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12 julho 2012

A morte e a intervenção divina


A morte e a intervenção divina
Os três (3) tipos de morte.
1ª – A morte física (Gn. 2. 17/ Ec. 12. 7/Rm. 5. 12)
2º - A morte espiritual (Gn. 2. 17/Col. 2. 13/Ef. 2. 1-12)
3ª – A morte eterna – Também chamada na bíblia de 2ª morte (Ap. 20. 6, 14)
E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Heb.9.27                                                   
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. Ec.12.7
Ora o último inimigo que há de ser aniquilado é a morte ICor.15.26                                                                                             
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? ICor.15.55
Tragada foi à morte na vitória  ICor. 15.54
A intervenção de Deus na morte física.
Obs. Muitos profetas e até mesmo Jesus, sofreram esse tipo de morte (2 Reis 13. 14/Lc. 23. 46)
Morte postergada
No caso do rei Ezequias – Isaias 38.5 / Pedro Atos 12.7-11 / Paulo, Silas e o próprio carcereiro Atos 16.23-28
Para os recém-nascidos de novo: Quem já estava perto de morrer (estava no mundo sujeito a todo tipo de males), Jesus mudou ele de primeiro para último. Mt.20.16                                                                                                                                                       E no novo nascimento (João 3.1-7), temos um livramento de uma provável morte, pois, em muitos ambientes nos quais vivíamos ou frequentávamos, o diabo chama uns para matar e outros para morrer.Sem contar a cura de enfermidades que levam a morte.
Livrados para nunca morrerem
E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou. Gn. 5.24                                       
E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. 2 Reis 2.11
Os que estarão vivos no dia do arrebatamento.
Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. I Tess. 4.15 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. I Tess. 4.17
Livramento pós-morte
Quando Deus traz de volta da morte para vida (ressurreição física).                                                                           
Você sabe que quase inexiste nos dias de hoje, este tipo de operação de Deus, então se cuide para que não morra perdido e, ou, eternamente. Mt. 10.8
Eliseu ressuscitou o filho da sunamita: 2 Reis 4.35; 8.1
Um homem ressuscitado ao tocar nos ossos de Eliseu: 2 Reis 13.21
O filho da viúva da Cidade de Naim: Lc. 7.12-14; A filha de Jairo: Lc. 8.53-55; Lázaro: João 11; Dorcas: Atos 9.36-41
A intervenção de Deus na morte espiritual.
É chamada de ressurreição espiritual: Col. 2.12; 3.1
Por intermédio do novo nascimento João 3.3-7
Estávamos mortos nos pecados e ofensas.
Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos. Mt. 8.22
E VOS vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, Ef. 2.1                                                
Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), Ef. 2.5
Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Ef. 5.4                                                                                                                       
E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, Col. 2.13
Obs. As oportunidades acima citadas é para quem esta vivo fisicamente
A intervenção de Deus na morte eterna.
Não existe!
Para quem morreu eternamente, só resta o lago de fogo e de enxofre.
Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo Mc. 3.29
Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. João 5.24
E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre. Ap. 20.10
E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. Ap. 20.14
E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Ap. 20.15

* Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - Setor 5 (Osasco/SP) - congregação de Parque Palmares.

JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 3: Preste Atenção


3º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 3: Preste Atenção

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Bíblia, o livro maravilhoso
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 3 – PRESTE ATENÇÃO!


Texto bíblico  Neemias  8.1-3, 9.1-38


Objetivos   após a aula seu aluno aprecie o ensino da Palavra e
                    se interesse  para aprende-la na Escola Dominical


A palavra é... aprender
O dicionário definir a palavra aprender como:
1.adquirir o conhecimento de;
2.ficar sabendo;
3.instruir-se:


Aprendendo a Bíblia

Salmos 119:66
Ensina-me bom juízo e conhecimento, pois creio nos teus mandamentos

Aprender a Bíblia, adquirir  o conhecimento sempre foi o desejo de Deus para com o ser humano, em varias passagens bíblicas vemos  a importância do se adquirir conhecimento, no livro do profeta Oseías a Bíblia diz:  O meu povo foi destruído por que lhe faltou conhecimento.

Ter conhecimento de Deus é algo de extrema importância, pois a palavra de Deus, como disse o salmista, é lâmpada para os meus pés. Isso simboliza que se estivermos enxergando bem o lugar para onde estarmos indo jamais “cairemos em algum buraco”

Deus dotou o homem com a capacidade de aprendizado, na verdade no principio  não era necessário pois o homem tinha comunhão perfeita com Deus, após o pecado, distante de Deus e destituído de sua gloria, se faz necessário que o homem busque o conhecimento de Deus.

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O tema "conhecimento" inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos que são ou úteis ou verdadeiros
Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é de ampla compreensão que conhecimento é aquilo que se sabe de algo ou alguém.


Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo que se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo que o homem absorve de alguma maneira, através de informações que de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação com um propósito ou uma utilidade.


A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada.O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma "base de conhecimento" num computador. No máximo, podemos ter uma "base de informação", mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o que nós temos de facto é uma tradicional base de dados.

O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, idéias e conceitos o conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa.
A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científica, prática e técnica.

Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:

Conhecimento Sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).

Conhecimento Intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.

Conhecimento Vulgar/Popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.

Conhecimento Científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.

Conhecimento Filosófico: Mais ligado à construção de idéias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.

Conhecimento Teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do Teólogo é provar a existência de Deus e que os textos Bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação.





Historia Bíblica
A Bíblia em varias partes Deus conclama o povo para que aprenda a sua Palavra, vejamos:

Isaías 1:17
aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas.   

Mateus 9:13
Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento]. 
  
Mateus 11:29
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.   

Este ultimo versículo foi proferido pelo próprio Senhor, Ele chama as pessoas para aprender as suas palavras, descanso alcançam todos os que lhe ouvem, esse ouvir não é apenas ouvir com os ouvidos, mas  obedecer o que ele  diz.
Jesus foi o Grande Mestre, glorificando assim a missão de ensinar. Das 90 vezes que alguém se dirigiu a Cristo nos Evangelhos, 60 vezes Ele é chamado "Mestre". Grande parte do ministério de nosso Senhor foi ocupado com ensino. (Ver Mateus 4.23; 9.35; Lucas 20.1). Sua última comissão à Igreja foi "Ide e ensinai", (Mt 28.19,20). Sua ordem é clara.

A quem e onde Jesus ensinava?

Nas sinagogas (Mc 6.2).

Em casas particulares (Mc 2.1; Lc 5.17).

No templo (Mc 12.35).

Nas aldeias (Mc 6.6).

Às multidões (Mc 6.34).

A pequenos grupos e individualmente (Lc 24.27; Jo caps. 3 e 4).


A  obediência sempre trás beneficio,  é isto que vemos na historia bíblica de hoje, o texto narra a historia de  do povo de Israel no período de Esdras. O povo estava espiritualmente distante de Deus, mas foi ate Esdras para ouvir, para aprender a Palavra  de Deus.


Esdras (do hebraico Ezra עֶזְרָא ,abreviação de עַזְרִיאֵל "Aquele que ajuda, Ajudador, Auxiliador) é o nome de um personagem da tradição judaico-cristã que liderou o segundo grupo de retorno de israelitas que retornaram de Babilónia em 457 a.C. Descendente de Arão, o primeiro Sumo Sacerdote de Israel, Esdras era escriba (copista da lei de Moisés) entendido na lei de Moisés.


Ele recebeu ordem do rei Artaxerxes para ir até Jerusalém. Ele levaria oferta para o templo, judeus que quisessem voltar com ele e pessoas para trabalhar no templo (levitas, servidores do templo, porteiros, cantores).
 O objetivo da missão dele era ver como estava a condição espiritual do povo judeu. Com as ofertas ele teria que comprar animais e outros produtos para serem utilizados nos sacrifícios. Esdras tinha também autoridade para nomear magistrados e juízes que julgassem o povo além do rio Eufrates.


Ele partiu e parou no rio que corre para Aava. Lá ele percebeu que não havia nenhum levita. Então ele mandou buscar levitas em Casifia, onde encontraram levitas e servidores do templo. Depois eles jejuaram para se humilharem perante Deus e pedirem proteção na jornada.

Chegaram na cidade e repousaram três dias. Pesaram o ouro e a prata os objetos para a CASA DE JEOVÁ. Após isso Esdras encontrou o povo em grande pecado, eles estavam se misturando com os povos de outras terras, desobedecendo a Deus. O povo se reuniu com Esdras se arrependeu e eles despediram as mulheres estrangeiras.


Nos dias de Esdras e Neemias, lemos que quando o povo voltou do cativeiro, um grande avivamento espiritual teve lugar entre os israelistas. Esse despertamento teve origem numa intensa disseminação da Palavra de Deus e incluiu um vigoroso ministério de ensino bíblico. É dessa época que temos o relato do primeiro movimento de ensino bíblico metódico popular similar ao da nossa Escola Dominical de hoje.

O capítulo 8 do livro de Neemias dá um relato de como era a escola bíblica popular de então - ou como chamamos hoje:

·         Esdras era o superintendente
·         o livro-texto era a Bíblia
·          os alunos eram homens, mulheres e crianças
·         Treze auxiliares ajudavam a Esdras na direção dos trabalhos
·          e outros treze serviam como professores ministrando o ensino
·         O horário ia da manhã ao meio-dia 

Afirma o versículo 8 que os professores liam a Palavra de Deus e explicavam o sentido para que o povo entendesse. É certo que aí há um problema lingüístico envolvido (o povo falando o aramaico ao retornar do exílio), mas o que sobressai mesmo é o ensino da Palavra, patente em todo o capítulo. Por certo, o leitor gostaria de ter pertencido a uma escola assim, espiritualmente avivada.

O resultado desse movimento de ensino da Palavra foi a operação do Espírito Santo em profundidade no meio do povo, conforme atesta todo o capítulo 9 e os subseqüentes do livro de Neemias.  É o cumprimento da promessa de Deus em Isaías 55.11.

Na época do cativeiro, os judeus no exílio, privados do seu grandioso templo em Jerusalém, instituíram as sinagogas tão mencionadas no Novo Testamento. A sinagoga era usada como escola bíblica, casa de cultos e escola pública.  O filósofo judeu, Philo, de Alexandria, falecido em 50 d.C., com seu testemunho insuspeito, afirma que "as sinagogas eram  casas de ensino, tanto para crianças como para adultos". - Benson.

Na sinagoga a criança recebia instrução religiosa dos 5 aos 10 anos de idade; dos 10 aos 15 anos, continuava a instrução religiosa, agora com auxílio dos comentários e tradições dos rabinos. Aos sábados, a principal reunião era a matutina, incluindo jovens e adultos.
(texto fonte: http://www.adsertaozinho.com.br/index_arquivos/Page3927.htm)


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D. Aplicação. É evidente que se a Igreja de hoje cuidasse devidamente do ensino bíblico junto às crianças e novos convertidos, teríamos uma igreja muito maior. Pecadores aos milhares convertem-se, mas poucos permanecem porque lhes falta o apropriado ensino bíblico que lhes cimente a fé. Falta-lhes raiz ou base espiritual sólida e profunda. A planta da parábola morreu, não porque o sol crestou-a, mas, principalmente porque não tinha raiz (Mt 13.6).


Atividades

Pinte o desenho (na galeria de imagens) e monte para os pequenos:

Fonte: www.http://4.bp.blogspot.com


Colaboração  para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira
FONTE PORTAL EBD

Galeria de imagens


PRIMÁRIOS - Lição 3: O Trabalho na Casa de Deus


3º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 3: O Trabalho na Casa de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: A igreja é a casa de Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 3 -  O TRABALHO NA CASA DE DEUS


Texto Bíblico: 1 Cr. caps.24-26


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender que na Igreja há diversos tipos de trabalho para serem realizados e deus conta conosco.


Frase do dia...
EU TRABALHO COM ALEGRIA NA CASA DE DEUS

Escreva esta frase dividindo-a em três corações. Leia pelo menos umas três vezes. Enfatize aos pequenos que o que sentirmos alegria em trabalhar para Deus é o amor que sentimos por Ele.


Memória em ação
“Sirvam o Senhor com o coração cheio de fervor.” (Rm 12.11 – NTLH)


Explorando a Bíblia
Os trabalhadores da casa de Deus  se diferenciam dos trabalhadores comuns, que o fazem por uma recompensa financeira, logo trabalhar ou servir a Deus é algo gratificante e ao mesmo tempo algo de grande privilegio.

Instrua as crianças neste versículo:
Porque todo sumo sacerdote tomado dentre os homens é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados.
Ora, ninguém toma para si esta honra, senão quando é chamado por Deus, como o foi Arão. (Hb 5.4,6)

Estes dois versículos demonstram claramente a função dos trabalhadores da casa de Deus, bem como a aceitação de Deus mediante a sua vontade, pois Deus chama dentre o seu povo homens e mulheres para servir na sua obra, isto se constitui numa grande honra, servir ao Rei.

De forma socrática leve seus alunos a pensarem:
·         Que trabalho gostariam  de fazer na casa de Deus , quando forem adultos
·         Seus pais realizam algum trabalho na sua igreja
·         Eles sabem quem são os trabalhadores da sua igreja

Obs: Forma socrática, é um termo que vem do filosofo grego Sócrates, que usava o sistema de perguntas e respostas, para que seus ouvintes pudessem se induzidos a raciocinar as questões propostas.



Historia Bíblica
Estamos já na quinta lição deste trimestre  a qual tem como tema; Eu gosto da igreja, o que nos faz voltar ao passado aos primórdios da casa de Deus a igreja a qual as crianças conhecem, nisto estamos estudando o Antigo Testamento, para assim entendermos melhor o novo.

Este mesmo processo se faz necessário quanto aos trabalhadores da casa de Deus, de uma forma resumida, temos de descrever como era no Antigo Testamento  e atualizarmos para o nossos dias, deste modo podemos descrever:

·         O povo de Deus era constituído por 12 tribos
·         Deus institui a adoração ao seu nome ordenando a construção do tabernáculo
·         Deus escolheu dentre as 12, uma para que lhe prestasse serviço
·         A tribo de Levi, assim os levitas realizavam o trabalho:
- Montar e desmontar o tabernaculo
- transportar o tabernaculo
- oferecer os sacrifícios, interceder pelo povo, louvar a Deus
·         Quando Israel se firmou como uma nação, o rei Salomão construiu um Templo
·         Muitos trabalhadores foram ordenados
·         Nos dias atuais, os trabalhadores da casa de Deus tem muitas funções na obra
- funções materiais  (porteiros, zeladores, serventes)
- funções espirituais (pastores, intercessores, profetas, professores)

Toda esta listagem pode ser acrescida conforme suas próprias experiência e conhecimentos , o importante é que as crianças possam entender, que o assunto tratado na lição esta bem próximo a eles, e não se esqueça que dizer que você mesmo é um desses trabalhadores.



Conclusão
Por fim conclua a sua aula, falando as crianças o quanto é recompensador trabalhar para Deus; Tome por  base estes versículos.
Pedro começou a dizer-lhe: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.
Respondeu Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho,
que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no mundo vindouro a vida eterna. (Mc 10.28-30)

O apostolo Pedro questionou sobre ter deixado a sua vida , os seus afazeres para seguir, para trabalhar para o Senhor, Pedro era pescador, e Jesus os fez pescadores de homens.


Fixando a aprendizagem
Imprima o desenho na galeria de imagens para os pequenos colorir




Fonte consultada:


Colaboração para Portal Escola Dominical  – Prof. Jair César S. Oliveira
FONTE PORTAL EBD

Galeria de imagens

JUNIORES - Lição 3: Eu sou pecador


3º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 3: Eu sou pecador

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Em que acreditamos?
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 3 – EU SOU PECADOR


Ao Mestre
Prezado (a) está lição é de suma importância. É uma oportunidade que Deus nos concede de guiar nossos pequenos aos braços de Cristo. No final da aula pergunte quem deseja que Jesus more em seu coração, para ser livre do pecado. Em seguida ore com eles.
Boa aula!


Texto Bíblico:  Genesis 3.1-24


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender que devido ao pecado do primeiro casal Adão e Eva, toda a humanidade estão sob o pecado, somente em Jesus somos livres da condenação do pecado.


Exercitando a Memória
“Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.”(Rm 5.12 – ARC)

Prezado (a) enfatize aos pequenos que Deus ao criar o homem e a mulher os colocou em um lindo jardim, chamado Éden, e lá a alegria, o conforto a paz eram constantes, pois Deus providenciou tudo para o bem estar do casal. Mas a inocência e a harmonia daquele lugar foi quebrada quando Adão e Eva desobedeceram a Deus, e a conseqüência desse ato afetou toda a humanidade.


Crescendo no conhecimento
O SENHOR criou o homem e a mulher, os quais se chamaram Adão e Eva.
Depois o SENHOR Deus plantou um jardim na região do Éden, e ali pôs o casal que ele havia formado.
O SENHOR fez com que ali crescessem árvores lindas de todos os tipos, que davam frutas boas de se comer. No meio do jardim ficava a árvore que dá vida e também a árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. Então o SENHOR Deus pôs o homem no jardim do Éden, para cuidar dele e nele fazer plantações.

E o SENHOR deu ao homem a seguinte ordem:
— Vocês pode, comer as frutas de qualquer árvore do jardim, menos da árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. Não coma a fruta dessa árvore; pois, no dia em que você a comer, certamente morrerá.

No Éden nascia um rio que regava o jardim e que, saindo dali, se dividia, formando quatro rios
Tanto o homem como a sua mulher estavam nus, mas não sentiam vergonha, pois eram inocentes, em seus corações não havia maldade.

A cobra era o animal mais esperto que o SENHOR Deus havia feito. Satanás, o inimigo de nossas almas, entrou neste animal e a usou para falar com Eva. Ela perguntou à mulher:
 — É verdade que Deus mandou que vocês não comessem as frutas de nenhuma árvore do jardim?
A mulher respondeu:
— Podemos comer as frutas de qualquer árvore, menos a fruta da árvore que fica no meio do jardim. Deus nos disse que não devemos comer dessa fruta, nem tocar nela. Se fizermos isso, morreremos.
Mas a cobra afirmou:
— Vocês não morrerão coisa nenhuma! Deus disse isso porque sabe que, quando vocês comerem a fruta dessa árvore, os seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecendo o bem e o mal.

A mulher viu que a árvore era bonita e que as suas frutas eram boas de se comer. E ela pensou como seria bom ter entendimento. Aí apanhou uma fruta e comeu; e deu ao seu marido, e ele também comeu.
Nesse momento os olhos dos dois se abriram, e eles perceberam que estavam nus. Então costuraram umas folhas de figueira para usar como tangas. Naquele dia, quando soprava o vento suave da tarde, o homem e a sua mulher ouviram a voz do SENHOR Deus, que estava passeando pelo jardim. Então se esconderam dele, no meio das árvores.

Mas o SENHOR Deus chamou o homem e perguntou
— Onde é que você está?
O homem respondeu:
— Eu ouvi a tua voz, quando estavas passeando pelo jardim, e fiquei com medo porque estava nu. Por isso me escondi.
Aí Deus perguntou:
— E quem foi que lhe disse que você estava nu? Por acaso você comeu a fruta da árvore que eu o proibi de comer?
O homem disse:
— A mulher que me deste para ser a minha companheira me deu a fruta, e eu comi.

Então o SENHOR Deus perguntou à mulher:
 — Por que você fez isso?
A mulher respondeu:
 — A cobra me enganou, e eu comi.

Então o SENHOR Deus disse à cobra:
 — Por causa do que você fez você será castigada. Entre todos os animais só você receberá esta maldição: de hoje em diante você vai andar se arrastando pelo chão e vai comer o pó da terra. Eu farei com que você e a mulher sejam inimigas uma da outra, e assim também serão inimigas a sua descendência e a descendência dela. Esta esmagará a sua cabeça, e você picará o calcanhar da descendência dela.

Nesta palavra Deus prometeu que enviaria o Seu Filho, o Salvador da humanidade. Um que esmagaria o poder das trevas, a força do pecado e libertaria o ser humano, dando-lhe condição de tornar à Deus com a essência pura com que fora criado.

Para a mulher Deus disse:
 — Vou aumentar o seu sofrimento na gravidez, e com muita dor você dará à luz filhos. Apesar disso, você terá desejo de estar com o seu marido, e ele a dominará.

E para Adão Deus disse o seguinte:
 — Você fez o que a sua mulher disse e comeu a fruta da árvore que eu o proibi de comer. Por causa do que você fez, a terra será maldita. Você terá de trabalhar duramente a vida inteira a fim de que a terra produza alimento suficiente para você. Ela lhe dará mato e espinhos, e você terá de comer ervas do campo. Terá de trabalhar no pesado e suar para fazer com que a terra produza algum alimento; isso até que você volte para a terra, pois dela você foi formado. Você foi feito de terra e vai virar terra outra vez.

O homem pôs na sua mulher o nome de Eva por ser ela a mãe de todos os seres humanos. E o SENHOR Deus fez roupas de peles de animais para Adão e a sua mulher se vestirem.
Então o SENHOR Deus disse o seguinte:
 — Agora o homem se tornou como um de nós, pois conhece o bem e o mal. Ele não deve comer a fruta da árvore da vida e viver para sempre.

Por isso o SENHOR Deus expulsou o homem do jardim do Éden e fez com que ele cultivasse a terra da qual havia sido formado. Deus expulsou o homem e no lado leste do jardim pôs os querubins e uma espada de fogo que dava voltas em todas as direções. Deus fez isso para que ninguém chegasse perto da árvore da vida.


Aplicação da Lição
Enfatize aos pequenos que assim como aconteceu com Adão e Eva assim também é conosco. O pecado realmente traz conseqüências tristes e muitas vezes desastrosas para a nossa vida. Tudo o que Deus nos ensina para fazermos é para nosso bem, para vivermos em alegria e harmonia. Ao desobedecermos certamente males virão em nossa vida. Porém ao pecarmos não devemos fugir como Adão e Eva fizeram, mas correr para Deus, ajoelharmos e pedirmos perdão em Nome de Jesus, o Seu sangue nos purifica de todos o pecado, e é Nele que encontramos a verdadeira felicidade.


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8[ Edição/2009



Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

 FONTE PORTAL EBD

JUVENIS - Lição 3: Alegria, muito mais que felicidade


3º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 3: Alegria, muito mais que felicidade

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS - CPAD
3º TRIMESTRE DE 2012
COMENTARISTA:Verônica Araujo

LIÇÃO 3 - ALEGRIA, MUITO MAIS QUE FELICIDADE!

TEXTO BIBLICO: (1Ts  1.6; 2Co 8.2; Fp 4.4)

ENFOQUE BIBLICO
“Tenho-vos dito isso para que a minha alegria permaneça em vós; e a vossa alegria seja completa” (Jo 15.11)

OBJETIVOS:
Explicar o significado da alegria cristã
Descreveros resultados da alegria
Identificaras fontes da alegria

INTRODUÇÃO
O que significa alegria para seus alunos e para você professor? Caso as repostas venham ser dinheiro, fama, namorada (o), essa alegria é passageira. A verdadeira alegria culmina em louvores a Deus, Paulo e Silas, estavam em uma prisão, lugar inóspito e de tristeza, porem cantavam. Nesse caso a alegria provinha do resultado da pregação do evangelho de Cristo, Paulo acredita que vale a pena sofrer pela causa do Mestre. A lógica vai dizer que não, mas temos outro episodio de grande alegria da carne, Belsazar, realizou uma grande festa, bebidas e comidas a vontade, porem num determinado momento tudo acabou, até o reino da Babilônia passou. Paulo viu Deus agir derrubando o cárcere devido a sua alegria de servi-lo com dedicação e empenho, houve salvação do carcereiro e sua família. Na outra festa citada que pela lógica a alegria era verdadeira, houve morte, perda e desespero total, a tristeza reinou por muitos dias, enquanto a alegria de Paulo era constante, principalmente quando se lembrava da igreja em Filipos.

QUAL O SIGNIFICADO DA ALEGRIA CRISTÃ?
O que é alegria? Varias respostas podemos ouvir, como: alegria é ganhar uma alta quantia de dinheiro ou saber que algo de bom vai acontecer, o nascimento de um filho, uma promoção. Tudo isso pode sim promover certo gozo, porem passageiro, mas afinal como entender os versículos no texto citado como: (1Ts 1.6 - E vós fostes feitos nossos imitadores, e do Senhor, recebendo a palavra em muita tribulação, com gozo do Espírito Santo;2Co 8.2 - Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade; Fp 4.4 - Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos– M.B). Que alegria é essa que o Apostolo Paulo se refere? Alegria provinda de muita tribulação? (At 17.1-14; 1Ts 3.4).

 Pela lógica os escritos paulino estão cheios de ficções, uma vez que filosoficamente, humanamente falando ou fazendo qualquer raciocínio lógico é impossível ser alegre passando por tribulações e perseguições. Paulo quando fala em alegria não está à procura de seu significado universal, mas algo que ele já conhece tal conhecimento não é psicológico e nem filosófico como ele mesmo disse: “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhes parece loucura” (1Co 2.14). Pode alguém ser alegre sendo perseguido, atribulado a resposta é: “não”, pelo contrario só será alegre quem for bem tratado e ganhar alguma coisa como já dissemos. Agora que já sabemos que há alegria na tribulação ou no sofrimento é bom sabermos que tipo de alegria é essa e de onde vem.

Paulo esta falando de uma alegria que emana do Espírito de Deus, no grego, “chara” – alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus (BEP). A alegria do Espírito não depende de nada que seja natural como saúde, dinheiro, promoção etc., basta ao crente ser cheio do Espírito Santo. Portanto nem sempre as expressões corporais significam alegria do Espírito sendo assim pular, dançar ou qualquer outro movimento não significa estar cheio do Espírito Santo. O apostolo Paulo fala de alegria em momentos de tribulação e tristeza e o motivo é: a alegria do Espírito não depende de ações circunstanciais, sim da obediência ao Senhor Nosso Deus.


OS RESULTADOS DA ALEGRIA
Há muita gente nas igrejas, crentes com cartões de membros, ministros, ala jovens e adolescentes, crianças etc. são pessoas alegres, mas que alegria é essa? Será que apenas um gozo passageiro, ou uma alegria proveniente do Espírito Santo que independe das circunstancias. Bem se uma pessoa canta, e se alegra na congregação somente quando é beneficiada por alguma coisa, logo essa alegria é passageira e circunstancial, mas se com lutas e dificuldades essa alegria é do Espírito Santo.

Um rosto radiante em momentos de tristezas, não depende de algo engraçado “O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração, o espírito se abate” (Pv 15.13). É uma alegria que vem de dentro, a comunicação do Espírito de Deus, vêm em forma de conforto e tira todos os ressentimentos. É impossível imaginar alguém cantando estando muito triste, Paulo e Silas cantavam e com certeza não estavam tristes. Tinham sidos açoitados de forma cruel, a lógica diz que tal circunstancia trás sérios aborrecimentos, no entanto a alegria era tamanha que ambos cantavam.

 Cantar louvores nuns momentos desses é só para quem tem Deus e é cheio de seu Espírito (Sl 149). Louvar com um cântico novo, não é louvar como dizem por ai: “eu faço parte dos que louvam”, “sou levita”, mas se alguém falar algo que lhe entristeça, tal pessoa chega a se transferir de igreja e em alguns casos nem se quer concerta-se com o irmão. Ficam com caras feias, carrancudos e escondidos entre os bancos da igreja nem se quer cantam com a congregação, ficam chateados. O verdadeiro louvor é o que sai do coração, poesias vindas do céu, que são cantadas em qualquer situação sem depender de circunstancia.
De onde provem tal força? “Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si, porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força.” (Ne 8.10). Somente andando na plenitude do Espírito Santo, o crente poderá vencer todas as barreiras que certamente virão. Jesus disse que no mundo as coisas não seriam fáceis, e como poderemos ser alegres? Ele nos dará alegria que é a motivação do crente continuar nas horas de dificuldades.


AS FONTES DA ALEGRIA
Como as pessoas querem ser felizes? Devido a esse desejo há uma procura de felicidade em diversões, nas loterias, pessoas querem dinheiro, fama etc., e já existem igrejas que promovem cultos procurando alegrar o povo com músicas típicas, mensagens apelando para tal. Na verdade a igreja é a promotora do reino de Deus na terra e uma das coisas que é produzida pelo crente é a alegria é o ser feliz, mas não felicidade que alegra apenas o corpo, sim a que sai do coração.
Mas o fruto do Espírito é: “amor, gozo...” (Gl 5.22), fruto é a essência da arvore, Jesus disse: “Eu sou a videira verdadeira”, logo os cristãos verdadeiros são as varas da videira e produzem os frutos. Não é errado buscar felicidade por meio de dinheiro, lazer, porém, não se pode iludir, pois essa alegria é passageira. A alegria duradoura prove de Deus ele é a fonte, dele vem à salvação, somente em saber que nossos pecados foram perdoados e que herdaremos o céu, não há motivos para tristezas.

O crente ao saber da ação poderosa de Deus ao seu favor, a alegria em ter o Espírito Santo habitando em seu interior. A maravilhosa presença de Deus habitando em nós, as copiosas bênçãos de Deus vindo em direção ao crente, não há motivo para se ter um crente somente que possa dizer-se triste. Porem não pode fechar os olhos para os obstáculos que com certeza aparecerão para impedir a nossa alegria no Espírito. Dentre eles a amargura, o ressentimento, a falta de amor, o desanimo, a duvida, etc., na verdade tudo aquilo que nos afasta de Deus (Gl 5.19-21).

Portanto é imprescindível que abramos o coração para uma ação total do Espírito Santo, para que haja mudanças em nosso caráter. E que os resultados dessas mudanças sejam vistos na expressão do rosto, no culto que apresentamos a Deus, no nosso animo enfim que a alegria do Espírito Santo contagie-nos em todos os sentidos independentes das circunstancias.  


CONCLUSÃO
Devemos servir a Deus com toda a nossa força e com entendimento, apresentarmos a ele um culto alegre. O salmista convida ao povo a ser alegre independente das circunstancias; “grandes coisas fez o Senhor por nós”, veja que não há motivos para tristezas. A fonte da alegria do cristão é Deus.


OBRAS CONSULTADAS
STAMPS, Donald C. – Anotações - Bíblia de Estudos Pentecostal – CPAD _ 1995


Colaboração para Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues
FONTE PORTAL EBD


PRE ADOLESCENTES - Lição 3: O cuidado de Deus por mim


3º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 3: O cuidado de Deus por mim

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Descobrindo meus direitos e deveres
Comentaristas: Ângela Sueli Silva da costa

LIÇÃO 3 – O CUIDADO DE DEUS POR MIM

Texto bíblico   Marcos 5.22-25,27,34,38,39
 Chegou um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo e, logo que viu a Jesus, lançou-se-lhe aos pés.
 e lhe rogava com instância, dizendo: Minha filhinha está nas últimas; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva.
 Jesus foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava.
 Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia,
 tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto;
 Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz, e fica livre desse teu mal.
 Quando chegaram a casa do chefe da sinagoga, viu Jesus um alvoroço, e os que choravam e faziam grande pranto.
 E, entrando, disse-lhes: Por que fazeis alvoroço e chorais? a menina não morreu, mas dorme.

Objetivos  após a aula seus alunos deveram  Reconhecer que Deus cuida de nossa vida 
                   nas  mínimas coisas, valorizando a nossa vida bem como o nosso bem estar. 

Introdução
A lição 3, O  cuidado de Deus por mim,  traz como texto base  a passagem em  Marcos que fala a respeito da  historia de  Jairo e sua filha, paralelamente a uma mulher que a muitos anos sofria de uma grave doença.  Jesus atende a ambas as pessoas, demonstrando assim a sua preocupação no bem estar daquele  que busca por sua ajuda, manifestando assim toda a bondade divina  no seu cuidado para  conosco.
O comentário da revista se desenvolve abordando essa passagem especificamente. No entanto achei por bem abranger de uma forma mais ampla esse assunto.
Desta forma fica a critério de cada professor elaborar a sua aula  mediante as necessidades de sua classe.

I- Deus cuida do seu povo
A Bíblia está completamente cheia de sinais do maravilhoso cuidado de Deus pelo Seu povo. Durante a caminhada de quarenta anos de Israel pelo deserto, eles comeram alimento do céu (Êxodo 16:4), tiveram suprimento de água inesgotável (1 Coríntios. 10:04), e foram equipados com sapatos que nunca se gastavam (Deut. 29:5).

Acontece o mesmo na nossa jornada desértica. Para provar isso, o Senhor lembra-nos como Seu cuidado por nós é muito maior do que o Seu cuidado pelos pássaros, flores e animais. Ele fala das aves, por exemplo. Ele supre a sua comida (Mt. 6:26). Nenhum dos passarinhos está esquecido diante de Deus (Lu. 12:6). Nenhum deles cai ao chão sem Ele (Mt. 10:29), ou, como H. A. Ironside dizia: "Deus assiste ao funeral de cada passarinho". A moral da história, claro, é que para Ele temos mais valor do que muitos passarinhos (Mt. 10:31).

Se Ele veste os lírios do campo mais lindamente do que alguma vez Salomão se adornou, Ele vestir-nos-á muito mais a nós (Mt. 6:30). Se Ele faz provisão para o cuidado dos bois, muito mais cuidará das nossas necessidades (1 Coríntios. 9:9).
Ele sabe o número exato de cabelos da nossa cabeça (Mt. 10:30). Ele conta as nossas vagueações à noite e mantém o registro das nossas lágrimas no Seu livro (Salmos 56:8).

Quem nos toca, toca na menina do Seu olho (Zacarias 2:8). Nenhuma arma preparada contra nós prosperará (Isaías 54:17).
Não prosperará nenhuma arma forjada contra ti; e toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor. (Is 54.17)
 Enquanto as nações carregam os seus deuses sobre os seus ombros (Isaías 46:7), o nosso Deus carrega o Seu povo

Até a vossa velhice eu sou o mesmo, e ainda até as cãs eu vos carregarei; eu vos criei, e vos levarei; sim, eu vos carregarei e vos livrarei. (Isaías 46:4).

Quando atravessamos as águas, os rios ou o fogo, Ele está conosco (Isaías 43:2). Em todas as nossas aflições, Ele é afligido (Isaías 63:9).
Aquele que nos guarda não dormita nem dorme (Salmo 121:3, 4). Alguém chamou a essa característica de Deus de "a insónia divina".

O Bom Pastor que deu a Sua vida por nós, não nos nega qualquer bem (João 10:11; Sal. 84:11, Rom. 8:32).

Ele cuida de nós desde o início até ao fim do ano (Dt 11:12).
Na verdade, ele nunca nos deixa nem desampara
Seja a vossa vida isenta de ganância, contentando-vos com o que tendes; porque ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei.(Hb 13:5).
Deus cuida realmente! 
(texto fonte de  William MacDonald )

II-O cuidado de Deus conosco, ou o Deus Conosco cuida de nós        1 Pedro 5.6-11
Qualquer que seja a ordem da sentença não vai alterar a confiança que temos em Deus.
Pedro, que até fraquejou (talvez tenha se esquecido do Deus Conosco), nos incentiva a acreditarmos no que ele sentiu e provou.

(v.6) Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;

1. Pedro diz que devemos nos humilhar diante de Deus (v.6); como amadureceu o nosso querido irmão apóstolo. Quando Jesus quis lavar-lhe os pés, ele não consentiu. Logo depois, queria tomar banho (João 13).

2. Mas a nossa humilhação, segundo Pedro, deve ser sob um maravilhoso lugar: à sombra da poderosa mão de Deus (lembrei-me do Salmo 91). Que gostoso lugar para a nossa humilhação. Bendita humilhação que nos encaminha para a exaltação.

3. Exaltação que é no tempo próprio; no tempo de Deus.
4. Tem que ser no tempo oportuno, pois trata-se de um tempo exato, que não acontece nem antes nem depois, em nenhuma menor medida de tempo que possamos imaginar.


(v.7) lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. 

Pedro agora é salmódico: “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará”. (Sl 37.5).

1. A palavra entregar traduz gâlal, que é rolar. Então poderíamos ler: Role o teu caminho sobre o Senhor. Muitas vezes os problemas são tão enormes que não podemos carregá-los, administrá-los ou qualquer coisa que o valha.

2. Pedro diz que devemos lançar; o salmista diz que devemos entregar. Prefiro entender que no final dará no mesmo. O importante é que o problema não fique conosco.

3. Se você jogar tudo sobre Deus, não queira atalhar. Ah, também não diga como Ele deve ou não deve fazer. Não seria sensato de sua parte (de nossa parte).

4. “Porque Ele tem cuidado de vós”. Como é bom sabermos disso. Que o digam os distraídos e aqueles que pensam que atingiram a maioridade, aqueles que se dizem donos dos próprios narizes. Saibam todos: “Deus ‘se importa com aquilo que se passa na vida de vocês’ (Mueller)”.


(v.8) Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar;

1. Pedro aqui falou do que ele mesmo sentiu na pele. Quando devia apoiar o Mestre no cumprimento da missão, deixou-se influencia por Satanás (Mat 16.23);

2. No momento de orar, caiu em pesado sono, deixando o Mestre orando só.

3. A NIBB traduz assim a primeira parte do verso: “Tende bom senso e estai atentos”. Os crentes devem viver em alerta máximo, pois o inimigo não manda e-mail dizendo o dia e hora


(v.9) ao qual resisti firmes na fé, sabendo que os mesmos sofrimentos estão-se cumprindo entre os vossos irmãos no mundo.

1. Saber que Deus cuida de nós não deve ser estímulo à negligência, ao desleixo e a manutenção da guarda baixa: sobriedade e vigilância, prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.

2. Pedro não manda que a gente chame o diabo para a briga, assim como Tiago (4.7), só manda que o resistamos; ao que Pedro acrescenta: “firmes na fé”.

3. Pedro não nos manda praticar outro exercício, que não seja a firmeza na fé. A fé não permite que abandonemos a fé (fé que tivemos quando cremos, e a fé que conservamos porque um dia cremos).

4. Existem crentes sofrendo em todos os lugares do mundo. Não eram apenas os leitores de Pedro que sofriam; os não leitores também passavam pelas mesmas aflições por conta do Evangelho que professavam.

(v.10) E o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, confirmar e fortalecer.

1. O Deus de toda graça não abandona os seus chamados para a vida eterna e, mesmo que haja sofrimento, será por um pouquinho de tempo.

2. O sofrimento cristão não é motivo de desistência, mas de resistência. Deus mesmo se encarrega de nos aperfeiçoar (nos completa); de nos confirmar (nos estabelece, somos ‘concretados’, fixados); e, de nos fortalecer (pela força do seu poder nos anima e capacita).

(v.11) A ele seja o domínio para todo o sempre. Amém.

1. A Deus, que toma para si as nossas ansiedades,
2. Que nos faz, por seu próprio poder, capazes de pela fé, vencermos o maligno;
3. “Domínio para todo o sempre”.

Amém.
(texto fonte:  Pr. Eli da Rocha Silva)

III-O cuidado do Senhor Jesus
“não vos deixarei órfãos”    Jo 14.18
Sem duvida nenhuma  a vinda de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo a esta Terra para resgatar o homem perdido é a mais sublime prova de que Deus tem cuidado  do ser humano que criou.
Deus na sua soberania não tem nenhum  compromisso e responsabilidade na perdição dos homens, pois o ser humano , de livre e espontânea vontade decidiu  desobedecer a Deus, porem o Senhor não deixou o homem a sua própria sorte, proveu um meio para lhe trazer de volta a sua presença.
Durante o ministério terreno o Senhor Jesus  sempre demonstrou a sua preocupação, e cuidado para com todas as pessoas, principalmente aqueles que lhe são chegados,  quanto a seus discípulo o Senhor na suas ultimas palavras demonstrar todo esse cuidado.
Enquanto eu estava com eles, eu os guardava no teu nome que me deste; e os conservei, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. (Jo 17.12)
Neste versículo o Senhor declara todo o cuidado que tinha com os discípulos ate aquele momento, porem a sua partida estava se aproximando Ele sabia que a sua missão estava chegando ao fim, e retornaria ao Pai, porem o seu cuidado não terminaria ali.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.
a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós.    (Jo 14.16-18)
Neste versículos  fica claro a preocupação do Senhor em não deixar os discípulos desamparados,  Ele iria, mas enviaria um auxilio, o Espírito Santo.
Após a sua morte e ressurreição,  nas suas ultimas palavras Ele declara o seu “cuidado” seria permanente.
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.  (Mt 28.19,20)
Sem duvida, que o “estar conosco” não se refere apenas a sua presença através do Espírito santo, mas significa também a cada dia colocar sobre nós o seu cuidado, nas mínimas coisas da nossa vida.

Conclusão
Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas.
Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem,
(Jo 10.13,14)
Assim concluiu o Senhor Jesus dizendo,  Eu sou o bom, o senhor  no passado  cuidou dos seus, e hoje continua a cada dia estendendo as suas mãos de misericórdias, ate mesmo aqueles que não crêem no seu nome, Ele cuida de todos!!


Colaboração para Portal escola Dominical- Prof. Jair César S. Oliveira
FONTE PORTAL EBD 

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes