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19 dezembro 2015

Lição 12 - Namoro no tempo certo

Vivemos tempos de grandes mudanças em costumes e comportamentos (e, em sua maioria degradantes), e nossos adolescentes estão em meio a esse turbilhão de idéias e comportamentos, divulgados pela mídia. Por essa razão, é necessário que ensinemos nossos alunos acerca da postura que a Palavra de Deus mostra que deve ter os filhos de Deus em relacionamentos sentimentais.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2015
PRÉ-ADOLESCENTES - TEMA - RESISTINDO A PRESSÃO DO MUNDO
COMENTARISTA: ALINE BALBINO
COMENTÁRIO: PROF. JAIR CESAR S. OLIVEIRA
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO SEDE IPIRANGA - SÃO PAULO


 LIÇÃO 12- NAMORO NO TEMPO CERTO

Objetivos      
Devemos entender que existe o tempo certo para cada coisa, inclusive o namoro, enquanto este  tempo não chega, os adolescentes devem preencher seu tempo com coisas espirituais, estudos e boas amizades.

Texto bíblico    Ec 3.1-8

Introdução
Vivemos tempos de grandes mudanças em costumes e comportamentos (e, em sua maioria degradantes), e nossos adolescentes estão em meio a esse turbilhão de idéias e comportamentos, divulgados pela mídia.
Por essa razão, é necessário que  ensinemos nossos alunos acerca da postura que a Palavra de Deus mostra que deve ter os filhos de Deus em relacionamentos sentimentais.
Devemos enfatizar ao adolescente que o namoro está sujeito aos princípios gerais de Deus quanto à uma vida cristã que O agrada. Deus é muito claro sobre a maneira ideal de se relacionar mutuamente.
Adolescentes que namoram devem ser com consentimento dos pais, e precisam honrar e respeitar seus conselhos (Ef 6.2). Sabendo que Deus é imutável, e que, portanto, pecado continua sendo pecado. E muitos conceitos hoje aceitos pela sociedade secular é pecado contra Deus, e seu fim é a morte espiritual e eterna.
Algumas adolescentes sentem imensa pressão psicológica por parte da mídia, e alguns amigos para encontrar companhia.
Contudo, como a lição nos mostra, há um tempo certo  para o namoro, pois a precipitação  pode trazer alguns problemas, que nos afastam de Deus, e da nossa fé.                                                                               Hoje há uma verdadeira “campanha” para namoro, vemos em isso disseminado em sites, bate papos em celulares, programas de TV, etc. Mas qual a posição do adolescente e jovem cristão quanto a isso?

I-Na vida há tempo pra tudo
O texto bíblico, nos diz que tudo tem seu tempo, quanto ao namoro, envolvendo adolescentes,  é necessário entender que mesmo que o mundo,  por meio das mídias incentive o namoro, ou apenas o”ficar” cada vez mais precoce, tomar essa atitude antes do tempo próprio, pode causar uma serie de problemas; devido as conseqüências da falta de maturidade,quanto a este passo importante da vida.
Pois o namoro, não pode iniciar apenas por pressão da turma, do incentivo da mídia, afim de satisfação carnaL;
E necessário entender, que o namoro é uma fase de conhecimento mutuo, para pessoas que desejam um futuro matrimonio.

Namoro Prematuro
O fato, bastante freqüente, de que a amizade íntima entre dois jovens de sexo diferente em breve desemboque no namoro não representa um problema sério em certos casos, mas em outros sim. Não é preocupante (ao menos em princípio) que a partir de certa idade e de certo nível de maturidade pessoal a amizade se converta inesperadamente em namoro. Mas há um problema importante, pelo contrário, quando não se dão essas duas condições, idade e maturidade: neste caso, estamos diante de um namoro prematuro.
É prematuro um namoro quando os jovens não sabem situar a atração física dentro da dimensão total da pessoa, isto é, quando não são capazes de sujeitar o instinto às exigências de um amor que compromete todo o ser, corpo e alma, de forma que seja moldado pelos ensinos da Palavra de Deus. Nesta situação de imaturidade, existe um forte risco de chegarem às mal chamadas "relações pré-matrimoniais", isto é, à relação sexual entre os namorados.
É difícil estabelecer uma idade a partir da qual o namoro já não é prematuro. Dois jovens com a mesma idade podem ter graus diversos de maturidade quanto à amizade e ao amor. De qualquer maneira, pode-se dizer, a título de orientação geral, que são prematuros os namoros antes da idade juvenil, isto é, durante a fase adolescente.
Não se chega a um namoro prematuro apenas por meio de uma amizade íntima que desemboca inesperadamente no amor. Isso pode ser também conseqüência de um desses "namoricos" tão comuns na adolescência.
O namoro prematuro é a pretensão de amar antes do tempo. É buscar satisfação para o desejo sexual, quando o amor espiritual, ainda não se desenvolveu, e falta a harmônica fusão entre os dois elementos do amor. Essas experiências precipitadas não desenvolvem a capacidade de amar, não constituem uma preparação para o verdadeiro amor, antes pelo contrário, atrasam ainda mais o seu amadurecimento. Nesses casos, a aspiração pelos valores espirituais deturbam-se, desvirtuando a alma, e o desenvolvimento psico-espiritual atrofia-se 
Essas aproximações prematuras entre adolescentes de sexo diferente algumas vezes são “brincar de amor”, outras “brincar com o amor”. Nessas idades, sobra instintividade e falta vontade para governar os próprios impulsos. Por isso, o “primeiro amor” não costuma ser autêntico nem verdadeiro, antes expressa freqüentemente um egoísmo dissimulado, na medida em que se quer o outro apenas pelas satisfações que proporciona – alertemos nossos adolescentes quanto a isso!
Adolescentes e jovens devem saber a tempo que o namoro - entendido como caminho para o matrimônio e não como simples entretenimento - é algo muito belo, mas também muito sério Exige realismo e a disposição de descobrir a verdade por trás das aparências, de conhecer o que significará viver juntamente com a outra pessoa mais tarde.
Por isso nos preocupamos quando nossos adolescentes e jovens optam pelo famoso “FICAR” – enfatize-lhes além dos riscos de doenças físicas e psicológicas, há ainda o fator pecado. Tudo o que transgride a ética nos ensinada pela Palavra de Deus, é pecado.
A gravidez precoce é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas à sexualidade da adolescência, com sérias conseqüências para a vida dos adolescentes envolvidos.
A adolescência implica num período de mudanças físicas e emocionais considerado, por alguns, um momento de conflitivo ou de crise. Não podemos descrever a adolescência como simples adaptação às transformações corporais, mas como um importante período no ciclo existencial da pessoa, por isso é de suma importância que entendam as verdades bíblicas da vida cristã.

II-Namorar não é a coisa mais importante
O adolescente esta vivendo uma fase de mudanças e tranformações, tanto no corpo , cabeça, como também no espírito, sendo assim, não é conveniente se precipitar na busca  de um namoro, ainda mais se não tem maturidade para isto, o que pode resultar  em situações difíceis;Portanto o adolescente deve ser preocupar em dar continuidade a esse processo de mudanças, para que no tempo certo, possa se preocupar com esse passo, que é natural  da vida.                                                                         Contudo , quando este tempo chegar, se faz necessário escolher bem, a pessoa para estar ao seu lado,Vejamos: 
Como escolher
Quando fazemos a vontade de Deus, experimentamos a verdadeira alegria e o verdadeiro propósito da vida. Mas quando desobedecemos a vontade de Deus, nos tornamos tristes, vazios, angustiados e sem propósito na vida e vem o embrutecimento da nossa personalidade (Jd. 10).
Por isso, principalmente nesta questão de namoro devemos pautar nossas decisões através da orientação da Palavra de Deus.
E a Bíblia Sagrada é enfática ao falar acerca de não termos relacionamentos com descrente, ou crentes nominais que nenhum compromisso têm com a Palavra de Deus.
Mesmo quando os dois são crentes, verdadeiramente convertidos, há também alguns quesitos a serem observados:

1.Salvação.
Ambos os jovens ou adultos devem ser verdadeiramente salvos, ou seja, ambos já devem ter aceitado a Jesus Cristo como seu único Senhor e Salvador pessoal (Jo 3.16; Lc 19.10; Rm 10.9-10).

2.Maturidade física e Espiritual.
Não devem ser crianças, pois maturidade é importante e essencial no relacionamento entre duas pessoas (Ef 4.13; 1 Cor14.20).

3.Comunhão com Deus.
Primeiramente Deus deve estar sendo uma fonte de luz em sua vida, uma fonte de vigor espiritual. Se não tiver comunhão com Deus, nunca será abençoado em qualquer tipo de relacionamento (1Jo 1.6-7).

4.Permissão dos pais.
Ambos os pais dos pretendentes devem estar de acordo com o namoro. Isso demonstra confiança e honra dos filhos para com seus pais. Um namoro onde os pais não apóiam, geralmente resulta em muitas dificuldades. Isso não significa que os pais são a autoridade final no namoro, significa que estão querendo a bênção paterna para o relacionamento.

5.Apoio do seu pastor.
Isso é importante e muitas vezes negligenciado pelos cristãos. O pastor de ambos deve apoiar e dar sua bênção. Pode ser que pastor veja coisas que eles não estão vendo e por isso é importante receber o apoio, o conselho deste servo de Deus.

6.Comunicação e visitas.
Deve-se procurar estabelecer um determinado ritmo nas visitas por parte do rapaz à casa da moça. É claro que não todos os dias. Estabelecer uma boa comunicação entre ambos.

7.Confiança dos pais.
No decorrer do namoro, deve procurar ganhar e manter a confiança dos pais. Verificar como é a relação entre a pessoa e seus pais. Procurar ser sensível para qualquer mudança.

III-Cultive a amizade sincera e priorize os estudos
Principios para estabelecer relacionamentos saudaveis
  1. Respeito (1Tm 2.2 — ARA). O respeito é um valor moral necessário ao convívio saudável e harmônico. Por meio dele apreciamos e reconhecemos o próximo e os seus direitos: à vida, à felicidade; ao trabalho; ao culto; à livre expressão de ideias. No mundo globalizado e multicultural de hoje, o respeito é uma necessidade para a boa convivência. Nenhum relacionamento saudável subsiste sem respeito mútuo (Rm 13.7; Ef 5.33; 1Tm 3.8; Tt 2.2 — ARA).

  1. Ética (Êx 20; Mt 5-7; 2Tm 3.16). Em aspecto prático, a ética refere-se às normas de conduta sob as quais a sociedade e o indivíduo vivem. Todavia, a base da ética cristã não são os costumes sociais, mas o caráter santo e misericordioso de Deus, os ensinos de Jesus, e as Escrituras. Estes fundamentam a vida e os relacionamentos saudáveis dos cristãos.

  1. Alteridade (Lc 6.36,37). O homem é um ser social! Ele vive em comunidade e interage com o outro, que lhe é diferente. Isto cria uma relação de interdependência e solidariedade, que são necessárias ao desenvolvimento pessoal e coletivo do ser humano. Por meio da alteridade a pessoa se coloca no lugar da outra, procurando entendê-la, respeitando as diferenças que existem entre ambas.
Fonte; http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2015/lbj-2015-04-01.htm

TIPOS E FORMAS DE AMIZADES (Pv 17.17)
  1. O que determina os tipos de amizades (Pv 17.17)?
O presente provérbio apresenta um desenvolvimento progressivo da amizade. Ela surge sem que as pessoas premeditem uma aliança duradoura, e cresce à medida que afinidades, interesses e pontos comuns manifestam-se ao longo do relacionamento. A prova da maturação da amizade ou o início de um profundo companheirismo pode ocorrer nos momentos de infortúnios ou adversidades, quando então se distingue os verdadeiros amigos dos outros.
As amizades sinceras e belas, que merecem a celebração dos versos poéticos, nascem nas mais difíceis circunstâncias e desafios como nos apresenta a Bíblia ao falar da amizade entre Noemi e Rute (Rt 1.14-17). As amizades formadas em tempos de prosperidade e felicidade são muitas (Pv 14.20; 19.4,6,7), mas em tempos de adversidade somente os verdadeiros amigos permanecem (Pv 17.17).
Deste modo, apoiar um amigo ou conhecido na adversidade (Pv 27.10) pode evoluir para uma relação madura, até mesmo superando a dos laços familiares (Rt 1.14-17; 1Sm 18.1-4). Todavia, vários fatores determinam os tipos e a evolução das amizades: afeição, apoio, similaridades, confidência, traços de personalidade, frequência de contato, entre outros.

  1. Os tipos e formas de amizades (Pv 18.24; Jo 15.15).
Nem todos são classificados como melhores amigos (Mt 26.50; Jo 6.66-71; 13.23). Uns são colegas, conhecidos, amigos, vizinhos. Alguns são por graus de parentesco, outros por afinidades, ainda por relação de trabalho, agremiação, tradição ou crença. De modo geral, as circunstâncias e afeições desenvolvem o grau da amizade (Ec 4.9,10). Alguns se aproximam para tirar vantagens (Pv 14.20; 19.4,6), outros para dar bons conselhos (Pv 27.6). Provérbios 2.17, no entanto, emprega o termo ’allûp, “amigo do coração” (“guia” na ARC) para designar a amizade sobre ataque de pessoas mal intencionadas ou invejosas (Pv 16.28; 17.9). Isto serve para lembrar aos amigos que a mais profunda e sincera amizade deve ser preservada por ambos, uma vez que o difamador se deleita em causar inimizades (Pv 16.28). Quantas amizades já foram desfeitas pelos invejosos e caluniadores! Um verdadeiro amigo deve ser estimado como se estima o ouro. Assim como se preserva uma joia preciosa dos olhos invejosos e gananciosos é mister que assim se faça às amizades sinceras e valiosas forjadas e provadas no cadinho da vida.

  1. Relacionamentos corretos entre amigos.
A Bíblia traz várias orientações quanto à manutenção, preservação e seleção de amigos: não ser inoportuno (Pv 25.17), não abandonar na adversidade (Pv 27.10), ser conselheiro (Pv 27.5,6), evitar as más companhias (Pv 13.20; 1Co 15.33), escolher as boas companhias (Pv 12.26), ser fiel ao Senhor (Pv 16.7). Os exemplos destacados demonstram carisma para se obter amigos, discernimento para escolhê-los e honestidade para preservá-los. É difícil encontrar bons amigos e desfrutar de sinceras amizades no contexto fútil das relações humanas modernas. Todavia, não é raro achar um verdadeiro amigo e, quando encontrá-lo, preserve-o.
Fonte; http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2015/lbj-2015-04-04.htm

Conclusão
O namoro é o período em que o rapaz e a moça procuram conhecer-se em preparação para o matrimônio. No matrimônio homem e mulher doam seus corpos, constituem uma só carne e tornam-se instrumentos de Deus na geração de novas vidas humanas.
Mas antes de doar os corpos é preciso doar as almas. No namoro os jovens procuram conhecer, não o corpo do outro, mas sua alma. Os namorados não podem ter relações sexuais, pois o corpo do outro ainda não lhes pertence. Unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação) é um pecado contra a justiça, algo como um roubo.E como nosso corpo é templo do Espírito Santo (1 Cor 6,19) a profanação de nosso corpo é algo semelhante a um sacrilégio.  
“Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.” (1 Cor 3.16-17).   
Porém não é apenas a fornicação que é pecado, mas também tudo o que provoca desejo da fornicação, como abraços e beijos que, muitíssimo mais que constituírem expressões de afeto, despertam, alimentam e exacerbam o desejo físico. Aliás, é possível profanar o templo do nosso corpo até por um pensamento: “Todo aquele que olha uma mulher com mau desejo já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5.28). 
Durante o namoro deve-se evitar o contato físico desnecessário. O contato entre os corpos (beijos e abraços), além de causar o desejo de fornicação, obscurece a razão. O próprio beijo na boca já constitui uma entrega física, que, se acidentalmente pode se consumar, no ato sexual, pois dependo do beijo, ele prepara ou apressa as “coisas”. O prazer da excitação dos sentidos, além disso, torna-os incapazes de perceber a beleza da alma do outro. O namoro assim deixa de ser um ocasião de amar para ser um ocasião de egoísmo a dois, cada um desejando sugar do outro o máximo de prazer.
Vale aqui lembrar a advertência de Cristo: “Vigiai e orai para não cairdes em tentação. O espírito é pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26.41).

Colaboração para o Portal Escola Dominical- Prof. Jair César S. Oliveirahttp://www.portalebd.org.br/index.php/mais/pre-adolescentes/36-pre-adolescentes-licoes/718-licao-12-namoro-no-tempo-certo

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 8

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