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01 outubro 2016

Lição 1, A Sobrevivência em Tempos de Crise 4º Trimestre de 2016 - Título: O Deus de Toda Provisão - Esperança e Sabedoria Divina para a Igreja em meio às Crises Comentarista: Pr. Elienai Cabral



Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AQUI VOCÊ VÊ PONTOS DIFÍCEIS DA LIÇÃO - POLÊMICOS
Ajuda para a Lição - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao1-vav-3tr12-nomundotereisaflicoes.htm 
 
 
TEXTO ÁUREO
"Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo;  eu venci o mundo."  (Jo 16.33)
 
 
VERDADE PRÁTICA
As crises podem ser superadas com sabedoria, fé e com a ajuda de DEUS.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Hc 1.1,2 O questionamento e o silêncio de DEUS em meio à crise
Terça - Hc 1.3,4 Um profeta entristecido em meio à crise de violência e corrupção
Quarta - Hc 2.2 A resposta de DEUS em meio à crise
Quinta- Hc 1.13 DEUS usa o ímpio, em meio à crise, como instrumento de correção
Sexta - Hc 3.17,18 A fé na provisão de DEUS em tempos de crise
Sábado - Hc 3.19 DEUS é a nossa força em tempos de crise
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Habacuque 1.1-17
1 - O peso que viu o profeta Habacuque. 2 - Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritarei: Violência! E não salvarás? 3 - Por que razão me fazes ver a iniquidade e ver a vexação? Porque a destruição e a violência estão diante de mim; há também quem suscite a contenda e o litígio. 4 - Por esta causa, a lei se afrouxa, e a sentença nunca sai; porque o ímpio cerca o justo, e sai o juízo pervertido. 5 - Vede entre as nações, e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizo, em vossos dias, uma  obra, que vós não crereis, quando vos for contada. 6 - Porque eis que suscito os caldeus, nação amarga e apressada, que marcha sobre a largura da terra, para possuir moradas não suas. 7 - Horrível e terrível é; dela mesma sairá o seu juízo e a sua grandeza. 8 - Os seus cavalos são mais ligeiros do que os leopardos e mais perspicazes do que os lobos à tarde; os seus cavaleiros espalham-se por toda parte; sim, os seus cavaleiros virão de longe, voarão como águias que se apressam à comida. 9 - Eles todos virão com violência; o seu rosto buscará o oriente, e eles congregarão os cativos como areia. 10 - E escarnecerão dos reis e dos príncipes farão zombarias; eles se rirão de todas as fortalezas, porque, amontoando terra, as tomarão. 11 - Então, passarão como um vento, e pisarão, e se farão culpados, atribuindo este poder ao seu deus. 12 - Não és tu desde sempre, ó SENHOR, meu DEUS, meu SANTO? Nós não morreremos. Ó SENHOR, para juízo o puseste, e tu, ó Rocha, o fundaste para castigar. 13 - Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a vexação não podes contemplar; por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele? 14 - E farias os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe? 15 - Ele a todos levanta com o anzol, e apanha-os com a sua rede, e os ajunta na sua rede varredoura; por isso, ele se alegra e se regozija. 16 - Por isso, sacrifica à sua rede e queima incenso à sua draga; porque, com elas, se engordou a sua porção, e se engrossou a sua comida. 17 - Porventura, por isso, esvaziará a sua rede e não deixaria de matar os povos continuamente?
 
OBJETIVO GERALMostrar que as crises que enfrentamos em nossa nação e no mundo são resultado do mundo decaído.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Reconhecer que a crise é uma realidade do mundo atual;
Mostrar que a crise é consequência do pecado;
Explicar o porquê das crises política, econômica e espiritual.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSORPrezado professor, neste trimestre teremos a oportunidade ímpar de estudarmos a respeito das crises que nossa nação e o mundo vêm enfrentando: crise espiritual, política e econômica. O comentarista do trimestre é o pastor Elienai Cabral - escritor e conferencista da Casa Publicadora das Assembleias de DEUS.
Aproveite o tema do trimestre para mostrar aos seus alunos que o mundo está em crise, mas os céus não. DEUS é Soberano e Senhor. Ele tem o suprimento para todos aqueles que nEle confiam.
 
PONTO CENTRALA crise espiritual, política e econômica que o mundo enfrenta é consequência do mundo decaído.
 
Resumo da Lição 1, A Sobrevivência em Tempos de Crise
I - A CRISE COMO UMA REALIDADE
1. DEUS criou um mundo perfeito.
2. Uma sociedade em crise.
II - A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO
1. A crise na sociedade antediluviana.
2. Crise na sociedade pós-dilúvio.
3. Crise nos tempos de JESUS e na Igreja Primitiva.
III - A CRISE
1. A crise política.
2. A crise econômica.
3. A crise espiritual.
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - A crise que atinge o mundo é real e é consequência da Queda.
SÍNTESE DO TÓPICO II - A crise é uma consequência do pecado.
SÍNTESE DO TÓPICO III - A crise que a nossa nação está enfrentando é espiritual, política e econômica.
 
PARA REFLETIR - A respeito da sobrevivência em tempos de crise, responda:
Qual era a missão de Adão antes da crise se instalar na Terra?
Adão recebeu do Criador a missão de governar a Terra e cultivar o solo.
As crises enfrentadas no mundo são consequência de quê?São consequência da Queda.
A sociedade pós-diluviana tornou-se melhor que a antediluviana? Não! O homem continuou a pecar de forma deliberada contra DEUS.
Quais eram as crises e conflitos no tempo de JESUS?A tensão política e a instabilidade social eram grandes. Era um tempo de crise política, social, moral e espiritual.
Quem DEUS usou para administrar a crise de alimentos no Egito?José recebeu de DEUS sabedoria para administrar a crise.
 
CONSULTE
Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 68, p. 36. Você encontrará mais subsídios para enriquecer a lição. São artigos que buscam expandir certos assuntos.
 
SUGESTÃO DE LEITURA
É Possível Ser Feliz?, DEUS Não Desistiu de Você e Billy Graham, Paz com DEUS
 
 
 
Comentários extras do Ev. Luiz Henrique
 
Resumo rápido - Ev. Luiz henrique
I - A CRISE COMO UMA REALIDADE
1. DEUS criou um mundo perfeito.
Tudo o que DEUS criou é perfeito, inclusive o ser humano. o homem foi criado para ser eterno (Matusalém viveu novecentos e sessenta e nove anos - Gn 5.27), se não vai ser na terra, vai ser no Lago de Fogo e enxofre ou no céu, na Nova Jerusalém.
Infelizmente, o homem desobedeceu a DEUS e pecou contra Ele. A semente do pecado passou a todos (Rm 5.12, 1 Co 3.6). Dai se deu a tragédia humana. O pecado trouxe o afastamento de DEUS e longe de DEUS o homem vive em crise de tudo.
2. Uma sociedade em crise.
O pecado passou a todos os homens e desde Adão crises têm se abatido sobre os homens. Adão pecou e destruiu seu relacionamento tanto com DEUS (Gn 3.23, 24) quanto com sua esposa (Gn 3.12). Caim matou seu irmão Abel (Gn 4.8). Lameque matou e odiou (Gn 4.23). Nos dias de Noé a raça humana estava totalmente corrompida. Após o dilúvio a semente maligna implantada no homem continuou seu curso de destruição e até hoje faz vítimas numa crise sem fim.
Estamos vivendo uma crise total e geral no Brasil (Política, Econômica, Espiritual). A culpa é de todos, pois, se tivéssemos assumido nossa posição de filhos de DEUS e nos mantido separados do pecado, evangelizando a todos, DEUS se agradaria de nossa nação e não permitiria que a crise nos assolasse como se vê em nossos dias. A própria igreja, manipulada que foi, elegeu com seu voto democrático e de livre arbítrio um partido diabólico, com planos macabros para nosso país.
 
II - A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO
1. A crise na sociedade antediluviana.
A violência, a morte, a corrupção, o sofrimento, a pobreza, tudo isso provém do pecado. Quem está por detrás de tudo isso é Satanás (Jo 10.10). De DEUS só esperamos coisas boas (Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação - Tg 1.17).
Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, Mateus 24:38
Comiam pecaminosamente - Glutonaria. Festas de guloseimas.
Bebiam desproporcionalmente - bebiam bebidas alcoólicas.
Casavam-se - O casamento, instituição divina, se tornou sem valor. Prostituição e adultérios se tornaram comuns.
A depravação era geral, mas havia uma família temente a DEUS. Noé e sua família foram tirados do meio daquela crise. Como símbolo do arrebatamento, a arca ficou sobre as águas sujas e poluídas de corpos mortos de pecadores inveterados. DEUS vai tirar seu povo deste mundo em crise já, já. Espere mais um pouquinho só. Os que ficarem experimentarão do juízo divino da Grande Tribulação.
2. Crise na sociedade pós-dilúvio.
Noé e sua família repovoaram a Terra, mas a semente maligna do pecado persistia nos homens, de maneira tal que o próprio Noé se embriagou trazendo divisão em seu lar e crise em sua família e para toda nova geração.
Gn 11.4 E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
Ninrode edificou uma torre em clara rebeldia contra DEUS. procurou independência de DEUS, mal sabendo ele que sem DEUS o homem só se afunda mais a cada dia em uma crise irremediável.
Sua ideia era de que se DEUS enviasse outro dilúvio todo aquele povo que o seguia não seriam atingidos. Ele seria seu DEUS.
DEUS confundiu suas línguas e os dispersou. Hoje DEUS quer unir os homens na linguagem espiritual. O batismo no ESPÍRITO SANTO traz línguas de refrigério e de identificação com DEUS.
Vemos que a sociedade pós diluviana não foi melhor do que a de antes do dilúvio. por isso mesmo viveram em crise.
3. Crise nos tempos de JESUS e na Igreja Primitiva.
Não use jamais essa palavra "Palestina". JESUS nasceu em Belém de Judá, em Israel e em Israel viveu seus dias, quase que totais, pois esteve no Egito quando criancinha. nesta região a crise estava instalada (Quando um crente usa a palavra palestina para indicar geograficamente as terras bíblicas, está excluindo Israel do mapa). O governo era Romano, a cultura era grega, a religião era o judaísmo e o imperialismo romano com adoração a César como se fosse um deus. A depravação moral e sexual era tão terrível que um irmão ousou se casar com sua nora (Mc 6.7; Lc 3.19). As línguas mais faladas eram o Latim de Roma, O hebraico misturado com aramaico dos judeus e principalmente o grego que era a língua oficial do mundo de então (Jo 19.20).
 
Durante os últimos séculos, o mundo, inclusive os cristãos, adotou um hábito ruim. Caímos na armadilha de uma antiga propaganda romana. Temos usado o nome “Palestina”, que foi colocado no país de Israel pelo imperador romano Adriano no ano de 135 d.c. Como essa denominação foi usada durante tanto tempo, esse nome se tornou de uso comum. Porém, ele é tão incorreto quanto seria chamarmos a Rússia de hoje de “União Soviética”, ou nos referirmos atualmente a Berlim como “Alemanha Oriental”.
“Palestina” deve agora ser considerado um termo de propaganda política com implicações maciçamente anti-Israel.
O termo Palestina é raramente usado no Antigo Testamento, e quando é usado, refere-se especificamente à área costeira a sudoeste de Israel ocupada pelos filisteus. É a tradução da palavra hebraica “Pilisheth”. O termo nunca é usado para se referir a toda a área de Israel.
No Novo Testamento, o termo Palestina não é usado nenhuma vez. O termo Israel é essencialmente usado para se referir ao povo de Israel, em vez de se referir à Terra. Contudo, em pelo menos duas passagens, Israel é usado para se referir à Terra:
“...um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino. Dispôs-se ele, tomou o menino e sua mãe e regressou para a terra de Israel” (Mt 2.20-21).
“Quando, porém, vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem” (Mt 10.23).
http://www.beth-shalom.com.br/artigos/palestina_ou_israel.html - Acesso em 29-09-16.
Isaías 53.2 Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Como raiz de uma terra seca - é exatamente assim que JESUS foi introduzido no contexto desta Israel seca do ESPÍRITO SANTO. Seca de DEUS. 400 anos sem profeta. Não conseguiram nem reconhecer o próprio Messias no meio deles (Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. João 1:11). Pobres (Mt 26.11) e doentes (Jo 5.3) e necessitados (Mt 6.4) haviam aos montes.
 
Depois de JESUS ser assunto aos céus, a igreja passou por várias crises: Perseguição (At 8.3), Seca (At 11.28) e Fome (At 11.29).
Os apóstolos ensinaram e os primeiros crentes entenderam que os mais ricos deveriam ajudar os mais pobres para que ninguém passasse por dificuldades excessivas.
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha. Atos 4:34,35
 
 
 
 
III - A CRISE
1. A crise política.
Várias foram as crises políticas enfrentadas por Israel. Seus reis, em sua maioria, foram rebeldes às orientações de DEUS. Muitos foram idólatras e muitos até se venderam aos inimigos. Salomão se perverteu caindo em idolatria. Roboão, filho de Salomão foi exemplo de governante que não ouviu os conselhos dos sábios anciãos e preferiu agradar seus jovens amigos inexperientes. o governo deste rei não era para beneficiar o povo, mas para agradar a si mesmo e sua turminha de amigos. Dai nasceu a divisão de Israel, ficando duas tribos a sul com o nome de Judá, tendo sua capital em Jerusalém, e as dez outras tribos unidas ao norte com o nome de israel, tendo sua capital em Samaria.
 
Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme. Provérbios 29:2 - Israel foi dividida e pagou caro o pecado de seus líderes.
Assim aconteceu com Israel e assim acontece com nossa nação. Uma quadrilha de salteadores assumiu o governo de nosso país e com o apoio da própria igreja que foi ludibriada por alguns líderes sem escrúpulos que nem consultaram os planos de governo desse partido diabólico. Resultado: uma crise sem precedentes para nossa nação, aponto de quebrar até nossa maior e melhor empresa, a Petrobrás.
Temos uma oportunidade de mudar isso - Nosso voto. oremos para que o povo de DEUS não seja mais ludibriado por esses assaltantes do Brasil. orem muito, pois ainda temos vários "crentes" se vendendo por uma casa ou por uma conta de luz ou por uma conta de água.
 
2. A crise econômica.
Crise econômica não é novidade no mundo. O Egito se aproveitou-se de uma dessas crises por ter um servo de DEUS em seu comando. Não foi o Egito que o colocou lá (o Egito jamais o escolheria numa eleição democrática), foi DEUS quem o colocou lá para salvar o mundo de então de uma crise sem fim.(Gn 41.55,56).
 
No Brasil, a crise econômica está atrelada à crise política.

Estima-se que o Brasil tenha cerca de 50 milhões de evangélicos. O mercado gospel que supre as demandas desse público está dando indícios de viver uma crise financeira que reflete o momento pelo qual passa o país, que vê chegar a 12 milhões o número de desempregados.
Mesmo com a saída de Lula e Dilma, cujas políticas equivocadas geraram o mau momento econômico, os problemas devem persistir. Especialistas já apontaram que será necessário quase uma década para reparar os estragos deixados pela administração dela.
O demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, especialista em religiões, explica que a renda per capita do Brasil caiu, em média, 10%. “A perda de poder aquisitivo das classes C e D com certeza afetou as igrejas, sobretudo aquelas muito comerciais. As menos voltadas para a arrecadação podem até ter recebido mais fiéis, em busca de alívio para suas dificuldades”, analisa.
Isso coloca em xeque a Teologia da Prosperidade, adotada por um número crescente de igrejas no país. Ela prega que quanto mais o fiel ofertar a Deus, mais bênçãos receberá. O paradoxo está no fato de que, mesmo anunciando isso há décadas, ministérios conhecidos por defendê-la experimentam um declínio nas arrecadações de dízimos e ofertas.
A revista Veja fez um levantamento e constatou que, no último ano e meio, a queda de receita chega a 40% em alguns segmentos de produtos e serviços voltados para os evangélicos. O processo de declínio se acelerou em meados de 2015.
Um dos primeiros a se manifestar sobre o assunto, no ano passado, foi o pastor Silas Malafaia, líder do Ministério Vitória em Cristo: “Tive que demitir cem pessoas, quase 10% do total que emprego. Também pisei no freio na inauguração de novos templos”.
O missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, também está construindo um templo milionário em São Paulo. O reflexo da crise atingiu sua Faculdade do Povo, fundada em 2009 por uma associação ligada à Graça. Ela oferecia cursos na área de comunicação para 430 alunos, mas acabou fechando as portas.
Onde a economia depende da indústria, como São Paulo, tudo despencou. “Em Pernambuco, a operação Lava-Jato causou grande estrago”, explica. Um dos motivos para isso foram os milhares de desempregados da refinaria Abreu e Lima, obra paralisada por causa das investigações sobre propinas.
A Sara admite que precisou dispensar 250 funcionários (15% do efetivo com carteira assinada) e cortar despesas. Dos 1 400 templos da Sara Nossa Terra, 400 funcionam em sede própria. Os demais negociaram a redução do valor dos aluguéis em cerca de 20%.
Livros e discos
O mercado de música gospel, que parecia se manter firme enquanto todo o setor fonográfico brasileiro acumula prejuízos com discos e CDs físicos desde os anos 90, agora dá sinais de ter perdido a força. Nos últimos dezoito meses, o segmento que já movimentou 1,5 bilhão de reais por ano, sucumbiu à crise.
A editora Central Gospel, do ministério Vitória em Cristo precisou demitir 40% do seu quadro de funcionários, num processo de “readequação”. Malafaia desabafa: “É lamentável. As pessoas não estão consumindo. Estão ficando desempregadas e, como outras empresas, sentimos a crise. O sol se levanta e a chuva cai para o justo e o injusto. Veio para todos”.
A Thomas Nelson, a maior editora de livros evangélicos do país, vinha experimentando um aumento anual médio nas vendas de 30% até 2015. Mas este ano despencou, devendo terminar 2016 com apenas 5% de crescimento.
Menos pregação evangélica na TV
A TV talvez seja a maior vitrine de como a crise atingiu as igrejas. A redução das doações se traduz em menos horas no ar. Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, vem perdendo espaço na telinha há anos.
Em meados de agosto encerrou o contrato de um canal que mantinha na NET por cerca de 3 milhões de reais por mês. “A audiência não estava valendo o custo”, sublinha o deputado estadual Milton Rangel (DEM), ligado a Santiago.
Silas Malafaia também cortou os programas que exibia na Rede TV! Rodovalho adiou a expansão da sua TV, a Rede Gênesis, para o litoral paulista.
Fonte: Gospel Prime
 
