SEJÁ VOCÊ TAMBÉM UM SEGUIDOR

Google+ Followers

29 julho 2016

Lição 5, A Evangelização Urbana e suas Estratégias 3º Trimestre de 2016 - Título: O desafio da evangelização — Obedecendo o ide do Senhor JESUS de levar as Boas-Novas a toda criatura


Comentarista: Claudionor de Andrade 
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AQUI VOCÊ VÊ PONTOS DIFÍCEIS DA LIÇÃO - POLÊMICOS
Veja Vídeo em https://youtu.be/3nXLmlo7TCY
Veja Figuras da lição em  http://ebdnatv.blogspot.com.br/2016/07/figuras-da-licao-5-evangelizacao-urbana.html
 
 
 
TEXTO ÁUREO"E aconteceu que, acabando JESUS de dar instruções aos seus doze discípulos, partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades deles." (Mt 11.1)
 

VERDADE PRÁTICAA evangelização urbana é o primeiro desafio missionário da igreja e o estágio inicial para se alcançar os confins da terra.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Mt 21.10 O Evangelho alvoroça a cidade
Terça - Mc 6.33O Evangelho atrai as cidades
Quarta - Mt 23.34 Cidade, onde o Evangelho é perseguido
Quinta - Lc 5.12 O Evangelho curador na cidade
Sexta - Atos 8.5-8 O Evangelho traz alegria à cidade
Sábado - At 5.16 O Evangelho de poder na cidade
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 2.1-121 - Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; 2 - e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. 3 - E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.  4 - E todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e começaram a falar em outras línguas, conforme o ESPÍRITO SANTO lhes concedia que falassem.  5 - E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.  6 - E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. 7 - E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando?  8 - Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? 9 - Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judeia, e Capadócia, e Ponto, e Ásia,  10 - e Frígia, e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos (tanto judeus como prosélitos), 11 - e cretenses, e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de DEUS. 12 - E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?
 
OBJETIVO GERALCompreender que a evangelização urbana é o primeiro desafio missionário da igreja.
Apresentar estratégias urbanas de evangelismo.
Mostrar os desafios da evangelização urbana.
Saber como fazer evangelismo urbano.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOREvangelizar os centros urbanos é um dos maiores desafios da Igreja no século 21, pois, segundo dados da ONU, 54% da população mundial vive nas grandes cidades. Com o crescimento da população urbana vêm também os problemas e desafios. É preciso atender às necessidades da população, mas nem sempre essas necessidades são atendidas, gerando falta de habitação, transporte, energia, desemprego, etc. Muitos não têm direito aos serviços básicos como educação e saúde garantidas. Como Igreja, não podemos fechar os olhos para a realidade enfrentada nos centros urbanos. O que fazer para alcançar essas pessoas? Temos que ir até elas. Precisamos orar e pedir a DEUS estratégias para sairmos das quatro paredes dos templos e sermos "sal" fora do saleiro.
 
PONTO CENTRALAlcançar os grandes centros urbanos com o evangelho é um dos maiores desafios da Igreja.
 
Resumo da Lição 5, A Evangelização Urbana e suas Estratégias
I - ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO
1. A estratégia de Jonas.
2. A estratégia do Pentecostes.
3. A estratégia dos pioneiros.
II - OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA
1. Incredulidade e perseguição.
2. Enfermos.
3. Endemoninhados.
III - COMO FAZER EVANGELISMO URBANO
1. Treinamento da equipe.
2. Estabelecimento de postos-chave.
3. Acompanhamento do trabalho.
 
SÍNTESE DO TÓPICO I -  Na Palavra de DEUS encontramos algumas estratégias urbanas de evangelismo.
SÍNTESE DO TÓPICO II - A incredulidade, a perseguição, os enfermos e endemoninhados são alguns dos principais desafios da evangelização urbana.
SÍNTESE DO TÓPICO III - Para fazer um evangelismo urbano eficiente precisamos investir no treinamento da equipe, estabelecer postos-chave e acompanhar de perto o trabalho.
 
SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO top1"Jonas tinha sido enviado para pregar em Nínive, cidade assíria no início do século VIII a.C., descreveu-a como 'uma grande cidade, de três dias de caminho' (Jn 3.3). Através desta declaração, é provável que o profeta desejasse dizer que seriam necessários três dias para alcançar todas as partes da cidade, em sua missão e pregação. Podemos julgar o tamanho de sua população através da declaração expressa em Jonas 4.11. Alguns entendem que o Senhor DEUS, ao se referir à população inocente de Nínive, estaria mencionando todas as crianças demasiadamente pequenas para saberem a diferença que existe entre a mão direita e a esquerda, e que totalizavam 120.000 crianças; isto sugeriria uma população total de aproximadamente 600.000 pessoas. Talvez Jonas estivesse pensando na 'grande Nínive', uma vez que todas as principais cidades frequentemente consistiam de uma fortaleza murada com muitas outras vilas vizinhas estendendo-se por muitos quilômetros, e que, na linguagem hebraica, era chamada de cidade e suas aldeias (Js 15.45,47).
Outros, entretanto, consideram essa expressão de Jonas 4.11 como metafórica, e designando toda a população a quem DEUS entendia como tendo um conhecimento imperfeito do bem e do mal. Uma população total de 120.000 pessoas está bem de acordo com o número registrado de 69.574 pessoas acomodadas em Calá, uma cidade com uma dimensão que correspondia a menos da metade de Nínive em 879 a.C." (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp. 1362,1363).
 
CONHEÇA MAIS
*Pentecostes
"O cristianismo não se restringe a um povo ou grupo de pessoas. CRISTO oferece a salvação a todas as pessoas, sem levar em conta a nacionalidade de cada uma delas. Os visitantes de Jerusalém ficaram surpresos ao ouvir os apóstolos e os outros cristãos falarem em idiomas diferentes dos seus, línguas pertinentes a outras nacionalidades. DEUS opera todos os tipos de milagres para que as Boas-Novas sejam divulgadas, usa inclusive idiomas para chamar todos os tipos de pessoas para se tornarem seguidores de CRISTO". Para conhecer mais, leia Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1480.
 
SUBSÍDIO DIDÁTICOProfessor, reproduza o quadro abaixo para os alunos. Utilize-o para mostrar os números da urbanização. Aproveite a oportunidade para conscientizar os alunos de que o número de pessoas que vivem nas áreas urbanas vem crescendo consideravelmente. O grande desafio da Igreja é alcançar as pessoas das áreas urbanas com o Evangelho. Enfatize também os problemas decorrentes do grande número de pessoas vivendo nas cidades.
 

SUBSÍDIO DIDÁTICOProfessor, utilize o quadro para mostrar alguns passos que precisamos dar para evangelizar as cidades. Peça que os alunos também sugiram ações, completando assim o quadro. Enfatize também os vários tipos de evangelismo que podem ser realizados:
1. Oração e jejum em favor da cidade que se quer alcançar.
2. Estabelecer metas em relação à cidade que se quer alcançar.
3. Curso básico de evangelismo pessoal, preparando as pessoas para apresentar o plano da salvação.
4. Mapear as áreas da cidade, ruas, becos, vielas que se quer alcançar.
5. Providenciar material evangelístico (folhetos, Bíblias, revistas, etc).
6. Distribuir as equipes por faixa etária que se pretende alcançar (crianças, jovens, adultos, idosos).
7. Atrações especiais (louvor, encenação, 
etc.).
 
PARA REFLETIR - A respeito da evangelização urbana, responda: Qual a estratégia de Jonas?
O profeta não dispunha de tempo para percorrer toda Nínive, por isso, traçou uma estratégia simples, porém eficaz: "E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida" (Jn 3.4).
Fale sobre a estratégia do Pentecostes.
E, quando da descida do ESPÍRITO SANTO, eles ouviram a mensagem da cruz em sua própria língua. Ao retornarem aos seus lugares de origem, levaram a semente do Evangelho que, mais tarde, germinaria congregações e igrejas.
Qual a estratégia adotada por Daniel Berg e Gunnar Vingren?
Orientados pelo ESPÍRITO SANTO, Daniel Berg e Gunnar Vingren escolheram a cidade de Belém, no Pará, como ponto de partida para a sua missão no Brasil.
Quais os desafios da evangelização urbana?
Incredulidade, perseguição, enfermos, endemoninhados.
Que providências podem tornar bem-sucedida a evangelização urbana?
Treinamento da equipe, estabelecimento de postos-chave e acompanhamento do trabalho.
 
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 67, p38.
 
