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11 setembro 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 11 - Revista Betel


AULA EM 11 DE SETEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 11
(Revista: Editora Betel)

Tema: JESUS E O PREÇO DO DISCIPULADO

Texto Áureo: Mt 7.29
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição se concentre no ministério de Jesus, em como Ele chamou Seus apóstolos.  
“Seu programa de seleção”, se refere a forma como Jesus selecionou seus discípulos, pois eram todos diferentes do ponto de vista psicológico. Jesus mostrou com isso que o critério de Deus é bem diferente do critério humano.
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1. O MESTRE SELECIONA DISCÍPULOS
- “de ter muitos discípulos”, em Lc 10.1 vemos Jesus enviando setenta discípulos, porém sabemos que Ele tinha doze apóstolos, então Ele tinha setenta discípulos ou mais, e só possuía doze mais chegados que passaram a ser chamados de apóstolos. 

1.1. Um escriba recusado.
- “se oferecerem para seguirem determinado mestre”, havia deficiência de escolas na época de Cristo, por isso as pessoas que buscavam o conhecimento se ofereciam para serem discípulo de algum sábio.
“palavras e atitudes desse mestre”, podemos observar isso nas atitudes de Saulo que tinham o mesmo zelo das atitudes de Gamaliel seu mestre. 

- “fazia questão de escolher Seus discípulos”, a maioria deles nem sequer procuraram Jesus, nem o conheciam.
“o Senhor já o conhecia e não tinha o conforto que”, Jesus já havia sondado o coração daquele escriba, por isso declara as coisas que ele não poderia possuir estando a serviço do Reino.
“mas naquele momento o Mestre não”, depois Jesus foi habitar em Cafarnaum Mt 4.13, há quem diga que Jesus tinha boas condições financeiras, mas é forçar a interpretação para sustentar a teologia da prosperidade.
- “não devemos priorizar conforto, e sim o estar com Ele”, atualmente há muitas pessoas que buscam apenas conforto na obra de Deus.

1.2. Outro discípulo recusado.
“era também seguidor de Jesus”, esses seguidores iam onde Jesus estava, não faziam parte dos setenta que foram enviados em Lc 10.
- “a partir de suas próprias palavras”, as escrituras nos asseguram de que prestaremos contas por nossas palavras. No Reino de Deus isso acontece o tempo todo, quando alguém ministra verdades bíblicas, o Senhor permite ser provado nas próprias palavras.
“deixa aos mortos sepultar os seus mortos”, com essas palavras subentendemos que o Senhor dispensou o candidato a discípulo. Note que o Senhor usa a palavra “mortos”, em dois sentidos, no primeiro é figurado, se referindo àqueles que não conhecem a Deus, no segundo é literal, se referindo às pessoas que morrem literalmente.
“deve estar acima dos deveres familiares”, atualmente os obreiros de Jesus devem equacionar a obra de Deus com os deveres familiares, para não deixar a família de lado e não invalidar outra passagem: 
“Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.” 1 Tm 5.8

Paulo apresenta uma solução interessante para essa questão, veja:
“E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor;
Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher.” 1 Co 7.32,33

Propondo que os obreiros solteiros aproveite essa condição para se dedicar a obra.     

1.3. O publicano Mateus, o vocacionado.

- “mais ilustre, que era escriba”, o escriba era uma profissão de grande prestígio em Israel, tinha a função de escrever os manuscritos das Escrituras e interpretá-la.
“o Mestre passa a recebedoria”, era onde se coletava os impostos, Jesus estava sempre passando por essas recebedorias devido a suas muitas visitas que fazia às cidades e havia imposto para quem circulava pelas cidades.
“Mateus imediatamente levanta-se e o acompanha”, já havia uma fama de Jesus de Suas curas e de Sua doutrina, por isso Mateus não pensou duas vezes, deixou o rentável trabalho de cobrador de impostos para viver ao lado do Mestre.
“sabiamente justifica a Sua missão entre publicanos”, essa foi a defesa de Jesus: “Não necessitam de médico os que estão sãos, mas, sim, os que estão enfermos;” Lc 5.31 Essas palavras falam ainda hoje.
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2. O MESTRE E SEU EXEMPLO MINISTERIAL
- “trabalhos ministeriais de Jesus se intensificaram”, a medida que a Sua fama aumentava, muitas pessoas o procurava.


2.1. O Mestre percorria cidades.
- “mas Jesus a circulava com todo o vigor”, as jornadas de Jesus por essas cidades era a pé. Sempre encontramos Ele andando e nunca montado em animal, exceto na ocasião da entrada triunfal.
“estrategicamente na Galileia”, devido a existência do mar da Galileia, naquela região tinha uma grande concentração de pessoas e fácil obtenção de recursos, pelo fato de alguns de seus discípulos serem pescadores.
“nos deter no exemplo do Senhor Jesus e nos inspirar”, prestar atenção nesse exemplo de obra missionária, com poucos recursos, mas com muita disposição.

2.2. O Mestre pregava o Evangelho do Reino.
“ as boas novas do Reino dos céus”, boas novas era um termo conhecido na época de Jesus como “boas notícias” a mensagem de salvação passou ser chamada assim por ser boas notícias de salvação.
“continuação da pregação de João Batista”, João Batista iniciou uma pregação de arrependimento devido a chegada do Reino de Deus, ele foi o precursor e Jesus, que é o verdadeiro caminho, trouxe a completa revelação do Reino.
“sob a tolerância de Deus”, debaixo da misericórdia do Senhor, senão estaríamos consumidos a muito tempo..Lm 3.22
“pela completa mudança de pensamentos”, esse é o significado de arrependimento, é deixar para trás o pecado e viver uma nova vida em Cristo. Algumas pessoas recebem a mensagem de salvação, mas querem viver da mesmo forma que viviam antes, nos mesmos erros.

2.3. O mestre curava todas as enfermidades e moléstias do povo.
- “ sobravam males físicos”, a expectativa de vida era muito baixa e a mortalidade infantil era muito alta.
“embora pareçam redundantes ou enfáticos”, parecem falar da mesma coisa “doenças”.
“havia muito abatimento físico e espiritual”, o evangelista visualizou as debilidades física e espiritual do povo além de suas diversas doenças, por isso ele especificou os dois termos, “enfermidade e doenças.”
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3. O MESTRE E O DESFIO EVANGELÍSTICO

3.1. Sua compaixão pelas almas.
“diante da grandeza do desafio”, o desafio era de levar o Evangelho aos quatro cantos da Terra. Qualquer um teria a tendência de ver as multidões como meros ouvintes, como muitos líderes veem hoje, mas Jesus os via diferente.
“cansadas e desgarradas”, podemos acrescentar aqui, pessoas desiludidas com o sistema religioso da época.
“pastoreando o povo de Deus para Deus”, estavam pastoreando para si mesmos, para arrancar deles o recurso e os aplausos. Será que hoje tem líderes que pastoreiam dessa forma?
- “Ainda hoje, Ele faz o mesmo”, quem é discípulo de Jesus de verdade ouve a Sua voz e sente o que Ele sente em relação às pessoas.

3.2. Sua visão compartilhada com os discípulos.
- “o amor puro que tinha por eles e pelo Seu povo”, por isso Jesus conseguia mantê-los debaixo de Sua liderança, assim também são os pastores fieis a Deus, os liderados veem em seus olhos o amor pelo povo.
“agoniadas, sofridas e insistentes ao Pai em favor deles”, houveram ocasiões em que os discípulos acompanharam Jesus nas orações e o clamor que Cristo fazia em favor deles ajudou para que fizessem a visão que tinham de Jesus, como o Filhos do Deus vivo.
“sensíveis o suficiente para internalizarmos a visão”, “internalizar” significa colocar dentro, no interior, quer dizer fazer com que aquela visão passasse a estar no interior dos discípulos e não somente no exterior, se não eles seriam como os religiosos hipócritas.

3.3. Sua convocação aos discípulos.
- “e pudessem receber treinamento”, a ideia de Jesus sempre foi fazer com que aquela mensagem chegasse aos confins da Terra e para isso era necessário que os apóstolos dessem continuidade na obra após a Sua partida.
“grande princípio multiplicador utilizado por Jesus”, era treinar pessoas para que pudesse conduzir a mensagem onde Ele não poderia ir. Hoje os líderes cristãos devem pensar da mesma forma.
“Posteriormente, Jesus preparou setenta discípulos”, era um treinamento para que eles pudessem levar a mensagem após a sua partida, era como um estágio de missões.

CONCLUSÃO
“foi desenvolvido com renúncia e preparo”, esses são os dois elementos essenciais para o serviço da obra de Deus, obreiro que não tiver esses dois elementos hoje, está fadado ao fracasso. Esse é o preço do discipulado.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Qual foi o primeiro candidato que desejou acompanhar o Senhor Jesus?
R: Um certo escriba (Mt 8.19).

2. O que significa: “deixa aos mortos sepultar os seus mortos”?
R: Que seguir a Jesus deve estar acima do0s deveres familiares (Mt 8.22).

3. Como pode ser entendida a prontidão de Mateus?
R: Que ele desejava ser útil a Cristo e ao Reino de Deus (Mt 9.9).

4. Cite um dos exemplos do trabalho ministerial de Jesus?
R: Ele percorria cidades e povoados (Mt (.35).

5. O que acontece com um povo sem liderança espiritual?
R: Morre à míngua (Mt 9.36).

Marcos André – professor


Boa Aula!http://marcosandreclubdateologia.blogspot.com.br/

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