreja, que pela altivez e orgulho dos crentes fora dela excluído, graciosamente e pacientemente bate à sua porta buscando oportunidade de cear, comungar e celebrar. Em congregações, lares e vidas, o quadro se repete na atualidade.
Que o alerta e a promessa de Jesus aos crentes laodicenses possa reverberar e encontrar guarida em vidas auto-suficientes, apáticas, indolentes e mornas:
Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. (Ap 3.21-22).


[1][1]KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p. 223.
[2][2]Ibid., 224.
[3][3]Ibid.
[4][4]Ibid., 227.

JARDIM DA INFANCIA - Lição 9: Entrego minha oferta na Igreja


2º Trim. 2012 - JARDIM DA INFANCIA - Lição 9: Entrego minha oferta na Igreja

JARDIM DE INFANCIA – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Eu gosto da Igreja
Comentaristas: Verônica de Oliveira Araujo & Marta Doretto

LIÇÃO 9- ENTREGO A MINHA OFERTA NA IGREJA

Texto Bíblico   Ex 19.10-25    23.14-19
Disse mais o Senhor a Moisés: Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã; lavem eles os seus vestidos,
e estejam prontos para o terceiro dia; porquanto no terceiro dia descerá o Senhor diante dos olhos de todo o povo sobre o monte Sinai.
Também marcarás limites ao povo em redor, dizendo: Guardai-vos, não subais ao monte, nem toqueis o seu termo; todo aquele que tocar o monte será morto.
Mão alguma tocará naquele que o fizer, mas ele será apedrejado ou asseteado; quer seja animal, quer seja homem, não viverá. Quando soar a buzina longamente, subirão eles até o pé do monte.
 Então Moisés desceu do monte ao povo, e santificou o povo; e lavaram os seus vestidos.
E disse ele ao povo: Estai prontos para o terceiro dia; e não vos chegueis a mulher.
Ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um sonido de buzina mui forte, de maneira que todo o povo que estava no arraial estremeceu.
E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte.
Nisso todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia fortemente.
E, crescendo o sonido da buzina cada vez mais, Moisés falava, e Deus lhe respondia por uma voz.
E, tendo o Senhor descido sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu.
Então disse o Senhor a Moisés: Desce, adverte ao povo, para não suceder que traspasse os limites até o Senhor, a fim de ver, e muitos deles pereçam.
Ora, santifiquem-se também os sacerdotes, que se chegam ao Senhor, para que o Senhor não se lance sobre eles.
Respondeu Moisés ao Senhor: O povo não poderá subir ao monte Sinai, porque tu nos tens advertido, dizendo: Marca limites ao redor do monte, e santifica-o.
Ao que lhe disse o Senhor: Vai, desce; depois subirás tu, e Arão contigo; os sacerdotes, porém, e o povo não traspassem os limites para subir ao Senhor, para que ele não se lance sobre eles.
Então Moisés desceu ao povo, e disse-lhes isso.

Objetivos
Após a aula a criança deve entender o significado das ofertas e dízimos,  e o dever de ofertar e dizimar na casa de Deus.

 A Palavra é...    Dizimo e oferta
A primeira menção de dízimo na Bíblia está registrado no livro Gênesis, capítulo 14, referindo-se à uma atitude voluntariosa de Abraão, ora Abrão, quando depois de uma guerra, ele "deu o dízimo de tudo" a um sacerdote de quem pouco se sabe, chamado Melquisedeque. Um segundo relato, ainda pré Mosaico, é registrado sob a forma de promessa voluntária. Após uma noite em que teve um sonho que julgou revelador, Jacó, neto de Abraão, também comprometeu-se voluntariamente a dar dízimos - "oferecerei o dízimo de tudo que me deres" - caso Deus o guardasse e protegesse.
Posteriormente, a lei Mosaica prevê um imposto de 10 por cento (dízimas) dos animais e colheitas recolhidos uma vez ao ano, registrado em Levítico 27. Há também um aspecto mais abrangente desse imposto, relatado em Deuteronômios 14, onde percebem-se alguns aspectos que não foram explicitados em Levítico, como: razão de culto, interação familiar e auxílio a classe sacerdotal. Também está registrado no contexto, que a cada três anos, esses dízimos deveriam ser instrumentos de auxílio social, notadamente para os levitas (sacerdotes), estrangeiros, órfãos e viúvas.
( texto fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%ADzimo)

Aprendendo a Bíblia
 A OFERTA DA IGREJA DE FILIPOS   Fl 4.10-20
Nos diferentes exemplos bíblicos sobre a oferta, tanto do Antigo como do Novo Testamento, podemos constatar que os filhos de Deus sempre ofertaram, conscientes de que o estavam fazendo para Deus. Mesmo quando ofertavam para ajudar os pobres, as viúvas, os órfãos e os estrangeiros (Dt 14.28-29; 15.11), ou quando traziam os dízimos (Nm 18.24), as primícias (Êx 34.26) e ofertas por ocasião das grandes festas (Dt 16.16-17), o faziam com a consciência de que ofertavam para Deus.

A finalidade, ou o destino, da oferta pode mudar no decorrer dos séculos, mas ela sempre será oferta ao Senhor! Os dízimos do Antigo Testamento sustentavam os sacerdotes e os levitas (Nm 18.21). Nos escritos dos apóstolos, especialmente Paulo, podemos perceber que ofertas dos cristãos eram destinadas para manter o próprio apóstolo Paulo (Fp 4.10-20) e outros.
Em Gálatas 6.6, o apóstolo recomenda: “Quem está aprendendo o Evangelho de Cristo deve repartir todas as coisas boas com aquele que o ensina” (BLH), numa alusão também às ofertas para sustentar os que ensinam o Evangelho - os pastores!

