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23 novembro 2012

PRIMÁRIOS - Lição 8: Sirvo a Deus com alegria


4º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 8: Sirvo a Deus com alegria

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: A alegria de servir a Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 8 – SIRVO A DEUS COM ALEGRIA


Texto Bíblico: 1 Samuel 16.14-23


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que Deus se agrada quando o louvamos com todo o nosso ser.


Frase do dia...
EU SIRVO A DEUS, ELE MERECE SER LOUVADO

Cole o desenho Prim8 fig 1 em um cartaz e escreva a frase do dia e o versículo para memorização. Enfatizando aos pequenos que fomos criados para louvar a Deus, e que através dos cântico tanto o glorificamos como anunciamos o se grande poder.


Fonte:www.mensagens.culturamix.com




Memória em ação
“O SENHOR Deus é grande e merece todo o nosso louvor”  (Sl 10.17 - NTLH)

Leia várias vezes este versículo com os pequenos, isso auxiliará na memorização.


Explorando a Bíblia
Ha muito tempo atrás, num país muito distante do nosso, chamado Israel, havia um rapazinho chamado Davi. Eu não sei a idade dele, mas imagino que ele era bem novinho e mesmo sendo novinho, ele ja trabalhava. Sabe o que ele fazia?
Ele era pastor de ovelhinhas.

Todo o dia, de manha bem cedinho, ele acordava e ia trabalhar. Ele levava as ovelhinhas para beberem água no riacho e comerem graminhas bem verdinhas.

Ele estava sempre alerta para evitar que algum bicho atacasse suas ovelhinhas, porque ele tinha um carinho muito especial por elas.

Nos momentos mais tranqüilos, Davi tocava sua harpa. As ovelhas ficavam calmas. E assim Davi tocava, tocava e tocava. Era tão bonito. As pessoas que passavam nas redondezas ouviam a musica e ficavam admirados. Era uma musica tão bonita, porque eram cânticos de louvor a Deus.
.
Sabe... nessas horas, Davi olhava para natureza e via as coisas que Deus fez e tocava lindas canções e escrevia lindos poemas pensando em Deus – Esses poemas se chamam Salmos... e ... são alguns dos Salmos que estão no meio da Bíblia. Foi assim que Davi cultivou uma amizade com Deus.
Não é maravilhoso crianças ter mos Deus como amigo?

Um dia, o rei Saul estava muito nervoso e seus empregados sugeriram que chamasse alguém que tocasse bem algum instrumento para acalmar os ânimos do rei.
Adivinhe quem foi chamado?   

Sim,  o próprio – Davi.

E ele tocou bonito para o rei e assim... quando o rei ficava nervoso e irritado, Davi tocava a sua harpa e o rei ficava calminho, calminho, porque o espírito Santo estava em Davi e quando ele tocava o Espirito Santo falava ao coração do rei Saul acalmando-o. O rei gostou tanto, que ate convidou Davi para ser escudeiro dele.

Mas, mesmo assim, Davi ainda cuidava das suas ovelhas nas horas vagas. Ele era cuidadoso com suas responsabilidades, não era preguiçoso e amava a Deus com todo o seu coração.


Oficina criativa
Amplie o desenho Prim8 fig 2 na galeria de imagens abaixo para os pequenos colorir

Fonte:www.igrejabatistaagape.com.br


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Histórias Bíblicas para Adoração Infantil


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
fonte portal ebd

JUNIORES - Lição 8: Diga "não" ao preconceito!


4º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 8: Diga "não" ao preconceito!

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Fé em ação
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 8 – DIGA “NÃO” AO PRECONCEITO!


Texto Bíblico: Atos 10.1-48


Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se Deus não faz acepção de pessoas. Se Ele que é Deus não faz acepção, quem somos nós para fazer?


Exercitando a memória
“Então Pedro começou a falar. Ele disse: Agora eu sei que, de fato, Deus trata a todos de modo igual, pois ele aceita todos os que o temem e fazem o que é direito, seja qual for a sua raça..”(Atos 10.35,35– NTLH).


Crescendo no conhecimento
O fato relatado neste texto ocorreu um tempo depois do traslado de Jesus aos céus. Já havia ocorrido o dia de Pentecostes. Pedro e os demais apóstolos faziam inúmeros milagres em nome de Jesus e a igreja crescia. Os fatos aqui se passam em duas cidades:

Cesareia
Uma cidade na costa da Palestina, cerca de 37 km a sul do Monte Carmelo. Em 30 AC, Octaviano (que passou a chamar-se Augusto) deu-a a Herodes, que gastou doze anos (22-10 AC) a reconstruí-la em grande escala. O novo porto artificial era do tamanho do porto de Atenas. Diz-se que o dique tinha 61 m de largura, assentando em 36,5 m de água. Alguns dos blocos de pedra usados tinham 15 m de comprimento e 5,5 m de largura.Herodes também construiu templos, um teatro e um anfiteatro. Um dos dois aquedutos que trazia a água de uma fonte situada a 19 km de distância era composto por um túnel com 9,5 km de comprimento e uma conduta de pedra apoiada em arcos, também com 9.5 km de comprimento.Herodes chamou Cesareia a esta nova cidade em homenagem a César Augusto e ao porto chamou Portus Augusti.

A população era majoritariamente composta por sírios, mas também viviam lá muitos judeus. A cidade foi a capital da Palestina e residência do governador romano desde 6 DC até 41 DC.A cidade de Cesareia é frequentemente mencionada no livro de Atos:

Filipe viveu ali (At 8.40; At 21.8). Também o centurião romano Cornélio, cuja conversão e batismo marcaram o início da obra missionária entre os gentios (At 10.1-11.18). Aparentemente existiu na cidade uma florescente comunidade cristã (At 21.16).
O apóstolo Paulo passou várias vezes pela cidade:
·         Quer de partida - ao embarcar no seu porto para viagens ao estrangeiro (At 9.30),
·         Quer de chegada - ao voltar das suas viagens missionárias (At 18.22; At 21.8).


Jope
Heb. Yaphô, “beleza”.. Uma antiga cidade Cananéia na fronteira da tribo de Dã (Js 19:46) mas aparentemente nunca ocupada pelos israelitas nos tempos do VT.Sendo o único porto situado entre o Egito e a cordilheira do Carmelo, a menos que Dor seja incluída na contagem, era de grande importância para a Palestina.Situava-se cerca de 55 km a noroeste de Jerusalém e a uns 50 km de Cesareia. Os cedros do Líbano usados na construção do templo de Salomão e do templo de Zorobabel chegaram à Palestina através deste porto (2Cr 2:16; Ed 3:7).

Foi lá que o profeta Jonas, fugindo da ordem de Deus, embarcou num navio que se dirigia para Tarsis, provavelmente na Espanha (Jn 1.3).O cristianismo entrou cedo em Jope. Esta era a cidade natal de Tabita, ou Dorcas, uma grande benfeitora dos pobres. Quando ela morreu, Pedro ressuscitou-a e “muitos creram” na mensagem do apóstolo (At 9.36-42).

Pedro permaneceu na cidade durante algum tempo, na casa de Simão, o curtidor e teve uma visão que lhe mostrou que o Evangelho deveria ser pregado também aos gentios, não se devendo fazer distinção entre judeus e gentios (cap. At 10.5-48).

Nos encontramos agora em Jope, aonde está Pedro descansando.
Um homem que havia estado com Jesus durante todo seu ministério,havia recebido revelações poderosas da Sua parte, mas ainda tinha coisas a mudar dentro de si.

Nada diferente de nós hoje, que necessitamos permitir que o Espírito Santo realize a Sua obra de santificação em nós. E é aqui que tudo se inicia.


1. DEUS NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
Em Betânia, para além do Jordão, João Baptista dava o seu testemunho relativamente a Jesus, apelidando-o de o “Cordeiro de Deus” (Jo 1.29-36). Quando João e André ouviram isto, seguiram Jesus e procuraram saber onde ele morava. Ficaram convencidos de que Ele era o Messias, por causa das graciosas palavras que Cristo pronunciou e da autoridade com que falou (Lc 4.22; Mt 7.29); e André foi procurar Simão, trazendo-o a Jesus (Jo 1.41).

Jesus logo aceitou Simão e declarou que, daí em diante, ele passaria a chamar-se Cefas, o nome aramaico que correspondia ao grego Petrus, que significa “um pedaço de pedra tirado da Rocha Viva”. O nome aramaico não volta a aparecer e o nome Pedro substitui gradualmente o antigo nome Simão, embora o Senhor use o nome Simão quando fala com ele (Mt 17:25; Mc 14:37; Lc 22:31; comparar com Lc 21:15-17).

A gente fica até com pena do apóstolo. Ele estava orando fervorosamente naquele terraço, no calor do meio-dia; sentiu fome e de repente foi lhe dada uma visão, enquanto a comida tardava.

Ele estava sendo pressionado a comer de tudo, inclusive comida que ele sempre aprendeu a considerar abominável e nojenta. Não se tratava apenas de cardápio errado ou de comida ilícita, mas sim de uma proposta alimentar que fazia até mesmo um homem faminto sentir náusea. Mas a voz que o convidava a comer continuava a insistir; por três vezes disse: "Ao que Deus purificou não consideres comum".
Pedro ficou francamente perplexo sobre qual o significado de tal pesadelo, até que foi levado a encontrar um gentio.

Foi então que ele reconheceu a relação entre sua náusea alimentar no pesadelo e o desprezo que, até aquele instante, ele sempre tivera para com os gentios.

Se Deus, assim, contrariava radicalmente tudo aquilo que Pedro tinha aprendido sobre alimento, no plano gástrico, com a mesma insistência Deus agora contrariava tudo aquilo que Pedro tinha aprendido sobre os seres humanos, a um nível visceralmente irracional.

Pedro então diz: "Deus me demonstrou que a nenhum homem eu considerasse comum ou imundo".
É sinal de maturidade humana saber reconhecer que muitos dos nossos sentimentos profundos sobre as outras pessoas emanam de fatores nem sempre racionais. Sabemos, no plano mental, ser absurdo que Deus dê preferência a algumas pessoas em detrimento de outras, ou que considere alguns grupos étnicos superiores a outros.

Mas, não raro, de algum recanto obscuro de nós mesmos, surgem sentimentos de temor e de repugnância em relação a certas pessoas. É justamente nesse recanto que Deus deseja penetrar para aí mostrar-nos a verdade, tal como fez com o esfomeado Pedro através do sonho do lençol carregado de alimento tabu.

Entretanto, após este sonho Deus ainda lhe fala. Poderia Deus ter apenas lhe falado?
Certamente. Mas o impacto necessário não seria atingido. Ele precisou ser “tocado” por Deus em vários sentidos, pois o assunto estava muito arraigado em sua alma, e a obra que Lhe pedia era por demais importante.

Paulo foi chamado apóstolo para os gentios, e Pedro se concentrou nos judeus.

Então porque ser assim “tocado”?
Porque precisaria compreender e reconhecer o ministério de Paulo aos gentios. E se não tivesse experiência própria no assunto certamente poderia haver problemas na igreja apostólica.

2. QUEM BUSCA ENCONTRA
Homem de inteira confiança, Cornélio era um oficial competente no exército romano estacionado em Cesaréia. Ele tinha responsabilidade, reconhecimento e mais dinheiro do que a média das pessoas. Inspirava respeito, e dispunha de poder.

Vivia longe do seu Lar, mas estava acostumado a essa vida. Com frequência mudava-se para outras regiões. E, apesar de seu cargo e destas situações, ele comandava sua tropa, um grupo de 100 homens, como um oficial justo e bondoso, ao contrário de outros que agiam com crueldade e eram tacanhos. Isto não pode confundi-lo com um homem de fraquezas, mas sim com um homem bem-acabado e seguro, já que se fosse preciso ele demonstraria seu amor e dedicação ao Imperador e ao Império Romano, e isto com sua espada. Não há, em Cornélio, sede de vingança mesquinha, ou necessidade de exercer violência simplesmente pelo ato.

Embora tivesse uma parcela saudável de energia humana, Cornélio percebeu que a vida é mais do que dinheiro, poder, servos e prestígio. Essas não eram qualidades que satisfizessem. Era necessário ter comunicação com o Pai Celestial para ser completo, e os que faziam parte de sua família comungavam de seu entusiasmo pelas coisas espirituais e eternas.

Normalmente, o centurião vivia sob considerável tensão, era o sustentáculo do exército romano, se ele não funcionasse direito, a corte (600 homens), e a legião (6.000 homens), eram inúteis. Na maioria dos casos ele fazia carreira militar.

Coragem era a mais proeminente qualidade, se o país fosse atacado, esperava-se que o centurião defendesse seu terreno ou morresse lutando. Para isso tinha total responsabilidade sobre seus homens, em três aspectos:
fonte portal ebd

JUVENIS - Lição 8: A vida é bela


4º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 8: A vida é bela

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: O Que A Biblia Fala Sobre O Futuro Da Igreja
COMENTARISTA: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO  8 - A VIDA É BELA

TEXTO BÍBLICO  (Ez 37.1-12)


ENFOQUE BÍBLICO
“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos [...] E vós me sereis reino sacerdotal e povo santo.” (Ex 19.5,6)


OBJETIVOS
Mostrar aos seus alunos que Deus escolheu Israel dentre todos os povos para ser um reino sacerdotal.
Discorrer sobre a história de Israel, desde a chamada de Abraão até os dias de hoje.
Enfatizaras profecias bíblicas quanto ao futuro de Israel, ressaltando que os acontecimentos relativos a esse povo são evidências de que o Arrebatamento da Igreja está próximo.


INTRODUÇÃO
“Tudo nos mostra que Cristo já volta; Breve Jesus Voltará! Já deste mundo o mar se revolta; Breve Jesus voltará (HC 401 – H.N)


A ESCOLHA DE ISRAEL PARA SER UM REINO DE SACERDOTES DENTRE TODOS OS POVOS
Antes precisamos ter uma compreensão sobre o que significa ser sacerdote, entre os hebreus essa função significa ministrar os sacrificios diante de Deus. Pensar tambem que há varios tipos de sacerdotes e que nada tem a ver com o significado que tem entre o povo hebreu e nem com o que diz a Bíblia quando os chama de reino de sacerdotes. Entre os Mormons, por exemplo, os sacerdotes tem poder de realizar batismos, ordenanças e outros ministerios, o Aarônico é considerado menor que o de Melquisedeque. No Budismo o sacerdote exerce funções basicas do ministerio, em outras religiões de certa forma chama seus lideres de sacerdote, devido a responsabilidade diante do povo, de certa forma num sentido geral todos eles acham que estão levando os problemas do povo a Deus.

Biblicamente os sacerdote era constituido nas coisas concernente a Deus a favor dos homens, eles tinham a obrigação de apresentar as ofertas a Deus. O trabalho sacerdotal era diferente do de profeta, equanto o segundo tinha o dever de apresentar Deus ao homem o primeiro era o elo de ligação entre Deus e o homem por meio da interceção. Essa era a idéia principal da função sacerdotal mediar entre Deus e o homem, muito diferente dos de hoje que as seitas, por exemplo, ostentam.  Nos tempos patriarcais, os chefes de familias eram os sacerdotes da casa ou de toda a tribo, vemos isso em Abraão, Isaque e Jacó. Nos dias do Exodo a tribo de Levi foi a escolhida para exercer o sacerdócio atraves de Arão e seus filhos, eles tinham o dever de mediar entre os homens e Deus.
A nação de Israel foi escolhida como reino de sacerdotes. Sabe o que significa isso? O objetivo de Deus assim que o homem pecou foi sempre o de traze-lo de volta para a adoração. Na verdade isso sem mediador é impossivel, então era necessario alguem, e é escolhido um povo que começa em Abraão formando mais tarde uma nação com essa responsabilidade, itermediar entre a humanidade e Deus. Mas por qual objetivo Deus escolheria uma nação para ser Sacerdotes?  Claro que Deus sempre tem objetivos e neste caso em especial, Isarael seria a nação intermediaria. Todas as nações da terra seria abençoadas por intermedio desse reino de Sacerdotes. (Gn 22.18; 18.18). Caso Israel guardasse essa resolução divina por estarem colocados no meio do globo terrestre todas as nações seriam abençoadas por intermédio deles.

Israel não se ofereceu, antes pelo contrario, foram escolhidos para ser a nação peculiar de Deus, Reino de Sacerdotes e nação santa. A nação não foi chamada para viver separada no sentido de segregar, nem para ser intocavél. Mas para adorar a Deus como único e verdadeiro, sem olhar para os deuses das nações, em segundo plano ser uma nação que praticasse a justiça divina, serem os agentes de Deus ao tratarem com as nações pecadoras.  Infelismente Israel ao ser colocado como nação veio a falhar e cometer os mesmos erros das nações, deixando de ser o instrumento de Deus para atrair os demais povos. Leia os Capitulos 4 a 8 de Deuteronômio, olhando para os primeiros capitulos de Josué, podemos ver que Deus cumpriu tudo o que disse, colocando o povo na terra prometida. Porém o povo pecou (Is 5.1-7). 


A HISTÓRIA DE ISRAEL DE ABRAÃO ATÉ OS DIAS DE HOJE.
Como surgiu a nação? Após o dilúvio Noé com seus três filhos saíram da arca com a ordem de povoar a terra (Gn 9.1). Abraão é descendente de Sem (Gn 9.26), seus descendentes povoaram a Ásia, Sem é o pai de Elão – elamitas; Assur – assírios; Arfaxade – caldeus segue a lista Sela, Eber, Pelegue, Naor, Terá, Abraão – hebreus. Abraão é o pai de Isaque que gerou a Jacó o pai de doze filhos que originou os nomes das tribos de Israel.

Como já é do conhecimento de todos, Deus foi a Ur dos Caldeus, escolheu um homem já idoso marido de uma mulher alem de idosa era estéril com objetivo de formar uma nação. Depois de vários anos o casal já bem avançado em idade tem um filho o qual da o nome de Isaque.  Anos mais tarde Isaque é pai de gêmeos, que na verdade eram duas nações, o menor era Jacó que se tornaria mais tarde Israel (Gn 25. 19-34; 32. 27,28). É quase impossível, humanamente pensar que um povo que tenha passado por tantos massacres possa ainda existir. Sua existência esta segura em Deus. A profecia registrada em Jeremias é consoladora para a nação, só assim entendemos o porquê ainda estão lá e permanecerá sempre. Deus disse: “darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei, a ti, porem, não darei fim,...” (Jr 30.11).
O contexto histórico mostra que essa profecia é real e verdadeira, o poderoso império da Assíria que levou o reino do norte, foi derrotado por intervenção divina, o império babilônico foi derrotado pelo Medo-Persa em seguida vem o império grego, a Grécia existe, segundo a história Alexandre, insentou Israel dos impostos, quando soube que havia uma profecia bíblica que falava dele. Roma, o império que surgiu de modo misterioso, também desapareceu. As nações vizinhas todas desapareceram, bem lá esta o Egito apenas o mesmo nome o povo é diferente. Mas Israel permanece com seu povo e com a sua historia.
As promessas divinas ao homem podem ser condicionadas ao próprio homem, enquanto ele se manter fiel, as bênçãos de Deus poderão estar sobre sua vida. Agora com Abraão não foi uma simples promessa, foi um decreto, Deus disse que ele seria o pai de uma grande nação, não há o termo “se você crer”, na verdade Deus dependeu apenas da fé de Abraão (Gn 15; Is 45.4; Rm 11.27-29; Gn 28.13-16 e Hb 6.17,18). Quando chegaram ao Egito eram apenas 70 pessoas, quando saíram eram em torno de seiscentos mil, somente de homens (Ex 12.37,38).

Durante quarenta anos peregrinaram no deserto morrendo todos, apenas Josué com mais alguns poucos de sua época entraram na terra prometida. Deus era o seu Rei, usando os juízes para orientar o povo e por decisão do próprio povo Deus permitiu reis sobre eles. O resultado de tudo isso é que dividiram o reino, desviaram-se do verdadeiro Deus e devido a isso vieram às dispersões. No ano 722 a.C, o reino do norte fora levado pela Assíria e 598 a.C, a Babilônia levou a Judá. Voltaram para a terra setenta anos depois, encontramos tais relatos nos livros de Neemias, Esdras, Ageu e Malaquias, já nos dias de Jesus o povo judeu estava na terra, mas eram vassalos de Roma.
No ano 70 d.C, o General Tito invadiu a Palestina, para o povo Judeu começa um rastro de sangue:
1-      Ano 115 – Expulsos da Ilha de Chipre
2-      Ano 640 – obrigados a se converter ao catolicismo
3-      Ano 1096 – são exterminados pelos alemães
4-      Ano 1099 – mortos pelos cruzados alemães
5-      Ano 1290 – expulsos da Inglaterra
6-       Ano 1306 – expulsos da França
7-      Ano 1355 – massacrados na Espanha
8-      Ano 1360 – mortos na Hungria
9-       Ano 1420 – mortos na Tolosa
10-   Ano 1421 – expulsos da Áustria
11-   Ano 1492 – mortos novamente na Espanha
12-   Ano  1495 – mortos na Lituânia
13-   Ano 1497 – motos na Sicilia
14-   Ano 1502 – mortos em Rode
15-   Ano 1516 – mortos em Portugal
16-   Ano 1541 – mortos na Itália
17-   Ano 1656 – mortos na Polônia
18-   Ano 1747 – mortos na Rússia
19-   Ano 1838 – mortos na Pérsia (Irã)
20-   Ano 1921 – mortos novamente na Rússia
21-  Ano 1945 – o maior massacre da história, seis milhões de judeus, mortos na Alemanha pelo ditador Hitler.
Hitler não conseguiu exterminar  (Ez 6.8; 12.15,16), devido as profecias, esse resto procurou asilo nos EUA, não conseguiram devido ao tratado de guerra, vieram ao Brasil, havia aqui o mesmo tratado (Os 9.17). Mas é no Brasil que eles recebem a ordem para voltar para sua terra prometida.
1948, o ano do cumprimento de uma profecia das mais consoladoras e ao mesmo tempo alvissareira “Quem jamais ouviu tal coisa” (Is 66.8). O brasileiro Osvaldo Aranha surpreende o mundo com seu voto, criando o Estado de Israel, 770, 000 judeus voltaram para sua Pátria e até 1967 enfrentaram 12 batalhas, grandes e poderosos exércitos foram derrotados. A prova real que Deus tem preservado seu povo, corrigido sim, mas o cuidado divino é notável.

Israel hoje passa de 7 milhões de habitantes, um PIB de 188 milhões de dólares em 2007 era o 44º lugar, e a renda per capita 22ª maior do mundo. É considerado um dos países mais avançado do sudoeste da Ásia em desenvolvimento econômico e industrial. Classificado como o de nível mais elevado da região pelo Banco Mundial. Israel tem o maior numero de empresas cotadas na bolsa NASDQ, fora da America do Norte. É um país auto-suficiente na produção de alimentos, um dos maiores produtores de frutas, vegetais, produtos farmacêuticos, softwares, produtos químicos, tecnologia militar, diamantes etc.  Isto é para quem crê em milagres “a ti porem não darei fim”     


O FUTURO DE ISRAEL E AS EVIDÊNCIAS QUE O ARREBATAMENTO DA IGREJA ESTÁ PRÓXIMO.
Israel permanece mesmo diante de tantos acontecimentos como já vimos, encontramos na Biblia suas fronteiras (Ez 47.13-20). E como é promessa de Deus a nação não ira desaparecer jamais (Jr 30.11), porem neste momento as fronteiras não está sendo ocupadas pelos judeus e Israel continua longe do propósito para o qual Deus os escolheu. Israel ainda vai chegar ao plano de Deus para eles, agora para que isto hoje aconteça, a igreja terá que sair daqui. O papel da igreja é evangelizar até que o arrebatamento aconteça como já estudamos em liçoes passadas.

Como podemos saber se está perto ou longe para que a igreja seja arrebatada? Em uma das lições mostramos não haver um sinal caracteristicos para anteceder o arrebatamento, os sinais estão relacionados à vinda de Jesus em glória. Essa é a razão de estarmos preparados, pois antes de Cristo vir restaurar Israel, falando humanamente a igreja já estara com ele por um periodo de sete anos. Portanto o relogio é Israel (Lc 21.29), nesse caso o ponteiro está girando rapido e mostrando que o fim dos gentios está chegando (Dn 2.34,35, 44,45). O proposito de Jesus é levar a sua igreja para si, consumar a salvação e glorificar a sua igreja. Quando isto acontecer à igreja será reconhecida publicamente e recompensada pelo Senhor Jesus Cristo. Como tudo isto acontecerá antes da Tribulação, estejamos preparados para subir com Cristo no arrebatamento. Não haverá restauração de Israel enquanto a igreja estiver aqui.

CONCLUSÃO
Breve virá, breve virá. Breve Jesus voltará (HC 401)


OBRAS CONSULTADAS
  • Wilkipédia
  • SILVA, Antonio Gilberto da –Escatologia Bíblica– Adaptado a EETAD, 2ª Edição 1997 – Campinas -SP


Colaboração para o Portal Escola Dominical – Pr. Jair Rodrigues
fonte portal ebd

PRE ADOLESCENTES - Lição 8: As ordenanças da Igreja


4º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 8: As ordenanças da Igreja

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: O pré adolescente e a Igreja
Comentaristas: Damaris  Ferreira da CostaVerônica AraujoTelma Bueno

LIÇÃO  8 - AS ORDENANÇAS DA IGREJA

Texto bíblico:  Atos 2.37-39;1 Corintios 11.23-26
Ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos?
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.
Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.
Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha.

Objetivos 
Após a aula seu aluno devera  identificar os simbolismo do batismo 
e os elementos da Santa Ceia, bem como reconhecer a necessidade
de batismo para fazer parte do corpo de Cristo – a Igreja

Introdução
Na lição de hoje estaremos estudando as ordenanças da igreja.
Especificamente a Igreja possui 2 ordenanças; a palavra ordenança deriva-se  do latim “ordo”, que significa  “uma fileria”,  “uma ordem”.
Assim entendemos que a palavra ordenança está  relacionadas as cerimônias  sagradas instituídas por  mandamento; ordem de  Cristo. As duas ordenanças são:  O batismo e a Santa Ceia

I-A importância do batismo
A seriedade e importância inquestionável do batismo está claramente defendida na bíblia quando aprendemos sobre o batismo de Jesus. O filho de Deus, que se fez carne, e agora era homem, com o propósito de livrar a humanidade do pecado, estava diante de João Batista com o propósito de ser batizado.
“Então, veio Jesus da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele.
Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?
Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu.” Mateus 3:13-15
O próprio João Batista, num primeiro momento, não compreendeu a importância, e disse que ele (João Batista) era quem deveria ser batizado por Jesus. Em seguida Jesus explica que a justiça deve ser cumprida. O batismo de Jesus pode ser compreendido de várias formas, ou, em outras palavras, pode-se extrair diversos valores deste ato.
Entre estes significados o maior deles é compreender a importância inquestionável do batismo para todos nós. Quando Jesus procurou João Batista para ser batizado, ele não somente deu apoio ao ministério de João Batista como também deu exemplo a todos nós de que devemos ser batizados
Fonte: http://www.comunidadeabiblia.net/teologia/estudos-biblicos

II-O significado do batismo
Para muitos o batismo em água é visto como sendo não mais do que um simples dever de todo Cristão. Para estes batizar-se, significa obedecer ao mandamento e exemplo de Jesus. De acordo com os registros bíblicos, o batismo em água era considerado de máxima importância para a Igreja Primitiva. A julgar pelo livro de Atos, era administrada logo após a conversão da pessoa. Isto era natural, porque Jesus ordenara como um dos ritos distintos da Sua Igreja. O batismo em água é um ato de obediência à ordem de Cristo para que fôssemos batizados, bem como uma declaração do intuito de sermos seus discípulos (Mat 28.19; João 15.14).
Para a maioria das pessoas, ser batizada em água significa; "ter o direito de participar da Santa Ceia", isto é verdade. Mas muitos, no entanto, precisam saber por que é que somente depois do batismo em água é que se deve participar da Santa Ceia. O  Batismo em água não é somente osímbolo da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Ainda há um profundo significado por trás disso.

Tem uma abrangência espiritual muito fundamental para a nossa salvação e, é também de caráter  sagrado (Atos 2.38; Rom 6.3; Col 2.12). O batismo em água não é em si a nossa salvação, mas tem a ver com a nossa salvação, está ligado de modo íntimo com a nossa salvação (veja 1 Pedro 3.21).
Não podemos desprezar o batismo em água a ponto de considerá-lo insignificante; se foi de máxima importância para a Igreja de Cristo, no primeiro século, e o próprio Jesus não desprezou o batismo de João, que considerou como cumprimento de toda a justiça; e como faríamos nós? Filipe ensinou o Evangelho de Cristo ao eunuco etíope e, não se esqueceu e nem menosprezou o batismo em água, ensinou a sua importância e o seu valor, de maneira que o eunuco sentiu a sua necessidade e «creu» no batismo, de modo que na primeira água que encontraram, ele não resistiu, quis batizar-se e foi batizado por Filipe (Atos 8.36,38).

O simbolismo manifesto pelo batismo é bastante profundo, e, engloba vários propósitos
a) O  batismo é um rito de iniciação; assim como a circuncisão era para os israelitas, denotando o ingresso do recém-convertido à comunidade cristã, especificamente como símbolo da nossa incorporação no Corpo de Cristo.  
b) Testemunho publico de nosso arrependimento e da conversão a Jesus Cristo:         Essa a é idéia essencial do cristianismo primitivo, assim também era essencialmente o batismo de João, Atos 2.38 mostra-nos isso. Sendo assim, o batimo é um ato de obediência, o qual visa, especificamente, mostrar ao mundo que o batizando assumiu uma nova lealdade. O compromisso feito é que agora Jesus é o Senhor de sua vida, que agora viverá para a santidade, cultivando a mentalidade espiritual, porquanto ele morreu para o mundo, a esfera de sua antiga mentalidade. Por isso é no batismo em água, perante os olhos de todos, é que demonstramos o arrependimento dos nossos pecados e do recebimento de Jesus Cristo como Nosso Salvador pessoal. É verdade que o arrependimento e a conversão precedem o batismo.
O batismo representa um arrependimento já ocorrido (Atos 2.38). O arrependimento nasce no interior da pessoa, sendo representado pelo exterior. Portanto, para batizada a pessoa precisa fazer uma profissão de fé em Cristo. Não se batiza uma pessoa que não esteja realmente convertida a Jesus Cristo (Atos 8.36-38). O Batismo Espiritual (vede) tem que preceder o Batismo em Água
c) Testemunho publico de que temos aceitado o sacrifício  eficaz de Cristo:
Batismo em água é o testemunho público de que temos crido e aceitado os atos Redentores de Nosso Senhor Jesus Cristo. O batismo é a nossa resposta positiva de tudo o que Jesus fez por nós (Jo 3.16-21,36; Ef  5.2; Tito 2.14; Heb 9.26; 1 Ped 3.18; 1 Jo 3.16). No batismo, reafirmamos a história Redentora de Jesus Cristo, testificando publicamente a sua eterna eficácia. Não se pode batizar que «não crê» no Sacrifício Eterno e Eficaz de Jesus.
É preciso verdadeiramente «crer» que o Santo Sacrifício de Cristo foi Total, Eficaz e Eterno, que assim é testificado publicamente no batismo em água (João 3.16-21,36). Não é «crendo intelectualmente», mas é «crer no íntimo», ou seja, alma da pessoa é quem deve crer, o homem essencial, somente esta crença é legítima. Quando passamos a crer dessa maneira, há uma grande mudança em nossas vidas (2 Cor 5.17). O batismo é também um testemunho externo da operação do Espírito Santo, um testemunho prestado perante aos homens de que tal pessoa é agora um seguidor de Cristo, que proclama a sua fé no Senhor Jesus e em sua graça salvadora.
d) Simboliza a nossa identificação e união com Cristo, na sua morte, sepultamento e ressurreição:
Esta é uma das principais importâncias representadas pelo batismo. O ensino de Paulo sobre a importância do batismo é bastante salientado nas suas epístolas, principalmente quando se refere a nossa identificação com Cristo. Não há como fugir desta realidade. Paulo equipara o batismo em Romanos 6, como nossa rejeição do pecado e da dedicação a Cristo. Ele disse:
«Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? Ou, porventura, ignorais que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós em novidade de vida. Porque se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição» (Rom 6.2-5).
De acordo como os ensinamentos do apóstolo, o batismo em água simboliza profundamente, a nossa «identificação» e «união» com Cristo na Suamorte-imersão, sepultamento-submersão e ressurreição-emersão. No batismo, o recém-convertido testifica que estava em Cristo, quando Ele morreu, que foi sepultado com Ele e ressuscitou para uma nova vida nEle.
   No batismo, significa que o recém-convertido morreu para o velho modo de viver, da vida de pecado e rebeldia, para o início de uma nova vida em Cristo, mediante a redenção, chamada por Paulo de «Novidade de Vida» (Rom 6.3,4,7,10-12; Col 2.12,13; 3.8-14). Mediante a morte de Cristo, o velho homem do salvo é crucificado, e o corpo do pecado é destruído; outrossim, o crente em Cristo, no batismo, se professa  morto para o pecado e para o mundo, e o batismo é uma obrigação que é imposta a fim de se viver para a retidão. Por isso, o batismo, inclui o compromisso “vitalício” de se virar às costas ao mundo e tudo quanto é mau (Rom 6.6,11-14), e comprometer a viver uma nova vida no Espírito, que demonstre os padrões divinos da justiça (Col 2.1-17).
 No batismo temos proclamado a nossa morte ao pecado e assumido o compromisso de rejeitá-lo e, de viver uma nova vida em e para Jesus Cristo (Rom 6.3-22). Portanto, o batismo em água, é um compromisso de santidade, é o compromisso ou determinação de andar no novo caminho. É o seloque simboliza a nossa participação na morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo e, com isso, nós nos identificamos e unimos com Ele. Lembrando que este selo, somente é válido, quando ratificado pela  (Col 2.12). Nisso, os atos redentores de Cristo é simbolizado pelo batismo em água (Rom 6.4,5).

e) Símbolo da nossa regeneração:O que nos purifica realmente de todo pecado, é o precioso sangue de Jesus Cristo (1 João 1.7). Fomos comprados, remidos e justificados peloincontaminado sangue de Nosso Senhor Jesus, o verdadeiro Cordeiro Pascal (Mat 26.28; Jo 1.29; Atos 20.28; Rom 5.9; Col 1.20; Heb 9.14; 1 Ped 1.18,19; Apoc 1.5). Todavia, essa purificação interior e espiritual é simbolizada por uma lavagem ou purificação externa, isto é, pelo batismo em água (Ef 5.26; Heb 10.22). No batismo, o recém-convertido testifica que internamente está purificado; é o símbolo externo da lavagem interna;  «Levante-te,  recebe  o  batismo, e lava os teus pecados, invocando o seu nome» (Atos 22.16 – Tito 3.5). A água é o símbolo da operação do Espírito Santo.
Fonte: http://www.doutrinasbiblicas.com

III- Tipos de batismo
Está é uma questão que há diferença de opinião. Historicamente são três as formas principais de batismo: A imersão, a efusão (derramamento)e a aspersão.
  1. o batismo de aspersão, no qual a água é borrifada, ou seja, aspergida sobre o batizando;
  2. o batismo de efusão com a água sendo derramada em pequena quantidade sobre a  cabeça da pessoa
  3. e o batismo de imersão, ritual em que a água não é colocada sobre a pessoa e sim mergulhada.
De acordo com eruditos da língua grega, a palavra "batizar" significa literalmente "mergulhar" ou "imergir". Os batismos de aspersão e efusão surgiram a partir do instante em que a igreja, interpretando de forma errônea o batismo como essencial à salvação, passou a batizar enfermos com medo de que, não sendo ainda batizados, viessem morrer sem salvação. Se não poderiam ser levados às águas para o batismo, então se levaria a água até os enfermos, batizando-os por aspersão ou efusão.
O batismo por aspersão começou a ser realizado no século II, principalmente nos casos de batismos clínicos, isto é, para aquele que já estavam próximo da morte e desejavam o batismo cristão.
Evidentemente à base da definição do batismo, já mencionado, o batismo cristão é a completa imersão ou submersão em água, não um mero derramamento ou aspersão de água sobre a pessoa; os próprios exemplos bíblicos de batismos confirmam este fato.
O eunuco etíope pediu para ser batizado quando chegara a certo lugar onde havia água (Atos 8.36). «Ambos desceram à água» (Filipe e o eunuco), e depois ambos saíram da água (8.38,39). Fica subentendido, que o eunuco não foi batizado numa poça de água e nem numa pequena lagoa cuja água dava até os tornozelos, mas era um grande corpo de água, de modo que tiveram de andar para entrar e sair.
Além disso, o batismo cristão é o símbolo da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo. Isto indica a «submersão completa», enquanto, que o batismo por aspersão e por derramamento, nada tem a se identificar com a morte, sepultamento e ressurreição de Cristo;

IV- Pra quem é o batismo?
O batismo não poder ser administrado a uma pessoa não convertida, pois, Jesus ordenou que seus discípulos fizessem discípulos e os batizassem. Nunca os ensinou a batizarem infantes ou não convertidos (Mat 28.19). Tudo isto está bem claro em todos os exemplos bíblicos nos quais registramos abaixo:
a) Os quase três mil batizados em Pentecostes: Mostra-nos que o batismo em água seguiu-se à pregação e à conversão dos ouvintes; «Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados» (Atos 2.38, cf. v42). 
b) Os convertidos de Samaria: Foram somente batizados depois que «creram» nas palavras de Filipe que lhes pregava a Cristo, isto é, depois de convertidos (Atos 8.5-13).
c) O eunuco etíope: Após ouvir a pregação de Filipe a respeito de Jesus Cristo que, acarretou no arrependimento e conversão do eunuco, o mesmo disse a Filipe: «Eis aqui água, que impede que eu seja batizado?» (Atos 8.36). «E mandou parar o carro e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou (v. 38)»
d) Saulo de Tarso: Foi batizado após o terceiro dia da sua conversão (Atos 9.3-18).
e) Cornélio e os seus: Foram batizados somente depois de ouvirem a Palavra de Cristo e também depois do recebimento do Dom do Espírito Santo, confirmando que haviam convertidos a Jesus Cristo (Atos 10.36-48).
f) Lídia e sua casaForam batizados depois da «decisão de fé». O Senhor Jesus lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia, isto é, evangelho de Cristo (Atos 16.14, cf. vv.13,15).
g) O carcereiro de Filipos e os seus receberam  o batismo após «crerem» em Jesus Cristo (Atos 19.30-33).
h) Alguns de Éfeso: Assim que creram no Senhor Jesus é que foram batizados (Atos 19.2-5).
i) Muitos dos Coríntiosouvindo a Paulo, criam e eram batizados (Atos 18.8). 

Os exemplos que acabamos de citar, provam cabalmente de que o batismo nas águas somente poderá ser ministrado a uma pessoa realmente «convertida» a Cristo. Atualmente existe um seguimento religioso que têm por hábitos batizar pessoas sem exigir delas o arrependimento. O método sempre consiste em explorar os sentimentos das pessoas; que se batizam porque sentiram desejo, vontade, como se o batismo fosse um impulso dosentimentodo desejo e da vontade do indivíduo.
Para tal seguimento, o batismo em água está «alienado do arrependimento», da «salvação» em Jesus Cristo caracterizado mediante uma fé viva no Sacrifício Vicário de Jesus. Quem não «crê» (inclui aceitar a Jesus Cristo como Salvador pessoal e obediência contínua em Seus mandamentos) já está condenado, porquanto, não «crê no nome de Jesus Cristo» (João 3.16-21).
Por isso, batizar alguém sem exigir dele o arrependimento, que resulta na conversão e no batismo espiritual, é muita falta de responsabilidade e desconsideração para com a verdade.
 
Outra questão a ser enfocada é esta; qual é a idade mínima para o batismo? Como uma criança pequena não pode ser batizada (conforme já visto), há uma idade limite (embora haja um pouco de diferença de uma criança para outra) onde o período da inocência se acaba. Por isso, a idade propícia que se adequada com os padrões divinos, outorgada pelo Senhor Jesus é «a partir dos 12 anos» (Lc 2.42), este é o período da «maturidade».
 A partir dos 12 anos de idade o menino ou a menina pode ser batizado(a), desde que se tenha arrependido(a) de seus pecados, nascido de novo (Atos 2.38). Mesmo os filhos de pais convertidos ao Senhor Jesus Cristo (que tenham passado pela experiência do batismo), precisam também se converter ao Senhor Jesus, ao completar os 12 anos idade; para daí poderem batizar-se. Apesar de serem “santos” como ensinou Paulo (1 Cor 7.14), todavia,  isto não significa que estarão «isentos» de uma futura confissão pessoal de seus pecados, pelo contrário, a confissão dos pecados pessoais (e o abandono deles), é ato necessário para a salvação (Prov 28.13; 1 João 1.9).
Em suma; o batismo em água somente pode e deve ser administrado a pessoas que tenham realmente convertidas, que tenham recebido o batismo espiritual,  e que tenham consciência da necessidade e importância do batismo no plano salvífico. Além disso, o batismo só pode ser administrado a alguém que tenha 12 anos idade, ou mais (At 2.38; 10.48; Rom 6.3-11; Col 2.12). E assim, o batismo era administrado aos novos convertidos que podiam fazer uma «profissão inteligente de fé» no Senhor Jesus Cristo (Atos 8.36,38). Essa profissão de fé deve ser estendida a uma profissão «eterna de fidelidade» e obediência aos mandamentos de Jesus (Mat 10.22; Apoc 2.10). Por fim, não se pode batizar alguém que não esteja comprometido com a Causa de Cristo e principalmente com Cristo. Para se batizar é preciso estar «...em Cristo» (2 Cor 5.17), e não fora ou distante de Cristo. Pois o batismo está reservado a pessoas convertidas.

V- A Santa Ceia
 A instituição da Ceia do Senhor Jesus ocorreu no decorrer da Última Páscoa, celebrada por Jesus e os Seus discípulos, na noite em que Jesus foi traído. Foi instituída na sexta-feira do dia 14 de Nisã (João 13.30), antes de Sua saída para o Getsêmani, onde Jesus orou em agonia ciente do que estava por suceder (Mat 26-27). Portanto, ocorreu no mesmo dia da crucificação e morte de Jesus Cristo.   
     
Por ocasião da Última Páscoa, Jesus tomou dois dos elementos que faziam parte da Páscoa e, transforma a antiga Páscoa na Ceia do Senhor Jesus. A Páscoa judaica havia cumprido seu propósito. Pois, profeticamente ela apontava para o sacrifício de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus (João 1.29). O Êxodo deu vida à nação de Israel. O sacrifício de Cristo fez nascer a Igreja, um povo proveniente de todas as nações.
  «Enquanto comiam, tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. E, tomando o cálice e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos. Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Concerto, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados» (Mat 26.26-28).

    «...Enquanto comiam...» (o cordeiro assado). Enquanto pensavam na grande libertação que Deus concedera a Israel segundo a Antiga Aliança; o Senhor Jesus providenciava a comemoração de um novo livramento, segundo a Nova Aliança, mediante o derramamento do sangue, e o sacrifício de um Cordeiro diferente. Cumpre Jesus as verdades tipificadas na Páscoa judaica, deixando-a de lado para dar lugar à Páscoa da Nova Aliança, A Ceia do Senhor Jesus Cristo, a Santa Ceia.
    «...tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu e deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo». Lucas acrescenta dizendo: «que por vós é dado; fazei isto em memória de mim» (Luc 22.19, ver também em 1 Cor 11.24). Jesus tomou um pão asmo (sem fermento) disponível na Páscoa, proferiu uma bênção, partiu-o e deu aos seus discípulos, dizendo: «...isto é o meu corpo», isto é, Jesus deu um novo significado ao rito, dizendo que o pão representava o Seu corpo. Jesus considerou a Si mesmo como o Cordeiro Pascal, oferecendo-se em sacrifício para a libertação da humanidade. Na Páscoa judaica, o pão sem fermento significava os sofrimentos dos filhos de Israel, por isso chamado de «o pão da aflição» (Dt 16.3).
Na Santa Ceia, o pão sem fermento, ilustra o sofrimento e morte de Jesus Cristo. A distribuição dos pedaços significa para que os que recebem, participação nos benefícios daquele Santo Sacrifício. Por isso, a Santa Ceia é também chamada de «comunhão» (gr koinonia), que literalmente significa «participação». Embora que Jesus na ocasião não estivesse ainda literalmente sido oferecido em sacrifício, contudo, Ele antecede o acontecimento, conscientizando assim os Seus discípulos sobre o Novo significado da Páscoa: «Fazei isto em memória de mim» (Luc 22.19). Isto comemora e renova o que Jesus fez por nós
.
    «...E, tomando o cálice, e dando graças...». Este era o terceiro cálice de vinho (isto é, vinho não-fermentado misturado com água) que se bebia na Páscoa, chamado de «o cálice da bênção» (1 Cor 10.16), porque uma benção especial era pronunciada sobre ele; era considerado o cálice principal, já que era tomado depois de comer o cordeiro (comer o cordeiro era a hora mais sublime da Ceia pascal, por isso, é que Judas não comeu o cordeiro, mas saiu antes). Assim, como Jesus abençoou o pão antes de partir, também deu graças pelo cálice, antes de distribuir aos Seus discípulos.
    «...Bebei dele todos..». A distribuição do cálice lembra-nos a «comunhão» do sangue de Cristo (1 Cor 10.16), ou seja, compartilhar dos benefícios obtidos através da Sua morte redentora. Na ocasião todos os discípulos de Jesus (exceto Judas Iscariótes) compartilharam do corpo e do sangue de Jesus Cristo, representados pelo «pão asmo» e pelo vinho».

    «...Porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança...». Na distribuição do cálice, Jesus anuncia aos Seus discípulos que uma Nova Aliança estava sendo instituída, mediante a Sua morte sacrificial, que estava sendo selada com o Seu próprio sangue, representada pelo cálice. A Aliança instituída por Cristo é chamada «Nova» porque contrasta àquela feita com Israel no monte Sinai, ao iniciar o período da Lei.
A primeira Aliança foi estabelecida pelo sangue aspergido de animais sacrificados (Heb 9.16-22). A Nova Aliança tornou-se válida, através do Sangue Imaculado de Jesus Cristo, vertido na cruz (Heb 8.6-13). A Antiga Aliança era das obras; requeria obediência a Lei (Êx 24.3-8). A Nova Aliança leva ao perdão dos pecados e à transformação da natureza humana; que permite que a Lei do Senhor Jeová seja amada e guardada (Jer 31.31-34; Rom 3.23-31).

    «...Derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados». Todos aqueles que, pela fé aceitam para si o sacrifício expiatório de Cristo, recebe o perdão dos seus pecados. «Todos»: A redenção é oferecida para «todo aquele que crê»; todos podem vir, ninguém é excluído senão àquele que assim o deseja. A religião certa, é aquela que soluciona o problema do pecado. O Verdadeiro Cristianismo é esta religião, porque o Seu fundador é Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos (1 Tim 1.15; 2.3-6).


Conclusão
Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, veio à terra para aniquilar o pecado e dar oportunidade à humanidade de obter a eterna e feliz vida no Reino dos Céus. O renascimento espiritual no homem, se inicia na fé em Jesus Cristo, no verdadeiro desejo de ser libertado do jugo do pecado e levar uma vida de acordo com a vontade de Deus. Com esse renascimento, nosso Senhor Jesus Cristo ainda nos consentiu a ressurreição dos mortos, quando Ele diz:
"Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem, viverão" (João 5:25).
Porém, somente a fé e o desejo do ser humano não são suficientes. É preciso aforça da graça, para que se realize o renascimento espiritual do indivíduo. Esta força da graça penetra a alma da pessoa, submergindo-a em água, durante o batismo.
Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu o mistério do batismo, após a Sua ressurreição dos mortos, quando Ele apareceu aos Seus discípulos e disse:"Ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-as a observar todas as coisas que vos mandei..." (Mt 28:19-20). "O que crer e for batizado, será salvo; o que, porém, não crer, será condenado" (Mc 16:16).

Fonte: http://www.fatheralexander.org

Obras consultadas:
www.doutrinasbiblicas.com
 www.PalavraPrudente.com.br

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira
fonte portal ebd

ADOLESCENTES - Lição 8: "Ficar" ou santificar-se?


4º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 8: "Ficar" ou santificar-se?

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: Cartas que ensinam
Comentarista: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO 8 – “FICAR” OU SANTIFICAR-SE?

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Entender os conselhos paulinos na Epistola aos Tessalonicenses, conscientizando-se de que o servo de Deus (independente da faixa etária) deve ter uma vida separada (santa), afim de que possa agradar a Deus.


Para refletir
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.”(1 Ts. 5:23 – ARC)

O alvo dessa oração do apostolo Paulo é a santificação total dos que se convertem à Deus, que todo o nosso corpo, alma e espírito sejam santificados para uso e posse de nosso SENHOR..


Texto Bíblico: 1 Ts. 4:1-7.

Introdução
A esperança de todos que obedecem a Deus, que acreditam sem reservas na Sua existência e no seu poder, está na vinda de Jesus, até porque se já estiverem mortos no dia do Senhor, serão ressuscitados (I Ts. 4:16); se ainda estiverem vivos, Jesus os levará com Ele (I Tess. 4:17).
Por esta razão vamos estudar a palavra de Deus para não sermos enganados


O que é o Arrebatamento da igreja?A palavra “arrebatamento” não aparece na Bíblia. O conceito de Arrebatamento, entretanto, é claramente ensinado nas Escrituras. O Arrebatamento da igreja é o evento no qual Deus remove todos os crentes da terra para abrir caminho para que Seu justo julgamento seja derramado sobre a terra durante o período da Tribulação. O Arrebatamento é descrito principalmente em I Tessalonicenses 4:13-18 e I Coríntios 15:50-54. I Tessalonicenses 4:13-18 descreve o Arrebatamento como Deus ressuscitando todos os crentes que já morreram, dando a eles corpos glorificados. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses 4:16-17).

I Coríntios 15:50-54 focaliza na natureza instantânea do Arrebatamento e nos corpos glorificados que receberemos. “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Coríntios 15:51-52).

O Arrebatamento é o acontecimento glorioso que devemos todos esperar ansiosamente. Finalmente fica

LIÇÃO 09 - A MORDOMIA DO TRABALHO / SLIDES / CLASSE ADULTOS

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