Oremos e saibamos votar nesta eleição. Não votem em partidos que estão ligados à antiga administração.
Partidos como PT, PSol, PCdoB, PV e REDE são antibíblicos e podemos até dizer que são anticristãos. Apóiam casamento gay, cartilhas KIT-GAY nas escolas e Ideologia de gênero. Você gostaria que um homem vestido de mulher entrasse e usasse o mesmo banheiro que sua esposa? Você gostaria que sua criança estudasse em uma escola onde os rapazes usam saia e onde dois meninos se beijam na frente de todos? Você gostaria que seus filhos aprendessem bruxaria e magia negra em suas escolas? Você gostaria que seus filhos ficassem pegando nas partes intimas de seus (suas) colegas na escola para se estudarem?
Se você votar ou apoiar um desses partidos, mesmo que estejam coligados com outros, então você estará concordando com tudo isso.
 
3. A crise espiritual.
Na Leitura Bíblica em Classe que lemos encontramos o profeta Habacuque questionando com DEUS sobre a crise que Israel enfrentava em seu tempo. Parecia que DEUS não estava vendo o ímpio prosperar e o justo ser abatido. DEUS diz para Habacuque que não só está vendo como está tomando providências. DEUS enviaria os babilônios para invadirem Judá e levarem cativos seus moradores por 70 anos. Com esse juízo aprenderiam a não mais serem idólatras.
Mesmo em crise e passando já necessidades Habacuque resolve continuar sendo fiel a DEUS e esperando um tempo melhor, um tempo de bonança, um tempo com DEUS no governo.
Façamos o mesmo que Habacuque nesses tempos tão difíceis que hora enfrentamos em nossa nação, confiemos em DEUS. ELE vê tudo.
Nunca assistimos tantos líderes religiosos comprometidos com o materialismo e a política. Milhares abandonaram o rebanho que JESUS lhe confiara para se aventurarem no mundo da mentira, do engano, da corrupção e da divisão - a política partidária. Que DEUS tenha misericórdia deles - cegos guiando cegos.
 
CONCLUSÃO
Apesar de DEUS ter criado um mundo perfeito e nele colocar seres humanos perfeitos para nele viverem eternamente, esses seres pecaram contra DEUS e se afastaram de DEUS. Experimentaram e experimentam crises em todas as áreas de suas vidas. O pecado se alastrou e todos os seres humanos já nascem com a semente do mal. Tanto antes como depois do Dilúvio o pecado continua a afazer vítimas.
mesmo na época de JESUS e também dos apóstolo, até hoje o pecado afasta os homens de DEUS e os leva a passar por crises terríveis tanto na área política, como na área econômica, como na área espiritual. Só há uma saída - DEUS. para nos chegarmos a ELE só através de JESUS. Ouçamos a doce voz do ESPÍRITO SANTO a nos guiar à luz verdadeira. Só assim ficaremos imunes às crises que assolam nosso planeta.
  
 
LIÇÃO 1, NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES - Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2012 - CPAD - Jovens e Adultos
Vencendo as Aflições da Vida - "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas” (Salmos 34:19).
Comentários da revista da CPAD: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
 
 
TEXTO ÁUREO
Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." (Jo 16.33).
VERDADE PRÁTICA
Mesmo sofrendo as consequências da queda, sabemos que DEUS está no controle de todas as coisas.
 
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - João 16.20,21,25-33
João 16.20 Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria. 21 A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.
 
João 16.25 Disse-vos isso por parábolas; chega, porém, a hora em que vos não falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai. 26 Naquele dia, pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai, 27 pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes e crestes que saí de DEUS. 28 Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez, deixo o mundo e vou para o Pai. 29 Disseram-lhe os seus discípulos: Eis que, agora, falas abertamente e não dizes parábola alguma. 30 Agora, conhecemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue. Por isso, cremos que saíste de DEUS. 31 Respondeu-lhes JESUS: Credes, agora? 32 Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo. 33 Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.
 
Jo 16.27 - O MESMO PAI VOS AMA. O Pai ama todas as pessoas (3.16). Mas também é verdade que Ele tem um amor familiar especial àqueles que, por meio de JESUS, estão reconciliados com Ele e o amam e permanecem leais a Ele em meio às tribulações deste mundo (v. 33). Nosso amor a JESUS leva o Pai a nos amar. Amor corresponde ao amor.
Salmos 34.19 MUITAS SÃO AS AFLIÇÕES DO JUSTO. No AT DEUS promete bênçãos e prosperidade a quem obedece à sua Lei. Mesmo assim, de par com esta promessa está a realidade que Muitas são as aflições do justo (ver Hb 11.33-38; 12.5-10).
Crer em DEUS e viver em retidão não nos isenta de problemas e sofrimentos nesta vida. Pelo contrário, a dedicação a DEUS amiúde nos traz provações e sofrimentos (ver Mt 5.10). Está dito da parte de DEUS que por muitas tribulações devemos entrar no seu Reino (At 14.22; cf. 1 Co 15.19; 2 Tm 3.12). O sofrimento dos justos é atenuado pela revelação que o Senhor quer nos livrar de toda as nossas aflições. Uma vez cumprido o seu propósito ao permitir a aflição, Ele passa a nos livrar dela, ou pela intervenção sobrenatural direta nesta vida (cf. Hb 11.33-35) ou pela morte triunfante e o ingresso na vida futura (cf. Hb 11.35-37)
Mt 5.10 - 5.10 PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA. Todos que procuram viver de acordo com a Palavra de DEUS, por amor à justiça sofrerão perseguição.
(1) Aqueles que conservam os padrões divinos da verdade, da justiça e da pureza e que, ao mesmo tempo, se recusam a transigir com a presente sociedade pecaminosa e com o modo de vida dos crentes mornos (Ap 2; 3.1-4,14-22) sofrerão impopularidade, rejeição e críticas. O mundo lhes moverá perseguição e oposição (10.22; 24.9; Jo 15.19) e, às vezes, da parte de membros da igreja professa (At 20.28-31; 2 Co 11.3-15; 2 Tm 1.15; 3.8-14; 4.16). Ao experimentar tal sofrimento, o cristão deve regozijar-se (5.12), porque DEUS outorga a maior bênção àqueles que sofrem mais (2 Co 1.5; 2 Tm 2.12; 1 Pe 1.7; 4.13).
(2) O cristão deve precaver-se da tentação de transigir quanto à vontade de DEUS, a fim de evitar a vergonha, a ridicularização, o constrangimento, ou algum prejuízo (10.33; Mc 8.38; Lc 9.26; 2 Tm 2.12). Os princípios do reino de DEUS nunca mudam: Todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS padecerão perseguições (2 Tm 3.12). A promessa aos que enfrentam e suportam perseguições por causa da justiça é que dos tais é o reino dos céus.
Rm 8.18 AS AFLIÇÕES DESTE TEMPO PRESENTE. Todos os sofrimentos do momento enfermidade, dor, calamidade, decepções, pobreza, maus-tratos, tristeza, perseguição e todos os tipos de aflição devem ser considerados insignificantes ante a bênção, os privilégios e a glória que serão concedidos ao crente fiel, na era vindoura (cf. 2 Co 4.17).
Rm 8.8.22 TODA A CRIAÇÃO GEME. Nos versículos 22-27, Paulo fala de três gemidos diferentes: o da criação (v. 22), o dos crentes (v. 23) e o do ESPÍRITO SANTO (v. 26). A "criação" (i.e., a natureza animada e inanimada) tornou-se sujeita ao sofrimento e às catástrofes físicas, por causa do pecado humano (v. 20). DEUS, portanto, determinou que a própria natureza será redimida e recriada. Haverá novo céu e nova terra; uma restauração de todas as coisas, segundo a vontade de DEUS (cf. 2 Co 5.17; Gl 6.15; Ap 21.1,5), quando, então, os fiéis servos de DEUS receberão sua plena herança (vv. 14,23)
Rm 8.8.23 TAMBÉM GEMEMOS. Embora os crentes possuam o ESPÍRITO e as suas bênçãos, eles também gemem no íntimo, ansiando por sua plena redenção. Gemem por duas razões.
(1) Os crentes, por viverem num mundo pecaminoso que entristece o seu espírito, continuam experimentando a imperfeição, a dor e a tristeza. Os gemidos do crente expressam a sua profunda tristeza sentida ante essas circunstâncias (cf. 2 Co 5.2-4).
(2) Gemem ao suspirar por sua redenção total e pela plenitude do ESPÍRITO SANTO que serão outorgadas na ressurreição. Gemem pela glória a lhes ser revelada e pelos privilégios da plena filiação celestial (cf. 2 Co 5.2,4).
Rm 5.12 POR UM HOMEM ENTROU O PECADO NO MUNDO. Através da transgressão e queda de Adão, o pecado como princípio ou poder ativo conseguiu penetrar na raça humana (vv. 17,19; Gn 3; 1 Co 15.21,22).
(1) Duas consequências decorrem disso:
(a) O pecado e a corrupção penetraram no coração e na vida de Adão; e
(b) Adão transmitiu o pecado ao gênero humano, corrompendo todas as pessoas nascidas a partir de então. Todos os seres humanos passaram a nascer propensos ao pecado e ao mal (v. 19; 1.21; 7.24; Gn 6.5,12; 8.21; Sl 14.1-3; Jr 17.9; Mc 7.21,22; 1 Co 2.14; Gl 5.19-21; Ef 2.1-3; Cl 1.21; 1 Jo 5.19).
(2) Paulo não explica como o pecado de Adão é transmitido aos seus descendentes. Nem diz que toda a humanidade estava presente em Adão e
que assim ela participou do seu pecado e por isso herda a sua culpa. Paulo não diz, em nenhum lugar, que Adão foi o cabeça coletivo dos seus descendentes, nem que o pecado de Adão foi-lhes imputado. Todos são culpados diante de DEUS por causa dos seus próprios pecados pessoais, porque "todos pecaram" (v. 12). O único ensino no tocante a isso, que tem apoio bíblico, é que homens e mulheres herdam uma natureza moral corrupta, bem como a propensão para o pecado e o mal (ver 6.1).
(3) A morte entrou no mundo através do pecado e por isso todos estão sujeitos à morte, "por isso que todos pecaram" (vv. 12,14; cf. 3.23; Gn 2.17; 3.19)
Rm 5.14 A MORTE REINOU DESDE ADÃO ATÉ MOISÉS. A raça humana experimentou a morte, não porque transgrediu a lei oral de DEUS, com sua pena de morte, como no caso de Adão (vv. 13,14), mas porque os seres humanos realmente eram pecadores pela prática, bem como pela sua natureza e transgrediram a lei da consciência, escrita nos seus corações (2.14,15)
Gn 6.2 OS FILHOS DE DEUS. Esses filhos de DEUS , sem dúvida, eram os descendentes da linhagem piedosa de Sete (cf. Dt 14.1; Sl 73.15; Os 1.10); eles deram início aos casamentos mistos com as filhas dos homens , i.e., mulheres da família ímpia de Caim (ver 4.16). A teoria de que os filhos de DEUS eram anjos, não subsiste ante as palavras de JESUS, que os anjos não se casam (Mt 22.30; Mc 12.25). Essa união entre os justos e os ímpios levou à maldade do versículo 5, i.e., os justos passaram a uma vivência iníqua. Como resultado, a terra corrompeu-se e encheu-se de violência (vv. 11-13)
Gn 6.5 A MALDADE DO HOMEM SE MULTIPLICARÁ. Nos dias de Noé, o pecado abertamente se manifestava no ser humano, de duas principais maneiras: a concupiscência carnal (v. 2) e a violência (vv. 11,12). A degeneração humana não mudou; o mal continua irrompendo desenfreado através da depravação e da violência. Hoje em dia, a imoralidade, a incredulidade, a pornografia e a violência dominam a sociedade inteira (ver Mt 24.37-39; ver Rm 1.32).
Gn 6.6 ENTÃO, ARREPENDEU-SE O SENHOR. DEUS se revela, já nestes primeiros caps. da Bíblia, como um DEUS pessoal para com o ser humano, e que é passível de sentir emoção, desagrado e reação contra o pecado deliberado e a rebelião da humanidade.
(1) Aqui, a expressão arrependeu-se significa que, por causa do trágico pecado da raça humana, DEUS mudou a sua disposição para com as pessoas; sua atitude de misericórdia e de longanimidade passou à atitude de juízo.
(2) A existência de DEUS, o seu caráter e seus eternos propósitos traçados, permanecem imutáveis (1 Sm 15.29; Tg 1.17), porém, Ele pode alterar seu tratamento para com o homem, dependendo da conduta deste. DEUS altera, sim, seus sentimentos, atitudes, atos e intenções, conforme as pessoas agem diante da sua vontade (Êx 32.14; 2 Sm 24.16; Jr 18.7-10; 26.3,13,19; Ez 18.4-28; Jn 3.8-10).
(3) Essa revelação de DEUS como um DEUS que pode sentir pesar e tristeza, deixa claro que Ele, em relação à sua criação, age pessoalmente, como no recesso de uma família. Ele tem um amor intenso pelos seres humanos e solicitude divina ante a penosa situação da raça humana (Sl 139.7-18).
Gn 6.9 NOÉ ERA VARÃO JUSTO E RETO EM SUAS GERAÇÕES. Em meio à iniquidade e maldade generalizadas daqueles dias (v. 5), DEUS achou em Noé um homem que ainda buscava comunhão com Ele e que era varão justo .
(1) Reto em suas gerações , equivale dizer que ele se mantinha distanciado da iniquidade moral da sociedade ao seu redor. Por ser justo e temer a DEUS e resistir à opinião e conduta condenáveis do público, Noé achou favor aos olhos de DEUS (v. 8; 7.1; Hb 11.7; 2 Pe 2.5).
(2) Essa retidão de Noé era fruto da graça de DEUS nele, por meio da sua fé e do seu andar com DEUS (v. 9). A salvação no NT é obtida exatamente da mesma maneira, i.e., mediante a graça e misericórdia de DEUS, recebidas pela fé, cuja eficácia conduz o crente a um esforço sincero para andar com DEUS e permanecer separado da geração ímpia ao seu redor (v. 22; 7.5,9,16; At 2.40). Hebreus 11.7 declara que Noé foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
(3) O NT também declara que Noé não somente era justo, como também pregador da justiça (2 Pe 2.5). Nisso, ele é exemplo do que os pregadores devem ser.
1 Co 15.35-54 COMO RESSUSCITARÃO OS MORTOS? Paulo começa aqui uma exposição da doutrina da ressurreição dos mortos em seus detalhes.
1 Co 15.51 UM MISTÉRIO. O mistério que Paulo revela é que quando CRISTO voltar do céu para buscar a sua igreja, os crentes que ainda estiverem vivos na terra terão seus corpos em um instante transformados, feitos imperecíveis e imortais (ver Jo 14.3)
1 Co 15.51 NEM TODOS DORMIREMOS. O emprego que Paulo faz de "nós", indica que ele esposava a perspectiva do NT, i.e., de CRISTO vir buscar os fiéis ainda naquela geração. Embora CRISTO não tenha voltado durante a vida de Paulo, este não estava confundido. O apóstolo tinha razão ao crer assim, porque sabia que CRISTO poderia voltar a qualquer momento. Todos aqueles que esperam a volta de CRISTO, durante a sua vida aqui, creem da mesma forma. As palavras de JESUS e a totalidade do NT conclamam todo crente a crer que estamos na última hora, e, que ele deve viver na esperança que CRISTO voltará durante a sua vida (cf. 1.7,8; Rm 13.12; Fp 3.20; 1 Ts 1.10; 4.15-17; Tt 2.13; Tg 5.8-9; 1 Jo 2.18,28; Ap 22.7,12,20; ver Mt 24.42,44 notas; Lc 12.35). Logo, aqueles que não o aguardam já nesta vida, não estão vivendo de conformidade com o padrão apostólico.
1 Co 15.52 SEREMOS TRANSFORMADOS. A ressurreição do corpo é uma doutrina fundamental das Escrituras. Refere-se ao ato de DEUS, de ressuscitar dentre os mortos o corpo do salvo e reuni-lo à sua alma e espírito, dos quais esse corpo esteve separado entre a morte e a ressurreição. JESUS fala de uma ressurreição da vida, para o crente, e de uma ressurreição de juízo, para o ímpio (Jo 5.28,29).
 
EXEMPLO - PAULO - 2 Coríntios 1. 1-7
1 Paulo, apóstolo de JESUS CRISTO pela vontade de DEUS, e o irmão Timóteo, à igreja de DEUS que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia: 2 graça a vós e paz, da parte de DEUS, nosso Pai, e da do Senhor JESUS CRISTO. 3 Bendito seja o DEUS e Pai de nosso Senhor JESUS CRISTO, o Pai das misericórdias e o DEUS de toda consolação, 4 que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados de DEUS. 5 Porque, como as aflições de CRISTO são abundantes em nós, assim também a nossa consolação sobeja por meio de CRISTO. 6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera, suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos. 7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
 
1.4 NOS CONSOLA EM TODA A NOSSA TRIBULAÇÃO. A palavra "consolar", aqui, (gr. paraklesis), significa colocar-se ao lado de uma pessoa, encorajando-a e ajudando-a em tempos de aflição. DEUS desempenha incomparavelmente esse papel, pois Ele envia aos seus filhos o ESPÍRITO SANTO, que é chamado "O Consolador" (gr. Parakletos; ver Jo 14.16). O apóstolo aprendeu, nas suas muitas aflições, que nenhum sofrimento, por severo que seja, poderá separar o crente dos cuidados e da compaixão do seu Pai celeste (Rm 8.35-39). DEUS, às vezes, permite que haja aflições em nossa vida, a fim de que, tendo experimentado seu consolo, possamos também consolar outros nas suas aflições.
 
1.5 AFLIÇÕES... CONSOLAÇÃO. Do começo ao fim desta epístola, Paulo ressalta que a vida cristã envolve sofrimento (que deve ser considerado como uma participação ou comunhão com CRISTO no sofrimento) e a consolação de CRISTO. Nesta era, portanto, CRISTO sofre com seu povo e em favor do seu povo, devido à tragédia do pecado no mundo (cf. Mt 25.42-45; Rm 8.22-26). Nosso sofrimento não é primeiramente motivado por desobediência, mas constantemente causado por Satanás, pelo mundo e pelos falsos crentes, à medida que participamos da causa de CRISTO.
 
CONSOLO DE DEUS
DEUS é um DEUS de "toda consolação", que consola os Seus, mas Ele somente pode fazê-lo se o quisermos! A disposição de receber o consolo de DEUS se manifesta no fato de aceitarmos os caminhos de DEUS, mesmo que não os entendamos! DEUS não espera que reprimamos as nossas lágrimas, Ele espera que digamos: "Senhor, o teu caminho é santo (conf. Sl 77.14), e por isso me submeto à Tua vontade e ao Teu desígnio". Quem faz isto sinceramente se aquieta interiormente e recebe o consolo e a ajuda de DEUS!

ANGÚSTIA OU AFLIÇÃO
E o que disse o Senhor JESUS sobre a angústia? É muito esclarecedor e elucidativo observar que Ele nunca afirmou que neste mundo não haveria sofrimento. Na verdade, muitas vezes, se prega que ao se tornar cristão, a pessoa não terá mais tribulações ou tentações. Mas isso não é verdade. O próprio Senhor JESUS disse claramente: "No mundo passais por aflições..." (Jo 16.33) . E então Ele acrescenta o glorioso ‘mas’: "mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". Em outras palavras: o mundo é o reino de Satanás, mas Minha vitória sobre esse mundo pode ser a sua vitória também, isto é, em Mim vocês têm a possibilidade de vencer a própria angústia. Essa é a posição de JESUS em relação à angústia!
 
"Está alguém entre vós sofrendo, faça oração" (Tg 5.13).
O que é angústia? Muitos poderiam dar uma resposta bem pessoal e subjetiva a essa pergunta. Falando de modo geral, angústia é um sentimento que acompanha o homem desde seu nascimento até a morte em todas as situações da vida; a angústia é companheira do ser humano. A angústia é uma das mais fortes opressoras da humanidade, é um sentimento da alma que pode atacar na mesma medida tanto o rei como o mendigo. Angústia é uma emoção que pode ser abafada mas não desligada. O homem natural não pode se desviar nem escapar dela. Na verdade existiram e existem pessoas de caráter forte que, com sua determinação, se posicionam obstinadamente diante da angústia, mas elas também não conseguem vencê-la totalmente. Podemos tentar ignorar a angústia, mas não escaparemos de situações dolorosas.
O que a Bíblia diz sobre a angústia? Ela diz, por exemplo, que angústia e sofrimento podem se tornar visíveis. Gênesis 42.21 nos relata um exemplo disso quando os irmãos de José chegaram ao Egito para comprar cereal e se encontraram no palácio de José, e, não sabendo o que fazer disseram uns aos outros: "Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos..." A angústia, assim diz a Bíblia, não só paralisa a língua, mas também faz com que ela fale. Em Jó 7.11 ouvimos Jó dizer: "Por isso não reprimirei a minha boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma". Mas angústia também faz com que até ímpios cheios de justiça própria se sintam perturbados. Quando Isaías teve que anunciar uma punição sobre Israel, falou acerca das consequências desse juízo: "Bramam contra eles naquele dia, como o bramido do mar; se alguém olhar para a terra, eis que só há trevas e angústia, e a luz se escurece em densas nuvens" (Is 5.30). E em Isaías 8.22 o profeta tem que proclamar sobre o povo apóstata: "Olharão para a terra, eis aí angústia, escuridão, e sombras de ansiedade, e serão lançados para densas trevas".
Esses são exemplos negativos, mas também há exemplos positivos. No Salmo 119.143, Davi nos ensina que a palavra de DEUS sempre é mais forte que a angústia: "Sobre mim vieram tribulação e angústia, todavia os teus mandamentos são o meu prazer". A angústia está presente, mas a alegria na palavra de DEUS é maior. Uma outra tradução diz: "Fiquei cercado por sofrimento e desespero, mas os teus mandamentos foram a minha grande alegria". O poder de DEUS também sempre é maior do que a angústia: "Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos, e a tua destra me salva" (Sl 138.7). No Novo Testamento, Paulo confirma essa gloriosa verdade: "Quem nos separará do amor de CRISTO? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?... Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de DEUS, que está em CRISTO JESUS nosso Senhor" (Rm 8.35;38-39).
Agora chegamos à pergunta mais importante: quem provou os mais profundos abismos da angústia em todos os tempos? Foi o homem JESUS CRISTO no Jardim do Getsêmani. Ali Ele sofreu uma angústia tão grande que não fazemos a menor ideia do que possa ter sido passar pelo que Ele passou. Quando temos medo, quando não sabemos mais o que fazer, podemos olhar para JESUS e nos lembrar de que Sua tribulação ainda foi muito maior. Desse sentimento angustiante do nosso Senhor já lemos profeticamente no Salmo 22: "Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda. Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. Contra mim abrem as bocas, como faz o leão que despedaça e ruge. Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se-me dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim me deitas no pó da morte" (vv. 11-16). Essas palavras do Senhor sofredor descrevem a profundeza abismal e ilimitada que JESUS CRISTO sofreu no Jardim do Getsêmani: a agonia da morte. Lucas 22.44 fala disso: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue, caindo sobre a terra". Ele lutou com a morte não só na cruz mas também no Getsêmani, pois ali Ele estava morrendo. Ali Ele estava em terríveis e pavorosas agonias de morte. Este fato é refletido nas palavras: "E, estando em agonia..." Isso provocou uma violenta e mortal angústia, uma verdadeira agonia de morte. Isso Ele suportou como homem e não como DEUS, caso contrário Ele teria chamado legiões de anjos, e Satanás teria que retirar-se imediatamente. É uma grande mentira e uma ofensa à honra dizer que no Getsêmani JESUS teve medo da cruz. Aconteceu o contrário: Ele enfrentou a angústia de morrer no Getsêmani, de morrer antes da cruz, pelo que Seu sacrifício expiatório teria sido frustrado. Ele não teve medo da morte na cruz, pois Ele mesmo testificou de maneira bem clara: "Por isso o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai" (Jo 10.17-18). JESUS CRISTO não quis morrer no Getsêmani, mas Ele estava morrendo, e isso O afligiu tanto que entrou em agonia e suou gotas de sangue. JESUS teve que experimentar as piores profundezas da angústia, o que significa que sofreu grande aflição. Isto deveria e pode nos ajudar e nos consolar em nossas angústias e tribulações.
Como podemos vencer nossas angústias? Depositando nossa confiança no DEUS Todo-Poderoso. Como podemos fazer isso? JESUS já fez isso antes de nós e nos serve de exemplo. Em Hebreus 5.7 lemos algo maravilhoso a esse respeito: "Ele, JESUS, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua piedade...". Aqui se trata do momento no Getsêmani, quando JESUS, em Sua ilimitada angústia, confiou no DEUS Todo-Poderoso e O invocou em oração. Isto não é novidade para nós. Mas talvez precisemos aprender de maneira totalmente nova a aplicar isto também em nossas vidas. JESUS nos deixou o melhor exemplo de como confiar no DEUS Todo-Poderoso em nossa angústia. Em Hebreus 2.18 está escrito de maneira tão consoladora: "Pois naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados". Com outras palavras: tendo sofrido e vencido e triunfado no Getsêmani e em todas as situações angustiantes de sua vida terrena, Ele também pode nos ajudar em nossos medos e angústias, e nos ajuda a vencê-los. Ele quer nos ensinar a orar com perseverança justamente nesses momentos. Ele próprio não viu outra maneira para sair da Sua angústia do que por meio de petições e súplicas. Quanto mais devemos nós também trilhar esse caminho para sair de todas as nossas angústias e apertos que nos surpreendem quase que diariamente. Tiago acentua muito esse aspecto quando diz: "Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores" (Tg 5.13). Será que não seria válido começarmos a considerar e interiorizar essa verdade de maneira totalmente nova em nossas vidas? Vamos começar a confiar nEle incondicionalmente em qualquer situação? Confiar significa orar, e orar significa confiar! Os seguintes exemplos da vida de Davi devem nos mostrar o quanto ele também acreditava nessa realidade:
– "Responde-me quando clamo, ó DEUS da minha justiça; na angústia me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4.1).– "Na minha angústia invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu DEUS" (Sl 18.6).– "Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas" (Sl 32.6).– "Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração" (Sl 61.2).– "Não escondas o teu rosto do teu servo, pois estou atribulado" (Sl 69.17).– "Em meio à tribulação invoquei o Senhor, e o Senhor me ouviu e me deu folga" (Sl 118.5).
Não são testemunhos maravilhosos? Davi creu que só havia uma escapatória na angústia: invocar o Senhor em perfeita confiança.
O que significa invocar o Senhor na angústia, orando? Essa pergunta é respondida pelas orações de Davi. Por exemplo, várias vezes aparece a expressão ‘clamar’: "Responde-me quando clamo, na minha angústia... gritei", "desde os confins da terra clamo por ti", "em meio à tribulação invoquei o Senhor". Percebemos que Davi pediu socorro ao céu. Aqui temos uma chave para sermos realmente libertos das angústias. Não se trata de simplesmente orar, mas temos de clamar e suplicar. Para compreender isso devemos também observar melhor as orações de nosso Senhor JESUS feitas ao Pai quando Ele se encontrava angustiado. Tomaremos como exemplo as Suas orações e Sua confiança no DEUS Todo-Poderoso. Pois do ponto de vista bíblico, a expressão ‘invocar o Senhor‘ significa ainda muito mais. "Ele, JESUS, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua piedade" (Hb 5.7). Quando se toma essa declaração literalmente, então chegamos irrefutavelmente à conclusão de que o Senhor, na verdade, gritou, clamou e até chorou de forma audível. Não sabemos a que distância os discípulos estavam do seu Senhor no Jardim do Getsêmani, mas eles devem ter dormido profundamente, pois aparentemente não ouviram a oração de JESUS. O que nosso Senhor padeceu ali nem conseguimos explicar nem entender a fundo, mas deve ter sido uma situação terrível. Em Lucas 22.44 está escrito: "E, estando em agonia, orava mais intensamente". Mas se queremos saber com mais precisão o que significa o que nosso Senhor "...ofereceu com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas" a DEUS, então devemos nos dar ao trabalho de estudar essas orações. Algo interessante chama a nossa atenção, ou seja: exceto no texto já citado de Hebreus 5.7, em nenhum evangelho é dito que o Senhor começou a clamar ou a gritar nessa oração. Somente Lucas indica tal situação com a expressão "...e orava mais intensamente". Mateus descreveu o episódio da seguinte maneira: "Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai: Se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e, sim, como tu queres! Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade!... Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras" (Mt 26.39;42 e 44). E Marcos escreve: "E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora. E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e, sim, o que tu queres!... Retirando-se de novo, orou repetindo as mesmas palavras... E veio pela terceira vez..." (Mc 14.35;36;39 e 41). Aqui vemos melhor o que a oração de nosso Senhor podia significar, pois duas cousas chamam a nossa atenção:
1. JESUS CRISTO não pronunciou essa oração apenas uma vez, mas três vezes. 2. Ele orou três vezes, mas não deixou de submeter-se à perfeita vontade de Seu Pai cada vez que orou. Que profundo mistério está oculto nessas orações!
Nosso Senhor, portanto, orou três vezes. Se Hebreus 5.7 diz que o Senhor "nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas" então se trata de que o Senhor fez esta oração três vezes! Em outras palavras: Ele orou com persistência. JESUS CRISTO se encontrava na maior angústia, e esta angústia O levou a orar. Mas essa oração não foi apenas um grito curto e isolado ao Pai. Não, Ele orou três vezes de maneira muito consciente e lúcida repetindo sempre as mesmas palavras. Depois da primeira oração, a Bíblia diz claramente: "Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo..." e depois da segunda vez: "E deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez...". " como seria bom se compreendêssemos isso para a nossa vida pessoal de oração!
Muitas vezes nos defrontamos com todo tipo de angústias e apertos, e o que fazemos então, quando somos tentados dessa maneira? No mesmo momento enviamos um fervoroso pedido de socorro ao céu. Mas assim que nos sentimos mais ou menos bem, seguimos novamente a rotina do dia. Não é de admirar se logo em seguida a mesma angústia nos surpreenda outra vez. A oração de nosso Senhor pronunciada conscientemente três vezes nos mostra de maneira bem clara que nós, se de fato queremos vencer as angústias que se repetem, não devemos apenas orar de vez em quando ao céu. Precisamos chegar ao ponto de levar uma vida de oração perseverante, regular. Somente assim nos tornamos filhos de DEUS que conseguem lidar de maneira correta com suas angústias. Somente assim venceremos as nossas tribulações. Três testemunhos claros das Escrituras nos exortam a orar dessa maneira:
– "Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração perseverantes" (Rm 12.12). – "Perseverai na oração, vigiando com ações de graça" (Cl 4.2). – "Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no ESPÍRITO, e para isto vigiando com toda perseverança..." (Ef 6.18).
Se a Bíblia diz em Hebreus 5.7 que a oração de JESUS foi ouvida e que Ele encontrou livramento da Sua angústia, então isso só aconteceu depois da Sua oração insistente e perseverante.
"não seja o que eu quero, e, sim, o que tu queres" (Mc 14.35-36). Não fazemos ideia de como isso é importante. Não apenas orando três vezes as mesmas palavras, mas, com isso, sempre se submetendo à vontade de seu Pai, JESUS demonstrou uma confiança tão grande que jamais haverá confiança maior. – sempre voltar a Se submeter a DEUS foi uma prova bem especial de Sua confiança no Seu Pai celestial. Ele sabia: Eu posso orar que este cálice passe de mim, mas se meu Pai celestial o quer de outra maneira, então eu aceito e me coloco totalmente em Suas mãos. Isso é confiança total no DEUS Todo-Poderoso! Devemos ter isso em mente, pois apesar de irmos a DEUS em oração, clamando e levando a Ele a nossa angústia, em última análise esperamos que Ele faça o que nós queremos. Reflitamos no que estava em jogo ali no Getsêmani: ou Ele morria ali mesmo, deixando de salvar a humanidade, ou Ele morria na cruz, como estava previsto, salvando a humanidade por tomar sobre Si a maldição do pecado. E embora a Sua obra redentora estivesse em jogo, Ele não fez a sua própria vontade, mas se submeteu totalmente à vontade de Seu Pai.
Você não quer se tornar uma pessoa assim, que aprenda a lidar com as suas angústias e a vencê-las? Então confie no DEUS Todo-Poderoso, começando a levar uma vida de oração regular e perseverante. Mas nunca se esqueça de submeter-se totalmente à vontade do Senhor JESUS enquanto ora. Essa entrega, seja o que for, sempre deve ser expressa em cada oração que você faz. Se você segue esse caminho, você se tornará um cristão que, na verdade, ainda sente todas as angústias e apertos desse mundo, mas apesar disso permanece totalmente tranquilo em tudo. Estará seguro nas mãos do Senhor, aconteça o que acontecer. O que Ele faz é sempre bom! "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (Jo 16.33). Essas são palavras do Senhor JESUS. Você crê nelas? Então viva de acordo com esta fé, confiando – justamente quando o medo quer se apoderar de suas emoções – no DEUS Todo-Poderoso e invocando-O em oração!
 
O SOFRIMENTO DOS JUSTOS (BEP - CPAD)
Jó 2.7,8 “Então, saiu Satanás da presença do SENHOR e feriu a Jó de uma chaga maligna, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. E Jó, tomando um pedaço de telha para raspar com ele as feridas, assentou-se no meio da cinza.”

A fidelidade a DEUS não é garantia de que o crente não passará por aflições, dores e sofrimentos nesta vida (ver At 28.16). Na realidade, JESUS ensinou que tais coisas poderão acontecer ao crente (Jo 16.1-4,33; ver 2Tm 3.12). A Bíblia contém numerosos exemplos de santos que passaram por grandes sofrimentos, por diversas razões e.g., José, Davi, Jó, Jeremias e Paulo.
POR QUE OS CRENTES SOFREM? São diversas as razões por que os crentes sofrem.
(1) O crente experimenta sofrimento como uma decorrência da queda de Adão e Eva.
(2) Certos crentes sofrem pela mesma razão que os descrentes sofrem, i.e., consequência de seus próprios atos.
(3) O crente também sofre, pelo menos no seu espírito, por habitar num mundo pecaminoso e corrompido.
(4) Os crentes enfrentam ataques do diabo. 
(a) As Escrituras claramente mostram que Satanás, como “o deus deste século” (2Co 4.4), controla o presente século mau (ver 1Jo 5.19; cf. Gl 1.4; Hb 2.14). 
 (b) Satanás e seus seguidores se comprazem em perseguir os crentes.
(5) De um ponto de vista essencialmente bíblico, o crente também sofre porque “nós temos a mente de CRISTO” (ver 1Co 2.16).
(6) DEUS pode usar o sofrimento como catalizador para o nosso crescimento ou melhoramento espiritual. 
(a) Frequentemente, Ele emprega o sofrimento a fim de chamar a si o seu povo desgarrado, para arrependimento dos seus pecados e renovação espiritual (ver o livro de Juízes). 
(b) DEUS, às vezes, usa o sofrimento para testar a nossa fé, para ver se permanecemos fiéis a Ele. 
(c) DEUS emprega o sofrimento, não somente para fortalecer a nossa fé, mas também para nos ajudar no desenvolvimento do caráter cristão e da retidão. 
(d) DEUS também pode permitir que soframos dor e aflição para que possamos melhor consolar e animar outros que estão a sofrer (ver 2Co 1.4).
(7) Finalmente, DEUS pode usar, e usa mesmo, o sofrimento dos justos para propagar o seu reino e seu plano redentor.
O RELACIONAMENTO DE DEUS COM O SOFRIMENTO DO CRENTE. 
(1) O primeiro fato a ser lembrado é este: DEUS acompanha o nosso sofrer. 
(2) Temos também de DEUS a promessa que Ele converterá em bem todos os sofrimentos e perseguições daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos (ver Rm 8.28). 
(3) Além disso, DEUS promete que ficará conosco na hora da dor; que andará conosco “pelo vale da sombra da morte” (Sl 23.4; cf. Is 43.2).
VITÓRIA SOBRE O SOFRIMENTO PESSOAL. Se você está sob provações e aflições, que deve fazer para triunfar sobre tal situação?
(1) Primeiro: examinar as várias razões por que o ser humano sofre (ver seção 1, supra) e ver em que sentido o sofrimento concerne a você. Uma vez identificada a razão específica, você deve proceder conforme o contido em “É nosso dever”.
(2) Creia que DEUS se importa sobremaneira com você, independente da severidade das suas circunstâncias (ver Rm 8.36; 2Co 1.8-10; Tg 5.11; 1Pe 5.7). O sofrimento nunca deve fazer você concluir que DEUS não lhe ama, nem rejeitá-lo como seu Senhor e Salvador.
(3) Recorra a DEUS em oração sincera e busque a sua face. Espere nEle até que liberte você da sua aflição (ver Sl 27.8-14; 40.1-3; 130).
(4) Confie que DEUS lhe dará a graça para suportar a aflição até chegar o livramento (1Co 10.13; 2Co 12.7-10). Convém lembrar de que sempre “somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8.37; Jo 16.33). A fé cristã não consiste na remoção de fraquezas e sofrimento, mas na manifestação do poder divino através da fraqueza humana (ver 2Co 4.7).
(5) Leia a Palavra de DEUS, principalmente os salmos de conforto em tempos de lutas (e.g., Sl 11; 16; 23; 27; 40; 46; 61; 91; 121; 125; 138).
(6) Busque revelação e discernimento da parte de DEUS referente à sua situação específica — mediante a oração, as Escrituras, a iluminação do ESPÍRITO SANTO ou o conselho de um santo e experiente irmão.
(7) Se o seu sofrimento é de natureza física, JESUS nos cura de todas as enfermidades.
(8) No sofrimento, lembre-se da predição de CRISTO, de que você terá aflições na sua vida como crente (Jo 16.33). Aguarde com alegria aquele ditoso tempo quando “DEUS limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor” (Ap 21.4).
 
A INTERCESSÃO DE CRISTO E DO ESPÍRITO SANTO. (1) JESUS, no seu ministério terreno, orava pelos perdidos, os quais Ele viera buscar e salvar (Lc 19.10). Chorou, quebrantado, por causa da indiferença da cidade de Jerusalém (Lc 19.41). Orava pelos seus discípulos, tanto individualmente (ver Lc 22.32) como pelo grupo todo (Jo 17.6-26). Orou até por seus inimigos, quando pendurado na cruz (Lc 23.34). (2) Um aspecto permanente do ministério atual de CRISTO é o de interceder pelos crentes diante do trono de DEUS (Rm 8.34; Hb 7.25; 9.24; ver 7.25); João refere-se a JESUS como “um Advogado para com o Pai” (ver 1Jo 2.1). A intercessão de CRISTO é essencial à nossa salvação (cf. Is 53.12). Sem a sua graça, misericórdia e ajuda, que recebemos mediante a sua intercessão, nós nos desviaríamos de DEUS e voltaríamos à escravidão do pecado. (3) O ESPÍRITO SANTO também está empenhado na intercessão. Paulo declara: “não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo ESPÍRITO intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm 8.26). O ESPÍRITO SANTO, através do espírito do crente, intercede “segundo DEUS” (Rm 8.27). Portanto, CRISTO intercede pelo crente, no céu, e o ESPÍRITO intercede dentro do crente, na terra.
 
DEFINIÇÃO DE PAZ. A palavra hebraica para “paz” é shalom. Denota muito mais do que a ausência de guerra e conflito. O significado básico de shalom é harmonia, plenitude, firmeza, bem-estar e êxito em todas as áreas da vida.
(1) Pode referir-se à tranquilidade nos relacionamentos internacionais, tal como a paz entre as nações em guerra (e.g., 1Sm 7.14; 1Rs 4.24; 1Cr 19.19).
(2) Pode referir-se, também, a uma sensação de tranquilidade dentro de uma nação durante tempos de prosperidade e sem guerra civil (2Sm 3.21-23; 1Cr 22.9; Sl 122.6,7).
(3) Pode ser experimentada com integridade e harmonia nos relacionamentos humanos, tanto dentro do lar (Pv 17.1; 1Co 7.15) quanto fora (Rm 12.18; Hb 12.14; 1Pe 3.11).
(4) Pode referir-se ao nosso senso pessoal de integridade e bem-estar, livre de ansiedade e em paz com a própria alma (Sl 4.8; 119.165; cf. Jó 3.26) e com DEUS (Nm 6.26; Rm 5.1).
(5) Finalmente, embora a palavra shalom não seja empregada em Gn 1—2, ela descreve o mundo originalmente criado, que existia em perfeita harmonia e integridade. Quando DEUS criou os céus e a terra, criou um mundo em paz. O bem-estar total da criação reflete-se na breve declaração: “E viu DEUS tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom” (Gn 1.31). 
 
O CRENTE E OS DEMÔNIOS. 
(1) As Escrituras ensinam que nenhum verdadeiro crente, em quem habita o Espírito Santo, pode ficar endemoninhado; i.e.: o Espírito e os demônios nunca poderão habitar no mesmo corpo (ver 2Co 6.15,16). Os demônios podem, no entanto, influenciar os pensamentos, emoções e atos dos crentes que não obedecem aos ditames do Espírito Santo (Mt 16.23; 2Co 11.3,14).
(2) Jesus prometeu aos genuínos crentes autoridade sobre o poder de Satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do Espírito Santo (ver Lc 4.14-19). Desta maneira, podemos nos livrar dos poderes das trevas.
(3) Segundo a parábola em Mc 3.27, o conflito espiritual contra Satanás envolve três aspectos: (a) declarar guerra contra Satanás segundo o propósito de Deus (ver Lc 4.14-19); (b) ir onde Satanás está (qualquer lugar onde ele tem uma fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra, e destruir suas armas de engano e tentação demoníacos (cf. Lc 11.20-22); (c) apoderar-se de bens ou posses, i.e., libertando os cativos do inimigo e entregando-os a Deus para que recebam perdão e santificação mediante a fé em Cristo (Lc 11.22; At 26.18).
(4) Seguem-se os passos que cada um deve observar nesta luta contra o mal: (a) Reconhecer que não estamos num conflito contra a carne e o sangue, mas contra forças espirituais do mal (Ef 6.12). (b) Viver diante de Deus uma vida fervorosamente dedicada à sua verdade e justiça (Rm 12.1,2; Ef 6.14). (c) Crer que o poder de Satanás pode ser aniquilado seja onde for o seu domínio (At 26.18; Ef 6.16; 1Ts 5.8) e reconhecer que o crente tem armas espirituais poderosas dadas por Deus para a destruição das fortalezas de Satanás (2Co 10.3-5). (d) Proclamar o evangelho do reino, na plenitude do Espírito Santo (Mt 4.23; Lc 1.15-17; At 1.8; 2.4; 8.12; Rm 1.16; Ef 6.15). (e) Confrontar Satanás e o seu poder de modo direto, pela fé no nome de Jesus (At 16.16-18), ao usar a Palavra de Deus (Ef 6.17), ao orar no Espírito (At 6.4; Ef 6.18), ao jejuar (ver Mt 6.16; Mc 9.29) e ao expulsar demônios (ver Mt 10.1; 12.28; 17.17-21; Mc 16.17; Lc 10.17; At 5.16; 8.7; 16.18; 19.12). (f) Orar, principalmente, para que o Espírito Santo convença os perdidos, no tocante ao pecado, à justiça e ao juízo vindouro (Jo 16.7-11). (g) Orar, com desejo sincero, pelas manifestações do Espírito, mediante os dons de curar, de línguas, de milagres e de maravilhas (At 4.29-33; 10.38; 1Co 12.7-11).
 
Mt 5.11-12 – “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.”
O texto trata propriamente dos sofrimentos que vêm aos cristãos porque eles amam a CRISTO. Como os ímpios odeiam a CRISTO, mas não podem fazer nada contra ele pessoalmente, eles atacam os seus irmãos mais novos, trazendo contra eles vários sofrimentos:
Os sofrimentos que temos em vista neste texto têm a ver com a perseguição por causa do amor a JESUS CRISTO. O próprio JESUS é o primeiro a advertir os cristãos dessa possibilidade.
Os sofrimentos vaticinados por JESUS CRISTO, por causa de nosso amor a ele, são de vários modos:
Sofrimento que vem em forma de perseguição física
A palavra grega traduzida como “perseguirem” é dioko. Ela contém a idéia de caçar, correr atrás, como se persegue a um criminoso. De qualquer modo, essa palavra implica em algum tipo de abuso físico, de molestação física, maus tratos físicos. Muitos cristãos sofreram perseguições físicas que incluíram muitos maus tratos. O texto de Hebreus 11.35-38 mostra o que significa ser perseguido com conseqüências físicas. Paulo reporta que a tribulação sofrida pelos cristãos é constante, pois, diz ele, “por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos entregues como ovelhas para o matadouro” (Rm 8.36). O catálogo de sofrimentos físicos foi dado pelo próprio Paulo, quando diante da perseguição por causa do seu amor a CRISTO (veja 2 Co 11.23-27).
Assim foram as perseguições nos tempos dos imperadores romanos Nero, Diocleciano, Domiciano, Trajano, etc. No tempo da Reforma, os crentes sofreram perseguições de Maria, a sanguinária, rainha dos escoceses, de alguns reis da Inglaterra, dos reis de França, etc. A igreja de JESUS CRISTO sempre está sujeita a esse tipo de perseguição que pode levar a derramamento de sangue e à morte.
O amor que os cristãos têm pelo seu Salvador, desperta um ódio tremendo nas almas dos ímpios ao ponto destes se indisporem violentamente contra aqueles.
Sofrimento que vem através de injúrias
Esse tipo de sofrimento tem um caráter um pouco diferente do anterior. Ele não contém necessariamente violência física, mas machuca a alma dos crentes. A palavra grega usada para “injúrias” é oneidizo e também contém a idéia de lançar insultos e ultrajes. MacArthur diz que “lançar insultos é atirar palavras abusivas na face do oponente, zombar depravadamente.” (John MacArthur, Matthew 1-7 - MacArthur New Testament Commentary (Chicago: Moody Press, 1985), 224-25).
Quando JESUS CRISTO foi preso, os seus algozes lançaram insultos sobre ele, ferindo-o não somente com bofetadas, mas com a língua (Mt 27.67-68). Ele foi zombado em seu ofício profético, ofício real e sacerdotal (Mc 15.17-20).
Esse tipo de sofrimento vem pelo fato dos cristãos serem expostos ao ridículo, tornando-se eles “espetáculo para o mundo” (1 Co 4.9), sendo motivo da diversão e do escárnio dos outros (Hb 11.36).
Esse tipo de sofrimento é muito dolorido porque é humilhante. Ele causa-nos, parecer aos outros, aquilo que não somos e causa em nós uma triste sensação de desolação e desesperança, até que compreendemos que é uma bem-aventurança sofrer dessa maneira e pelo motivo justo.
Sofrimento que vem pelas mentiras
Porque os seus adversários queriam condenar JESUS de qualquer maneira, eles forjaram mentiras que podem ser chamadas também de falsas acusações, calúnias ou difamações. O texto da Escritura diz que “os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra JESUS, a fim de o condenarem à morte” (Mt 26.59). Disseram que ele era “um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e dos pecadores” (Mt 11.19).
Não é diferente hoje com os filhos que são tementes e fiéis a DEUS. Eles são alvo da mentira ou falsas acusações porque o objetivo do inimigo de nossas almas é derrubar os cristãos, principalmente aqueles que estão em evidência, na ministração fiel da Palavra de DEUS, simplesmente porque eles amam a JESUS CRISTO. Nessas mentiras eles dizem todo mal contra os filhos de DEUS. Acusaram nosso Redentor de muitas coisas que ele absolutamente não era. Assim farão com os seus irmãos porque ele vaticinou: “Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós.” (Jo 15.20).
Sofrimento pela nossa ligação a JESUS CRISTO
Por isso, JESUS CRISTO disse: “por causa do meu nome”. Na verdade, o ódio deles não é contra nós, mas contra o próprio JESUS. Se nos identificamos com ele, sofremos as conseqüências dessa identificação. O alvo real de Satanás ao nos ferir com mentiras e falsas acusações e ferir o Senhor JESUS, que é o seu inimigo maior. JESUS disse que “se o mundo vos odeia” é porque antes ele me odiou a mim. Se o Senhor sofre, os seus servos também haverão de sofrer porque os servos não são maiores do que o seu Senhor. Todas as perseguições que vêm ao Senhor, os servos também podem enfrentar, sendo tudo por causa do nome do Senhor (ver Jo 15.18-21). JESUS sempre será a razão do sofrimento de muitos cristãos, que nesse caso são chamados de bem-aventurados!
Fonte: A Providência e a sua realização histórica, Heber Carlos de Campos, Ed. Cultura Cristã, pág. 564-567.
 
 
 
 
 
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/precio2.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao2-2co-oconsolodedeusemmeioaaflicao.htm
 
 
 
Referências Bibliográficas (outras estão acima)
Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal, Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006, Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm  -- www.ebdweb.com.br - www.escoladominical.net - www.gospelbook.net - www.portalebd.org.br/  -- http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/alianca.htm
Dicionário Vine antigo e novo testamentos - CPAD, Manual Bíblico Entendendo a Bíblia, CPAD, Dicionário de Referências Bíblicas, CPAD, Hermenêutica Fácil e descomplicada, CPAD, Revistas antigas - CPAD
Silva, Antonio Gilberto da, 1929- A Prática do evangelismo pessoal / Antonio Gilberto da Silva. - Rio de Janeiro : Casa Publicadora das Assembléias de DEUS, 1983.
Lições Bíblicas - 2000 - 3º Trimestre - Evangelismo e Missões - CPAD - Comentarista - Esequias Soares
ESFORÇA-TE PARA GANHAR ALMAS - Orlando Boyer - Editora Vida - ISBN: 857367153X - Ano: 1975
Espada Cortante - Atos: o Evangelho do ESPÍRITO SANTO - Orlando S. Boyer - CPAD, Espada Cortante - João: o Evangelho do Filho de DEUS -Orlando S. Boyer - CPAD
Atos - Série Cultura Bíblica - I. Howard Marshall - SOCIEDADE RELIGIOSA EDIÇÕES VIDA NOVA e ASSOCIAÇÃO RELIGIOSA EDITORA MUNDO CRISTÃO,
Rua Antonio Carlos Taconni, 75 e 79, Cidade Dutra, São Paulo-SP, CEP 04810
Os dons Ministeriais - Por A. L. Gill - www.gillministries.com
DE CIDADE EM CIDADE - Elementos para uma teologia bíblica de missão Urbana em Lucas-Atos - Descoberta Editora Ltda - Londrina - PR - Jorge Henrique Barro - 2006
Tesouro de Conhecimentos Biblicos / Emilio Conde. - 2* ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de DEUS, 1983
Wiesber, Comentário Bíblico. Editora Geográfica, 2008, Champlin, Comentário Bíblico. Hagnos, 2001, Concordância Exaustiva do Conhecimento Bíblico "The Treasury of Scripture Knowledge"
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
 fonte http://www.apazdosenhor.org.br/
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