1 - A oferta dos filipenses
A situação do apóstolo Paulo, excepcionalmente, era diferente da maioria dos pastores e missionários dos dias de hoje. Em situações de grande dificuldade financeira, Paulo também trabalhava para o seu sustento e, ao mesmo tempo, pregava o Evangelho (At 18.1-4).
Na Carta aos Filipenses ele fala em tempos difíceis, em tribulação (4.14). Paulo encontrava-se preso, em Roma, por causa do Evangelho. Foi nestes tempos difíceis que os cristãos da igreja de Filipos estiveram ao lado do apóstolo, ofertando para o seu sustento.
Duas vezes haviam mandado donativos para o apóstolo, quando este se encontrava em Tessalônica (4.16). Agora, por intermédio de Epafrodito, estavam outra vez enviando auxílio, salário, ao apóstolo

2 - Exemplo para os filhos de Deus
No gesto dos filipenses e na carta de agradecimento do apóstolo Paulo, encontramos orientação e exemplo para o nosso ofertar:
a) A oferta dos filipenses, para o sustento do apóstolo, cooperou na pregação do  Evangelho - Fp 1.3-5.
Da mesma forma, ainda hoje, com as nossas ofertas levamos o Evangelho pelo Brasil e  
em todo o mundo. O levar CRISTO PARA TODOS também custa dinheiro e ofertas do  
povo de Deus.

b) Paulo afirma que estas ofertas dos filipenses “...são como um perfume suave oferecido a Deus, um sacrifício que ele aceita e do qual ele gosta” (4.18 - BLH). Ou seja, Paulo menciona estas ofertas como um culto agradável a Deus.
Nossas ofertas fazem parte do nosso culto a Deus. Deus se agrada de nossas ofertas. Deus as aceita e gosta de recebê-las.

c) O apóstolo também menciona que Deus, segundo a sua riqueza, vai suprir, em Cristo, cada uma das necessidades dos filipenses. Deus vai sustentá-los e abençoá-los segundo a sua riqueza (v 19).
Deus tem prazer em abençoar os que lhe trazem ofertas, dando, em Cristo, tudo o que precisam, porque ele é rico em graça, amor e misericórdia.

d) O apóstolo ficou muito alegre ao receber as ofertas dos irmãos de Filipos (4.10). Nossas ofertas, ainda hoje, alegram a vida de muitas pessoas, pois elas permitem a pregação do Evangelho e o socorro em qualquer necessidade física ou material.
 ( texto fonte: http://www.ielb.org.br/old/pem/mordomia/filipenses.html )

Historia Bíblica
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.” Ml 3.10

DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS.
A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”.
(1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13).

(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Ex 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.

(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10).

(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (Ex 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Ex 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).

(5) Houve ocasiões na história do Antigo Testamento em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor.
Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).

A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO.
Os exemplos dos dízimos e ofertas no Antigo Testamento contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do Novo Testamento.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.

(2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).

(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).

(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No Antigo Testamento, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o Novo Testamento requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2).

(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no Antigo Testamento (Ex 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no Novo Testamento (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2Co 8.9 nota). Para Deus, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4).

(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no Antigo Testamento (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do Novo Testamento (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
(7) Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19; ver 2Co 9.6).
( Texto Fonte: http://www.vivos.com.br/325.htm )

Atividades
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Colaboração para o Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira
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PRIMÁRIOS - Lição 9: Jesus, o amigo dos ricos


2º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 9: Jesus, o amigo dos ricos

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Jesus e seus amigos
Comentaristas: Laudicéia Barboza da Silva & Débora Ferreira da Costa


LIÇÃO 8 – JESUS, O DOS RICOS


Texto Bíblico: Mateus 19.16-26

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se que Jesus é o único meio de receber a vida eterna, e que a salvação é a maior riqueza que podemos ter.


Frase do dia...
MEU AMIGO JESUS ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR EM MEU CORAÇÃO

Cole desenho fig 1da galeria de imagens em papel cartão, em seguida recorte e cole a peça no palito de churrasco. Dê para os pequenos levarem.

Imagem:
http://2.bp.blogspot.com/_wzmmr_eMizU/Sv2YdkH0TKI/AAAAAAAAAGA/f1ZdCUUYGaQ/s400/MEU+CORA%C3%87%C3%83O+%C3%89+DE+JESUS.jpg


Memória em Ação
“Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas.”(Mt 6.33 – ARC)

Transcreva o texto bíblico de forma legível e atrativa para os pequenos em uma cartolina, papel cartão, ou outro recurso que disponha. Releia com eles no mínimo quatro vezes, explicando que para fazer parte do Reino de Deus precisamos aceitar a Jesus, tê-lo como nosso Salvador e amigo, colocando suas palavras em primeiro lugar em nosso dia a dia, agindo como Sua Palavra nos ensina.


Explorando a Bíblia
QUEBRA GELO – introduza a lição perguntando aos pequenos: “Se você tivesse muito dinheiro e pudesse comprar tudo o que quisesse, o que compraria?” (espere as respostas).

Em seguida pergunte: “Me fale uma coisa que não conseguimos comprar, mesmo que tivéssemos todo dinheiro do mundo?” (espere os pequenos responderem)

DESENVOLVIMENTO
Na Bíblia encontramos o relato da história de um jovem que tinha muito, muito dinheiro, era muito rico, e possuía muitas coisas, carros (de sua época), jóias, ouro, prata, empregados, mas havia algo que ele desejava muito possuir, e seu dinheiro não podia comprar – a vida eterna.

Você sabe o que é a vida eterna? É podermos viver para sempre com Deus. Não é algo maravilhoso? Esse rapaz perguntava as pessoas como conseguir a vida eterna, mas ninguém sabia dizer. Ele tinha um desejo sincero de saber como conseguir essa coisa tão importante.

Certo dia, ele ouviu que o mestre Jesus estava em uma região próxima de onde ele estava, e sem demora se apressou a encontrar-se com ELE, seu coração se alegrou muito, pois finalmente saberia a resposta que tanto queria.

Chegando ao local, viu Jesus que caminhava, então ele correndo, ajoelhou-se na frente DELE e perguntou:
— Bom Mestre, o que devo fazer para conseguir a vida eterna?

Jesus respondeu:
— Por que você me chama de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Você conhece os mandamentos: “Não mate, não cometa adultério, não roube, não dê falso testemunho contra ninguém, não tire nada dos outros, respeite o seu pai e a sua mãe.”

— Mestre, desde criança eu tenho obedecido a todos esses mandamentos! —respondeu o rapaz alegremente.

Ele era uma pessoa boa, e se esforçava para cumprir os mandamentos de Deus, mas havia lago que lhe faltava.

Jesus olhou para ele com amor e disse:
— Falta mais uma coisa para você fazer: vá, venda tudo o que tem e dê o dinheiro aos pobres e assim você terá riquezas no céu. Depois venha e me siga.

Quando o rapaz ouviu isso, pensou em tudo o que tinha, fechou a cara; e, porque era muito rico, foi embora triste. Em seu coração havia amor pelo dinheiro, pela fama e posição que tinha. Deus quer ter o primeiro lugar em nossa vida. Tudo o que temos é ELE quem nos dá, não é para amarmos mais do que a ELE. Esse rapaz amava mais a riqueza que possuía do que a Deus.

Jesus então olhou para os seus discípulos, que estavam em volta dele, e disse:
— Como é difícil os ricos entrarem no Reino de Deus!

Quando ouviram isso, os discípulos ficaram espantados, mas Jesus continuou:
— Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! Para os seres humanos isso não é possível; mas, para Deus, é. Pois, para Deus, tudo é possível.

Então Pedro disse:
— Veja! Nós deixamos tudo e seguimos o Senhor.

Jesus respondeu:
 — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: aquele que, me segue de todo o coração receberá muitas coisas, ainda nesta vida e no futuro a vida eterna.

Prezado (a) enfatize aos pequenos que a vida eterna, ou seja, a salvação não é adquirida apenas fazendo algumas coisas boas, fazer o que é correto é nosso dever. Jesus morreu na cruz para nos dar a salvação, para que através DELE nos aproximemos de Deus. Em Jesus nossos pecados são perdoados, para isso precisamos reconhecer nossos pecados e aceitar a vontade de Deus para nossas vidas.

O jovem não percebeu isso. Deixou que sua riqueza o afastasse de Deus. Não sejamos assim. Coloquemos Jesus em primeiro lugar em nosso coração, e com certeza seremos muito felizes.

Atividade
Imprima o desenho na galeria de imagens para os pequenos colorir
Imagem: http://www.historiasbiblicas.advir.com/vida%20de%20jesus/parabolasdejesus/o%20jovem%20rico%20par%20color.jpg


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         Allan Hart Jahsmann e Martim P. Simon  - Horinhas com Deus - Editora Sinodal

 
Colaboração para Portal Escola Dominical  – Profª. Jaciara da Silva

JUNIORES - Lição 9: João, um herói muito esquisito


2º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 9: João, um herói muito esquisito

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Heróis da Bíblia
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa


LIÇÃO 9 – JOÃO, UM HERÓI MUITO ESQUISITO


Texto Bíblico: Mateus 3.1-11


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a:
  • Compreender que os cristãos devem ser diferentes, é nessa diferença em nossas ações e palavras que mostramos Jesus a outros. Não podemos nos moldar as formas mundanas oferecidas pela mídia na pós-modernidade.


Exercitando a Memória
“Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele.”(Rm 12.2 – NTLH)

Deus tem planos bons, agradáveis e perfeitos para seus filhos. ELE quer que nos transformemos em pessoas com mentes renovadas, que vivam para obedecê-lo e honrá-lo. Tendo em vista que ELE deseja somente o melhor para nós e nos doou Seu Filho para tornar essa nova vida possível, descartando os maus procedimentos de nosso viver, colocando-nos como autênticos servos de DELE.


Crescendo no conhecimento
Não há como dizer de outro modo, João Batista era realmente diferente. Era único em sua maneira de ser, de agir, de vestir-se e até mesmo de alimentar-se. Mas isso tem uma explicação: sua missão e a região onde cresceu. Vejamos o contexto histórico em que viveu.

Durante séculos, Deus através de seus profetas anunciava o nascimento do Messias, do Cristo Salvador, e finalmente chegou o tempo certo para que as profecias se cumprissem. Para isso, Deus escolheu duas famílias na terra, uma para o nascimento do arauto, do anunciador de que o salvador já estava chegando. E outra para que o próprio salvador nascesse nela.

O anjo Gabriel foi enviado para anunciar a um casal, Zacarias e sua esposa Isabel, que morava na região montanhosa da Judéia que foram escolhidos para serem os pais daquele que anunciaria aos judeus que o Messias estava chegando. E assim ocorreu.

João Batista cresceu nos deserto da Judéia, entre as montanhas, por isso seu hábito de se vestir de pelos de camelo, no deserto as noites são bastante frias, e seu hábito alimentar era condizendo com a região e o que tinha disponível.

João andava pelas regiões da Judéia com uma mensagem singular: “Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto!” (Mt 3.2 – NTLH). João não buscava fama, nem simpatia, apenas obedecer a Deus e cumprir a sua missão de apresentar ao seu povo o Salvador esperado. Deus concedeu a João Batista uma autoridade irresistível, falava com coragem e ousadia contra os pecados e a injustiça. As pessoas que o ouviam eram tocadas pelo Espírito Santo, arrependiam-se de suas más ações e vinham para serem batizadas por ele, no rio Jordão.

As palavras de João conduziram muitas pessoas a Jesus, mas também despertaram resistência e ressentimentos em outros, como foi o caso de Herodias, esposa do rei Herodes. Mas mesmo diante de ameaças, ele não se calava, não se amedrontava, não prezava as falsas amizades mais do que fazer a vontade de Deus. Anunciava o amor de Deus e a salvação a todos os que se arrependerem, assim como juízo e castigo aos que rejeitam a Deus e à Sua Palavra. João falou acerca das atitudes erradas de Herodes e dela, e por essa razão foi preso e decapitado. Foi um herói estranho ao povo de sua época e também à nossa, mas de uma coragem e perseverança incrível, demonstrando a todos o Salvador.


Aplicação da Lição
Deus tem um propósito para cada um de nós, assim como teve com João Batista. Assim como João mostrou Jesus às pessoas, Deus quer que façamos assim também. Podemos usar nossa vida, nossos lábios, nossa maneira de vestir-se e comportar-se para que demonstremos que Jesus vive em nosso coração. Vamos fazer isso? Com certeza Deus muito se alegrará, pois nos mostraremos pessoas diferentes

Paulo ao escrever aos romanos os aconselhou à não se moldar aos padrões do mundo. Os cristão que soa prudentes não agem com comportamento mundano, não fala palavrões ou é irresponsável com as atitudes com as pessoas e com o meio ambiente, como a maioria das pessoas são.

Deixe Deus transformar você em uma nova pessoa, através de Jesus Cristo. Peça a Deus o batismo com o espírito Santo, ele nos ajuda a ser fortalecidos de maneira a evitar a maioria dos costumes mundanos que presenciamos em nosso cotidiano. Somente o espírito santo nos reeduca e redireciona nossa mente de maneira a se renovar segundo os preceitos da Palavra de Deus


Fontes Consultadas:
·         BÍBLIA de Estudo de Aplicação Pessoal. Editora CPAD. edição 2003
·         BÍBLIA de Estudo Plenitude. SBB/1995. Barueri/SP
·         BÍBLIA de Estudo Pentecostal. Editora CPAD. Edição 2002.
·         BÍBLIA Shedd. Editora Mundo Cristão. 2ª Edição
·         VINE.Dicionário. Editora CPAD. 3ª Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia. Editora CPAD. RJ


Colaboração para Portal Escola Dominical  – Profª. Jaciara da Silva

JUVENIS - Lição 9: Chamada para servir


2º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 9: Chamada para servir

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
Tema: O sentido da vocação cristã
Comentaristas: Esdras Bento, Miriam Reiche, Telma Bueno e Vera Garcez.


LIÇÃO 9 - CHAMADO PARA SERVIR


ENFOQUE BIBLICO:
“Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam” (Sl 24.1)


OBJETIVOS:
Explicaro significado de mordomia
Enfatizara necessidade de servir a Deus com o corpo e com a adoração
Esclarecerà administração das finanças e do tempo


INTRODUÇÃO
Servi ao Senhor com alegria e apresentai-vos a ele com canto” (Sl 100.2 ARC)


O QUE É MORDOMIA?
Quem já não ouviu ou até já disse: “essa mordomia vai acabar”, a frase surge porque há um conceito que viver na mordomia é ser rico, esquecer-se dos afazeres ou nada ter para fazer, assim como também viver na boemia. Mordomia não é viver como se nada tivesse para fazer ou prestar contas a alguém, pelo contrario viver em mordomia é viver uma vida de alta responsabilidade. Ser mordomo é ser responsável, administrador de bens de outrem.

O mordomo é um servo que recebe responsabilidades de guardar os bens a ele entregue, mordomia é administração de uma casa, um palácio e biblicamente de nossas vidas em particular. O homem é o mordomo de Deus na terra, tudo o que por aqui existe está sob o domínio do homem, reconhecendo assim que nada temos (Gn 1.26-28; Sl 8.6-8). Devemos nos conscientizar que o nosso papel aqui é de grandes responsabilidades, portanto sejamos fieis (1Co 4.2).

Ser mordomo é praticar a mordomia é administrar nossa vida tanto no sentido físico, no espiritual, no material e moral. O cristão tem um grande privilegio administrar bens e poderes que pertence a Deus, não esquecendo que Ele é o Senhor de tudo, exerce sobre o homem o senhorio. Não há como esquecer que Ele é o criador, na criação está revelado a sua grandeza, seu poder, a sabedoria, não há duvida, tudo é de Deus. Portanto exerçamos a mordomia com zelo, fidelidade e diligencia.


SERVINDO A DEUS COM O CORPO      
O homem é um ser tríplice, espírito, alma e corpo, mordomia cristã é ter responsabilidade com a vida, um dia teremos que prestar contas de tudo o que fizemos por meio do corpo. Muitos dizem que o corpo é pó e não presta para nada o prejudicam, imaginando que não haverá prestação de contas. O apostolo Paulo disse que temos que ser irrepreensível, tanto no espírito, na alma e no corpo (1Ts 5.23).

Vamos nesta oportunidade falar do corpo, servir a Deus com o corpo, é ele quem nos carrega e sinaliza se estamos vivos ou não. O corpo humano é feito do pó da terra (Gn 2.7) e cientificamente comprovado vários elementos químicos faz parte do mesmo como cálcio, carbono, cloro, fósforo etc.. É tipologicamente conhecido na Bíblia como: Tabernáculo vem do verbo tabernacular, morada ou habitação; Templo de Deus, no caso do crente, a morada de Deus é o corpo de uma pessoa santa; Vaso de barro, lugar em que Deus guarda seus dons, tesouros preciosos.

A mordomia do corpo implica em guardar esse corpo do pecado, os pecados cometidos contra o corpo são manifestos através dos sentidos:
a)      Visão - nesse caso a Bíblia chama de “concupiscência dos olhos” é a força do desejo impuro despertado através daquilo que se vê. 
b)      Audição – cada vez mais os jovens são explorados por aquilo que ouve, almas são perturbadas quando se busca o preenchimento do vazio interior através daquilo que ouve tanto os sons estridentes do rock ou as mensagens ocultas de satanás é uma blasfêmia contra Deus.
c)      Olfato e paladar – faculdades relacionadas aos instintos naturais da fome e sede, pecados como glutonarias, embriaguez. Cuidado! Os alcoólatras começaram bebendo socialmente as bebidas mais fracas.
d)      Tato – é o sentido corporal manifestado através do contato físico das mãos, dos pés ou de outra parte do corpo.

Os pecados trás terríveis conseqüências para o corpo alem do amargor interior, doenças como: DST – as relações sexuais ilícitas produzem males contra o corpo há uma corrida desenfreada no mundo contra a AIDS.  Porque não é contido tal vírus? As doenças crônicas como toximania, alcoolismo e tabagismo trazem sérios prejuízos a sociedade e aos cofres públicos, milhões são gastos no mundo todo com propaganda, programas de contenção desses vícios e pouco ou quase nada se consegue. Enquanto isso o corpo humano vem sendo dilacerado.
Como exercer a mordomia? O corpo por si mesmo não peca, seus membros não exercem poder algum sem a alma. Quando o homem se submete a Cristo e é regenerado, consegue exercer controle sobre o mesmo e se apresentar puro perante Cristo e a sociedade. Ele é mordomo de seu corpo.



SERVINDO A DEUS COM A ADORAÇÃO
Adorar é reconhecer a soberania de Deus e lhe dar a gloria devida, isso de modo espontâneo e reverente. Adoração é um privilegio concedido ao povo salvo, cujo objetivo é servir a Deus, não há espaço na teologia bíblica para adoração de objetos. Tanto a palavra hebraica “histhawah” quanto à grega “proskyneo”, tem como significado curvar-se ou prostrar-se humildemente diante de alguém maior e render lhe homenagens. Não é comum ver tantos adoradores hoje, uma onda de exaltação tomou conta da vida de muitos crentes. Alguns querem ser adorados por serem cantores, pregadores, querem sempre pessoas humilhadas aos seus pés lhe reverenciando, falam sim em adoração, dizem até que são humildes, mas basta alguém dizer que não gostou do seu cântico ou de sua pregação ele se manifesta em ira.

O primeiro papel a ser desempenhado pelo crente salvo deve ser o de adorador não como vê alguns imaginando que adoração é a expressão do corpo físico. O ato de adorar é demonstrado por um quebrantamento de coração (Sl 51.17), reconhecendo que o homem foi criado para adorar ao Criador de modo livre e espontâneo. O cristão deve exercer a mordomia do culto que ele oferece a Deus, no momento da leitura da Palavra, muitos nem a Bíblia trás aos cultos e ainda se diz adoradores. Alguns no momento da leitura bíblica ligam seus celulares, mandam mensagens, conversam com o amigo ao lado, mascam chicletes, ao terminar a leitura de um texto bíblico pergunte a classe ou a igreja que texto foi lido, muitos para vergonha nossa não saberá responder. E ainda se dizem adoradores, adorar é reverenciar a uma autoridade, se eu não ouço o que essa autoridade fala?

O momento do cântico congregacional e cânticos avulsos também é momento de adoração, deveria haver maior reverencia. Essa é uma área que esta banalizada a começar das letras que ouvimos por ai. É interessante os protocolos usados com as autoridades  deve causar um transtorno nas hostes celestiais, ao ver o nosso Deus, Criador do Universo ser tratado com tamanho desrespeito em nossas musicas, ditas evangélicas. Há algumas musicas românticas com sentido duplo, canta-se para o namorado (a) e também para Deus e o mais interessante tem mais sentido para o namorado (a). Nossos cânticos devem ser inspirados tanto a musica quanto a letra e ter como objetivo único elevar o povo a presença de Deus (Ex 15.1-21). E os crentes deveriam no momento de cantar elevar os pensamentos a Deus e não ficar alheio, alguns cantores avulsos, fica nervoso quando não se apresentam nas igrejas, acham que não louvaram, ou estão enterrando o seu ministério. Esses tipos de gente estão longe de ser adoradores, deveria ir embora envergonhado por tal atitude de grandeza diante de Deus e humildemente pedir um quebrantamento de coração e aprender a adorar a Deus reverentemente.

Outro elemento importante na adoração é a oração, alguém disse que orar é o respirar da alma, mas também é o falar com Deus. É interessante que não há protocolo, ele atende a todos e em qualquer horário, madrugada, meio dia, noite, a pessoa pode estar em alto mar, em terra, no palácio ou em uma simples casinha, não importa Ele ouve a todos. No entanto poucos valorizam o momento da oração, alguns aproveitam para ir ao banheiro, outros para dar aquele recadinho  difícil  é entender esses “adoradores”.


ADMINISTRANDO AS FINANÇAS
Vivemos em um mundo capitalista e egoísta, parece até que o homem foi feito para o dinheiro, quando o inverso que é verdadeiro “o dinheiro foi feito para o homem”. Portanto cabe ao crente como mordomo administrar as finanças com sabedoria e desprendimento. Dizer que o dinheiro não é importante é ter um procedimento no mínimo insensato, pois as necessidades essenciais do ser humano são satisfeitas com valores. O perigo é essa busca insaciável pelo dinheiro, as loucuras cometidas, crentes se desviando devido a falta de sabedoria em administrar as suas finanças.

Dentre as coisas que movem o mundo está o dinheiro e ele se destaca como algo eticamente difícil de ser administrado. Exercer controle sobre as finanças seja ela pouco ou muito são complicados, alguns imaginam que tirando seus dízimos o restante pode ser gastos de qualquer jeito. O cristão deve ter critérios e fidelidade no uso de seu dinheiro haverá prestação de contas, Deus deu e cabe a quem recebeu administrar. Na lição passada citei o exemplo de Colgate, a felicidade dele foi por suas finanças nas mãos do Senhor, façamos o mesmo seja pouco ou muito o melhor é nas mãos do Senhor.

O amor ao dinheiro tem derrotado muita gente (1Tm 6.10), o mordomo deve entender que o dinheiro é um meio e não um fim. Todavia não há pecado algum em ganhar muito dinheiro desde que de modo justo e honesto, agora ao ganhar esse dinheiro como será a aplicação? Essa é a parte mais importante, João Wesley, deu três regras: primeira: “Ganharmos o máximo que pudermos” de modo honesto é claro; segunda: “Economizar o máximo que pudermos” cuidado para não se tornar um avarento e privar a família de certas regalias; terceira: “Doarmos o máximo que pudermos” o jovem rico não gostou dessa idéia.


ADMINISTRANDO O TEMPO
Moises disse: “ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio” (Sl 92.12 ARC), todos nós vivemos aqui neste mundo um determinado tempo. Assim que nasce o ser humano tem a probabilidade de viver aqui até uns 80 ou mais de anos, isso diante da idade do planeta segundo a ciência significa alguns minutos e em relação à eternidade frações de segundos. Qual o tempo que  temos? Davi foi corajoso quando quis saber seu tempo (Sl 39.4), baseado no que o Apostolo Pedro disse temos pouco tempo (2Pe 3.8,9). Segundo ele mil anos são como um dia, logo uma pessoa vivendo setenta anos, isso equivale à uma hora e quarenta minutos, não esta relacionado à eternidade o que seria frações de segundos como já disse.

A maneira que vivermos aqui esse pouco tempo é que vai determinar o nosso futuro na eternidade. O rei Davi impressionado com a brevidade da vida vê a necessidade de administrar esse pouco tempo com sabedoria, embora tenha descoberto que é mais fácil falar do que fazer. Existe três coisas que podem ajudar uma pessoa a administrar o tempo:
  • Não comece a organizar pela tarefa
  • Comece por organizar o tempo
a)      Direcione o tempo (Sl 39.4)
b)      Elimine as coisas não produtivas que tomam o nosso tempo
·         Consolidem o tempo sobre o qual tem o controle
·         Liste as atividades as quais devemos dedicar o nosso tempo
a)      O que aconteceria se eu não realizasse essa obra? Caso a resposta for: nada, interrompa-a imediatamente.
b)      Qual atividade os outros podem fazer para mim? Igual, ou melhor?
c)      O que esta desperdiçando o meu tempo? Pode haver algo que não esteja contribuindo para nada.

Bem já sabemos que a vida aqui é breve, passa muito rápido, então ore a Deus e aprenda a administrar bem o seu tempo. Programe seu devocional, seus dias de cultos, seus trabalhos e seu momento de lazer, faça isso sem que haja conflitos. Você é o mordomo administre.


CONCLUSÃO
Ser mordomo não é ficar de braços cruzados, pelo contrario é ser servo administrador, com cautela e fidelidade ao seu Senhor. Li em um livro que não o tenho mais essa é a razão da não citação da fonte, um historia interessante conta aquele escritor que um mordomo recebeu a incumbência de construir uma casa, o seu senhor lhe disponibilizou o dinheiro e os empregados, logo aquele mordomo foi à tarefa e construiu a casa. Quando ele terminou prestou conta ao seu senhor de tudo o que gastara, chegou então  momento da inauguração, muitos presentes e aquele senhor fez um discurso bonito e no final entregou a chave ao mordomo e disse: “esta casa é um presente para você” . o mordomo se pois a chorar desesperadamente, alguém quis saber o motivo de tanto desespero e o mordomo disse: “eu economizei o máximo, deveria ter feito tudo de modo especial”

BIBLIOGRAFIA
CABRAL, Elienai – Mordomia Cristão – CPAD – 2003

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues

PRE ADOLESCENTES - Lição 9: A ovelha perdida


2º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 9: A ovelha perdida

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
2º Trimestre 2012
Tema: As Parábolas de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa, Telma Bueno, Verônica Araujo

LIÇÃO 9- A OVELHA PERDIDA

Texto Bíblico      Lucas 15 .1-7
Ora, chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir.
E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.
Então ele lhes propôs esta parábola:
Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?
E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo;
e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido.
Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Objetivos 
Após a aula seu aluno deverá compreender que Jesus é o Bom Pastor, bem como entender o significado da parábola.

Introdução
Estudaremos nesta lição a parábola da ovelha perdida, ensino do Senhor Jesus quanto ao amor divino pelos pecadores.
Esta parábola tem como objetivo enaltecer a nobreza da preocupação que se deve ter com aqueles que estão desgarrados do aprisco.
Esta parábola ainda tem como objetivo nos despertar no sentindo de buscar aqueles que estão de fora dos caminhos do Senhor.

I – Perdidos e achados
Jesus foi criticado freqüentemente pelos chefes religiosos de seu tempo, de modo que a queixa deles em Lucas 15:1-2 não era novidade:

 “Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.”

