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14 junho 2012

PRE ADOLESCENTES - Lição 12: As Damas de honra


2º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 12: As Damas de honra

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
2º Trimestre 2012
Tema: As Parábolas de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa, Telma Bueno, Verônica Araujo


LIÇÃO 12 – AS DAMAS DE HONRA


Texto bíblico     Mt 25.1-8
Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo.
Cinco delas eram insensatas, e cinco prudentes.
Ora, as insensatas, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo.
As prudentes, porém, levaram azeite em suas vasilhas, juntamente com as lâmpadas.
E tardando o noivo, cochilaram todas, e dormiram.
Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!
Então todas aquelas virgens se levantaram, e prepararam as suas lâmpadas.
E as insensatas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando.


Objetivos      Após a aula seu aluno deverá compreender a necessidade de estar preparado    
                      para a volta de Jesus, bem como saber explicar o significado da parábola.


Introdução
Na lição de hoje “as damas de honra” estaremos estudando a parábola da Dez virgens,
parábola esta relacionada a volta de Cristo, registrada em Mateus 25, ela tem como propósito mostra que o servo prudente deve sempre se manter o seu deposito cheio.
Quanto a sua aplicação, ela nos instrui que devemos buscar constantemente o azeite do Espírito, para enfrentarmos o esfriamento dos últimos dias.


I-O Casamento
Para compreendermos bem a parábola das dez virgens, precisamos saber como se realizava um casamento nos dias de Jesus.
O primeiro passo no processo de um casamento judaico era a escolha, por parte do pai do noivo, da moça que deveria casar com seu filho. Essa escolha dependia de diferentes razões: uma ligação de famílias, uma aliança política, uma questão econômica. O casamento por amor, em geral, ficava como uma questão secundária.

O pai podia delegar essa tarefa a outra pessoa, que trataria também de todos os demais acertos para a realização do casamento. De uma forma clara, vemos isso quando Abraão mandou seu servo, com plenos poderes, obter.. uma noiva para seu filho Isaque e combinar o casamento. Posteriormente, apareceu a figura do "agente de casamento" (li Shadkan", em hebraico). Depois de feitos todos os contratos, o noivo assumia os compromissos estipulados.
Embora fosse um casamento arranjado, a noiva poderia consentir ou não com o casamento.

Se consentisse, havia, então, uma cerimônia pública, sob o pálio nupcial, expressando a intenção dos noivos de se tornarem esposos. O moço e a moça estavam "desposados" (nessa situação encontravam-se José e Maria, quando o anjo anunciou-Ihes o nascimento de Jesus). Entretanto, os noivos ficavam separados. Era o tempo para o noivo preparar o lugar de residência da nova família, e, para a noiva, era tempo do preparo pessoal.

No dia marcado para a celebração do casamento, a noiva esperava o noivo, pois ele viria buscá-Ia para levá-Ia à casa de seus pais, onde se realizaria a boda. A hora da chegada do noivo era uma surpresa. Sendo à noite, a noiva e sua comitiva esperavam com lâmpadas acesas. Acompanhado de sua própria comitiva, o noivo chegaria a qualquer momento. A noiva e suas companheiras deveriam estar preparadas com lâmpadas acesas, aguardando o noivo.

Como saberia a noiva que o noivo estaria chegando? Era costume que um membro da comitiva do noivo, ao chegar perto da casa da noiva, gritasse: "Eis o noivo!". Então tocavam o "shofar" (chifre de carneiro). E ao som desse instrumento, o noivo conduzia a noiva pelas ruas da vila até a casa dos seus pais, para a celebração do casamento. O clímax de tudo era o jantar, seguido, no geral, por sete dias de festa, comida, dança e celebrações. Então o noivo e a noiva partiam para sua nova residência.

(fonte: Por: Erasmo Ungaretti   www.adorar.net )


II- Dez damas de honraNo casamento judeu , que não é como os casamentos que temos hoje, a noiva esperava pelo Noivo que lhe viria buscar, como já foi dito no texto acima. Enquanto ela aguardava, a noiva tinha dez companheiras as virgens, as quais saiam ao encontro do noivo.
Erroneamente, alguns consideram que as virgens , que estão separadas em dois grupos, representam a igreja, porem um estudo mais elaborado mostra que não, há um significado especifico para as dez virgens. Contudo a parábola pode ser usada como uma referencia ao estar ou não preparado para a volta de Jesus, contudo é necessário considerar o caráter escatológico da parábola.

III- Compreensão da parábola
A parábola das dez virgens possui alguns elementos que se diferenciam no seu significado, para compreendermos melhor é necessário separar os elementos, pois atualmente muitas pessoas erram na interpretação desta parábola, alguns pregadores ensinam que as virgens se referem a igreja, sendo que as prudentes se referem a aqueles que estão preparados, enquanto as loucas são as que não estão preparados para a volta de Cristo.
Como já disse anteriormente, elas podem ser usadas como exemplo, porem a sua significação é bem diferente disto:
A parábola das dez virgens é de caráter escatológico, por isso cada elemento tem a sua interpretação própria, observe:
O Noivo
Sem sombra de duvida, o noivo simboliza Jesus, assim  como o noivo do casamento judeu vinha para buscar sua noiva, para irem morar na sua residência, assim também Jesus voltará para buscar a sua noiva, a Igreja.
 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.

E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. (Jo 14.1-3)

A Noiva
A noiva evidentemente representa a Igreja de Cristo, o que alias vale lembrar que todas as vezes que a Bíblia se refere a Igreja não a menciona no plural, o que de imediato descarta que as dez virgens representem a igreja, na parábola o noivo ia ao encontro da NOIVA, a qual possui dez virgens que faziam parte do seu “cortejo” portanto a Igreja não é a dez virgens.
Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou, (Ap 19.7)

As dez virgens
Como já mencionei acima, as virgens não representam a igreja como alguns afirmam, embora se possa usar a atitude das virgens na espera do noivo, mas  na verdade, a parábola por ser escatológica simboliza  Israel,  os dois grupos distintos simbolizam :

a) As loucas – representam os judeus que iram aceitar o anti-cristo, ou seja, fazer um pacto.
b)As prudentes – representam os judeus ortodoxos que não iram aceitar o pacto com o anti-cristo


IV- O ensino principal da parábola
A parábola das dez virgens, pode ser empregada na sua tipologia, ou seja, as atitudes das dez virgens em estar ou não preparadas.
Embora o Senhor tenha prometido voltar para buscar a sua igreja, não disse o dia da sua volta, mas ordenou a estarem alertas e vigilantes.
De forma semelhante isto foi empregado na parábola dos talentos, a qual os servos não sabiam a honra em que o seu senhor viria para lhes cobrar a prestação de contas.
De igual modo, na igreja há pessoas que vivem sem se importar em estar preparado para volta de cristo, vivem desapercebidas, algumas infelizmente não tem mais esperança. De fato vivem como loucos, nescios.
Outros são prudentes, tem esperança, e esperam a volta do Senhor, estão vigiando.

Conclusão
"À meia-noite, ouviu-se um grito: 'O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!'
Apesar de parecer que Jesus estar tardando em voltar como alguns nos tempos de Pedro questionavam, Ele virá buscar a sua Igreja, a Noiva, no tempo determinado por Deus.
Portanto estejamos vigilantes :  Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. 
Amém; vem, Senhor Jesus. (Ap 22.20)


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

fonte portal ebd.org

JUVENIS - Lição 12: Vocação Missionária: Qual é a sua?


2º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 12: Vocação Missionária: Qual é a sua?

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: O sentido da vocação cristã
Comentaristas: Esdras Bento, Miriam Reiche, Telma Bueno e Vera Garcez.


LIÇÃO 12 - VOCAÇÃO MISSIONÁRIA: QUAL É A SUA?

TEXTO BÍBLICO:  (Mt 28.18-20)

ENFOQUE BIBLICO:
“E disse-lhes; Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.” (Mc 16.15)

OBJETIVOS:
Explicaros princípios essenciais da chamada geral e especifica de modo que cada aluno identifique a sua vocação para missões.
Definiros tipos de missões e explicar o papel de cada uma.
Valorizaro trabalho das Agências Missionárias, mencionando a importância dos diversos tipos de treinamento que elas oferecem.

INTRODUÇÃO:
“Há trabalho pronto para ti, cristão; que demanda toda a tua devoção; vem alegremente, a Cristo obedecer, pois só tu ó crente, o poderás fazer!” (HC 93).

PRICIPIOS ESSENCIAIS DA CHAMADA GERAL
Quando nós aceitamos a Cristo não assumimos apenas o compromisso de louvá-lo e adorá-lo, mas também assumimos um compromisso de trabalhar para ele. Como somos membros de sua igreja na terra temos compromisso de sermos suas testemunhas como já estudamos em lições anteriores, ser o sal da terra e luz para este mundo que vive em podridão e escuridão.  Esta chamada é para todos os salvos, quando Jesus disse: “vinde a mim”, este convite esta direcionado a todos os que necessitam da salvação vem seguida de uma promessa “e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).

Em outra ocasião Jesus disse: “vinde após mim” (Mt 4.19), esta convocação esta relacionada ao discipulado, “e eu vos farei” reside nesta afirmativa o segredo de ganhar almas para o reino de Deus. Tanto a primeira chamada é universal a todos os pecadores, mas a segunda também é universal a todos os que aceitaram a primeira seguindo os passos de Cristo sendo o que ele é para o mundo, ser o que ele é para a humanidade. Na seqüência do convite para a salvação Jesus propõe o discipulado; “aprendei de mim” (Mt 11.29), rejeitar esse aprendizado é permanecer na ignorância espiritual, em Cristo reside os tesouros da sabedoria e do conhecimento (Cl 2.3). 
Para obter um bom aprendizado é preciso ser obediente e se esforçar para aprender, qualquer pessoa que entrar em uma escola com comportamento ruim nunca terá bons resultados nos testes aplicados pelo professor. Na escola de Jesus a obediência é prioridade “ficaí na cidade” (Lc 24.49), ir quando devia ficar é tão perigoso quanto ficar quando devia ir. O rei Davi ficou em Jerusalém (2Sm 11.1-4), tivesse ele morrido na guerra seria um herói ficou em casa e daí já ouvimos centenas de vezes dizer: “Davi pecou”, Aimaás foi quando devia ficar (2Sm 18.29). Quantos que sem convicção saem de suas origens sem mensagem e vão até para países de culturas diferentes e depois ficam lá chorando, deveriam ter ficado, outros no outono de suas vidas descobrem que deveriam ter ido. Por essa razão ouça essa voz e não se distancie dela “vinde após mim.”

A colação de grau na escola de Cristo é mencionada em Atos 1.8, “recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, ...”, é para todos, mas nem todos aceitam essa condição. A primeira vez apenas uns 120 irmãos se sujeitaram a aguardar e obedecer, ainda hoje essa escola tem sido rejeitado por muitos que saem sem direção do Espírito Santo e abrem igrejas ou se autodenominam pregadores itinerantes, missionários. Quando na verdade não sabem se era para ir ou para ficar. Observe que as chamadas são duas, mas são três ordens “aprendei de mim”, “ficai na cidade”, “ide por todo o mundo”, só se pode ir quando diplomado e enviado é importante lembrar que o ministério leigo como é chamado tem suma importância. Em Atos dos Apóstolos encontramos uma importante igreja fundada pelo ministério leigo, a igreja de Antioquia, esta era a mais importante do mundo gentílico. No entanto não foram os apóstolos que deram inicio a obra naquela cidade.


PRINCIPIOS ESSENCIAIS DA CHAMADA ESPECIFICA
Todos os crentes têm o dever de ser sal da terra, luz do mundo e testemunhas fiéis de Cristo, mas há alguns que são contemplados com uma chamada especifica. É muito bonito e honroso, mas não é para todos, alias há até recomendação bíblica para que ninguém tome para si essa honra sem ser chamado assim como foi Arão. A chamada especifica inclui primeiramente ser salvo, sem salvação não há como falar da salvação aos perdidos, obreiro chamado não deve apenas falar que é salvo ele precisa viver como salvo. Em segundo lugar ser santo, ou seja, viver em santificação de acordo com os padrões bíblicos separando-se de todo o tipo de mal e dedicando-se por completo a Deus e ao seu serviço, em terceiro lugar ser cheio de compaixão isto é compadecer-se dos que perecem, o obreiro chamado vocacionado precisa ter uma visão de almas, não apenas daquelas que lhes convém, mas visão de modo imparcial.

Ainda não se pode esquecer que os chamados têm uma grande incumbência, aparecerão muitos para que a obra seja impedida. Temos o exemplo de Neemias que foi importunado por Sambalate e Tobias para parar a obra por ele iniciada, Neemias foi firme “estou fazendo uma grande obra” (Ne 6.3). Não o importunaram apenas uma vez e desistiram, mas quatro vezes o atacaram, imagine caso Neemias fosse um homem sem convicção? Aimaás pediu para ir e ficou decepcionado por querer uma incumbência que não lhes cabia (2Sm 18.20), ainda foi lhe dito que outro dia ele teria a oportunidade, mas ele quis ir. Quando ele chegou ao destino tremeu, não tinha mensagem, ficou envergonhado teve que se desculpar, ele até mentiu dizendo ser o enviado de Joabe, na verdade Joabe não o enviou. Para que tanto constrangimento? Quantas vezes ouvimos irmãos tendo que se desculpar, quando na verdade não tem vocação para o serviço qual ele se candidatou. Mesmo tendo nome, sendo importante, isso não quer dizer que aquele importante trabalho que trará uma grande repercussão será feito a contento, Aimaás se enganou, o trabalho seria mais bem realizado por alguém sem nome, um etíope desconhecido.
O obreiro chamado de forma especifica, precisa ser de determinação a falta de determinação tem sido motivo de ruína para muitos. Ser salvo, ser santo, cheio de compaixão sem determinação não ajudara muito no exercício da função.  Bons crentes têm falhado por falta de estabelecer um alvo a ser alcançado, atirar em muitas obras ao mesmo tempo é sinal de derrota, Neemias reparou os muros, mas havia muitas coisas arruinadas em Jerusalém, mas a cada um Deus chamou para um determinado serviço. Quando há determinação o difícil torna-se fácil.
Abraão Lincoln um pobre lenhador disse: “vou me preparar, pois a minha oportunidade de servir há de chegar”. Anos depois foi eleito o presidente dos EUA, há alguns padrões bíblicos a ser seguido primeiramente à vontade, mas a vontade sem a chamada pode levar ao caminho de Coré e a chamada sem a vontade pode levar a tomar a decisão de Jonas. Deus em sua soberania pode chamar alguém em especifico e enviá-lo mesmo que não haja a vontade, já o contrario não podem acontecer todos os que entraram apenas com a vontade erraram. É importante lembrar que no caso de Arão primeiramente Deus revelou a Moisés enquanto Arão nem pensava, era ainda cativo a uma distância aproximada em trezentos quilômetros. Deus não consultou se Arão queria ou não cumprir a tarefa, Deus o escolheu, chamou e o enviou. Existe uma diferença entre o desejo e a necessidade de fazer a obra de Deus, o Apostolo Paulo disse que não havia de que se gloriar em pregar o evangelho, agora para o chamado em especifico existe uma obrigação, embora pudesse fazer de livre vontade, receberia galardão e se constrangido, deveria ser feito com a responsabilidade de despenseiro (1Co 9.16,17) .

A chamada em especifico a tribo de Levi para o sacerdote, não significava que todos os levitas eram sacerdotes. Para ser sacerdote o levita precisava preencher os requisitos do capitulo 21 de Levítico, havia varias exigências. O mesmo acontece hoje, para exercer o ministério de forma especifica precisa ser salvo, mas nem todo o salvo será chamado  para o exercício do ministério especifico.
  

OS VÁRIOS TIPOS DE MISSÕES IDENTIFICADAS EM SEU PAPEL
O primeiro compromisso do crente é para com Deus, todos devem adorá-lo e servi-lo de todo o coração (Jo 4.23-25; At 13.2). O segundo compromisso é com a igreja na qual ele é membro, exercendo seus dons para que a igreja seja edificada e haja manifestação de amor fraternal e que cause prazer em Cristo manifestando através dos dons (1Co 12.12-27; Ef 4.16). E em terceiro lugar o crente tem a magnífica tarefa de apresentar Cristo ao mundo (At 1.8).

Missões no aspecto jurídico– boa parte dos que fazem missões faz na base da emoção e do improviso, sem a razão e a organização. Os problemas enfrentados pelos missionários poderiam na maioria das vezes serem evitados caso todos os cuidados fossem tomados entre a preparação e o envio do mesmo. O aspecto jurídico é o que estabelece uma pessoa em um país ou estado, todo o tipo de trabalho deveria ser adotado antes de o obreiro sair de sua origem. A preocupação é enorme com o culto de despedida quando deveria ser com a fixação do obreiro no campo de trabalho, analisando com todo o cuidado as reais possibilidades de sucesso do missionário que será enviado. Em termos didáticos há algumas providencias a serem tomadas antes do envio de uma pessoa ao campo missionário.
a)      As exigências que o país faz para admitir um estrangeiro quanto a visto etc. É possível entrar naquele país como missionário cristão?
b)      Observar a moeda em vigor no país, quanto a valor, o que uma família precisa ganhar para manter-se, é possível remessar dinheiro para a localidade em que o missionário irá morar?
c)      Há escolas para os filhos dos missionários? Eles serão estrangeiros naquele país
d)      Qual a estratégia funcionara para evangelizar aquele país? Já existem igrejas, convenções no local objetivado? Caso haja deverão ser respeitadas, por mais acomodadas que sejam.
e)      Caso a missão seja abrir igrejas, quais as exigências legais?
Essas perguntas deverão ser feitas antes do envio do missionário.

Missões no aspecto cultural– o missionário que não respeitar as culturas existentes num país, estado ou cidades está sujeito ao fracasso (At 16.1-3). Cultura é um conjunto de valores seguido, respeitado e vivido por um grupo social. Todo crente que tem chamada missionária precisa ser transcultural, trabalhar em culturas diferentes com visão social de origem é muito difícil ter sucesso, o missionário deve pregar o evangelho e deixar que Espírito Santo se encarregue das mudanças caso seja necessário. Somente a cultura bíblica cristã, substituirá os valores culturais que contrariam a vontade de Deus.
Existem varias tradições antibiblicas quanto ao casamento, trajes, usos e costumes, vícios e o missionário não pode se envolver de inicio com estas questões a não ser pregar a palavra de Deus. Há países em que pratica a poligamia, outros no dia do casamento a noiva toma banho de leite para purificação, nas tribos existem a compra da mulher ou troca por animais ou objetos, sem contar o que fazem no dia da morte, uns festejam outros cometem absurdos. Quando é o homem que morre a mulher pode ser cremada junto, pode ser apedrejada até a morte e é nesse meio hostil muitas vezes que esta o missionário, que se não tiver preparo psicológico e trancultural ficará frustrado.

Missionário no aspecto ético– aqui é a ética bíblica e ministerial, em muitos casos existe um grande desrespeito tanto por parte de quem envia quanto de quem vai. É necessário que o missionário reconheça sempre que ele foi chamado por Deus, a igreja ou o ministério reconheceu esta chamada e todo e qualquer sucesso a gloria pertence a Deus e ao ministério que lhe enviou. Tenho visto as duas coisas acontecer à falta de reconhecimento da parte de quem enviou, quando o trabalho cresce é colocado alguém que nada tem a ver com missões e o iniciante daquela obra nunca mais sequer é lembrado. Assim como há também os que são enviados havendo sucesso, alguns abandonam suas igrejas de origens ficando com aquele trabalho como se fosse dele, esquecendo-se que no inicio uma igreja lhe deu o sustento para que ele ali chegasse. 
A falta de ética de alguns missionários que aproveitam esse nome tão bonito e importante para pedirem ofertas em igrejas, parecendo mendigos.  Não vou dizer o nome e nem o lugar, mas faz alguns anos recebi em minha casa um missionário que dizia estar precisando de certa quantia de dinheiro e roupas, fui informar sobre ele descobri tratar-se de um mentiroso. Era de fato alguém enviado por uma igreja, mas estava aproveitando da situação.

Missionário e o aspecto Espiritual– não se ordena um obreiro apenas por gostar dele, ou por grau de parentesco e nem mesmo pelo seu intelecto, mas por uma chamada divina. Os fracassos que ouvimos falar são exatamente pela falta de observar tal aspecto, uns são enviados porque as igrejas não o toleram mais, então vamos nos livrar dele enviando-o para o campo missionário e ainda ouvimos dizer “lá ele vai ver”, outro tipo de enviado dependendo do local uma pessoa querida com a expressão “esse merece”. Primeiro a obra não é nossa é de Deus, e é ele quem sabe o perfil do obreiro e a chamada para que local seja, não cabe a nós decidir sobre isso a não ser orar e jejuar (At 13:1,2).
Missões podem ser feita em um bairro da cidade local, podemos sim considerar como missões urbanas, também no mesmo país o qual é chamado de missões nacionais. Ainda a transcultural, nem sempre precisa o missionário sair de sua cidade de origem ou do país


A IMPORTANCIA DAS AGENCIAS MISSIONÁRIAS
As agencias missionárias existem para dar treinamentos aos vocacionados tanto são enviados pelas igrejas, quanto também há alguns que as procuram a fim de se preparar esperando que a igreja os envie. As agencias mantêm vínculos direto com alguma igreja, convenções ou ministérios, outras são independentes, porem todas é sem fins lucrativos objetivando o crescimento do reino de Deus.

As agencias de modo geral mantêm  tipos diferenciados de treinamentos, algumas treinam seus alunos para enfrentar as dificuldades das periferias nas grandes metrópoles, por exemplo, também nos países de culturas diferentes, transculturando  o aluno dentro da própria agencia, existe treinamentos como se preparar para o fuso horário e a alimentação do país objetivado .
As agencias mais conhecidas são: KAIROS, AMÈM e PORTAS ABERTAS.


CONCLUSÃO.
Ao chamado e vocacionado para um ministério especifico, não fuja dessa realidade, procure se preparar, fazendo um bom curso de teologia, missões procure seu pastor e lhe informe de sua chamada.


OBRAS CONSULTADAS:
ROYER, Gary L. – Missiologia –  EETAD – 1990 - 2ª Edição
OLIVEIRA, Raimundo Ferreira de – EETAD – 1994 – 2ª Edição


Colaboração para Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues
 fonte portal ebd.org

LIÇÃO 12 – JESUS, O HERÓI DOS HERÓIS


2º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 12: Jesus, o Herói dos heróis

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
2º Trimestre de 2012
Tema: Heróis da Bíblia
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa


LIÇÃO 12 – JESUS, O HERÓI DOS HERÓIS


Texto Bíblico: Lucas 24.36-53.

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender era necessário Jesus morrer por causa de nossos pecados, para pagar o preço de nossas transgressões, bem como era necessário ressuscitar para nos reconciliar ao Pai. E hoje é nosso mediador, é o Único Caminho, a Porta que nos conduz a Deus. Enfatizando que como Jesus cumpriu a missão a Ele confiada, assim devemos nós como embaixadores, representantes Dele na terra, devemos anunciar a salvação na Pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo.

Exercitando a Memória

“E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”(Ap 19.16 – ARC).

Crescendo no conhecimento
A Bíblia nos afirma que Jesus sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 6.6-8)  Humilhação consiste em Cristo ter posto de lado a majestade divina que era Sua como soberano governador do universo ter assumido a natureza humana na forma de servo, tendo se encarnado e passado por grande sofrimento e morte, sepultamento. (Mt 3.15; Fp 2.6-8; Jo 1.14; Hb 2.18; 4.15; 5.7-9; Dt 21.23; Gl 3.13: Sl 16.10; At 2.27,31). Cristo precisou passar por este estado de humilhação para nos redimir do pecado.

Jesus Cristo tendo pagado a penalidade do pecado e merecido a justiça e a vida eterna para o pecador. Este estágio deve ser levado em conta no estado de exaltação de Cristo :
·         A ressurreição (1 Co 15.20; Cl 1.18; Ap 1.5);
·          A ascensão de Cristo ao céu (Hb 1.3; 4.14; 9.24),
·         A Sua entronização à mão direita de Deus (Mt 26.64; At 2.33-36).
·         E finalmente a manifestação em glória a Sua segunda vinda gloriosa (2 Ts 1.7-10) que representa a vitória contra as forças do mundo, do materialismo, enfim, o reino das trevas. 

Jesus ensinou ao povo durante seu ministério terreno “Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado”. (Jo 8.34).

Redenção significa que Cristo liberta o povo da escravidão do pecado. Redenção é a libertação do escravo, pagando o preço do resgate. Nós temos bíblicos, muitas vezes um homem chegava ser escravo, por causa de suas dívidas. Um parente teria que pagar o preço de resgate para conseguir a libertação daquele escravo. Cristo se tornou nosso parente, ao encarnar-se, para conseguir nossa libertação da escravidão do pecado. Qual foi o preço de resgate? Nós teríamos que pagar os pecados com a nossa morte, se não fosse a redenção por Cristo (1 Pe 1.18,19), o escravo resgatado deve glorificar a Deus no seu corpo, porque pertence ao que pagou o preço do resgate (1 Co 6.19-20; Jo 8.32-34; Rm 3.24; Gl 3.13; 4.5; Êx 21.20). 
     
Jesus como ungido de Deus exerce três ofícios: Profeta, sacerdote e rei. Jesus Cristo é o Rei dos reis porque Ele é filho de Deus (Is 9.7; Lc 1.32,33: At 2.33-36). Cristo exerce toda autoridade no céu e na terra (Mt 28.18). Quando as pessoas são rebeldes, Cristo os vence; quando são obedientes, Ele reina sobre eles. Quando o inimigo de Deus e dos homens os ataca, pode-se contar com a vitória, pela confiança em Cristo, porque ele defende o seu povo dos ataques do inimigo (1Jo 4.4). A autoridade absoluta de Cristo hoje é reconhecida somente pelos crentes, (Mt 13.24-30; Lc 17.21; Rm 14.17; Cl 1.13), mas quando Ele voltar em glória e poder. Todos irão reconhecer que Ele é Deus Filho, o todo poderoso (Dn 4.25; 2.34; Ef 1.20-22). De forma definitiva (Mt 7.21; 13.24-30; Lc 22.29; Fp 2.9-11; 2 Tm 4.18; 2 Pe 1.11). 

Senhor dos senhores 
A lição de hoje tem como objetivo apresentar Jesus Cristo como verdadeiro Deus e verdadeiro homem. (Jo 1.1-14), por isso podemos dizer aos pequenos com propriedade que JESUS É O MAIOR DE TODOS OS HEROIS que temos estudado neste trimestre.

É necessário enfatizar que natureza divina de Cristo não foi criada, mas é eterna; Jesus Cristo é Deus filho, por isso é igual ao Pai em poder e glória. Segundo os estudiosos o segundo nome da divindade que aparece na Bíblia é Senhor, que descreve Deus na sua relação com os homens, e significa “Eu sou o que sou”.(Êx 3.13-14), Jesus em essência é Deus, portanto, é eternamente o mesmo.

Moisés falou do Deus único e verdadeiro quando disse: “Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível”. (Dt 10.17). João falou da vitória do mesmo Deus: “Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (Ap 17.14). O ensino das Escrituras sobre Jesus, mostra claramente a divindade de Jesus. Da mesma maneira que podemos chamar o Pai de Senhor ou Deus podemos aplicar este nome a Jesus Cristo (Jo 20.28; Is 9.6).

 Jesus Cristo, corretamente visto como Deus merece a nossa obediência e adoração. As ordens Dele devem ser obedecidas (Mt 28.20). Ele é digno de receber louvor (Ap 5.12). O próprio Pai mandou que os anjos adorassem o filho Jesus (Hb 1.6). 
    
Aplicação da Lição
Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Quando Ele entrou em Jerusalém o povo tirou suas veste se as espalharam pelo caminho e aclamavam: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel. De que dinastia de reis foi Jesus? Ele não utilizou um cavalo, mas um jumentinho. Um cavalo é símbolo de guerra, porém o jumento é símbolo de paz. Jesus veio ao mundo como Príncipe de paz, para dar-nos a paz. Quando Jesus nasceu, coros de anjos proclamaram que Ele é o príncipe da Paz. “Glória a Deus nas alturas e Paz na terra”.

O mesmo fizeram com o rei Jeú quando foi declarado rei;  as pessoas também tiravam as suas vestes e colocavam por onde  Jesus havia de passar.  Uma prova clara de que Jesus veio como rei e entrou na cidade como rei. Sem dúvidas o Reino de Jesus Cristo não é deste mundo; é um Reino celestial é o Reino de Deus que será totalmente regido por Jesus Cristo quando de sua segunda volta gloriosa. Graças a Ele nós já nos tornamos cidadãos desse Reino, e Cristo tem se tornado Nosso Senhor e Rei. Jesus Cristo voltará a esta terra como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Pelo que podemos viver com alegria e muita esperança no seu regresso para reinar eternamente como Rei absoluto.



Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
·         Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8ª Edição/2009
·         Comentário Bíblico Beacon – Vol.7: João a Atos – Editora CPAD – Rio de Janeiro/2005



Colaboração para Portal Escola Dominical  – Profª. Jaciara da Silva
fonte portal ebd.org

Noite de vigília, AD Piancó





A igreja assembleia de Deus realizou uma campanha de oração durante 30 dias, tendo o encerramento no dia 12 de junho com uma grande vigília, durante um mês a sede e as congregações se concentraram somente em oração exceto aos domingos que permaneceu a programação normal, enquanto a cidade estava sendo atraída pela festa de padroeiro, a Igreja assembleia de Deus passou a noite de terça feira dia 12 em vigília, Vigiai e orai para que não entreis em tentação Mc 14:38a. O Pr. Vargas juntamente com mais de 80 irmãos realizaram uma grande vigília, teve também a participação de alguns irmãos de outras igrejas e pessoas não crentes. Nos prestigiou  o Pr Daniel e alguns irmãos vindo da cidade de Curral Velho - PB, a virgilia começou às 22:00hs e foi até as 05:00hs da manhã, a vigília foi composta por  oração e louvor , também foi franqueada a oportunidade aos irmãos, para pedirem oração contar as bençãos  os seus testemunhos e etc. foi uma noite maravilhosa na presença do nosso Deus.após o encerramento o pastor ofereceu um café da manhã. 

A Bíblia nos ensina a orar sempre, pois Deus honra a permanência na oração (1 Ts 5.17 orai sem cessar ). Orai sem cessar significa permanecer na presença do Pai, pedindo continuamente sua graça e benção. Sem cessar não significa robotizar a oração, significa sim orar em todas as ocasiões de nossa vida, seja na alegria ou na tristeza.

Numa vigíla louvamos muito a Deus, através de louvores de adoração, corinhos e  hinos da harpa cristã.


O pastor Vargas muito feliz agradece a todos que compareceram e afirma que outras vigílias irão acontecer, “creio que na próxima será um numero maior de irmãos enfatizou o pr. Vargas”.

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes