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22 dezembro 2012

Recado importante aos que sobreviveram ao fim do mundo!


Recado importante aos que sobreviveram ao fim do mundo!


Por André Sanchez

Se você está lendo este artigo já percebeu que mais uma falsa profecia não resistiu ao teste do tempo. Você está “vivinho da silva” e o mundo segue seu rumo naturalmente como todos os dias. Apesar disso, gostaria de deixar a você um recado importantíssimo que não deve ser ignorado de forma nenhuma, devido a sua importância grandiosa e urgente.
Recado aos que sobreviveram ao fim do mundo
Segundo estimativas da ONU (Organização das Nações unidas), morrem no mundo inteiro cerca de 102 pessoas por minuto. Isso dá quase 150 mil pessoas que morrem todos os dias.
O fato mais importante dessa estatística não são os números, mas o fato de que ninguém sabe quem serão esses 150 mil que irão morrer hoje. Eu poderei estar incluído, você também, ou, quem sabe, nós dois. Isso me faz pensar que o mundo irá sim acabar para milhares de pessoas hoje. Elas irão definitivamente encerrar suas vidas por aqui e selar seu destino eterno. Por isso, quero deixar um recado importante a respeito dessa questão para que você reflita e, caso o mundo acabe para você hoje, você continue sua vida nos braços de Deus e não nos braços do Diabo:
CORRA AGORA MESMO PARA A PRESENÇA DE JESUS
Segundo os ensinos bíblicos, não há uma segunda chance de sermos salvos e vivermos com Deus no céu após a morte. A nossa única chance é nessa vida. Por isso, você precisa crer hoje em Jesus Cristo e entregar-se a Ele. No mesmo texto que Deus diz que por amor entregou seu Filho para nos salvar, também diz que quem não crer Nele está julgado:
Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; O QUE NÃO CRÊ JÁ ESTÁ JULGADO, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” (João 3.16-18)
Assim, torna-se algo urgente em nossa vida colocar em ordem essa questão com Deus. Porém, caso você não esteja hoje entre os 150 mil que terão fim em sua existência, aproveite cada dia que Deus te dá para segui-Lo, fazer a vontade Dele, aperfeiçoar-se em santidade, ajudar outros a enxergar a realidade do céu, do inferno, do amor de Deus que nos dá a vida… Seja uma bênção!
E VOCÊ, JÁ TEM CERTEZA DA SUA SALVAÇÃO? SE NÃO TEM, POR QUE NÃO RESOLVE ISSO HOJE?

10 razões bíblicas para celebrar o Natal de Cristo


10 razões bíblicas para celebrar o Natal de Cristo
1. O glorioso Natal do Senhor Jesus foi mencionado pelos profetas do Antigo Testamento, como Isaías (7.14; 9.6), Miqueias (5.2) e outros. Por que ignoraríamos um evento tão importante, mencionado por Deus, através de seus profetas, centenas de anos antes de acontecer?
2. Quando Jesus nasceu, em Belém de Judá, um anjo de Deus, cercado do resplendor da glória do Senhor, apareceu a alguns pastores de Belém de Judá e lhes disse: "eis aqui vos trago novas de grande alegria" (Lc 2.10). O Natal de Cristo trouxe alegria ao mundo, e não tristeza! E nós, que somos salvos e conhecemos o verdadeiro significado do Natal, devemos nos alegrar ainda mais com a lembrança desse glorioso acontecimento!
3. A celebração do nascimento de Jesus é incentivada pelo Novo Testamento. Ela não foi inventada por povos pagãos que viveram antes de Cristo nem instituída pelo romanismo. Este apenas estabeleceu a data para a celebração: 25 de dezembro. Mas, em Lucas 2.13,14, vemos que uma multidão dos exércitos celestiais já havia celebrado o Natal. Na mesma noite do nascimento do Senhor, os aludidos pastores de Belém visitaram o Menino e voltaram "glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto" (Lc 2.20). Cerca de dois anos após seu dia natalício, o Menino recebeu a visita de magos do Oriente, que também o adoraram e lhe ofertaram dádivas (Mt 2.1-16).
4. Logo após o nascimento do Salvador, os numerosos anjos que celebraram o Natal disseram: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lc 2.14). Aproveitemos, pois, a grande oportunidade de, além de glorificar a Deus pelo Natal de Cristo, também mostrar aos que estão à nossa volta que Ele veio ao mundo para trazer a paz (Jo 14.27) e o conhecimento da boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.1,2).
5. O Natal de Cristo é a celebração da encarnação do Verbo de Deus, que habitou entre os homens para revelar a sua glória, "como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.14). Se Ele não tivesse nascido, não teríamos o conhecimento do glorioso plano salvífico de Deus e estaríamos todos perdidos.
6. Ao amar o mundo de maneira indescritível, o Deus de toda a graça nos deu o seu Filho Unigênito (Jo 3.16), o qual, também por amor, morreu pelos nossos pecados (Rm 5.8). Diante desses fatos, não há necessidade de mandamento específico para celebrarmos o Natal de Cristo, pois a nossa maior motivação para fazer isso é o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5.5).
7. Jesus veio ao mundo na "plenitude dos tempos", isto é, quando tudo estava preparado para uma propagação em massa do Evangelho (Gl 4.4). No século I, havia muitas estradas pavimentadas, conhecimentos amplos sobre navegação e uma língua falada em todo o Império Romano (o gregokoiné). Além disso, o mundo estava em paz, imposta pelo imperador: a pax romana. Hoje, nós que temos melhores recursos tecnológicos do que os primeiros cristãos, não podemos deixar de anunciar que Cristo nasceu "para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (v.5), e salvar "o seu povo dos seus pecados" (Mt 1.21).
8. A obra redentora de Cristo abarca a sua gloriosa encarnação, a sua morte vicária e a sua ressurreição para nossa justificação. Todos os seus feitos devem ser celebrados pela Igreja, a começar pela sua encarnação (1 Tm 3.16). Já pensou se Cristo não tivesse nascido? Ele também não teria sido crucificado. E, se Ele não tivesse morrido sacrificialmente, também não teria ressuscitado (1 Co 15.3,4). Aproveitemos, pois, esse mês de dezembro, em que o mundo fala de Natal, sem conhecer o seu real sentido, para glorificarmos a Cristo, em público, por sua obra completa.
9. Sabemos que o espírito do Anticristo e o mistério da injustiça já operam no mundo (2 Ts 2.7). E, por isso, o movimento cristofóbico e anticristão cresce, não só nos países de maioria muçulmana. No Ocidente, homens desprovidos da graça do Senhor e de seu conhecimento estão querendo apagar o nome de Jesus da face da terra. E uma das maneiras de fazer isso é, sob a égide do Estado laico, proibir a celebração do Natal de Cristo. Sendo assim, o cristão que se preza não tem receio ou vergonha de celebrar o nascimento do Salvador em público, mediante cantatas, peças e mensagens pelas quais confessa que "Jesus Cristo veio em carne", ao contrário do espírito do Anticristo, que quer negar isso a todo custo (1 Jo 4.3).
10. A mensagem do Menino Jesus é tão importante, que no último livro da Bíblia (que prioriza as coisas futuras e a consumação de tudo) ela é mencionada: "E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono" (Ap 12.5). É claro que essa passagem é simbólica, e a mãe do Menino, aqui, alude a Israel, e não a Maria. Entretanto, trata-se de mais uma referência à gloriosa encarnação do Verbo, que deve ser celebrada e proclamada por todos os cristãos da face da terra.
Se o leitor celebra o Natal de Cristo, propague essa mensagem da maneira que desejar. Compartilhe-a nas redes sociais, se quiser. Envie-a por e-mail. Insira-a em seu blog. Leia-a em algum programa de rádio ou TV. Imprima-a e a distribua pelas ruas de sua comunidade ou em sua igreja, especialmente na Escola Bíblica Dominical. Incentive a todos os cristãos a celebrarem o nascimento de Cristo! Ele é o protagonista do Natal!
Merry Chistmas!

1º Trim. 2013 - Introdução ao Trimestre


1º Trim. 2013 - Introdução ao Trimestre

Aula ministrada pelo Ev. Dr. Caramuru Afonso Francisco para preparação dos Professores da EBD.
FONTE  PORTAL EBD

O que será mais terrível: o fim do mundo ou pôr um fim no mundo?


21 12 2012 - O que será mais terrível: o fim do mundo ou pôr um fim no mundo?
“O fim do mundo não nos mudará no mundo, até que tomemos a decisão de por um fim em qualquer tipo de relacionamento nosso com o mundo.”
A ideia de fim do mundo para muitos não tem nada a ver, pois se trata de mais um dia. Um dia de agenda, de consultas médicas, de resultados de exames, de viagem que já estava marcada, de saída com amigos, de aniversários e uma infinidade de outros compromissos.
Se existe alguém que está levando á sério isto, já prepararam suas malas, já aguardam ansiosos pelo evento. Ainda ontem em 19/12/2012 mais de 500 chineses foram presos por espalharem a mensagem do fim do mundo. Faltaria tempo falando de até “dicas” de como aproveitar o fim do mundo.
A expressão fim do mundo pode estar ligada com várias coisas:
Quando crianças são massacradas por maníacos sem noção, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando os cofres públicos sofrem saques gigantescos diante da nação, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando grandes pisam em pobres e deles exigem o que não tem, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando uma traição em qualquer esfera é descoberta, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando profissionais usam de seus títulos para extorquir de vidas que acreditaram no seu oficio, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando o fanatismo toma conta das pessoas no mais extremo, como ser apaixonado por uma ponte e sentir por ela atração sexual, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando o amor ao próximo vira em nosso tempo apenas uma utopia de palavras e fotos, alguém diz: É o fim do mundo.
Quando instituições em suas mais diversas esferas fazem de seus membros ou associados um fonte de sustento, alguém diz: É o fim do mundo.
O fim do mundo pode não chegar a ser um cataclismo no globo, mas uma erosão nas almas. O fim do mundo começou á muito tempo atrás quando o mundo entrou no coração dos homens. O fim do mundo começou quando a imaginação e pensamentos dos homens tornaram-se e tornam-se somente má continuamente. O fim do mundo deveria produzir medo nas pessoas, no sentido se terem vergonha de suas próprias ações.
Ao olhar para uma pequena definição sobre o fim do mundo, no dicionário virtual Wikipédia encontramos algo sobre o tão comentado termo:
“Fim do mundoou fim dos tempos” é utilizado em ciênciareligiãoe noutros campos da atividade humana para se referir:
              Ao derradeiro destino do universo(cosmologia)
“Alguns estão preocupados com uma sequencia de meteóros vindo de encontro a terra, pondo fim ao mundo.”
              Ao fim da civilização(destruição da humanidade)
“Alguns estão preocupados com a destruição da humanidade, com o desgelo na Antártida.”
              À noção (em filosofia) de que certas ideias e ações poderão levar à destruição da vida humana no planeta.
“Alguns estão preocupados com a pobreza de raciocinio no campo das idéias onde só irão sobreviver os de alto Q.I.”
              A um tema recorrente em obras de ficção.
“Alguns estão buscando retratar na ficção o terror do fim do mundo a começar pelo lugares mais ricos.”
              A um local muito remoto.
“Alguns estão preocupados que um perigo mortal surga de um lugar muito remoto.”
              À escatologia- o fim do mundo segundo perspectivas mitológicasproféticas

Mas é no campo de profecias, do que disseram e quem disse que poucos estão depositando sua esperança.
Uns tem depositado suas previsões em um astrólogo e tido como profeta, por nome Nostradamus. Nascido em 14/12/1503 predisse muitas coisas que se fosse relatar não é o foco e nem o espaço. Porém é unanime, e universal que alguns respeitam os pontos fortes e a veracidade que apontam fatos e acontecimentos contido no Livro chamado Bíblia. Outros com este livro até chegaram a queimá-lo.
Permita-me apontar apenas algumas coisas sobre este assunto.
Enoque falou sobre isto:Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;” 
Jd 1:14
Noé ouviu isto:“...O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência;...” Gn 6:13
Ezequiel ouviu isto.“Vem o fim, o fim vem...” Ez.7:6
Joel disse isso“...porque o dia do SENHOR é grande e mui terrível, e quem o poderá suportar?” Jl.2:11
Obadias disse isso“Porque o dia do SENHOR está perto...” Ob.1:15
Sofonias disse isso“O grande dia do SENHOR está perto, sim, está perto, e se apressa muito; amarga é a voz do dia do SENHOR;...” Sf.1:14
Jesus disse...“Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mt. 28:20 
Os discípulos perguntaram: “...Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” Mt.24:3
Que sinal haverá da tua vinda? Quer dizer que algumas coisas estão acontecendo para que Jesus, o Filho de Deus retorne a este mundo para buscar um povo? Que povo será hein?
Que sinais seriam estes?
a) Falsos Cristos
b) Falsos profetas
c) Guerras e de rumores de guerras
d) Nação contra nação
e) Reino contra reino
f)  Fomes
g) Pestes
h) Terremotos em vários lugares.
i)  Perseguições.
j)  Escândalos
k) Traições.
l)  Multiplicação de iniquidade
m) Multiplicação da ciência.
n)  Esfriamento de amor.
o)  E outros e mais coisas semelhantes a estas.
Agora veja Isto:
“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.   Mt. 24: 14
Existe algo que as pessoas estão desprezando do que virá a ser o fim do mundo.
O fim do mundo, “globo” penso estar um pouco longe, mas o que está mais perto é o fim do mundo “homem, corpo”.
O Homem passa. Nossa vida passa. Nossa existência é pequena. Sobre isto não me alongo, mas pergunto; ainda que não acredite em algo após esta vida: Onde passaras á eternidade?
ESPERE! Não sei que quer por fim a sua leitura, mas insisto leia.
             Existe um convite
 “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mt. 11:28”
            Existe uma nova filiação
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” Jo 1:12
            Existe uma decisão
“A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”  Rm 10:9
            Existem duas direções
“Para o entendido, o caminho da vida leva para cima, para que se desvie do inferno em baixo.” Pv.15:24
            Existe um conselho
“...Te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência,” Dt. 30:19
            Existe uma realidade.
“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,”
Hb. 9:27
“E não entrará nela (Cidade Santa, o Céu) coisa alguma que contamine, e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.“ Ap 21:27
A escolha é sua. Se você entende comprometa-se com Cristo e Sua Palavra confessando-O.
Eu, ____________________________ tenho entendido que o maior fim que possa haver não será o do mundo, será se, eu não me decidir á Cristo o Filho de Deus, e recebê-lo como meu único e suficiente Senhor da minha vida.
Eu,_____________________________ recebo o Senhor Jesus não com medo de ir para o inferno com diz o Livro chamado Bíblia, mas o recebo pelo que Ele fez por mim na cruz do calvário, entregando-se e me presenteando com a salvação.
Eu,_____________________________ Sou salvo(a)!
Que temor pode tomar conta de meu coração se o Espírito Santo está me dizendo que sou salvo(a)?
Não tenho medo do fim do mundo, tenho medo do mundo pondo fim nas pessoas.
Não tenho medo do fim do mundo, tenho medo das pessoas pondo o mundo dentro delas.
Não tenho medo do fim do mundo, por que não tenho nada haver com este mundo de terror e pecado.
Eu vivo no mundo que terá um fim, mas o mundo que terá um fim não está dentro de mim.
Eu vivo num mundo que terá um fim, mas não sou o fim para o mundo.
Eu vivo num mundo que terá um fim, mas vivo alegre porque estando em Cristo sei o meu fim.
Você está salvo(a)? Sente-se seguro(a)?
O fim do mundo começa quando Deus está longe de meu ser.
Será que realmente importa o fim do mundo ou eu por um fim em minha relação com o mundo?
O que será mais terrível? Talvez você se pergunte: Porque terrível? Porque terrível também quer dizer: Extraordinário, fora do comum.
Você quer viver o extraordinário de Deus em sua vida?
Viver algo fora do comum na vida é provar de uma coisa em Deus chamada Graça.
Puxa que pena que não dá para escrever ainda mais um pouco sobre a expressão “mundo”, mas se isto lhe basta, pensemos em 9 textos:
“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”
Rm. 12:2
“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”
1 Jo 2:15
“...não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”.
Tiago 4:4
“Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou. Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.”
Jo 17:14-17
“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” 
1 Jo 5:4-5
(Se desejas compartilhar estas poucas palavras use do bom senso colocando o autor)
Fernando Cardoso
Catedral Perus
20/12/2012, há poucas horas do suposto fim do mundo e do começo de uma nova vida quem sabe?
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - FERNANDO CARDOSO
fonte PORTAL EBD

PRIMARIOS - Lição 12: Sirvo a um Deus de amor


4º Trim. 2012 - PRIMARIOS - Lição 12: Sirvo a um Deus de amor

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: A alegria de servir a Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 12 – SIRVO A UM DEUS DE AMOR


Texto Bíblico: Atos 9.1-19


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que Deus quer que fazemos algo para ajudar a outras pessoas, pois é através de nós que as pessoas podem ser ajudadas.


Frase do dia...
EU SIRVO A DEUS PORQUE ELE ME AMA

Amplie o desenho Prim12 fig1 na galeria de imagens e cole em um cartaz, e use para a frase do dia e o versículo para memorizar.

Fonte:www.superacao1000.blogspot.com


Memória em ação
“Irmãos, sabemos que Deus os ama e os escolheu para serem Dele..” (1 Ts 1.4 - NTLH)

Leia várias vezes este versículo com os pequenos, isso auxiliará na memorização.


Explorando a Bíblia
Os chefes dos judeus perseguiam os cristãos de Jerusalém. Um dos principais perseguidores era um moço chamado Saulo. Um dia Saulo viajou para prender uns crentes em uma cidade chamada Damasco.

Em sua viagem a Damasco para procurar e aprisionar cristãos, uma luz brilhante muito forte vinda do céu  o derrubou ao chão.

Jesus lhe fala:
— Saulo, Saulo, por que você me persegue?
— Quem é o senhor? perguntou ele.
A voz respondeu:
— Eu sou Jesus, aquele que você persegue. Mas levante-se, entre na cidade, e ali dirão a você o que deve fazer.

Os homens que estavam viajando com Saulo ficaram parados sem poder dizer nada. Eles ouviram a voz, mas não viram ninguém. Saulo se levantou do chão e abriu os olhos, mas não podia ver nada. Então eles o pegaram pela mão e o levaram para Damasco.

Ele ficou três dias sem poder ver e durante esses dias não comeu nem bebeu nada. Em Damasco morava um seguidor de Jesus chamado Ananias. Ele teve uma visão, e nela apareceu o Senhor, chamando:
 — Ananias! Ele respondeu:
 — Aqui estou, Senhor!

E o Senhor lhe disse:
— Apronte-se, e vá até a casa de Judas, na rua Direita, e procure um homem chamado Saulo, da cidade de Tarso. Ele está orando e teve uma visão. Nela apareceu um homem chamado Ananias, que entrou e pôs as mãos sobre ele a fim de que ele pudesse ver de novo.

Ananias respondeu:
 — Senhor, muita gente tem me falado a respeito desse homem e de todas as maldades que ele fez em Jerusalém com os que crêem no Senhor. E agora ele veio aqui a Damasco com autorização dos chefes dos sacerdotes para prender todos os que te adoram.

Mas o Senhor disse a Ananias:
—Vá, pois eu escolhi esse homem para trabalhar para mim, a fim de que ele anuncie o meu nome aos não-judeus, aos reis e ao povo de Israel. Eu mesmo vou mostrar a Saulo tudo o que ele terá de sofrer por minha causa.

Então Ananias foi, entrou na casa de Judas, pôs as mãos sobre Saulo e disse:
 — Saulo, meu irmão, o Senhor que me mandou aqui é o mesmo Jesus que você viu na estrada de Damasco. Ele me mandou para que você veja de novo e fique cheio do Espírito Santo.

No mesmo instante umas coisas parecidas com escamas caíram dos olhos de Saulo, e ele pôde ver de novo. Ele se levantou e foi batizado; depois ele comeu alguma coisa e ficou forte como antes.
E começou imediatamente a anunciar Jesus nas sinagogas, dizendo:
— Jesus é o Filho de Deus.


Ao render-se Saulo inteiramente ao convincente poder do Espírito Santo, viu os erros de sua vida e reconheceu a amplitude dos reclamos da lei de Deus. Aquele que fora um orgulhoso fariseu, confiante na justificação por suas boas obras, curvou-se então perante Deus com a humildade e simplicidade de uma criancinha, confessando sua indignidade e pleiteando os méritos de um Salvador crucificado e ressurgido. Saulo ansiava por entrar em inteira harmonia e comunhão com Deus; e na intensidade de seu desejo de perdão e aceitação, elevou ferventes súplicas ao trono da graça, e assim foi salvo.

 Na historia de Saulo temos  uma revelação do amor de Deus. É exatamente isto o que a graça de Deus faz em toda parte: amar os desamoráveis, buscando aqueles que estão correndo em direção ao erro.
Deus nunca deixa de nos amar. 


Oficina criativa
Amplie o desenho Prim12 fig 2 na galeria de imagens para os pequenos colorir

Fonte: www.lizianesantos.blogspot.com

Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia de Recursos para o Ministério com Crianças – Editora HAGNOS/APEC – Edição 2003
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Histórias Bíblicas para Adoração Infantil


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
 fonte PORTAL EBD

JUNIORES - Lição 12: Na reta final


4º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 12: Na reta final

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: Fé em ação
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 12 – NA RETA FINAL


Texto Bíblico:Atos 21.17-40-26.1-32


Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender que a todos somos chamados para fazer algo para Deus. Paulo foi incansável em seus trabalhos e nos deixou um grande exemplo de dedicação e perseverança.


Exercitando a memória
“Todo atleta que está treinando agüenta exercícios duros porque quer receber uma coroa de folhas de louro, uma coroa que, aliás, não dura muito. Mas nós queremos receber uma coroa que dura para sempre.” (1 Co 9.25 – NTLH).


Crescendo no conhecimento
Professor, hoje estaremos tratando sobre a prisão do apóstolo Paulo. E gostaria de nessa oportunidade fazer uma síntese acerca da obra missionária realizada por ele.
  • Seu chamado para a obra missionária (At 13.1-4);
  • Paulo sempre fixou cidades importantes de sua época como alvo de evangelismo, como Salamina, Pafos, Antioquia, Icônio, Listra, Derbe, filipos, Atenas, Corintos, Éfesos, etc. Em cada lição que as mencionamos, vimos sua importância comercial, sua população, que eram centros comerciais bem estabelecidos.
  • Paulo sempre procurava adaptar-se aos seus ouvintes (1 Co 9.20-22).Podemos com isso nos lembrar de uma das regras da Lei do Ensino:”a linguagem do professor deve ser conhecida do aluno”.
  • Provocaram-se perseguições devido à pregação, mas o apostolo Paulo jamais tentou evitar a perseguição, mudando o aspecto de sua mensagem, conservou-se fiel as Escrituras.
  • Paulo formou igrejas independentes com seu próprio dirigente (At14.23)
  •  Paulo não ficava muito tempo dirigindo as Igrejas que formava, mas seu ensino era consistente, as Igrejas ficavam edificadas na Palavra de Deus.E mesmo quando distante e em meio às perseguições, seu zelo e cuidado pelas vidas dos novos cristãos eram notórios, enviava cartas para solução de problemas, corrigir erros doutrinários e práticas não condizentes com o cristianismo;
  • Paulo também selecionou cooperadores para ajudá-lo, foram instruídos por ele para o ministério;
  • Outro cuidado de Paulo foi o de não evangelizar onde outros já haviam disseminado o evangelho (Rm 15.20,21).

Como podemos em cada lição constatar, o apóstolo Paulo foi incansável na obra de Deus – jamais deixou de cumprir o ministério a ele confiado, e quão grande obra realizou.

Amado (a), enfatize aos seus alunos, as qualidades de Paulo, e que Deus hoje necessita de servos assim em sua obra. De coragem, determinação perseverança e fidelidade a Palavra de Deus. Estimule seus alunos a desejarem servir ao Senhor com todo o coração.

Paulo chegou a Jerusalém e mais uma vez, houve um grande debate sobre a doutrina que ele ensinava aos cristãos gentios (v. 21). Assim a liderança apostólica em Jerusalém, pediu a Paulo, como gesto de cortesia (e pra evitar debates), àqueles que suspeitavam dele, para purificar-se cerimonialmente. Os apóstolos, entretanto, sabiam que tais acusações a Paulo eram infundadas (v.24). Além disso, o decreto do Concílio de Jerusalém (At cap. 15), foi escrito e por todos foi achado por bem (v. 25).

Paulo de boa vontade submeteu-se (At 21.26), creio que era pra não agir contrário com a decisão dos apóstolos, como também para assegurar aos opositores a sua identidade de judeu, e com certeza Paulo nos deixa uma lição: às vezes devemos andar a “segunda milha” (Mt 5.41) para não ofendermos os outros, especialmente quando há perigo de prejudicar a obra de Deus.

Mas, a recomendação dos apóstolos para evitar tumultos não funcionou. Provavelmente, estes judeus asiáticos que peregrinaram até Jerusalém para a festa, eram os mesmos que se opuseram e perseguiram Paulo em suas respectivas regiões, e enfureceram-se quando viram Paulo no Templo, erroneamente, eles acharam que Paulo havia levado um gentio (Trófimo) para dentro do Templo. Isso para os judeus era uma ofensa tão grande, que nem mesmo os romanos estavam isentos de pena de morte. Esses judeus sabiam como trabalho de Paulo foi eficiente por onde ele anunciou o Evangelho, e a estratégia que usavam agora era desacreditar Paulo de maneira que seu trabalho fosse enfraquecido.

O tumulto foi imenso, e assim se cumpriu a profecia de Agabo e as advertências reveladas a Paulo por onde passava. Paulo foi preso (At 21.30-33). O tribuno era Cláudio Lísias (At 23.26).

Quarenta judeus juraram matar Paulo O juramento desses quarenta judeus, é do mesmo tipo do assumido pelos judeus por ocasião da morte de Jesus. Eles estavam prontos para planejar e executar mais um assassinato. Mas o Senhor da história estava no comando de tudo (At 23.11). Um menino teve um papel muito importante nas mãos de Deus, no tocante a proteção da vida de Paulo. Deus pode usar qualquer pessoa, de qualquer idade, desde que esteja disposta à uma entrega a Ele(At 23.12-16).

É muito comum em nossas igrejas, esquecer-se das crianças e adolescentes, esquecendo se que eles serão a Igreja de amanhã, e ignorando que eles também podem ser usados pelo Senhor. Oremos para que o Senhor nos conceda sabedoria e graça, para não mais nos deixarmos levar por tais sentimentos. E nós professores, esforcemo-nos para instruir nossas crianças para a Obra do Senhor.

Com o aviso de que Paulo corria perigo,  o tribuno romano decidiu transferir Paulo para outro local, e assim o fez as “três horas da noite” isso equivale ás 21:00h. As três distintas classes de forças que compunham o Exército Romano – aqui vemos as precauções tomadas pelo tribuno para garantir a segurança de Paulo, isso demonstra a seriedade com que o tribuno agia. E vemos Deus trabalhando em prol de seu servo.

Mandar um acusado para um tribunal superior exigia um “elogium” para esclarecer o caso às autoridades, e foi isso que o tribuno fez (At 23.25) O tribuno ordenou que Paulo fosse enviado a Cesaréia (Jerusalém era a séde do Governo Judaico, e Cesaréia era a séde Romana da região). O Senhor Deus trabalha em favor daqueles que o temem e o obedecem.
Deus usou um menino e toda uma Força Tática para preservar a vida de seu servo. Os meios de Deus são ilimitados. Confiemos, pois em seu cuidado.

Aplicação da lição
Amado (a) ore ao Senhor, e peça que lê te conceda unção pra que você possa transmitir aos seus alunos, a confiança que devemos ter no cuidado de Deus. Ele é um Pai amoroso, e é Fiel para conosco. Seus meios são ilimitados para nos guardar e ajudar. Procure despertar neles fé, fé em toda e qualquer situação, pois temos um Deus que trabalha por aqueles que Nele espera (Is 64.4).
Que o Senhor abençoe grandemente seu ministério.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

 fonte PORTAL EBD

JUVENIS - Lição 12: Os últimos anos


4º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 12: Os últimos anos

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
4º Trimestre de 2012
Tema: O Que A Biblia Fala Sobre O Futuro Da Igreja
COMENTARISTA: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO – 12 OS ÚLTIMOS DIAS

TEXTO BÍBLICO(2Tm 3.1-5) 

ENFOQUE BÍBLICO
“Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios.” (1Tm 4.1)


OBJETIVOS
Informar os seus alunos de que o objetivo principal do estudo escatológico é gerar nos salvos em Cristo um profundo desejo de estar com o Senhor.
Enumerare analisar os principais sinais da Segunda Vinda que ora ocorrem “entre nós” (2Pe 2.1; At 20.30).
Enfatizarque, nesses últimos dias, precisamos estar preparados para o Arrebatamento da Igreja, não permitindo que os desvios da Palavra de Deus contribuam para o esfriamento do nosso amor.


INTRODUÇÃO
Você é capaz de entender o mundo em vivemos hoje? É o mundo da tecnologia, do sexo desenfreado, da banalização do ser humano. É o mundo do egoísmo, ninguém se preocupa com o próximo, até mesmo quando esse próximo seja de sua família. Até na igreja de Cristo já existem inimigos mortais, pessoas que não suportam, não há dialogo, entre algumas famílias na igreja. As razões disso são os relacionamentos entre jovens, grandes números de divórcios e novo casamento dentro da própria comunidade. As inimizades chegam ao ápice, novas igrejas surgem, outros se desviam, e a pergunta é: como entrarão no céu? É já os últimos dias, concertamos pois estas coisas.


O OBJETIVO PRINCIPAL DO ESTUDO ESCATOLÓGICO
As maiorias das religiões procuram alentar seus seguidores com mensagens apaziguadoras sobre o futuro. Doutrinas como a do purgatório, reencarnação, transmigração da alma e coisas semelhantes, são ensinamentos que consolam muita gente, nas diversas religiões. Nós os crentes em Cristo Jesus, ensinamos sobre o futuro, não um futuro imaginário, cheio de duvidas, mas consistente em verdades bíblicas, cujo objetivo é provocar no estudante o desejo de estar com Cristo.
Alguns dentre nós, julgam que é inconveniente estudar escatologia, acreditam que sendo salvo já está bom. Eu concordo que em primeiro lugar, precisamos ser salvos, mas é bom saber que há um futuro cheio de coisas especiais e não somente isto, entender também que Deus não revelou tudo, mas deixou mensagens escritas em que podemos entender um pouquinho é verdade, mas já nos alegra. Como é bom saber que Jesus vem nos buscar para nos levar para o céu, entender que haverá um tribunal, onde seremos galardoados. Ter conhecimento que haverá uma grande festa, festa essa que nós igreja também participaremos. Estaremos no Milênio, no auxilio do Grande Julgamento que haverá tudo isto estudamos no trimestre, mas há sempre a pergunta: è necessário sabermos?
A resposta a esta pergunta é: sim, para que não haja duvidas, nem confusão sobre o assunto. Por falta de conhecimento bíblico correto, muitos se juntam as seitas e heresias existentes ou até criam novas heresias. Para se conhecer a escatologia bíblica é preciso que haja uma introspecção espiritual, só assim a sede de conhecer e interpretar as Escrituras serão aproveitáveis. Não basta ser jovem com profundos conhecimentos seculares, nem antigos na fé, é preciso ter um bom relacionamento com o Espírito Santo, para se aprofundar nas coisas de Deus.
Dentre os muitos cuidados que se deve ter quando estudar escatologia, um é a interpretação do texto bíblico. Existe a falsa aplicação quanto a povos bíblicos; tempo; lugar; sentido do texto; a mensagem do texto e a procedência da mensagem do texto. Dependendo da aplicação que se faz o expositor pode provocar desejos ao publico de ir ao céu perto de Jesus, como pode fazer com que seus ouvintes, desviem da verdade, procurando fontes rotas. Não tenha um conhecimento desordenado quanto ao assunto, estude sistematicamente, cada parte da escatologia por sua ordem.
Outro cuidado é quanto à especulação, saber apenas por saber, não vale à pena, é preciso que o nosso conhecimento, não seja para demonstração, mas para glorificar a Deus. A promessa é para todos aqueles que “amam a sua vinda”, não há promessa aos que “especulam a vinda de Cristo”. Quando falamos sobre a vinda de Cristo porque a amamos, provocamos em nossos ouvintes o desejo de estar bem pertinho de Cristo. Devemos nos cuidar há muitos falsos ensinadores, trazendo duvidas e controvérsias escatológicas. Devido a essa falta de conhecimento bíblico, vemos a igreja em muitos lugares, tomando rumos ignorados, esfriando, apostatando da fé, tudo isto porque não acreditam mais que Jesus vem. Crentes perderam o desejo de ir para o céu, querem bens materiais, boas e prosperas fortunas, menos ir morar no céu, alias, nem ouvem mais essa mensagem.
O objetivo do ensino escatológico é incentivar os crentes a se manterem preparados, na expectativa doa arrebatamento da igreja. E que Deus na sua infinita bondade deixou em sua Palavra, revelado para nós que haverá galardão ao fieis, festa com o Cordeiro, aparição dos salvos na Vinda Gloriosa, estaremos presentes no julgamento das nações, participaremos do Reino Milenar. Os salvos participarão do Julgamento Final, como assistentes e por fim haverá a Eternidade com Cristo em uma nova terra e novo céu. Como saber disto sem estudar escatologia?     

SINAIS DA SEGUNDA VINDA QUE ORA OCORREM ENTRE NÓS
Em outro momento falamos sobre os sinais nos céus, na terra, mas por neste tópico falaremos dos sinais que ocorrem nos arraiais evangélicos. As heresias, os modismos que aumentam de forma assustadora, devem ser analisados com muito zelo. Não somente analisados, mas prevenir o rebanho de Deus, para que não haja desvio doutrinário e nem a apostasia. Até então a preocupação era com aqueles heréticos já definidos como: os pregadores de purgatório, sono da alma, novo reino milenar, apenas aos TJ, unitaristas etc.. Agora já temos que nos precaver dentro de nossa igreja, incrível, não!
Temos por ai os empiristas, tentando passar suas experiências como se servissem de base, para que outros recebessem o mesmo que eles. Com isso o ensino bíblico tende a desaparecer, o irmão fez e deu certo, logo tem que acontecer comigo também. A experiência de alguém nunca poderá substituir a Bíblia Sagrada, todo o principio doutrinário deverá estar firmado e apoiado pelas Escrituras e nunca pelo que o irmão disse.
Outra coisa que está distanciando o ensino é o pragmatismo, “o servir pela vida pratica”, a, pratica é mais importante, logo não há preocupação com os critérios, desde que funcione tudo bem. A leitura bíblica para reflexão é substituída por aquilo que acham que é certo. Um exemplo: “Orar no monte toda as sextas-feiras” , poderíamos citar tantos outros exemplos, mas por ora este. É impressionante, mas é muito real, quem tem tal prática, ao saber do problema de alguém, você já sabe o que ele aconselhará.
Uma pessoa fraca na fé deveria ser aconselhada a participar dos cultos de ensino, da escola dominical, menos subir a monte. Estas  e outras práticas leva a modismo, modismos estes que por falta de conhecimento, não são atacados de forma firme, por aqueles que ensinam a Palavra da Verdade. É muito comum ver pessoas pregando sobre nova unção, ensinam que essa sim, pode trazer sucesso, pois a chamam de tremenda. Será que a unção vinda de Deus envelhece? (1Jo 2.20).
O versículo que diz: “se alguém está em Cristo nova criatura é”, não é verdade de acordo com alguns. Pois acreditam que nossos antepassados nos transmitiram seus pecados, suas maldições e que este vinculo precisa ser quebrado. Então vem a famosa oração para quebra de maldição, invalidando o sacrifício vicário de Cristo, na cruz do calvário. Crentes antigos na fé ainda acreditando em cura interior, significando que durante seu trajeto de fé, não teve paz com Deus.
Estes modismos estão bem presente nos cultos, fui a uma igreja no período da tarde, não sabiam que eu era pastor, pois cheguei, não me identifiquei, sentei-me entre os demais. Eu nunca tinha visto algo semelhante, o pregador falou tudo o que se pode imaginar do assunto em que estamos tratando nesta lição. Arrogante, pois a todo o momento dizia ele: “Olha Deus, se o Senhor não fizer”, que frase hein! Exatamente eles têm uma mania de mandar em Deus, que é incrível. Tentam controlar, manipular, como se eles tivessem forças sobrenaturais, muito alem de Deus e Deus fosse apenas um pequeno servo, pronto para curar, falar tudo o que eles querem e o que querem, quando eles entenderem que é à hora. 
Quando chegou o aviso que havia um pastor, a irmã dirigente do culto se perturbou um pouco, mas eu não estava ali para espiar. Entrei por se tratar de um culto, e não conhecia ninguém naquela igreja. Bem o interessante é que “deus” (minúsculo mesmo), parou com tudo, pois esses pequenos deuses têm o pastor como incrédulo. “Agindo Deus quem impedirá” , essa á a verdadeira essência de Deus, ele é Soberano.
“Ter que ser e poder ser é a angustia, humana”. A  confissão positiva por exemplo dá ênfase a fé para ter exatamente o contrario do ensino bíblico; “O justo viverá pela fé”. A emoção é a fonte de fé, nesta teologia moderna, a pregação incentiva a idolatrar a fé. Essa idolatria leva a angustia, que leva a abertura que procura o “ter”, para ser feliz. Isto é filosofia de Heidegger (filósofo alemão, criador do Dasein), acreditava ser a angustia uma disposição fundamental ao ser, algo privilegiado do “Dasein” (ser ai). Segundo este filósofo a angustia descortina o horizonte da existência, ela não tem causa é só sua, é ela que vai determinar e revelar o poder ser mais. (Filme de Fernando Meirelles, “Ensaio sobre a cegueira” – baseado no livro de Jose Saramago)
Quando nós deixamos de confiar em Deus e passamos a confiar em nós mesmos, nos tornamos malditos, como humanos, criaturas que somos de Deus, não podemos deixar de confiar inteiramente em sua infinita misericórdia. Devemos almejar o céu, caso tenhamos bens materiais, exerçamos sobre eles a mordomia, com sabedoria e suplicas ao Senhor dono dos céus e terra, que a nós confiou bens. A ambição que vemos é pelo ter, com isso a teologia da prosperidade tem encontrado brechas, vem de nossos púlpitos, da TV, do radio, da internet, enfim está bem presente. Vou chamar de “materialismo santo”, segundo os adeptos da prosperidade, nossa posição de santo não combina com a pobreza. Eles se colocam acima de Jesus que sendo rico se fez pobre.
Ouvi pelo radio um pregador, falando tanto em prosperidade, tudo o que ele fez até então tinha prosperado muito, deu a impressão que em sua igreja, os crentes eram milionários e multimilionários. Ao finalizar o programa ele começou a chorar e revelar suas misérias. Fique pensando ou ele pregou uma mentira, que nem mesmo ele crê, ou isto tem outro nome. Pois quem esta nadando na prosperidade, não pode ficar pobre em cinco minutos, que não pode pagar um programa  de radio.
Para finalizarmos não poderíamos deixar de falar sobre o triunfalismo,  tanto a confissão positiva, quanto o triunfalismo fomentam a teologia da prosperidade. O triunfalismo trás a idéia de super-crentes, poderosos irmãos que podem tudo, se arriscam em grandes investimentos em nome da fé. Nesse conceito a espiritualidade é medida pelo sucesso financeiro que se tem o que você é não tem importância e sim o que você tem. Contrariam a Bíblia, quando negam a fragilidade do ser humano, que é passivo de acertos e erros. No triunfalismo, o fracasso humano, em operações financeiras, significa estar sem Deus.
Meus queridos, não se assustem com estas mensagens, procurem confiar na graça divina, pois são sinais da volta de Cristo. Querendo ou não eles vão acontecer por serem bíblicos. Estejamos preparados para o arrebatamento da igreja.     


ESTAMOS PREPARADOS PARA O ARREBATAMENTO DA IGREJA?
Nós sabemos que Jesus voltará, antes, porém ele vem buscar a sua igreja, depois de tudo o que já sabemos. Estamos preparados? Ou estamos presos a algum modismo? A corrupção nos dias de Noé não generalizou, num momento único, passaram se muitos anos, por falta de cuidado para com as coisas divinas, apenas Noé era diferente. Já conhecemos a história, durante muitos anos a pregação de Noé ecoou, porém não deram ouvidos, até que Noé entrou na arca. Que tristeza perdeu a oportunidade de se salvarem do dilúvio, enquanto o patriarca os pregava eles comiam, bebiam, casavam e davam se em casamentos.
Outro exemplo é o de Ló, escolheu um lugar maravilhoso, mas a falta de cuidado o levou para o meio de uma das cidades abomináveis aos olhos de Deus. Anos mais tarde toda a sua família estava envolvida com o pecado dos sodomitas. No propósito de Deus, ele seria também destruído, a graça divina é revelada pela interseção de Abraão, ele consegue escapar com suas filhas, uma vez que sua mulher amou mais os prazeres de Sodoma. Ló, não errou ao ser encontrado pelos anjos, seu erro começou quando se separou de Abraão, a meu ver desviou-se da verdade, embora o lugar fosse muito bonito.
Hoje não esta muito diferente, as festas com homens famosos, cantando ou pregando, conseguem um grande numero de expectadores. Expectadores esses que ao terminar os shows, vão às baladas da vida, sem se preocupar o mínimo com a vida espiritual. Os cultos de ensinos e a escola dominical são os menos freqüentados, até professores, não se preocupam com o genuíno ensino da Palavra de Deus. Até obreiros se dão ao luxo de fugir destes cultos, crentes que aparecem às igrejas apenas nos domingos à noite, saem criticando tudo o que viu. Faço aqui uma pergunta: è a igreja que está fria, ou é esse crente que perdeu a visão celestial? Para mim o fenômeno, não pode viver de estatística, mas precisa ser analisado caso a caso.
O que na verdade esta acontecendo é um esfriamento, irmãos desanimados, tristes com alguma coisa, se distanciando da verdade. O verdadeiro cristão é aquele que esta olhando para Cristo, não importa o que aconteça em sua volta, se alguém goste ou não goste dele, o que importa é ele ser de Cristo. A preocupação do crente deve ser com sua comunhão com Deus e com o próximo, vivendo aqui, mas esperando estar no céu. Ter saudade do céu, Jesus deu uma lição interessante quando falou para que ajuntássemos tesouros no céu, a razão é simples; O coração do homem está voltado para os seus bens. Estando esses bens na terra, voltaremos para a terra, estando eles no céu, voltaremos para o céu.
Breve Jesus vem arrebatar a sua igreja, estejamos prontos!

CONCLUSÃO
Não há duvidas que os dias que antecedem a segunda vinda de Cristo, sejam de grandes dificuldades. Com a busca de conhecimentos sobre a escatologia de modo correto, procurando entender os sinais externos e também os internos, nos prepararemos melhores para subir no arrebatamento da igreja. Muitos são levados pelas heresias, alguns pela sua própria intelectualidade se apostatam da fé. Não nos detemos a esses acontecimentos, avancemos firmes em Cristo pela fé que uma vez ele nos deu. Amem.  


OBRAS CONSULTADAS
  • SILVA, Antonio Gilberto da –Escatologia Bíblica– Adaptado a EETAD, 2ª Edição 1997 – Campinas –SP
  • LIMA, Paulo Cesar – O que está por trás do G12 – CPAD,  3ª Edição 2000 – RJ


Colaboração para o Portal Escola Dominical – Pr. Jair Rodrigues
 fonte portal ebd

PRE ADOLESCENTES - Lição 12: A Igreja e a ação social


4º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 12: A Igreja e a ação social

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
4º Trimestre 2012
Tema: O pré adolescente e a Igreja
Comentaristas: Damaris  Ferreira da Costa; Verônica Araujo; Telma Bueno

LIÇÃO   12 – A IGREJA E A AÇÃO SOCIAL

 Texto Bíblico   Atos 2.42,44,45    4.34,35
E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum.
Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade.
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou
casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos
apóstolos.
E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.

Objetivos
Após a aula seu aluno deve compreender que a igreja tem um importante papel social a realizar, bem como valorizar o trabalho assistencial realizado pela igreja.

Introdução
Estaremos na lição 12 tratando da ação social desenvolvida na igreja, para tanto temos de definir este termo primeiramente.
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“Ação social cristã” é uma expressão imprecisa e genérica. Precisamos dar-lhe um conteúdo, dizer o que entendemos por ela. Uma tentativa de definição seria afirmar que consiste em toda atividade de cristãos individuais ou da igreja coletivamente no sentido de suprir necessidades materiais das pessoas, aliviar o sofrimento humano, atenuar ou eliminar males sociais que afligem indivíduos, famílias, comunidades e até mesmo a sociedade como um todo. Essa ação social é especificamente cristã, pois responde a motivações e princípios diretamente relacionados com as Escrituras e com o evangelho de Cristo.

O objetivo da ação social cristã é proporcionar às pessoas e comunidades condições de vida mais condignas, o suprimento básico das carências humanas fundamentais no plano material (moradia, alimentação, saúde, educação, trabalho). Quanto à sua amplitude de atuação, a ação social pode ir desde o atendimento de necessidades emergenciais, muitas vezes chamado de assistencialismo, até aquela atuação mais ampla que visa resolver os problemas de modo mais permanente e profundo.
Um exemplo disso seria não somente fornecer alimento para uma pessoa ou família, mas proporcionar-lhe meios de educação, capacitação profissional e oportunidade de trabalho para que ela mesma possa ganhar o seu sustento, libertando-se da dependência externa. O objetivo mais elevado e complexo da ação social cristã seria a transformação das estruturas sociais e econômicas do país, visando a eliminação das causas da pobreza, a correção das injustiças sociais, a melhor distribuição de renda e assim por diante. Nesse último caso, os cristãos e as igrejas precisam atuar junto ao poder público, a classe política e as diferentes instituições da sociedade.

Essas colocações mostram que, do ponto de vista cristão, a ação social é incompleta em si mesma para promover a plena dignidade humana, porque as necessidades humanas transcendem o plano meramente material. As pessoas e famílias têm também carências emocionais e espirituais. Daí falar-se no binômio evangelização-ação social como duas atividades complementares da igreja. Infelizmente, por razões históricas que serão abordadas posteriormente, muitos evangélicos fazem uma dicotomia entre esses dois elementos, considerando-os como mutuamente excludentes. Acham que a igreja deve preocupar-se apenas com atividades “espirituais” ou religiosas, como a evangelização, deixando a esfera social para outras instituições, principalmente o Estado.

Entendemos que a evangelização e a ação social são partes essenciais e complementares da missão da igreja no mundo. Cremos existirem abundantes argumentos bíblicos que apontam para o fato de que Deus quer dar plenitude de vida às suas criaturas, e essa plenitude inclui tanto o conhecimento de Deus e um relacionamento vital com ele, quanto o suprimento das necessidades humanas mais fundamentais no plano material. Não só o desconhecimento de Deus, mas também a fome, a doença, a ignorância e a violência são fatores que atentam contra a dignidade humana. Portanto, a evangelização e a ação social devem caminhar lado a lado, como dois aspectos integrais da missão e do testemunho da igreja junto à sociedade.

Existem outros termos e expressões que são aplicados a essa atividade cristã, mas nem todos são muito felizes nas suas implicações. É o caso, por exemplo, de “assistência social” e “beneficência”, com suas conotações assistencialistas. Melhor seria falar em “responsabilidade social” ou “serviço cristão”, este último tendo forte conteúdo bíblico. Outros termos bíblicos aplicáveis são “socorros” (1 Co 12.28), “exercício da misericórdia” (Rm 12.8), “fazer o bem” (Gl 6.9-10), “prática do bem” (Hb 13.16) e “ministração” (2 Co 9.13).
Fonte: http://www.mackenzie.br

I-A igreja primitiva e a solidariedade
Cristo e os apóstolos mantiveram implicitamente a mensagem social do Antigo Testamento. A ética de Jesus preserva e torna mais exigentes os requisitos da Lei, revelando a sua intenção mais profunda (Mt 5.17,20). A prática do bem deve estender-se também aos que não pertencem à família de Deus (Mt 5.43-45; 6.1-4). Essas passagens mostram que as motivações dos discípulos de Cristo devem ser a imitação de Deus e a reverência para com ele. Outra motivação fundamental é o amor altruísta expresso no serviço desinteressado e até mesmo sacrificial, conforme exemplificado pelo próprio Cristo (Mc 10.45; Jo 13.12-15).

Cristo proferiu muitos ensinos sobre a prática da justiça e da misericórdia (Mt 5.6-7; 19.21; 23.23), especialmente através de suas parábolas (Mt 25.34-40). Acima de tudo, ele exerceu misericórdia, socorrendo continuamente os sofredores (Mt 4.23; 9.2,6,36; 12.9-13; 14.14,19; 15.30). À semelhança do Antigo Testamento, Jesus insistiu que meras palavras e atos externos de religiosidade não são suficientes na vida com Deus (Mt 7.21-23), e sim os frutos, a prática da fé (vv. 16-20,24).

O Evangelho de Lucas dá uma ênfase especial aos sofredores, aos excluídos, aos membros mais frágeis da sociedade, como as mulheres, as crianças, os enfermos e outras categorias. Diversas parábolas e episódios do ministério de Jesus que revelam o seu interesse pelos marginalizados são exclusivos do terceiro evangelho (o filho da viúva de Naim: 7.11-15; a mulher com hemorragia: 8.43-48; o bom samaritano: 10.29-37; o filho pródigo: 15.11-24; os dez leprosos: 17.11-19). Outro tema importante para Lucas é pobreza e riqueza (1.52-53; 4.18-19; 6.20-21,24; 12.13-21; 14.12-14; 16.19-31).

Como era de se esperar, a temática social continua presente no outro livro atribuído a Lucas. Atos dos Apóstolos mostra como a vida da comunidade cristã original era caracterizada pelo compartilhamento dos bens de modo igualitário – o chamado comunismo cristão primitivo (2.42-47; 4.32-35). Ainda que esse não fosse um modelo para todos os tempos e lugares, apontava para a importância da solidariedade e generosidade entre os seguidores de Cristo. O discurso de Pedro na casa de Cornélio destaca a prática da misericórdia no ministério de Jesus (10.38).

Muito cedo a igreja sentiu a necessidade de estruturar as suas atividades caritativas através da eleição de homens especialmente voltados para esse mister, aqueles que a tradição considera como os primeiros diáconos (6.1-6). A instituição do diaconato passou a ser um eloqüente testemunho da preocupação da igreja com a assistência aos necessitados (Fp 1.1; 1 Tm 3.8-13).
Fonte: http://www.mackenzie.br

II-A união e generosidade
Não há outro texto bíblico mais esclarecedor do que o registrado em Atos, para exemplificar, a união e generosidade na igreja.
E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum.
Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade.
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou
casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos
apóstolos.
E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.
Isto define com clareza, e detalhes a forma e maneira como a igreja deveria agir na questão social, este exemplo tivemos na igreja primitiva. Havia sim problemas, mas a união e generosidade do que serviam a Cristo  prevalecia.
Infelizmente nos dias atuais o quadro é lamentável, poucos servem a Jesus de verdade, assim, não há muita união entre os crentes, e conseqüentemente em  relação a acão social, a generosidade desaparece.
As pessoas estão cada vês mais egoístas e apegadas aos bens materiais, são poucos os que tem o desejo de repartir com o necessitado o que tem, e isto ate mesmo entre o povo de Deus.

III- Jesus o modelo de ação social
Jesus Cristo fez ação social em Seu ministério terreno?
- A resposta é afirmativa. Em todos os instantes que vemos o Senhor Jesus agindo, vemos que a ação social estava presente, fazia parte do Seu ministério. Já no limiar do Seu ministério, quando estava sendo tentado pelo diabo, em resposta ao Tentador, o Senhor citou o livro de Deuteronônio: “nem só de pão viverá o homem, mas de toda a Palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4b).
- A frase de  Cristo é muito utilizada para mostrar a importância e supremacia da Palavra de Deus, mas contém também um ensino que é, por vezes, negligenciado. Jesus, com todas as letras, diz que o homem precisa do pão material, embora sua vida não se reduza a isto. Estava, sim, a passar fome no deserto, pois havia um propósito divino para tanto (Jesus estava em jejum para poder enfrentar e vencer o diabo), mas isto não queria dizer que o homem não precisa de pão material para sobreviver. Muito pelo contrário, nas duas multiplicações de pães, Jesus mostrou a Sua preocupação com a alimentação da multidão que O ouvia (Mt.14:15,16; 15:32). Vemos, pois, que, em Seu ministério, Jesus sempre demonstrou cuidado para com a satisfação das necessidades físicas dos que O cercavam.
- Em Nazaré, cidade onde foi criado, em Sua pregação na sinagoga, depois de ter sido tentado pelo diabo, revela este lado “material” de Seu ministério terreno. Disse que havia sido ungido para evangelizar os pobres, a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos e dar vista aos cegos, a pôr liberdade os oprimidos e anunciar o ano aceitável do Senhor (Lc.4:18,19). Em todas estas atividades, embora haja um sentido espiritual evidente, não se pode, também descartar o aspecto material.
- Jesus, em muitas ocasiões, referiu-Se aos pobres e não só no sentido espiritual da palavra, ou seja, aqueles que se fazem dependentes de Deus, carentes de Deus e aceitam a Sua soberania, mas também no sentido material da expressão, pois, se assim não fosse, como entender que Jesus possuía uma bolsa para os pobres (Jo.12:6; 13:29), bem como mulheres que contribuíam financeiramente para este serviço (Lc.8:3)?
- Outra demonstração de que o ministério de Jesus também abrangia a ação social vemos no próprio comportamento dos discípulos que, nos tempos apostólicos, sempre cuidaram dos necessitados, particularmente das viúvas, como nos atestam textos como At.2:45; 6:1; II Co.9; I Tm.5:3-5. Vemos, portanto, que, se os discípulos assim procediam é porque assim havia sido o procedimento do seu Mestre e Senhor, a quem imitavam.
- O ensino de Jesus a respeito do amor ao próximo, que foi tão bem ilustrado na parábola do bom samaritano, é mais uma demonstração de que não é possível um verdadeiro e genuíno cristianismo sem uma “ação social”. Amar o próximo, como ensina nessa parábola, é superar todas as barreiras culturais e fazer o bem ao semelhante, de modo desinteressado e incondicional. Aliás, o apóstolo Pedro, ao sintetizar o ministério de Cristo, disse que Ele andava “fazendo bem” (At.10:38), a demonstrar, pois, que a “ação social” era um dos sustentáculos do ministério terreno do Senhor.
 Fonte: Dr. Caramuru Afonso Francisco

IV- A igreja realizando as boas obras
O Pastor Antonio José do Nascimento  Filho é feliz ao mostrar que a ação social é uma conseqüência inevitável e indispensável de algumas doutrinas bíblicas, o que demonstra a sua necessidade no cotidiano da Igreja. Para o referido estudioso das Escrituras, a ação social é conseqüência das seguintes doutrinas bíblicas:
a) Doutrina de Deus – Ao efetuar “ação social”, a Igreja mostra aos homens que Deus é justo e misericordioso, visto que a “ação social” visa instituir a justiça e é uma demonstração da misericórdia, atributos divinos por excelência.
b) Doutrina de Cristo – Ao efetuar “ação social”, a Igreja mostra que Jesus veio para servir e não para ser servido. O Cristo, Servo do Senhor, que ama e tem compaixão de toda a humanidade é mostrado quando a Igreja pratica “ação social”.
c) Doutrina do Reino de Deus – Ao efetuar “ação social”, a Igreja, desde já, adianta o que é o Reino de Deus, torna realidade, ainda que parcial e tênue, o que está a pregar e a esperar com a vitória final sobre o mal e o pecado a ser realizada pelo seu Rei, o Senhor Jesus.
d) Doutrina do Homem – Ao efetuar “ação social”, a Igreja mostra o devido valor que Deus dá ao homem e a posição singular dada ao homem na ordem cósmica. A Igreja, ao praticar a “ação social”, realça a dignidade da pessoa humana.
e) Doutrina da Igreja – Ao efetuar “ação social”, a Igreja mostra ao mundo que é um povo especial, zeloso de boas obras, a agência do reino de Deus na Terra. Comprova, com fatos (e contra fatos, não há argumentos), que Jesus ama e veio salvar a humanidade.
- Podemos, ainda, ante a “ação social” da Igreja, vermos características de outras doutrinas bíblicas, a saber:
f) Doutrina do Espírito Santo – A “ação social” da Igreja mostra, claramente, que a Igreja tem, dentro de Si, o Espírito Santo, o Consolador, aquele que vem dar alívio e conforto aos homens.
g) Doutrina da Salvação – A “ação social” da Igreja mostra o que é a salvação em Cristo Jesus, uma salvação que não se circunscreve a partes do homem, mas ao homem integral: corpo, alma e espírito.
h) Doutrina do Pecado – A “ação social” da Igreja leva os homens a perceber a injustiça reinante na sociedade e que isto é resultado do pecado, efeito nefasto da rebelião do homem contra Deus.
- Como se verifica, pois, a “ação social” da Igreja é uma atividade que muito colabora para não só a evangelização, como também para o próprio aperfeiçoamento dos santos, pois, com estas “boas obras”, vemos claramente que os homens são levados a glorificar ao nosso Pai que está nos céus.
Fonte;Dr. Caramuru Afonso Francisco

V-A compaixão pelos necessitados é o fruto do amor
A “ação social” da Igreja é uma necessidade é que é ela a demonstração do próprio “amor ao próximo”, que Jesus considerou como sendo um dos dois mandamentos a que se resumia a lei e os profetas (Mt.22:39,40).
-  Sendo o amor  uma característica indispensável para quem diz ser filho de Deus, é como se fosse o próprio DNA espiritual do cristão sincero e verdadeiro, devemos observar que este amor não é apenas a essência da comunhão entre Deus e o homem, o próprio núcleo da vida espiritual, mas é, como afirma Paulo, o primeiro “gomo” do fruto do Espírito (Gl.5:22), ou seja, necessariamente este amor tem de se traduzir em atitudes, em ações, tem de se manifestar fora do indivíduo.
- O amor a Deus é pressuposto para que se tenha amor ao próximo. Não é possível amar o próximo sem que antes se ame a Deus. Daí porque não podermos confundir o amor ao próximo com o mero exercício de filantropia, com dó ou qualquer outro sentimento que tenha em vista a ajuda circunstancial a outrem, como, aliás, defendem aqueles que acham que as boas obras de alguém ocasionam a este alguém algum progresso espiritual.
- Quem ama a Deus, ama o próximo, mas quem não ama a Deus, não ama o próximo. É mentira a afirmação de alguém que diz que está evoluindo espiritualmente pelo simples fato de ajudar os necessitados com esmolas ou com trabalho voluntário. Estas atitudes de benemerência não significam amor ao próximo, pois o verdadeiro amor ao próximo é decorrência do amor a Deus e, portanto, é resultado da obediência à Palavra de Deus.
- Amar o próximo não é dizer a alguém que o ama, mas um amor que se mostra por atitudes concretas, por ações efetivas, por obras. Amor ao próximo não é amor de palavra nem de língua, mas amor por obras e em verdade (I Jo.3:18).
- Amar o próximo é sentir compaixão por ele, ou seja, sentir a sua dor, como se fosse nossa e, assim, suprir as necessidades imediatas do nosso semelhante, lembrando que ele é tão imagem e semelhança de Deus quanto nós. O próximo é qualquer ser humano, como bem nos explicitou Jesus na parábola do bom samaritano, e este amor supera todo e qualquer preconceito, toda e qualquer barreira, toda e qualquer tradição.
Fonte :Dr caramuru Afonso Francisco

 Conclusão
- A ação social da Igreja deve ser vista como um “importante negócio” (At.6:3), pois é assim que as Escrituras nos dizem ser tal atividade da Igreja. Trata-se de uma tarefa tão importante que os apóstolos criaram até uma função específica para dela cuidar, qual seja, a de “diácono” (At.6:3,5,6), palavra que, em grego, significa “servidor”, vez que deveriam eles servir às mesas, ou seja, cuidar da assistência aos necessitados.
Fonte: Dr. Caramuru Afonso francisco

Colaboração para Portal Escola Dominical - Prof. Jair César S. Oliveira
 fonte portal ebd

Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local