Jesus respondeu com uma série de três parábolas.
 a)  A parábola da ovelha perdida (15:3-7)
Os pastores são usados freqüentemente na Bíblia para descrever aqueles que cuidam do povo do Senhor. Um bom pastor está constantemente alerta para as necessidades de suas ovelhas e pronto a arriscar-se para preservá-las. Na parábola, o pastor percebe que uma de suas 100 ovelhas está perdida. Ele deixa as 99 e vai procurar a perdida. Quando a encontra, volta para casa e chama seus vizinhos para participar da comemoração.
A aplicação: há uma comemoração no céu quando um pecador perdido retorna ao Senhor.

b) A parábola da moeda perdida (15:8-10)
Uma mulher tinha dez moedas, o equivalente aproximado ao salário de meio mês. Ela perdeu uma das moedas e não podia descansar enquanto não a encontrasse. Ficou acordada até tarde procurando por toda a casa até que recuperou o dinheiro perdido. Que alívio! Ela chamou suas amigas e as convidou para partilhar com ela o seu regozijo. A aplicação: os anjos de Deus se regozijam quando um pecador perdido retorna ao Senhor.

c) A parábola dos filhos perdidos (15:11-32)
Na terceira parábola, Jesus não está preocupado com animais e objetos perdidos. Ele agora evoca toda a emoção da vida real, falando de um pai amoroso e de seus dois filhos. Um dia, o mais novo desafia seu pai com um desrespeito quase inimaginável. Especialmente na cultura dos dias de Jesus, um filho recebia sua herança quando o pai morria. O pedido que este filho fez era um insulto indizível ao pai. Não era um mero pedido de dinheiro. Ele estava rejeitando seu pai e toda a bondade que ele lhe tinha mostrado através dos anos. Ele abandonou sua família, pegou suas malas e viajou para outro país.

Com seus bolsos cheios de dinheiro para gastar, o jovem fez uma desordem em sua vida. Gastou rapidamente o dinheiro levando uma vida despreocupada e pecaminosa. A irresponsabilidade levou-o a necessidade e sofrimento, e esse filho logo ficou sem recursos e faminto. O filho privilegiado de um homem rico e generoso estava agora reduzido a procurar um trabalho humilde. Encontrou trabalho para tomar conta de porcos. Podemos considerar este serviço como sujo e mal cheiroso, mas era muito mais ofensivo para a sensibilidade dos ouvintes judeus de Jesus. De acordo com a lei de Moisés, que governava os judeus até a morte de Jesus, porcos eram animais imundos. Certamente alguns dos ouvintes de Jesus começaram a imaginar seus filhos rebaixados a alimentar estes asquerosos suínos.

Mas o sofrimento do rapaz não terminou aqui. Ele estava faminto. Olhava ansioso para os restos que estava dando aos suínos. Ali ele começou a perceber quanto tinha perdido. Estava humilhado, esfomeado, longe de casa. Ninguém percebia isso. Ninguém se preocupava. Ninguém o ajudava.
No meio daqueles porcos asquerosos, o jovem caiu em si . Ele se lembrava como as coisas tinham sido melhores antes dele ter desprezado a bondade de seu pai. Até os mais humildes servos de seu pai tinham vida melhor do que esta. Ele sabia que tinha perdido todo o direito de filho, mas talvez pudesse trabalhar para seu pai. O filho arrependido decidiu voltar e pedir misericórdia e perdão. Enquanto ia, ensaiava o pedido que faria ao seu pai. Será que seu pai seria tão bom que o empregasse para alguma tarefa humilde?

Apesar de todo o sofrimento que tinha suportado por causa da rebeldia de seu filho, o pai não tinha perdido a esperança. Ele olhou para a estrada e viu, ainda ao longe, a figura de seu filho perdido voltando ao lar. Ele correu para abraçá-lo e beijá-lo. O filho, humilhado pelas conseqüências de seus graves erros, começou sua confissão: “Pequei contra ti e contra Deus. Não mereço mais ser chamado teu filho.” Suas palavras foram interrompidas pela voz de seu pai dando ordens aos seus servos: “Tragam-lhe as melhores roupas que temos e preparem a melhor comida para festejarmos!” A explicação do pai mostra a profundidade de seu entendimento da situação difícil de seu filho, e o amor ilimitado que ele sentia pelo rebelde: (15:24).

O filho mais velho voltou do seu trabalho no campo, onde servia fielmente seu pai, ouviu a festança e ficou sabendo do motivo. O irmão ficou furioso e ressentido e se recusou a participar das festividades. Quando seu pai tentou acalmá-lo, o irmão mais velho mostrou seu egoísmo:
“Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado” (15:29-30). 

Note o desdém na voz do irmão mais velho. Ele nem mesmo se referiu ao retornado como seu irmão. “Ele é teu filho”, ele disse a seu pai.
A resposta de seu pai pôs as coisas no seu devido lugar. Ele lembrou o ciumento irmão mais velho de que ele tinha sempre gozado a grande bênção que o filho pródigo estava buscando recuperar: o privilégio de estar novamente na presença de seu pai. Ele defendeu sua decisão de comemorar, porque o morto estava vivo e o perdido foi achado.

( Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/d55.htm)

Embora o Senhor tenha proferido 3 parábolas semelhantes em um mesmo momento, estudaremos mais especificamente a primeira.

 II – Um pastor e cem ovelhas
A Bíblia , independentemente da parábola em estudo, usa desde o Antigo Testamento a figura do Pastor de ovelhas para exemplificar aqueles que tem como tarefa guiar, orientar o povo de Deus, esta figura de linguagem foi usada mais claramente no Novo
Testamento, quando o Senhor Jesus se declarou:
 Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. (Jo 10.14)
O Bom Pastor dá a vida pelas ovelhas :  Em contrapartida, o mercenário, que somente pensa nos benefícios pessoais, deixa as ovelhas à mercê do lobo. Jesus não é como um pastor mercenário, que foge deixando as ovelhas em perigo, mas verdadeiramente se importa com o bem estar de Suas ovelhas .

 Naqueles dias as pessoas estavam andando como ovelhas sem ter pastor, cada uma andando perdida pelo seu próprio caminho.
E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas. (Mc 6.34)
O Senhor veio em busca das ovelhas perdidas.
E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. (Mt 15.24)
Em algumas passagens do antigo Testamento vemos que o oficio de Pastor, que era exercido pelos reis, sacerdotes e profetas não estava sendo exercido, toda a nação de Israel andavam perdidas. Veja:

Ovelhas perdidas têm sido o meu povo, os seus pastores as fizeram errar, para os montes as desviaram; de monte para outeiro andaram, esqueceram-se do lugar do seu repouso. (Jr 50.6)

As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza.

As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo o alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem perguntasse por elas, nem quem as buscasse.  (Ez 34.4,6)
Assim a missão do Senhor era buscar as ovelhas perdidas, ele proferiu essa parábola em fase a conduta errada dos fariseus e doutores da Lei, pois questionavam o Senhor a respeito de andar, comer, e entrar na casa dos publicanos e meretrizes, que eram considerados como pecadores .
Jesus demonstrou toda a misericórdia e amor de Deus pelos perdidos.

III- Procura-se  uma ovelha
Em resposta aos fariseus o Senhor lhes diz:
Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?
E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo;
e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido.
 Os fariseus, juntamente com os sacerdotes e doutores da Lei , seriam as pessoas que tinham por obrigação exercer o pastorado, ou seja, deveriam apascentar o povo, porem eles não faziam, ao contrario, criticaram ao Senhor por fazê-lo.
Nesta parábola os pecadores que andavam afastados de Deus são comparados a ovelhas, neste texto abaixo veremos algumas características deste animal, desta forma fica clara a necessidade do trabalho do pastor.

As características de Ovelha 
A ovelha é um animal bastante ingênuo e tolo. Ela não sabe discernir a erva boa para comer da erva venenosa por isso o pastor tem que ir na frente preparar a pastagem com cuidado, retirando aqueles que podem envenená-la.
A ovelha é um animal muito medroso e basta que ela não sinta o cheiro do pastor para que fique tremula de medo e no auge do medo pode sair correndo do aprisco e se torna presa fácil dos predadores.

Quando a ovelha sente a chegada do lobo fica apavorada e não sabe como se defender e é devorada facilmente pelo lobo.
A ovelha é muito sensivel a perturbação das moscas que ficam rodeando a sua cabeça o tempo todo e acaba ficando desnorteada. Balança a cabeça de um lado para o outro tentando fugir do assedio dos insetos e acaba emagrecendo e vendo que não consegue se livrar dos insetos, sai correndo sem direção. Quando uma ovelha corre a outra fica apavorada e vai atrás. É preciso que o pastor molhe a cabeça dela com óleo para afastar os mosquitos.

A ovelha come o dia inteiro e de noite esta com o estomago muito cheio. O maior órgão que a ovelha possui é o estomago, que toma conta da maior parte da caixa torácica. Durante a noite elas gostam de brincar de dar cabeçadas umas nas outras e normalmente caem no chão com as patas para cima e depois não conseguem se levantar sozinhas pois a lã dificulta que ela se levante. Se a ovelha não for erguida dentro de uma hora ela morrera asfixiada  pois o estomago comprimirá apertara o seu pulmão por isso o pastor precisa durante a noite andar no meio das ovelhas levantando a ovelhas caídas.

Para corrigir e acudir a ovelha o pastor dispõe de dois instrumentos:  A VARA E O CAJADO.
A vara é comprida e a ponta dela parece um ponto de interrogação, um gancho. Coma vara o pastor laça a ovelha pelo pescoço porque por ter muita lã esta constantemente se enroscando em espinheiros.

O cajado muitas vezes e usado para evitar que a ovelha vá aonde não lhe é permitido. Quando a ovelha vai desgarrando ou quando se mete na briga com outra velha, o pastor joga o cajado para assustar a ovelha mas por vezes ele tem de acertá-la e com a bordoada a ovelha cai tonta pela pancada que recebeu.

A ovelha é totalmente dependente do pastor, pois precisa dele para se alimentar, beber água e se defende  predadores  e ladrões. Ela não sabe se defender. Se perceber o perigo fica toda tremula de medo, basta que ela sinta falta do pastor para que o medo tome conta dela.
A ovelha conhece a voz do pastor. Não se consegue conduzir as ovelhas como é feito com o gado que basta soltá-lo e ir gritando atrás conduzindo-o aonde ele tem que ir. A ovelha é diferente. Ela segue o pastor e de nada adianta ir gritando atrás da ovelha para ela seguir o caminho. É preciso que o pastor vá a frente e mostre o caminho que ela deve seguir.

( texto: http://cristianonetto.com.br/blog2/?p=88)
Sem duvida alguma que todas as ovelhas são importantes, a parábola mostra o amor de Deus, que não desejar que nenhuma se perca, por isso, o pastor quando vê que esta faltando uma, sai a procura da ovelha que se desgarrou do aprisco.

IV- A alegria de um pastor
As três parábolas desse capítulo de Lucas têm um ponto em comum: a alegria em achar o que se havia perdido. O pastor da primeira parábola, a mulher que achou a moeda e o pai que recebeu o filho de volta, todos fizeram festa.
Jesus quis nos mostrar a alegria de Deus quando um pecador se arrepende. Há uma festa no céu!
A Bíblia afirma que os anjos de Deus gostariam de ter pregado o Evangelho, mas isso não lhes foi permitido; podemos imaginar que a noticia, o registro que mais um no livro da vida , seja motivo de muita alegria nos céus.
A Bíblia afirma que um dia esta Igreja, a Noiva do Cordeiro, composta por esses pecadores arrependidos finalmente será apresentada nos céus, para a “grande festa” as Bordas do Cordeiro.

Portanto a alegria do pastor ao encontrar a ovelha desgarrada do rebanho representa a alegria de Deus ao ver o pecador voltando a ter comunhão com Ele.

Conclusão
Que nós possamos louvar a Deus como  Davi com este cântico:
O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias. ( Salmo 23)


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira



fonte http://www.portalebd.org.br

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