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19 outubro 2012

JARDIM DA INFANCIA - Lição 3: Aprendendo a perdoar


4º Trim. 2012 - JARDIM DA INFANCIA - Lição 3: Aprendendo a perdoar
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Valorizando os bons Princípios
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 3 – APRENDENDO A PERDOAR

Ao Mestre
Prezado professor, lendo o texto da lição de hoje, conclui que a história de Davi e Saul se constituía de um texto mais complexo para as crianças. Assim sendo, decidi substituir o texto da lição pela parábola do credor incompassivo. Espero que aprecie. Deus abençoe grandemente seu ministério.


Texto Bíblico: Mt 18.22-35


Objetivo
Ministre sua aula de forma a con
fonte portal ebd

PRIMARIOS - Lição 3: Sirvo a um Deus que me dá coragem


4º Trim. 2012 - PRIMARIOS - Lição 3: Sirvo a um Deus que me dá coragem

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD

4º Trimestre de 2012
Tema: A alegria de servir a Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 3 – SIRVO A UM DEUS QUE ME DÁ CORAGEM


Texto Bíblico: Juízes 6.1;11-23


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que é Deus que nos capacita e nos encoraja para vencermos as dificuldades.


Frase do dia...
EU SIRVO A DEUS PORQUE ELE EM DÁ CORAGEM

Escreva em um cartaz a frase do dia, e o versículo para memorizar, abaixo destes escreva:
EU NÃO TENHO MEDO, POIS LENO A BIBLIA, DESCOBRI QUE DEUS ME AJUDA E DÁ CORAGEM


Memória em ação
“Ó SENHOR Deus, tu ouvirás as orações dos que são perseguidos e lhes darás coragem.”  (Sl 10.17 - NTLH)

Leia várias vezes este versículo com os pequenos, isso auxiliará na memorização.


Explorando a Bíblia
Gideão foi um homem valente que Deus levantou para libertar seu povo das mãos do opressor.
Depois da morte de Josué, o povo de Israel passou por mais de três séculos nos quais "não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais certo" (Jz 17:6; 21:25). Durante esse período, se repetia várias vezes o mesmo ciclo: Œ O povo obedecia a Deus por algum tempo e, depois, afastou-se dele.
Como alerta ao povo rebelde, Deus permitia que um inimigo o oprimisse. Quando o povo se arrependia e pedia libertação, Deus mandava juízes para livrá-lo das mãos dos inimigos.‘ O povo resgatado servia ao Senhor durante o resto daquela geração, assim começando, de novo, o ciclo.

Então Gideão foi o quinto dos juízes ou libertadores, apresentado em Juízes, capítulos 6, 7 e 8. Da vida dele, podemos aproveitar muitas lições valiosas.

Gideão era um homem valente ou homem tímido?
Os midianitas oprimiram os israelitas por sete anos. Eles subiam cada ano e tomavam os produtos alimentícios dos campos e todos os animais dos hebreus. Para sobreviver, os israelitas escondiam alimentos do inimigo. Gideão estava preparando comida para escondê-la quando o Anjo do Senhor apareceu. Imagine este homem, trabalhando com medo do inimigo, quando ele ouviu as palavras do Anjo: "O Senhor é contigo, homem valente" (Jz 6:12). Pela resposta de Gideão, parece que ele nem pensou no significado da frase "homem valente".

Ele entrou diretamente numa discussão com o anjo sobre a presença de Deus. Ele não entendeu como Deus, estando com o povo, deixaria Israel sofrer. Deus continuou a conversa, desafiando Gideão a resolver o problema. Já que ele duvidou da presença de Deus, devia ir na sua própria força (Jz 6:14). Isso não! Gideão, agora, sentiu tão incapaz que procurou uma saída da missão dada por Deus. Ele explicou que era uma pessoa pequena de uma família insignificante de uma tribo pouco importante. Gideão não veio ao Senhor como homem valente. Deus ia fazer dele um líder corajoso.

A força verdadeira do servo do Senhor não vem de si mesmo, e sim de Deus. Ninguém é forte o bastante para resolver seus próprios problemas sozinho, especialmente quando falamos sobre nosso problema principal: o pecado. Dependemos de Deus e de sua graça (Ef 2:8-9). Paulo disse: "tudo posso naquele que me fortalece" (Fp 4:13). Os homens valentes, hoje em dia, são aqueles que confiam no Senhor.

"Eu estou contigo"

Nas conversas com Gideão, Deus afirmou sua presença repetidas vezes. Primeiro, ele afirmou por palavras: "Já que eu estou contigo, ferirás os midianitas como se fossem um só homem" (Jz 6:16). Segundo, ele afirmou por sinais. Antes da primeira missão de Gideão, Deus lhe deu um sinal impressionante.

O Anjo do Senhor causou subir fogo para consumir a oferta de Gideão. Enquanto pessoas faziam ofertas ao Senhor todos os dias, era muito raro o próprio Senhor mandar o fogo para as consumir.

Antes de sua segunda missão, Gideão recebeu mais três sinais.
Deus deixou o orvalho molhar uma porção de lã sem molhar a terra em volta dela (Jz 6:36-38). Na noite seguinte, ele fez ao contrário, deixando a lã seca no meio de terra molhada (Jz 6:39-40).

Nas vésperas da batalha, Deus permitiu que Gideão ouvisse uma conversa entre dois soldados midianitas, confirmando a sua vitória iminente (Jz 7:9-15).

Terceiro Deus afirmou sua presença através de promessas cumpridas, principalmente no livramento do povo pela mão de Gideão (Jz 6:16; 7:7,22; 8:10-12).


Oficina criativa
Amplie o desenho Prim3 fig 1 da Galeria de Imagens para os pequenos colorir


Fonte: www.ebiuniversal.com.br

Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

JUNIORES - Lição 3: Uma dupla dinâmica


4º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 3: Uma dupla dinâmica

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Fé em ação
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 3 – UMA DUPLA DINÂMICA


Texto Bíblico:Atos 3.1-26;4.1-31


Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se de que a mensagem do Evangelho cura e liberta as pessoas, e mesmo que muitas vezes somos perseguidos ou desprezados, por falar a Palavra de Deus, devemos estar firmes em nossa fé em Jesus Cristo.


Exercitando a memória
“Aos que crerem será dado o poder de fazer milagres: expulsar demônios pelo poder do meu Nome e falar novas línguas; se pegarem em cobras ou beberem algum veneno, não sofreram nenhum mal; e quando puserem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados”(Mc 16.17,18 – NTLH).

Todos os que aceitam a Jesus como seu Salvador e obedece a Sua Palavra tem poder para curar os enfermos, expulsar os demônios e fazer maravilhas. A fonte desse poder é o Nome de Jesus – “pelo poder do meu Nome – quem serve ao SENHOR como fiel despenseiro  (1 Co 4.1) fará estas obras.


Crescendo no conhecimento
Na nossa historia de hoje, veremos que o modo como um homem coxo foi curado,  mostrou-se ideal para que o evangelho se espalhasse.

Pedro e João foi durante a hora de oração pública: a hora nona, ou melhor, três da tarde (esta foi a mesma hora em que Jesus morreu na cruz - Lc. 23.44). Os apóstolos tinham acabado de sair do templo. O mendigo tinha um canto onde ficava sempre, à porta do templo. Era bem conhecido, ao menos de vista. Era mais conhecido pelos habitantes locais do que os apóstolos eram. Assim, após ter sido curado, a notícia rapidamente se espalhou.

Aquele homem não sabia quem eram aqueles apóstolos. “E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós. E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa”.

Ele não os associou a Jesus, que havia operado diversos atos milagrosos de cura. Ele não era um membro da igreja. Pedro, então, proclama: “Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda”.

O nome de Jesus era bem conhecido. Pedro se associa ao Nome de Jesus através dessa invocação. A cura subseqüente exaltou o Nome de Cristo. Esse acontecimento rapidamente se fez conhecido. “E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus. E todo o povo o viu andar e louvar a Deus; E conheciam-no, pois era ele o que se assentava a pedir esmola à porta Formosa do templo; e ficaram cheios de pasmo e assombro, pelo que lhe acontecera” (At. 3.8-10).

Isso foi o ponto de partida para o segundo sermão público de Pedro.
E quando Pedro viu isto, disse ao povo: Homens israelitas, por que vos maravilhais disto? Ou, por que olhais tanto para nós, como se por nossa própria virtude ou santidade fizéssemos andar este homem? O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de nossos pais, glorificou a seu filho Jesus, a quem vós entregastes e perante a face de Pilatos negastes, tendo ele determinado que fosse solto. Mas vós negastes o Santo e o Justo, e pedistes que se vos desse um homem homicida. E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas. E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde. E agora, irmãos, eu sei que fizestes por ignorância, como também os vossos príncipes. Mas Deus assim cumpriu o que já dantes pela boca de todos os seus profetas havia anunciado; que o Cristo havia de padecer (At. 3:12-18).

Pedro tinha apenas curado um mendigo que obviamente não lhe poderia pagar em retribuição. Fazendo assim, ele imitou a Cristo, que curou diversas pessoas pobres em nome de Deus o Pai, e que não aceitou pagamento mesmo daqueles que poderiam lhe oferecer. Em resposta a essa pregação, outros 5000 homens creram em Cristo (At. 4:4). Dessa forma, com apenas duas pregações, a igreja cresceu em 8000 pessoas.

A cura e a pregação de Pedro despertaram a ira dos saduceus, que tinham relação próxima com os que mandavam no templo. Eles forçaram Pedro e João a comparecerem ali. Pedro, então, lhes trouxe um julgamento. “Visto que hoje somos interrogados acerca do benefício feito a um homem enfermo, e do modo como foi curado, seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós. Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outroNome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At. 4:9-12).

Pedro tinha curado um homem à vista de todos. Ele tinha, então, pregado um sermão acerca dos meios para a salvação pessoal. Ele utilizou uma restauração física para levar muitos homens à salvação. Quando foi confrontado pelas autoridades religiosas, ele utilizou a oportunidade para pregar-lhes também.


Aplicação da Lição
Prezado (a) enfatize aos pequenos que nesta historia de Pedro e João aprendemos que a igreja é formada de pessoas que com orações ajudam uns aos outros, e ao partilharem o evangelho com o mundo. Quando as pessoas se juntam para estudar a Palavra de Deus e orar fielmente pelo poder e coragem para partilhá-la com os outros, elas ficam cheias do Espírito Santo. Só assim, elas são capazes de trabalhar fiel e poderosamente por Deus, conduzindo vidas a Ele.


 Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
·         Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8[ Edição/2009

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
 fonte portal ebd

JUVENIS - Lição 3: Rapto Rápido


4º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 3: Rapto Rápido

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
LIÇÃO JUVENIS – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: O Que A Bíblia Fala Sobre O Futuro Da Igreja.
Comentarista: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO 3 - RAPTO RÁPIDO

TEXTO BIBLICO 1Co 15.51-58

ENFOQUE BIBLICO
“ Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a ultima trombeta, porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” (1Co 15.52)

OBJETIVOS;
Definir o arrebatamento da igreja e enfatizar que nenhuma pessoa sabe o dia ou à hora deste evento escatológico.
Explicar, com detalhes, quando e de que modo se darão, segundo a Bíblia, as duas ressurreições.
Conscientizar os alunos de que é mais importante estarem preparados para o arrebatamento do que curiosos quanto aos eventos futuros.


INTRODUÇÃO
Tim Lahaye mostra 15 diferenças entre o arrebatamento e o Glorioso Aparecimento.
Destacaremos algumas:
No arrebatamento:                                                No evento glorioso
Cristo vem nos ares para os seus   ------ Virá com o seus para a terra
Será arrebatado os cristãos salvos ------  Não há arrebatamento
Os salvos serão levados a casa do Pai ---Não verão a casa do Pai
Não há julgamento na terra ----------------Cristo Julgara os Habitantes da terra
A igreja levada ao céu ----------------------Cristo estabelece seu Reino na terra
Antes da Tribulação -------------------------Depois da Tribulação
Somente os seus O verão -------------------Todo o olho O verá
A Tribulação começa ------------------------O milênio começa


O ARREBATAMENTO DA IGREJA QUANDO SERÁ?
Já  conhecemos pela historia que varias datas forma marcadas, os Adventistas marcaram mais de uma data, os Testemunhas de Jeová também já se arriscaram em varias datas, Miranda Leal, que eu o conheci pessoalmente, quando ele era líder da igreja “Só o Senhor é Deus”, havia previsto para 1999.  A ex-missionária e agora Apostola Valnice Millomes, previu para qualquer sábado de 2007, e há ainda a profecia Maia, esta, marcado para 21/12/2012.
Este é de fato um evento surpresa, Jesus fará uma “parousia” (presença, chegada rápida, visita – 1Co 15.23), será tão rápida que só os crentes ligados com os céus perceberão e serão raptados. Somente participará desse evento glorioso: O Senhor Jesus Cristo (1Ts 4.16), O Arcanjo (1Ts 4.16), Os mortos em Cristo (1Co 15.51,52), Os vivos preparados (1Ts 4.17). Os elementos especiais do arrebatamento são:
Surpresa (Tt 2.13; Mt 24.35,36,42,44)
Inviabilidade (1Ts 4.17; 1Co 15.43,44,49,51,53)
Imaterialidade (1Co 15.42,52,53)
Velocidade (1Co 15.52)
Mas quando acontecerá isto? Eis a questão, sabemos que acontecera, pois a vinda de Cristo é mencionada 318 vezes na Bíblia, não há como dizer que ele não vem. Os textos sempre estão bem claros falando de uma vinda rápida e secreta e outros falando de uma vinda esplendorosa e triunfante. A s expressões “nos ares”, “todo olho o verá”, “vira como o ladrão”, numa vinda ele encontrará com a igreja nos ares (arrebatamento, rapto, secreto), na outra ele pisará na terra (vinda gloriosa, para salvar Israel e estabelecer o milênio – todo olho o vera)
E é exatamente esse arrebatamento que esperamos como igreja devemos nos preparar, devido às especulações sobre o fato. Não haverá quem possa desvendar esse mistério antes de seu acontecimento, é muito interessante que tocara a trombeta e somente os mortos em Cristo ouvirão e os vivos que forem fieis ao Senhor Deus. Muitos tem a preocupação em saber a hora, querem ao menos descobrir se estamos perto ou longe deste acontecimento. A única coisa que podemos saber é que o mundo ficara alheio a este acontecimento, assim como na ressurreição de Jesus, durante quarenta dias, a alegria se restringe apenas aos seus discípulos.
No arrebatamento a alegria se restringirá apenas àqueles que forem fieis a Cristo. Portanto vigiemos e nos preparemos, essa é a ordem de Jesus, não devemos nos preocupar se ainda falta muito ou se já estamos perto. Ambos os pensamentos são prejudiciais, alguns por acharem longe se afastaram de Cristo e morreram perdendo a salvação, outros se tornaram fanáticos por acharem que estava tão perto, tiveram “revelações”, marcaram datas, um dos videntes chegou a se comparar com um asno, por não ver sua profecia cumprida, mesmo assim não pediu perdão de seu erro.


AS RESSURREIÇOES
Há na Bíblia, duas ressurreições: a primeira é a dos justos, aqueles que foram fieis a Cristo e mesmo nas lutas não desistiram de servi-lo e adorá-lo como Senhor de suas vidas. Essa ressurreição é destacada na Bíblia Sagrada como: “Ressurreição dentre os mortos”, somente os justos, enquanto que os ímpios permanecerão ainda em suas sepulturas (Dn 12.2).
A primeira ressurreição destaca três grupos:
As primícias – grupo formado por Cristo e os Santos que ressuscitaram após Sua morte na cruz (1Co 15.20,23; Mt 27.53; Cl 1.18), esta fase esta tipificada na festa das primícias, esta festa já previa a ressurreição de Jesus junto a um grupo (Lv 23.10-12). Portanto as primícias -  já ressuscitou (At 26.23).

O grupo dos santos – será o momento da colheita geral (Lv 23.22), todos os mortos salvos desde o tempo de Adão (Dt 16.9,10; 1Ts 4.16)
Os mártires – salvos durante a Grande Tribulação deram suas vidas por amor a Cristo, após o arrebatamento, eles ressuscitarão antes do milênio (Ap 6.9-11; 7.9-14; 15.2; 20.4) – é o rabisco da colheita (Lv 23.22).

Todos os que ressuscitarem nessa primeira, terão seus corpos revestidos da incorruptibilidade e da imortabilidade, viverão a vida eterna com Cristo.
A segunda ressurreição, ou seja, a dos mortos ímpios se dará por ocasião da instalação do Grande Trono Branco, conhecido também como o Dia do Juízo Final (Ap 20.11,12). Falecidos de todas as épocas comparecerão diante de Deus, com corpos literalmente imortais, carregados de pecados, virão para receber as suas sentenças, pois condenados já estão, uma vez que rejeitaram a Jesus como Salvador e senhor de suas vidas. É importante notar que entre uma ressurreição e outra há um período de mil anos.


PREPARADOS PARA SUBIR?
Como é bom saber o futuro, pense numa curiosidade impar? Você vai a um determinado lugar sabendo o que vai acontecer, imagine que ninguém mais saiba. O que pode acontecer num caso desses: primeiro a ansiedade será insuportável, segundo pode perder a graça. No entanto Deus não quis revelar a ninguém o dia e nem à hora, então precisamos estar pronto? É como o amigo que marcou, mas não disse à hora, a gente toma banho, veste-se e fica esperando, ele pode demorar, mas ele vem, qualquer descuido perderemos a oportunidade de irmos com esse amigo.
Conhecimento sobre a escatologia se faz necessário a todos os crentes, agora, não vamos apenas sermos curiosos e saber de tudo se esquecer de se preparar para subir no arrebatamento da igreja. Quem perder o rapto da igreja enfrentará a Grande Tribulação, período esse que falaremos depois. Caso alguém esteja pensando deixar para depois verá a angustia que esse mundo vivera.
A vontade de saber, esse espanto que existe em nós não é novidade, os discípulos já questionaram a Jesus procurando saber quando seria o fim. A resposta de Jesus foi; “acautelai-vos que ninguém vos engane” e termina dizendo:  “aquele que perseverar até o fim será salvo”  . Agindo assim estaremos preparados para subir no arrebatamento da igreja. Amem  


CONCLUSÃO
Ao longo dos tempos os falsos profetas têm feito com que muitos venham a desacreditar nos estudos da profecia. As especulações sobre a volta de Cristo, às conjecturas erradas tem enganado a muitos. Contudo esses e outros que levam ao engano não são o motivo de deixarmos o estudo legitimo dos sinais proféticos que mostra o tempo aproximado da volta de Jesus, quando interpelado pelos discípulos ele não disse o dia e nem à hora, mas traçou um esboço profético indicando os sinais que antecederiam a sua vinda.


OBRAS CONSULTADAS
·         SILVA, Antonio Gilberto – Escatologia Bíblica – adaptado para o curso pela equipe redatorial EETAD – 2ª Ed – 1997 – Campinas – SP.
·         LAHAYE, Tim – O final dos tempos – Press Abba Editora Ltda. – 1ª edição Brasil - 2004


Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jair Rodrigues






PRE ADOLESCENTES - Lição 3: Os dons da Igreja


4º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 3: Os dons da Igreja

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: O pré adolescente e a Igreja
Comentaristas: Damaris  Ferreira da CostaVerônica Araujo;Telma Bueno

LIÇÃO  3 - OS DONS DA IGREJA

Texto bíblico     1 Coríntios 12.1,7-11
Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.
Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil.
Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra
ciência;
e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar;
e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a
outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

Objetivos após a aula seu aluno devera:
  1. Entender, que temos a necessidade de buscarmos os dons do Espírito Santo
  2. Listar;conhecer os nove dons do Espírito Santo, mencionado na 1ª carta aos
Coríntios.

Introdução
Estudaremos hoje a lição 3, os dons do Espírito Santo. O assunto é extenso, mas a lição esta bem dividida  nos 5 tópicos, o que a torna simples de apresentar, visto que o tempo de aula é extremamente  pequeno se faz necessário dominar os assunto dos tópicos e assim apresentá-los de forma sucessiva, tirando as possíveis duvidas dos alunos.
O que também torna desnecessário alguns acréscimos, visto que o comentário da lição esta explicado.

I- Dons do Espírito Santo, presentes para a igreja.
- O batismo com o Espírito Santo, a chamada “segunda bênção”, é apenas o primeiro degrau da manifestação do poder do Espírito Santo na Igreja. Depois do revestimento do poder, também chamado de “dom do Espírito Santo” (cf. At.2:38; 10:45), o Senhor deixa à disposição uma série de dádivas para que Seu povo possa eficazmente cumprir as tarefas cometidas à Igreja até que o Senhor Jesus volte para buscá-la. São os “dons do Espírito Santo” que o Espírito reparte particularmente a cada crente como quer (I Co.12:11).
- Os dons espirituais são chamados, no original grego, de "charismata", palavra que significa "graças", ou seja, os dons espirituais são dádivas, são favores imerecidos que Deus concede aos homens que estão dispostos a servi-lO e que, por obediência, já alcançaram o batismo com o Espírito Santo. A verificação do significado da palavra "charismata" é muito importante, pois demonstra, de forma cabal, que os dons espirituais são concessões divinas, decorrem do exercício da Sua infinita misericórdia, não havendo, portanto, qualquer merecimento, qualquer mérito por parte daqueles que são aquinhoados pelo Espírito Santo com um dom espiritual. O dom espiritual é concedido não porque alguém seja mais espiritual ou melhor do que outro, mas em virtude da soberana vontade do Senhor. Quem o diz não somos nós, mas a própria Palavra de Deus: "Mas um só mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer." (I Co.12:11).
Fonte: Dr. Caramuro Afonso Francisco
.............................................................................
Assim de forma simples podemos compreender , que os dons do Espírito Santo, são dotações e capacitações sobrenaturais, que Jesus concede a sua Igreja, através do Espírito,  Santo , afim de que  Igreja  seja edificada, e sua obra  seja ampliada.

II- Deus, o autor dos presentes
O Reino de Deus é poder, a fonte desse poder é o próprio Deus, para constituir este Reino foi dado dons aos homens. Mas o que significa ter ou receber dons? Ao aceitar a Cristo como Salvador e Senhor, a pessoa recebe o Poder para se tornar filho de Deus (Jo 1.12). Para nós os Pentecostais, cremos não só no enchimento do Espírito Santo,  para geração do fruto, como também no batismo com o Espírito Santo (Lc 24.48,49; At 1.4,5,8).
O batismo como Espírito Santo, é uma promessa do Pai, Jesus comunicou aos seus discípulos que eles receberiam poder ao receber o batismo com o Espírito Santo. É o Espírito Santo, quem transmite o poder de Deus por intermédio dos Dons espirituais. Os canais pelos quais o Espírito Santo revela o poder de Deus são os dons, que pela instrumentalidade dos homens que os recebem e fazem bom uso deles (1Co 12.7-11).
A palavra dom vem do grego, “charisma”, entendemos que o batismo com o Espírito Santo é um dom, pois capacita a pessoa para o serviço (1Co 12.7; 2Co 10.4,5). Ao ser batizado com o Espírito Santo, o crente recebe uma nova dimensão de vida, vindo daí uma visão espiritual maior, e, incentivos para buscar bênçãos  e se aprofundar na comunhão com Deus (Fp 3.12,13; 1Co 14.2,28; 1Co 14.4,15,17). O Espírito Santo não é recebido por méritos e nem existem métodos para recebê-lo, não existe datas ou locais específicos e nem postura corporal exigida.
O que existe são condições, como: arrependimento, obediência, busca ardente, com perseverança e desejo ardente para recebê-lo. A igreja é a plataforma do Espírito, o lugar onde se expõe os planos de governo (Mt 21.42,43; At 14.22; Mc 16.15-20). É o Espírito Santo quem administra a Palavra, as missões, a separação de obreiros, as lideranças, as responsabilidades sociais etc., para tal ele equipa a igreja com vários dons.
Fonte:Pr Jair Rodrigues
Tiago 1:17  Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.

III- Presentes para igreja nos dias atuais
No Credo das Assembléias de Deus no Brasil, acha-se mui explícita a crença nos dons concedidos pelo Espírito Santo: "Cremos na atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais". Através desta verda­de, ressurgida na Rua Azusa em Los Angeles, no início do século passado, os pentecostais vêm anun­ciando o evangelho completo de nosso Senhor Jesus Cristo em todo o mundo: Jesus salva, cura, batiza com o Espírito Santo, concede dons, e vem outra vez.
O falso ensino dos cessacionistas. Deduzem, erra­damente, que os dons espirituais cessaram após a era apostólica, pois o Evangelho, de acordo com a geografia daqueles dias, já ha­via chegado aos confins da terra (At 1.8; 13.47). A Bíblia anula esse falso ensino. Interpretando equivocadamente as Escrituras, eles citam 1 Coríntios 13.8: "mas, havendo profecias, serão aniqui­ladas; havendo línguas, cessarão (... )”.
Eles se esquecem do versí­culo l0 que afirma: "Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado". Toda­via, essa "era perfeita" ainda não começou; quando chegar, "então, veremos face a face" (v.12).
Os dons prometidos profética e historicamente. De conformidade com a profecia de Joel, o derramamento do Espírito Santo e a distribuição dos dons es­pirituais, seriam mais intensos nos últimos tempos (Jl 2.28,29). Em Je­rusalém, no Dia de Pentecostes, esta profecia cumpriu-se parcialmente (At 2.16-18). Desde então continua a cumprir-se onde quer que o evan­gelho seja ouvido e crido.
Em nossos dias, o derrama­mento do Espírito recomeçou em 1906, na Rua Azusa, em Los Ange­les, Califórnia, Estados Unidos da América, sob a liderança de William Joseph Seymour (1870-1922). Este pastor era metodista, oriundo do Movimento da Santidade, e filho de pais batistas de origem africana. Desde então, o pentecostalismo expandiu-se, chegando ao Brasil em 1910. No momento, a Assem­bléia de Deus no Brasil já começa a comemorar o seu primeiro cente­nário, que teve início em 1911.
Fonte: http://www.searadecristo.com.br

IV-  Quantos e quais os dons
Embora o comentário da lição apenas liste 9 dons do Espírito, existem outros alem destes:
Estes dons estão divididos em outra categoria, os chamados dons ministeriais, o comentários apenas relata os dons espirituais.
Os dons espirituais estão a disposição de todos os crentes que assim com zelo buscam o dom, já os dons ministeriais são dados a aqueles que são chamados  especificamente para trabalharem na obra de Deus.
..........................................................................................

Podemos dividir os dons espirituais em três categorias, a saber:

1- dons de poder:  fé, dons de curar, operação de maravilhas
são dons dados pelo Espírito Santo para que as pessoas efetuem demonstrações sobrenaturais do poder divino, com a realização de milagres, de maravilhas e de coisas extraordinárias, que confirmem a soberania de Deus sobre todas as coisas e a Sua presença no meio da igreja. São evidências da onipotência divina no meio do Seu povo.

2- dons de ciência: palavra da sabedoria, palavra da ciência, dom de discernir os espíritos
são dons dados pelo Espírito Santo para que as pessoas revelem mistérios ocultos aos homens, com a tomada de atitudes e condutas que evidenciem que Deus sabe todas as coisas e que nada Lhe fica oculto. São evidências da onisciência divina no meio do Seu povo.

3- dons de elocução ou de fala: variedade de línguas, interpretação de línguas e profecia
são dons dados pelo Espírito Santo para que as pessoas sejam instrumentos da voz do Senhor, para que o Espírito Santo demonstre que Se comunica com o Seu povo. São evidências da onipresença divina no meio do Seu povo, uma presença que nos faz descansar e que nos traz edificação.


V- A finalidade dos dons na igreja
Os dons  são dádivas concedidas por Cristo com a finalidade de aperfeiçoar os santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, a fim de que os crentes atinjam a unidade da fé, o conhecimento do Filho de Deus, o nível de varões perfeitos, a medida da estatura completa de Cristo (Ef.4:12,13). Vemos, portanto, que os dons ministeriais têm, por finalidade, trazer maturidade espiritual aos crentes, prepará-los convenientemente para o exercício das tarefas cometidas pelo Senhor a cada um deles.
Fonte: Dr. Caramuru Afonso Francisco

Conclusão
Os dons espirituais foram dados a igreja para que os crentes pudessem ser aperfeiçoados,  ate que cheguem  a um amadurecimento espiritual.
Assim, quando chegar aquele grande dia, seremos semelhantes a Ele.

Colaboração para Portal Escola Dominical –  Prof. Jair César S. Oliveira

ADOLESCENTES - Lição 3: Cristão passa por tribulação?


4º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 3: Cristão passa por tribulação?

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: Cartas que ensinam
Comentarista: Ciro Sanches Zibordi


LIÇÃO 3 – CRISTÃO PASSA POR TRIBULAÇÃO?

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Conscientizar de que as cartas (epistolas) contem ensinos práticos, ou seja, para que vivamos em nosso cotidiano. E que a formula de nosso sucesso espiritual e material está no “caminho mais excelente” (1 Co 12:31) – o amor.

Para refletir
“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.” (2 Co 13:13 - ARC)

O anúncio maravilhoso da graça de Deus, que erra­dica a culpa, vai de encontro à intuição que todo homem tem: que um preço deve ser pago.
A graça é a resposta que vem, é a mensagem suprema da Bíblia, sua suprema revelação; é Deus mesmo quem paga, Deus mesmo pagou o preço de uma vez por todas, o preço mais caro que ele poderia pagar: a sua própria morte, em Jesus Cristo, na cruz.

Ao aceitarmos esse sacrifício estamos livres da culpa, porque Deus pagou o preço. Jesus Cristo veio "para salvar o que estava perdido" (Mt 18:11). Aquele que "sempre teve a mesma natureza de Deus... se tornou semelhante ao homem, e apareceu na semelhança humana. Ele se rebaixou, andando nos caminhos da obediência até a morte - e morte na cruz (Fp 2:6-8).

O profeta Isaías já havia vislumbrado este mistério (Is 53:2-5): "Porque foi subindo como um renovo perante ele, e como raiz duma terra seca; não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era despreza­do, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por ferido de Deus, e oprimido. “Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”.

Isso é viver na Graça do Senhor Jesus Cristo, no centro do amor de Deus e na comunhão co Espírito Santo.

Texto Bíblico: 2 Co 12.1-10.

