24 outubro 2011

Extremistas querem eliminar os cristãos no Iraque



Número de cristãos no país caiu nos últimos dez anos

Extremistas querem eliminar os cristãos no Iraque
Membros da organização Orange County, na Califórnia – que fornece ajuda aos crentes perseguidos em todo o mundo – dizem que, enquanto a atenção do mundo deslocou-se para países como Síria, Egito, Afeganistão e Paquistão, a migração em massa de cristãos no Iraque continua.

Segundo um comunicado à imprensa da Portas Abertas,  antes da Guerra do Golfo em 1991, o número de cristãos era de cerca de um milhão. "Esse número caiu para cerca de 850 mil  em 2003, no início da invasão liderada pelos EUA, que pôs fim ao regime de Saddam Hussein”. Desde então, os números continuam caindo.

"No início do verão, a Portas Abertas estimava o número de cristãos remanescentes no Iraque em 345 mil. No entanto, o número diminui a cada mês”, afirmou um funcionário. “É uma estimativa; alguns até acham que no país há ainda menos cristãos do que isso.”

Bassam Isho, 30, que foi morto por pistoleiros desconhecidos em 1º de outubro, é considerado um mártir pelos cristãos de Mosul. Homens armados entraram no restaurante onde Isho trabalhava e abriram fogo, matando-o instantaneamente, de acordo com a Portas Abertas.

Nessa mesma semana, mais dois cristãos foram mortos em Kirkuk. É este tipo de violência, incluindo o assédio contínuo por parte de extremistas muçulmanos, que tem levado muitos cristãos do Iraque à procura de refúgio.

"Os cristãos iraquianos sentem que o governo não consegue dar-lhes segurança e liberdade para cultuar em paz”, disse o porta-voz da Portas Abertas EUA, Jerry Dykstra, ao The Christian Post. "Muitos cristãos têm sido ameaçados, roubados, violados, raptados ou mortos."


Fonte: Portas Abertas

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