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17 dezembro 2012

Uma vez casado, casado para sempre!



Uma vez casado, casado para sempre!
Uma vez casado, casado para sempre!
Uma vez casado, casado para sempre!´Se você quiser viver mais tempo, perca peso´. Isto é o que diz um estudo recente e amplamente divulgado, o qual foi publicado no New England Journal of Medicine (Jornal de Medicina da Nova Inglaterra).
Mas, na verdade, há uma outra maneira, mais eficaz, a fim de aumentar a sua longevidade, de seu cônjuge e de seus filhos, sem que tenham que suar tanto ou sofrer com uma dieta rigorosa. Basta que permaneça casado.
De acordo com um estudo, recentemente publicado no American Journal of Public Health (Jornal Americano de Saúde Pública) e no American Psychologist (Jornal de Psicologia Americana), tanto a separação de uma pessoa, quanto o divórcio de seus pais, reduziram, consideravelmente, a expectativa de vida de um grupo de 1500 crianças, as quais foram pesquisadas ao longo de suas vidas.
É verdade. O divórcio pode colocar a sua saúde em risco. Homens e mulheres que experimentaram o divórcio em algum período de sua vida, mesmo tendo se casado novamente, ainda assim tiveram 40% mais chances de ter uma diminuição do tempo de vida que aqueles que permaneceram casados. Aqueles que não se casaram novamente ficaram em situação mais delicada. Homens que permaneceram divorciados ou separados apresentaram um índice de 120% a mais de probabilidade de diminuir a perspectiva de vida. Entre as mulheres, o risco pulou para 80%.
Dr. David B. Larson, Presidente do Instituto Nacional de Pesquisa para o Cuidado da Saúde (National Institute for Healthcare Research – NIHR), em Rockville, MD, divulgou, recentemente, um relatório de uma extensa pesquisa com muito mais detalhe sobre o impacto do divórcio sobre a saúde. Entre outras descobertas, o Dr. Larson descobriu que as pessoas divorciadas tinham mais probabilidade de ficarem doentes. Entre os homens, a probabilidade de ter problemas cardiovasculares era duas vezes maior do que em homens casados. Na verdade, homens divorciados que não fumavam corriam um risco apenas ligeiramente menor do que os casados que consumiam uma carteira de cigarros por dia.
Conquanto a ameaça de uma morte prematura não tenha um grande efeito na mente dos casais que estão pensando em se divorciar, o fato de que isto pode abreviar a vida de seus filhos deve ser razão suficiente para levá-los a refletir.
É interessante observar que os resultados negativos associados com o crescimento num contexto de separação podem ser compensados pela fé cristã. O Dr. Larson descobriu que a experiência religiosa não apenas diminui a possibilidade do divórcio, como também é um prognóstico de uma grande satisfação no casamento. Indo além, muitos outros estudos têm mostrado o relacionamento positivo entre a experiência religiosa e uma maior longevidade.
Um estudo sobre a população idosa, publicado no American Journal of Epidemiology (Jornal Americano de Epidemiologia), descobriu que os menos religiosos tinham um grau de mortalidade duas vezes maior do que aqueles que eram mais religiosos, independentemente de idade, estado civil, educação, raça, sexo. Um outro estudo, de 10 anos, com 2.700 pessoas, revelou que o aumento de freqüência à igreja era o único fator social que, efetivamente, diminuía a taxa de mortalidade entre as mulheres.
Enquanto o divórcio é claramente uma grande questão pública da saúde, fazer com que o índice de crescimento diminua é um trabalho muito difícil. Mas não é de maneira nenhuma impossível. Convencer as pessoas a perder peso é também muito difícil. Contudo, muitas pessoas, em todo lugar, sacrificarão um Big Mac, procurarão os Vigilantes do Peso, freqüentarão uma Academia de Ginástica, um SPA, etc. Sempre com o objetivo de perder peso, para que possam viver mais tempo e ter melhor qualidade de vida.
Quem sabe, um novo marketing para promover o casamento precisa ser desenvolvido? Os shows da TV poderiam mostrar mais casais casados e menos casais divorciados; conselheiros matrimoniais e terapeutas de casal poderiam aparecer mais nos meios de comunicação; as novelas poderiam mostrar casais tentando melhorar e salvar o casamento; frases sobre a importância do casamento poderiam ser impressas nas certidões de casamento. Se essas iniciativas não ajudarem em muita coisa, ao menos elas darão um novo significado para o termo ´uma vez casado, casado para sempre´.
Por: Gracie S.Hsu | Click Família
fonte http://www.amigodecristo.com

Número de divórcios no País aumenta 45,6% em 2011 e é recorde



Número de divórcios no País aumenta 45,6% em 2011 e é recorde
Número de divórcios no País aumenta 45,6% em 2011 e é recorde


Em 2011, foram registrados no País 351.153 processos judiciais concedidos ou escrituras públicas de divórcio – um crescimento de 45,6% em relação a 2010 e recorde. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (17) a pesquisa Estatística do Registro Civil 2011, o aumento no número de divórcios está relacionado a mudanças na legislação sobre o tema. Em 2011, ele se deve à aprovação da Emenda Constitucional nº 66, que deu nova redação ao parágrafo 6º do Artigo 226 da Constituição Federal.
Com a alteração, os prazos prévios para requerimento de divórcios foram suprimidos o que possibilitou, sem maiores requisitos burocráticos, a dissolução das uniões formais. Esse fator foi, na avaliação do IBGE, “primordial também para que, no cotidiano, o divórcio se tornasse, de vez, a forma efetiva de dissolução dos casamentos, sem etapas prévias necessárias”.
Para o gerente da pesquisa, Cláudio Crespo, as alterações na lei foram fundamentais para o aumento expressivo no número de divórcios no país. “Com as mudanças, uma pessoa que casou na semana passada pode se divorciar hoje. Antes, isto era impossível.
Era necessário ter um ano de casado para solicitar um processo de separação ou dois anos para entrar com o divórcio direto. E a Lei suprimiu a necessidade de ter um processo de separação e todos os prazos foram eliminados”, disse.
Em entrevista à Agência Brasil, Crespo ressaltou ainda a retirada da exigência de um motivo específico para a concretização da separação. “Essa decisão, especificamente, elimina a perspectiva da atribuição de culpa para um dos requerentes. E esse foi um fator primordial para que a taxa de divórcio tivesse registrado essa elevação que teve em 2011.”
Para Crespo, 2011 foi um ano atípico: “Evidentemente que a cada mudança na legislação que torne mais rápido o processo, há um crescimento no número de divórcio porque ele se torna mais rápido e mais fácil. Mas, no ano passado, o número de divórcios foi um tanto quanto maior”.
Na avaliação de Crespo, mesmo que haja queda no número de divórcios dentro de alguns anos, o patamar continuará acima do estabelecidos em 2009, quando a taxa de divórcio era 1,4 para cada grupo de mil habitantes. Hoje, essa taxa chega a 2,6 divórcios para cada grupo de mil habitantes.
As Estatísticas do Registro Civil são publicadas no país desde 1974. Os dados de separações e de divórcios ocorridos no país foram incorporados ao conjunto de temas em 1984.informaçõesIG

fonte  http://www.amigodecristo.com

Polícia na China prende mais de 90 pessoas por rumores do apocalipse



Polícia na China prende mais de 90 pessoas por rumores do apocalipse
Polícia na China prende mais de 90 pessoas por rumores do apocalipse
A agência oficial de notícias Xinhua, da China, divulgou que as autoridades daquele país prenderam 93 pessoas acusadas de espalhar rumores do apocalipse.
A operação prendeu pessoas de sete estados que estavam distribuindo panfletos sobre o fim do mundo, discos livros e banners sobre o tema também foram recolhidos pela polícia local.
Entre os detidos estão seguidores do banido culto “Deus Todo-Poderoso” que acabou chamando a atenção do governo chinês, pois para eles a intenção da seita é destruir o Partido Comunista.
As superstições sobre o fim do mundo no dia 21 de dezembro têm gerado diversos boatos na China, um deles diz que a partir desta data o Sol não vai brilhar e que a energia elétrica ficará três dias sem funcionar.
Esses boatos têm gerado a grande procura por velas e fósforos, tanto que na Província de Sechuan já há informações de que estes produtos estão em falta. Outros, porém estão sendo atraídos para propagandas enganosas que oferecem veículos com poder de salvar as pessoas do fim do mundo.
O governo chinês também anunciou a prisão de um homem que feriu 23 crianças em uma escola depois que ficou “psicologicamente afetado” com as previsões a respeito do fim do mundo.
Identificado como Min Yongjun, o homem teria se dirigido até uma escola primária próxima de sua residência e atacou não só os pequenos como também uma adulta que trabalhava no local. As autoridades da Província de Henan informaram que Min sofria de epilepsia. Ele foi preso por ameaçar a segurança pública. As informações são da Folha de SP.

Veja Mais: Previsões e profecias a respeito do fim do mundo que não aconteceu fontehttp://www.amigodecristo.com


Ageu, o compromisso do povo da aliança


Ageu, o compromisso do povo da aliança
Amados, diante de uma vastidão de informações sobre Ageu e sua profecia, mas uma vez me deterei na aplicação prática das lições que aprendemos com o profeta e o seu tempo.

REPENSANDO A NOSSA MISSÃO E PRIORIDADES
Assim fala o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. Veio, pois, a palavra do SENHOR, pelo ministério do profeta Ageu, dizendo: É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? [...] Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Subi o monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei e eu serei glorificado, diz o SENHOR.  (Ag 1.2-4, 7-8)
Para cada tempo Deus tem uma missão para o seu povo. Nos dias de Ageu, quando falou aos exilados que retornaram à sua terra, a reconstrução do Templo era a missão prioritária. Em vez de cumprir as orientações do Senhor para a realização da sua obra, o povo negligenciou a tarefa e passou a se preocupar com os seus próprios interesses. A palavra hebraica traduzida por “deserta” é harebh, que significa também devastada, arruinada, assolada, em ruínas.
Diferente da missão outorgada aos ouvintes de Ageu, a nossa, na condição de igreja, não é prioritariamente a construção de templos, mas a edificação de vidas. A igreja é edificada quando vidas são edificadas:
[...] e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, (Mt 16.18)
Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; (Ef 2.19-20)
E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo, (Ef 4.11-12)
Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. (1 Ts 5.11)
Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo, conservai a vós mesmos na caridade de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna. (Jd 20)
Contemplamos na atualidade uma séria inversão de valores, manifesta no fato de que estamos trocando as pessoas por concreto e ferro. A construção de templos é em alguns casos motivada por competição e ostentação. Em outros casos a ideia é utilizar a suntuosidade, o luxo e o conforto dos templos para atrair “clientes” e “público”. Precisamos perguntar para nós mesmos: É de fato necessário? É para a glória de Deus? 
Não estamos com isso generalizando, pois temos também espaços litúrgicos adequados, simples e funcionais. É preciso ainda considerar algumas questões pertinentes aos nossos tempos, onde o espaço de culto é necessário. Não estou aqui julgando, mas apenas alertando quanto às questões aqui expostas. Se você constrói, construa para o louvor do Senhor, construa sob a direção e aprovação do Senhor. Que a nossa consciência possa estar em paz diante de Deus, que as nossas ações possam estar fundamentadas em sua palavra. 
Enquanto vemos alguns “prédios” sendo construídos e reconstruídos, enquanto enriquecemos os empresários da construção civil, contemplamos tristemente a ruína e o empobrecimento de vidas que carecem de socorro, atenção e ajuda, a ruína e o empobrecimento da doutrina, a ruína e o empobrecimento da ética e da moral conforme o padrão de Jesus, a ruína e o empobrecimento do amor e da misericórdia, a ruína e o empobrecimento da simplicidade, a ruína e o empobrecimento de instituições que na placa e na declaração de fé se intitulam de cristãs.
Precisamos nos voltar para a edificação da Igreja. Precisamos nos voltar para a edificação e reconstrução de vidas, casamentos, famílias e ministérios (vocações). Precisamos investir mais na pregação do evangelho e no discipulado. Precisamos cumprir a missão de Deus para a nossa geração.
A LEI DA SEMEADURA E DA COLHEITA
Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe salário num saquitel furado. [...] Olhastes para muito, mas eis que alcançastes pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu lhe assoprei. Por quê? -- disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, e cada um de vós corre à sua própria casa. Por isso, retêm os céus o seu orvalho, e a terra retém os seus frutos. E fiz vir a seca sobre a terra, e sobre os montes, e sobre o trigo, e sobre o mosto, e sobre o azeite, e sobre o que a terra produz, como também sobre os homens, e sobre os animais, e sobre todo o trabalho das mãos. [...] Há ainda semente no celeiro? Nem a videira, nem a figueira, nem a romeira, nem a oliveira têm dado os seus frutos; mas desde este dia vos abençoarei. (Ag 1.5-6; 9-11; 2.19)
Deus em graça nos concede “sementes”. Sementes são recursos espirituais e materiais que o Senhor nos confia para realizarmos uma boa semeadura. Quando semearmos de maneira errada, com certeza passaremos por dificuldades e escassez. Um texto bíblico nos mostra claramente como funciona a lei da semeadura e da colheita:
E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. (2 Co 9.6-11)
O contexto da passagem acima tem haver com uma oferta levantada pelo apóstolo Paulo para ajudar os irmãos pobres que estavam na Judeia. Os princípios que podemos extrair são:
- A semeadura é feita no campo, roça e terreno do outro (daquele que necessita da semente), no caso aqui a igreja de Corinto semearia na Judeia.
- Semeamos nas outras vidas, mas colhemos em nós mesmos. Nossa colheita é proporcional a nossa semeadura (v. 6)
- A semeadura deve ser regada pela alegria (v. 7)
- A semeadura faz com que Deus nos dê em tudo toda suficiência, em todo o tempo, para superabundarmos (medida excedente) em toda a boa obra (v. 8)
- As sementes que recebemos de Deus são para ser espalhadas entre os que delas precisam (v. 9)
- A nossa generosidade em semear fará com Deus multiplique o nosso bom depósito, multiplicando com isso as sementes em nós e a semeadura por nós (v. 10)
- O nosso enriquecimento espiritual e material sempre terá como objetivo a prática da generosidade, da liberalidade em socorrer, ajudar, contribuir, compartilhar (gr. haplotes).
Observando os princípios aqui citados, pode-se perceber a razão da falência, da insuficiência e escassez nas vidas daqueles para quem Ageu profetizou, e na vida daqueles que hoje trilham o caminho da avareza, do acúmulo de bens, da falta de amor ao próximo, da indisposição em cooperar com a obra que temos para realizar.
A PALAVRA DE DEUS PRODUZ O GENUÍNO AVIVAMENTO
Então, ouviu Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e todo o resto do povo a voz do SENHOR, seu Deus, e as palavras do profeta Ageu, como o SENHOR, seu Deus, o tinha enviado; e temeu o povo diante do SENHOR.  Então, Ageu, o enviado do SENHOR, falou ao povo, segundo a mensagem do SENHOR, dizendo: Eu sou convosco, diz o SENHOR.  O SENHOR despertou o espírito de Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e o espírito do resto de todo o povo; eles vieram e se puseram ao trabalho na Casa do SENHOR dos Exércitos, seu Deus, (Ag 1.12-14)
As palavras do profeta Ageu eram a voz do SENHOR falando ao seu povo, apelando para que refletissem sobre aquele comportamento reprovável: “Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos” (Ag 1.5, 7).
A palavra provocou temor a Deus (hb. yare, que pode ser traduzido por respeito e reverência). O temor do povo fez com que o Senhor levantasse (hb.‘ur, que pode ser traduzido por despertar, acordar) o ânimo dos líderes e do povo. O verdadeiro avivamento gera uma mudança de conduta. Os líderes e o povo se voltaram para realizar a obra de Deus, a missão dada pelo Senhor para aquela geração: “e vieram e trabalharam na Casa do SENHOR”.
UMA GLÓRIA AINDA MAIOR
Ora, pois, esforça-te, Zorobabel, diz o SENHOR, e esforça-te, Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e esforçai-vos, todo o povo da terra, diz o SENHOR, e trabalhai; porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos, (Ag 2.4)
Grandes conquistas envolvem grandes esforços. Nenhum projeto de reconstrução é fácil, mas tendo o Senhor ao lado, cooperando conosco, temos a certeza de que alcançaremos os objetivos estabelecidos.
Como falei no início, o grande projeto de Deus para os nossos dias é a reconstrução de vidas, casamentos e famílias. As pessoas estão no centro da atenção de Deus. O Senhor deseja que sejamos cooperadores dele na promoção do bem ao próximo. Ele quer que sejamos canais de bênçãos.
Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos; e, neste lugar, darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos. (Ag 2.8-9)
Aprendemos ainda com a mensagem de Ageu que é possível reconstruir o que foi destruído por causa dos nossos pecados. Não apenas é possível a reconstrução de vidas, casamentos, famílias, ministérios, etc., mas a reconstrução pode vir também acompanhada de algo melhor e maior do que aquilo que existia antes, pode vir acompanhada de um tempo de paz. É a graça de Deus que possibilita tudo isso aconteça para a sua glória. Ele nos oferece todos os recursos necessários para o projeto de reconstrução: “Minha é a prata e meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos.”
Termino este breve texto com uma mensagem de fé e encorajamento. Se alguém lhe falou que aquilo que foi destruído não tem mais jeito, procure ouvir o que Deus tem a dizer sobre o assunto. Leia a Bíblia e leia as circunstâncias, pois o Senhor fala de várias maneiras. Não desista daquilo que Deus não desistiu.
A glória do Senhor na tua vida será maior.
A glória do Senhor no teu casamento será maior.
A glória do Senhor na tua família será maior.
A glória do Senhor no teu ministério será maior.
Façamos a obra que Ele nos mandou fazer!
Paulista-PE, 12/12/2012
 fonte portal ebd

O reconhecimento da Palestina como Estado observador não membro da ONU - entendendo um pouco o conflito árabe-israelense


O reconhecimento da Palestina como Estado observador não membro da ONU - entendendo um pouco o conflito árabe-israelense
                                                Recentemente, um querido pastor foi porta-voz de um pedido de alguns irmãos no sentido de que produzíssemos um artigo de esclarecimento sobre o conflito árebe-israelense.
                                               Poucos dias depois deste pedido, vemos a aprovação, pela Assembleia Geral da ONU, do pedido da Autoridade Nacional Palestina para que fosse considerada um Estado observador não membro daquela organização, mais um passo para que a comunidade internacional reconheça a Palestina como Estado e isto exatos 65 anos depois que a mesma Assembleia Geral da ONU, em sessão presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, aprovou a partilha da Palestina em dois Estados, um árabe e outro judeu, o que deu nascimento ao Estado de Israel em 1948.
                                               Para bem entendermos este conflito entre árabes e judeus na Palestina, devemos nos lembrar que a Palestina ou Terra de Canaã foi conquistada pelos israelitas sob o comando de Josué, após quarenta anos de peregrinação no deserto após a libertação de Israel no Egito.
                                               Deus cumpria, assim, a Sua promessa feita quatrocentos e setenta anos antes a Abraão de que daria aquela terra a seus descendentes (Gn.15:13; Ex.12:41; Dt.2:7), uma nação que faria com que todas as nações fossem benditas por conta da posteridade de Abraão (Gn.12:1-3,7; 15:18-21), que o apóstolo Paulo identifica como sendo Cristo Jesus (Gl.3:16).
                                               Embora Deus tivesse dado a Terra de Canaã aos israelitas, havia uma condição para a sua manutenção, qual seja, a observância da lei de Moisés. Se o povo não seguisse a lei, sofreria diversas maldições e a última delas seria a perda da Terra Prometida (Dt.28:64-68).
                                               Diante da idolatria que os israelitas adotaram de forma crescente e intensa a partir do reinado de Salomão, o que, inclusive, levou à divisão do reino de Israel em dois países (I Rs.11:4-13; 12:16-19), Deus cumpriu a Sua Palavra, de modo que o reino do norte, chamado reino de Israel, que abrangia dez das doze tribos, foi completamente destruído e sua gente espalhada (II Rs.17), passando o seu território a ser ocupado por estrangeiros, que, misturados a alguns israelitas, deu origem aos samaritanos.
                                               Já o reino do sul, chamado reino de Judá, não foi destruído, mas foi levado cativo para a Babilônia, onde ficou por setenta anos (II Cr.36:11-23), período em que seu território foi mantido inabitado pelo Senhor. O reino de Judá não foi destruído, apesar de sua idolatria, por causa da promessa de Deus de que da casa de Davi viria o Messias, o Salvador do mundo, a posteridade de Abraão (II Sm.7).
                                               Passados os setenta anos, os judeus retornaram para a Terra de Canaã, ainda que não todos os judeus, pois boa parte dos judeus continuou a morar nas cidades para onde haviam sido levados durante o cativeiro da Babilônia, até porque o Império Persa, que substituiu o Império Babilônico, sempre fora favorável aos judeus.
                                               Os judeus mantiveram-se na Terra Prometida durante o período dos Impérios Persa, Grego e Romano, tendo, ademais, constituído grandes colônias em todas as principais cidades daquela época, como Alexandria, que foi construída por Alexandre, o Grande, no Egito.
                                               Tendo vindo Jesus ao mundo, entretanto, os judeus não O receberam (Jo.1:12), rejeitaram-n’O como o Messias, a ponto, inclusive, de declararem que queriam que Seu sangue caísse sobre eles e sobre seus filhos (Mt.27:25).
                                               Com a morte de Cristo, a lei foi cumprida e, portanto, não mais vigorou (Jo.1:17; Gl.3:19,24,25) e uma das consequências disto é que não havia mais a necessidade da permanência de Israel na Terra Prometida.
                                               Com efeito, profeta Daniel já havia profetizado que, depois do Messias, haveria a destruição de Jerusalém e do templo (Dn.9:26), o que foi repetido pelo Senhor Jesus (Mt.24:1,2).
                                               No ano 70, o general Tito, que viria depois a ser imperador romano, invadiu Jerusalém e destruiu o templo. Em 135, depois de nova rebelião dos judeus contra os romanos, o imperador Adriano expulsou os judeus de Canaã, que passou a ser, inclusive, chamada de Palestina.
                                               A região, que já era habitada por samaritanos e outras etnias, pois já havia um bom número de cidades construídas tanto por gregos quanto por romanos com costumes pagãos, passou a ser habitada, também, ao longo dos séculos, por tribos árabes, muitas delas nômades.
                                               Estas tribos árabes, porém, passaram a ocupar permanentemente a região a partir do século VII, com a unificação dos árabes sob o comando de Maomé, que criou a religião muçulmana, já que Jerusalém passou a ser o terceiro principal centro de adoração do Islamismo, ante a crença muçulmana que foi dali que Maomé fez sua “viagem aos céus”, local onde, inclusive, foi construída a “Mesquita de Omar”, exatamente no lugar onde, antigamente estava o templo de Jerusalém.
                                               Toda a região, portanto, passou a ser habitada permanentemente pelos árabes, mesmo depois da perda da independência política e o domínio dos turcos sobre a Palestina, primeiramente pelos seldjúcidas e, depois, pelos otomanos, que controlaram o país até 1917, quando o Império Otomano, que havia ficado na Primeira Guerra Mundial do lado da Alemanha, perdeu o controle desses territórios para os Países Aliados, tendo Canaã passado a ser administrada pela Grã-Bretanha.
                                               Os judeus viveram durante todo este tempo espalhados por todo o mundo, sofrendo cruéis perseguições em vários países, em diversas épocas, pois, como era um povo que não aceitava se misturar com os demais, naturalmente sofria a rejeição das demais nações, ainda mais quando, ao longo da história, passaram, por força das circunstâncias históricas, a ser um povo consideravelmente próspero em termos econômico-financeiros.
                                               Tais perseguições estavam também previstas na profecia de Daniel (“estão determinadas assolações” – Dn.9:26 “in fine”).
                                               Após diversas perseguições ao longo da história, no final do século XIX, um grupo de judeus passou a defender a tese de que os judeus deveriam voltar para a Palestina, a Terra Prometida, a chamada “Sião”, pois só assim apressariam a vinda do Messias. Surge, então, o movimento sionista, liderado por Theodor Herzl (1860-1904), criado em 1897.
                                               A partir de então, paulatinamente, o movimento sionista começou a defender o retorno dos judeus à Terra Prometida , passando a financiar a imigração de judeus para a Palestina.
                                               A imigração de judeus começou a crescer e, a partir da década de 1920, depois do final da Primeira Guerra Mundial, começaram os primeiros conflitos entre árabes e judeus em Canaã.
                                               Com a Segunda Guerra Mundial, a situação dos judeus piorou enormemente por causa dos nazistas. Com o final da Guerra, os judeus que haviam escapado dos horrores da guerra começaram a imigrar para a Terra Prometida e os conflitos aumentaram grandemente.
                                               O fato é que, como resultado dos horrores da Segunda Guerra Mundial, criou-se um clima favorável à criação de um Estado judeu na Palestina na comunidade internacional, como uma espécie de “compensação” por todo o sofrimento dos judeus.
                                               Os árabes não aceitaram esta situação e procuraram, de todos os modos, que não se aprovasse a criação de um Estado judeu, mas a ONU, que havia sido recentemente criada, em 1947, aprovou a criação de dois Estados na Palestina, um árabe e outro judeu.
                                               Em 1948, no dia seguinte ao final do período em que a Grã-Bretanha tinha para administrar a região, os judeus proclamaram o Estado de Israel, enquanto que os árabes, não aceitando a declaração, iniciaram uma guerra contra Israel, a fim de “lançar Israel ao mar”, ou seja, destruir o Estado judeu, pois defendiam que toda a Palestina deveria ser árabe.
                                               Os judeus venceram a guerra, mas os árabes prosseguiram se recusando a reconhecer o novo Estado judeu. A luta entre os diversos países árabes (Egito, Síria, Iraque, Líbano, Arábia Saudita e Jordânia) foi um fator que impediu que os árabes fossem vitoriosos, pois cada país árabe achava que o território da Palestina deveria lhe pertencer.
                                               Os árabes que moravam na Palestina não receberam apoio para constituírem seu novo Estado. Os outros países disputavam a posse deste território, não aceitavam que os “palestinos” (ou seja, os árabes que moravam na Palestina) tivessem um Estado próprio, como determinado pela ONU. Afinal de contas, estava em jogo o controle de Jerusalém, que deveria ser partilhada em duas cidades pelo plano das Nações Unidas.
                                               Em 1956, houve nova guerra entre árabes e israelenses, com nova vitória de Israel, a chamada guerra de Suez.
                                               Em 1966, a chamada Guerra dos Seis Dias, quando novamente Israel foi vitorioso e ainda tomou os territórios ocupados pelos árabes da Palestina como a Cisjordânia, a Faixa de Gaza, a Península do Sinai, que pertencia ao Egito e as Colinas de Gola, que pertencia à Síria, assim como toda a cidade de Jerusalém.
                                               Logo após esta guerra, a Jordânia, que entendia ter direitos sobre a região habitada pelos árabes da Palestina, expulsou os palestinos que, com a guerra, tinham ido morar em seu território, obrigando os palestinos a se refugiarem em diversos países, principalmente o Líbano.
                                               Em 1973, a chamada Guerra do Yom Kippur, houve nova tentativa dos árabes de destruir Israel, com nova vitória dos israelenses.
                                               Nesse meio tempo, os “palestinos”, verificando que nenhum país árabe queria, na verdade, a sua defesa, passaram a se organizar para defender a criação de um Estado palestino, independente dos demais países árabes. Das várias organizações surgidas, algumas delas se uniram e deram origem à Organização para a Libertação da Palestina (OLP), criada em 1964 e que veio a ser reconhecida como a única e legítima representante do povo palestino desde 1974.
                                               Em 1977, o Egito foi o primeiro país a fazer um tratado de paz com Israel, recebendo de volta a Península do Sinai, que foi desocupada pelos israelenses.
                                               Logo após este acordo de paz, o Likud, partido que estivera na oposição desde a independência de Israel, venceu as eleições, defendendo a tese do “Grande Israel”, juntamente com outros “partidos religiosos”,  ou seja, que Israel deve ter exatamente as fronteiras que Deus disse a Abraão, o que significava a inexistência de um Estado árabe em Canaã.
                                               Dentro desta linha de pensamento, começaram a ser construídos assentamentos judeus em territórios ocupados a partir de 1967, ou seja, tanto na Cisjordânia quanto na Faixa de Gaza.
                                               Em 1990, a Jordânia também fez um tratado de paz com Israel, passando a administrar os santuários muçulmanos de Jerusalém.
                                               Em 1993, Israel e a OLP fizeram um acordo, segundo o qual a OLP desistiu de sua intenção de “lançar Israel ao mar”, ao mesmo tempo em que Israel concordou com a criação da Autoridade Nacional Palestina, um governo semi-independente, que passou a administrar os territórios da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, que foram parcialmente desocupados por Israel (em 2005, os israelenses desocuparam toda a Faixa de Gaza).
                                               Na Autoridade Nacional Palestina, porém, o Fatah, o principal grupo da OLP, passou a perder terreno para o grupo Hamas, criado em 1987, formado com inspiração na Irmandade Muçulmana, organização formada no Egito e que não aceita a existência de Israel.
                                               Após ter vencido eleições parlamentares, o Hamas acabou tomando o poder na Faixa de Gaza em 2007, onde formou um governo, enquanto que o Fatah controla a região da Cisjordânia desde então, estando à frente da Autoridade Nacional Palestina.
                                               Percebe-se, portanto, que o reconhecimento da Palestina como Estado observador não membro pela ONU é mais um passo para que se crie o Estado árabe previsto na partilha de 1947, mas se está muito longe de uma solução pacífica, pois o Hamas não aceita a existência de Israel e Israel, enquanto não tiver garantida a sua existência, não aceita que se crie um Estado árabe na região.
                                               O Fatah, embora aceite a existência de Israel, tem controle apenas da Cisjordânia e tem endurecido a sua posição com a finalidade de conseguir retomar o controle da Faixa de Gaza e voltar a ter a simpatia da maior parte da população palestina, o que o distancia de Israel, tanto que foi sua a iniciativa para que a ONU reconhecesse a Palestina como Estado observador não membro.
                                               Para piorar o quadro, a chamada “Primavera Árabe” que, desde 2011, tem gerado diversas mudanças de governo nos países árabes, tem levado ao poder segmentos políticos que são contrários à existência de Israel, de forma que nem mesmo no Egito e na Jordânia há, hoje, certeza de respeito à existência do Estado judeu.
                                               A Irmandade Muçulmana, por exemplo, controla hoje o governo egípcio e, certamente, o Egito tende a se distanciar consideravelmente de Israel e até mesmo voltar a tornar-se seu inimigo.
                                               A Turquia, país muçulmano que reconheceu Israel desde o nascimento do Estado judeu, hoje tem um governo que também é hostil aos judeus, fazendo com que, atualmente, Israel esteja a sofrer o maior isolamento político de toda a sua história, até porque os Estados Unidos, seu tradicional aliado, já não tem a mesma linha de atuação em favor de Israel desde a posse de Barack Obama como presidente.
                                               No entanto, sabemos, pelas Escrituras, que o mesmo Deus que deu e disse que tiraria de Canaã o povo de Israel, é o mesmo Senhor que também prometeu que, depois de espalhar os israelitas por todas as nações, congregaria os judeus novamente na Terra Prometida, para que ali Israel cumpra a sua missão de reino sacerdotal e povo santo (Ex.19:6; Dt.30:1-10), quando se fizer um novo concerto entre o Senhor e Seu povo (Jr.32:37-44), o que se dará, porém, quando o remanescente de Israel for salvo, reconhecendo a Jesus como o Messias (Rm.11:25-32).
                                               Vemos, pois, que este conflito somente acabará quando Israel crer em Jesus Cristo e, para que isto aconteça, sabemos todos, Israel sofrerá grandemente, estará a ponto da destruição, pois quase todas as nações lhe serão contrárias (Jl.3:1-21) e isto apenas sete anos depois do arrebatamento da Igreja, ao término da septuagésima semana de Daniel (Dn.9:24-27).
                                               Oremos pela paz de Jerusalém, como nos mandam as Escrituras (Sl.122:6), jamais nos coloquemos contra a nação de Israel, que é a propriedade peculiar de Deus entre os povos (Ex.19:5), mas não nos iludamos de que tudo quanto os judeus estão a passar é resultado de sua rejeição a Cristo Jesus.
                                               Ao mesmo tempo, diante destes fatos, que nos mostram quão próximo está o arrebatamento da Igreja, santifiquemo-nos e estejamos preparados para este evento, pois assim nos ensinou o Senhor Jesus: “Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima” (Lc.21:28).
fonte portal ebd

JARDIM DA INFANCIA - Lição 12: Aprendendo a Louvar a Deus em todo o tempo


4º Trim. 2012 - JARDIM DA INFANCIA - Lição 12: Aprendendo a Louvar a Deus em todo o tempo

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFÂNCIA – CPAD
4° Trimestre de 2012
Tema:Valorizando os bons Princípios
Comentarista:Midiam Pessoa, Mônica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 12 - APRENDENDO A LOUVAR A DEUS EM TODO O TEMPO


Objetivo
Ensinar a criança que Deus é merecedor do nosso louvor mesmo quando estamos tristes.


Palavra do dia
CADEIA

Prezado (a) cole o desenho Jd12 fig 1 da galeria de imagens em um cartaz e mostre a alegria de Paulo e Silas mesmo na prisão e acorrentados mais do que os demais presos ali. Enfatizando que Deus está sempre pronto a no ajudar mesmo nas mais difíceis circunstâncias

Fonte: www.sementinhakids.wordpress.com


Aprendendo a bíblia
´´Mesmo assim eu ...  louvarei a Deus...´´(Hc 3:18 – NTLH)


 HISTÓRIA BÍBLICA
Texto Bíblico: Atos 16.11-40

Cantando na prisão
Paulo e seu companheiro Silas havia chegado á cidade de Filipos.
Começaram a falar ás pessoas da cidade:
__ Deus ama a todos vocês. Deus mandou seu filho Jesus ao mundo. Jesus morreu na cruz no lugar de vocês. Ele é o Salvador.

Uma moça começou a acompanhar os dois pregadores.
Ela gritava e gritava.
Aquela moça tinha um espírito mau e um espírito de adivinhação.
A moça estava atrapalhando muito Paulo e Silas.

Então, eles curaram a moça.
Ah! Os patrões daquela moça não gostaram nada daquilo.
Eles ganhavam dinheiro com o que a moça fazia , ficaram muito zangados e mandaram prender  Paulo e Silas.

Na prisão, amarraram as mãos dos pregadores com grossas correntes .
Seus pés foram presos em pedaços de madeira. Eles não podiam andar.
Não podiam pegar o rolo da Bíblia para ler.

__  Nós podemos orar e cantar- disseram Paulo e Silas.
Eles oraram ali no meio dos outros prisioneiros.
Depois, começaram a cantar. Paulo e Silas cantaram lindos hinos sobre o amor de Jesus.
À meia –noite , quando estavam cantando,a terra começou a tremer.As correntes de todos os presos caíram no chão. As portas da prisão se abriram sozinhas.
Mas... ninguém fugiu de prisão.

Todos queriam ouvir mais os cânticos e as orações dos missionários.
Queriam ouvir mais sobre o grande amor de Jesus.
Muitos dos presos confiaram em Jesus.
Até o soldado- chefe que dirigia aquela prisão confiou em Jesus e se tornou um cristão.
E se tornou amigo de Jesus.

Foi uma noite maravilhosa aquela.
Jesus quer ser seu amigo também!
Basta que você abra seu coração, converse com Ele, fale de seus problemas.
Jesus vai estar com você todo o dia.    


Fixando a aprendizagem
Amplie o sedenho Jd12 fig 2 da galeria de imagens para os pequenos colorir

Fonte:www.bibliaeaciencia.blogspot.com

FONTES CONSULTADAS:
·         Bíblia da galerinha
·         53 histórias de Jesus o novo Testamento ilustrado para crianças.


Colaboração para Portal Escola Dominical - Profª Cristina Araújo



 fonte portal ebd

ADOLESCENTES - Lição 12: Fale o que convém!


4° Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 12: Fale o que convém!

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: Cartas que ensinam
Comentarista: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO 12 – FALE O QUE CONVÉM!

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Assimilar os conselhos de Paulo a Tito; conscientizar-se a Bíblia nos ensina a conduzir-se de forma a sermos felizes, por essa razão devemos colocar em pratica os seus conselhos.

 Para refletir 
“Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.”(Tt. 2:1 – ARC).

Neste versículo, Paulo dirigiu-se diretamente a Tito, insistindo que esse tenha sempre o propósito de transmitir a saudável Palavra de Deus, contrastando com as heresias que surgiam tenazmente naquela época. Em nossos dias não é diferente, não são poucas as heresias de um pseudo-evangelho totalmente estranho à genuína Palavra de Deus. O cristão, segundo o conselho de Paulo, deve preocupar-se seriamente em ater-se  a práticas saudáveis, que nos edifique e que os imunize contra doutrinas heréticas.


Texto Bíblico: Tt. 2:1-10.

A Epistola deTito
Autor:Paulo
Data:Cerca de 64 d.C.
Tema:Organização da Igreja, combate à dissensões.e heresias.
Palavras-chave:diligência, compromisso, responsabilidade.

Contexto Histórico e Data
É estranho que uma pessoa cujo nome esteja listado entre os livros do NT seja tão pouco conhecida. Mesmo que Tito fosse companheiro e um valioso colaborador de Paulo, não existe nenhuma menção a seu respeito em Atos. Alguns suspeitam que ele ara irmão de Lucas, mas nada há de concreto.
Tito era grego e evidentemente um convertido de Paulo. O fato de Tito não ser circuncidado (Gl 2.3) indica que ele não foi criado no judaísmo, nem tornou-se um prosélito. Paulo tinha muita estima por Tito e o apostolo se inquietava quando havia pouco ou nenhuma notícia sobre as atividades e o paradeiro do jovem.

Embora o NT não registre um ministério de Paulo em Creta, passagens como Tito 1.5 indicam claramente que ele e Tito conduziram uma missão lá. Essa missão provavelmente tenha acontecido em alguns momentos durante 63-64 d.C., após a libertação de Paulo de sua primeira prisão em Roma. Como tinha pouco tempo, Paulo deixou Tito em Creta para cuidar de novas igrejas. Então o apóstolo partiu para outras áreas de trabalho. Em algum momento a caminho de Nicópolis, na Grécia (3.12), ele escreveu para Tito. A carta dá indicações de ter sido escrita durante o outono, provavelmente por volta de 64 d.C. (3.12).


Conteúdo
A carta a Tito tem uma afinidade com 1Timóteo. Ambas as epistolas são endereçadas a jovens homens aos quais tinham sido designados de liderança responsável em sua respectivas igrejas durante a ausência de Paulo. Ambas as epístolas ocupam-se com as qualificações daqueles que devem liderar a ensinar as igrejas. Tito tinha três grandes temas – a organização da igreja, a doutrina correta e a vida santa. Tito tinha de ordenar os presbíteros em cada cidade onde existia o núcleo de uma congregação. Eles deviam ser homens de alto caráter moral, e deveriam ser inflexíveis em questões de princípio, mantendo a verdadeira doutrina apostólica e sendo capazes de reprovar os opositores.

Esboço de Tito
I. Introdução 1.1-5
II. Instruções em relação aos presbíteros 1.6-16
III. Instruções em relação à conduta cristã 2.1-3-7
IV. Instruções finais 3.8-11
V. Instruções e saudações 3.12-15


Não jogue conversa fora
Ética pode ser entendida como o grupo de regras e princípios que orientam a conduta do homem, fazendo-o diferenciar entre certo e errado. A ética cristã refere-se aos padrões e práticas morais fundamentadas nos princípios bíblicos. Alguns destes princípios nos são revelados com muita propriedade no texto base da lição e envolvem toda a nossa vida, bem como os relacionamentos que a compreendem.

Mostra a conduta ética que deve ser adotada por todos os membros da igreja. Postula que, como cristãos, precisamos viver "... neste presente século sóbria, justa e piamente" (Tt 2:12), como verdadeiros filhos de Deus.

O cristão deve adotar o comportamento ético de em todo tempo comunicar as verdades bíblicas, ter uma conduta irrepreensível em seu dia-a-dia. Deve ainda lembrar-se que é"... o exemplo dos fiéis..."(1 Tm 4:12), atentando para os seguintes aspectos:

  1. O comportamento do cristão deve refletir o modelo bíblico – "Em tudo, te dá por exemplo de boas obras... para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós"(Tt 2.7,8). Tito é admoestado a primar por ser exemplo. Ele deveria ter um comportamento padrão, capaz de impactar a igreja, influenciando-a a ‘reproduzir’ sua conduta, por isso devemos preocupar-nos em sempre dar exemplos que confirmem com as Escrituras, levando uma vida reta, irrepreensível e não receba nenhuma acusação dos opositores do Evangelho de Cristo.
  2. A autoridade do líder deve estar fundamentada nas escrituras –"Fala disto, e exorta, e repreende com toda a autoridade. Ninguém te despreze"(Tt 2:15). O cristão possui autoridade que lhe foi constituída por Deus. Ele deve acreditar nessa autoridade e dela fazer uso. O versículo acima dá a entender que a ‘fala’ do crente deve estar permeada de verdades bíblicas. Seja pregando, aconselhando ou em conversas descontraídas, ele deve em todo tempo e, com muita convicção, comunicar o que diz a palavra de Deus, mantendo-se distante da impiedade e dos desejos mundanos. Usar a autoridade que lhe foi concedida e ter convicção do que fala, é fundamental para que agradar a Deus.


Pregue a verdade
Assim como a graça nos conclama a abandonar a impiedade – "Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente" (Tt 2.12). Devemos conduzir a outros a conhecê-la.

A graça de Deus é o que nos impulsiona a uma vida de retidão. Ela nos ensina a buscarmos a santificação, para que compartilhemos do caráter moral de Cristo, sem o qual, não alcançaremos o céu. Tudo o que fazemos aqui, surte efeito em nossa vida eterna. A vida cristã deve ser vivida com seriedade, autocontrole, santificação, justiça e sob o domínio do Espírito Santo. A moralidade divina deve estar registrada em nossa alma e ser refletida em nossa vida diária, tanto para com Deus, como para com os homens, dentro da igreja, ou fora dela.

A graça nos leva a uma expectativa da volta de cristo – "Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo"(Tt 2:13). A espera por Cristo nos faz vislumbrar a dimensão eterna de nossa existência. Ela nos conclama a uma vida santa e piedosa neste mundo. O encontro que teremos com Cristo é algo glorioso e não se compara a nada que conhecemos. Nossa imaginação não é capaz de conceber o esplendor do futuro que Deus tem nos preparado, pois"as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam" (I Co 2:9).
A graça nos conduz à prática de boas obras – "O qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniqüidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras"(Tt 2:14). Pertencemos a Cristo e fomos por Ele escolhidos. É glorioso ser especial para Deus, mas isto nos acarreta uma grande responsabilidade, que é a prática de boas obras. Como novas criaturas, somos moldados conforme a natureza de Cristo, que nos leva a sermos santos, gentis e altruístas. Essas são atitudes que revelam que temos o amor de Deus em nós, pois a Sua graça e salvação exigem que procedamos assim. Os atos piedosos que praticamos são o fruto do Espírito Santo em nós.
Devemos viver essas verdades para que ao pregá-las nosso viver testifique confirmando a verdade que há em nós. Esforcemos –nos para que através de nossas vidas e não apenas de nossas palavras, Cristo seja anunciado.
O desafio de Tito é também nosso hoje – anunciemos a Cristo com nossas vidas.

Conclusão
A lição nos mostra que os padrões éticos estabelecidos na Bíblia nos trazem edificação moral e espiritual. Ao praticarmos esses padrões tornamo-nos verdadeiros exemplos de boas obras, obedecendo ao mandamento bíblico (1Tm 4.12b). No capítulo estudado somos enfaticamente instruídos a buscarmos uma vida santa e pura, bem como uma conduta irrepreensível. Com muita excelência nos aponta onde devemos basear nossa fé, quais devem ser nossas práticas, e o que devemos comunicar. Assim, esforcemo-nos por viver como "um povo seu especial, zeloso de boas obras" (Tt 2.14b).


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Jaciara da Silva 
     
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Lição 12 - Zacarias, o reinado messiânico I Plano de Aula


4º Trim. 2012 - Lição 12 - Zacarias, o reinado messiânico I Plano de Aula
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2012
OS DOZE PROFETAS MENORES - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA
PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


FELIZ NATAL

PLANO DE AULA Nº 12
LIÇÃO Nº 12 – ZACARIAS, O REINADO MESSIÂNICO
1º SLIDE   INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos profetas menores, estudaremos o livro de Zacarias, o décimo primeiro livro no cânon do Antigo Testamento, o segundo profeta pós-exílico.
- No livro de Zacarias, a promessa messiânica ao povo de Israel é renovada.
2º SLIDE   I – O LIVRO DE ZACARIAS
- Pouco depois de Deus ter levantado Ageu, aprouve ao Senhor levantar outro profeta para reanimar o povo a reconstruir o templo -  Zacarias.
- Zacarias é chamado de profeta no seu livro e é apontado como filho de Baraquias, filho de Ido (Zc.1:1). Era da linhagem sacerdotal, pois é neto de Ido, um sacerdote que regressou do cativeiro da Babilônia (Ne.12:1,4).
3º SLIDE
- O livro do profeta Zacarias nos dá a sua datação. Sua primeira mensagem foi proferida no oitavo mês do segundo ano de Dario I (Zc.1:1), ou seja, segundo Edward Reese, no mês de novembro de 521 a.C.
- Já as oito visões do profeta ocorreram aos vinte e quatro dias do mês undécimo, ainda no segundo ano de Dario I, ou seja, segundo Edward Reese, em 24 de fevereiro de 521 a.C. (Zc.1:7)
4º SLIDE
- Após quase dois anos de silêncio, o Senhor deu nova mensagem ao profeta, no quarto ano do reinado de Dario I, no quarto dia do nono mês, ou seja, segundo Edward Reese, em 4 de dezembro de 519 a.C. (Zc.7:1).
- Edward Reese e Frank Klassen datam o restante do livro, a partir do capítulo 9, que contém a parte apocalíptica da obra por volta de 494 a.C.
5º SLIDE
- Zacarias, em hebraico "Zachar-Yah" (זכריה)significa "Jeová se lembrou".
- Assim como Ageu, Zacarias foi levantado por Deus para que o povo tivesse a certeza de que, apesar das dificuldades presentes e da situação de penúria que se vivia, Deus não havia Se esquecido, mas, bem ao contrário, havia Se lembrado de Seu povo e estava com ele nesta dura tarefa de reerguimento das bases da nação judaica depois do retorno do cativeiro da Babilônia.
6º SLIDE
- O livro de Zacarias, que possui 14 capítulos, pode ser dividido em duas partes, a saber:
  1. 1ª parte - as oito visões do profeta para o povo de seu tempo - Zc.1-8
  2. 2ª parte - as profecias para o futuro de Israel - Zc.9-14

7º SLIDE   II – AS OITO VISÕES DO PROFETA ZACARIAS PARA O POVO DE SEU TEMPO
- O Senhor levanta o profeta Zacarias no oitavo mês do segundo ano do rei Dario I (Zc.1:1), ou seja, dois meses depois de ter levantado a Ageu.
- A primeira mensagem de Zacarias foi um preâmbulo à terceira mensagem de Ageu, pois era uma exortação à santidade, um chamado para que não cometessem os pecados das gerações anteriores ao cativeiro da Babilônia (Zc.1:3-6).
8º SLIDE
- A exortação de Zacarias foi complementada pela mensagem de Ageu e o povo correspondeu a este chamamento e o templo foi reconstruído por um povo que se arrependeu de seus pecados.
- Dois meses após a reafirmação da promessa messiânica a Zorobabel por intermédio de Ageu, o Senhor dá oito visões ao profeta Zacarias, que ocupam a maior parte do livro (Zc.1:7-6:8).
9º SLIDE
- Primeira visão - um homem montado num cavalo vermelho, que parava entre as murtas que estavam na profundeza e atrás dele estavam cavalos vermelhos, morenos e brancos (Zc.1:8).
- Esta primeira visão confirmava o propósito divino de restaurar a nação judaica, embora não tivesse falado em recuperação de independência política.
10º SLIDE
- Segunda visão - quatro cornos (Zc.1:18) e quatro ferreiros (Zc.1:20).
- O Senhor confirmava que neutralizaria os poderes que haviam dispersado os judeus, mantendo-os em sua Terra até que chegasse o tempo da oportunidade de sua redenção.
11º SLIDE
- Terceira visão - um homem em cuja mão estava um cordel de medir (Zc.2:1).
- O Senhor promete a reedificação de Jerusalém e a sua transformação em capital mundial.
12º SLIDE
- Quarta visão - o sumo sacerdote Josué, vestido de vestidos sujos, sofrendo a oposição de Satanás (Zc.3:1-3).
- O Senhor está a conclamar os sacerdotes e, por extensão, a todo o povo judeu para que se purificasse, para que cumprisse a lei, guardasse os mandamentos, a fim de esperar o “Renovo”, a “pedra única com sete olhos”, que nada mais era que o Messias.
13º SLIDE
- Quinta visão - um castiçal de ouro e um vaso de azeite no cimo com sete lâmpadas e cada lâmpada com sete canudos, de onde vinha o azeite de duas oliveiras (Zc.4:1-3).
- O Senhor dá uma mensagem a Zorobabel, confirmando que ele acabaria aquela obra e que o prumo estaria nas suas mãos. Zorobabel não deveria desprezar a sua pequenez, pois dele sairia, sim, o Messias, apesar de o trono de Davi não ter sido restaurado.
14º SLIDE
- Sexta visão - um rolo voante (Zc.5:1) - “a maldição que sairá pela face de toda a terra”, maldição que recairia sobre o furtador e sobre o que jurasse falsamente.
- No reinado messiânico, o pecado será definitivamente punido e castigado.
15º SLIDE
- Sétima visão -  “uma efa que sai”, ou seja, “uma vasilha” (Zc.5:5).
- Após o reinado messiânico, a impiedade, ou seja, o pecado será banido, tomará o seu próprio lugar.
16º SLIDE
- Oitava e última visão - quatro carros que saíram de dentro de dois montes de metal (Zc.6:1).
- O reinado messiânico será um reinado onde o Espírito Santo repousará sobre a Terra.
17º SLIDE
- Depois destas oito visões, a primeira parte do livro do profeta ainda contempla três mensagens do profeta:
a) primeira mensagem - as duas coroas, de prata e de ouro, que deveriam ser postas na cabeça do sumo sacerdote Josué e depois servirem de memorial no templo, para fazer lembrança do Renovo que viria (Zc.6:9-15).;
18º SLIDE
b) segunda mensagem – proferida no dia quarto do nono mês do quarto ano de Dario I, é uma resposta à consulta dos sacerdotes sobre a manutenção do jejum do quinto mês instituído após a destruição do primeiro templo. O Senhor pede exercício de piedade e de misericórdia e não jejuns cerimoniais (Zc.7);
c) terceira mensagem - o Senhor promete zelar por Jerusalém, reafirmando que faria dela “a cidade de verdade” e o monte Sião, “monte de santidade”.
19º SLIDE   III – AS PROFECIAS PARA O FUTURO DE ISRAEL
- A segunda parte do livro do profeta Zacarias é mais propriamente apocalíptica, a continuidade da revelação progressiva do ofício profético ao povo de Israel.
- Esta segunda parte do livro se inicia com uma série de profecias contra vários povos. O Senhor como que lembra Seu povo de que os gentios não ficarão impunes por causa dos pecados que estão a cometer.
20º SLIDE
- Este anúncio da destruição destes povos ao redor de Israel deve ser entendido como o castigo dos inimigos que se levantarão contra Israel no final dos tempos.
- Esta destruição dos povos é profetizada juntamente com a alegria e o júbilo do povo de Israel, ao ver o seu rei, “justo e Salvador, pobre e montado sobre um jumento, sobre um asninho, filho de jumenta” (Zc.9:9).
21º SLIDE
- O profeta profere mensagens de esperança de redenção a Israel. O Senhor promete fortalecer a casa de Judá e salvar a casa de José (Zc.10:6), mais uma profecia da restauração de todo o Israel, congregando-os de onde estavam dispersos.
- No entanto, com relação aos impenitentes, àqueles que não seguiram o Senhor, a promessa é de destruição e não de restauração (Zc.11:2,4).
22º SLIDE
- Nesta dura mensagem, o Senhor diz que havia posto duas varas para cuidar destes impenitentes, chamando uma vara de “Suavidade” (ou “Beleza”) e a outra de “Laços” (ou “Ataduras”) (Zc.11:7).
- Estas duas varas como que representam a longanimidade do Senhor, o tempo que Ele sempre dá para que os homens se arrependam.
23º SLIDE
- Ao quebrar a vara “Suavidade”, o Senhor desfez o concerto que havia estabelecido com os povos da terra (Zc.11:10) e ficarão sob o domínio do “pastor insensato” (Zc.11:15-17).
- Ao quebrar a vara “Laços”, o Senhor diz que quebrou a irmandade entre Judá e Israel. Por causa da quebra desta vara, Judá e Israel ficarão separadas até o tempo do estabelecimento do reino milenial de Cristo.
24º SLIDE
- Em seguida, Zacarias profetiza sobre o cerco de Jerusalém (Zc.12), cerco a ser empreendido por este “pastor insensato”.
- Todas as nações da Terra se reunirão contra Jerusalém e, apesar das circunstâncias extremamente adversas, o Senhor promete que dará vitória ao Seu povo, a começar pelas “tendas de Judá” (Zc.12:7).
25º SLIDE
- Além da vitória sobre as nações, Zacarias profetiza que o Senhor derramará sobre o Seu povo o Espírito de graça e súplicas, o que ocorrerá depois que for reconhecido como Messias “Aquele a quem traspassaram”, depois de chorarem amargamente pelo unigênito, pelo primogênito (Zc.12:10).
- Este remanescente de Israel é apontado como sendo a terça parte dos judeus, que, devidamente purificadas, serão chamados de “o povo do Senhor” (Zc.13:7-9).
26º SLIDE
- O Senhor, então, promete pelejar contra todas as nações que se levantarem naquele dia contra Jerusalém, dizendo, inclusive, que Seus pés estarão sobre o monte das Oliveiras.
- O monte  será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, num movimento da terra que fará com que surja um vale muito grande, um verdadeiro terremoto (Zc.14:1-5).
27º SLIDE
- Este terremoto fará com que se mude toda a configuração geográfica da terra de Israel, de modo que correrão de Jerusalém águas vivas, desaparecendo a região hoje inóspita do Mar Morto, surgindo uma planície fértil que estará em volta de Jerusalém, enquanto o Senhor reinará sobre toda a terra (Zc.14:8-11).
- A bênção para o povo de Deus, entretanto, será maldição para os inimigos do Senhor, pois os impenitentes sofrerão uma terrível praga, sendo a sua carne consumida e apodrecimento dos seus olhos e de sua língua (Zc.14:12).
28º SLIDE
- As nações que restarem desta praga, ou seja, aquelas que não se levantaram contra Judá e Jerusalém, passarão a servir ao Senhor, vindo de ano em ano, na festa das cabanas, para adorar o Senhor (Zc.14:16).
- Israel exercerá, neste tempo, o seu papel de reino sacerdotal e povo santo, um povo onde não haverá mais “cananeu”, ou seja, onde todos servirão ao Senhor (Zc.14:21).
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
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Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local