Introdução
Paulo estabeleceu a Igreja em Corinto por volta de 50-51 d.C, quando passou dezoito meses lá em sua segunda viagem missionária (At 17.1-17). Ele continuou a levar a correspondência adiante e a cuidar da igreja depois de sua partida (5.9; 2 Co 12.14). Durante esse ministério de três anos em Éfeso, em sua terceira viagem missionária (At 19), ele recebeu relatórios perturbadores sobre a complacência moral existente entre os crentes de Corinto. Para remediar a situação, ele enviou uma carta à igreja (5.9-11), que depois se perdeu. Pouco depois, uma delegação enviada por Cloe, membro da igreja em Corinto fez um relato a Paulo sobre a existência das facções divisórias na igreja. Antes que pudesse escrever uma carta corretiva, chegou outra delegação de Corinto com uma carta fazendo-lhe certas perguntas (7.1; 16.17). Paulo enviou imediatamente Timóteo a Corinto (4.17). Então, ele escreveu a carta que conhecemos como 1 Corintio, esperando que a mesma chegasse a Corinto antes de Timóteo (16.10). Visto que Paulo, aparentemente, escreveu a carta próximo ao fim do seu ministério em Éfeso (16.8) ela pode ser datada cerca de 56 d.C.

2 Corintio reflete, de várias maneiras, o tratamento de Paulo com a Igreja de Corinto durante o período da fundação, por volta de 50 d.C., até a redação desta epístola, em 55 ou 56 d.C. Os vários episódios na interação entre Paulo e os coríntios podem ser resumidos conforme a seguir:

  • A visita de Fundação a Corinto durou cerca de dezoito meses. At 18.
  • Paulo escreveu um epístola anterior a 1Corintio . (1 Co 5.9)
  • Paulo escreveu 1 Corintios em Éfeso por volta de 55 d.C.
  • Uma breve porém dolorosa visita a Corinto causou “tristeza” a Paulo e à igreja (2 Co 2.1; 13.2)
  • Depois dessa dolorosa visita, Paulo escreveu um epístola severa, entregue por Tito (2 Co 2.4; 7.6-8)
  • Paulo escreveu 2 Corintios da Macedônia, durante seu caminho de volta a Corinto, em 55 ou 56 d.C.
  • A visita final de Paulo a Corinto (At 20), provavelmente, tenha ocorrido quando ele escreveu Romanos, pouco antes de voltar a Jerusalém. A visita dolorosa, que Atos não registra, e a carta severa fornecem pano de fundo imediato para a redação de 2 Corintio.


Criados para obedecer
“Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas. E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.”(Tg. 1:21;22).

A Palavra de Deus guardada em nossos corações é poderosa para nos ajudar na luta contra o pecado.
“Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti”.(Sl 119:11)

A maioria dos cristãos não se dá conta de que a Palavra de Deus em si mesma pode restaurar o homem pecador. Tiago exorta que esta Palavra é poderosa salvar as nossas almas. Claro que o mérito da salvação é de Cristo, mas a Palavra de Deus é quem conduz o homem ao conhecimento das verdades divinas.

Por ela, a Palavra de Deus somos guiados, por ela seremos julgados.
Obedecê-la é tornar-se sábio.


Nossa Leve e momentânea tribulação
"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente”. (2 Co. 4.17)

Ninguém se lembraria de caracterizar a tribulação como “leve e momentânea”!
Quase de certeza que, se participássemos de um brainstorming sobre tribulação, surgiriam termos como “problemas”, “dificuldades”, “provações”, etc., mas nunca “leve e momentânea”.
Mas é exatamente assim que Deus quer que aprendamos a obedece-Lo.

Deus consegue dar uma conotação positiva aquilo que nós encaramos como decididamente negativo.
"Todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus"(Rm 8.28).
Há sempre a outra face da moeda. Para Deus não há impossíveis e toda a situação pode deixar de ser uma perda, para se transformar numa oportunidade. Por pior que seja o nosso presente, daí podemos sempre partir para algo melhor.
A Bíblia nos garante, as Tribulações resultam para nós na eternidade em um peso de glória excelente.


As aflições de Paulo
“E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram têm antes contribuído para o progresso do evangelho.”(Fp. 4:12)

A humildade de Paulo fica manifesta no presente texto ao se referir aos problemas graves que enfrentou de forma genérica e superficial - as coisas pelas quais passei. Um olhar desatento pode imaginar que os problemas e aflições de Paulo sejam insignificantes.

Entretanto, é importante lembrar que as dificuldades vividas pelo apóstolo foram intensas e graves, representando sério risco de morte e destruição do ponto de vista humano.
Sofreu falsas acusações (At. 21.26-28), quase foi linchado, ficou preso, esperou muito tempo até que seu caso pudesse ser examinado, foi injustamente provocado e insultado (At.24), foi marcado para morrer (At. 23.12), foi mantido preso para dar popularidade ao governante de plantão (At. 24:27), antes do naufrágio, os soldados resolveram matá-lo (At. 27.42), sobreviveu a um naufrágio, foi picado por uma cobra (At. 28.1-6).

Ter problemas, entretanto, não é a questão mais importante. Talvez por isso Paulo tenha resumido suas dificuldades com a expressão "as coisas que me aconteceram". O diferencial é que atitude tomar diante dos problemas. Paulo optou por reconhecer a soberania de Deus sobre todas as situações vividas e colocou seu sofrimento dentro de uma perspectiva correta.

Para ele, o importante é que as dificuldades contribuíram para o progresso do evangelho. 
Em vez de se lamuriar, de murmurar ou praguejar, Paulo se alegra ao perceber que é instrumento divino no crescimento do evangelho, usado segundo o propósito e forma escolhida por Deus. Não passa por dificuldades por acaso (ou descaso de Deus), mas percebe que se enquadra em um plano maior e perfeito.

No chamado de Paulo, Deus diz que o usará para falar a gentios e aos reis. Percebe-se, vários anos depois, que a oportunidade de falar aos reis vem de um modo não convencional - Paulo tem acesso à guarda pretoriana e ao rei na condição de preso! Estar preso não é honroso para ninguém, muito menos para um apóstolo. Mas o testemunho firme de Paulo contribui para dar consistência ao evangelho pregado

Pregar a Cristo com humildade e espírito de serviço, como Paulo o faz, deve ser o paradigma a ser seguido.


A graça de Deus basta
“Dar-vos-ei coração novo, e porei dentro em vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro em vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis”. (Ez 36.26-27)

“Pois se eu vier a gloriar-me não serei néscio, porque direi a verdade: mas abstenho-me para que ninguém se preocupe comigo mais do que em mim vê ou de mim ouve. E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando sou fraco, então é que sou forte.”(2 Co 12.6-10)

A passagem de Ezequiel 36 é sobre a relação de Deus com o povo de Israel. O povo de Israel teve momentos de rebelião contra Deus e agora se encontrava em exílio, passando por sofrimentos sem conta. Através do profeta Ezequiel, Deus toma a iniciativa de mudar a situação, tirando o coração recalcitrante do povo de Israel e colocando em seu lugar um coração transformado, propenso a cooperar com Deus. Na Bíblia, a palavra “carne” é usada para designar fraqueza, em oposição a força. Já neste texto, ela é usada para fazer contraste com pedra dura, fria. Ou seja, Deus promete remover a frieza de coração do povo de Israel e sustituí-lo por um coração maleável, disposto a aprender e praticar a vontade de Deus. Deus fará isso dando o seu Espírito ao povo.

O texto de 2 Coríntios 12.6-10 é uma forma de cumprimento da passagem de Ezequiel na vida de Paulo. O apóstolo nos fala de como Deus o humilhou pondo-lhe um espinho na carne, e isso depois que ele teve profundas experiências espirituais com Deus. Essas experiências deram força a Paulo, e mais autoridade para se afirmar como apóstolo de Cristo. Deus, porém, quis manter sob controle essa força e autoridade, a fim de que Paulo permanecesse sempre na dependência de Deus. E Deus continuou orientando Paulo sobre como fazer uso do seu poder. O espinho na carne era a maneira de forçar Paulo a se concentrar, não naquilo que ele, como pessoa, podia realizar, mas sim naquilo que Cristo, através de Paulo, queira realizar

Conclusão
Em 2 Coríntios 12.10, Paulo diz: "quando sou fraco, então é que sou forte". Trata-se, aí, de mera acomodação frente a uma realidade desagradável, ou, antes, com essa afirmação, Paulo proclama uma verdade profunda? Pense em algumas palavras que normalmente designam "força". Essas palavras são adequadas, à luz da afirmação de Paulo? Que, de fato, pedimos em nossas orações quando oramos para que a igreja seja forte? Pense em exemplos em que a igreja se mostra forte na fraqueza. Que significa que a graça de Deus seja suficiente para nós?

Tenho certeza que ao ponderar acerca destas coisas o Espírito Santo te guiará para que a vontade de Deus seja o centro de sua existência e assim será mais “mais que vencedor” em tudo o que fizerdes.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva          

Lição 3 - Joel, o derramamento do Espírito Santo I Plano de Aula


4º Trim. 2012 - Lição 3 - Joel, o derramamento do Espírito Santo I Plano de Aula
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2012
OS DOZE PROFETAS MENORES - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA
PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
(ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP)

PLANO DE AULA Nº 3
LIÇÃO Nº 3 – JOEL, O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO
1º SLIDE  INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos profetas menores, veremos hoje uma visão panorâmica do livro do profeta Joel, o segundo  destes livros no cânon da Bíblia.
- O livro de Joel mostra-nos que o Senhor deseja derramar o Espírito Santo aos que se arrependem de seus pecados para que tenham vida espiritual plena.
2º SLIDE  I – O LIVRO DE JOEL
- "Yoe’l"(יואל) -  "Jeová é Deus".  Joel é um profeta do reino do sul, o reino de Judá.
- Segundo alguns estudiosos, o ministério de Joel é da época do rei Joás, ou seja, um pouco anterior a Isaías e a Amós.
3º SLIDE
- Segundo Edward Reese e Frank Klassen, o livro de Joel seria datado de cerca de 828 a.C., durante o reinado de Joás, antes da morte de Jeoiada, sendo posto por eles entre II Cr.24:14 e II Cr.24:15.
4º SLIDE
- A mensagem do livro diz respeito ao juízo que viria sobre o povo de Deus.
- A mensagem de Joel também fala do futuro, menciona o derramamento do Espírito Santo e o "dia do Senhor". Por causa de sua profecia do derramamento do Espírito Santo, é conhecido como "o profeta pentecostal".
5º SLIDE
- O livro de Joel, que tem três capítulos, pode ser dividido em três partes, a saber:
  1. 1ª parte - o dia do Senhor exemplificado - Jl.1
  2. 2ª parte - o dia do Senhor profetizado - Jl.2
  3. 3ª parte - o julgamento das nações e as bênçãos do milênio - Jl.3
6º SLIDE
- Na Bíblia Hebraica e na Septuaginta , o livro de Joel tem quatro capítulos, pois há uma divisão diferente dos versículos do que o que nós adotamos.
- O capítulo 2 de Joel, que para nós tem 32 versículos, nessas versões tem apenas 27 versículos. O capítulo 3 de Joel nessas versões corresponde ao nosso Jl.2:28-32 e o nosso capítulo 3 é o capítulo 4 daquelas versões, divisão que é seguida pela Bíblia de Jerusalém e pela Tradução Ecumênica Brasileira.
7º SLIDE
- Na Septuaginta, aliás, o livro de Joel ocupa um lugar diferente no cânon, pois ele é o quarto livro dos profetas menores, depois de Miqueias (a ordem dos profetas menores na Septuaginta é a seguinte: Oseias, Amós, Miqueias, Joel, Obadias, Jonas, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias).
- O livro de Joel está, segundo alguns,  relacionado com a 7ª letra do alfabeto hebraico, “zayin” (ז), cujo significado é de “arma”, “espada”, indicando, portanto, que se trata de um livro que trata, sobretudo, do juízo divino, de movimento e de luta.
8º SLIDE  II – O DIA DO SENHOR EXEMPLIFICADO
- O livro de Joel inicia-se com uma mensagem do profeta tanto aos anciãos do povo quanto a todo o povo, em que o Senhor estava a alertar o povo através da natureza, visto que uma série de pragas havia assolado a produção dos judaítas (Jl.1:4).
- As pragas de gafanhotos mostravam que a renovação promovida por Joás com a restauração do templo era apenas uma religiosidade externa. Intimamente, os judaítas continuavam longe do Senhor.
9º SLIDE
- Toda a dizimação da plantação tinha um único objetivo: fazer despertar o povo para a sua triste realidade espiritual (Jl.1:5).
- O problema do povo de Judá era que haviam se embriagado com vinho, ou seja, procurado as coisas terrenas e não as coisas celestiais (Ef.5:18).
10º SLIDE
- A situação desoladora por que passava Judá em termos materiais era o reflexo de sua vida espiritual, uma figura da real situação espiritual de quem vive apenas para as coisas terrenas.
- Devemos pensar nas coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus, se é que já ressuscitado com Cristo e estamos mortos para o mundo, com nossa vida escondida em Cristo Jesus (Cl.3:1-3).
11º SLIDE
- Alguns estudiosos das Escrituras entendem que este quadro traçado pelo profeta não se aplicaria apenas aos dias de Joás, mas seria, também, um profecia do que ocorrerá com Israel na segunda metade da Grande Tribulação (Jl.1:9).
- O profeta, no entanto, não fica apenas na denúncia do pecado do povo, até então apenas escondido em seus corações e que não havia se manifestado, o que se daria apenas após a morte de Jeoiada. O profeta traz, também, o remédio para esta situação.
12º SLIDE
- A solução era o arrependimento dos pecados e a conversão a Deus  (Jl.1:14-17).
- A mensagem do profeta é que temos de buscar a Deus enquanto é tempo (Is.55:6), “porque o dia do Senhor está perto, e virá como uma assolação do Todo-Poderoso” (Jl.1:15).
13º SLIDE  III – O DIA DO SENHOR PROFETIZADO
- Após ter chamado o povo a se arrepender de seus pecados,  o profeta passa a descrever o que será o “dia do Senhor”.
- O profeta começa dizendo que é preciso clamar que o dia do Senhor está perto, de forma pública e notória (Jl.2:1).
14º SLIDE
- Este “toque da trombeta” fala de arrependimento antes do juízo divino (Nm.29:1).
- A “festa das trombetas” é tipo do arrebatamento da Igreja. Precisamos nos arrepender antes que Jesus volte para buscar a Sua Igreja (I Ts.4:16).
15º SLIDE
- Joel conclamava o povo ao arrependimento, porque o dia do Senhor estava perto e seria um dia de trevas e de tristeza, dia de nuvens e de trevas espessas, um dia igual ao qual nunca houve nem haverá (Jl.2:2).
- “O dia do Senhor é grande e mui terrível; e quem o poderá sofrer? “(Jl.2:11 “in fine”).
16º SLIDE
- O caminho para se escapar do “dia do Senhor” é o caminho da conversão (Jl.2:12,13).
- Os sacerdotes são conclamados a chorar entre o alpendre e o altar (Jl.2:17). Não há possibilidade de pertencer ao povo de Deus sem que, antes, sejamos convertidos.
17º SLIDE
- Com o arrependimento e a conversão, diz Joel, o Senhor teria zelo da Sua terra e Se compadeceria do Seu povo e, em virtude disto, o Senhor responderia com o retorno da abundância (Jl.2:18-27).
- A abundância não seria apenas material, pois o arrependimento e a conversão também trariam o derramamento do Espírito Santo (Jl.2:28,29)
18º SLIDE
- A plenitude da vida espiritual torna indispensável o derramamento do Espírito Santo. Não há como termos abundância espiritual, termos plenitude de vida espiritual sem que sejamos alcançados pelo derramamento do Espírito Santo. 
- Deus deseja que tenhamos abundância espiritual e esta abundância vem pelo derramamento do Espírito Santo. Este derramamento segue ao arrependimento e conversão, é um momento posterior, portanto, à salvação.
19º SLIDE
- A profecia de Joel começou a se realizar no dia de Pentecostes, mas não findou ali nem nos tempos apostólicos.
- O dia de Pentecostes era apenas uma parte do que estava prometido e profetizado, era o início de um período.
20º SLIDE
- A profecia de Joel ainda não se concretizou em Israel, o que se dará tão somente quando Israel for salvo, o que ainda não ocorreu (Rm.11:7-11; II Co.3:14-16).
- No dia em que os judeus se converterem, na iminência da batalha do Armagedom, aí, sim, convertidos, serão todos os israelitas remanescentes cheios do Espírito Santo.
21º SLIDE
- Por que temos tido redução no número de batismos com o Espírito Santo entre nós?
R: Porque o derramamento do Espírito Santo, como ensina o profeta Joel, somente vem quando há prévios arrependimento e conversão. Porque não há que se falar em plenitude de vida espiritual onde ainda habitam o pecado e a prioridade das coisas terrenas.
22º SLIDE
- O derramamento do Espírito Santo é uma ocorrência posterior ao arrependimento e à conversão, algo que é indispensável para que fujamos do juízo divino (Jl.2:30-32).
- Ou buscamos a plenitude do Espírito Santo, prometida para antes do “grande e terrível dia do Senhor”, ou, por rejeitarmos esta oferta gratuita do Senhor, seremos levado a experimentar este dia tenebroso.
23º SLIDE  IV – O JULGAMENTO DAS NAÇÕES E AS BÊNÇÃOS DO MILÊNIO
- O terceiro capítulo de Joel descreve a remoção do cativeiro de Judá e de Jerusalém, ou seja, a conversão de Israel lhe traria liberdade do pecado e de seus inimigos.
- O Senhor não Se limitará a salvar Israel, mas, também, julgará aqueles que tentaram destruir o Seu povo.
24º SLIDE
- O Senhor congregará todas as nações no vale de Josafá e, ali, com elas, entrará em juízo por causa do Seu povo (Jl.3:2). 
- O Senhor, neste dia, retribuirá todo o mal que se fizeram aos judeus ao longo da história da humanidade (Jl.3:3-8).
25º SLIDE
- Após esta grande vitória, Israel terá abundância material e espiritual (Jl.3:18).
- Judá será um lugar de delícias, um lugar que será habitado para sempre e onde haverá purificação, porque o Senhor habitará em Sião (Jl.3:20,21).
26º SLIDE
- Este estado de delícias, previsto para ocorrer no milênio, já está à disposição da Igreja desde já. O crente revestido de poder, batizado com o Espírito Santo é um crente que é (Jl.3:18):
a)  “monte que distila mosto”;
b) “outeiro que mana leite”;
c) “rio que está cheio de água”;
d) “uma fonte que sai da casa do Senhor e rega o vale de Sitim”.
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes