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03 fevereiro 2017

Lição 6, Paciência: Evitando as Dissensões



Lição 6, Paciência: Evitando as Dissensões

1º Trimestre de 2017 - Título: As Obras da Carne e o Fruto do ESPÍRITO - Como o crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente.
Comentarista: Pr. Osiel Gomes da Silva (Pr Pres. Tirirical - São Luis -MA)
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AQUI VOCÊ VÊ PONTOS DIFÍCEIS DA LIÇÃO - POLÊMICOS
Ajuda -
http://ebdnatv.blogspot.com.br/2017/02/figuras-da-licao-6-paciencia-evitando.html FIGURAS
 
http://ebdnatv.blogspot.com.br/2017/02/licao-6-paciencia-evitando-as.html   ESCRITA
 
https://www.youtube.com/playlist?list=PL9TsOz8buX1-pQuQ7RKi0WZf0bQSX8fE9  VÍDEOS
 
TEXTO ÁUREO
"Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação [...]."(Rm 12.12)
 

VERDADE PRÁTICAA paciência, como fruto do ESPÍRITO, é um antídoto contra a ansiedade e as dissensões.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1 Co 1.10 Evitando as dissensões
Terça - Rm 16.17  Evitando os que promovem dissensões
Quarta - 1 Co 11.18 Não promover dissensões
Quinta - Rm 13.13 Fugindo das contendas e dissoluções
Sexta - Gl 5.20 As dissensões são obras da carne
Sábado - Gl 5.26 Não cobiçosos de vanglória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Tiago 5.7-11
7 - Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. 8 - Sede vós também pacientes, fortalecei o vosso coração, porque já a vinda do Senhor está próxima. 9 - Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta.
10 - Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. 11 - Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.
 
OBJETIVO GERAL - Mostrar que a paciência deve ser praticada pelo crente nesses dias trabalhosos.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Mostrar como Jó é um exemplo de paciência para o crente.
Entender que o crente deve abandonar toda dissensão.
Saber que o crente deve demonstrar paciência até pela volta de JESUS.
 
PONTO CENTRAL - A obra do ESPÍRITO SANTO em nós aumenta a nossa tolerância.
 
Resumo da Lição 6, Paciência: Evitando as Dissensões
I - PACIÊNCIA, ATO DE RESISTÊNCIA À ANSIEDADE
1. A paciência como fruto do ESPÍRITO.
2. A paciência e a ansiedade.
3. Jó, exemplo de paciência em meio à dor.
II - DISSENSÕES, RESULTADO DA IMPACIÊNCIA
1. Exemplos bíblicos de impaciência.
2. Deixe de lado toda dissensão.
3. Evitando o partidarismo.
III - PACIÊNCIA, PROVA DE ESPIRITUALIDADE E MATURIDADE CRISTÃ
1. Pacientes até a volta de JESUS.
2. Quando a paciência é provada.
3. Maturidade cristã.
 
PARA REFLETIR - A respeito da paciência, evitando as dissensões, responda:
O que significa o termo paciência? 
Longanimidade, perseverança e firmeza.
Segundo a lição, o que é ansiedade? Uma perturbação interior causada pela incerteza, pelo medo.
Cite um exemplo bíblico de homem paciente. Jó é um exemplo de paciência, fé e persistência diante das tribulações.
O que a impaciência e desobediência de Saul lhe causaram? A perda do trono e da alma.
Cite o exemplo de um profeta do Antigo Testamento que se manteve paciente e esperançoso mesmo diante da dor e do sofrimento.Jeremias.
 
CONSULTE -  Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 69, p39.
 
SUGESTÃO DE LEITURA - As Novas Fronteiras da Ética Cristã; Espada Cortante I - Nova Edição; O ESPÍRITO SANTO Glorificando a CRISTO

 
VÁRIOS COMENTÁRIOS DE LIVROS COM ALGUMA CORREÇÃO DO Pr. Luiz Henrique
 
Tiago 5.7-11
7 - Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. 8 - Sede vós também pacientes, fortalecei o vosso coração, porque já a vinda do Senhor está próxima. 9 - Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta.
10 - Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. 11 - Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.
 
CHUVAS - temos que esperar as duas chuvas com fé e esperança, sendo pacientes para receber o resutado, a bênção completa.
1- chuva temporã πρωιμος proimoscedo, primeiras
da chuva temporã que cai a partir de Outubro
2- chuva serôdia - οψιμος opsimostardio, mais tarde
as chuvas tardias ou primaveris, que caem principalmente nos meses de Março e Abril justo antes da colheita

PACIÊNCIA dos profetas - μακροθυμια makrothumia - Lê-se Mácrosímia - Longanimidade
1) paciência, tolerância, constância, firmeza, perseverança
2) paciência, clemência, longanimidade, lentidão em punir pecados
 
PACIÊNCIA de Jó - υπομονη hupomone - Ipomonê1) estabilidade, constância, tolerância
1a) no NT, a característica da pessoa que não se desvia de seu propósito e de sua lealdade à fé e piedade mesmo diante das maiores provações e sofrimentos
1b) pacientemente, firmemente
2) paciente, que espera por alguém ou algo lealmente
3) que persiste com paciência, constância, e perseverânça
 
Pense no que espera uma colheita de grão, e não esperará você uma coroa de glória? Se for chamado a esperar um pouco mais que o camponês, não será que existe algo mais valioso que esperar? Em todo sentido vem-se aproximando a vinda do Senhor e todas as perdas, privações e sofrimentos de seu povo serão recompensados. Os homens contam como longo o tempo porque o medem segundo suas próprias vidas, porém todo o tempo é como nada para DEUS; é como um instante. Uns quantos anos parecem séculos às criaturas de curta vida; mas a Escritura, que mede todas as coisas pela existência de DEUS, reconhece que milhares de anos são como alguns dias.
 
Se a metáfora do agricultor não nos faz ficarmos esclarecidos dessa verdade, Tiago ainda nos dá ou-tras duas comparações. Ele nos recorda dois outros exemplos de paciência: os profetas e jó (Tg 5.11-12) Sem levar em conta as imagens que ele dá, o segrede é prestar atenção nos frutos ou no resultado que deverá seguramente, ser revelado no final de tudo. BILBIA DA LIDERANÇA CRSTÃ - John C. Maxwell.
 
Coleção Comentários Expositivos Hagnos - Hernandes Dias Lopes 
DEUS fez coisas no caso de Jó para mostrar claramente que Ele é muito compassivo e de tenra misericórdia. Isto não se vê durante seus problemas, mas viu-se o resultado; e agora os crentes encontram um final feliz para suas provações. Nossa felicidade eterna está segura se confiarmos nEle: todo o resto é pura vaidade que logo será terminada para sempre.
A paciência do lavrador (Tg 5.7-9)
Se uma pessoa é impaciente, ela nunca deve ser um agricultor. O agricultor planta a semente certa, no campo certo, no tempo certo, sob as condições certas. A semente nasce, cresce, floresce e frutifica. O agricultor não tem nenhum controle sobre o tempo. Muita chuva pode danificar a lavoura. Falta de chuva pode pôr toda a colheita a perder.
O agricultor na Palestina dependia totalmente das primeiras chuvas que vinham em outubro (para o plantio), e das últimas chuvas que vinham em março (para a colheita).
O tempo está fora do seu controle. Ele tem que confiar e esperar. E DEUS quem faz a semente brotar, germinar, crescer e frutificar. Ele náo pode fazer nada nesse processo (Mc 4.26-29).
Por que o agricultor espera? Porque o fruto é precioso (5.7). “E náo nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se náo houvermos desfalecido” (G1 6.9). Tiago descreve o crente como um agricultor espiritual que procura uma colheita espiritual. “Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima” (5.8).
O nosso coraçáo é o solo. A semente é a Palavra de DEUS. Há estações para a vida espiritual, como há estações para o solo. Muitas vezes nosso coraçáo se torna seco e cheio de espinhos (Jr 4.3). Entáo DEUS manda a chuva da sua bondade e rega a semente plantada, mas devemos ser pacientes para esperar a colheita.
DEUS está procurando frutos em nossa vida (Lc 13.69). Devemos produzir o fruto do ESPÍRITO (G1 5.22,23). E o único meio de darmos frutos doces é sermos provados (1.2-4). Em vez de ficarmos impacientes, devemos saber que DEUS está trabalhando em nós.
Você só pode se alegrar nessa colheita espiritual, se o seu coraçáo estiver fortalecido (5.8). Um coraçáo instável não produz fruto. Um agricultor está sempre trabalhando em sua lavoura. DEUS está trabalhando em nós para tirar de nós uma colheita abundante. Um lavrador não vive brigando com os seus vizinhos. Ele está cuidando da sua própria lavoura. Não devemos perder o foco e viver falando mal uns dos outros (5.9).
A paciência dos profetas (Tg 5.10)
Os profetas foram homens que andaram com DEUS, ouviram a voz de DEUS, falaram em nome de DEUS, mas passaram também por grandes aflições. Eles trilharam o caminho estreito das provas e foram pacientes. Privilégio e provas caminharam juntos na vida dos profetas. Privilégio e sofrimento; sofrimento e ministério caminharam lado a lado na vida dos profetas.
Isaías náo foi ouvido pelo seu povo. Ele foi serrado ao meio. Jeremias foi preso, jogado num poço e maltratado por pregar a verdade. Ele viu o cerco de Jerusalém e chorou ao ver o seu povo sendo destruído. Daniel foi banido da sua terra e sofreu pressões quando jovem. Sofreu ameaça e perseguição por causa da sua fidelidade a DEUS, a ponto de ser jogado na cova dos leões. Ezequiel também foi duramente perseguido. Estêvão denunciou o sinédrio: “A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que dantes anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e homicidas” (At 7.52).
JESUS disse: “Bem-aventurado sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós” (Mt 5.11,12). Quando você estiver enfrentando sofrimento, não coloque em dúvida o amor de DEUS, pois pessoas que andaram com DEUS como você, também passaram pelas aflições. Seja paciente!
O apóstolo Paulo diz: “E na verdade todos os que querem viver piamente em CRISTO JESUS padecerão perseguições” (2Tm 3.12). Nem sempre a obediência a DEUS produz vida fácil! Se a igreja for mais perseguida, será mais fiel? Não. Se ela for mais fiel será mais perseguida. Isso significa que DEUS não nos poupa das aflições, mas Ele nos assiste nas aflições. Elias anunciou ao ímpio rei Acabe que a seca viria sobre Israel. Ele também sofreu as conseqüências da seca, mas DEUS cuidou dele e lhe deu vitória sobre os ímpios.
A vontade de DEUS jamais levará você onde a graça de DEUS não possa lhe sustentar. A nossa paciência em tempos de prova é um poderoso testemunho do evangelho àqueles que vivem ao nosso redor. O apóstolo Paulo escreve: “Porquanto tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4). Quanto mais conhecemos a Bíblia, mais DEUS pode nos consolar em nossas tribulações.
Como um agricultor, devemos continuar trabalhando e como os profetas, devemos continuar testemunhando.
 
Outros foram exemplos para nós na perseverança (v. 10s) - Comentário Esperança N.T.
Tg 5.10 Não somos os primeiros que passam por coisas desse tipo. Em outros que trilharam o caminho antes de nós podemos constatar o que acontece com uma pessoa, como ela procede corretamente e a que alvo DEUS a leva: “Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor”: se tivessem silenciado, nada lhes teria acontecido. Se tivessem dito o que as pessoas gostam de ouvir, teriam sido aplaudidos. Contudo perseveraram em sua missão. Por isso, no lugar em que se encontravam estava também seu Senhor (cf. 1Rs 18.36). Pessoas como elas são incômodas para o inimigo. Mas ele sempre encontra outras pessoas que também se deixam usar como instrumentos dele contra aquelas. Elas passam a atacar duramente os mensageiros de DEUS. Por isso eles não ficam isentos do sofrimento. Porém, confiando em seu Senhor, preservam e comprovam paciência, perseverança e rumo claro. Também os que foram crentes antes de nós não passaram sem tribulação por este mundo. Não esperemos algo diferente!
11 “Temos por felizes os que perseveraram firmes”: no entanto não adianta somente declará-los felizes. Temos de seguir o exemplo deles. Não basta ler biografias cristãs. É necessário que em nosso lugar e nossa época também nós sejamos aprovados no sofrimento e na paciência.
Em Hb 11.17-40 cita-se por nome uma série de pessoas que andaram o caminho antes de nós e cruzaram a meta. Tiago, porém, menciona somente uma: Jó. “Tendes ouvido da paciência de Jó”: atingiam-no, golpe após golpe, as “notícias sinistras”. Ele, porém, dizia: “O Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1.21), bendito apesar de tudo! A pessoa mais próxima dele, sua esposa, aconselhou-o a renegar a fé: “Amaldiçoa a DEUS e morre!” (Jó 2.9). Ele, porém, ficou firme: “Temos recebido o bem de DEUS e não receberíamos também o mal?” (Jó 2.10). Ao prosseguir na leitura do livro, notamos: nem mesmo Jó estava livre de dúvidas. Às vezes passava bem perto da ira contra DEUS. Também os líderes espirituais de nosso país não desempenharam sempre um papel tão admirável como poderíamos imaginar a partir de diversas biografias. E tampouco nós o desempenharemos. “… para que diante dele ninguém se glorie” (1Co 1.29).
“Vistes o fim do Senhor; que o Senhor é rico em terna misericórdia e cheio de compaixão”: O “fim do Senhor” é, na acepção lingüística ativa, uma expressão hebraica peculiar e significa o fim (positivo) que DEUS deu à atribulada trajetória de Jó, o alvo para o qual ele o conduziu (Jó 42.10-16). DEUS declarou-se admiravelmente favorável a Jó. Como razão de tudo isso Tiago cita somente uma coisa: “que o Senhor é rico de terna misericórdia e cheio de compaixão” (cf. acima o comentário sobre Tg 2.13; 3.17 acerca da misericórdia de DEUS).
Pergunta-se se essa palavra também se refere a JESUS. Nesse caso significa: o destino de Jó foi uma das prefigurações da trajetória de JESUS. De forma muito diferente de Jó ele também comprovou a perseverança paciente. E o desfecho positivo nele foi ainda mais significativo (Fp 2.5-11). Nós “vimos” que DEUS se declarou milagrosamente a favor dele na Páscoa e na Ascensão. Igualmente “vimos”, ou seja, experimentamos, que “o Senhor é rico de terna misericórdia e cheio de compaixão”. Por ter passado por tudo isso, nosso Senhor nos compreende completamente e tem maior compaixão com nossa fraqueza (Hb 4.15).
É possível uma ou outra interpretação da passagem. Seja como for, a mensagem é: é verdade que passamos por consideráveis sofrimentos e testes de paciência, porém temos um Senhor misericordioso que não nos quer torturar, mas conduzir a um fim glorioso (Is 28.29; 1Co 10.13).
 
Paciência também tem o significado de esperar o resultado de algo mesmo que tenha que sofrer esperando.
E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade,
E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade. (2 Pedro 1:5-7).
 
Perseverança (Paciência no esperar)- υπομονη hupomone - Lê-se - Ipomonê
1) estabilidade, constância, tolerância
1a) no NT, a característica da pessoa que não se desvia de seu propósito e de sua lealdade à fé e piedade mesmo diante das maiores provações e sofrimentos
1b) pacientemente, firmemente
2) paciente, que espera por alguém ou algo lealmente
3) que persiste com paciência, constância, e perseverânça
Tudo se resume no amor - Há aqui primeiramente o tríplice desdobramento do próprio amor (amor, alegria, paz), depois seu tríplice desdobramento em relação ao próximo (longanimidade, benignidade, bondade), e finalmente o tríplice desdobramento da conduta pessoal (fidelidade, mansidão, domínio próprio).- Comentário Esperança N.T.
 
PACIÊNCIA - Obra da Carne e o Fruto do Espirito-William Barclay
Makrothumia OU Makrothumeo - μακροθυμια - Lê-se Mácrosâmia ou Macroçamel - Longanimidade
A Paciência Divina e Humana
Makrothumia, o substantivo, makrothumos, o adjetivo e makrothumein, o verbo, são expressos na ARC e ARA pela ideia de longanimidade e paciência. São palavras muito expressivas. Em ingles fala-se de pessoas com paciência curta, e em português, de pouca paciência. Não se usa uma frase que deveria ser o antônimo: a pessoa tem paciência longa, ou e de longa paciência. Mas temos a palavra longanimidade, porque makros significa grande ou longo, e thumos quer dizer ânimo ou disposição. Temos a palavra magnanimidade, que significa grandeza de coração. Na Vulgata makrothumia (Lê-se Mácrosímia) é traduzida bem literalmente pela palavra longanimitas, e as primeiras edições da Bíblia Católica Romana de Rheims (em ingles) procuraram introduzir na língua inglesa a palavra longanimity em 2 Pe 3.15 e Cl 1.11; a palavra longanimidade existe em português como expressão perfeita da ideia neste grupo de vocábulos gregos.
Makrothumia expressa uma certa atitude para com as pessoas e eventos. Expressa a atitude para com as pessoas de nunca perder a paciência, por pouco razoáveis que elas sejam, e de nunca perder a esperança com relação a elas, por menos agradáveis e dóceis que sejam. Expressa a atitude para com os eventos de nunca admitir derrota e de nunca perder a esperança e fé, por mais obscura que a situação seja, por mais incompreensíveis que os eventos se mostrem, ou por mais severa que seja a correção divina. E uma qualidade da qual os comentaristas do NT tem dado muitas definições excelentes. Trench diz que ela descreve “a mente que suporta por muito tempo, antes de dar lugar a ação ou ira” . T.K. Abbott diz que 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) é o autocontrole que não se apressa em retribuir o mal sofrido.” Plummer diz que e “a tolerância (ou longanimidade) que suporta as injurias e as ações malignas sem ser provocada a ira ou vingança” . Moffatt a descreve como “a tenacidade com que a fé vai suportando” . No Testamento de José (2.7) temos a frase: “A makrothumia (Lê-se Mácrosímia) é um grande remédio” . Há um ditado de Meandro que Plutarco cita: “Uma vez que você e mero homem, nunca peca aos deuses uma vida sem problemas, mas peca makrothumia. ” Poderíamos muito bem traduzir makrothumia (Lê-se Mácrosímia) como “ o poder de levar as coisas ate ao fim.” Makrothumia não e uma palavra do grego clássico, mas entrou no vocabulário cristão com uma historia grandiosa, porque e uma das grandes palavras do AT grego. No AT, movimenta-se em três esferas.
(a) Significa paciência com os eventos. O uso mais iluminador palavra neste sentido e 1 Mc. 8.4.
Ali o escritor atribui a grandeza de Roma a sua politica e a sua paciência, a sua makrothumia, e, conforme diz R. C. Trench, essa 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) foi expressada pela determinação de Roma de que “nunca faria a paz em condições de derrota” . Os romanos tinham a perseverança que podia perder uma batalha, e ate mesmo perder uma campanha mas que nunca admitiria a derrota numa guerra. Diz-se que o teste de um exercito e de como ele luta quando os soldados estão famintos e cansados. Makrothumia é o espirito que não reconhecera nem admitira a derrota.
(b) Significa a paciência com as pessoas. Significa o espirito que nunca perde a paciência com as pessoas, nem a esperança para com elas; que nunca se tornara em amargura ou concordara em ser definitivamente repelido. Neste espirito e qualidade o AT vê a origem das coisas mais importantes da vida.
i. E a base do perdão. E o espirito que leva o homem a adiar a sua ira (Pv 19.11), e recusar-se a ficar irado e meio-caminho andado para o perdão.
ii. E a base da humildade. O paciente de espirito e melhor do que o orgulhoso de espirito (Ec 7.8). Makrothumia impede o homem de colocar-se no centro do quadro e de fazer dos seus sentimentos o padrão para tudo.
iii. E obviamente o alicerce da comunhão. O homem iracundo suscita contendas, mas o longânime apazigua a luta (Pv 15.18). O homem que sempre esta com o dedo no gatilho da sua ira destrói a amizade e a comunhão; o homem cujo gênio esta sob controle solidifica a comunhão, e não deixa surgir a contenda.
iv. E a base de todos os bons relacionamentos pessoais. Conforme Moffatt traduz Pv 25.15: “O homem irado e apaziguado pela longanimidade.” Makrothumia sempre suaviza e nunca exacerba. Recusa-se a permitir uma falha entre os relacionamentos pessoais, e faz um grande esforço para sana-la quando ela surge.
v. E a base de toda a sabedoria verdadeira. “O longânime e grande em entendimento, mas o de animo precipitado exalta a loucura” (Pv 14. 29). O ditado judaico diz: “0 homem irritadiço não pode ensinar,” e, da
mesma forma, ele também não pode aprender. A primeira necessidade da aprendizagem e a paciência.
vi. E a base de alegria perpétua. Conforme diz Ben Siraque: “A paixão do ímpio não será justificada, porque o ímpeto de sua cólera e a sua ruina. 0 paciente resistira ate o momento oportuno, mas depois a alegria
brotara para ele” (Ecli. 1.22, 23). 0 homem impetuoso destrói a sua própria felicidade e também a dos outros; o homem de gênio sereno traz a felicidade para si mesmo e para todos com os quais entra em contato.
vii. E a base de todo o poder legítimo. “Melhor o longânime do que o herói da guerra, e o que domina o seu espirito do que o que toma uma cidade” (Pv 16.32). O homem que pode dominar a si mesmo e o homem
que pode governar aos outros.
(c) Mas o fato mais sublime no tocante a esta palavra e que descreve o caráter do próprio DEUS.
Há uma descrição de DEUS que percorre o AT como um refrão. DEUS passou diante de Moises e proclamou: “SENHOR, SENHOR DEUS compassivo, clemente e longânime, e grande em misericórdia e fidelidade” (Ex 34.6). Disse Neemias: “Porem tu, o DEUS perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em bondade” (Ne 9.17). Repetidas vezes nos Salmos achamos o grande refrão de regozijo: “O SENHOR e misericordioso e compassivo; longânime e assaz benigno” (SI 103.8; 86.15; 145.8). Foi exatamente isso que Jonas não percebeu e teve de aprender (Jn 4.2). Nesta longanimidade e demora em irar-Se por parte de DEUS, vemos certas verdades a respeito da atitude de DEUS para com o pecador.
i. A 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) de DEUS e a esperança do pecador. Porque DEUS e misericordioso, compassivo, tardio em irar-se e grande em benignidade, oel conclama as pessoas a rasgarem o seu coração, e não as suas vestes, e a se converterem a DEUS (J1 2.13). Sem a paciência de DEUS, não poderia haver lugar para o arrependimento.
ii. A 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) de DEUS e a advertência ao pecador. O pecador não ousa pensar que, se nada aconteceu, ele escapou das consequências do seu pecado. “Não digas: ‘pequei; o que me aconteceu?’, porque o Senhor e paciente. Ele não te soltara de modo algum” (Ecli. 5.4 — LXX). E realmente na Sua longanimidade que DEUS visita os pecados dos pais nos filhos ate a terceira e quarta geração (Nm 14.18). Porque DEUS é paciente, Ele tem a ultima palavra.
iii. A 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) de DEUS pode ser a condenação do pecador.
Em 2 Mac. 6.14 há o pensamento terrível de que DEUS é paciente com os homens, e deixa-os agirem por conta própria até que cheguem a medida máxima de seus pecados — então vem o julgamento. O homem pode usar a longanimidade de DEUS para sua própria destruição.
Agora, voltemo-nos para o uso e o significado de 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) no NT. Aqui, move-se nas mesmas três esferas de significado do AT.
(a) Makrothumia fala da paciência de DEUS.
i. Em 2 Pedro a paciência de DEUS é apresentada no seu sentido mais amplo. “ Tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor” (2 Pe 3.15). É questão rebatível se “ o Senhor” é JESUS ou DEUS, mas o significado do dito não é realmente afetado. O pano de fundo no qual 2 Pedro foi escrito é de decepção e desilusão por causa da demora na Segunda Vinda de JESUS CRISTO. E o argumento do escritor é que esta demora não é insensibilidade; e paciência. É a oportunidade para os homens se arrependerem e crerem no evangelho, para transformarem sua pecaminosidade em santidade, e tornarem sua imprudência em preparação. Por trás disto há o pensamento de que DEUS teria sido justo se explodisse o mundo ao ponto de não existir mais, e de que, se fosse humano, teria agido assim há muito tempo; mas na Sua paciência Ele espera dando aos homens a oportunidade para aceitarem a salvação.
Em Paulo temos exatamente o mesmo pensamento, e de modo ainda mais pessoal. Em 1 Tm 1.12-16 — decerto um fragmento paulino genuíno, ainda que as Pastorais não sejam paulinas na sua totalidade conforme hoje as possuímos (nota dos editores: não há uma base solida para essa afirmação) — Paulo conta como blasfemava, perseguia e insultava a CRISTO, sendo o principal dos pecadores. Mas nele JESUS demonstrou Sua perfeita longanimidade. Com paciência, JESUS esperou ate que Paulo, o perseguidor, se tornasse no Paulo pronto a ser o apostolo. A paciência de DEUS aguarda, ao passo que a impaciência do homem já há muito tempo teria agido em há destrutiva.
ii. Mas a paciência de DEUS e mais do que o simples aguardar; ela esta chamando os homens a se arrependerem. DEUS e longânime, não querendo que ninguém pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento (2 Pe 3.9). Os homens nunca devem abusar da bondade e longanimidade de DEUS, porque essa bondade não visa ser uma oportunidade para o pecado, mas, sim, um convite para o arrependimento (Rm 2.4). DEUS não apenas aguarda os homens ate que retomem ao lar; em JESUS CRISTO veio busca-los e salva-los; e ainda agora os convence com a atuação e os rogos do Seu Espirito SANTO.
iii. Assim como no pensamento do AT, a paciência de DEUS pode ser usada pelos homens para a sua própria destruição. A longanimidade de DEUS com Israel pode ser entendida a luz da decisão de deixar a nação obstinada seguir seu próprio caminho ate que forçosamente acontecesse a sua rejeição final (Rm 9.22). DEUS espera com paciência; DEUS busca com paciência; e esta espera e busca pretendem contribuir para a salvação do homem, mas o homem na sua teimosia pode transforma-las em condenação.
(b) O NT fala da 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) em relação ao nosso próximo.
i. Makrothumia é a insígnia e o emblema da vida cristâ. O cristão deve andar com toda humildade e mansidão e longanimidade, suportando a seu próximo em amor (Ef 4.2). O cristão deve revestir-se, como uma roupa, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade, e deve suportar com amor o seu próximo (Cl 3.12). A longanimidade e a bondade são a marca da vida cristâ (2 Co 6.6). O amor cristão deve ser longânime, paciente e benigno (1 Co 13.4). Por mais indesejáveis que os homens sejam, o cristão deve ser longânime para com eles (1 Ts 5.14). O homem do mundo pode perder sua calma, paciência e fé nos homens; o cristão nunca deve agir assim.
ii. Não e sem motivo que 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) ocupa um lugar de destaque entre as virtudes cristas nas Epistolas Pastorais. O amor perseverante do mestre cristão e contrastado com a estultícia dos falsos mestres (2 Tm 3.10). O jovem missionário e instruído no sentido de nunca falhar na longanimidade” (2 Tm 4.2). E ali, sem duvida, a palavra combina seus dois significados, porque o mestre e o pregador nunca devem perder sua fé nos homens, por menos que eles pareçam corresponder, e nunca devem desesperar-se, por mais hostis que sejam as circunstancias. Nenhum homem pode pregar ou ensinar sem makrothumia.
(c) Makrothumia descreve a resposta do cristão as circunstancias aos eventos.
Paulo ora para que os Colossenses tenham perseverança e longanimidade com alegria (Cl 1.11). A paciência cristâ não e uma aceitação inflexível e árida de uma situação; ate a própria paciência e irradiada com
a alegria. O cristão aguarda, não como quem espera a noite, mas como quem espera a manha. Esta paciência incansável faz parte da vida cristâ (2 Co 6.6). Devido ao fato de Abraão ter perseverado com paciência, recebeu a promessa, e esta longanimidade opera igualmente a favor do cristão que tem a mesma fé (Hb 6.12-15).
Talvez a lição mais difícil de ser aprendida seja a de esperar; como esperar quando parece que nada esta acontecendo, e quando todas as circunstancias mostram motivos para o desanimo. Tiago insiste que o cristão deve ser como os profetas que repetidas vezes tinham de aguardar a atuação de DEUS; deve ser como o agricultor que lança a semente e depois, no decurso dos meses lentos, espera a chegada da ceifa (Tg 5.7-10). E bem possível que esta seja a tarefa mais difícil para uma era que fez da velocidade um deus.
De certa forma, 
makrothumia (Lê-se Mácrosímia) é a maior virtude. Não esta revestida de romance e fascinação; não tem a emoção da ação repentina numa aventura;mas e a virtude do próprio DEUS. DEUS na Sua makrothumia (Lê-se Mácrosímia) tolera os pecados, recusas e rebeldia dos homens. DEUS na Sua makrothumia (Lê-se Mácrosímia) recusa-se a abandonar Sua esperança no mundo que Ele criou e que tão frequentemente vira as costas ao seu Criador. O homem na sua vida terrena deve reproduzir a paciência incansável de DEUS para com as pessoas, e a paciência que não perde a coragem com os eventos. 
 
DISSENSÕES -  Obra da Carne e o Fruto do Espirito - William Barclay
dichostasia - Lê-se Dicóstasiá – διχοστασια – dissensões, B, ARC, ARA: dissensões; BJ, Mar.: discórdia(s); P: desavenças; M: facções; CKW: espírito partidário. Outras traduções da outra ocorrência da palavra de Rm 16.17: BV: os que causam divisões (outras versões em português são semelhantes).
Dichostasia não e uma palavra comum, quer no grego bíblico, quer no secular. Fora do presente trecho, só ocorre outra vez nos escritos de Paulo em Rm 16.17, onde ele adverte os cristãos romanos a evitarem os que criam dissensões e dificuldades. Na LXX ocorre somente em 1 Mac. 3.29 onde descreve a dissenção e inquietude nacionais que se seguiram após novas legislações incabíveis que formaram um rompimento violento com o passado. Heródoto usa-a a respeito da situação que foi criada quando um dos dois comandantes passou para o “outro lado” no meio de uma campanha (Heródoto 5.75). Obviamente, semelhante ação provocaria um estado agudo de divisa'. Platão cita um ditado de Teognis que diz que nos dias de dichostasia o homem fiel vale seu peso em ouro (Platão: Leis 630 A; Teognis 5.77, 78). A palavra denota um estado de coisas em que os homens estão divididos, onde florescem as inimizades tradicionais entre famílias, e onde a união é destruída.
Dichostasia leva seu retrato no rosto; literalmente, significa “ ficar a parte, separado”, ou seja: um estado em que já se foi toda a comunhão, toda a comunidade e toda a fraternidade. É por demais obvio que semelhante estado é tragicamente comum entre os homens. Há divisão pessoal; podem surgir situações em que duas pessoas chegaram a um ponto em que não se encontram nem conversam uma com a outra. Até mesmo a obra de uma igreja pode ser dificultada por inimizades tradicionais entre os seus membros.
...Há uma divisão de classes; na realidade, são ideologias baseadas em nada menos do que a necessidade de luta entre as classes. Ainda há a necessidade de aprender a sabedoria pratica das palavras de JESUS: “ Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade, ou casa [lar - NEB], dividida contra si mesma, não subsistirá” (Mt 12.25). Unidos, ficaremos em pé, divididos, cairemos; esta e uma verdade que nunca perde sua atualidade.
Há uma divisão entre partidos. Macaulay relembrou os grandes dias da República Romana onde “ninguém estava a favor de um partido, e todos estavam a favor do estado.” Uma das visões mais tristes no governo partidário democrático moderno é a da política partidária fazendo manobras para tirar proveito dos perigos e fracassos nacionais, e agindo como se o bem-estar nacional fosse um peão no jogo da ambição e da política partidária.
Há a divisão racial. Ainda existem sociedades das quais um homem pode ser excluído por causa da cor da sua pele. Há poucas palavras que é uma maior negação da ética cristã do que a palavra apartheid.
Há a divisão teológica. O odium theologicum, o ódio teológico, não é uma coisa nova. Não há outro âmbito de pensamento mais disposto a rotular as pessoas do que a teologia, que considera como herege o homem que está usando a etiqueta errada.
Há a divisão eclesiástica. É bem possível que o maior problema que a Igreja enfrenta no tempo presente seja o problema da sua própria falta de união, e é bem possível que a desunião não seja apenas o maior problema da Igreja, mas também o maior pecado da Igreja. Kagawa, o grande cristão japonês, ficou profundamente aflito com esta desunião. Disse certa vez: “Não falo inglês muito bem, e às vezes, quando digo a palavra denominação (denomination), as pessoas pensam que eu disse danação (damnation) — e para mim é a mesma coisa.”
Aqui há um desafio e uma conclamação, não tanto para criticar os outros quanto examinar a nós mesmos. Nada é mais fácil do que confundir preconceitos com princípios, e confundir teimosia irracional com resolução inamovível. É perfeitamente verídico que o cristão frequentemente tem de tomar uma posição sozinho, mas o homem faria bem em examinar-se a si mesmo quando descobre que as opiniões que sustenta separam-no da comunidade da qual faz parte. Talvez tenha razão, mas é uma grave responsabilidade ser causa de divisão em qualquer igreja ou comunidade. Antes de se separar dos outros, o homem deve lembrar-se das palavras solenes que Cromwell dirigiu aos escoceses intransigentes: “Rogo-vos pelas ternas misericórdias de CRISTO: pensai que é possível que estejais enganados.”
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Um estímulo à paciência perseverante (5.7-11) - Tiago - Série Cultura Bíblica - Douglas J. MooO Salmo 37 é um maravilhoso cântico de ânimo dirigido ao justo. Este é descrito como “pobre e necessitado” (v. 14), que está a sofrer oerseguição sob a mão do ímpio (w. 12-15,32-33). Ele é tentado a invejar prosperidade e bem-estar do ímpio (w. 1, 7) e também, um tanto paradoxalmente, a se impacientar para que o ímpio receba julgamento. Nesta situação, o salmista incentiva o justo a “descansar no Senhor” (v. 7); a “deixar a ira” (v. 8), pois DEUS, certamente, irá defender o justo e destruir o ímpio (w. 34-40). Tiago escreve as pessoas justas, principalmente pobres, que estavam sofrendo em circunstâncias semelhantes. Seu conselho é o mesmo do salmista: “sede pacientes”, pois “a vinda do Senhor”, quando os ímpios serão julgados (5.1-6) e os justos libertados, “está próxima”.
7. A transição da denúncia contra ricos não-cristãos para o incentivo aos crentes é assinalada pelo retorno de Tiago à sua forma de tratamento familiar: irmãos. Pois (oun) mostra que este incentivo é baseado na condenação profética dos ímpios e ricos opressores, em 5.1-6: uma vez que DEUS irá punir os opressores, os crentes precisam esperar com paciência esta hora. Paciência, é claro, é a idéia chave neste parágrafo. Ela é expressa quatro vezes com a raiz makrothym- (w. 7 [duas vezes], 8 e 10) e duas vezes com a raiz hypomon- (v. 11). A última raiz figurou proeminentemente no capítulo 1, onde Tiago encoraja seus leitores a “perseverarem” nas provações que eles estavam experimentando. As duas raízes são quase sempre distintas, sendo que geralmente makrothym- é usada para indicar a atitude amorosa e longânima que devemos ter diante dos outros (1 Co 13.4; Ef 4.2; 1 Ts 5.14), enquanto hypomon- em geral se aplica àquela atitude determinada e forte com a qual devemos enfrentar circunstâncias difíceis (2 Ts 1.4). Entretanto, neste parágrafo não se pode achar nenhuma diferença aguda de significado: a makrothymia dos profetas (v. 10) não parece ser diferente da hypomoriê de Jó (v. 11). Uma superposição de significados semelhante pode ser observada no Testamento de José 2.7, onde José, depois de obter êxito na luta contra a tentação da esposa de Potifar, diz que a “perseverança (makrothymia) é um poderoso remédio, e a resistência (hypomoríê) fornece muitas coisas boas (veja também Cl
1.11). Todavia, makrothymia retém um sentido mais específico nos versículos 7-8, onde descreve não a força nas provações, mas uma atitude de se esperar pacientemente no Senhor.
De forma específica, Tiago incentiva a paciência até a vinda do Senhor. Até (heõs) tem um sentido complexo aqui, sugerindo a idéia de um alvo bem como a de um período de tempo: “exercitem a paciência, enquanto vocês esperam, e buscam, a vinda do Senhor”. Parousia, “presença” ou vinda, tornou-se um termo técnico na primeira igreja, aplicado à esperada volta de JESUS em glória para julgar os ímpios (Mt 24.37,39; 2 Ts 2.8) e libertar os santos (1 Co 15.23; 1 Ts 2.19; 3.13; 4.15; 5.23). Esta tradição sugere com força que o Senhor aqui é JESUS, e não DEUS Pai (todavia, cf. 2 Pe 3.12).
Como exemplo de paciência, Tiago menciona o lavrador, que precisa aguardar com paciência que a terra produza o precioso fruto do qual depende sua subsistência. Embora a palavra chuvas não seja realmente usada neste texto (alguns manuscritos a acrescentam; outros trazem “fruto”), a referência a as primeiras e as últimas está certamente ligada às chuvas que caíam sobre a Palestina no fim do outono e começo da primavera, as quais eram vitais para a agricultura (cf. Dt 11.14).1 Embora seja possível que a figura, sendo uma tradicional frase do Antigo Testamento, não diga nada acerca da procedência da carta, é mais provável que Tiago a utilize porque ela se encaixa nas circunstâncias de seus leitores,
8. Como o agricultor que espera pacientemente a semente germinar e a safra amadurecer, os crentes devem esperar com paciência a volta do Senhor que os libertará e julgará seus opressores. Enquanto esperam, eles precisam “fortalecer” (stêrizõ) seus corações. Paulo fez a mesma exortação aos tessalonicenses que aguardavam aparousia (1 Ts 3.13; cf. 2 Ts 2.17), e o autor de Hebreus recomenda que o coração esteja “confirmado com graça”, como um antídoto contra o falso ensino (Hb 13.9). O que se recomenda, então, é um firme apego à fé em meio de tentações e provações. À medida que esperam pacientemente a volta de seu Senhor, os crentes precisam fortalecer uns aos outros para a luta contra o pecado e circunstâncias difíceis.
Pode ser perguntado se este conselho é importante para nós, uma vez que Tiago o baseia na “proximidade” do Senhor. Muitos eruditos pensam que a convicção de Tiago de que o Senhor estava “próximo” era um “engano”, um engano do qual participaram muitos dos primeiros cristãos e, talvez, até o próprio JESUS. Se isto fosse assim, a legitimidade do curso de ação sugerido aqui por Tiago poderia ser seriamente questionada: que valor teria tal conselho, se a compreensão básica do curso da história, na qual ele se baseia, é um engano? A acusação de que Tiago estava errado neste assunto repousa sobre a suposição de que ele acreditava que a parousia iria necessariamente ocorrer dentro de um breve período de tempo. Mas não há razão para se pensar que isto era assim. A convicção dos primeiros cristãos de que a parousia estava “próxima”, ou era “iminente”, significava que eles criam plenamente que ela poderia ocorrer dentro de um breve período de tempo — não que isso tinha de acontecer. À semelhança de JESUS, eles não conheciam “nem o dia nem a hora” (Mc 13.32), mas agiam, e ensinavam outros a agirem, como se a geração deles fosse a última. Quase vinte séculos depois, vivemos exatamente a mesma situação: esta nossa década pode ser a última na história humana. E o conselho de Tiago para nós é o mesmo que foi dado a seus leitores do primeiro século: sede pacientes, fortalecei os vossos coraçõesl
9. À primeira vista, este versículo não tem muita coisa em comum com seu contexto, além de participar numa ênfase na iminência do julgamento. Entretanto, a queixa contra os outros é claramente uma tentação que acompanha a pressão das circunstâncias difíceis. Quão freqüentemente nos achamos atirando as frustrações de um dia difícil em cima de nossos amigos íntimos e membros da família! Abster-se de tais tipos de reclamações e queixas pode ser visto como um aspecto da própria paciência: ela é ligada ao “suportar-nos uns aos outros” em amor, em Efésios 4.2, sendo contrastada com a retaliação, em 1 Tessalonicenses 5.14-15. A palavra stenazõ, “queixar-se” ou “murmurar”, é geralmente empregada de modo absoluto; apenas aqui no grego bíblico ela tem um objeto (uns dos outros). Aqui, o significado pode ser que os crentes não devem se queixar das dificuldades dos outros, ou que eles não devem acusar os outros, por causa de suas dificuldades. Contudo, é perfeitamente possível que as duas idéias estejam incluídas.
Do modo como havia feito em 4.11-12, Tiago associa o falar contra os outros com o julgamento. Lá, todavia, ele associou palavras críticas com o julgamento; aqui ele adverte de que as críticas de uns contra os outros põem a pessoa em perigo de julgamento. Esta advertência é semelhante à conhecida proibição de JESUS e pode ter recebido influência dela: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7.1). Para reforçar seu conselho, Tiago novamente lembra seus leitores de que o julgamento é iminente: o juiz está às portas. À luz de 4.12 (“um só é juiz”), é plausível a opinião de que o juiz, aqui, é DEUS, o Pai. Entretanto, o paralelismo entre esta declaração e as referências à parousia, nos versículos 7-8, torna mais aceitável identificar CRISTO como o juiz (veja Mt 24.33; Ap 3.10). O comentário final de Davids sobre este versículo merece ser repetido: “A proximidade do dia escatológico não é apenas um ímpeto para se olhar para o julgamento dos “pecadores”... mas também é uma advertência a que a pessoa examine seu comportamento, de modo que quando aquele, cujos passos se aproximam, finalmente bater à porta, ela possa estar preparada para abri-la... O Senhor que vem é também o juiz do cristão”.
10. A natureza meio parentética do versículo 9 deve-se ao fato de os versículos 10-11 voltarem à exortação à paciência nos versículos 7-8. Estes versículos mencionam os profetas e Jó como exemplos de paciência e resistência no meio das aflições. A enumeração de grandes atos de coragem debaixo da perseguição era um dos elementos principais de muitos livros intertestamentários (cf. 2 Macabeus) e também se encontra no Novo Testamento (cf. Hb 11). JESUS incentivou seus discípulos a enfrentarem a perseguição com coragem, “pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mt 5.12). Tiago diz que especificamente os profetas são um exemplo de sofrimento epaciência. Se a ARA estiver correta, ao traduzir kakopatheia por sofrimento, esta frase é mais bem interpretada como uma hendíadis, segundo a qual uma palavra modifica a outra: “paciência diante do sofrimento” (cf. BLH). Por outro lado, há boas razões para se traduzir kakopatheia por “resistência no sofrimento” (cf. a tradução que a ARA faz do verbo cognato, em 2 Tm 4.5). Com este significado, kakopatheia denotaria o fato de que os profetas resistiram à aflição; paciência (makrothymia) descreveria a maneira pela qual eles a suportaram. O fato de que aqueles profetas falaram em nome do Senhor é acrescentado para tornar claro que o sofrimento suportado por eles era resultado não de erro, mas especificamente de sua fiel adesão à vontade de DEUS.
11. A primeira sentença deste versículo resume o ponto principal dos versos 10-11: aqueles que fielmente perseveraram no sofrimento são chamados “bem-aventurados” (ARC). O autor de 4 Macabeus começa seu relato chamando de “bem-aventurados” aqueles mártires que demonstraram “perseverança” (hypomone) diante da perseguição (1.10). De modo semelhante, JESUS também proferiu uma bem-aventurança sobre aqueles que são “perseguidos por causa da justiça” (Mt 5.10). “Ser bem-aventurado” não é, naturalmente, a mesma coisa que serfeliz (apesar da tendência de algumas versões modernas a esta tradução): “felicidade” normalmente sugere uma reação emocional e subjetiva; “bem-aventurança” é a aprovação e recompensa objetivas e inalteráveis de DEUS. Assim como os profetas receberam esta recompensa, por serem fiéis na tribulação, da mesma forma, diz Tiago, se deu com Jó. Muitas pessoas têm se maravilhado diante da alusão de Tiago a Jó como um modelo de fiel perseverança no sofrimento, particularmente com as traduções que trazem “a paciência de Jó”. Mas, mesmo quando traduzimos de modo mais exato, “firmeza” ou “perseverança” de Jó, a ilustração parece não ser muito apropriada. Não murmurou Jó acerca de suas circunstâncias, proclamando em justiça própria sua inocência e, de modo geral, questionando a forma de DEUS lhe tratar? A aparente incompatibilidade entre o quadro canônico de Jó e a descrição que Tiago faz dele tem levado muitos a pensarem que Tiago foi influenciado pelo livro apócrifo Testamento de Jó, onde este é apresentado sob uma luz muito mais positiva. Mesmo assim, há um sentido em que o Jó do Antigo Testamento pode ser visto como um grande exemplo de firmeza. Embora Jó tenha reclamado amargamente do tratamento que lhe foi dado por DEUS, ele nunca abandonou sua fé; no meio da incompreensão, ele se apegou em DEUS e continuou a esperar nele (cf. Jó 1.21; 2.10; 16.19-21; 19.25-27). Segundo diz Barclay, “a submissão de Jó não é daquela que se arrasta aos pés de alguém, passiva e que a nada questiona; Jó lutou e questionou, e algumas vezes até desafiou, mas a chama da fé nunca se apagou em seu coração”.
Além da “firmeza de Jó”, os leitores de Tiago também ouviram do fim que o Senhor lhe deu. Esta frase tem estado sujeita a uma grande variedade de interpretações. Alguns traduzem telos como propósito e a entendem como uma referência ao propósito final de DEUS por trás dos sofrimentos de Jó (cf. Jó 42.5-6). Contudo, telos também pode significar “fim” ou “desfecho”. A referência pode ser à parousia — o “fim” que o Senhor trará — ou à morte e ressurreição de CRISTO — o “fim” e o “sinal” da vida do Senhor. Entretanto, faz melhor sentido considerar a frase como uma referência ao fim ou desfecho da situação de Jó, finalmente trazido pelo Senhor: e.g., a restauração de sua família e fortuna (Jó 42.13). Esta interpretação encaixa-se com os paralelos da frase de Tiago (Testamento de Gade 7.4 e Testamento de Benjamim 4.1; cf. Hb 13.7), fornece um exemplo concreto do “bem-aventurado” mencionado anteriormente e explica a oração final: O “fim” de Jó mostra que, na verdade, o Senhor é cheio de tema misericórdia e compassivo. Isto também se encaixa na mensagem total do livro de Jó, que tem como um de seus propósitos mostrar como a fidelidade de Jó foi, no fim, recompensada por DEUS. Certamente, Tiago não quer dizer que a paciência no sofrimento sempre será recompensada com prosperidade material; muitos exemplos, no Antigo Testamento (Jeremias!) e no Novo, provam que isto é errado. Mas ele procura incentivar nossa firmeza fiel e paciente na aflição, lembrando-nos da bem-aventurança que recebemos de nosso DEUS compassivo e misericordioso, em troca de tal fidelidade.
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - A LEI DO PROCESSO: NÓS AMADURECEMOS COMO A PLANTAÇÃO QUE ESPERA PELA COLHEITA (Tg 5.7-8) - BILBIA DA LIDERANÇA CRSTÃ - John C Maxwell
Sara enfrentou um problema e sentiu-se compelida a resolvê-lo. Faltava-lhe paciência para confiar que DEUS cumpriria a sua promessa. Então, Sara apelou para os seus métodos próprios. Depois de esperar mais do que uma década, pensou que havia esperado tempo suficiente e, de maneira pouco sábia, tentou cumprir a vontade de DEUS do jeito dela, através de uma serva egípcia chamada Agar.
O verdadeiro problema de Sara não foi a necessidade de um descendente, mas sua impaciência. Ao longo dos anos, José foi traído e aprendeu duras lições sobre a natureza humana, sobre relacionamentos e liderança. O processo moldou o seu caráter, dando-lhe paciência e humildade. Mais tarde, reconheceu que DEUS é a fonte de bênção e poder.
Você deve praticar a paciência do silêncio e da submissão. A frase-chave é: o Senhor falava com Moisés.
Impaciência de Nadabe e Abiú: não esperaram pela orientação do Senhor.
A influência de Josué cresceu porque possuía paciência e integridade (Js 1.5-9).
Josué continuou crescendo pacientemente mesmo depois que o povo rejeitou as suas palavras em Números 14. Nem ele, nem Calebe morreram no deserto, mas ambos foram forçados a perambular pelo deserto durante 40 anos sem que tivessem culpa própria disso.
Davi nunca esqueceu-se desse encontro. Ele sabia se uma mulher era de DEUS quando a via. Depois da morte de Nabal, Davi escolheu Abigail para esposa. A paciência e a submissão dela em tempos difíceis, bem como a sua sabedoria e as habilidades de solucionar problemas prepararam Abigail para ser uma excelente esposa para Davi. Davi valorizou a força de Abigail e sentiu-se fortemente atraído a essa líder feminina altamente capaz.
Impaciência: Saul recusou-se a esperar por Samuel e ofereceu um sacrifício ilegal.
Em nenhum momento, Jó perde tudo. Isento de culpa própria, ele tem de enfrentar a tragédia nos aspectos mais profundos. Porém a maneira com que lida com ela fornece um belo estudo de caso no
Depois de suportar quase 40 capítulos de crítica e condenação da parte de Elifaz, Bildade e Zofar, Jó tem a opor-tunidade de ser compensado. DEUS anuncia o seu desprazer para com os amigos de Jó, dando aparentemente ajó uma maravilhosa chance de dizer: "Eu disse!" Em vez disso, Jó ora por seus amigos tolos. Como todos os grandes líderes, Jó recusou-se a tomar vingança ou guardar mágoas. Em vez disso. manteve o alto nível. Perdoou os seus amigos, intercedeu por eles e os despediu no caminho deles. Lembre-se das diferenças
O Corpo de CRISTO precisa de líderes que têm a paciência e a sensibilidade para lidarem com situações de conflito, com capacidade de discernirem problemas e fazerem o que nec essita ser feito para se corrigir a dificuldade. Em resumo, a Igreja necessita de pessoas capazes de resolverem problemas, de quebra-galhos, a fim de manter seu crescimento e sua saúde espiritual.
Resignação: Tenho que ter paciência de esperar pelos resultados enquanto ajudo pessoas a crescerem ou busco metas.
Paulo demonstrou o Princípio da Paciência na Prática. Paulo teve paciência para escolher Timóteo e instruí-lo. Ele, cuidadosamente, não permitiu que ele agisse de forma prematura, bem como o alertou a não impor as mãos a quem quer que fosse de maneira hostil (ITm 5.22). Ele estava certo de que sua equipe se precipitou em permitir que joão Marcos tivesse tão rapidamente se juntado a eles.
Timóteo deveria preparar os líderes de sua igreja. Ele deveria honrar aos que serviam com diligência (ITm 5.17-18). corrigir aqueles que estavam em erro (ITm 5.19-21) e preparar os que tinham sido chamados
com paciência e cuidado (ITm 5.22). Nada deveria ser feito com precipitação.
Hebreus 12 desenvolve o tema da paciência. Os três primeiros versículos nos ensinam que o segredo para a persistência é a paixão. Todos os homens e mulheres de fé apresentados em Hebreus 11 foram persistentes porque eles eram apaixonados por suas causas. O escritor compara nossa vida a uma corrida e tenta nos convencer de que JESUS correu sua própria corrida e com muita paciência, tendo fixado ante seus olhos a recompensa que viria. Nós devemos seguir seu exemplo.
Tiago pede-nos que sejamos pacientes como um agricultor que, pacientemente, espera pelo tempo da colheita. O agricultor sabe que, se ele colher o grão muito cedo, pode perder boa parte do que plantou Assim se dá conosco. A lei do processo nos lembra que o desenvolvimento de nossa liderança é um processo e não um acontecimento. Nós crescemos diariamente e não em um dia. Não somos apenas nós que aguardamos a volta de CRISTO, mas ele tambem espera que cresçamos. Ele não está apenas preparando um lugar para nós, mas também está nos preparando para esse lugar.
Se a metáfora do agricultor não nos faz ficarmos esclarecidos dessa verdade, Tiago ainda nos dá outras duas comparações. Ele nos recorda dois outros exemplos de paciência: os profetas e Jó (Tg 5.11-12) Sem levar em conta as imagens que ele dá, o segredo é prestar atenção nos frutos ou no resultado que deverá seguramente, ser revelado no final de tudo.
 
Nossa verdadeira e humilde atitude deveria ser:
Eu não tenho conseguido me entregar ao ESPÍRITO SANTO de maneira que as qualidades do ESPÍRITO SANTO apareçam em meu caráter.
Eu vejo em mim todas as obras da carne e com a ajuda do ESPÍRITO SANTO tenho lutado contra essas e algumas vezes reconheço que tenho perdido a batalha, pois deixei de seguir a orientação do ESPÍRITO. Vou me esforçar mais e perseverar em imitar a CRISTO.
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Bíblia Viva em Português
Agora, quanto a vocês, queridos irmãos que estão esperando a volta do Senhor, sejam pacientes, como o lavrador que espera até o outono para que a sua preciosa colheita amadureça. 8 Sim, sejam perseverantes. E tenham coragem, pois a vinda do Senhor está próxima. 9 Não murmurem uns dos outros, irmãos. Será que vocês próprios estão acima de qualquer censura? Pois vejam! O grande Juiz já vem. Está quase aqui; ( deixem que Ele faça qualquer censura que precise ser feita ).10 Para exemplos de resignação no sofrimento, olhem para os profetas do Senhor. 11 Sabemos como eles estão felizes agora porque permaneceram leais a Ele, no tempo da sua vida, mesmo quando sofreram grandemente por isso. Jó é um exemplo dum homem que continuou a confiar no Senhor no sofrimento, e das experiências dele podemos ver como o plano do Senhor finalmente terminou em bem, e que o Senhor é cheio de ternura e de misericórdia.
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Strong Português1) ser de um espírito paciencioso, que não perde o ânimo
1a) perseverar pacientemente e bravamente ao sofrer infortúnios e aborrecimentos
1b) ser paciente em suportar as ofensas e injúrias de outros
1b1) ser moderado e tardio em vingar-se
1b2) ser longânime, tardio para irar-se, tardio para punir
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Dicionário Português
s. f. 1. Qualidade de paciente. 2. Virtude de quem suporta males e incômodos sem queixumes nem revolta.
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Dicionário Bíblico Wycliffe - Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, John Rea
PACIÊNCIA Na maior parte das vezes, essa palavra é um termo do NT encontrado apenas três vezes no AT. Nos Salmos 37.7 e 40.1 as palavras hebraicas hul e qawa foram respectivamente traduzidas como "esperar pacientemente" e em Eclesiastes 7.8, a palavra 'arek (anseio) foi empregada para descrever alguém que possui um espírito paciente. No NT, quatro palavras gregas foram traduzidas de alguma maneira relacionada à paciência. A palavra grega rn.akrothum.ia é a qualidade de suportar um longo sofrimento (Mt 18.26,29). De acordo com Crisóstomo, makroth.um.ia descreve o homem que é plenamente capaz de se vingar, mas recusa-se a fazê-lo. Também foi traduzida como "longanimidade" como uma qualidade de DEUS (Rm 2.4; 2 Pe 3.9) e como o fruto do ESPÍRITO SANTO (Gl 5.22). A palavra grega hypomone foi descrita por William Barclay, na obra A New Testament Wordbook (Londres. SCM Press Ltd., 1956, p. 59), como "uma das mais nobres palavras do NT". Seu significado básico é o de resistir (Hb 12.1), uma qualidade que permite ao homem suportar as adversidades e provações (Rm 12.12). Enquanto makrothumia (Lê-se Mácrosímia) está mais corretamente relacionada às pessoas, hypomone fala sobre a paciência em relação às circunstâncias difíceis. Essa palavra não retrata uma paciência submissa ou passiva que está irremediavelmente resignada ao seu destino infeliz; ao contrário, ela é uma resistência ativa marcada pela esperança e pela segurança (1 Ts 1.3). Barclay ainda acrescenta que esta é a "qualidade que mantém um homem sobre seus pés, com a face voltada para o vento" (p. 60). Um exemplo desse tipo de paciência é Jó, que suportou as aflições que lhe sobrevieram (Tg 5.11).
A terceira palavra traduzida como "paciência" é epieikes (1 Tm 3.2,3), que descreve uma atitude bondosa, condescendente, razoável e conciliadora, e que não insiste em seus direitos (Barclay, p. 38ss.). O quarto termo, anexikakos (2 Tm 2.24), significa, literalmente, "suportar sob o mal" e assim expressa o tipo de paciência que suporta o mal sem ressentimentos (Arndt). Veja Tolerância; Longanimidade; Perseverança.
TOLERÂNCIA Este substantivo traduz o termo gr. anoche em suas duas ocorrências no NT. A palavra significa literalmente "reter", "parar" (especialmente no caso de hostilidades), e assim era frequentemente usada para um armistício ou trégua. Em Romanos 2.4, a demora de um DEUS justo em infringir a ira ou o castigo sobre o pecador é explicada pela verdade da sua bondade, paciência e longanimidade. Esta demora tem a finalidade de dar oportunidade e levar o pecador ao arrependimento. Em Romanos 3.25, foi declarado que DEUS suportou os pecados durante a(s) antiga(s) dispensação(ões) em sua tolerância divina até que o sacrifício substitutivo perfeito fosse oferecido por seu Filho JESUS CRISTO. Este conceito da tolerância de DEUS também é encontrado em Neemias 9.30. O verbo relacionado, anechomai, é traduzido como "suportar" em Efésios 4.2; Cl 3.13, onde é ordenado aos cristãos que suportem uns aos outros em amor, que tenham consideração uns pelos outros, porque o amor "cobre multidão de pecados" (1 Pe 4.8). Outros verbos gr. e heb. traduzidos como "suportar" têm o sentido de "parar", "cessar", "abster-se de".
LONGANIMIDADE A expressão hebraica 'erek 'aph significa literalmente "nariz longo" ou "respiração longa", porque a ira é acompanhada por uma respiração rápida através das narinas; daí as possíveis traduções "demorado para se irar", "tardio em irar-se" e "longânimo". Essa palavra foi aplicada a DEUS (Ex 34.6; Nm 14.18; SI 86.15; cf. Ne 9.17; Jl 2.13; Jo 4.2; Na 1.3, onde várias versões a traduziram como "tardio em irar-se").
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Coleção Comentários Expositivos Hagnos - Hernandes Dias Lopes
Tiago começa sua carta com uma chamada à perseverança sob as provações (1.2-4) e termina exortando os crentes a serem pacientes até à vinda do Senhor (5.7,8). As provas, e não as experiências místicas, são o caminho da santificação e do aperfeiçoamento (1.4). Tiago se volta agora dos ricos para os pobres que estavam sendo oprimidos e dá-lhes uma palavra de encorajamento. Eles devem ser pacientes, sabendo que é a DEUS que estão servindo e que de DEUS é que vem a recompensa. Os pobres são encorajados a confiar no provedor e não na provisão.
Tiago diz para os crentes da dispersão que a recompensa é a coroa da vida (1.12); agora, afirma que a recompensa é a vinda de CRISTO (5.7,8). No começo, o caminho da perfeição é a oração (1.5) e no final da carta, ele volta ao mesmo tópico (5.13-18). No começo oramos por nós, no fim oramos pelos outros.
Tiago fala da segunda vinda de CRISTO sob dois aspectos: como uma alegre esperança (5.7,8 e 10,11) e como uma temível expectativa (5.9,12). Para os salvos, o Senhor vem trazendo compaixão e misericórdia (5.11); para os ímpios o Juiz vem trazendo julgamento (5.9,12). Tiago diz que a vinda do Senhor está próxima (5.8) e o juiz está às portas (5.9). Ao mesmo tempo em que a vinda do Senhor será um dia glorioso para o Seu povo, será também o terrível dia do Senhor para os ímpios.
Certo fazendeiro zombava dos crentes, trabalhando em frente à igreja no domingo. Colheu mais que os crentes e mandou uma carta para o jornal explicando sua posição: “Enquanto os crentes iam para a igreja eu trabalhei. Colhi mais que eles. DEUS não me castigou. O que vocês pensam disso?” O jornalista publicou a carta e colocou uma nota de rodapé: DEUS não ajusta suas contas na colheita. James Boyce ainda diz: “Nós podemos passar por perseguições, enfrentar problemas, atravessar períodos de angústia, ver os maus prosperando, enquanto nós estamos sofrendo. Mas isso não é tudo. Um dia DEUS acertará as contas”.
A vinda do Senhor é um sinal de alerta sobre o perigo do mau uso da língua. Devemos ter cuidado para não nos queixarmos uns dos outros (5.9). Também devemos ter cuidado para não fazermos juramentos impróprios (5.12). E mais fácil fazer um voto do que cumpri-lo. Mas ao fazermos um voto, devemos cumpri-lo, porque DEUS não gosta de tolos (Ec 5.4). E mais importante ser real do que dramático. Nosso sim deve significar sim e o nosso não deve significar não. Devemos ser íntegros em nossa palavra. Não podemos ser pessoas divididas internamente. Devemos nos livrar da mente dupla. Devemos ser íntegros com DEUS e com os homens e praticar uma devoção à verdade, se é que ela habita em nós.
A vinda do Senhor está próxima (5.8), está às portas (5.9). Enquanto JESUS não volta não esperamos vida fácil neste mundo (Jo 16.33). Paulo nos lembra que é em meio a muita tribulação (At 14.22). Devemos ser pacientes até JESUS voltar.
Mas como podemos experimentar esse tipo de paciência até JESUS voltar? Tiago dá três exemplos de paciência para encorajar os crentes:
A paciência do lavrador (Tg 5.7-9)
Se uma pessoa é impaciente, ela nunca deve ser um agricultor. O agricultor planta a semente certa, no campo certo, no tempo certo, sob as condições certas. A semente nasce, cresce, floresce e frutifica. O agricultor não tem nenhum controle sobre o tempo. Muita chuva pode danificar a lavoura. Falta de chuva pode pôr toda a colheita a perder.
O agricultor na Palestina dependia totalmente das primeiras chuvas que vinham em outubro (para o plantio), e das últimas chuvas que vinham em março (para a colheita).
O tempo está fora do seu controle. Ele tem que confiar e esperar. E DEUS quem faz a semente brotar, germinar, crescer e frutificar. Ele náo pode fazer nada nesse processo (Mc 4.26-29).
Por que o agricultor espera? Porque o fruto é precioso (5.7). “E náo nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se náo houvermos desfalecido” (G1 6.9). Tiago descreve o crente como um agricultor espiritual que procura uma colheita espiritual. “Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima” (5.8).
O nosso coraçáo é o solo. A semente é a Palavra de DEUS. Há estações para a vida espiritual, como há estações para o solo. Muitas vezes nosso coraçáo se torna seco e cheio de espinhos (Jr 4.3). Entáo DEUS manda a chuva da sua bondade e rega a semente plantada, mas devemos ser pacientes para esperar a colheita.
DEUS está procurando frutos em nossa vida (Lc 13.69). Devemos produzir o fruto do ESPÍRITO (G1 5.22,23). E o único meio de darmos frutos doces é sermos provados (1.2-4). Em vez de ficarmos impacientes, devemos saber que DEUS está trabalhando em nós.
Você só pode se alegrar nessa colheita espiritual, se o seu coraçáo estiver fortalecido (5.8). Um coraçáo instável não produz fruto. Um agricultor está sempre trabalhando em sua lavoura. DEUS está trabalhando em nós para tirar de nós uma colheita abundante. Um lavrador não vive brigando com os seus vizinhos. Ele está cuidando da sua própria lavoura. Não devemos perder o foco e viver falando mal uns dos outros (5.9).
A paciência dos profetas (Tg 5.10)
Os profetas foram homens que andaram com DEUS, ouviram a voz de DEUS, falaram em nome de DEUS, mas passaram também por grandes aflições. Eles trilharam o caminho estreito das provas e foram pacientes. Privilégio e provas caminharam juntos na vida dos profetas. Privilégio e sofrimento; sofrimento e ministério caminharam lado a lado na vida dos profetas.
Isaías náo foi ouvido pelo seu povo. Ele foi serrado ao meio. Jeremias foi preso, jogado num poço e maltratado por pregar a verdade. Ele viu o cerco de Jerusalém e chorou ao ver o seu povo sendo destruído. Daniel foi banido da sua terra e sofreu pressões quando jovem. Sofreu ameaça e perseguição por causa da sua fidelidade a DEUS, a ponto de ser jogado na cova dos leões. Ezequiel também foi duramente perseguido. Estêvão denunciou o sinédrio: “A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que dantes anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e homicidas” (At 7.52).
JESUS disse: “Bem-aventurado sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós” (Mt 5.11,12). Quando você estiver enfrentando sofrimento, não coloque em dúvida o amor de DEUS, pois pessoas que andaram com DEUS como você, também passaram pelas aflições. Seja paciente!
O apóstolo Paulo diz: “E na verdade todos os que querem viver piamente em CRISTO JESUS padecerão perseguições” (2Tm 3.12). Nem sempre a obediência a DEUS produz vida fácil! Se a igreja for mais perseguida, será mais fiel? Não. Se ela for mais fiel será mais perseguida. Isso significa que DEUS não nos poupa das aflições, mas Ele nos assiste nas aflições. Elias anunciou ao ímpio rei Acabe que a seca viria sobre Israel. Ele também sofreu as conseqüências da seca, mas DEUS cuidou dele e lhe deu vitória sobre os ímpios.
A vontade de DEUS jamais levará você onde a graça de DEUS não possa lhe sustentar. A nossa paciência em tempos de prova é um poderoso testemunho do evangelho àqueles que vivem ao nosso redor. O apóstolo Paulo escreve: “Porquanto tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4). Quanto mais conhecemos a Bíblia, mais DEUS pode nos consolar em nossas tribulações.
Como um agricultor, devemos continuar trabalhando e como os profetas, devemos continuar testemunhando.
A paciência de Jó (Tg 5.11,12)
Tiago diz: “Eis que chamamos bem-aventurados os que suportaram aflições...” (5.11). Mas você não pode perseve- rar a não ser que haja provas em suas vida. Não há vitória sem luta. Não há picos sem vales. Se você deseja a bênção, você tem que estar preparado para carregar o fardo e entrar nessa guerra.
Certa feita ouvi um cristão orar: “Oh DEUS, ensina-me as profundezas da Tua Palavra. Eu desejo ser arrebatado até o terceiro céu e ver e ouvir as coisas maravilhosas que Tu tens lá”. Embora a oração tenha sido sincera, ela partiu de um crente imaturo. Paulo foi arrebatado até o terceiro céu; ele viu e ouviu coisas gloriosas demais para contar. E como resultado, DEUS colocou um espinho em sua carne para mantê-lo humilde (2Co 12.1-10). Tem que existir um equilíbrio entre privilégios e responsabilidades, bênçãos e provas.
O livro de Jó pode ser dividido assim: 1) As perdas de Jó (1-3); 2) As acusações contra Jó e sua defesa contra os ataques de seus amigos (4-31); 3) A restauração de Jó (38-42). As circunstâncias estavam contra Jó; os homens estavam também contra ele; a sua esposa, de igual forma, ficou contra ele; seus amigos estavam contra ele. Satanás estava contra ele. Ele pensou que DEUS também estava contra ele. Mesmo assim, ele perseverou! Ele provou que um homem pode amar a DEUS acima dos bens, da família e da própria vida. Jó derrubou todas as teses de Satanás.
Jó era um homem piedoso, justo, próspero, bom pai, sacerdote da família, preocupado com a glória de DEUS. O próprio DEUS dá testemunho a seu respeito. DEUS o constitui Seu advogado na terra. Satanás prova Jó com a permissão de DEUS. Jó perdeu todos os seus bens, perdeu todos os seus filhos e perdeu também a sua saúde (Jó 1.22; 2.10). Jó perdeu o apoio da sua mulher. Jó perdeu o apoio dos seus amigos. Jó faz 16 vezes a pergunta: por quê? Jó expressa sua queixa 34 vezes. Mas no auge da sua dor, ele disse para DEUS: “Ainda que DEUS me mate, ainda assim, esperarei nele...” (Jó 13.15).
DEUS restaura a sorte de Jó, dando-lhe o dobro dos bens. Por que não deu o dobro dos filhos? Porque quando os animais foram embora, eles realmente foram. Eles não tinham almas imperecíveis. Mas quando os filhos foram fisicamente, eles na verdade não foram. Eles estavam com DEUS no céu. Assim, agora, Jó tem dez filhos no céu e dez filhos na terra. Em tudo isso Jó triunfou.
Jó esperou pacientemente no Senhor e DEUS o honrou. Ele não explicou nada para Jó, mas apesar de Jó não conhecer os porquês de DEUS, ele pôde conhecer o caráter de DEUS (Jó 42.5). A maior bênção que Jó recebeu não foi saúde e riqueza, mas um conhecimento mais profundo de DEUS. Isso é a própria essência da vida eterna (Jo 17.3).
O livro de Jó nos prova que DEUS tem propósitos mais elevados no sofrimento do que apenas punir o pecado. O propósito de DEUS no livro de Jó é revelar-se como o DEUS cheio de bondade e misericórdia (Jó 5.11). Jó passou a conhecer o Senhor de uma forma nova e mais profunda. O propósito de Satanás era fazer de Jó um homem impaciente com DEUS. Isto porque um homem impaciente com DEUS é uma arma nas mãos do maligno. Mas o propósito de DEUS em permitir Jó sofrer foi fortalecê-lo e fazer dele uma bênção maior para o mundo inteiro.
Tiago deseja encorajar-nos a sermos pacientes em tempos de provas. Como um agricultor, devemos esperar por uma colheita espiritual, por frutos que glorifiquem a DEUS. Como os profetas, devemos procurar oportunidades para testemunhar mesmo no meio do sofrimento. Como Jó, devemos esperar para que o Senhor complete Seu amoroso propósito em nós, mesmo em meio ao sofrimento.
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Como enfrentar as Provas pacientemente ( Tiago 5: 7-11 ) - Comentário Bíblico - John Macarthur - NT (Tradução M4ycqn)
Portanto, seja paciente, irmãos, até a vinda do Senhor. O lavrador espera o precioso produto do solo, sendo paciente sobre ele, até que ele recebe as chuvas precoces e tardias. Você também ser paciente; fortalecer os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. Não reclame, irmãos, uns contra os outros, para que vós mesmos não podem ser julgados; Eis que o juiz está à direita na porta. Como exemplo, irmãos, de sofrimento e de paciência, tenham os profetas que falaram em nome do Senhor. Contamos aqueles abençoados que suportou. Você já ouviu falar da paciência de Jó, e vistes o resultado de procedimentos do Senhor, que o Senhor é cheio de compaixão e é misericordioso. ( 5: 7-11 )
Nos seis primeiros versículos do capítulo 5 , Tiago repreendeu fortemente os ímpios ricos que abusaram dos pobres justos. Em versículos 7-11 ele muda seu foco de os perseguidores para os perseguidos, movendo-se de condenar os infiéis, abusivo rico para confortar os fiéis, abusou pobres. Tiago também instrui os pobres que sofrem, como o que atitude eles estão a ter no meio da perseguição. O tema desta seção é definir como ser paciente em ensaios.
O problema é uma parte inevitável da vida e da experiência universal do que reflecte a realidade em que vivemos, um mundo amaldiçoado caído. Job declara cedo na história da redenção de que "o homem nasce para a tribulação, como as faíscas voam para cima" ( Jó 5: 7 ). JESUS disse em João 16:33 : "No mundo tereis aflições", enquanto Paulo advertiu novos cristãos da Galácia: "Através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de DEUS" ( Atos 14:22 ). Paulo também escreveu aos romanos da certeza do sofrimento neste mundo ( Rom 8:18. , e disse a Timóteo para "juntar-se a mim em sofrimento para o evangelho") ( 2 Tim. 1: 8 ), porque "todos os que desejam viver piedosamente em CRISTO JESUS serão perseguidos "( 2 Tim. 3:12 ). "Amados," Pedro aconselhou: "não se surpreender com o fogo ardente no meio de vós, que vem sobre vós para o seu teste, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo, mas na medida em que você compartilha os sofrimentos de CRISTO, manter em alegres "( 1 Ped. 4: 12-13 ).
Além dos ensaios normais de vida, os crentes enfrentam um tipo de problema não experimentada por descrentes-perseguição por causa de CRISTO. Que a igreja enfrenta rejeição pelo mundo hostil que rejeita o evangelho é um tema recorrente no Novo Testamento. No Sermão do Monte, JESUS disse:
Bem-aventurados aqueles que foram perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque vosso galardão nos céus é grande; pois da mesma forma perseguiram os profetas que foram antes de vós. ( Mateus 5: 10-12. )
"Se a mim me perseguiram," Ele disse aos Seus discípulos em João 15:20 , ". também vos perseguirão a vós" Atos 8: 1-2 e 11:19 descrever a perseguição devastadora da igreja de Jerusalém liderada por Saulo de Tarso. Depois de sua conversão no caminho de Damasco, Paulo elogiou os cristãos de Tessalônica "para a [sua] perseverança e fé no meio de todas as [suas] perseguições e aflições que [eles] suportar [d]" ( 2 Tessalonicenses 1: 4. ) .
No início de capítulo 5 , Tiago descreveu a perseguição vivida por alguns de seus leitores nas mãos dos ímpios ricos ( 5: 1-6 ; cf. 2: 6 ). Ele os elogiou por não retaliar ( 5: 6 ), mas sim manter um espírito de brandura e mansidão. Ao fazer isso eles manifestado a mesma atitude de CRISTO, que "ao ser insultado, Ele não revidava; enquanto sofrimento, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" ( 1 Pe 2:23. ) .
No entanto, Tiago era sábio o suficiente para perceber que os crentes podem reagir de forma errada a perseguição. Até mesmo o apóstolo Paulo, indignado com ilegalmente ser atingido por ordem do sumo sacerdote, explodiu "DEUS vai atacar você, parede caiada!" ( Atos 23: 3 ).Essa observação destemperada foi uma resposta inadequada à perseguição, como o próprio reconheceu Paulo ( Atos 23: 4-5 ). Aqueles que enfrentam provações e risco perseguição perdendo a paciência com suas circunstâncias, com outras pessoas, mesmo com o próprio DEUS.
Reconhecendo que o perigo, Tiago exortou seus leitores a ser paciente no meio de sua perseguição. Paciente é de makrothumeō , uma palavra composta de makros , "longo" e thumos , "raiva"; em Inglês moderno vernacular "long-humorado" (cf. Ex. 34: 6 ; Sl 86:15. ; Pv 15:18. ;16:32 ; Rom. 2: 4 ). É uma palavra diferente da traduzida como "resistência" em Tiago 1: 3-4 . Essa palavra, hupomone (Lê-se Ipomonê) , refere-se a suportando pacientemente as circunstâncias difíceis; makrothumeō refere-se a suportando pacientemente as pessoas difíceis (cf. Mt 18:26. , 29 ; 1 Tessalonicenses 5:14. ). Ambos são essenciais; paciência com as pessoas é tão importante quanto a paciência em circunstâncias difíceis. Paciência é o DEUS justo padrão espera que todos os crentes se conformar com não importa o julgamento que eles enfrentam. Assim, paciência sob perseguição torna-se um outro teste de genuína fé salvadora para Tiago. Ele também exorta os cristãos verdadeiros permanecer paciente não importa quão grave ou implacável seus sofrimentos.
Tiago dá seis perspectivas práticas que permitam crentes a suportar pacientemente ensaios: antecipar a vinda do Senhor, reconhecem julgamento do Senhor, seguem os servos do Senhor, entender a bênção do Senhor, perceber o propósito do Senhor, e considerar o caráter do Senhor.
Antecipar a vinda do Senhor
Portanto, seja paciente, irmãos, até a vinda do Senhor. O lavrador espera o precioso produto do solo, sendo paciente sobre ele, até que ele recebe as chuvas precoces e tardias. Você também ser paciente; fortalecer os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. ( 5: 7-8 )
Três vezes nesta seção ( vv. 7, 8 , 9 ), Tiago se refere a grande esperança do crente, a segunda vinda do Senhor JESUS CRISTO. A percepção de que as coisas nem sempre será como eles estão agora, que os crentes estão indo para "a cidade ... cujo arquiteto e construtor é DEUS" ( Heb. 11:10 ), fornece uma grande esperança para os submetidos à perseguição. Por essa razão, o mais perseguido uma igreja é o mais ansiosamente antecipa o retorno de JESUS CRISTO; Por outro lado, o indulgente igreja afluente, e mundana tem pouco interesse em volta do Senhor.
Parousia ( vinda ) é um Novo Testamento termo escatológico importante. É o termo mais comumente usado nas epístolas do Novo Testamento para a segunda vinda de JESUS CRISTO (cf. 1 Cor 15:23. ; . 1 Tessalonicenses 2:19 ; 3:13 ; 4:15 ; 5:23 ; 2 Tessalonicenses . 2: 1 , 8 ; 2 Pedro 1:16. ; 3: 4 ; 1 João 2:28 ; cf. Mt 24: 3. , 27 , 37 , 39 ). Parousia refere-se a mais do que apenas vir; que inclui a idéia de "presença". Talvez a melhor tradução Inglês seria "chegada". Grande esperança da Igreja é a chegada de JESUS CRISTO, quando Ele vem para abençoar Seu povo com Sua presença. Essa gloriosa verdade aparece em mais de 500 versos em toda a Bíblia.

Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Paciência até a Volta de CRISTO. 5:7-11 - Comentario Biblico Moody
7. Tiago agora deixa de lado o fico mau e passa a aconselhar o pobre oprimido. Suas instruções são no sentido do pobre suportar com paciência sua situação econômica e social à vista da iminente volta, do Senhor. Não há nenhuma sugestão aqui de subversão. Como exemplo de alguém que deve exercitar a paciência, Tiago cita o caso do lavrador que espera o precioso fruto da terra. Na Palestina, as primeiras . . . chuvas (outubro/novembro) vinha depois da semeadura e as últimas chuvas (abril/maio) quando os campos já estavam amadurecendo. Ambas eram de suma importância para o sucesso da colheita.
8. Do mesmo modo o cristão, diz Tiago, não deve perder a paciência diante das adversidades, mas deve estabelecer firmemente o seu coração à vista do fato de que a vinda do Senhor está próxima.
9. As adversidades causam tensões, e estas se expressam nos relacionamentos humanos. Por isso Tiago adverte, não vos queixeis uns dos outros. Tal atitude os coloca em perigo de julgamento, e o juiz está às portas dos pobres.
10,11. Além dos lavradores, também, os profetas são citados como exemplos de sofrimento e paciência. É estranho que o exemplo de CRISTO não fosse aqui citado como em I Pé. 2:21-23. Jó era tradicionalmente considerado um profeta, e aqui foi explicitamente citado como um exemplo de perseverança. Este é o único lugar do N.T, onde Jó foi mencionado. O ponto principal da ilustração de Jó é que "a paciente perseverança mantém-se sobre a convicção de que as dificuldades não são sem significado, mas que DEUS tem alguma finalidade e propósito nelas, o que Ele há de realizar..." (Moffatt, op. cit., pág. 74).
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - Comentários Mattew Henry
Pense no que espera uma colheita de grão, e não esperará você uma coroa de glória? Se for chamado a esperar um pouco mais que o camponês, não será que existe algo mais valioso que esperar? Em todo sentido vem-se aproximando a vinda do Senhor e todas as perdas, privações e sofrimentos de seu povo serão recompensados. Os homens contam como longo o tempo porque o medem segundo suas próprias vidas, porém todo o tempo é como nada para DEUS; é como um instante. Uns quantos anos parecem séculos às criaturas de curta vida; mas a Escritura, que mede todas as coisas pela existência de DEUS, reconhece que milhares de anos são como alguns dias.
DEUS fez coisas no caso de Jó para mostrar claramente que Ele é muito compassivo e de tenra misericórdia. Isto não se vê durante seus problemas, mas viu-se o resultado; e agora os crentes encontram um final feliz para suas provações. Nossa felicidade eterna está segura se confiarmos nEle: todo o resto é pura vaidade que logo será terminada para sempre.
 
Paciência - μακροθυμεω makrothumeo - Lê-se Macroçamel - A REAÇÃO cristão a injustiça e opressão: paciência e perseverança ( 5: 7-11 ) - Comentário Bíblico Wesleyano
7  Seja paciente, pois, irmãos, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia.  Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima.  Murmur não, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está diante das portas 10  Tomar, irmãos, para um exemplo de sofrimento e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. 11  Eis que chamamos bem-aventurados os que suportaram tendes ouvido da paciência de Jó, e vistes o fim do Senhor, como o Senhor é cheio de misericórdia e misericordioso.
1. A esperança cristã: O Retorno de CRISTO ( 5: 7-9 )
Retorno de CRISTO tem sido a esperança da Igreja desde seus primórdios. O cristianismo tem sido uma religião histórica, e enfatizou a importância de eventos. Assim, existem determinados eventos que proporcionam significado, e o mais básico deles são criação, encarnação, crucificação, ressurreição e a segunda vinda. Estes eventos dar Christian história começo, meio e fim. O retorno do Senhor, então, não é o caminho para sair de uma terrível confusão; embora, por vezes, o mundo certamente recebe-se em uma condição aparentemente irremediável. No entanto, o retorno do Senhor é a esperança no DEUS da história que vai mostrar que todas as coisas estão em Suas mãos.
Agora, como o cristão percebe que todas as coisas serão reunidos a CRISTO e nada será deixado em pontas soltas, ele é capaz de suportar com paciência "as pedras e flechas da fortuna ultrajante" (Shakespeare). Paciência é a palavra chave, pois como é fácil tornar-se cansado em trabalhando sob pressão e oposição! Makrothumeein é a palavra usada para "paciência" aqui; que está em contraste com hupomone (Lê-se Ipomonê) (cf. capítulo 1 ). Makrothumeein é derivado de duas palavras que significam "longo" e "alma" ou a palavra para o espírito é um denotando emoção "," espírito ". welling tumultuada up de todo o espírito; uma poderosa emoção que aproveita e se move todo o homem interior ... É um paciente segurando sob julgamento.; um apoio de longo prolongada da alma de ceder à paixão, especialmente a paixão de raiva ".
Resumindo as várias palavras usadas para indicar a segunda vinda, Barclay diz que "é a invasão final da Terra pelo céu, e a vinda do Rei para receber a apresentação final e adoração de seus súditos; ... É DEUS aparecendo ao seu povo e de montagem Seu trono eterno; É DEUS orientando sobre o mundo a chama cheia da sua glória celestial. "
a. A bondade do Senhor em atrasar ( 5: 7 )
A figura do agricultor paciente, esperando o crescimento e amadurecimento de suas culturas, é o retrato da paciência de DEUS em esperar o amadurecimento do processo de salvação do mundo. Segundo Pedro 3: 9 paralela à idéia deste versículo: " O Senhor não retarda a sua promessa, como alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. "Certamente, se DEUS, em Seu conhecimento profundo da maldade indescritível de terra, pode ser paciente com os homens, os homens devem procurar ser paciente.
b. The Wait Firmes para a Sua vinda ( 5: 8 )
Esta seção enfatiza o fato de que sua vinda é iminente. CRISTO pode vir a qualquer momento. Vai ser tão repentina que a preparação não será possível depois de ele chegar. A vigilância, a recusa de desespero, na sequência do seu atraso, e preparação são essenciais para o cristão espera.
c. Salvando o julgamento para DEUS ( 5: 9 )
Stenadzein significa "gemido" ou "queixar-se de angústia," ao invés de "sopro". A passagem significa: "Não culpe o outro para a aflição da idade atual soon-to-be-ended." As queixas que são ouvidas dentro da Igreja sobre as faltas e falhas dos outros, tanto pequenos como grandes, causar um a admirar a presente orientação bíblica da Igreja. As queixas contra os nossos irmãos são motivo de julgamento de DEUS, mesmo que seja puro em todos os outros aspectos. Quantos estão gemendo, porque sua situação é causada pela indiferença, mornidão, liberalness, rigidez, excesso de zelo, e coisas do género, de outros na Igreja! Tiago condena tais gemidos e submete-o para julgamento divino. E mais uma vez ele exorta os homens a reconhecer a iminência do juiz divino na figura: eis que o juiz está às portas .
2. Exemplos de Paciência e da recompensa divina ( 5: 10-11 )
Os profetas e Jó são citados como exemplos de constância firme apesar das dificuldades graves. Através de seus exemplos que são instados a permanecer firme e não vacilar. Nenhum profeta é mencionado pelo nome, mas Jeremias, que suportou por maus-tratos, vem imediatamente à mente, juntamente com a visão tradicional dos sofrimentos de Isaías, que provavelmente foi cortado pela metade.
É somente nesta passagem que Jó é mencionado no Novo Testamento, e é provavelmente a partir dessa declaração que nós temos a frase moderna ", como paciente como Jó".
Não é o suficiente para olhar para estes exemplos de lealdade e firmeza em ensaio; é preciso também olhar para a maneira pela qual o propósito do Senhor foi realizado. Alguns interpretam o fim do Senhor como se referindo à morte de CRISTO, mas o contexto faria isso se referem ao cumprimento do propósito divino. Outras traduções trazer isso mais claramente. "Você já viu o propósito do Senhor" (RSV). "Você já ouviu falar ... como DEUS lidou com ele no final" (Phillips). "Você viu como o Senhor tratou-o no final" (NEB).
E a maneira pela qual DEUS tratada Jó no final é com piedade ou compaixão e misericórdia. Agora, se o Senhor tratou de tal forma com os seus profetas e com Jó, se eram esses homens abençoados e que mesmo aqui na terra, a segunda vinda do Senhor será ainda muito mais abençoado e glorioso, e a continuação firme nos caminhos de DEUS ea perseverança de injustiça será amplamente recompensado pela Sua presença e recompensa.
 
 
AJUDA
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Referências Bibliográficas (outras estão acima)
Dicionário Bíblico Wycliffe. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal, Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006, Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
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Tesouro de Conhecimentos Biblicos / Emilio Conde. - 2* ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de DEUS, 1983
Wiesber, Comentário Bíblico. Editora Geográfica, 2008,
Champlin, Comentário Bíblico. Hagnos, 2001,
Concordância Exaustiva do Conhecimento Bíblico "The Treasury of Scripture Knowledge"
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Bíblia The Word
Bíblia SWord
Dicionário Strong Hebraico e Grego
Dicioário teológico - Claudionor Correa de Andrade
Enciclopédia Ilúmina
Obra da Carne e o Fruto do ESPÍRITO - William Barclay
Bíblia da Liderança cristã - John C Maxwell
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