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30 outubro 2012

Televisão, um "drácula eletrônico"


Televisão,  um "drácula eletrônico"
Interessante analogia pode ser feita entre a TV e a lenda dos vampiros. Diz a lenda que os vampiros só podem entrar em alguma casa com o consentimento de seus moradores. Mas, uma vez consumado o ato, é muito difícil – quase impossível – libertar-se de sua força hipnótica, de sua fome voraz de sangue.
A televisão pode não nos roubar o sangue, mas rouba-nos algo de suma importância: o tempo. Crianças norte-americanas em idade pré-escolar assistem em média a quatro horas diárias de televisão. Segundo dados obtidos pela psicanalista Ana Olmos, especialista em infância e adolescência, na Europa o índice cai para pouco mais de três horas. A excessiva exposição também existe por lá. Na França, por exemplo, é a distração favorita para 75% dos pequenos, enquanto na Espanha, 96% deles, em idade de 4 a 10 anos, vêem TV diariamente.
Frequentemente, as pessoas, quando convidadas a ler a Bíblia ou outro livro, alegam falta de tempo. Mas a média diária do brasileiro é de 4h em frente à TV… Falta de tempo?
Atualmente muitas famílias se desmantelam justamente por falta de tempo para relacionamento e comunicação. Não se conversa mais sobre os problemas do dia-a-dia, sobre projetos, esperanças e frustrações. Geralmente no momento em que toda a família está reunida, à noite, intrusos como telejornais e principalmente as novelas impedem o diálogo.
A revista Scientific American, do mês de fevereiro de 2002, destacou na capa: “Televisão causa dependência”.  Na matéria, os pesquisadores Robert Kuebey e M. Csilkszentmihalyi, da Universidade de Claremont, concluem que a maioria dos critérios de dependência química aplica-se a pessoas que assistem muito à TV. Entre os critérios usados por psicólogos e psiquiatras para descrever a dependência química, estão: passar muito usando a substância, usá-la com mais frequência do que se pretendia, pensar em reduzir o uso ou fazer tentativas repetidas e mal-sucedidas de reduzi-la, abrir mão de importantes atividades sociais, familiares e ocupacionais para usá-la e relatar sintomas d síndrome de abstinência. “Todos esses critérios podem se aplicar a pessoas que assistem muito TV, dizem os pesquisadores”.
De acordo com os pesquisadores, vários estudos demonstram que o “feitiço” da TV reside em sua capacidade de acionar um tipo de resposta-padrão instintiva visual e auditiva a estímulos repentinos ou novos. Os vasos sanguíneos que alimentam o cerébro dilatam-se, o coração desacelera, os vasos para os principais músculos estreitam-se. O cerébro concentra sua atenção em colher mais informação enquanto o resto do corpo se aquieta” descrevem os pesquisadores. Sem nos darmos conta, para ver televisão escolhemos aquela postura que permita o máximo de comodidade e o mínimo de movimento, ou seja, a mínima consciência de nosso corpo, com o objetivo de não tirarmos nossa atenção da TV.
Domando o “drácula” – Como se percebe, diversas são as razões por que deveríamos dominar o “drácula eletrônico”.
a) A TV impõe mudanças de personalidade e estilo de vida, além de afetar o inter-relacionamento social do indivíduo, desde o palavreado até suas opiniões pessoais.
b) Promove o distanciamento familiar e contribui, segundo Ailton Amélio, do Instituto de Psicologia da USP, para o quadro de dissolução de muitos relacionamentos.
c) Oferece um mundo falso, onde tudo se resolve e isso traz uma falsa tranquilidade.
d) Promove o consumismo. “A publicidade cria necessidades onde elas não existem”, converte o ser humano em mercadoria, e a televisão tem de sua parte todas as vantanges para realizar isso.
e) Influencia negativamente as crianças, por meio dos super-heróis. Bonitos, ágeis, “justos”, mas extremamente violentos, que resolvem tudo com os punhos. Assim, elas não apreciarão aqueles cujos métodos são pacíficos, baseados no amor e no perdão.
f) A TV promove intensamente ideologias anticristãs, como a Nova Era, o evolucionismo, o espiritualismo e as ciências ocultas. E, como já dizia Goebbels, uma mentira insistentemente repetida acaba adquirindo aparência de verdade.

* Pastor, teólogo, hebraísta, consultor teológico do Programa Crescendo na fé na Rádio Musical – São Paulo/SP.
Fonte: http://davarelohim.com.br/?p=1543 Acesso em 26 out. 2012.

1º Trim. de 2013 - Elias e Eliseu - Um Ministério de Poder para toda a Igreja


1º Trim. de 2013 - Elias e Eliseu - Um Ministério de Poder para toda a Igreja
Comentarista: Pr. José Gonçalves

Lição 1- A Apostasia no Reino de Israel
Lição 2- Elias, o Tisbita
Lição 3- A Longa Seca Sobre Israel
Lição 4- Elias e os Profetas de Baal
Lição 5- Um Homem de Deus em Depressão
Lição 6- A Viúva de Sarepta
Lição 7- A Vinha de Nabote
Lição 8- O Legado de Elias
Lição 9- Elias no Monte da Transfiguração
Lição 10- Há Um Milagre em Sua Casa
Lição 11- Os Milagres de Eliseu
Lição 12-  Eliseu e a Escola de Profetas
Lição 13- A Morte de Eliseu 

Reis de Israel e de Judá - Roboão e Jeroboão (1ª parte)


Reis de Israel e de Judá - Roboão e Jeroboão (1ª parte)
 Estudo realizado pelo Grupo Interdisciplinar Bíblico de Estudos e Análises (GIBEÁ), grupo de estudos informal apoiado pelo Portal Escola Dominical.

                                                 

JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 5: Não pegue o que é seu


4º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 5: Não pegue o que é seu

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Valorizando os bons Princípios
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


 LIÇÃO  5 - NÃO PEGUE O QUE NÃO É SEU

Texto bíblicoLc 19.1.10


Para Refletir: Amados nós que fomos chamados  para ensinar que façamos com muito amor e carinho pois tudo o que ensinamos hoje a eles servirá  para o futuro da igreja. Nosso Deus nos elegeu para que a cada dia o seu exército cresça e a sua vontade tem que a cada dia crescer em nossos corações. Ao ministrar sua aula ensine aos  pequeninos que Deus os ama e que perdoa todos os pecados , e que não devemos querer o que
 Não nos pertence Que Deus vos abençoe.


Objetivo
Ensine a eles que nós não podemos querer o que não é nosso.


Palavra do dia é:  AMOR
Amplie o desenho Jd5 fig 1 da galeria de imagens como introdução do tema de hoje.

Aprendendo a Bíblia
´´... O filho do homem veio buscar e salvar quem está perdido.
LC 19.10


História Bíblica Lc 19.10

ZAQUEU ENCONTRA UM AMIGO
  Zaqueu era um homem baixinho, muito, muito baixinho.
  Zaqueu era um homem rico, muito rico.
  Mas Zaqueu não tinha amigos.
 As pessoas do lugar onde ele morava diziam:
__ Não gostamos de Zaqueu. Ele é um traidor. Trabalhava para os romanos,nossos inimigos.E,alem disso,ele é um ladrão.Cobra mais dinheiro da gente do que devia cobrar.

Um dia Zaqueu ouviu falar:
__ Jesus está vindo para a cidade.

Ah! Zaqueu já tinha ouvido falar sobre Jesus. Ele queria conhecê-lo.
__ Será que Jesus vai querer ser meu amigo? Pensou Zaqueu.

Correu para a estrada  para ver Jesus.Mas havia muita gente, muita,muita gente em volta de Jesus.
Zaqueu se esticou, se esticou mas era tão baixinho...
Não conseguia vê-lo.
Zaqueu teve uma idéia. Correu e subiu  numa árvore.Quando Jesus bem debaixo da árvore,falou:
__ Zaqueu, desce depressa. Quero ir a sua casa conversar com você. Que alegria Zaqueu sentiu!

Desceu depressa e levou Jesus até sua casa. os dois conversaram bastante tempo.
Zaqueu falou:
__  Jesus, não vou mais fazer coisas erradas  que eu fazia antes .
Jesus ficou contente com Zaqueu.
E Zaqueu estava muito, muito  feliz.
Ele havia encontrado um amigo , o melhor amigo do mundo.Ele havia encontrado o Salvador.


FIXANDO  A APRENDIZAGEM
Deixaremos a dica da revista.

Amplie o desenho Jd5 fig 2 da galeria de imagens, para os pequenos colorir.




Fontes consultadas:
-O novo testamento ilustrado para crianças/editora Geográfica.


Colaboração para Portal Escola Dominical  -  Profª  Cristina Araújo fonte http://www.portalebd.org.br

Galeria de imagens

PRIMARIOS - Lição 5: Sirvo a um Deus que ouve minha oração


4º Trim. 2012 - PRIMARIOS - Lição 5: Sirvo a um Deus que ouve minha oração

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: A alegria de servir a Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 5 – SIRVO À UM DEUS QUE OUVE MINHA ORAÇÃO


Texto Bíblico: 1 Reis 17.1; 18.1,2,17-39


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que Deus sabe todas as coisas e está ao mesmo tempo em todos os lugares, assim Ele sempre nos ouve, sempre está conosco, onde quer que estejamos.


Frase do dia...
EU SIRVO A DEUS, ELE SEMPRE OUVE MINHAS ORAÇÕES

Cole o desenho Prim5 fig 1 da galeria de imagens,  em um cartaz e escreva a frase do dia e o versículo para memorização. Enfatizando aos pequenos que quando oramos estamos conversando com Deus, que quanto mais oramos mais aumenta a nossa amizade com Ele, e os amigos sempre nos ajudam. É maravilhoso termos Deus como nosso amigo.



Memória em ação
“Ele me escuta quando peço ajuda e atende as minhas orações.”  (Sl 6.9 - NTLH)

Leia várias vezes este versículo com os pequenos, isso auxiliará na memorização.


Explorando a Bíblia
Elias era um profeta de Deus. Profeta é uma pessoa que fala às pessoas o que Deus manda dizer a elas.
Profeta tem Deus como amigo, pois sempre fala com Ele quando ora, e assim Deus fala com o profeta mandando falar com as pessoas o que Ele quer que elas saibam.

Certo dia deus falou a seu amigo Elias:
__ O rei Acabe não está me obedecendo. Vá até ele e fale que não estou contente com o que ele está fazendo, com as maldades que ele tem praticado.

Elias foi ao palácio do rei Acabe e falou:
__ Assim Deus me manda te dizer: “Você está adorando Baal que não é deus de verdade, é só uma estátua. Vocês estão dizendo que é esse Baal quem manda o orvalho e a chuva para fazer a terra produzir. Pois assim te digo: vai passar muito tempo sem chover sobre a terra, nem um orvalhinho vai cair, para que vocês saibam que há somente um Deus verdadeiro”.

Elias falou assim e foi embora, e isto aconteceu. Passaram três anos sem chover e sem nenhum orvalho. A terra ficou seca. As plantas morreram, não havia alimento para as pessoas e nem para os animais.

Deus queria que a falta de chuva fizesse o rei Acabe se arrepender e lhe pedir perdão. Mas o rei Acabe não se arrependeu e ficou com muita raiva do profeta Elias e disse que queria matá-lo.

Então Deus falou ao seu profeta:
__ Eu cuidarei de você, Elias. Vá se esconder junto do riozinho de Querite, e Eu te alimentarei.

Elias obedeceu a Deus, como sempre fazia.
Lá em Querite havia um riozinho, e Elias tirava água dele para beber, e todos os dias Deus mandava aves levarem pão e carne para Elias. Estão vendo crianças como Deus cuida daqueles que oram e são seus amigos?

Algum tempo depois, no terceiro ano da seca, o SENHOR Deus disse a Elias:
 — Vá apresentar-se ao rei Acabe, pois eu vou mandar chover.
Então Elias saiu para se apresentar a Acabe. A falta de alimentos era muito grande em Samaria, e por isso Acabe mandou chamar Obadias, o administrador do palácio. (Obadias era um fiel adorador do SENHOR Deus e, quando Jezabel estava matando os profetas do SENHOR, Obadias escondeu cem profetas em dois grupos de cinqüenta em cavernas e providenciou comida e água para eles.)

Acabe disse a Obadias:
 — Vamos dar uma olhada em todas as fontes e em todos os leitos dos riachos da nossa terra a fim de ver se achamos capim suficiente para conservar vivos os cavalos e as mulas. Pois pode ser que a gente não tenha de matar os nossos animais.

Eles combinaram que parte da região cada um devia examinar e saíram, cada um para o seu lado. Obadias estava no caminho quando, de repente, se encontrou com Elias. Ele reconheceu Elias e se ajoelhou diante dele, encostou o rosto no chão e perguntou:
 — É o senhor mesmo? É o meu senhor Elias?
— Sim, eu sou Elias! —respondeu o profeta. — Vá dizer ao seu patrão, o rei, que eu estou aqui.

Então Obadias foi encontrar-se com Acabe e lhe contou o que havia acontecido. Aí Acabe saiu para se encontrar com Elias. Quando viu o profeta, Acabe disse:
 — Então é você que está aí, você, o maior criador de problemas de Israel!
 — Eu não sou criador de problemas para o povo de Israel! —respondeu Elias. —Você e o seu pai é que são criadores de problemas, pois abandonaram os mandamentos do SENHOR Deus e adoraram as imagens de Baal. Portanto, ordene agora a todo o povo de Israel que vá encontrar-se comigo no monte Carmelo. Mande também os quatrocentos e cinqüenta profetas do deus Baal e os quatrocentos profetas do Poste-ídolo que são sustentados pela rainha Jezabel.

Então Acabe chamou todos os israelitas e os profetas de Baal para se reunirem no monte Carmelo. Elias chegou perto do povo e disse:
 — Até quando vocês vão ficar em dúvida sobre o que vão fazer? Se o SENHOR é Deus, adorem o SENHOR; mas, se Baal é Deus, adorem Baal! Porém o povo não respondeu nada.

Então Elias disse:
— De todos os profetas de Deus, o SENHOR, eu fui o único que sobrou, mas os profetas de Baal são quatrocentos e cinqüenta. Agora tragam dois touros. Que os profetas de Baal matem um deles, cortem em pedaços e ponham em cima da lenha, mas não ponham fogo! Eu farei a mesma coisa com o outro touro. E aí os profetas de Baal vão orar ao seu deus, e eu orarei ao SENHOR. O deus que responder mandando fogo, este é que é Deus.

E todo o povo respondeu:
 — Está bem assim!
Então Elias disse aos profetas de Baal:
 — Já que vocês são tantos, peguem o touro e o preparem primeiro. Orem ao seu deus, porém não ponham fogo na lenha.

Os profetas de Baal pegaram o touro que havia sido trazido para eles, e o prepararam, e oraram a Baal desde a manhã até o meio-dia. Eles gritavam assim:
— Ó Baal, responde às nossas orações! E ficaram dançando em volta do altar que haviam feito, porém não houve resposta.

Ao meio-dia, Elias começou a caçoar deles. Ele dizia:
— Orem mais alto, pois ele é deus! Pode ser que esteja meditando ou que tenha ido ao banheiro. Talvez ele tenha viajado ou talvez esteja dormindo, e vocês terão de acordá-lo!

Aí os profetas oraram mais alto e começaram a se cortar com facas e punhais, conforme o costume deles, até que o sangue começou a correr. Passou o meio-dia, e eles continuaram a orar e a gritar até a hora do sacrifício da tarde; porém não se ouviu nenhum som.

Então Elias disse ao povo:
 — Cheguem para mais perto de mim. Todos chegaram mais perto de Elias, e ele começou a consertar o altar do SENHOR Deus, que estava derrubado.

Ele pegou doze pedras, uma para cada uma das doze tribos que tinham os nomes dos filhos de Jacó, o homem a quem o SENHOR tinha dado o nome de Israel. Com essas pedras Elias reconstruiu o altar para a adoração do SENHOR. Depois cavou em volta uma valeta em que cabiam mais ou menos doze litros de água. Em seguida colocou lenha no altar, cortou o touro em pedaços e os pôs em cima da lenha. Então disse:
— Encham quatro jarras com água e derramem sobre o animal sacrificado e sobre a lenha.
Eles fizeram o que Elias estava mandando, e ele disse:
— Façam de novo. E eles fizeram.
— Façam pela terceira vez! —disse Elias. E eles fizeram.

A água correu em volta do altar e encheu a valeta.Quando chegou a hora do sacrifício da tarde, o profeta Elias chegou perto do altar e orou assim:
 — Ó SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó! Prova agora que és o Deus de Israel, e que eu sou teu servo, e que fiz tudo isto de acordo com a tua ordem. Responde-me, ó SENHOR, responde-me, para que este povo saiba que tu, o SENHOR, és Deus e estás trazendo este povo de volta para ti!

Então o SENHOR mandou fogo. E o fogo queimou o sacrifício, a lenha, as pedras, a terra e ainda secou a água que estava na valeta. Quando viram isso, os israelitas se ajoelharam, encostaram o rosto no chão e gritaram:
 — O SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!

Então Elias disse ao rei Acabe:
 — Agora vá comer, pois eu já estou ouvindo o barulho de muita chuva.

Enquanto Acabe foi comer, Elias subiu até o alto do monte Carmelo. Ali ele se inclinou até o chão, pôs a cabeça entre os joelhos e disse ao seu ajudante:
—Vá e olhe para o lado do mar.
O ajudante foi e voltou dizendo:
 — Não vi nada. Sete vezes Elias mandou que ele fosse olhar.
Na sétima vez, ele voltou e disse:
 — Eu vi subindo do mar uma nuvem pequena, do tamanho da mão de um homem. Então Elias mandou: — Vá aonde está o rei Acabe e lhe diga que apronte o carro e volte para casa; se não, a chuva não vai deixar.

Em pouco tempo o céu se cobriu de nuvens escuras, o vento começou a soprar, e uma chuva pesada começou a cair. Acabe entrou no seu carro e partiu de volta para Jezreel.
E assim Deus ouviu a oração do profeta Elias, e todo o povo de Israel acreditou que Deus é Deus verdadeiro, pois respondeu a oração de seu servo Elias. 


Oficina criativa
Amplie o desenho Prim5 fig 2 da galeria de imagens para os pequenos colorir



Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

Galeria de imagens  fonte http://www.portalebd.org.br

JUNIORES - Lição 5: Sete homens e um trabalho


4º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 5: Sete homens e um trabalho

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Fé em ação
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 5 – SETE HOMENS E UM TRABALHO


Texto Bíblico:Atos 6.1-7


Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se de que devemos servir a Deus fazendo algo com a capacidade que Ele nos deu


Exercitando a memória
“Sejam bons administradores dos diferentes dons que receberam de Deus. Que cada um use o seu próprio dom para o bem dos outros! (1 Pe 4.10  – NTLH).

Dom é Dádiva, presente; capacidade recebida como um favor divino.
Dons são concedidos por Deus não para vantagem pessoal, mas para cumprir Sua Vonatde no beneficio de todos.


Crescendo no conhecimento
Hoje aprenderemos acerca da instituição dos primeiros diáconos na Igreja.
A palavra diácono tem um significado muito simples. Veio transliterada da língua grega diretamente para a portuguesa. Na língua original, quer dizer "servo".

Há toda uma história por trás da instituição do diaconato. Está relacionada com o evento registrado em Atos 6.1-6 (seleção e consagração dos sete para ajudar os doze apóstolos na distribuição de ajuda às viúvas gregas. Há quem se pergunte porque Lucas, o escritor dos Atos, não usa a palavra diácono. Talvez porque não percebam que ele usou o verbo "diaconizar", "fazer o trabalho de diácono" = servir,  no verso 2, e a palavra diakonia nos versos 1 e 4, traduzida por "distribuição" e "ministério", respectivamente. Portanto, a ênfase sobre o serviço social na Igreja apostólica tornou a palavra diácono um termo especialmente adequado a tais pessoas.

Além disso, era prática dos antigos crentes a chamada "festa do amor" (ágape) que envolvia dois fatos: a celebração da Ceia do Senhor, e o ministério de distribuição de alimento e ajuda financeira. Relatos antigos dão conta de que os diáconos recebiam as ofertas e ajudavam na administração dos elementos da Ceia.

Hipólito, um dos teólogos da Igreja antiga, fala de diáconos trabalhando com o seu pastor em funções litúrgicas (culto) e pastorais. Diáconos, diz ele, visitavam os enfermos, os pobres e os indigentes. Visitavam especialmente viúvas, órfãos e prisioneiros. Informavam ao pastor, e levavam aos visitados a ajuda da igreja.

Sem dúvida, há uma tocante e extraordinária história de fé e serviço na instituição da função diaconal, homens e mulheres ordenados a servir. Por isso, o diaconato, a diaconia, é o alicerce de todo o ministério da igreja, e a marca da Igreja como Corpo de Cristo.

O servo de Deus deve estar apto para auxiliar na Igreja, ajudando a ensinar a Palavra de Deus e auxiliar os necessitados.  Para isso precisamos ser uma pessoa confiável. Isso significa ser alguém em cujos olhos as pessoas possam ver caráter, honestidade e olhar sincero. Uma pessoa em quem não há falsidade. Mesmo em meio aos cristãos há pessoas a quem falta essa abençoada qualidade. Um servo ou serva de Deus deve ser uma pessoa de altíssima confiança, e que compreende o alto relevo de sua função no ministério entre o povo de Deus.

Todos nós como servos de Deus devemos demonstrar qualidades que nos tornem aptos para representar a Deus na terra:
·         Andar prudentemente (v. 15);
·         Não ser insensato (v. 17);
·         Falar a modo de louvor (v.19)
·         Dar graças a Deus por tudo, mesmo as amargas lições da vida (v.20)
·         Sujeitar-se em amor e no temor de Jesus Cristo a outras pessoas (v.21).
·         Ser imitador de Deus (v.1);
·         Andar em amor (v.2). Entregar-se como sacrifício a Deus (v.2),porque tudo isso, e mais se poderia dizer, é ser controlado pelo Espírito Santo.

Isso é ser uma pessoa em quem habita a plenitude do Espírito de Deus, é assim que servimos a Deus, sendo dia a dia capacitados pelo Espírito Santo para realizarmos a vontade de Deus, anunciando a Sua Palavra através de nosso viver.  

Aplicação da Lição
Prezado (a) enfatize aos pequenos que Evangelizem, preguem, anunciem o amor e as promessas do Senhor… as pessoas precisam ouví-las, precisam conhecer as muitas obras que Jesus pode realizar na vida delas, desde curas, libertações, milagres e bênçãos. Tudo para a glória de Jesus Cristo!
Fazendo assim, estamos servindo a Deus!
Sirvamos-O e amemos-O de todo o nosso coração!


 Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
·         Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8[ Edição/2009

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

JUVENIS - Lição 5: Convite de casamento


4º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 5: Convite de casamento

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: O Que A Biblia Fala Sobre O Futuro Da Igreja
COMENTARISTA: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO 5 - CONVITE DE CASAMENTO

ENFOQUE BIBLICO
“Regozijemo-nos e alegremo-nos, e demos-lhe gloria, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou” (Ap 19.7)

OBJETIVOS
Definir as Bodas do Cordeiro, situando este evento na seqüencia cronológica dos acontecimentos relacionados ao futuro da igreja.
Enfatizar que cada cristão, pertencente à igreja, deve estar preparado para se encontrar com o Senhor.
Cultivar em seus alunos o desejo de estar com o Senhor.


INTRODUÇÃO
O maior desejo de Jesus é que a igreja esteja com ele no céu e o maior desejo da igreja é estar com ele nas mansões celestiais. Nesta lição estudaremos sobre as Bodas do Cordeiro, uma grande festa que ocorrera no céu. Enquanto a igreja festeje lá no céu, aqui na terra os ímpios estarão passando por um período de tribulação. Serão em linguagem humana sete anos de festa. Você vai participar? Então nos encontraremos lá.


AS BODAS DO CORDEIRO
Após o arrebatamento da igreja seguem-se ao Tribunal de Cristo, as Bodas se dará assim que os crentes forem galardoados. Trata se de uma grande festa comparada a um casamento, onde a noiva é honrada, quase ninguém observa o noivo, mas a noiva, essa sim, todos os olhares se fixam para ela. Somente ela admira o noivo, o acha bonito, e absorta a ele, entregando-se totalmente a esse homem que o espera no altar. A igreja nesse sentido é comparada a uma noiva que se prepara almejando o dia do casamento, veja que é simbologia, o encontro é real, mas a comparação de casamento é apenas no preparo da noiva, não apenas nas vestes brancas da noiva, pois nos dias dos apóstolos não havia essa cerimônia com noiva de vestes brancas e muito menos essa espera do noivo no altar, logo não há comparação aqui.
É importante notar que a comparação deve ser feita naquilo que representa o casamento, até porque a cerimônia e os estilos têm mudado muito. O casamento religioso nosso, por exemplo, quem chega é a noiva e geralmente o atraso para o comparecimento é da noiva, ela vem até o noivo. Jesus Cristo, no caso é o noivo, biblicamente é ele quem vem, e é ele quem na “nossa visão” esta demorando, então a simbologia se aplica em que? Vejamos o seguinte: primeiramente temos que pensar, não é o mundo quem participara da cerimônia, ela acontece no céu, a igreja, chegará lá, expectativa pela noiva é no céu e não na terra (Sl 24.9,10). Em qualquer cultura, nos mais variados tipos de casamentos existentes no mundo, a expectativa é o encontro do noivo com a noiva. O encanto daquela que se preparou durante um bom tempo entre namoro e noivado, ou conforme sua cultura, finalmente chegou o grande dia para aquela noiva. Geralmente após a cerimônia há uma recepção pequena ou grande, dependendo das posses do noivo, quando rico a festa é nos melhores lugares da cidade, em clubes famosos, divulgação nas melhores revistas e etc..

Você já pensou no casamento de rei aqui na terra? Lembro-me do casamento do príncipe Charles com a princesa Diana, na Catedral de St. Paul em Londres foi uma cerimônia luxuosa, o mundo todo presenciou o fato. Esse e tanto outros que eu poderia citar houve grandes festas, os jornais do mundo noticiaram o evento, que diga se de passagem foi tão passageiro quanto o casamento que pouco durou. Agora imagine você comigo, a festa da qual estamos na expectativa como igreja, ainda vai acontecer, somos o alvo dessa expectativa. Na terra somos desprezados, não há reconhecimento às vezes do trabalho por nós aqui prestados. Os casamentos dos famosos e poderosos da terra são expectado por ilustres cidadãos, que as colunas sociais mostram. A festa da qual eu e você, somos as pessoas mais importantes, é..., todos nos céus quererão te conhecer, ver-te, pelo zelo, pela pureza, por ter se guardado como uma virgem pura (2C11.2). Os expectadores são os moradores celestiais, anjos, Arcanjo, Serafins etc.., não dá para imaginar, milhões de seres celestiais, milhares de milhares compondo a mesa, como uma noiva sendo recepcionados e o noivo é o Senhor Jesus Cristo o Rei dos Reis. Eu estarei lá e você?


VOCE ESTÁ PREPARADO?
Quando devo começar o preparo? Primeiro o noivo não deu data da volta, com já estudamos, ele pediu a noiva que se preparasse (Jo14.1-3). A partir do momento que uma pessoa aceita a Cristo, já começa a se preparar para a festa, seu linguajar seu desejo tudo muda, ele começa a falar de sua nova vida em Cristo e dizer a todos que vai morar no céu. Outra coisa interessante é que o converso convida a tantos outros para ir com ele, tamanha é a sua alegria em saber dessas Bodas. A festa terá duração de sete anos isso falando em linguagem humana, na Bíblia tem alguns eventos que simbolizam este grande evento futuro. Entre os judeus a duração da festa era de sete dias, no casamento de Jacó houve sete dias de festa (Jz 14.12,15,17,18; Gn 29.27,28).
Haja preparo! Os casamentos têm datas marcadas, mas a noiva não começa o preparo assim que escolhe a data. Quando vão ao cartório para uma data, certamente o vestido já foi escolhido, os enxovais já estão prontos, os móveis, a casa, tudo já esta preparado. Ouço dizer que o noivo Jesus Cristo, já está pronto, a mobília, tudo pronto, nesse caso a qualquer momento pode acontecer o casamento, ele já tem a data, com certeza hoje ele já sabe o dia do evento. Qual deve ser o papel da noiva? Você já está pronto? Como estão as suas vestes? Cabe aqui a nós varias indagações num mundo capitalista em que vivemos, a imaginação é cursar uma boa faculdade, ser prospero, enriquecer, ser famoso, infelizmente essa é a preocupação. As virgens loucas ilustram bem isso, elas representam o crente descuidado com as coisas do céu. Cuidado poderá despertar tarde demais, ficará fora da festa.

Não poderá haver descuido, o noivo não se atrasará, a preocupação devera ser da noiva, não acontecera com o noivo o que eu já ouvi contar de um que foi jogar futebol no dia do casamento, esqueceu. Jesus não tardará jamais, estejamos prontos, na ultima páscoa em que ele participou com os discípulos, ele apontou para um encontro no futuro (Mt 26.17-19; Mc 14.13-26; Lc 22.7-13). As virgens prudentes ilustram o crente que esta se preparando para o futuro, cursando faculdade, realizando sonhos, como adquirir o carro novo, a casa própria, o tênis de marca etc.., mas também vem a escola dominical, cultos de ensinos, ensaios, fazem a obra de Deus, nada o impede de servir ao Reino dos Céus. Estão trabalhando e vigiando, preparado para ouvir o toque da trombeta, que será o inicio da grande festa do Cordeiro e ele quer estar lá. Seja assim também!


TODO CRENTE SALVO QUER MORAR COM JESUS
A nova natureza do crente o faz cidadão dos céus, todo cidadão tem vontade de estar no seu habitat, no caso do crente que não pensa no céu, pode se dizer: ele não nasceu de novo é ainda um cidadão terreno que admira as coisas de Deus. Não somos meros expectadores de cultos, somos adoradores, apresentamos a Deus o culto, seremos apenas admiradores de Deus, caso não sentimos vontade de morar com ele no céu. Deixamos de ser criaturas para sermos filhos (Jo 1.12; 1Jo3.2) e todo filho tem saudades do pai, não só saudades mas quer estar junto sempre. 
Carl Boyd Gibbs faz uma suposição interessante, quero compartilhar com vocês.
               “Suponhamos que o príncipe de um império antigo fizesse uma longa viagem                      marítima. Enquanto viajava, ele deparou com um pobre homem que estava se afogando.    O príncipe imediatamente lançou de si as suas vestes reais, e mergulhou nas águas perigosas para salvar o homem que estava afundando. O pobre homem estendeu os braços para o príncipe e foi puxado para lugar seguro.

                 Daquele momento em diante, o príncipe e o pobre tornaram se os melhores amigos. O homem que fora salvo jurou que ficaria com o príncipe durante o restante de sua vida. Quando o filho real retornou ao pai, estava acompanhado de seu novo amigo. O filho anunciou que o estranho viveria no palácio com ele. Ora, este ato nobre levantou uma questão um tanto embaraçosa, porque apenas duas classes de pessoas viviam no palácio; a realeza e os escravos. A qual classe pertenceria o estranho? O pobre, por causa do grande relacionamento com o príncipe, não poderia ser tratado como mero escravo, mas, por natureza, não fazia parte da família real.