 
Comentários de vários autores com alguma modificações do Ev. Luiz Henrique
Pontos difíceis e polêmicos discutidos durante a semana em nossos grupos de discussão no WhatsApp (minhas conclusões)
 
Resumo rápido da Lição 5, A Evangelização Urbana e suas Estratégias
I - ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO
1. A estratégia de Jonas.
2. A estratégia do Pentecostes.
3. A estratégia dos pioneiros.
II - OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA
1. Incredulidade e perseguição.
2. Enfermos.
3. Endemoninhados.
III - COMO FAZER EVANGELISMO URBANO
1. Treinamento da equipe.
2. Estabelecimento de postos-chave.
3. Acompanhamento do trabalho.
 
PARTE 1
Jonas não era um evangelista, não era um missionário, era um profeta com uma única mensagem de juízo para entregar a um povo. Sua estratégia para comunicar o juízo de DEUS sobre eles era bem simples - Sair pela rua principal de Nínive proclamando o juízo que DEUS lhe havia dito que executaria contra esta cidade e seus habitantes. Deu certo - todos ficaram sabendo da mensagem de DEUS para eles e até o rei se inteirou do juízo de DEUS sobre seu povo. Se arrependeram e foram poupados.
No Pentecostes a estratégia era proclamar o evangelho a várias nações de uma só vez, sem ter que ir até essas nações. Como havia em jerusalém representantes de todas as maiores nações daquela época, DEUS os ajuntou através de uma manifestação do ESPÍRITO SANTO. JESUS batizou cerca de 120 pessoas de uma só vez, que começaram a falar em línguas e com este barulho os visitantes de Jerusalém se agruparam ali para saberem o que estava acontecendo. Agora o dom de línguas foi dado ao apóstolos que começaram a falarna língua materna de cada um daqueles vistantes de Jerusalém, que maravilhados com isso se converteram ao evangelho e foram batizados. Eram quase 3 mil pessoas.
Danioel Berg e Gunnar Vingren receberam a revelação sobrenatural do nome de Belém para estarem aqui no Brasil e a partir de Belém evangelizarem todo o Brasil. No começo evnagelizaram Belém, depois foram espandindo o evangelho por todo o Brasil. veio o período da guerra e o período da industrialização. Os pioneiros fizeram um grande trabalho só atrapalhado pela saúde frágil deles devido a doenças adquiridas ao longo de seus árduos ministérios. A Igreja no Brasil se desenvolveu mais ainda com o projeto da rodovia Belém Brasília em andamento e com os projetos de desenvolvimento e guarnição das regiões fronteiriças do Brasil, esse projeto de evangelização ganhou força e se desenvolveu atingindo todo o Brasil em pouco tempo.
PARTE 2
A perseguição ao evangelho no Brasil é perceptível somente a quem prega o verdadeiro evangelho. Quem não está sendo usado em milagres, sinais, prodígios e maravilhas, nem percebe alguma perseguição.
Mas não se enganem, e
xiste uma grande perseguição ao legítimo evangelho no Brasil. Ainda tentam nos barrar de todas as maneiras, seja em evitar nossa presença em grandes igrejas, como tentar nos coagir a não permitir a ação poderosa do ESPÍRITO SANTO. Eu mesmo já fui "orientado" por líderes de nossa denominação a não permitir a manifestação do ESPÍRITO SANTO em nossas ministrações. Recentemente numa convenção de pastores, alguns colocaram em dúvida eu dizer que JESUS cura mais de 100 pessoas num só dia. Já fui perseguido por endemoninhados jogando pedras e até já me torceram o braço numa tentativa de me impedir de pregar o evangelho. No Brasil ainda existe uma grande perseguição ao evangelho nas pequenas cidades e existem vários grupos de pessoas influentes que tentam nos barrar.
Doenças têm se multiplicado no Brasil e há um caos na saúde pública. Pessoas passam a noite toda em filas para conseguirem uma consulta. Muitos estão estirados em camas pelas ruas, pelos corredores de hospitais superlotados e muitos morrendo a espera de um atendimento médico. Na própria igreja existem milhares de crentes doentes que chegam a gastar 70% de seus salários com remédios e médicos. A IGREJA PRECISA ACORDAR. JÉSUS nos chamou para representá-Lo. Ele passava metade de seu precioso tempo curando as pessoas. Como a igreja de hoje passa a metade de seu tempo? Cantando ou ouvindo música???
Existem milhares de pessoas endemoninhadas pelas casas, muitas vezes, nas casas dos próprios crentes. Pessoas possuídas por espíritos de suicídio, prostituição e vícios. Aqueles que DEUS chamou para libertá-los se acovardarm tentando jogar a responsabilidade sobre seus líderes que estão .ais preocupados com sua vida financeira do que com as ovelhas que CRISTO as confiou.
 
PARTE 3
JESUS treinou sua equipe de apóstolos e discípulos. veja que não foi só com teoria, mas com prática também, até os colocou para expulsar demônios e curar os doentes e enfermos.
Paulo treinou os líderes para serem colocados para dirigir as igrejas que ele abriu. recalmou até com Timóteo para despertar o dom que havia recebido por sua imposição de mãos.
JESUS tinha seus postos-chave como a casa de Lázaro, a casa de pedro, a cidade de carfanaum, etc...
Paulo estabeleceu centenas de postos-chave em casas que passarama ser igrejas.
estas casas devem ser referência para a sociedade por causa dos crentes fieis a DEUS que ali moram. Ali é o hospital espiritual da comunidade. é muito importante que a base de uma igreja seja um local de testemunho.
Paulo, sempre que podia, passava pelos locais onde abriu igrejas para verificar seu andamento. Além disso, escrevia cartas para os líderes e fazia questão que fossem lidas perante a igreja para correção dos erros e exaltação dos acertos.
Devemos tomar cuidado com o rebanho e dar a devida assistência material, espiritual e social.
 
2.1 PENTECOSTE. (BEP - CPAD) Pentecoste era a segunda grande festa sagrada do ano judaico. A primeira grande festa era a Páscoa. Cinqüenta dias após esta, vinha a festa de Pentecoste, nome este derivado do gr. penteekostos (=qüinquagésimo). Era também chamada Festas das Colheitas, porque nela as primícias da sega de grãos eram
oferecidas a DEUS (cf. Lv 23.17). Da mesma forma, o dia de Pentecoste simboliza, para a igreja, o início da colheita de almas para DEUS neste mundo.
2.2,3 UM VENTO... IMPETUOSO, E... LÍNGUAS REPARTIDAS, COMO QUE DE FOGO. As manifestações externas de um som como de um vento poderoso e das línguas de fogo (vv. 2,3) demonstram que DEUS estava ali presente e ativo, de modo poderoso (cf. Êx 3.1-6; 1 Rs 18.38,39). O fogo talvez simbolize a consagração e a separação dos crentes para DEUS, visando a obra de glorificar a CRISTO (Jo 16.13,14) e de testemunhar dEle (1.8). Estas duas manifestações antecederam o batismo no ESPÍRITO SANTO, e não foram repetidas noutros relatos similares do livro de Atos.
2.4 CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO. Qual é o significado da plenitude do ESPÍRITO SANTO recebida no dia de Pentecoste?
(1) Significou o início do cumprimento da promessa de DEUS em Jl 2.28,29, de derramar seu ESPÍRITO sobre todo o seu povo nos tempos do fim (cf. 1.4,5; Mt 3.11; Lc 24.49; Jo 1.33; ver Jl 2.28,29).
(2) Posto que os últimos dias desta era já começaram (v. 17; cf. Hb 1.2; 1 Pe 1.20), todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em CRISTO (3.19; Mt 3.2; Lc 13.3; ver At 2.17).
(3) Os discípulos foram do alto... revestidos de poder (Lc 24.49; cf. At 1.8), que os capacitou a testemunhar de CRISTO, a produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado, à justiça, e ao julgamento divino, e a desviá-los do pecado para a salvação em CRISTO (cf. 1.8; 4.13,33; 6.8; Rm 15.19; ver Jo 16.8).
(4) O ESPÍRITO SANTO já revelou sua natureza como aquele que anseia e pugna pela salvação de pessoas de todas as nações e aqueles que receberam o batismo no ESPÍRITO SANTO ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (vv. 38-40; 4.12,33; Rm 9.1-3; 10.1). O Pentecoste é o início das missões mundiais (1.8; 2.6-11,39).
(5) Os discípulos se tornaram ministros do ESPÍRITO. Não somente pregavam JESUS crucificado e ressuscitado, levando outras pessoas ao arrependimento e à fé em CRISTO, como também influenciavam essas pessoas a receber o dom do ESPÍRITO SANTO (vv. 38,39) que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste (v. 4). Levar outros ao batismo no ESPÍRITO SANTO é a chave da obra apostólica no NT (ver 8.17; 9.17,18; 10.44-46; 19.6).
(6) Mediante este batismo no ESPÍRITO, os seguidores de CRISTO tornaram-se continuadores do seu ministério terreno. Continuaram a fazer e a ensinar, no poder do ESPÍRITO SANTO, as mesmas coisas que JESUS começou, não só a fazer, mas a ensinar (1.1; Jo 14.12).
 
2.39 A VÓS, A VOSSOS FILHOS E A TODOS. A promessa do batismo no ESPÍRITO SANTO não foi apenas para aqueles presentes no dia de Pentecoste (v.4), mas também para todos os que cressem em CRISTO durante toda esta era: a vós os ouvintes de Pedro; a vossos filhos à geração seguinte; à todos os que estão longe à terceira geração e às subseqüentes.
(1) O batismo no ESPÍRITO SANTO com o poder que o acompanha, não foi uma ocorrência isolada, sem repetição, na história da igreja. Não cessou com o Pentecoste (cf. v. 38; 8.15; 9.17; 10.44-46; 19.6), nem com o fim da era apostólica.
(2) É o direito mediante o novo nascimento de todo cristão buscar, esperar e experimentar o mesmo batismo no ESPÍRITO que foi prometido e concedido aos cristãos do NT (1.4,8; Jl 2.28; Mt 3.11; Lc 24.49).
 
O que dizer do fogo?
João batiza com água - Como João está procurando exaltar e provar a maior grandeza do batismo de JESUS com o ESPÍRITO SANTO ele coloca o fogo como superior e mais eficiente do que a água. Ele mostra que o batismo de JESUS é superior ao dele - Nas águas humano - No fogo - superior - espiritual - superior.
Água constratada pelo fogo.
Na prática podemos discernir quem é batizado com o ESPÍRITO SANTO e os que são batizados com o ESPÍRITO SANTO e com fogo, através do recebimento ou não de dons na hora do batismo. Assim alguns recebem dons do ESPÍRITO SANTO na hora em que são batizados (ex.: apóstolos e dom de línguas no dia de pentecostes, Irmãos de Éfeso e dom de profetizar). A grande maioria só recebe línguas para oração que são as mesmas línguas de confirmação do batismo.
 
2.4 COMEÇARAM A FALAR EM OUTRAS LÍNGUAS.
No dia do Pentecostes houve a manifestação de um dom do ESPÍRITO SANTO chamado "Dom de Línguas": Os discípulos (cerca de 120) falavam na língua de origem dos visitantes de Jerusalém.
Havia naquele dia uma multidão em Jerusalém atraídos pelos festejos, DEUS soube escolher o dia para espalhar o evangelho para todas as nações em volta de Jerusalém (Veja mapa acima).
O barulho de 120 pessoas falando em línguas é tremendo e escandaliza ate os crentes de hoje, imagine naquele dia a curiosidade e o susto dos visitantes de Jerusalém!
Era plano de DEUS para evangelizar os povos gentílicos e judeus.
 
O batismo não é falar em línguas. O batismo é revestimento de poder, mas o sinal externo e evidente do batismo é falar em línguas mesmo. Como vou identificar se alguém foi batizado? Só se o ouvir falar em línguas. Entendeu? O batismo é recebimento de poder espiritual para evangelizar, ganhar almas. Para sabermos se alguém foi ou não batizado só se esta pessoa falar em línguas, pois todos os que são batizados no ES falam em outra língua não aprendida aqui na terra.

O batismo traz ousadia para pregar, coragem para enfrentar tudo pelo evangelho, tráz alegria, intrepidez.
 
Em 1 coríntios 14 olha que coisas maravilhosas se fala sobre o falar em línguas.
1- Fala a DEUS 2- ninguém nos entende, só DEUS 3- O que fala em língua edifica-se a si mesmo 4- quero que todos vós faleis em línguas 5- podemos falar em línguas e sermos interpretados ou nós mesmos interprertarmos.
 
Viu? 5 Coisas maravilhosas sobre o falar em línguas.Quem quer falar com DEUS? Fale em línguas.
Quem quer falar com DEUS de maneira que nem o Diabo o entenda? fale em Línguas
Quem quer ser edificado espiritualmente? fale em línguas
Paulo proibiu ou alguém pode nos proibir falar em línguas - Não.
Quem quer falar em línguas e entender o que está falando? Podemos falar em línguas e sermos interpretados ou nós mesmos interprertarmos.
 
Achei necessário explicar mais um detalhe sobre o falar em línguas para tirar dúvidas de alguns. Observação importante sobre a diferença entre o “falar em língua” e “falar em línguas”– Quando dizemos “falar em línguas” não quer dizer necessariamente falar em vários tipos de línguas, pois quando alguém é batizado, na maioria das vezes só fala em um idioma a vida toda. Então, quando se é batizado se fala em língua espiritual (em nossas traduções ficou assim – “falou em línguas estranhas”, mas está errado, o correto é falou, na verdade, em uma língua espiritual). Para falar em línguas, ou em várias línguas é preciso receber o dom do ESPÍRITO SANTO que vem depois do batismo no ESPÍRITO SANTO. Ai se recebe o dom de variedade de línguas (agora, sim, fala-se em vários tipos de línguas, inclusive línguas conhecidas em outras nações, mas desconhecida para aquele que está falando).
A bíblia diz que falamos e não entendemos, então falamos e não entendemos. Quem tem que entender é DEUS e ELE entende.
Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a DEUS; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios. 1 Coríntios 14:2
Agora, quando recebemos o dom de línguas, ai podemos falar e alguém entender. Pode também nós falamos e alguém interpreta para todos entenderem. pode também, eu falo e eu mesmo entendendo e repasso para os outros entenderem.
Resumo - Quando somos batizados e não recebemos o dom de línguas, só fomos batizados no ESPÍRITO SANTO e falamos numa língua desconhecida para nós, mas conhecida por DEUS que a entende perfeitamente. É uma linguagem de oração, para falarmos com DEUS todos os dias. para sermos edificados
 
Os 10 Desafios do evangelismo hoje: Geziel Gomes - A batalha de MISSÕES
1. O desafio das portas fechadas (exemplo: China).
2. O desafio das portas que estão se fechando (exemplo: várias nacôes da África).
3. O desafio da indolência de milhões de cristãos.
4. O desafio da explosão demográfica (exemplo: Índia).
5. O desafio dos milhares de idiomas e dialetos (exemplo: Índia).
6. O desafio das grandes concentrações urbanas (exemplo: Hong Kong).
7. O desafio do materialismo que se universaliza.
8. O desafio da tecnologia e da ciência.
9. O desafio da “Evangelização” feita por grupos heréticos.
10. O desafio das grandes religiões mundiais não-cristãs.
MISSÕES e a maior tarefa da Igreja de JESUS CRISTO na face da Terra.
MISSÕES e a continuação da obra de CRISTO.
MISSÕES e o desafio deste tempo do fim.
 
UM POUQUINHO DE HISTÓRIA
Os primeiros passos da Assembleia de DEUS no Brasil
Em novembro de 1910, os suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, batizados no ESPÍRITO SANTO, chegaram a Belém do Pará.
O fato teve repercussão imediata na Igreja Batista. Havia aqueles que aceitavam o batismo no ESPÍRITO SANTO e aqueles que eram contrários à nova doutrina. Em 13 de junho, numa terça-feira, foram excluídos 13 membros da igreja: José Plácido da Costa, que ocupara o cargo de moderador da igreja até aquela sessão; Manuel Maria Rodrigues, ex-secretário; José Batista de Carvalho, ex-tesoureiro; Antonio Mendes Garcia, todos estes diáconos; Lourenço Domingos; João Domingos; Maria dos Prazeres Costa; Maria Pinto de Carvalho; Alberta Ribeiro Garcia; Manuel Rodrigues Dias; Jerusa Rodrigues. O secretário da igreja depois de anotar esses nomes, deixou para o fim os nomes de Celina Cardoso de Albuquerque e Maria de JESUS Nazaré, que, ao mencioná-los, fez chamando-as de “as profetisas”, e os de Gunnar Vingren e Daniel Berg.
Sob a liderança dos missionários Gunnar Vingren e Daniel Berg, os crentes batistas que aceitavam a doutrina pentecostal foram convocados a comparecer à casa onde se instalava a congregação batista na Cidade Velha, à Rua Siqueira Mendes nº1-A, residência da irmã Celina Albuquerque, para se reunir no dia 18 de junho de 1911, num domingo. Presentes estiveram onze irmãos excluídos no dia 13 daquele mês, da Igreja Batista, tendo faltado os irmãos Lourenço Domingos e Alberta Ribeiro Garcia. Compareceram, porém, três membros da igreja que não estavam excluídos, que foram Henrique Albuquerque, esposo de Celina; Maria Piedade da Costa, esposa de Plácido e Emília Dias. Além destes, foram arrolados mais quatro irmãos da referida congregação, cujos nomes são os seguintes: Joaquim Silva, Tereza Silva de JESUS, Izabel Silva e Benvinda Silva, todos de uma mesma família. Os três que ainda eram membros da Igreja Batista só foram excluídos no dia 12 de julho depois de que a mesma tomou conhecimento da posição assumida por eles. Quanto aos quatro congregados, não cabia a igreja discipliná-los porque não eram membros da igreja. Ao todo eram 18 pessoas para o início da Missão da Fé Apostólica, que mais tarde passou a se chamar Assembléia de DEUS.
I – Começa a Missão da Fé ApostólicaA partir de 18 de junho de 1911, as igrejas pentecostais que iam sendo iniciadas no Pará, começando pela que se reunia na casa de Henrique e Celina Albuquerque, à Rua Siqueira Mendes 67, Cidade Velha, em Belém, passaram a ser chamadas pelo nome Missão da Fé Apóstolica.
Em 25 de outubro de 1914, chegaram a Belém do Pará os suecos Otto e Adina Nelson, procedentes dos Estados Unidos, para se juntarem a Vingren e Berg.
Em 8 de novembro de 1914, a igreja, que se reunia na Av. São Jerônimo, 224, seu segundo, endereço depois da casa de Celina Albuquerque (nesta casa se reuniram por mais ou menos três meses) se mudou para a Travessa 9 de janeiro, 75.
Em 18 de agosto de 1916, chegaram a Belém os suecos Samuel e Lina Nyström, os primeiros missionários oficialmente enviados pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.
Em 3 de julho de 1917, Frida Vingren chegou a Belém, como missionária também enviada pela Igreja Filadélfia de Estocolmo.
II – Registrada a primeira “Assembleia de DEUS”
Em 11 de janeiro de 1918, Gunnar Vingren registrou o Estatuto da Igreja no Cartório de Registro de Títulos e Documentos do 1º ofício, em Belém, no Livro A, Nº 2, de Registro Civil de Pessoas Jurídicas e outros papéis, número de ordem 131.448, sob o nome “Estatuto da Sociedade Evangélica Assembléa de DEUS”, número de ordem 21.320, do Protocolo Nº 2.
Os extratos do Estatuto foram publicados no Diário Oficial do Estado do Pará, sob nº 766524.
Com esse registro, a igreja começou a existir legalmente como pessoa jurídica adequando-se aos Artigos 16 e 18 do primeiro Código Civil Brasileiro que acabara de entrar em vigor em 1º de janeiro de 1917.
III – Primórdios no Pará
Os primeiros lugares no Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Soure e Mosqueiro, na Ilha de Marajó (Daniel Berg, 1911); Bragança (Daniel Berg, 1912); Xarapucu e Catipuru (Daniel Berg, 1913); Estrada de Ferro Belém-Bragança, Igarapé-Assu, Benevides, Capanema, Timboteua, Peixe-Boi e Bragança (Clímaco Bueno Aza, 1913); Ilha Caviana (Daniel Berg, 1914); Afuá, Ilha de Marajó (Gunnar Vingren e Daniel Berg, 1914); São Luís do Pará (1915); Assaisal (Bonito) (Joaquim Amaro do Nascimento, Francisco Santos Carneiro e João Paraense, 1919); e vários outros lugares foram sendo visitados pelos primeiros missionários e crentes da AD de Belém.
IV – Primórdios fora do Pará
Os primeiros lugares fora do Pará que receberam a mensagem pentecostal foram: Uruburetama, CE (Maria de Nazaré, 1914); Maceió, AL (Gunnar Vingren, 1914; Otto Nelson, 1914); Campina Grande, PB (Manoel Francisco Dubu, 1914; Felipe Nery Fernandes, 1922); Roraima (Cordulino Teixeira Bastos, 1915); Manaus, AM (Severino Moreno de Araújo, 1917); Macapá, AP (Clímaco Bueno Aza, 1916); Recife (Adriano Nobre, 1916); Natal, RN (Pregadores de nomes desconhecidos e Adriano Nobre, 1918); João Pessoa, PB (Francisco Félix e esposa, 1920); Rio de Janeiro, RJ (Gunnar Vingren, 1920, 1923; alguns crentes do Pará, 1923); Santos, SP (Gunnar Vingren, 1920; crentes de Pernambuco,1923; Daniel Berg, 1924); Tubarão, SC (Gunnar Vingren, 1920); Criciúma, SC (Gunnar Vingren, 1920); Itajaí, SC (Gunnar Vingren, 1920); São Paulo, SP (Gunnar Vingren, 1920, 1923; Daniel Berg, 1927); São Bernardo, SP (Gunnar Vingren, 1920); São Luís, MA (Clímaco Bueno Aza, 1921); Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, noroeste de Mato Grosso (Paul John Aenis, 1922; Elói Bispo de Sena, 1923); Porto Velho (RO) (Paul John  Aenis, 1922); Vitória, ES (Galdino Sobrinho e esposa, Daniel Berg, 1922); Fortaleza, CE (Antonio Rêgo Barros, 1922); Niterói, RJ (Heráclito de Menezes, 1923); Porto Alegre, RS (Gustav Nordlund, 1924);  Canavieiras, BA (Joaquina de Souza Carvalho, 1926); Belo Horizonte, MG (Clímaco Bueno Aza, 1927); Aracaju, SE (Sargento Ormínio, 1927); Teresina, PI (Raimundo Prudente de Almeida, 1927) e Curitiba, PR (Bruno Skolimowski, 1928); Itajaí, SC (André Bernardino da Silva, 1931); Cruzeiro do Sul, AC (Manoel Pirabas, 1932); Goiânia, GO (Um grupo de crentes da AD de Madureira, RJ, deu início à AD de Goiânia em 1936 e Antônio Moreira, então diácono da AD de Madureira, foi enviado por Paulo Leivas Macalão para fundar a igreja.); Cuiabá, MT (Eduardo Pablo Joerck, 1936); Rio Branco, AC (Luís Firmino Câmara, 1943); e Campo Grande, MS (Juvenal Roque de Andrade, 1944).
V – Começa a imprensa pentecostal
As primeiras publicações da AD, que antecederam o jornal Mensageiro da Paz, foram o jornal “Voz da Verdade” (1917 a 1918), por Almeida Sobrinho e João Trigueiro da Silva; o jornal “Boa Semente” (1919 a 1930), por Gunnar Vingren e Samuel Nyström; e o jornal “O Som Alegre” (1929 a 1930), por Gunnar Vingren.
VI – Primeiros hinários
Também em 1917, a AD de Belém (PA) imprimiu o seu primeiro hinário que ficou pronto no dia 6 de outubro e continha 194 hinos e cânticos. Em 1922, era publicada no Recife a primeira edição da Harpa Cristã, que passou a ser o hinário oficial das Assembléias de DEUS.
Fonte:
 Mensageiro da Paz
 
Vamos estudar pela bíblia como se dá o crescimento da Igreja. repare que o padrão de Atos é : SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
 
FATO 1-  Atos 2.41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas - Inauguração da Igreja - pentecostes - batismo, Línguas, Ajuntamento de pessoas - Dom de Línguas - Pregação de Pedro - quase 3 mil almas para CRISTO. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 2- Atos 4.4 Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil. Pedro e João na Porta Formosa a caminho da oração - Aleijado curado, milagre - Ajuntamento de pessoas - Pregação de Pedro - Mais 2 mil almas (ou, talvez, mais 5.000) para CRISTO. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 3- Atos 4:29,30 - ORAÇÃO DO DISCÍPULOS POR SIANIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS PORQUE VIAM QUE LOGO APÓS ESTES ACONTECEREM HAVIA SALVAÇÃO - Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra; Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho JESUS. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 4- Atos 5:12-16 E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais. De sorte que transportavam os enfermos para as ruas, e os punham em leitos e em camilhas para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos; os quais eram todos curados SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 5- Atos 5:41,42 Retiraram-se, pois, da presença do conselho, regozijando-se de terem sido julgados dignos de padecer afronta pelo nome de JESUS. E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a JESUS CRISTO. TEMPLO, CASAS, ENSINO E ANUNCIO DO EVANGELHO.  
FATO 6- Atos 6.4 Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. LÍDERES SÓ CUIDAVAM DE ORAÇÃO E PALAVRA
FATO 7- Atos 6.8 E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 8Atos 8:6-8 E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia; Pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. E havia grande alegria naquela cidade.SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 9- Atos 9.4 E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Atos 9:17,18 E Ananias foi, e entrou na casa e, impondo-lhe as mãos, disse: Irmão Saulo, o Senhor JESUS, que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou, para que tornes a ver e sejas cheio do ESPÍRITO SANTO. E logo lhe caíram dos olhos como que umas escamas, e recuperou a vista; e, levantando-se, foi batizado. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 10Atos 9:32-35 E aconteceu que, passando Pedro por toda a parte, veio também aos santos que habitavam em Lida.
E achou ali certo homem, chamado Enéias, jazendo numa cama havia oito anos, o qual era paralítico. E disse-lhe Pedro: Enéias, JESUS CRISTO te dá saúde; levanta-te e faze a tua cama. E logo se levantou. E viram-no todos os que habitavam em Lida e Sarona, os quais se converteram ao SenhorSINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 11- Atos 9:40-42 Mas Pedro, fazendo sair a todos, pôs-se de joelhos e orou: e, voltando-se para o corpo, disse: Tabita, levanta-te. E ela abriu os olhos, e, vendo a Pedro, assentou-se. E ele, dando-lhe a mão, a levantou e, chamando os santos e as viúvas, apresentou-lha viva. E foi isto notório por toda a Jope, e muitos creram no Senhor. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 12- Atos 10.3 Este, quase à hora nona do dia, viu claramente numa visão um anjo de DEUS, que se dirigia para ele e dizia: Cornélio. Atos 10:44-46E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o ESPÍRITO SANTO sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do ESPÍRITO SANTO se derramasse também sobre os gentios. Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a DEUS.SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 13Atos 13:10-12 Disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor? Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão. Então o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor.
14- Atos 14:9,10 Este ouviu falar Paulo, que, fixando nele os olhos, e vendo que tinha fé para ser curado,Disse em voz alta: Levanta-te direito sobre teus pés.E ele saltou e andou. Atos 14.21 E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio e Antioquia.SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 14Atos 14:3,4 Detiveram-se, pois, muito tempo, falando ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. E dividiu-se a multidão da cidade; e uns eram pelos judeus, e outros pelos apóstolos. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
ATO 15- Atos 15.12 Então toda a multidão se calou e escutava a Barnabé e a Paulo, que contavam quão grandes sinais e prodígios DEUS havia feito por meio deles entre os gentios. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
ATO 16Atos 16.14 E uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a DEUS, nos ouvia, e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia.SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
FATO 17- Atos 16.18 E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu. Atos 16.33 E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus. SINAIS, PRODÍGIOS E MARAVILHAS, DEPOIS AJUNTAMENTO DE PESSOAS E DEPOIS PREGAÇÃO E DEPOIS SALVAÇÃO.
 
O crescimento da igreja - DE CIDADE EM CIDADE - Elementos para uma teologia bíblica de missão Urbana em Lucas-Atos - Descoberta Editora Ltda - Londrina - PR - Jorge Henrique Barro - 2006
Orlando Costas afirma que, de Atos 1.12 a 8.3, podemos observar o crescimento da igreja em quatro dimensões: orgânica, diaconal, conceptual e numérica.
 
Crescimento orgânico
O crescimento orgânico da igreja está relacionado com a sua dimensão interna (centrípeta).
A definição para o crescimento orgânico é:
Por crescimento orgânico entendemos o desenvolvimento interno da comunidade de fé. Ele tem a ver com o sistema de relação entre os membros:sua forma dc governo, sua estrutura financeira, seus líderes, o tipo de atividade na qual investe seu tempo e recursos e sua celebração cultural [grifo do autor) (1994:113)
Um organismo precisa de organização, e a igreja em Jerusalém descobriu isto logo em seu estágio inicial. Pedro, citando o texto de Salmo 109.8, disse “tome outro o seu lugar ou bispado ou encargo” (At 1.20). É bem evidente a liderança de Pedro nesta fase da igreja que “compunha-se [...] de umas cento e vinte pessoas’ (At 1.15), e Pedro sentiu a necessidade dc ter mais alguém “para preencher esta vaga neste ministério e apostolado” (At 1.25). Então, a Matias foi “votado lugar com os onze apóstolos” (At 1.26).
Outro momento relacionado à liderança da igreja nessa fase foi a escolha dos sete (At 6.1 -7). Um dos problemas da igreja que cresce rapidamente a um número maior é a possibilidade dc não perceber, negligenciar e ignorar seu próprio povo, especialmente aqueles que estão em necessidade. Era exata mente esse o caso da igreja dc Jerusalém. “Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária" (At 6.1). Devemos nos lembrar de que o número de discípulos já era de mais de cinco mil (Ar 4.4; 5.14). A decisão dos apóstolos foi escolher sete homens para cuidar daqueles que estavam em necessidade. Eles eram Estevão, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau (At 6.5). Os apóstolos consentiram e “lhes impuseram as mãos” (At 6.7).
Outra marca do crescimento orgânico da igreja em Jerusalém era a sua comunhão. A comunidade tinha um sentimento de união. Eles “estavam juntos” (At 2.44) e “perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa" (At 2.46). Ensino, comunhão à mesa, oração e adoração são essenciais para uma nova igreja, a fim de estabelecer identidade, confiança e fidelidade à missão. O crescimento orgânico, de acordo com o exemplo desta igreja, não é um fim em si mesmo. O propósito final é a missão. A consequência final do crescimento interno desta igreja foi o evangelismo. O estilo dc vida daquelas pessoas produziu uma nova aparência para os de fora - eles contavam com a simpatia do povo (At 2.47). Como resultado, “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (At 2.47).
 
Crescimento diaconal
O crescimento diaconal (ou encarnacional) da igreja está relacionado com a sua dimensão interno-externa (centrípeta-centrífuga).
A definição para o crescimento diaconal é:
Por crescimento diaconal entendemos a intensidade do serviço que a igreja presta ao mundo, como prova concreta do amor redentor de DEUS. Esta dimensão envolve o impacto que o ministério reconciliador da igreja exerce sobre o mundo, o seu grau de participação na vida, conflitos, temores e esperanças da sociedade e a medida em que seu serviço ajuda a aliviar a dor humana e a transformar as condições sociais que tem condenado milhões de homens, mulheres e crianças à pobreza.
Parece que nessa igreja não havia conflito entre os de dentro e os de fora. Eles ajudavam -se a si mesmos concomitantemente. Os crentes ajudavam um aos outros vendendo “as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade” (At 2.45). As suas posses eram graciosamente compartilhadas:
Na multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes (At 4.32-35).
Dois exemplos podem ser vistos para ilustrar esta questão do compartilhar das posses. Positivamente, isto é visto em Barnabé. Ele vendeu um campo, “trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (At 4.37). Negativamente, há o caso de Ananias e sua esposa Safira. A motivação deles era totalmente contrária à de Barnabé; queriam impressionar os apóstolos, mostrando a sua generosidade. No entanto, Ananias “reteve parte do preço e, levando o restante, depositou-o aos pés dos apóstolos” (At 5.2). A conseqüência dessa ação foi a morte (At 5.3-10).
Outro exemplo de crescimento diaconal, já mencionado na seção acima, é a escolha dos sete que deveriam servir às mesas, especialmente às viúvas pobres.
 
Na dimensão externa (centrífuga) desse crescimento, podemos observar a ação da igreja com relação aos doentes, proclamando a cura. Pedro disse poderosamente ao mendigo coxo: "Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno, anda!” (At 3.6). Ele c João foram levados diante do Sinédrio por causa dessa ação. Esta igreja estava do lado de fora, nas ruas. “E crescia mais e mais a multidão de crentes [...] a ponto de levarem os enfermos até pelas ruas e os colocarem sobre leitos e macas, para que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse nalguns deles” (At 5.14-15).
 
Crescimento conceitual
O crescimento conceituai está relacionado à fé e à identidade da igreja. Também se relaciona com o nível de maturidade da igreja, enfatizando o ensino (didática).
A definição para crescimento conceituai é:
Por crescimento conceituai nos referimos à expansão na inteligência da fé: o grau de consciência que a comunidade eclesial tem a respeito da sua existência e razão de ser, sua compreensão da fé cristã, seu conhecimento da fonte dessa fé (as Escrituras), sua interação com a história dessa fé e sua compreensão do mundo que a rodeia.
A espiritualidade é essencial para esse crescimento. “Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de JESUS, e com os irmãos dele" (At 1.14). A ligação entre oração e crescimento de igreja é indispensável. A história dos avivamentos e, na maioria das vezes, relacionada a um grupo (em geral pequeno) que ora, jejua e busca a face do Senhor. Esse é o caso da igreja em Jerusalém, que estava constantemente em oração. Este grupo perseverava “na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações [...] louvando a DEUS” (At 2.42,47). Os líderes da igreja estabeleceram um exemplo para que os outros pudessem seguir. Essa igreja sabia que seus líderes eram dependentes de DEUS. Pedro e João não apenas “subiam ao templo para a oração da hora nona” (At 3.1), mas também se posicionaram firmemente diante do Sinédrio, no poder de JESUS. Quando voltaram para a comunidade e relataram o acontecido, “ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a DEUS e disseram: Tu, Soberano Senhor, que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 4.24). "Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; odos ficaram cheios do ESPÍRITO SANTO e, com intrepidez, anunciavam a palavra de DEUS" (At 4.31).
A oração era de importância vital para os apóstolos. Vendo a possibilidade de estarem se preocupando com muitas atividades, eles disseram: “Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra (At 6.4). Como resultado, apresentaram aqueles que receberam a tarefa de servir às mesas “perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos" (At 6.6).
Finalmente, é através da oração que os discípulos encontraram força e coragem para pagar o preço para seguir JESUS. Esse foi o caso de Estevão. Enquanto as pessoas estavam apedrejando Estevão, ele "invocava e dizia: Senhor JESUS, recebe o meu espírito!” (At 7.59).
 
Crescimento numérico
O crescimento numérico está relacionado com a incorporação de novos crentes à comunidade. Como resultado da pregação e da ação da igreja, muitos são adicionados à sua vida comunitária. A definição para o crescimento numérico é:
Por crescimento numérico entendemos a reprodução que o povo de DEUS experimenta ao proclamar o evangelho, chamando homens e mulheres ao arrependimento de seus pecados e à fé em JESUS CRISTO como Senhor e Salvador de suas vidas e também incorporando numa comunidade local de crentes aqueles que respondem afirmativamente, inserindo-os na luta do reino de DEUS contra o exército do mal.
O pequeno grupo de pessoas composto pelos apóstolos estava constantemente reunido junto a Maria, a mãe de JESUS, e seus irmãos (At 1.14). De um pequeno salão, eles começaram a crescer ao número de aproximadamente “cento e vinte (At 1.15). Desses cento e vinte, pulavam agora para três mil - “os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas” (At 2.41). De acordo com a fidelidade dessa igreja, que seguia no cumprimento de sua missão, “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At 2.47). Dos três mil, passaram a cinco mil - “muitos, porém, dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o número de homens a quase cinco mil” (At 4.4). “Dia após dia, crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor” (At 5.14)”. Sabemos ainda que naqueles dias ainda estava “multiplicando-se o número dos discípulos” (At 6.1). E, por fim, "crescia a palavra de DEUS, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé" (At 6.7).
A igreja deve crescer de forma equilibrada, em relacionamento (orgânico), em serviço (diaconal), em fé (conceituai) e em número (numérico). Se a igreja reforça uma destas dimensões em detrimento das outras, começará a se desintegralizar.
 
A expansão da igreja
A expansão da igreja de Jerusalém estava relacionada ao ESPÍRITO SANTO e a três personagens: Pedro, Estevão e Filipe. O ESPÍRITO SANTO é, certamente, o mais destacado, já que a missão não pode ser realizada sem ele. Através dele, a igreja, Pedro, Estevão e Filipe seriam capazes de espalhar as boas novas do reino de DEUS.
Missão o partir do Espirito SANTO
Lucas menciona a palavra “ESPÍRITO" 21 vezes de 1.1 a 8.4. O ESPÍRITO SANTO é o agente mais importante da missão de acordo com a visão de Lucas. De fato, “Lucas apresenta a primeira grande missão das testemunhas apostólicas como sendo no Pentecostes” (Fitzmyer 1998:232). A experiência do Pentecostes em Jerusalém (At 2.5) é o cumprimento da ordem de JESUS para que permanecessem na cidade até que fossem revestidos de poder (Lc 24.49). Havia ali pessoas das mais diversas áreas: partos, medos, elamitas, da Capadócia, Ponto, Ásia, Frigia, Panfília, Egito, partes da Líbia, Cirene, Roma, cretenses e árabes.
O que é de fundamental importância no derramamento do ESPÍRITO SANTO? É a missão para todas as nações. A partir de um texto de Joel, Lucas nos informa que “acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu ESPÍRITO sobre toda a carne” (At 2.17). Lucas menciona todos esses catorze lugares, mesmo que de uma forma bem superficial, para demonstrar o cumprimento dessa promessa de que "toda a carne” seria receptora desse derramar. Ao fim do discurso de Pedro à multidão, ele diz: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (At 2.21). O Pentecostes resultou em salvação. “No dia do Pentecostes, CRISTO, através do poder do ESPÍRITO SANTO, abre as portas e envia os discípulos para o mundo” (Bosch 1996:40). A Tabela 2 nos mostra os efeitos de longo alcance do Pentecostes:
 
Tabela 2: As nações representadas no Pentecostes (Fitzmyer 199*240-243)
 
Povos
Características
Partos
Região sudeste do Mar Cáspio, que nos tempos do Novo Testamento alcançava até o Rio Eufrates. Os partos eram os sucessores dos antigos persas e tornaram-se adversários dos romanos.
Medos
Povo indo-europeu que habitava a área ao sudoeste do Mar Cáspio.
Elamitas
Povo que habitava Elam, o distrito ao norte do Golfo Pérsico, próximo à parte inferior do Rio Tigre e ao sul da região dos medos.
Judeia
A área na qual se encontrava Jerusalém.
Capadócia
Uni território na parte leste da Ásia Menor, ao sul de Ponto e oeste da Armênia.
Ponto
Era, originalmente, o nome do Mar Negro, mas veio a designar a área da fronteira deste mar na parte nordeste da Ásia Menor.
Ásia
Era a província romana da Ásia Menor, formada em 133 a.C
Frigia
Era a maior área no centro da Ásia Menor.
Panfília
Era um distrito costeiro na região sul da Ásia Menor, a leste da Lícia e oeste da Cilícia, ao sul da Psídia.
Egito
Um antigo país no continente africano, lar dos antigos faraós.
Partes da Líbia e Cirene
Era um território na costa norte da África, cuja capital era Cirene.
Roma
Este c o nome de uma cidade, e não de um território, o único locai que não estava na área leste do Mediterrâneo.
Cretenses e árabes
Do oeste (habitantes da ilha de Creta e do leste (povos do deserto da Síria, a oeste da Mesopotâmia e leste de Orontes, e da península limitada pelo Golfo Pérsico, Oceano Índico e Mar Vermelho).
 
A missão não pode ser realizada pelos próprios agentes. Ela só é possível através do ESPÍRITO SANTO, com o poder do alto. Da mesma forma como o Espirito SANTO estava sobre JESUS (“o ESPÍRITO do Senhor está sobre mim, porque me ungiu"-Lc4.18), assim também o ESPÍRITO estava sobre os discípulos, ungindo-os para fazer discípulos em todas as nações. Vamos deter nossa atenção em dois destes discípulos, Pedro e Estevão, a fim de observar como eles realizaram a sua missão na igreja. Dois elementos da sua missão devem ser destacados: a importância dos seus discursos e a instrumentalidade dos sinais e maravilhas.
 
Missão a partir da pregação
“Os discursos missionários aos judeus (e aos tementes a DEUS Cornélio e seus associados) dominam a primeira porção do livro" (Conzelmann 1987:xliv). A pregação é muito importante nesta fase da igreja em Jerusalém. Por quê? Devido ao fato de que “os discursos se adaptam às várias realidades sociais e geográficas aludidas em Atos 1.8, demonstrando através de passagens selecionadas como a mensagem se espalhou de Jerusalém até aos confins da terra, adaptando-se às respectivas circunstâncias ao longo do caminho" (Baycr 1998:258-259). Os discursos de Pedro (três) e Estevão (um) têm uma função importante na narrativa lucana, revelando a missiologia através deles.
O primeiro discurso de Pedro (At 2.14-40) é endereçado à multidão no Pentecostes. Ele lhes dá uma compreensão teológica do significado e da significância do Pentecostes. O elemento missiológico deste discurso é a convocação de “toda a casa dc Israel (At 2.36) para o arrependimento e conversão — “arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO" (At 2.38). Como resultado, "os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas (At 2.41).
 
O segundo discurso de Pedro (At 3.12-26) é endereçado à multidão no templo. Ele exorta o povo judeu ao arrependimento pela crucificação do Messias. “É, novamente, um discurso missionário, endereçado aos judeus, um sermão querigmático no qual Pedro repete a proclamação cristã básica: DEUS glorificou seu servo JESUS, ressuscitando-o dentre os mortos, e em seu nome aquele mendigo tinha sido curado” (Fitzmyer 1998:282). Este discurso acontece logo depois de Pedro e João terem curado um mendigo coxo “em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno” (At 3.6). “Pedro, de fato, desafia os judeus em Jerusalém a clamar pelo 'nome de JESUS’, ou seja, a colocar a sua fé nessa pessoa a quem aprouve DEUS enviar ao seu meio para o próprio beneficio deles” (Fitzmyer 1998:283).
O terceiro discurso de Pedro (At 4.5-12) é endereçado ao Sinédrio. Pedro testemunha que um homem abandonado fora curado pelo poder (nome) de JESUS. Novamente, este é um discurso missionário. Com firmeza e “cheio do ESPÍRITO SANTO (At 4.8), Pedro proclama a salvação ao Sinédrio e ao “povo de Israel" (At 4.10), dizendo: “tomai conhecimento, vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de JESUS CRISTO, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem DEUS ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós. Esse JESUS é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.10-12).
Finalmente, o quarto discurso pertence a Estevão, e foi proferido perante o Sinédrio (At 7). Estevão faz uma longa recapitulação da história judaica e acusa os judeus de matarem o Messias. Estevão proferiu este discurso em resposta às acusações da sinagoga composta de judeus de Cirene, Alexandria, Sicília e Ásia. Eles “discutiam com Estevão” (At 6.9). Que tipo de discurso Estevão pregou? De acordo com Fitzmyer, “o discurso tenta provar que DEUS tem estado trabalhando constantemente na história do seu povo, e tem constantemente trazido o bem sobre o mal” (1998:364). Nesse sentido, o discurso “não era querigmático ou missionário" (Fitzmyer 1998:364). Se esse discurso busca provar que DEUS tem estado trabalhando constante na história do seu povo, então ele é clara uma atestação da missio Dei. E por que DEUS tem estado trabalhando na história do seu povo? É porque a missão é “o movimento do amor de DEUS em direção ao seu povo, uma vez, que DEUS é uma fonte de amor” (Bosch 1996:390). Estevão está fazendo uma convocação aos judeus que são participantes como agentes ativos na história da salvação. Em sua conclusão, ele disse: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao ESPÍRITO SANTO; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis. Qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram os que anteriormente anunciavam a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos, vós que recebestes a lei por ministério de anjos e não a guardastes” (At 7.31-53).
Em outras palavras, Estevão está tentando dizer:
1. Vocês vão resistir ao ESPÍRITO SANTO, da mesma forma que os seus antecessores?
2. Vocês vão imitar aqueles que mataram os profetas?
3. Vocês vão negligenciar e desobedecer a Lei?
Fica claro que Estevão estava sendo um profeta para eles (como outros no passado, eles o matariam). Justiça e condenação estavam incluídas neste discurso. No entanto, Estevão ainda tentava convencê-los a não resistir ao ESPÍRITO SANTO e a arrepender-se pela morte do Messias, tornando-se parte da história da salvação como agentes missionários de DEUS.
Como esses discursos se relacionam com a missão na cidade? É importante perceber que os discursos são religiosos. JESUS foi questionado, no passado, sobre a fonte de sua autoridade (“Dize-nos: com que autoridade fazes estas coisas? Ou quem te deu esta autoridade?" (Lc 20.2). Agora, é a vez dos apóstolos: “Com que poder ou em nome de quem fizestes isto? ” (At 4.7). O sumo sacerdote, os sacerdotes, anciãos e a assembléia dos anciãos de Israel não podia conceber que “homens iletrados e incultos” (At 4.13) realizavam tais atos poderosos e maravilhas.
Da mesma forma como esse assunto foi controverso junto aos legisladores de Jerusalém, ele ainda é controverso junto aos líderes da igreja de hoje. Será possível incluir “sinais e maravilhas" em Atos 1.8? É claro que esse é o poder pelo qual os discípulos estavam esperando. Essa é a promessa: o ESPÍRITO SANTO. Esse poder permitiria que os discípulos fossem testemunhas de JESUS, “tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra" (At 1.8). No entanto, haveria algum espaço em nossa teologia para também interpretar esse poder como sinais e maravilhas? Se a resposta for não, então estamos em dissonância com o que os apóstolos faziam no seu testemunho “em Jerusalém", a primeira fase da comissão de JESUS,
Pedro, ao se referir à profecia de Joel em seu discurso à multidão, disse: "Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça” (At 2.! 9). Desafiando a multidão, de disse: “Varões israelitas, atendei a estas palavras: JESUS, o Nazareno, varão aprovado por DEUS diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio DEUS realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis" (At 2.22). Lucas nos informa que “muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos” (At 2.43). Um deles foi a cura do mendigo coxo. Esta cura traz uma compreensão bem teológica da fonte destes sinais e maravilhas. Pedro disse ao povo: “Israelitas, por que vos maravilhais disto ou por que fitais os olhos em nós como se pelo nosso próprio poder ou piedade o tivéssemos feito andar?" (At 3.12). Não era pelo poder de Pedro; era pelo poder do ESPÍRITO SANTO. Como resultado desta cura, Pedro e João foram obrigados a relatar os detalhes do que aconteceu diante do Sínédrio para a igreja. Então, "ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a DEUS [em louvor]” (At 4.24), clamando: “estendes a mão para fazer curas, sinais e prodígios por intermédio do nome do teu santo Servo JESUS” (At 4.30). Lucas nos informa que “com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor JESUS, e em todos eles havia abundante graça” (At 4.33). Os apóstolos encheram Jerusalém de sinais e maravilhas. Esta passagem é muito importante para compreendermos este conceito de missão na cidade: "Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E costumavam todos reunir-se, de comum acordo, no Pórtico de Salomão. Mas, dos restantes, ninguém ousava ajuntar-se a eles; porém o povo lhes tributava grande admiração. E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor, a ponto de levarem os enfermos até pelas ruas e os colocarem sobre leitos e macas, para que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse nalguns deles. Afluía também muita gente das cidades vizinhas a Jerusalém, levando doentes e atormentados de espíritos imundos, e todos eram curados” (At 5.12-16).
É muito significativo que as pessoas levavam “os enfermos até pelas ruas” (At 5.15) e que “afluía também muita gente das cidades vizinhas a Jerusalém, levando doentes e atormentados de espíritos imundos, e todos eram curados” (At 5.16). Essa é uma área na qual a igreja de hoje precisa ser desafiada. Esperamos que as pessoas venham até nós, e as pessoas esperam que iremos a elas. O rosto da igreja urbana deve ser o rosto da cidade. Se a igreja vai a ela, então ela vem até a igreja. Como podemos ir até as pessoas? Como Estevão fez: “cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo" (At 6.8). O ESPÍRITO não está confinado ao ministério dos apóstolos. Estevão, o primeiro escolhido de uma lista de sete, não apenas realizou sinais e maravilhas entre o povo como também testificou diante do Sinédrio que DEUS levou o seu povo para fora do Egito “fazendo prodígios e sinais" (At 7.36).
Como resultado do ministério e do discurso de Estevão, “Eles, porém, clamando em alta voz, taparam os ouvidos e, unânimes, arremeteram contra ele. E, lançando-o fora da cidade, o apedrejaram." (At 7.57-58). Jerusalém, como uma cidade, era muita santa para ter um homem sendo morto em suas ruas. No entanto, fora tia cidade tudo era permitido!
Sinais e maravilhas não são um fim em si mesmos. Eles são instrumentos do poder de DEUS para libertar as pessoas. O propósito final é fazer das pessoas crentes em JESUS CRISTO - “E crescia mais e mais a multidão de crentes, tanto homens como mulheres, agregados ao Senhor" (At 5.14).
Não há dúvida de que o alcance da igreja de Jerusalém é um resultado da presença do Espirito SANTO, dando firmeza aos apóstolos para pregar as boas novas de JESUS CRISTO ressuscitado. Além disso, pelo poder do ESPÍRITO SANTO, os apóstolos realizaram sinais e maravilhas, os quais resultaram em salvação. Proclamação e ação (palavras e atos) andavam juntas na expansão dessa igreja. Na próxima seção geográfica de sua narrativa, Lucas começa a nos mostrar uma nova fase da igreja: a missão da igreja na Judeia e Samaria.
 
A missão da igreja na Judéia e em Samaria
Deixando Jerusalém, entramos na segunda fase da missão no livro de Atos. De 8.5 a 12.25, Lucas enfatiza a missão na Judéia e em Samaria. Os apóstolos decidiram ficar em Jerusalém e, com exceção deles, todos foram espalhados por toda a Judéia e Samaria, como resultado da “grande perseguição contra a igreja em Jerusalém’ (At 8.1). Neste momento, os ministérios de Filipe, Barnabé e Paulo são destacados.- No entanto, Paulo é a figura central na narrativa de Lucas. A missão cristã na Judeia e em Samaria é caracterizada pelos sinais e maravilhas, pelas perseguições, por mal-entendidos teológico-culturais,pelo foco no “outro" (o povo não-judeu) e pela alegria proporcionada pelo contínuo crescimento numérico da igreja.
 
Missão a partir de sinais e maravilhas
Lucas inicia a sua narrativa em Samaria com Filipe.
Um dos "sete" (At 6.3). chamado um agora de “o evangelista" (21.8,9). Foi um dos "dispersos" pela perseguição que se levantou com a morte de Estevão. Foi primeiramente a Samaria, onde trabalhou corno evangelista com muito sucesso (8.5-13). Enquanto estava ali recebeu uma ordem divina para ir em direção ao sul, ao longo da estrada que levava de Jerusalém a Gaza. Aquelas cidades eram ligadas por duas estradas. A que Filipe tomou era a que passava por Hebrom e dali para um distrito pouco habitado, até chamado de “deserto". Enquanto viajava ao longo desta estrada, foi ultrapassado por uma carruagem na qual estava um homem da Etiópia, um oficial eunuco, chefe da Rainha de Candace, o qual estava, naquele momento, lendo uma porção das profecias de Isaias (53.6,7), provavelmente de uma versão da Septuaginta. Filipe começou a conversar com ele, expondo aqueles versos, pregando a ele as boas novas do Salvador. O eunuco recebeu a mensagem e creu, sendo batizado logo a seguir e então, “continuou em seu caminho regozijando-se; Filipe foi instantaneamente levado pelo ESPÍRITO depois do batismo, e o eunuco não mais o viu. Filipe é encontrado novamente em Azoto, de onde ele continuou o seu trabalho evangelístico até chegar a Cesaréia. Ele não é mencionado novamente por pelo menos vinte anos, quando é novamente encontrado cm Cesaréia (At 21,8), no momento em que Paulo e seus companheiros estavam a caminho de Jerusalém. Finalmente, ele desaparece das páginas da história".
Atos 8.1-13, um dos, Este é Filipe, o evangelista, um dos Sete”. Provavelmente, a cidade em questão é Samaria-Sebaste: Samaria-Sebaste é a cidade mais importante de Herodes e um grande empreendimento arquitetônico no interior montanhoso de Samaria [...] A cidade, a uns sessenta quilômetros ao Norte de Jerusalém e a quarenta do Mediterrâneo, estava estrategicamente localizada nas montanhas de Samaria, o território entre a Judéia e a Galiléia. Este local era vital por pelo menos três motivos. Primeiro, Samaria-Sebaste tinha uma vista muito ampla da maior estrada norte-sul que ligava Jerusalém ao planalto de Esdraelon, que separava a Galiléia da Samaria e através do qual a estrada passava e ainda uma outra estrada leste-oeste que ligava a antiga cidade de Siquém (provavelmente a cidade neotestamentária de Sicar) à costa do Mediterrâneo. Segundo, porque o local ficava aproximadamente 91 metros acima dos vales ao redor, e poderia ser facilmente fortificada e defendida. Terceiro, porque os vales ao derredor eram férteis e proviam recursos agrícolas valiosos (DcVries 1997:314).
É nessa importante cidade que Filipe “anunciava-lhes a CRISTO” (At 8.5). A abordagem de Filipe foi através de “sinais que ele operava" (At 8.6). A evangelização do povo de Samaria-Sebaste era acompanhada de milagres, e “as multidões atendiam unânimes” (At 8.6). Como resultado, houve um grande júbilo naquela cidade porque “os espíritos imundos de muitos possessos saíam gritando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos foram curados” (At 8.7).
Pedro também usou sinais e maravilhas para proclamar as boas novas. Ele estava viajando “por toda parte" (At 9.32) e foi visitar os santos em Lida. Ali encontrou um homem chamado Enéias, um paralítico que jazia na cama havia oito anos. “Disse-lhe Pedro: Enéias, JESUS CRISTO te cura! Levanta-te e arruma o teu leito. Ele, imediatamente, se levantou” (At 9.34).
Mais uma vez, os milagres resultaram em salvação, porque “viram-no todos os habitantes de Lida e Sarona, os quais se converteram ao Senhor" (At 9.35). Converter o povo ao Senhor é o propósito final dos sinais e maravilhas. Sinais e maravilhas, da perspectiva de Lucas, têm um propósito missionário, como “a combinação de salvação e cura”.
Lida ficava próxima à cidade de Jope. Os discípulos enviaram dois homens para pedir a Pedro que viesse até ali porque havia uma menina que tinha morrido, chamada Tabita (em aramaico) ou Dorcas (em grego). Diante do pedido: Pedro atendeu e foi com eles. Tendo chegado, conduziram-no para o cenáculo; e todas as viúvas o cercaram, chorando e mostrando-lhe túnicas e vestidos que Dorcas fizera enquanto estava com elas. Mas Pedro, tendo feito sair a todos, pondo-se de joelhos, orou; e, voltando-se para o corpo, disse: Tabita, levanta-te! Ela abriu os olhos e, vendo a Pedro, sentou-se. Ele, dando-lhe a mão, levantou-a; e, chamando os santos, especialmente as viúvas, apresentou-a viva” (At 9.39-41).
Como vemos, mais uma vez este milagre trouxe salvação a muitas pessoas — "Isto se tornou conhecido por toda Jope, e muitos creram no Senhor” (At 9.42). O próximo episódio do ministério de Filipe vai nos trazer outro conceito de missão, que é a missão em busca dos “outros".
 
Referências Bibliográficas (outras estão acima)
Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
www.ebdweb.com.br - www.escoladominical.net - www.gospelbook.net - www.portalebd.org.br/
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/alianca.htm
Dicionário Vine antigo e novo testamentos - CPAD
Manual Bíblico Entendendo a Bíblia, CPAD
Dicionário de Referências Bíblicas, CPAD
Hermenêutica Fácil e descomplicada, CPAD
Revistas antigas - CPAD
Silva, Antonio Gilberto da, 1929- A Prática do evangelismo pessoal / Antonio Gilberto da Silva. - Rio de Janeiro : Casa Publicadora das Assembléias de DEUS, 1983.
Lições Bíblicas - 2000 - 3º Trimestre - Evangelismo e Missões - CPAD - Comentarista - Esequias Soares
ESFORÇA-TE PARA GANHAR ALMAS - Orlando Boyer - Editora Vida - ISBN: 857367153X - Ano: 1975
Espada Cortante - Atos: o Evangelho do ESPÍRITO SANTO - Orlando S. Boyer - CPAD
Atos - Série Cultura Bíblica - I. Howard Marshall - SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA e ASSOCIAÇÃO RELIGIOSA EDITORA MUNDO CRISTÃO, Rua Antonio Carlos Taconni, 75 e 79, Cidade Dutra, São Paulo-SP, CEP 04810
Os dons Ministeriais - Por A. L. Gill - www.gillministries.com

DE CIDADE EM CIDADE - Elementos para uma teologia bíblica de missão Urbana em Lucas-Atos - Descoberta Editora Ltda - Londrina - PR - Jorge Henrique Barro - 2006 fonte http://www.apazdosenhor.org.br/

CPAD ADULTO 3º Trimestre de 2017 Lição 9 A necessidade de termos uma vida santa

  Texto Áureo “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver.” – I Pedro 1.15 ...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

AS 10 MAIS VISITADAS