SEJÁ VOCÊ TAMBÉM UM SEGUIDOR

Google+ Followers

Marcadores

Aborto ACONSELHAMENTO PRÉ-MATRIMÓNIAL Adolecentes Cristão ADOLESCENTES ADPB ADULTÉRIO ADULTOS Agradecimento Aniversario Apologética Cristã Arqueologia As Inquisições Assembleia de Deus Barack Obama Batismos Bíblia Brasil Casamento CGADB Ciência Círculo de Oração CLASSE BERÇARIO CLASSE BERÇÁRIO CLASSE DOS DISCIPULADOS CLASSE DOS DISCIPULANDO CLASSE DOS DISCIPULANDOS CLASSE JOVENS E ADULTOS CENTRAL GOSPEL CLASSE JOVENS E ADULTOS BETEL CLASSE MATERNAL Congresso CPAD Cruzada Curiosidades Cursos Departamento Infantil Depressão Desaparecido DESENHOS BIBLICOS Desfiles Dia do Pastor Discipulado Divórcio EBD EBO Escatologia Estudantes Estudos Eventos FALECIMENTO Família Filmes Galeria de Fotos Gospel Gratidão a Deus Hinos Antigos História Homenagens Homilética Homoxesualismo Ideologia de Gênero Idolatria Inquisição Islamismo Israel LIção de Vida Louvor Luto Maçonaria Mães Mensagens Ministério Missões MODISMOS Mundo Mundo Cristão MUSICAS EVANGÉLICAS Namoro Cristão Noivados Notícias Obreiros ONU Oração Pneumatologia política PRIMARIOS Psicopedagogia Pureza sexual Realidade Social Reforma Protestante RELIGIÕES Retiro Revista Central Gospel REVISTA CLASSE PRIMARIOS REVISTA CLASSE DOS PRE-ADOLESCENTES REVISTA CLASSE DOS ADOLESCENTES REVISTA CLASSE JARDIM DA INFANCIA REVISTA CLASSE JARDIM DA INFÂNCIA REVISTA CLASSE JUNIORES REVISTA DA CLASSE JOVENS CPAD. REVISTA DA CLASSE JOVENS. REVISTA DA CLASSE ADULTOS REVISTA DA CLASSE JOVENS E ADULTOS REVISTA DA CLASSE JUVENIS Revista Maternal Santa Ceia Saúde Seminário Sexualidade Subsídios Subsídios EBD Subsídios EBD Videos Templos Teologia Testemunho TRANSGÊNEROS Utilidade publica UTILIDADE PÚBLICA Vida de Adolecente videos Virgilha

17 outubro 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 4 - Revista da Editora Betel


O culto cristão: um ato sagrado
23 de outubro de 2016


Texto Áureo
“Deus deve ser em extremo tremendo na assembleia dos santos e grandemente reverenciado por todos os que o cercam.” Sl 89.7

Verdade Aplicada
O culto é uma das mais belas e antigas formas do homem expressar sua devoção, gratidão e adoração a Deus. É o ato central de identidade cristã através da história. 

Textos de Referência.

1 Coríntios 14
26. Que farei, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.
27. E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete.
28. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus.
29. E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
30. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.

Introdução
O culto é como uma gota de orvalho em busca do oceano do amor divino. É uma alma faminta diante do celeiro espiritual. É uma terra sedenta clamando por chuva. É uma ovelha no deserto, balindo em busca do Bom Pastor.

1. As bases bíblicas do culto cristão.
A confissão da Igreja tem por objetivo principal a glorificação a Deus e alegrar-se nEle (Sl 122.1). Isso faz do culto o ato mais importante, mais relevante e mais glorioso na vida do homem (Sl 84.1-4).

1.1. Vocabulário bíblico para adoração.
Para alcançarmos uma visão correta sobre o culto cristão, é mister examinarmos alguns termos: “Latreia”, cujo significado principal é “serviço” ou “culto”. Denota o serviço prestado a Deus pelo povo inteiro ou pelo indivíduo. Em outras palavras, é o serviço que se oferece à divindade através do culto formal, ritualístico e através do oferecimento integral da vida (Êx 3.12; Dt 6.13; Mt 4.10; Lc 1.74; 2.37; Rm 12.1). “Leitourgia”, palavra composta por outras duas de origem grega, que são: “povo” (laós) e “trabalho” (érgon). O termo significa “serviço do povo”. No Antigo Testamento, referia-se ao serviço oferecido a Deus pelo sacerdote, quando esse apresentava o holocausto sobre o altar de sacrifícios (Js 22.27; 1 Cr 23.24,28). 

1.2. Bases teológicas do culto.
A adoração cristã se fundamenta na nova aliança (Hb8). Está franqueada ao cristão a comunhão com Deus pelo novo e vivo caminho aberto por Jesus Cristo (Hb 10.19-22). Portanto, ofereçamos sempre por Ele (Jesus Cristo) a Deus sacrifício de louvor (Hb 13.15a). Temos importantíssimas informações sobre o culto em todo o Novo Testamento. O culto é mediado por Jesus Cristo, um sumo sacerdote que se identifica com os adoradores (Hb 2.12-13, 16-18; Jo 17.24; Mt 18.20). Cristo fez de seus seguidores sacerdotes de Deus, isto é, pessoas cujo culto Deus aceita (Ap 1.5-6; 5.8-10; 1 Pe 2.9). É necessário que o adorador saiba qual é o seu dever em uma reunião cristã e conheça bem as suas bases para que se comporte eticamente durante o culto. 

1.3. Os pré-requisitos do culto.
O cumprimento de um ritual não basta para que haja culto. É indispensável à aceitação por Deus do culto oferecido. Deus estabelece condições para aceitar a adoração de homens. A ignorância dessas condições ou mesmo sua violação transforma o ritual em exercício unilateral enervante e com sérias consequências para os participantes. Vejamos esses pré-requisitos para que alcancemos a plena comunhão com Deus: fé (Hb 10.38; 11.6); envolvimento total da vida (Rm 12.1-2; Lc 10.27); deve ser dirigido a Deus (Mt 4.10; 6.6; Hb 13.15); modelado pelo ensino bíblico (Mt 15.9; Hb 12.28) e mediado por Cristo (Hb 9.12,24-28; 10.19). 

2. A necessidade e essência do culto.
O tédio é um estado mental resultante do esforço para manter interesse por uma coisa pela qual não temos o mínimo de interesse. Este fato tem levado a igreja, em nossos dias, a oferecer certos atrativos ao povo no que tange ao culto. 

2.1. A necessidade do culto.
O culto é necessário pelas seguintes razões. Primeiro, a finalidade do homem. No culto, o homem acha a razão da sua existência. Ele foi criado para a adoração. Fora da posição de adorador de Deus, o homem não encontra o sentido para vida (1 Co 10.31; Rm 11.36). Segundo, obediência. O culto foi instituído e ordenado por Jesus Cristo. Quando a Igreja se reúne para louvar, orar e pregar a palavra, ela simplesmente obedece (Mc 16.15-16; At 1.8; 20.7; 1 Co 11.24-25). Terceiro, a utilidade. O culto é suscitado e expresso pelo Espírito Santo. A salvação provoca adoração (At 10.46). O perdão restaura a capacidade de adorar, que foi anteriormente perdida por causa do pecado. 

2.2. A essência do culto.
Em meio às múltiplas maneiras de cultuar, há um elemento imprescindível à adoração: o amor. A essência da adoração é o amor. É totalmente impossível adorar a Deus sem amá-lo. O Eterno Senhor Deus nunca se satisfaz com menos que “tudo” (Dt 6.5; Mt 22.37).

2.3. Amor integral da mente.
A adoração também envolve o exercício da mente. “Dianóia”, em grego, significa a capacidade de pensar e refletir religiosamente (1Jo 5.1; 2.10; Ef 4.18). Este entendimento é dádiva divina (Lc 24.25; Ef 1.17-18). Portanto, a adoração deve ocupar a mente de maneira a envolver a meditação e a consciência do homem. Em Romanos 12.2, Paulo estabelece que o culto deve ser racional: “Logiken latreia” Amar a Deus com entendimento é um desafio para o cristão (Mc 12.30), pois esse amor exige todo nosso esforço e, nesta adoração cristã, Deus exige ser amado com toda a força do adorador (Mc 12.30; Lc 10.27; Dt 6.5). O termo “força” (Ischyos), refere-se à força e poder de criaturas vivas (Hb 11.34). Exige-se que o cristão gaste todas as suas energias físicas em atos de amor a Deus (Rm 12.1). O amor a Deus expressa-se no serviço prestado por meio do coração (1Co 13.3). Portanto, amar a Deus com “toda a força” representa gastar a vida e energia unicamente com expressões de lealdade e afeição a Deus.

3. A reverência no culto.
São muitas as bênçãos que podemos receber de Deus durante o culto, mas a apropriação de tais bênçãos deveria ser o objetivo de todos quantos participam do culto. Mas qual a maneira correta de participarmos do culto? Participar com espírito de reverência(Hb 12.28).

3.1. Razões para a reverência.
O Reino de Deus é impossível de ser abalado (Hb 12.28). Não existem sistemas, ordens ou poderes que superem esse Reino, pois o Senhor dos Senhores é o comandante. Essa é uma das razões pelo qual devemos prestar uma reverência crescente diante de sua presença. Às vezes, não prestamos à devida atenção a esses fatos e reverenciamos mais aos homens com os seus supostos poderes do que nosso próprio Deus, que se manifesta constantemente no culto que Lhe é devido.

3.2. Atitudes reverentes.
É necessário que durante o culto mantenhamos uma atitude consentânea com o local de adoração, uma vez que Deus está no templo (Mt 18.20). Temos a garantia da presença do Senhor em qualquer reunião em que o Seu nome seja cultuado. Uma vez que Ele se faz presente em nossas reuniões, necessário se torna que O reverenciemos. A movimentação desnecessária, o entra e sai a todo o momento, a distração ou desatenção, as leituras desnecessárias e outras modalidades de irreverências devem ser proscritas do ambiente de culto. É de suma importância que saibamos e estejamos conscientes de que o local de culto é somente para adorar a Deus. Deus valoriza o adorador sincero e reverente (Ec 5.1).

3.3. Um culto reverente.
Sem a verdadeira adoração a Deus não há verdadeiro culto. Se, na presença do Altíssimo, não demonstrarmos, com toda sinceridade de alma, a nossa profunda humildade reverência em face a Sua santidade absoluta (Ec 5.1); se não evidenciarmos nosso amor e dedicação a Ele; se não demonstrarmos confiança que Ele tem para conosco; se o nosso coração não estiver transbordando desses profundos sentimentos em Sua presença, não estaremos cultuando verdadeiramente ao nosso Deus.

Conclusão
O culto é acompanhado de uma ética cultual, isto é, exige-se que se saiba o que significa cultuar a Deus. A conscientização desse fato é primordial. Isso gera a exigência da reverência peculiar do verdadeiro adorador e, por conseguinte, descortina e rechaça a irreverência, repugnada pelo próprio Deus. 

Questionário.

1. Em que se fundamenta a adoração cristã?

2. Como expressamos o amor a Deus?

3. Qual a maneira correta de participarmos do culto?

4. O que é impossível para o Reino de Deus?

5. O que Deus valoriza?http://marcosandreclubdateologia.blogspot.com.br/