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12 julho 2016

NOVA THATCHER? QUEM É THERESA MAY, A FUTURA PRIMEIRA-MINISTRA DO REINO UNIDO; POR QUE AS FEMINISTAS NÃO COMEMORAM?

Theresa May

Theresa May, do Partido Conservador britânico, foi eleita a nova primeira-ministra do Reino Unido.

Obviamente, nenhuma feminista vai comemorar o fato, afinal de contas, ela é de direita e conservadora, e as feministas só representam a escravidão pelo socialismo.

Em seu primeiro discurso, buscou eliminar qualquer dúvida sobre a condução dos resultados do plebiscito onde o povo britânico decidiu retirar-se do bloco arábico-globalista do Europistão:

"Brexit significa Brexit e não haverá tentativa alguma de permanecer na União Europeia".
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A corrida para substituir o primeiro-ministro britânico David Cameron ganhou uma reviravolta nesta segunda com a desistência da ministra da Energia, Andrea Leadsom. Diante disso, a ministra do Interior, Theresa May, se tornará a primeira mulher a assumir o cargo em 25 anos - ou seja, desde o fim da era Margaret Thatcher.

Segundo anunciado por Cameron, May assumirá o posto na quarta à noite. O premiê comunicou que renunciaria ao cargo logo após o resultado do plesbicito que definiu a saída do Reino Unido da União Europeia.

May havia sido uma das escolhidas na semana passada pelos parlamentares do Partido Conservador para concorrer à votação que definiria o novo líder da sigla e, consequentemente, primeiro-ministro.

Em pronunciamento em frente ao Parlamento, ela disse estar "honrada" com sua escolha para o posto e prometeu construir um país melhor e fazer do Brexit um "sucesso".
Vida e trajetória política

Assim como Thatcher, Theresa May vem de uma família de classe média-baixa.

Filha de um vigário, nasceu em Sussex (sul da Inglaterra) e foi criada em Oxfordshire, no sudeste do país. Suas duas avós trabalharam como domésticas.

Após frequentar escolas públicas, estudou Geografia na universidade, onde conheceu seu marido Philip, com quem é casada até hoje. Os dois não têm filhos.

Antes de iniciar sua vida política, trabalhou no Banco da Inglaterra.

Eleita ao Parlamento pela primeira vez em 1997, a futura premiê foi primeira mulher a assumir a presidência do Partido Conservador, em 2002.

Hoje, prestes a completar 60 anos, é uma das pessoas que permaneceu por mais tempo à frente do Ministério do Interior - ocupa o posto desde 2010.

May figura há anos na lista de possíveis líderes do partido. Desde que Cameron anunciou sua renúncia, ela manteve uma clara vantagem na disputa pelo cargo - na primeira etapa da corrida, ganhou 165 votos, mais do que todos os seus adversários juntos.

A ministra é considerada uma das figuras mais fortes da política britânica.

Durante 17 anos, foi uma das poucas mulheres nos altos escalões dos Conservadores - e ficou conhecida por dizer algumas duras verdades sobre seus colegas.

"Você sabe do que as pessoas nos chamam: 'o partido sórdido'", afirmou a ativista em 2002, durante uma conferência.

May tem sido elogiada por seu trabalho como ministra. Sua força atingiu novos patamares em 2013, quando conseguiu o que muitos outros antes dela falharam ao tentar: deportar o clérigo radical Abu Qatada.

Apesar disso, seu apelo com o grande público ainda não foi testado, e ela também recebe críticas pelo fracasso do governo britânico ao não cumprir a promessa de manter o número de imigrantes que entram no país abaixo de 100 mil por ano.

A ministra ainda foi criticada por propor que o Reino Unido deixe de fazer parte da Convenção Europeia dos Direitos Humanos. No entanto, disse que desistiria da ideia caso se tornasse primeira-ministra, sob o argumento de que não há maioria parlamentar para aprovar a medida.

Via BBC