               O filho pensou numa solução razoável. – Não estou envergonhado de chamá-lo meu irmão, - disse ele. – Vamos adotá-lo em nossa família real (Hb 2.9,10,11-18).”   (GIBBS, Carl Boyd – Doutrina da Salvação 2ª Edição – EETAD, 1995 Campinas -  SP – Assunto Extraido da Pagina 131)


CONCLUSÃO
As bodas do Cordeiro será vista por todos os seres celestiais, crentes de todos os tempos e de todos os lugares estarão ali. Os  santos do Antigo testamento também se fará presente, não haverá mais separação e nem saudade, os salvos estarão livres de todo e qualquer tipo de lutas, perseguições, enfim salvo. Um momento festivo e alegre aguarda a igreja do Senhor Jesus, assim que acontecer o arrebatamento. Esteja preparado.


OBRAS CONSULTADAS
·         SILVA, Severino Pedro - Doutrina das Ultimas coisas - 5ª Edição 1990 - CPAD, 1988/RJ

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Pr. Jair Rodrigues

PRE ADOLESCENTES - Lição 5: A Igreja Missionária


4º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 5: A Igreja Missionária

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: O pré adolescente e a Igreja
Comentaristas: Damaris  Ferreira da CostaVerônica AraujoTelma Bueno

LIÇÃO  5- A IGREJA MISSIONÁRIA

Texto Bíblico      Romanos 10.11-15
Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.
Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.
 Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!

Objetivos após a aula os alunos devem reconhecer que cada componente da igreja pelo seu crescimento e expansão. Bem como valorizar os esforços da igreja  para continuarem a pregação do evangelho.

Introdução
Estaremos na lição 5 tratando do assunto missões, Deus não apenas nos tornou seus filhos por adoção, mas nos fez missionários, afim de anunciarmos a todas as pessoas a sua mensagem de Salvação.

I- Os primeiros missionários
Mais adiante na lição teremos uma melhor explicação sobre “o que é um missionário”, O Senhor Jesus veio a Terra para cumprir o propósito de Deus em salvar o homem perdido, e Ele fez isto na cruz do calvário, contudo o plano não era apenas para os homens daquela época, mas para os tempos vindouros.
Para isto seria necessário continuar a sua obra, pois Jesus a Glória deixou os seus seguidores com esta incumbência, anunciar ao Evangelho.
Marcos 16:15  
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
 Assim , os primeiros missionários convocados pelo Senhor formam todos aqueles que ouviram e viram todos os sinais, maravilhas e ensinamentos que o Senhor lhes deu durante o seu Ministério.

II - Anunciando Cristo em outras terras
Assim, como a mensagem do Evangelho não era apenas para aquela época; também não era para ficar retida apenas em Jerusalém, terra de origem do Senhor.
A intenção de Deus é alcançar todas as famílias da Terra através de sua mensagem., por isso as palavras de Jesus foram claras:
Atos 1:8 
 Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
A ordem do Senhor , não diz somente a regiões geográficas, mas tem o sentido de que todos precisavam ouvir a mensagem de Deus, os “confins da terra” significam que a mensagem do Evangelho deveria atravessar as  fronteiras e chegar aos lugares mais longínquos do planeta.
Como isto poderia ser tornar possível se não houvesse pessoas dispostas a levar a mensagem da salvação; os missionários!

III-O crescimento da igreja
Apesar do fato de que a Bíblia não se dirige especificamente ao crescimento da igreja, o princípio por trás do crescimento da igreja é entender o que Jesus disse: “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). Paulo confirmou que a igreja tem sua fundação em Jesus Cristo (1 Coríntios 3:11). Jesus Cristo também é o cabeça da igreja (Efésios 1:18-23) e a vida da igreja (João 10:10). Tendo dito isso, é importante lembrar que “crescimento” pode ser um termo relativo. Há tipos diferentes de crescimento, alguns dos quais não têm nada a ver com números.

Uma igreja pode ser viva e estar crescendo, apesar de que o número de membros/freqüentadores não muda. Se aqueles na igreja estão crescendo na graça e conhecimento do Senhor Jesus, submetendo-se a Sua vontade para suas vidas, individualmente e conjuntamente, essa é uma igreja que está tendo crescimento verdadeiro. Ao mesmo tempo, uma igreja pode ter mais e mais pessoas freqüentando seus cultos semanalmente, ter grandes números, e ainda ser espiritualmente morta.

Crescimento de qualquer tipo segue um modelo característico. Como um organismo em crescimento, a igreja local tem aqueles que plantam a semente (evangelistas), aqueles que regam a semente (pastor/mestres), e aqueles que usam seus dons espirituais para o crescimento espiritual daqueles na igreja local. Mas note que é Deus que dá o crescimento (1 Coríntios 3:7). Aqueles que plantam e aqueles que regam vão receber sua recompensa de acordo com o seu trabalho (1 Coríntios 3:8).

Tem que haver um equilíbrio entre plantar e regar para que uma igreja cresça; isso significa que em uma igreja local saudável cada pessoa precisa saber qual o seu dom espiritual para ela poder funcionar com satisfação dentro do corpo de Cristo. Se o plantar e regar se desequilibram, a igreja não vai prosperar como Deus quer. Claro que precisa haver dependência diária e obediência ao Espírito Santo para que Seu poder possa ser liberado na vida daqueles que plantam e regam e para que o crescimento que vem de Deus possa acontecer.

Finalmente, a descrição de uma igreja viva e crescendo bem é encontrada em Atos 2:42-27, essa passagem afirma que os crentes “perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”. Logo após, ela diz que eles estavam servindo uns aos outros, ajudando aqueles que precisam vir a conhecer o Senhor, e “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” Quando essas coisas estão presentes, a igreja vai experimentar de crescimento espiritual, quer os seus números cresçam ou não.
Fonte: http://www.gotquestions.org/portugues/crescimento-da-igreja.html

IV- Missões é tarefa da igreja
Desde os mais remotos tempos, a Bíblia tem sempre declarado a ênfase dada por Deus na busca de obreiros para sua seara. Vemos a preocupação de Deus em buscar maneiras de comunicar a sua graça ao homem. Depois do nascimento de Enos, filho de Sete, começou-se a invocar o nome do Senhor (Gn 4.26). No meio de uma geração corrupta ante ao dilúvio, Noé achou graça aos olhos do Senhor (Gn 6.8). Dentre toda a idolatria em Ur dos Caldeus, Deus escolheu Abraão e fez dele uma grande nação (Gn 12.1,2). Durante a escravatura do Egito, Deus levantou Moisés para libertar seu povo, com o qual falava cara a cara (Ex 3.10; 33.11). Muitos profetas ouviram o chamado, o ide (Is 6.8; Jr 1.5-7; Ez 1.1).

Depois de 400 anos de silêncio para com Israel, surge uma voz clamando nos desertos da Judéia, chamando o povo ao arrependimento (Jo 1.23). O maior dos profetas nascidos de mulher, João Batista, preparou o povo para receber aquele que batizaria com Espírito Santo e com fogo. Vindo, portanto, a plenitude dos tempos, Jesus nasceu, morreu, ressuscitou, manifestou-se e ascendeu aos céus, segundo as Escrituras. Entretanto, deixou uma comissão importante à Igreja (Mt 28.19; Mc 16.15).
A grande comissão
As Escrituras esclarecem que não existe outra agência responsável de enviar e suportar missionários senão a Igreja, noiva e corpo de Cristo. A prova plena vê-se no Livro de Atos dos Apóstolos: Deus falava à Igreja, os missionários eram consagrados pela Igreja, enviados pela Igreja, suportados espiritual e financeiramente pela Igreja (At 13.2).

O significado bíblico principal de Missões se encontra em Mateus 28.19-20:
Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho mandado...”.
Somente com esta expressão pronunciada por Jesus podemos entender que Missões significa ensinar às nações as verdades inseridas e constatadas no Livro dos livros. Missões é pregar, anunciar o Evangelho a todos os povos, nações e línguas (Mc 16.15); significa dar testemunho das maravilhas que Deus faz (At 1.8); significa arrebatar as almas do fogo (Jd 1.23).
Biblicamente, as Missões não estão restritas ao supracitado, mas vão além do que a nossa mente e coração possam alcançar. Alguns dos motivos que tem impulsionado a milhares a cumprirem esta Grande Comissão durante os séculos, são:
  • A responsabilidade do ide de Jesus
  • A visão de que o mundo está perdido
  • A consciência que só Jesus é o meio de salvação
  • A compaixão profunda pelas almas que perecem

O próprio Jesus nos deixou essa tarefa. Em Marcos 16:15, disse Jesus: "Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.”
Estamos fazendo a nossa parte para que o Evangelho chegue a todos? Estamos cumprindo seu IDE?

Sendo testemunha
Muitos têm medo, vergonha de falar de Jesus. Como cumprir a grandiosa tarefa de pregar o Evangelho?
Se fixarmos nossa atenção nos Apóstolos, antes e depois do derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At 2: 1-11), vamos observar algumas diferenças importantes: antes, tinham medo e agora pregam a palavra de Deus com decisão; os que eram incultos e ignorantes, depois falam dos mistérios de Deus e línguas estranhas. Esta mudança tão surpreendente é produzida porque, naquele dia, receberam a plenitude do Espírito Santo. De maneira semelhante, os fiéis recebem também a plenitude do Espírito Santo em nossos dias.
Busquem o Batismo com o Espírito Santo, e vossas vidas se encherão de gozo, e de desejo de servir a Deus e anunciar aos homens, que o SENHOR reina, ELE os ama e quer salva-los.
Fonte : Jaciara da Silva


V- Missionário, eu?
Diz-se ummissionário alguém que tem por função a pregação religiosa em locais onde sua religião ainda não foi difundida, realiza trabalho de promoção social ou em local que necessite de reavivamento de sua crença ou religião. É uma figura comum dentro de diversas crenças. Na verdade dentro da concepção cristã, missionário é a figura do plantador de igrejas; Muitos confundem missões com atividades em regiões internacionais, porém, as missões podem ser locais, regionais, estaduais, nacionais, internacionais, mundiais, enfim, tudo vai do despreendimento do missionário.
Na igreja Cristã, para que se possa ir a um local em missão, é necessário o preenchimento de algumas condições, de acordo com a situação em causa:
  • Conhecimento,no mínimo básico, da Bíblia e ou, muito amor ao próximo.
  • boa saúde
  • preparação para a vida no local, relativamente à realidade cultura da sociedade
  • conhecimento da língua ou a disponibilidade para a aprender
  • conhecimento dos objetivos e características do trabalho
  • preparação para a reintegração na sociedade de origem após um afastamento prolongado
É considerado missionário:
  • Aquele que envia (até mesmo aquele que sustenta financeiramente uma missão)
  • Aquele que é enviado
  • Aquele que ora pelo bom êxito da missão
  • Aquele que esta preparado para cumprir qualquer missão em que for designado por seu lider, pastor, agência, etc.
Fonte: wikipédia
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Portanto para ser um missionário, acima de tudo basta ter este desejo, e desprendimento, nós observamos isto na historia dos missionários que fundaram as Assembléias de Deus no Brasil; veja:

  • Gunnar Vingren -  Pioneiro da Obra Pentecostal no Brasil, 1879-1933.
by Manuela Barros
Nasceu no dia 8 de agosto de 1897, na cidade de Ostra Husby, Suécia. Seu pai era jardineiro, profissão que Vingren seguiu até os 19 anos. Foi criado num genuíno lar cristão. Logo aos 18 anos tornou-se sucessor de seu pai na Escola Dominical; naquele mesmo ano, o Senhor falou claro ao seu coração de que ele seria um missionário.
Seu Preparo
Em 1898, Vingren teve oportunidade de participar de uma Escola Bíblica; ao final daquele mês de estudos, começou já o trabalho missionário no interior de seu país. Em 1903, viajou para os Estados Unidos, e logo ingressou num Seminário Teológico Batista em Chicago. Em 1909, Deus o encheu de uma grande sede de buscar o batismo no Espírito Santo o que não tardou a receber. Ao pregar esta verdade à igreja que pastoreava, começaram os problemas; a igreja se dividiu entre os que criam e os que não criam em sua pregação. Dirigiu-se, então, para South Bend, Indiana, onde a igreja recebeu com gozo as Boas Novas e se tornou uma igreja pentecostal com 20 batizados no Espírito Santo no primeiro verão.

Sua Chamada Para o BrasilNuma reunião de oração, um dos irmãos presentes foi revelado que Gunnar Vingren serviria ao Senhor no Pará, que mais tarde ele descobriu que era um estado no norte do Brasil. Numa outra reunião como aquela, seu futuro companheiro, Daniel Berg, que conhecera numa conferência em Chicago, foi chamado para acompanhá-lo ao Brasil. Depois disto, não demorou muito para que a ida ao campo se tornasse uma realidade. Seus últimos dias na América foram de provas, atestando de que Deus é quem os chamava para a obra. Finalmente, partiram do porto de Nova Iorque com destino a Belém do Pará no dia 5 de novembro de 1910.

Adaptação ao CampoNo dia 19 de novembro desembarcaram em terras brasileiras. Com certa dificuldade, sobretudo porque não falavam a língua nativa, chegaram até a casa de um pastor batista que lhes ofereceu hospedagem, um corredor escuro no porão da casa e sem janelas. Para aprenderem o português, Daniel trabalhava numa fundição durante o dia, enquanto Gunnar estudava, e à noite, então, ele compartilhava o que tinha aprendido. Apesar da pobreza, da simplicidade da alimentação, das doenças, calor e mosquitos, a chama do Evangelho os enchiam cada vez mais de gozo, atenuando assim o sofrimento.

Primeira Assembléia de DeusDepois de seis meses, Vingren foi convidado para dirigir um culto de oração. Sem receio, ensinou-os acerca das operações do Espírito Santo e da cura divina. Durante aquela semana,nas reuniões de oração nos lares, o Senhor curou a senhora Celina Albuquerque de uma doença incurável e dias depois a batizou com Espírito Santo e com fogo, sendo então a primeira pessoa brasileira a receber a promessa. Na semana seguinte, o pastor da igreja entrou de surpresa num daqueles cultos; depois de declarar várias acusações, insinuando que eles ensinavam falsas doutrinas, provocou uma divisão na igreja que findou na exclusão dos missionários e mais dezoito membros que os apoiaram testificando a verdade. Então, em 18 de junho de 1911 estes formaram a primeira Assembléia de Deus.

  • Daniel Berg: Pioneiro da Obra Pentecostal no Brasil, 1884-1963.
by Manuela Barros
Daniel Berg nasceu em Vargon, na Suécia, num lar genuinamente cristão. Logo aos 17 anos, fez sua primeira viagem para os Estados Unidos, em 1902; isto porque a Suécia passava por uma crise financeira muito séria. Ao final de oito anos voltou de passagem à Suécia.

Nesta ocasião ao visitar a casa de seu melhor amigo, soube que ele era agora um pregador do Evangelho numa cidade próxima. Ao visitá-lo, em sua igreja, ouviu pela primeira vez sobre o batismo no Espírito Santo. Depois do culto, conversaram bastante sobre esta doutrina o que fez com que Daniel Berg saísse dalí convicto, e buscando o seu batismo no Espírito Santo. Ainda no caminho de volta para a América ele recebeu o bastismo e decidiu-se definitivamente em dedicar sua vida ao Senhor.

Sua Chamada
Durante uma conferência em Chicago, ele conheceu seu futuro companheiro nas missões, o sueco Gunnar Vingren, que estava recém formado num Instituto Bíblico e desejoso de ser um missionário. Ambos, cheios do poder pentecostal, passaram a buscar do Senhor o seu direcionamento para suas vidas. Certo dia, o dono da casa que Gunnar Vingren morava teve um sonho e tinha visto o nome Pará e foi-lhe revelado que seria uma orientação para aqueles jovens. Logo descobriram que Deus os chamava para o Brasil. Apesar do pouco entusiasmo da igreja, e de nenhuma promessa de ajuda financeira, ambos foram separados para serem missionários no Brasil, cheios de convicção da parte de Deus.
A última e grande confirmação da parte de Deus, foi quando o Senhor pediu a Vingren que desse 90 dólares, exatamente o valor que eles tinham para a viagem, para um jornal pentecostal. Eles, em obediência, o fizeram. Porém, extraordinariamente o Senhor os devolveu o exato montante, usando um irmão em outra cidade, que foi revelado por Deus para tal. Berg e Vingren partiram para o Brasil no dia 5 de Novembro de 1910. Durante a viagem, eles já puderam experimentar um pouquinho o que seria o seu campo, e alí mesmo se converteu a primeira alma para Jesus, desde que eles foram separados como missionários. Então, no dia 19 do mesmo mês chegaram à cidade de Belém do Pará.
Sua Chegada ao Brasil
Sua primeira hospedagem foi no porão de uma Igreja Batista, cujo pastor era americano. Logo começaram a dirigir cultos, para ajudar aquele pastor, e sempre que sentiam de falar sobre a manifestação do Espírito Santo para aqueles dias, o faziam sem constrangimento. Mesmo sendo um assunto novo para aqueles irmãos, eles se interessavam cada vez mais, o que decorreu no grande aumento da assiduidade nos cultos e constantes visitas aos missionários. Enquanto isso, Berg começou a trabalhar na fundição, para sustentá-los, enquanto Vingren estudava português para ensiná-lo à noite.
Primeira Assembléia de Deus
A pobreza e principalmente a doença era uma constante naquele lugar, sobretudo a lepra e a febre amarela. Com isso, os irmãos freqüentavam cada vez mais o porão onde viviam Berg e Vigren, à busca de oração e conhecimento da Palavra. Alí o Senhor começou a batizar com o Espírito Santo e curar muitos enfermos. Num daqueles cultos improvisados, entrou de surpresa o pastor da igreja, que foi cordialmente convidado a participar do culto. Recusando o convite, passou a declarar uma série de acusações com relação às falsas doutrinas ensinadas pelos missionários, esperava contar com o apoio dos que ali estavam, mais pelo contrário, um diácono, dos membros mais antigos, se levantou e defendeu com testemunhos reais de que o batismo no Espírito Santo e a cura divina é para a atualidade. Neste dia então, Berg, Vingren e mais 18 irmãos foram expulsos daquela igreja e formaram a primeira Assembléia de Deus, que a princípio se reunia na casa da irmã Celina Albuquerque, a primeira crente batizada no Espírito Santo em terras brasileiras.

Conclusão
“Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?”  (Rm 10:14 – ARA)
Este texto nos mostra a  oferta do Evangelho universal, ou seja, deve ser proclamado trazendo salvação a todos os que crêem, porém, como creram se não houver quem pregue?
A oferta do Evangelho é para todos, e para que isso ocorra, todos nós, todos sem exceção, temos a obrigação de divulgar as Boas Novas de Salvação, a todos os povos, raças tribos e nações, para que todos se acheguem ao conhecimento de Deus, recebendo a bem aventurada comunhão perdida no Éden.  


Colaboração para Portal Escola Dominical - Prof. Jair César S. Oliveira

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes