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10 agosto 2012

AD Piancó - Culto sítio Brotas.





O pastor Inaldo chega a Piancó dando continuidade aos cultos evangelísticos,nesta quarta feira ele realizou um culto no sítio brotas, na casa do irmão Babá. O culto foi dirigido pelo auxiliar Olávio Pereira Matias,muitos irmãos se deslocaram de Piancó ao sítio brotas para juntos cultuarmos a Deus, o pastor ministrou a palavra de Deus em João Cap. 3:1-16. o culto foi composto por oração louvores e ministração da palavra de Deus.estava presente também os conjuntos: Voz da boa semente (mocidade),torre do Líbano (Conj. de brotas),fonte do jardim (crianças) e vencedores por Cristo (senhoras).muitos irmãos receberam oportunidade para falar do amor de Deus, por fim o pastor ministrou a palavra de Deus e fez o convite, e depois deu a benção apostólica. confira a baixo como foi o culto.
fonte AD Piancó


















JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 7: A Palavra de Deus é uma arma poderosa


3º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 7: A Palavra de Deus é uma arma poderosa
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Bíblia, o livro maravilhoso
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 7 - A PALAVRA DE DEUS É UMA ARMA PODEROSA!


Texto Bíblico: Mateus 4.1-11


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender a necessidade que temos em aprender e obedecer a Palavra de Deus.


A palavra é... 
ESPADA

Caso não queira usar a sugestão da Revista Mestre.
Cole a figura da Biblia na galeria de imagens, em uma cartolina e na mesma escreva a Palavra Chave e o versículo para ser memorizado (Aprendendo a Bíblia):
“Guardo a Tua Palavra no meu coração, para não pecar...” (Sl 119.11 – NTLH)

Enfatize aos pequenos que é através da Palavra de Deus que vencemos o mal, por isso ela é comparada a uma espada. Mas para que possamos combater o mal é necessário guardarmos a Palavra de Deus em nosso coração, ou seja, praticar em nossa vida o que a Bíblia nos ensina.


Aprendendo a Bíblia
“Guardo a Tua Palavra no meu coração, para não pecar...” (Sl 119.11 – NTLH)


História Bíblica
A ESPADA DO ESPÍRITO

"Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti" Salmos 119:11.
" ... e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus" Ef 6:17.
A Palavra de Deus é a arma mais poderosa do Universo: a espada do Espírito.
É isso mesmo, Crianças! Não se espante.
Em primeiro lugar, precisamos conhecê-la.
Um soldado, antes de aprender a atirar, deve primeiro conhecer a arma que vai usar.
Para isso, o instrutor o ensina a montar e desmontar, a conhecer cada peça, como funciona, para que está ali e o que pode acontecer se ela falhar.
Há muitas pessoas andando com Bíblia embaixo do braço, dentro do carro, guardando na estante, carregando na bolsa ou deixando aberta em cima da mesa (geralmente o Salmo 91), como se fosse um amuleto da sorte. Mas nem sequer abrem a Bíblia para lerem de vez em quando.
Para conhecer a Palavra, é preciso ler, estudar, meditar diariamente.
O Salmo 1 diz que o homem que medita nessa Palavra dia e noite é bem-aventurado.
Depois é preciso aprender a usá-la.
É isso mesmo!
Quando Jesus estava no deserto e foi tentado por satanás Ele usou a Palavra de Deus para derrotar o inimigo de nossas almas.
Mateus 4:1-11 nos conta que Jesus ficou no deserto, em jejum de 40 dias, quando satanás aparece para tentá-lo. Três vezes satanás usou contra Jesus as suas armas e três vezes Jesus o venceu com o poder da palavra, dizendo a ele: Está escrito.
O que Deus escreveu ninguém pode mudar e o inimigo sabe disso. Ele sabe que quando a espada do Espírito é pronunciada pela nossa boca ele não tem mais chance para nos vencer.
E você? Sabe disso? Pois se você não sabe, o diabo sabe, por isso procura sempre meios de fazer com que você não leia a Bíblia, ache chato, sem graça. E às vezes, até os pais colaboram quando fazem da leitura da Palavra um castigo: Você está muito desobediente! Não vai ver televisão. Já para o quarto, de castigo, ler a Bíblia.
Que desperdício! Quanta munição jogada fora!
Assim como um dia o Senhor colocou na boca de Jeremias as Suas Palavras (Jr 1.4-10), assim também as colocará na sua, para que você, como um guerreiro do Senhor, possa usá-la adequadamente desfazendo as obras do inferno.
E então, guerreiro? Vamos treinar?
Comece a ler a Bíblia para quepossa fazer uso da sua espada para lutar contra as forças do mal.

Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho na galeria de imagens para os pequenos colorir





Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Lois Rock/Cristina Balit - Bíblia Para Crianças: Histórias Sempre Vivas – Editora Sinodal


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 


fonte portal ebd

PRIMÁRIOS - Lição 7: Oração na Casa de Deus


3º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 7: Oração na Casa de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: A igreja é a casa de Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza

LIÇÃO 7 – ORAÇÃO NA CASA DE DEUS


Texto Bíblico: Atos 12.1-18


ObjetivoProfessor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se que orar é conversar com Deus, e que na Presença de Deus todas as coisas podem ser mudadas. Quando falamos com deus com sinceridade e nos arrependemos de nossos erros, grandes coisas acontecem em nossa vida


Frase do dia...
 IGREJA É LUGAR DE ORAR A DEUS
(desenho na galeria de imagens)


“... a minha casa será cha­mada casa de ora­ção para todos os povos.” (Is 56.7)

O vocá­bulo hebraico com­posto ‘casa de ora­ção’ = beit tephil­lah, que sig­ni­fica ‘casa de súplica, de rogo, de peti­ção’. Quando expul­sou os ven­di­lhões, Jesus men­ci­o­nou esta frase, que em grego é oikos pro­seu­ches com o mesmo sig­ni­fi­cado, “dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será casa de ora­ção; vós, porém, a fizes­tes covil de sal­te­a­do­res.” (Lc 19.46).


Memória em ação
“Agora, pois, ó meu Deus, estejam os teus olhos abertos, e os teus ouvidos atentos à oração deste lugar”(2 Cro  6.40 – ARC).


Explorando a Bíblia
O rei Herodes começou a perseguir algumas pessoas da igreja. Ele mandou prender e matar à espada Tiago, o irmão de João. Quando viu que isso agradou os judeus, mandou também prender Pedro. Isso aconteceu durante a Festa dos Pães sem Fermento.

Depois que prendeu Pedro, Herodes o colocou na cadeia e pôs quatro grupos de soldados, com quatro em cada grupo, para guardá-lo. É que Herodes queria apresentá-lo ao povo depois do dia da Páscoa. E assim Pedro estava preso e era vigiado pelos guardas; mas a igreja continuava a orar com fervor por ele.

Na noite antes do dia em que Herodes ia apresentá-lo ao povo, Pedro estava dormindo, preso com duas correntes, entre dois soldados; e havia guardas de vigia no portão da cadeia.
De repente, apareceu um anjo do Senhor, e uma luz brilhou dentro da cela. O anjo tocou no ombro de Pedro, acordou-o e disse:
 —  Levante-se depressa! Então as correntes caíram das mãos dele.

— Aperte o cinto e amarre as sandálias! - disse o anjo.

E Pedro fez o que o anjo mandou.
— Ponha a capa e venha comigo! - ordenou o anjo.

Pedro saiu da cadeia e foi seguindo o anjo. Porém não sabia se, de fato, o anjo o estava libertando. Ele pensava que aquilo era uma visão.
Eles passaram pelo primeiro e pelo segundo posto da guarda e chegaram ao portão de ferro que dava para a rua. O portão se abriu sozinho, e eles saíram. Andaram por uma rua, e, de repente, o anjo foi embora.

Então Pedro compreendeu o que estava acontecendo e disse:
 — Agora sei que, de fato, o Senhor mandou o seu anjo e me livrou do poder de Herodes e de tudo o que os judeus tinham a intenção de me fazer.

Quando Pedro entendeu o que havia acontecido, foi para a casa de Maria, a mãe de João Marcos. Muitas pessoas estavam reunidas ali, orando.
Ele bateu na porta da frente, e a empregada, que se chamava Rode, foi ver quem era.
Quando reconheceu a voz de Pedro, ficou tão contente, que, em vez de abrir a porta, voltou correndo para contar que Pedro estava lá fora.
Então eles disseram:
 — Você está maluca! Porém ela insistiu que era verdade.
Aí eles disseram:
— É o anjo dele!

Enquanto isso, Pedro continuava batendo. Finalmente eles abriram a porta e, quando viram que era Pedro mesmo, ficaram muito assustados.
Ele fez um sinal com a mão para que ficassem quietos e contou como o Senhor o tinha tirado da prisão.
— Contem isso a Tiago e aos outros irmãos! —disse ele. Em seguida saiu dali e foi para outro lugar.

Quando amanheceu, houve uma grande confusão entre os soldados, pois eles não sabiam o que tinha acontecido com Pedro. Herodes mandou que o procurassem, mas não o acharam.

Prezado (a) enfatize aos pequenos que a casa de Deus serve, primeiramente, para adorá-lo, depois, para suplicar os seus favores. Na Igreja poderemos, igualmente, ouvir os seus maravilhosos conselhos para determinadas ocasiões, se orarmos a Ele pedindo-Lhe direção.

A oração é a maneira de nos dirigirmos a Deus a fim de lhe apresentarmos as nossas súplicas segundo as necessidades de cada dia. Por isso, oremos sem cessar e façamo-Lo conhecedor das nossas carências. Porém, façamos isso em Nome de Jesus, conforme Ele ensinou:
“Em ver­dade, em ver­dade vos digo que tudo quanto pedir­des ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá.”(Jo 16.23).


Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho na galeria de imagens, após os pequenos colorir, recorte. É um pequeno quebra-cabeça.




Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH – SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 


fonte portal ebd

- JUNIORES - Lição 7: A Igreja Sou eu e mais...


3º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 7: A Igreja Sou eu e mais...

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Em que acreditamos?
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 7 – A IGREJA SOU EU E MAIS ...  


TEXTO BÍBLICO: Atos 2.42-47


OBJETIVO
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender a diferença entre a igreja local e a que é a noiva de Jesus, que irá ser arrebatada.


EXERCITANDO A MEMÓRIA
“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR!” (Sl 122.1 – ARC)

A casa do SENHOR é um local onde os crentes autênticos desfruta com muita alegria da intima Presença do Deus, e da comunhão do Espírito Santo e união com os irmãos na fé.


CRESCENDO NO CONHECIMENTO
Inicie a aula explicando aos pequenos qual o significado das seguintes palavras: igreja, denominação e universal

Igreja – a Igreja é composta por todas as pessoas que pela fé, aceitam a salvação que é a nos efetuada através do sacrifico (substituto) de Nosso Senhor Jesus Cristo, substituto porque Ele morreu em nosso lugar, para com o seu sangue nos libertar do poder das trevas (o pecado).
A igreja autentica de Nosso Senhor Jesus Cristo, tem a Bíblia, a Palavra de Deus, como sua única regra de fé e prática.

Denominação – grupo de pessoas, que se acham unidas pelos mesmos artigos de crença e prática. As denominações surgiram por causa de divergências doutrinarias, administrativas e de costumes.

Universal – que abrange o mundo todo.

Igreja, vemos esta palavra por toda a parte, mas seu significado é freqüentemente muito diferente. Algumas pessoas usam “igreja” para descrever um belo edifício no centro de uma praça proeminente. Outros a usam para descrever uma organização religiosa mundial, completa com regiões, distritos e dioceses. As definições confusas de igreja, em nosso tempo, muitas vezes vedam o significado original desta palavra quando aplicada, no Novo Testamento, ao povo de Deus. Nesta lição examinaremos brevemente o significado de “igreja” na Bíblia.

Igreja é um edifício construído com blocos e cimento? Não. É um edifício construído com pedras vivas. "Também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo" (1 Pe 2.5).

Estas pedras vivas são chamadas santos e são membros da família de Deus: "Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; na qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito" (Ef 2.19-22).

A palavra grega traduzida como "igreja" significa literalmente "chamado para fora, chamado", e assim se refere a um grupo de pessoas chamado para sair fora do pecado do mundo para servir ao Senhor. A igreja não é nenhum tipo de instituição ou objeto impessoal. É um corpo constituído de componentes vivos.

Como um organismo vivo, a igreja pode sentir medo (At 5.11), pode orar (At 12.5) e pode falar (Mt 18.17). Pessoas que são chamadas para saírem do pecado não continuam participando do mal do mundo, porque elas estão santificadas ou separadas do pecado (estude Jo 17.14-23; Cl 1.13; 1 Pe 2.9; 1 Jo 4.5-6).

Deus chama o povo para deixar o mal deste mundo através da mensagem do evangelho (2 Ts 2.13-14). Aqueles que são convertidos verdadeiramente a Cristo são chamados santos (1 Co 1.2; Cl 1.1-2).

Entender o conceito bíblico de igreja como um corpo de pessoas chamadas para fora do pecado, para serem santos, ajuda-nos a apreciar a riqueza da descrição de Paulo, da "Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue" (At 20.28).

Jesus não morreu para comprar terra e edifícios, nem para estabelecer alguma instituição. Ele morreu para comprar as almas dos homens e mulheres que estavam mortos no pecado, mas que agora têm salvação e esperança de vida eterna (Rm 5.8; 1 Co 6.19-20).

A Igreja Universal e a Igreja Local
Algumas vezes a Bíblia usa a palavra "igreja" no sentido universal, isto é, para falar de todo o povo que pertence a Cristo, não importa de onde ele possa ser. Jesus falou da igreja deste modo:"Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16.18).

Ele não está falando apenas de uma congregação local, nem está falando de uma organização ou instituição mundial. Ele está falando de pessoas, pedras vivas, construídas sobre Jesus Cristo, a fundação sólida. Paulo falou da igreja, neste mesmo sentido universal, quando escreveu:
". . . Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo" (Ef 5.23).

Jesus é cabeça sobre todos aqueles que o servem, todos aqueles lavados e purificados de seus pecados (Ef 5.26).

Na Bíblia, freqüentemente, a palavra "igreja" é usada para descrever uma congregação local ou assembléia de santos. Note uns poucos exemplos:
". . . à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos . . ." (1 Co 1.2);

" E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano" (Mt 18.17);

". . . saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles" (Rm 16.5). Igrejas locais são o resultado da pregação do evangelho. Quando as pessoas obedecem a palavra e se tornam cristãos, elas começam a se reunir com outros irmãos na fé.

Muitas pessoas sugerem que a "igreja universal" (que abrange ao mundo todo) é constituída de todas as congregações locais do mundo. Isto não é um conceito bíblico. Umaigreja local consiste de cristãos que se reúnem num corpo local. Eles podem ser identificados e contados (Rm 16.14,15; 1 Co 16.19; Cl 4.15). Aigreja universal consiste de todos os discípulos de Cristo em todo o mundo. Nenhum homem é capaz de identificar e contar todos os membros deste corpo universal. Tentativas de contar todos os verdadeiros cristãos em uma nação ou no mundo ilustram a ignorância e a vaidade dos homens. Somente Deus pode contar e identificar seus primogênitos "arrolados nos céus" (Hb 12.23).


A Igreja: Organismo, não Organização
A igreja é uma organização? Muitas pessoas têm a noção errada de que a igreja é uma organização ou instituição, independente do povo que compõe a igreja. Este não é o conceito bíblico de igreja. Jesus não morreu para estabelecer uma instituição, mas para salvar o povo do pecado (At 20.28; 1 Co 6.20). Jesus e o Pai não habitam numa organização, mas no povo que os obedece (Jo 14.15, 23).

Em vez de falar de uma organização, a Bíblia descreve a igreja como um corpo composto de membros vivos (Rm 12.4-5; 1 Co 12.12-27; Cl 1.8,24; Ef  5.23). Estes membros do corpo são espiritualmente descritos como blocos ou pedras usados na construção da igreja espiritual (1 Co 3.10-15).

Descrições Bíblicas da Igreja que Pertence a Jesus
A Bíblia não usa um único nome exclusivo para a igreja. É errado, portanto, insistirmos num único nome que todas as igrejas fiéis tenham que usar. Muitas passagens falam simplesmente da igreja, algumas vezes identificando o local (cidade ou casa) onde o grupo de cristãos se reunia. Portanto, podemos nos referir à igreja simplesmente como"a igreja" (At 8.1; 9.31; Rm 16.1).

Freqüentemente, as descrições da igreja no Novo Testamento mostram a relação que existe entre o SENHOR e Sua igreja. A igreja pertence a Deus, e é freqüentemente chamada"a igreja de Deus" (veja At 20.28; 1 Co 1.2; 10.32; GL 1.13; 1 Tm 3.5,15). Jesus derramou seu sangue para comprar a igreja. Portanto, Paulo falou de"igrejas de Cristo" (Rm 16.16) e Jesus falou de sua própria igreja (Mt 16.18). O povo de Deus pode ser corretamente descrito como a "igreja dos primogênitos arrolados nos céus" (Hb 12.23).

Consideremos o significado de descrições bíblicas comuns da igreja.
  1. O Corpo de Cristo (Cl 1.24; Ef 1.22-23; 4.12). Assim como o corpo humano não pode sobreviver separado da cabeça, não podemos viver  fonte portal ebd

JUVENIS - Lição 7: Fé, a Fidelidade do crente


3º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 7: Fé, a Fidelidade do crente

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS - CPAD
3º TRIMESTRE DE 2012
Tema: O caráter cristão
Comentarista:Verônica Araujo

LIÇÃO 7 – FÉ, A FIDELIDADE DO CRENTE

TEXTO BIBLICO- Hb 11.1-40

ENFOQUE BIBLICO
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem.” (Hb 11.1)

OBJETIVOS
Explicar os seis tipos de fé.
Relacionar a fé à fidelidade cristã.
Enfatizaros resultados da fidelidade.

INTRODUÇÃO
Fidelidade é a fé que atua pelo amor, assim como um cônjuge demonstra amor ao outro através da fidelidade, também provamos nosso amor ao Pai por meio da fidelidade à sua Palavra e a sua vontade. Mesmo no sofrimento nossa fidelidade esta atrelada a paciência que mesmo que pareça infindo o sofrimento, nos mantemos fieis devido o amor de Cristo em nossos corações que nos ensina a esperar sem abandonar a Deus. Zelamos, pois desse fruto em nosso meio, pois muitos têm abandonado a Deus por coisas mínimas, demonstrando assim que não há nem um compromisso firmado com Deus e com a sua Palavra.
A história registra um fato interessante sobre o martírio de Policarpo, era um homem de idade avançada ao entrar na arena ouviu Jesus lhe dizer: “se forte Policarpo, e porta te como um homem.”. Quando o governador lhe inquiriu pedindo-o que abandonasse a Cristo, Policarpo disse: “tenho-o servido durante oitenta e sete anos, e nunca Ele me fez mal. Como posso eu agora blasfemar contra o meu Rei e Salvador?” (pg 24).


OS TIPOS DE FÉ
a)      Fé natural – leva a pessoa crer em qualquer coisa examinada a luz da razão. É a fé intelectual, uma pessoa crê que o motorista conduzira bem o veiculo etc.. Crê na existência de um ser Supremo pelo testemunho da natureza. Essa fé serve apenas para relações terrenas (Tg 2.19)
b)      Fé salvífica – é a fé que leva a crer na pessoa do Senhor Jesus Cristo para a Salvação. É definida como dom de Deus (Ef 2.8), vem pelo ouvir da palavra (At 16.14), abrindo a porta para a salvação (At 14.27) o pecador recebe a graça divina (Fp 1.29) e é levado a obedecer a fé (Rm 16.26) é purificado por essa fé (At 15.9), levado a produzir a fé (Gl 5.22).
c)      Fé viva – é quando não há necessidade de esperar por circunstâncias favoráveis, é o que encontramos na galeria dos heróis da fé. Quando lemos: “pela fé” e cita vários nomes e no final do texto, mostra que eles esperaram, mesmo não vendo aquilo que aguardavam acontecer (Hb 11)
d)      Fé como dom – é a fé sobrenatural, age no desconhecido e vence os desafios, esse tipo de fé alcança níveis como, por exemplo:
- ela pode ser pequena = falta de confiança na Palavra do Senhor (Mt 14.28 – 31)
- ela pode crescer = conforme ouvimos a Palavra de Deus, lemos a Bíblia, somos moldados pela Palavra, isso nos leva ao crescimento da fé (Lc 17. 5-8)
- a fé pode ser grande = a fé quando não desistimos de nossos objetivos diante de Deus, ela vai do menor para o maior, nos aproximamos de Jesus, em seguida o adoramos, oramos e imploramos não conformando com derrotas, sendo perseverantes, somos levados a humildade – podemos ouvir Jesus dizer: “grande é a tua fé!” (Mt 15. 21-28) 
- é a fé sem dimensões definidas = esse tipo de fé satisfaz a Jesus (Lc 7.7), é quando a pessoa que pede ultrapassa os limites humanos.
- fé vitoriosa =  (Lc 17.3-6) só alcançada, quando conseguimos liberar perdão de forma contundente.
e)      Fé & fidelidade – esse tipo de fé é uma das facetas do fruto, sem a fidelidade fica impossível o relacionamento com Deus, consigo mesmo e com o próximo. Quem já não ouviu o jargão: “se Deus não operar eu não prego mais”. É o mesmo que dizer a esposa (o), se você não fizer tal coisa, ou se fizer tal coisa eu te abandono. É a falta de amor, pois sabemos da fragilidade do ser humano. Quanto ao Criador, sejamos fieis a ele independente das circunstancias, assim é o crente que exerce a fidelidade, ama a Deus independente de circunstancias e ao próximo como a si mesmo.

RELACIONANDO FÉ À FIDELIDADE CRISTÃ
O que é fé? Esse assunto é de proporção infinita, não é possível estabelecer limites a essa dádiva de Deus, que vem a nós por intermédio de sua Palavra. A fé pode ser analisada em três níveis: Fé Natural – é a capacidade dada por Deus a todo ser humano de acreditar na existência do criador e nas coisas invisíveis, crer que há um ser superior (Rm 1.19,20). Fé Comum – esse tipo de fé opera a salvação da alma (Jd 3), é a fé das pessoas regeneradas. Pode ser adquirida por meio da pregação da Palavra (Rm 10.17; Hb 11.6) e por meio da oração (Jd 20). Fé como dom – é a sobrenatural, capaz de invadir o desconhecido (Hb 11.1).
Bem a fé invade o invisível e crê que vai acontecer e a fidelidade? Fé como já vimos é: certeza, confiança, fidúcia essas e outras palavras são sinônimas de fé, que significa confiar em alguém crendo sem duvidar que vá acontecer, pelo caráter, índole de quem se espera. Enquanto que a fidelidade significa constância, lealdade, logo importa dizer que Deus, pode fazer tudo o que pedirmos a ele, no entanto não fará devido a sua soberania, ele sabe o que é bom para nós. Ele cura qualquer enfermidade, mas não curara a todos, resolve a qualquer problema, mas não fará a todos, por mais fieis que sejamos a ele.
Entendemos que a fé nos faz manter fiel aquele que tem cuidado de nós, o fruto do Espírito tem uma faceta conhecida como fé, que se traduz para fidelidade. Significa acreditar com lealdade em nosso Deus. A Bíblia de Estudos Pentecostal define o fruto como lealdade constante, e inabalável a alguém com quem está unida por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade.   A lealdade consiste em fidelidade a todos os momentos, mesmo quando aquele em quem esperamos, confiamos não nos atenda como queríamos. O apostolo Paulo, orou por três vezes ao Senhor para se livrar de um espinho na carne, não deixou de ser atendido, mas a resposta foi “não”, interessante que contentou o apostolo, não era o que ele queria, mas entendeu que seria melhor a graça, proposta pelo Senhor. A fé como fruto faz-nos agradar ao Senhor, ele pode contar com a nossa fidelidade em qualquer circunstancias, Jó apresentava sacrifícios pelos seus filhos, todos estavam com saúde, as fazendas e os animais estavam bem e rendendo lucros. Mas Deus permitiu a satanás que destruísse tudo o que Jó possuía, mesmo assim ele se manteve fiel “eu sei que o meu redentor vive

Jó era um tipo de crente cheio do Espírito Santo e que produzia o fruto exalando a fé, fidedigna ao Senhor independente da circunstancias. Deus podia contar com ele, ser fiel e cheio de fé quando há abastança, até os ímpios tem-na, o rico insensato, por exemplo, estava confiante que suas terras produziriam muito.  Mas é na hora da sequidão, da tristeza ou de qualquer circunstancias inóspita que o Senhor quer contar com nossa amizade. Muita gente o seguia devido a transformação da água em vinho e milagres que viam fazer, mas a Bíblia diz que o Senhor não podia contar com eles (Jo 2.23-25). Jesus teve muitos seguidores de perto e de longe, mas na crucificação fugiram, o abandonaram deixando o só, os discípulos ainda não haviam recebido o Espírito Santo, que produz em nós o fruto, capacitando-nos a nos manter fiel, assim como Estevão e a historia mostra que aqueles homens que abandonaram o Mestre Amado, no dia da crucificação depois foram cheios do Espírito, morreram crucificados, esfolados, espancados, decapitados e em vários outros tipos de morte atroz. No entanto a historia registra a coragem e a lealdade aquele que se quisesse o podiam livrá-los. 


OS RESULTADOS DA FIDELIDADE
Bem já vimos que definir fé não é uma tarefa fácil, essa fé que se divide em diferentes estilos como já vimos, e que uma vez foi dada aos santos (Jd3). E que pode ser dimensionada em pequena, pouca, e grande, pode ser acrescida e também pode ser negligenciada, alguns pode ser vazios de fé. A palavra fé significa confiança, é o ato de crer naquilo que ouve sem estar vendo o concreto, o ouvinte age com a imaginação vendo como se estivesse já acontecendo ou o que ele ouve transmite lhe confiança a ponto de fazê-lo esperar. Fé não significa confiar em nossos sentidos, mas sim em Deus que nos diz através da leitura da Bíblia.
A fé age sem a razão, a razão só aprova o que vê ou compreende que pode acontecer já a fé acredita no sobrenatural. Como podemos pela razão acreditar que se pode amontoar água?  A Bíblia dá a nos entender que o mar vermelho teve suas águas amontoadas e o mar foi aberto. Pode um homem ficar três dias no ventre de um grande peixe e sobreviver? Pode! Pois o profeta Jonas devido sua desobediência em ouvir o ide de Deus, ficou no ventre do peixe. Eu creio nisso e em tantos outros milagres da Bíblia. Agora viver pela fé é diferente, na Epistola aos Hebreus no capitulo 11, encontramos a galeria dos heróis da fé. O texto em si não define fé na totalidade, mas mostra algumas de suas características. A versão de Wilfreed Isaac define assim o versículo – “Nossa fé em Deus é também a firme base sobre a qual fundamentam nossa alegre antecipação das boas coisas vindouras, convencendo-nos, como por evidencia que não pode ser encontrada realidade das coisas invisíveis”. Grant em sua versão traduz da seguinte forma – “Ora a fé é a certeza das coisas esperadas e convicções das coisas não vistas”. E para pensarmos ainda mais sobre o assunto Bullinger traduz “Fé é também o titulo das coisas que se esperam, e a persuasão das que não se vêem.”
O capitulo revela os resultados da fidelidade da seguinte forma:
a)      No período primordial – Abel agradou a Deus por levar a oferta; Enoque agradou por andar com Deus; Noé por dar testemunho.
b)      No período patriarcal – esse é o período da fé nas coisas invisíveis e nas improváveis (vv 8-22) – representantes desse período Abraão e Isaque.
c)      No período Israelita – visão do invisível (vv 23-40) – Moises, alguns juízes e profetas são mencionados.
Nessa confiança em Deus eles ofereceram o melhor, não almejando nada que fosse passageiro, mas celestial, eles tinham em vista a recompensa (Hb 11.26). E nós?  


CONCLUSÃO
É como disse o poeta: “Pela fé que uma vez me foi dada, Pra seguir o Cordeiro de Deus, Pela graça de Deus enviada, andarei com valor, para os céus.” (hino 186 – HC)


OBRAS CONSULTADAS
·         SILVA, Antonio Gilberto – O fruto do Espírito – CPAD
·         ANGLIN, W e KNIHT, A – História do Cristianismo – CPAD - 1986
·         SOUZA, Estevam Angelo – O Espírito Santo sua pessoa e sua obra – EETAD – 1996.
·         Anotações - Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD

Colaboração para Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues

 fonte portal ebd

PRE ADOLESCENTES - Lição 7: Minha Pátria para Cristo


3º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 7: Minha Pátria para Cristo

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Descobrindo meus direitos e deveres
Comentaristas: Ângela Sueli Silva da Costa

LIÇÃO 7 – MINHA PÁTRIA PARA CRISTO

Texto Bíblico  Neemias  1.1-3; 2.17
Palavras de Neemias, filho de Hacalias. Ora, sucedeu no mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a capital,
que veio Hanâni, um de meus irmãos, com alguns de Judá; e perguntei-lhes pelos judeus que tinham escapado e que restaram do cativeiro,  e acerca de Jerusalém.
Eles me responderam: Os restantes que ficaram do cativeiro, lá na província estão em grande aflição e opróbrio; também está derribado o muro de Jerusalém, e as suas portas queimadas a fogo.
Então eu lhes disse: Bem vedes vós o triste estado em que estamos, como Jerusalém está assolada, e as suas portas queimadas a fogo; vinde, pois, e edifiquemos o muro de Jerusalém, para que não estejamos mais em opróbrio.


Objetivos  após a aula seu aluno deverá:  avaliar sua responsabilidade em amar o seu pais, bem como entender a importância da concretização dos planos de Deus para esta nação.

Introdução
Estamos nesta ocasião estudando a lição 07,  que nos traz o titulo, minha pátria para Cristo,  o que  de imediato nos parece um titulo evangelístico, esta é a proposta da lição,  contudo tomando como base não a evangelização em si, mas o sei inicio, ou seja, a motivação, o desejo de ver as almas sendo salvas.
A lição também foca de uma maneira ampla, quando cita a importância da nação inteira, para isto toma como texto bíblico a passagem no Livro de Neemias, a qual é destaque  a importância que Neemias deu a restauração espiritual de sua nação.

I - Aceitando o desafio
Quando no passado Deus elegeu a Israel como a nação que seria o seu povo em particular,  tinha por objetivo que através de Israel o seu nome  fosse conhecido em toda a terra. Israel fracassou neste sentido, todavia não impediu que o propósito de Deus fosse realizado, ou seja, que todas as nações da terra viessem a conhecer o seu nome.
Este propósito ficou bem claro quando o próprio Senhor Jesus após consumar a sua obra na cruz do calvário, declarou aos discípulos:
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. (Mt 28.19,20)
Desta forma através do tempos Deus vem alcançando as nações  através do trabalho da Igreja,  bem é verdade que esse trabalho não é realizado com o devido êxito, mas isto é uma questão a parte, não  é o  assunto desta aula.Assim, a seguir  veremos um relato de como o Evangelho chegou a nossa nação:

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O Protestantismo no Brasil
Por Alderi Souza de Matos
I. Período Colonial
a) Os primeiros protestantes chegaram ao Brasil ainda no período colonial. Dois grupos são particularmente relevantes:
Os franceses na Guanabara (1555-1567): no final de 1555, chegou à Baía da Guanabara uma expedição francesa comandada pelo vice-almirante Nicolas Durand de Villegaignon, para fundar a "França Antártica." Esse empreendimento teve o apoio do almirante huguenote Gaspard de Coligny, que seria morto no massacre do dia de São Bartolomeu (24-08-1572).
Em resposta a uma carta de Villegaignon, Calvino e a igreja de Genebra enviaram um grupo de crentes reformados, sob a liderança dos pastores Pierre Richier e Guillaume Chartier (1557). Fazia parte do grupo o sapateiro Jean de Léry, que mais tarde estudou na Academia de Genebra e tornou-se pastor (†1611). Ele escreveria um relato da expedição, História de uma Viagem à Terra do Brasil, publicado em Paris em 1578.
Em 10 de março de 1557, esses reformados celebraram o primeiro culto evangélico do Brasil e talvez das Américas.

b) Os holandeses no Nordeste (1630-54): depois de uma árdua guerra contra a Espanha, a Holanda calvinista conquistou a sua independência em 1568 e começou a tornar-se uma das nações mais prósperas da Europa. Pouco tempo depois, Portugal caiu sob o controle da Espanha por sessenta anos – a chamada "União Ibérica" (1580-1640).
Em 1621, os holandeses criaram a Companhia das Índias Ocidentais com o objetivo de conquistar e colonizar territórios da Espanha nas Américas, especialmente uma rica região açucareira: o nordeste do Brasil. Em 1624, os holandeses tomaram Salvador, a capital do Brasil, mas foram expulsos no ano seguinte. Finalmente, em 1630 eles tomaram Recife e Olinda e depois boa parte do Nordeste.
O maior líder do Brasil holandês foi o príncipe João Maurício de Nassau-Siegen, que governou o nordeste de 1637 a 1644. Nassau foi um notável administrador, promoveu a cultura, as artes e as ciências, e concedeu uma boa medida de liberdade religiosa aos residentes católicos e judeus.
Sob os holandeses, a Igreja Reformada era oficial. Foram criadas vinte e duas igrejas locais e congregações, dois presbitérios (Pernambuco e Paraíba) e até mesmo um sínodo, o Sínodo do Brasil (1642-1646). Mais de cinquenta pastores ou "predicantes" serviram essas comunidades.
A Igreja Reformada realizou uma admirável obra missionária junto aos indígenas. Além de pregação, ensino e beneficência, foi preparado um catecismo na língua nativa. Outros projetos incluíam a tradução da Bíblia e a futura ordenação de pastores indígenas.
Em 1654, após quase dez anos de luta, os holandeses foram expulsos, transferindo-se para o Caribe. Os judeus que os acompanhavam foram para Nova Amsterdã, a futura Nova York.

II. Brasil Império
O século XIX testemunhou a implantação definitiva do protestantismo no Brasil.
Primeiras manifestações:
Após a expulsão dos holandeses, o Brasil fechou as suas portas aos protestantes por mais de 150 anos. Foi só no início dos século XIX, com a vinda da família real portuguesa, que essa situação começou a se alterar. Em 1810, Portugal e Inglaterra firmaram um Tratado de Comércio e Navegação, cujo artigo XII concedeu tolerância religiosa aos imigrantes protestantes. Logo, muitos começaram a chegar, entre eles um bom número de reformados.
Depois da independência, a Constituição Imperial (1824) reafirmou esses direitos, com algumas restrições. Em 1827 foi fundada no Rio de Janeiro a Comunidade Protestante Alemã-Francesa, que veio a congregar, ao lado de luteranos, reformados alemães, franceses e suíços.
Um dos primeiros pastores presbiterianos a visitar o Brasil foi o Rev. James Cooley Fletcher (1823-1901), que aqui chegou em 1851. Fletcher foi capelão dos marinheiros que aportavam no Rio de Janeiro e deu assistência religiosa a imigrantes europeus.
Ele manteve contatos com D. Pedro II e outros membros destacados da sociedade; lutou em favor da liberdade religiosa, da emancipação dos escravos e da imigração protestante. Ele escreveu o livro O Brasil e os Brasileiros (1857), que foi muito apreciado nos Estados Unidos.
Fletcher não fez nenhum trabalho missionário junto aos brasileiros, mas contribuiu para que isso acontecesse. Foi ele quem influenciou o Rev. Robert Reid Kalley e sua esposa Sarah P. Kalley a virem para o Brasil, o que ocorreu em 1855. Kalley fundou a Igreja Evangélica Fluminense em 1858. No ano seguinte, chegou ao Rio de Janeiro o fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil, o Rev. Ashbel G. Simonton.
"Ao iniciar-se o século XIX, não havia no Brasil vestígio de protestantismo" (B. Ribeiro, Protestantismo no Brasil Monárquico, 15).
Em janeiro de 1808, com a chegada da família real, o príncipe-regente João decretou a abertura dos portos do Brasil às nações amigas. Em novembro, novo decreto concedeu amplos privilégios a imigrantes de qualquer nacionalidade ou religião.
Em fevereiro de 1810, Portugal assinou com a Inglaterra tratados de Aliança e Amizade e de Comércio e Navegação. Este, em seu artigo XII, concedeu aos estrangeiros "perfeita liberdade de consciência" para praticarem sua fé. Tolerância limitada: proibição de fazer prosélitos e falar contra a religião oficial; capelas sem forma exterior de templo e sem uso de sinos.
Com a independência, houve grande interesse na vida de imigrantes, inclusive protestantes. Constituição Imperial de 1824, art. 5º: "A religião católica apostólica romana continuará a ser a religião do Império. Todas as outras religiões serão permitidas com seu culto doméstico ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo."
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Como afirmei acima, Deus tem um bom propósito com o Brasil,
basta vemos a historia dos fundadores  da Assembléia de Deus

O grande Avivamento
Era tempo de um grande avivamento nos Estados Unidos, exatamente o país onde Daniel havia estado e aonde agora retornava. Em muitas igrejas tradicionais, crescia o número dos que recebiam a promessa pentecostal. A princípio, eles não se afastavam de suas comunidades, mas começaram a ter encontros em que, com maior liberdade, ouvia-se sobre o Evangelho Pleno, viam-se e ouviam-se homens, mulheres e crianças a falar em línguas, a receberem a cura divina. Muitos outros buscavam, e também recebiam o que Jesus prometera antes de sua ascensão.
Em 1854, a chama pentecostal havia crepitado mais fortemente na Nova Inglaterra (Bostom e adjacências); em 1892, na cidade de Moarehead; em 1903, em Galena, Kansas; em Orchard e Houstok, nos anos de 1904 e 1905. Tão perto do Pentecoste, no entanto ele precisou atravessar o oceano para encontrá-lo...

Sintonia com Deus
Após uma semana convencional, o poder de Deus envolveu a Vingren, extraordinariamente. Mais tarde, pôde entender o que o Espírito Santo desejava dizer-lhe:  uma irmã com o dom de interpretação de línguas foi usada pelo Senhor para dar-lhe ciência de que antes de seguir ao campo missionário, deveria ser revestido de poder. Em novembro do mesmo ano (1909), recebeu o revestimento de poder.
Agora, Daniel e Gunnar tinham alguma coisa mais em comum, além da condição de patrícios, servos do Senhor e imigrantes no mesmo país. Com apenas um ano de diferença, eram ambos batizados  no Espírito Santo, falavam línguas estranhas.

Passos Convergentes
Faltava pouco, agora, para o encontro. E isto aconteceu também em 1909, em Chicago, como participantes de uma conferência.
Depois de longo diálogo, em que cada vez mais se identificavam e se compenetravam da chamada de Deus, passaram a orar diariamente, em busca de completa orientação do Alto.
Um Nome no Sonho: Pará
Alguns dias se passaram, até quando um crente batizado no Espírito Santo, chamado Adolfo Uldin, narrou-lhes um sonho, em que os dois amigos eram personagens, e em que lhe aparecera, bem legível, um nome muito estranho: Pará.
Uldin jamais lera ou ouvira tal palavra. Mas, entendeu tratrar-se de um lugar. Daniel e Vingren compreenderam que era a resposta de Deus às suas muitas orações. No dia segunite, dirigiram-se a uma biblioteca, a fim de consultar os mapas. Ao verificarem a distância do país em que ficava o Pará, chegaram a ser abalados pelas dúvidas, mas após uma semana de oração convenceram-se quanto ao destino a tomar.
A decisão se tornara irreversível. E Deus continuou a dispor marcos no caminhoo dos suecos para que pudessem comprovar a certeza da vontade divina em suas vidas.

A provisão do Senhor
O dinheiro de que dispunham era muito pouco, mas significava mais um indicativo dos rumos a serem tomados: noventa dólares - o preço da passagem até o longínquo país onde havia um lugar chamado Pará. Mas, eis que, com novo teste, Deus voltava a desafiar-lhes a fé:  o Senhor ordenava a Vingren doar os noventa dólares ao jornal da igreja do pr. Durham. E Daniel concordou. Eles o visitavam em Chicago, em busca de alguma contribuição para a viagem, "mas", recorda Daniel, "os irmãos não se mostraram muito entusiasmados. Mencionaram dificuldades de clima e predisseram que voltaríamos sem demora. Por isso,  não nos garantiram qualquer sustento". Durham limitara-se separá-los para a missão no Brasil.
Em outra igreja da mesma cidade, em um culto de despedida, o pr. B. M. Johnsom - que viria a ajudá-los, quando no Brasil, nos momentos mais difíceis - também nada pôde fazer por eles, mas deixou a congregação à vontade. Caso essa oferta poderiam chegar até Nova York.
Prosseguiram viagem e, numa parada, depararam-se com um amigo de Vingren, que foi logo dizendo:

O Dedo de Deus
"Sabe, irmão Vingren, sonhei com você esta noite, e Deus me falou que eu lhe deveria dar noventa dólares. Hoje de manhã pus o dinheiro em um envelope para remetê-lo...Agora não preciso pagar a remessa". Mais um sinal no caminho: o Senhor lhes falava de modo inusitado, mas quão claramente lhes falava! O dedo de Deus era quase visível.
Uma vez em Nova York, logo começaram a buscar, nas companhias marítimas, suas duas passagens para o dia 5 de novembro. Não tinham dúvidas; a data era exatamente aquela.

Outro Sinal
Em South Band, o Senhor lhes havia dito tudo a respeito, pormenorizadamente. Porém, tantos foram consultados quantos negaram haver partida para 5 de novembro. Finalmente, encontraram um navio inglês que se achava em reparos, não constante das listagens. E o navio, o "Clement", começou a singrar, naquele dia prenunciado, em direção a Belém do Pará.
O dinheiro disponível era suficiente, mas dava apenas para a terceira classe, onde nem sequer mesas e cadeiras existiam. Eram compelidos a viajar no convés, sentados em tonéis, "mas sentíamos o poder de Deus sobre nós ali, e louvávamos ao Senhor, e Ele nos falava dizendo que ia junto conosco e que nos abriria as portas", conta Daniel, "o que alegrava os nossos corações maravilhosamente".

Conversão sobre o Mar
Durante a viagem, um jovem complexado, carrancudo, muito infeliz, pensava em suicidar-se, quando Daniel lhe dirigiu a palavra, e perguntou: "Você tem fé em Deus?" "Quem é Deus?", veio a indagação. A mensagem do missionário tocou-lhe profudamente o coração, ele se pôs a chorar, e aceitou a Cristo como Salvador.

A Chegada ao Brasil
A chegada ocorreu a 19 de novembro de 1910. Tudo era estranhíssimo para os dois suecos. As pessoas malvestidas, os leprosos a desfilar seus corpos mutilados, apresentando pungente espetáculo pelas ruas. Mas o Senhor de fato os enviara, e aqui estava para guardá-los do contágio e, logo, das agressões, ofensas e ameaças. Alguns dos alegres passageiros que com eles chegaram ao porto de Belém nunca imaginaram que viriam a ser infectados, e logo depois teriam seus nomes no rol dos mortos.
No modesto hotel (onde por um dia se hospedaram) consumiram os seus pobres 16 mil réis. Com níqueis restantes, iriam de bonde, no dia seguinte, em busca da residência do pastor metodista Justo Nelson, diretor do jornal que, "casualmente", chegara às mãos de Vingren no quarto onde se haviam hospedado. Para surpresa deles, tratava-se de um conhecido de Vingren, nos Estados Unidos.
Separados para as missões por uma igreja batista, nada mais natural do que encaminhá-los aos irmãos da mesma fé, o que se fez.
No dia seguinte, foram muito bem recebidos pelo missionário Erik Nelson. Este, como eles de nacionalidade sueca, convidou-os a cooperarem no trabalho. E ofereceu-lhes o porão da igreja, onde se alojaram.
(texto fonte: http://www.assembleiadedeusdf.com.br/nossahistoria/ospioneiros.htm)

II - Quem era Neemias

(histórico do livro de Neemias)
O título atual do livro é derivado do seu personagem principal, cujo nome aparece em 1.1. A nossa primeira imagem de Neemias é quando ele aparece em seu papel de copeiro na corte de Artaxerxes. Um copeiro tinha uma posição de grande confiança como conselheiro do rei e a responsabilidade de proteger o rei de envenenamento. Enquanto Neemias, sem dúvida, desfrutava o luxo do palácio, o seu coração estava em Jerusalém, uma pequena cidade nas longínquas fronteiras do império.
A oração, o jejum, as qualidade de liderança, a poderosa eloqüência, as habilidades organizacionais criativas, a confiança nos planos de Deus e a rápida e decisiva resposta aos problemas qualificavam Neemias como um grande líder e como um grande homem de Deus. Mais importante ainda: ele deixa transparecer um espírito de sacrifício, cujo único interesse é resumido na sua repetida oração: “Lembra-te de mim pra bem, ó meu Deus!”


DataNas escrituras, o livro de Neemias formava uma unidade com Esdras. Muitos estudiosos consideram Esdras como o autor/compilador de Esdras -Neemias bem como de 1 e 2 Crônicas. Ainda que não tenhamos muita certeza, parece que Neemias contribuiu com parte do material contido no livro que leva o seu nome (caps.1-7; 11-13).
Jerônimo, que traduziu a Bíblia ao latim, honrou Neemias ao dar o seu nome ao livro em que aparece como personagem principal. Neemias significa “Jeová consola”.
A história começa no livro de Esdras e se completa em Neemias. Neemias, que serviu duas vezes como governador da Judéia, deixa a Pérsia para realizar a sua primeira missão no vigésimo ano de Artaxerxes I da Pérsia, que reinou de 465 até 424 aC (2.1). Retorna à Pérsia no trigésimo segundo ano de reinado de Artaxerxes (13.6) e volta novamente para Jerusalém “ao cabo de alguns dias”.
Pelo conteúdo do livro, sabe-se que a obra somente pode ter sido escrita algum tempo depois da volta de Neemias da Pérsia para Jerusalém. Talvez a sua redação final tenha sido completada antes da morte de Artaxerxes I em 424 aC; ao contrário, a morte de um monarca tão benigno provavelmente teria sido mencionada em Ne.
O período histórico coberto pelos livros de Esdras e Neemias é de cerca de 110 anos. O período de reconstrução do templo sob Zorobabel, inspirado pela pregação de Zacarias e Ageu, foi de 21 anos. 60 anos mais tarde, Esdras causou um despertar do fervor religioso e promoveu um ensino adequado sobre o culto no templo. 13 anos depois, Neemias veio pra construir os muros. Talvez Malaquias tenha profetizado durante aquela época. Se foi assim, Neemias e Malaquias trabalharam juntos para erradicar o mal que significava o culto a muitos deuses e atacaram o pecado da associação com o povo que havia sido forçada a recolonizar aquelas regiões pelos assírios cerca de 200 anos antes. Tiveram tanto sucesso, que durante o período intertestamental o povo de Deus não voltou à idolatria. Dessa maneira, quando veio o Messias, pessoas como Isabel e Zacarias, Maria e José, Simeão, Ana, os pastores e outros eram pessoas piedosas com que Deus iria se comunicar.

ConteúdoNeemias expressa o lado prático, a vivência diária da nossa fé em Deus. Esdras havia conduzido o povo a uma renovação espiritual, enquanto Neemias era o Tiago do AT, desafiando o povo a mostrar a sua fé por meio das obras.
A primeira seção do livro (caps. 1-7) fala sobre a construção do muro. Era necessário para que Judá e Benjamim continuassem a existir como nação. Durante o período da construção dos muros, os crentes comprometidos, guiados por esse líder dinâmico, venceram a preguiça (4.6), zombaria (2.20), conspiração (3.9)e ameaças de agressão física (4.17).
A segunda seção do Livro (caps. 8-10) é dirigida ao povo que vivia dentro dos muros. A aliança foi renovada. Os inimigos que moravam na cidade foram exposto e tratados com muita dureza. Para guiar esse povo, Deus escolheu um home de coração reto e com uma visão clara dos temas em questão, colocou-o no lugar certo no momento certo, equipou-o com o seu Espírito e o enviou pra fazer proezas.
Na última seção (caps.11-13), o povo é restaurado à obediência da Palavra de Deus, enquanto Neemias, o leigo, trabalha junto com Esdras, o profeta. Como governador durante esse período, Neemias usou a influência do seu cargo para apoiar a Esdras e exercer uma liderança espiritual. Aqui se revela um homem que planeja sabiamente suas ações (“considerei comigo mesmo no meu coração”) e um homem cheio de ousadia (“contendi com os nobres”)


O Espírito Santo em Ação
Desdea criação, o Espirito Santo tem sido o braço executivo de Deus na terra. Eliú falou a verdade quando disse a Jó: “O Espírito de Deus na terra me fez” (Jó 33.4). Aqui aparece um padrão constante: é o Espírito de Deus que age para fazer de nos o que Deus quer que sejamos. Ne 2.18 diz: “Então, lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável.” A mão de Deus, seu modo de agir sobre a terra, é o Espírito Santo.
Neemias, cujo nome significa “Jeová conforta”, foi claramente um instrumento do ES. Sob o poder do Espirito Santo, certamente se tornou modelo da forma de atuar do Espirito Santo e foi uma dos primeiros cumprimentos dessa memorável profecia.

Esboço de Neemias
I. Neemias: do exílio à reconstrução das muralhas de Jerusalém 1.1-7.73
Autorização de Artaxerxes para reconstruir as muralhas 1.1-2.8
Planejando o trabalho, motivando e organizando os trabalhos 2.9-3.32
Oposição e defesa 4.1-23
Rechaço contra a extorsão e usura pelo exemplo piedoso de Neemias 5.1-9
As muralhas são completadas apesar das intrigas maldosas 6.1-7.3
Restabelecimento dos cidadãos de Jerusalém 7.3-73
II. Esdras e Neemias trabalham juntos para estabelecer o povo 8.1-10.39
Lendo a Bíblia 8.1-12
Celebração da Festa dos Tabernáculos 8.13-18
Confissão de pecado pessoal e coletivo 9.1-37
Compromisso de guardar a lei e manter o templo 9.38– 10.39
III. Verdadeiro arrependimento produz justificação 11.1 –12.26
Censo de Jerusalém e vilas vizinhas 11.1 –12.26
Dedicação das muralhas e provisão para as finanças do templo 12.27-13.3
Segundo período de governo de Neemias, incluindo reformas posteriores e uma oração final 13.4-31
(Fonte: Bíblia Plenitude)

III- Você é útil?
Anunciar as BoasNovas de Salvação e ensinar à todos, sem excessão as verdades inseridas na Bíblia. É pregar, anunciar o Evangelho a todos os povos, nações e línguas (Mc 16.15); significa dar testemunho das maravilhas que Deus faz (At 1.8); significa arrebatar as almas do fogo (Jd v.23). Cumpramos com alegria a grande comissão do Senhor Jesus à Igreja –  “...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Mc 16.15).
O que é ser Testemunha
Segundo o Dicionário Aurélio:
Testemunha (Dev. de testemunhar.)
S.f.
1. Pessoa chamada a assistir a certos atos autênticos ou solenes.
2. Pessoa que viu ou ouviu alguma coisa, ou que é chamada a depor sobre aquilo que viu ou   ouviu.
3. Coisa que atesta a verdade de algum fato; prova, testemunho.
Encontramos na Bíblia afirmações acerca de dar testemunho, ou TESTIFICAR:
  1. Fazer afirmativa baseada em conhecimento pessoal ou em crença:
João 3:11: “Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testificamos o que vimos, e não aceitais o nosso testemunho.”
João 1:34: “E eu vi e tenho testificado que este é o Filho de Deus.”
Em Atos 1.8: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”
O Senhor ao derramar o Espírito Santo capacitou os discípulos para Testificar, do que viram e ouviram, e o primeiro Mártir da Igreja foi Estevão (At 7.54-59).

Todos precisam ouvir a mensagem
O apóstolo Paulo disse que “o evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).
Este texto nos mostra claramente a necessidade de crer no Evangelho e aceitar ao Senhor Jesus para ser livre do pecado e restaurar a comunhão com Deus. O Evangelho é realmente o poder de Deus para nossa salvação. O pecado levantou uma barreira intransponível impedindo o acesso até Deus (Rm 3.23; 6.23).
Mas Deus não quer que o homem se perca. Ele nos criou para adorá-Lo e amá-Lo. O homem precisa entender as suas deficiências espirituais e perceber plenamente a sua dependência do Criador, e conhecer a graça de Deus. Quando falamos de graça, sempre ouvimos dizer: “graça é favor imerecido”, porém, trocando isso em miúdos podemos dizer que graça é Deus não nos dar o que nós merecemos, pois como pecadores o que nós merecemos? – castigo, e a condenação. Porém Deus pelo muito que nos amou, entregou Seu Único Filho para morrer, para que através de Seu Sacrifício fossemos justificados.
Deus estava pronto para sofrer a fim de recuperar a comunhão com o homem. A morte de Cristo é essencial para a nossa salvação (Mt 26.28). O Evangelho é importante porque mostra como podemos ser salvos pela morte de Jesus.
Foi para poder salvar o homem que o Filho de Deus Se fez membro “carne”, ou seja, humano. Nascendo de Maria, Ele se fez homem, viveu como homem, sem deixar de ser Deus e sem cometer pecado algum.
Tendo a Sua humanidade unida ao Pai, Ele produziu a vida perfeita que a lei de Deus requer.
Foi um fardo muito grande que Cristo carregou. Ele assumiu os pecados do mundo. Ele assumiu os nossos pecados.
Em João 14:6, temos a declaração definitiva e autorizada do Senhor com relação à salvação:
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."

Esta é a mensagem que todos devem ouvir, e como ouvirão se nós não anunciarmos?
O apóstolo Pedro foi chamado para pregar o Evangelho à uma família, à família de Cornélio.
Cornélio recebeu uma visão durante as primeiras horas da tarde, um anjo de Deus lhe apareceu Imediatamente Cornélio perguntou: "Que é Senhor?"
Deus desejava explicar o evangelho de Jesus Cristo a um soldado gentio. E mandou que Cornélio mandasse chamar Pedro, o apóstolo. E Deus designou que Pedro fosse, e assim Pedro fez.

Pedro expôs o evangelho completo de Jesus ao gentio comandante romano e à sua familia, e enquanto falava, o Espírito Santo caiu sobre Cornélio e sua família, indício claro de que eles criam sinceramente no que tinham ouvido. Cornélio e seus amigos convidaram Pedro e seu grupo a permanecer com eles. Durante alguns dias continuaram com a troca de experiências e ensino da doutrina cristã.
Faça a diferença
É necessário que nos, como cristãos e cristãs, continuamente nos perguntemos o que somos?
É necessário que indaguemos a nós mesmos e procuremos com sinceridade responder a esta pergunta, tanto no individual como no coletivo, tanto na nossa vida particular, como na nossa vida de comunidade de fé; é necessário que constantemente nos perguntemos quem somos e como estamos agindo e reagindo, conforme nossa identidade de cristãos e cristãs, seguidores e testemunhas do Evangelho de Jesus Cristo.
O que nos identifica como cristãos e cristãs não é apenas o fato de nós adorarmos a Jesus Cristo e o termos como nosso Salvador, Ele mesmo disse que isto não era o mais importante, quando cita o profeta Isaias em Mateus 15:8 e Marcos 7:6. Mas o mais importante é fazer a vontade de Deus, colocando em prática seus ensinamentos:“Porque me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” (Lc 6:46).
Nós também podemos testificar do amor de Deus aos outros, devemos contar aos outros, acerca das experiências que temos com o SENHOR, falar das bênçãos que recebemos, de como o SENHOR nos guarda, e nos auxilia.
O Senhor Jesus espera que sejamos suas testemunhas, lembremo-nos de que pregamos o Evangelho não somente com palavras, mas principalmente com a nossa vida, isto é, praticando a Palavra de Deus em nossas vidas.
Oremos para que o SENHOR nos use para anunciar a Sua Palavra. Deus os abençoe.
 (texto fonte: Profª Jaciara da silva)

IV-  A lição do copeiro
Sem duvida a atitude de Neemias, a sua preocupação com a sua  pátria é um exemplo para nós, pois ele nos deixa muitas lições: pois em meios as dificuldades que ele mesmo passara, fez o que era necessário para alcançar o seu objetivo, ou seja, reconstruir a Jerusalém.
Ao saber  da situação difícil que seus compatriotas estavam passando ele não pensou apenas em si, pois estava numa posição boa junto ao rei,  porem ele se entristeceu muito, e resolveu agir, fazer algo por seu semelhantes.
Este deve ser o mesmo sentimento que devemos sentir, talvez já nos sentimos bem, junto ao rei (Jesus) na igreja, mas ainda  há muitas pessoas sofrendo nesta pátria, que necessitam  ser alcançadas.
Devemos sobretudo confiar em Deus, pois da mesma forma que Ele abençoou a Neemias no passado, ele abençoa a todos hoje, que  desejam trabalhar para que seu nome  seja conhecido  de todos, de uma forma verdadeira e transformadora.
Neemias também foi um grande exemplo de confiança,e coragem em Deus, pois mesmo ameaçado pelos seus adversários , não desistiu da obra que havia iniciado, mas foi ate o fim, trabalhar na obra não é algo fácil, há muitos obstáculos e adversários, mas se perseveramos por fim Deus nos concede a vitoria. Tudo que  temos de fazer é confiar no seu cuidado.
Pois Ele declarou;
... eis que estou convosco todos os dias....

Conclusão
Concluímos aqui nossa lição, relembrando que inicialmente, ao tomarmos conhecimento da situação difícil a qual passa a nossa nação, lutemos, para que esse quadro seja amenizado, sabemos que Deus já tem abençoado grandemente a nossa nação, porem a sua maior benção a salvação  das almas, portanto colaboremos com Deus neste propósito.


Colaboração para Portal Escola Dominical -  Prof. Jair César S. Oliveira


fonte portal ebd

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes