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25 dezembro 2012

A Origem da Árvore de Natal



E a polêmica em torno do seu uso entre os cristãos


A Origem da Árvore de Natal
Há mais de 400 anos que a Árvore de Natal é um dos mais populares símbolos natalinos. Sua história, porém, remonta ao oitavo século d.C., quando o arcebispo e missionário católico Bonifácio (que após ser martirizado foi canonizado como São Bonifácio) criou a chamada “Árvore do Paraíso” – como os primeiros cristãos alemães a chamavam.
 
Os antigos germânicos, antes de serem cristianizados, acreditavam que o mundo e todos os astros estavam sustentados nos ramos de uma grande árvore chamada por eles de o “divino Idrasil” ou o “deus Odim”, a quem rendiam culto a cada ano, no período do solstício de inverno (em dezembro), época em que supunham que a vida na Terra era renovada. A celebração desse dia consistia em adornar uma grande árvore com tochas que representavam as estrelas, a lua e o sol. Em torno dessa árvore, eles cantavam e dançavam adorando ao deus pagão Odim e a seu filho Thor. Porém, no oitavo século, o missionário católico Bonifácio começou a cristianizar os pagãos germânicos e derrubou o grande carvalho em adoração a Odim e a Thor. Esse acontecimento se deu em 723 d.C. e é considerado o evento que marca oficialmente o início da cristianização dos povos germânicos. Com a madeira do grande carvalho, Bonifácio construiu uma capela que viria a ser a primeira sede do bispado católico na Alemanha. Hoje, no mesmo lugar, encontra-se a catedral de Fritzlar.
 
Foi Bonifácio quem ensinou aos pagãos germânicos a verdadeira origem do mundo segundo a Bíblia. Ele ensinou-lhes também a criação de Adão e Eva, a Queda do homem, e Jesus, o Filho de Deus que veio morrer para expiação dos nossos pecados. Então, após derrubar o antigo carvalho, o missionário católico resolveu plantar no mesmo lugar um pinheiro e o adornou com maçãs e velas, dando-lhe um simbolismo cristão. Assim, maçãs representavam as tentações, o pecado original, uma referência à árvore do Jardim do Éden; e as velas representavam Cristo, a luz do mundo. Dessa forma, o antigo culto a Odim no período da festa do solstício foi substituído pelo culto ao Deus cristão, o verdadeiro Criador do mundo, e o pinheiro com esses enfeites de simbolismo cristão começou a ser usado para celebrar a criação do mundo e dos primeiros seres humanos por Deus. O pinheiro adornado passou a ser chamado por eles de “Árvore do Paraíso”. Bonifácio seria martirizado em 754 d.C. na Frísia por pagãos que se opunham à evangelização naquele lugar.
 
Assim, do século 8 ao século 16, para os cristãos germânicos medievais, a data de 24 de dezembro, além de ser véspera de Natal, era também o dia da festa religiosa de Adão e Eva, que rememorava a criação do primeiro homem e da primeira mulher por Deus. E nessa festa, a peça usada para celebrar a data nas casas era justamente uma árvore de pinheiro com maçãs penduradas, para representar a “Árvore do Paraíso” no Jardim do Éden. Inclusive, com o passar dos anos, os católicos alemães que ainda tinham essa prática passaram a enfeitar ainda mais essas árvores para a festa. Passaram, por exemplo, a pendurar nelas também bolinhos delgados, simbolizando a hóstia, para lembrar a redenção do homem por meio do sacrifício de Cristo.
 
O detalhe é que, como o Natal era celebrado no dia seguinte à Festa de Adão e Eva, as casas costumavam usar, durante as comemorações das duas datas, além da “Árvore do Paraíso”, uma peça de madeira, geralmente de formato piramidal e cheia de prateleiras, para pendurar figuras de Natal decoradas com sempre-verdes e velas. Uma dessas figuras era uma estrela representando aquela que guiou os magos do Oriente a Cristo em Belém (Mt 2.1,2,9-12).
 
Então, quando chega o século 16, nasce na Alemanha, de fato, a Árvore de Natal, como uma “fusão” das duas peças: a “Árvore do Paraíso” de Bonifácio e a o móvel natalino de madeira para pendurar figuras de Natal. A tradição alemã aponta para o reformador Martinho Lutero como o grande catalisador dessa fusão. Lutero teria sido o primeiro a usar o pinheiro como peça natalina. Conta-se que, em uma noite de inverno no mês de dezembro, no século 16, Lutero teria olhado para o céu através de alguns pinheiros que cercavam a trilha no meio da neve e visto o firmamento intensamente estrelado, parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, ele arrancou um pequeno pinheiro e o levou para casa. Lá chegando, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o não apenas com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos, mas também com papeis coloridos para enfeitá-lo ainda mais. A partir daquele momento, o pinheiro passou a ser usado como símbolo do Natal em sua casa e, posteriormente, também na de outras famílias, que gostaram da ideia, fazendo nascer, de fato, o que hoje conhecemos como Árvore de Natal.
 
Segundo a tradição alemã, Lutero queria mostrar às crianças, por meio dessa árvore enfeitada, “como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo”. Os católicos convertidos ao protestantismo, e que antes usavam a “Árvore da Vida” de Bonifácio, substituíram os bolinhos, que representavam as hóstias, por biscoitos de formatos os mais variados. Com o passar dos séculos, a tradição da Árvore de Natal foi se espalhando pela Europa e os Estados Unidos por meio da imigração, chegando à América Latina, e ao Brasil, no século 19. E de lá para cá, algumas mudanças também aconteceram, com as maçãs sendo trocadas por bolas artificiais e as velas, com o surgimento da luz elétrica, por luzes artificiais.
 
Apesar da origem cristã da Árvore de Natal, muitos cristãos de hoje preferem não usá-la em suas casas, por temerem estar, de alguma forma, mesmo que indiretamente, se assemelhando aos povos pagãos do passado (como os pagãos germânicos), que usavam árvores sagradas para celebrar o solstício de dezembro. Outros cristãos, porém, não se importam em usá-las particularmente em suas casas, já que as árvores de Natal, desde sua origem no século 16, não têm e nunca tiveram o mesmo significado das árvores sagradas pagãs, pois nunca foram objetos de adoração ou sequer veneração, mas apenas um enfeite natalino com simbolismos cristãos cuja origem remonta aos primeiros cristãos alemães no século 8 e aos primeiros protestantes alemães no século 16. Seja como for, essa é uma questão de consciência, para o qual podemos aplicar o princípio de Romanos 14: Se algum irmão vê a Árvore de Natal de uma forma diferente do seu real significado, é melhor não usá-la, por questão de consciência. Além do mais, não convém usar árvores de Natal em templos, por duas razões: primeiro, em respeito à consciência dos irmãos que não a vêm como algo aceitável; e segundo, porque não se trata de uma ordenança bíblica, mas apenas de uma tradição posterior de origem cristã.
 
Agora, independente de se gostar ou não de Árvore de Natal, fato é que Natal não é Papai Noel, nem meros enfeites de Natal, como os do famoso pinheiro natalino alemão, mas é a celebração do nascimento de Cristo, o Verbo encarnado, que se fez homem para morrer em nosso lugar, para remissão de nossos pecados e nossa completa Salvação. A Ele a Glória, hoje e sempre.
 
 
Redação CPADNews

Polícia se prepara para aumentar a segurança das igrejas durante o Natal na Indonésia



Iniciativa é parte de esforços mais amplos com o intuito de proteger a comunidade contra possíveis ataques terroristas



Polícia se prepara para aumentar a segurança das igrejas durante o Natal na Indonésia

A Polícia da Indonésia se comprometeu em reforçar a segurança das igrejas registradas (mais de 38 mil) em todo o país durante as festividades de Natal e Ano Novo. As Igrejas ficam muito vulneráveis aos ataques durante as festas cristãs.
A iniciativa é parte de esforços mais amplos com o intuito de proteger a comunidade contra possíveis ataques terroristas entre 23 de dezembro e 1° de janeiro. A polícia já identificou sete áreas, que são os principais alvos de ataques, com base em incidentes passados e tendências atuais: Java Oriental, Java Central, Jacarta, Sumatra do Norte, Sulawesi Central, Bali e Malaku.
Assim como oferecer maior proteção às igrejas, medidas de segurança também serão tomadas na rede de transporte, em locais de turismo e nos shoppings.
As igrejas, em certos países de maioria muçulmana, são extremamente vulneráveis a ataques durante as festas cristãs. Na Indonésia, os cristãos estão sob ameaça de grupos islâmicos que querem eliminar o cristianismo do país.
Igrejas de todo o país foram alvo de ataques coordenados na noite de Natal, do ano 2000, 19 pessoas foram mortas e cerca de 100 ficaram feridas. As bombas explodiram pouco antes dos cultos matutinos começarem. A maioria dos explosivos foi deixada em carros do lado de fora dos templos.
As bombas explodiram em igrejas em Jacarta, Bekasi, Medan, Sukabumi, Mojokerto, Bandung, e na ilha de Batam e Lomok. Onze bombas não detonadas foram encontradas em Sumatra.
Embora nenhum outro atentado dessa magnitude tenha sido feito contra a Igreja indonésia desde então, os cristãos continuam a enfrentar o assédio e a violência de muçulmanos radicais, que são particularmente hostis à presença das igrejas, tornando-as alvos de ataques.
O grupo radical islâmico Jemaah Islamiyah realizou os atentados de 2000 na véspera de Natal. Abu Bakar Bashir, suposto líder espiritual do grupo, foi condenado no ano passado (2011) a 15 anos de prisão por seu envolvimento nos atentados contra as igrejas, bem como outros delitos.
 
 
Fonte: Portas Abertas

O verdadeiro sentido do Natal é Jesus: Deus que se fez carne por nós



Envolvidos nas festas natalinas de final de ano, muitos se esquecem do verdadeiro sentido do Natal e o que ele representa para nossas vidas


O verdadeiro sentido do Natal é Jesus: Deus que se fez carne por nós
Estamos vivendo a proximidade do final de mais um ano e, com ela, a chegada das festas natalinas. Como sempre, o comércio está agitado: a maioria das pessoas, envolvidas pelas campanhas publicitárias sobre as ofertas de Natal, saem avidamente às compras, cumprindo cegamente o ritual consumista de final de ano e esquecidas do verdadeiro sentido do Natal e o que ele representa para nossas vidas.
 
Natal não tem nada a ver com Papai Noel, guirlandas, bengalinhas de açúcar etc. Também não tem nada a ver com troca de presentes, ainda que seja um gesto agradável. E muito menos ainda tem a ver com banquetes festivos regados a muita bebida alcoólica. Não! O Natal é Cristo.

É verdade que a data do nascimento de Cristo não é 25 de dezembro, já que Jesus deve ter nascido numa noite de primavera ou, mais provavelmente, numa noite de verão, já que o texto bíblico nos informa que, na noite de Seu nascimento, os pastores estavam com as ovelhas no campo (Lucas 2.8), o que não seria possível em dezembro, que é período de inverno no Oriente Médio. A data de 25 de dezembro para celebrar o Natal foi estabelecida pela Igreja Católica no quarto século d.C., com o objetivo de substituir as festas de final de ano pagãs do romanismo, que ocorriam em dezembro, por uma celebração cristã, voltada para Cristo.
 
Logo, surge a pergunta: “É correto, então, celebrarmos o Natal?”. Mesmo não sendo 25 de dezembro a data exata do nascimento de Cristo, comemorar o nascimento de Jesus de forma especial em uma data é válido. Alguns cristãos preferem não comemorar a data, não por considerarem o nascimento de Cristo algo importante, mas por frisarem o fato de que, à luz da Bíblia, todos os dias devem ser dias de celebrar Jesus. Já outros cristãos reconhecem o mesmo, mas, além de agradecerem a Deus todos os dias por ter enviado Seu Filho Jesus, também celebram o nascimento de Cristo de forma especial em uma data específica. Como disse o apóstolo Paulo, “um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias; cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente” (Romanos 14.15).
 
O Natal é uma oportunidade de celebrarmos de forma especial este importante acontecimento, que foi a encarnação de Jesus, Deus que se fez carne por nós. É um culto de gratidão a Deus pela Vinda de Cristo. É também uma oportunidade de evangelização, isto é, de convidar as pessoas não-crentes a participarem de reuniões especiais onde ouvirão a mensagem da Palavra de Deus sobre as implicações e a importância do nascimento de Cristo. Inclusive, algumas igrejas, como já é de costume, preparam até cantatas natalinas e dramatizações para evangelizar de forma específica nesse período em que as pessoas estão mais sensíveis para a mensagem do Natal.

Fato é que se o Natal for celebrado, ele deve ser celebrado corretamente. Natal não tem nada a ver com Papai Noel, duendes, renas que voam, carruagens cheias de presentes, meias coloridas penduradas ou coisas parecidas. Papai Noel é uma invenção comercial, é a exploração da lenda de um monge medieval chamado Nicolau, que levantada ofertas durante o ano para comprar presentes para dar na noite de Natal às crianças de um orfanato. Em cima dessa lenda, a empresa de bebidas Coca-Cola criou, no início do século 20, o personagem Papai Noel e todos os outros personagens a ele associados, e que não têm absolutamente nada a ver com o Natal, mas que, infelizmente, acabam tomando o lugar de Jesus no coração, sobretudo, das crianças.
 
Natal é a celebração do maior presente de todos os tempos: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória” 
(João 1.14). Jesus é Deus encarnado, Deus feito homem, que encarnou para, além de nos dar o exemplo de como devemos viver, morrer na cruz em nosso lugar, para remissão de nossos pecados. Essa foi a principal razão de Sua Vinda.

A Bíblia diz que Deus nos ama muito, mas nossos pecados nos afastam de Deus: “Vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59.2).
 
Exatamente porque “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23), não somos merecedores da comunhão com Deus e da vida eterna. Porém, a Bíblia também afirma que porque Deus nos ama tanto que providenciou a nossa Salvação. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23a), mas Deus deu o Seu único Filho, Jesus Cristo, para morrer em nosso lugar. Jesus levou sobre si mesmo o castigo pelos nossos pecados, a fim de que tivéssemos direito à comunhão com Deus e à vida eterna com Ele. A Bíblia declara que Jesus foi “ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas feridas fomos sarados” (Is 53.5). E o próprio Jesus declara que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
 
Portanto, se você aceitar Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador, aceitando o sacrifício dEle na cruz do Calvário em seu favor e entregando sua vida totalmente a Ele, a Bíblia afirma que os seus pecados serão imediatamente perdoados e você terá a certeza da presença de Deus em todos os momentos de sua vida aqui na Terra, conduzindo-o e ajudando-o em tudo, além da garantia de viver para sempre com Deus na eternidade. A Bíblia declara: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1). “O dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23b).
 
Se você que nos lê ainda não aceitou Jesus, então o que está esperando? Aceite Jesus como seu Senhor e Salvador agora mesmo! Ele morreu na cruz do Calvário por causa dos seus pecados e ainda ressuscitou ao terceiro dia, vencendo a morte para garantir a vida eterna a você e dar um real significado à vida. Esta é a sua oportunidade! Não a desperdice! Cristo é a única esperança. NEle está o sentido da vida.
 
 
 
Por Silas Daniel

Organização leva alimento para crianças refugiadas no Sudão



Bolsa do Samaritano estoca grande quantidade de comida para garantir alimentação a crianças refugiadas no Sudão do Sul



Organização leva alimento para crianças refugiadas no Sudão

O número de crianças pequenas que necessitam de suplementação alimentar urgente para combater a desnutrição grave continua a ser muito superior aos limites normais no campo de refugiados no Sudão do Sul. Bolsa do Samaritano é uma organização não-governamental que atua no campo, fornecendo comida, água e itens essenciais de sobrevivência para mais de 67 mil refugiados.
Tiffany Young, coordenadora de nutrição infantil no campo da Bolsa do Samaritano, diz que os desafios físicos são muitos ao abandonar sua casa e andar por vários dias com pouca ou nenhuma comida ou água, em seguida chegar a um campo de refugiados onde o aglomerado e as condições insalubres combinam para aumentar dramaticamente o risco de infecção ou doença, aumenta a probabilidade de morte em adultos.
"Eles já são tão fracos que ficam muito suscetíveis a todos os tipos de coisas, incluindo diarréia e pneumonia", diz Young.
Quando os refugiados mais jovens chegam ao Yida, campo de refugiados no Sudão do Sul - ou a outros quatro (Jamam, Doro, Batil, e Gendrassa) mais a leste, onde a Bolsa do Samaritano está ajudando - eles são pesados e examinados para avaliar a sua saúde. Se houver desnutrição, eles  são destinados para um programa de suplementação nutricional. Centenas de crianças de cinco anos ou menos no Yida, campo de refugiados no Sudão do Sul, estão para receber suplementos nutricionais.
Em resposta àqueles com desnutrição grave, a equipe se move muito rapidamente porque se essas crianças tiverem qualquer tipo de doença, já estão tão fracos de desnutrição que não poderiam combatê-la.
Young diz que quando uma morte infantil ocorre, ela e sua equipe, através da oração e conversa, faz um grande trabalho de consolo e encorajamento uns aos outros. “Nós também tentamos focar os sucessos".
Esses sucessos incluem Yasir, cujas mãos estão envoltas em ataduras de gaze para impedí-lo de remover o tubo de alimentação. Aos dois anos de idade chegou ao campo de refugiados com sua mãe e dois irmãos mais velhos depois de caminharem durante seis dias. O bebê agora está ganhando peso e força.
Por que a jovem servi no campo de refugiados no Sudão, com o seu calor implacável e a lotação? "Porque o que eu recebi através de Jesus Cristo eu quero repassar", afirmou a voluntária.

Fonte: Samaritan´s Purse

Cruzada Evangelistica na Assembleia de Deus Missão em Abapã (PR)



Foram três dias de cultos evangelísticos e com um firme propósito de ganhar almas para o Reino do Senhor Jesus


Cruzada Evangelistica na Assembleia de Deus Missão em Abapã (PR)

A equipe de evangelismo Semeadores de Cristo realizou uma Cruzada Evangelística na cidade Abapã, município de Castro (PR), a 160 Km de Curitiba. Os integrantes do grupo são membros da Assembleia de Deus do Jardim Urano, igreja que tem como dirigente o evangelista Estevão Carneiro e que é filiada a Sede de Curitiba, cujo o presidente é o pastor Wagner Gaby. 
Foram três dias de cultos evangelísticos e com um firme propósito de ganhar almas para o Reino do Senhor Jesus. Várias pessoas foram evangelizadas e receberam um exemplar da Bíblia Sagrada, o que facilitou bastante a aproximação deste povo. 
O resultado não poderia ser outro: 11 vidas aceitaram a Jesus, declarando-O como único e suficiente salvador, nove foram batizadas com Espírito Santo e muitos foram despertadas para o evangelismo. 
“Estamos felizes e honrados pela dedicação dos irmãos e irmãs, e pelas vidas alcançadas”, comemora o diácono Welison Garcia, líder do Projeto.

Redação CPADNews/AD Curitiba
Foto: Ulisses Camargo 

Dia do Evangelico em Major Sales/RN com a Banda Vitória em Cristo da AD Sousa


No último dia 15 de dezembro, foi comemorado o dia do evangélico na cidade de Major Sales/RN.
As comemorações do dia do evangélico teve a presença da banda de música instrumental Vitória em Cristo da Assembleia de Deus em Sousa/PB.
Veja algumas fotos deste evento.fonte AD Sousa
   

AD Sousa evangeliza na confraternização da DSA em Sousa



A empresa DSA - Distribuidora Sorriso de Alimentos Ltda realizou a confraternização 2012 com mais de 100 empregados.
A organização do evento foi realizada pelo empresário Gilson e por Fábio, e, previram um momento para reflexão da Palavra de Deus, cujo momento ficou na responsabilidade dos irmãos Jonatas e César que convidaram solicitaram ao Pastor Alexandre Duarte da AD Sousa alguém ministrar uma palavra de Deus.

O Presbítero Marcos Galdino de Lima da AD Sousa esteve ministrando a Palavra de Deus no evento e representando ao Pastor Alexandre e a AD Sousa.

Após a ministração da Palavra de Deus por Jonatas e pelo Pb. Marcos, o que fez baseado em Isaías 55.6, conclamou a todos que dessem o primeiro passo para Jesus e convidou a todos os presentes a procurarem uma igreja evangélica para melhor se aproximarem de Deus.  FONTE AD SOUSA
                                                    

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes