SEJÁ VOCÊ TAMBÉM UM SEGUIDOR

Marcadores

Aborto (11) ACONSELHAMENTO PRÉ-MATRIMÓNIAL (5) Adolecentes Cristão (2) ADPB (1) ADULTÉRIO (2) Agradecimento (1) Aniversario (10) Apologética Cristã (10) Arqueologia (1) As Inquisições (1) Assembleia de Deus (5) Barack Obama (2) Batismos (29) Bíblia (3) Brasil (48) Casamento (25) CGADB (19) Ciência (6) Círculo de Oração (5) CLASSE BERÇÁRIO (26) CLASSE DOS DISCIPULANDOS (55) CLASSE JOVENS E ADULTOS CENTRAL GOSPEL (72) CLASSE JOVENS E ADULTOS BETEL (151) CLASSE MATERNAL (104) Congresso (49) CPAD (6) Cruzada (3) Curiosidades (3) Cursos (3) Departamento Infantil (5) Depressão (2) Desaparecido (4) DESENHOS BIBLICOS (1) Desfiles (3) Dia do Pastor (4) Discipulado (64) Divórcio (4) EBD (20) EBO (21) Escatologia (2) Estudantes (2) Estudos (506) Eventos (118) FALECIMENTO (5) Família (16) Filmes (18) Galeria de Fotos (12) Gospel (285) Gratidão a Deus (1) Hinos Antigos (3) História (4) Homenagens (3) Homilética (4) Homoxesualismo (3) Ideologia de Gênero (12) Idolatria (3) Inquisição (2) Islamismo (10) Israel (18) JARDIM DA INFANCIA (7) LIção de Vida (2) Louvor (1) Luto (42) Maçonaria (3) Mães (3) Mensagens (56) Ministério (34) Missões (148) MODISMOS (2) Mundo (610) Mundo Cristão (178) MUSICAS EVANGÉLICAS (3) Namoro Cristão (8) Noivados (1) Notícias (3155) Obreiros (9) ONU (4) Oração (1) Pneumatologia (1) política (121) Psicopedagogia (3) Pureza sexual (8) Realidade Social (17) Reforma Protestante (4) RELIGIÕES (3) Retiro (4) REVISTA BETEL JOVENS (1) Revista Central Gospel (1) REVISTA CLASSE PRIMARIOS (230) REVISTA CLASSE DOS PRE-ADOLESCENTES (267) REVISTA CLASSE DOS ADOLESCENTES (280) REVISTA CLASSE JARDIM DA INFANCIA (111) REVISTA CLASSE JARDIM DA INFÂNCIA (111) REVISTA CLASSE JUNIORES (243) REVISTA DA CLASSE JOVENS CPAD. (187) REVISTA DA CLASSE JOVENS. (319) REVISTA DA CLASSE ADULTOS (872) REVISTA DA CLASSE JOVENS E ADULTOS (395) REVISTA DA CLASSE JUVENIS (262) Revista Maternal (63) Santa Ceia (3) Saúde (45) Seminário (4) Sexualidade (7) Subsídios (1507) Subsídios EBD (1900) Subsídios EBD Videos (593) Templos (3) Teologia (5) Testemunho (1) TRANSGÊNEROS (2) Utilidade publica (1) UTILIDADE PÚBLICA (2) Vida de Adolecente (5) videos (106) Virgilha (1)

18 janeiro 2011

TERÇA-FEIRA, 4 DE JANEIRO DE 2011
O PODER IRRESISTÍVEL DA COMUNHÃO NA IGREJA. Subsídio para Lição Bíblica - 1º Trimestre/2011
Marcadores: LIÇÕES BÍBLICAS
Lição 4 - 1º Trimestre de 2011
Texto Bíblico: Atos 2.40-47
Texto Áureo: Ef 4.3,4

Comunhão e unidade são dois temas que não podem estar desassociados.

A COMUNHÃO DOS SANTOS

O termo grego para “comunhão” é koinonia, que significa “tendo em comum, sociedade, companheirismo”. Dentre outras coisas, denota a parte que alguém tem em algo: "É, assim, usado acerca: das experiências e interesses comuns dos cristãos (At 2.42; Gl 2.9)” (VINE, 2003 p. 485).

Arrington (2003, p. 639) afirma que:

A palavra "comunhão" (gr. koinonia) expressa a unidade da igreja primitiva. Nenhuma palavra em nosso idioma traduz seu significado completamente. Comunhão envolve mais que um espírito comunal que os crentes compartilham uns com os outros. É uma participação comum em nível mais profundo na comunhão espiritual que está em Cristo.

Desta forma, comunhão dos santos é mais do que a simples partilha de bens materiais, é o desfrutar comum das bênçãos espirituais e da participação no corpo de Cristo pelo Espírito.

O termo “santos”, do grego hágios, é geralmente utilizado no plural para identificar todos os que professam a fé em Cristo (Rm 1.7; 1 Co 1.2; Ef 1.1 ss).

A expressão “comunhão dos santos”, do latim communio sanctorum, não aparece na Bíblia, embora idéia esteja presente. O termo foi utilizado pela primeira vez por Nicéias (ou Nicetas) de Remesiana, por volta de 400 d.C.

Conforme o Dicionário Bíblico de Wycliffe (2006, p. 439), os ensinos sobre esta verdade se apresentam da seguinte forma:

- O surgimento da comunhão dos santos: A comunhão dos santos surge com o novo nascimento (Jo 3.1-12), sendo desta forma, limitada àqueles que estão em Cristo Jesus (2 Co 5.7). Por ter um Pai espiritual comum, possuem uma irmandade espiritual comum (Hb 2.11-13)

- A essência da comunhão dos santos: A comunhão representa a unidade espiritual que liga os crentes a Jesus e uns com os outros (Jo 15.1-10; 17.21-23; Ef 4.3-16). Embora transcenda os laços naturais (Gl 3.28; Cl 3.11), não elimina as diferenças comuns às pessoas (1 Co 7.20-24; Ef 6.5-9).

- Os resultados da comunhão dos santos: O compartilhamento mútuo das bênçãos materiais (Rm 12.13; 15.26, 27; 2 Co 8.4; 9.9-14; Fl 4.14-16) é um das manifestações visíveis desta comunhão. Em um nível mais elevado, como já colocamos, a participação nos dons espirituais (MT 25.15; 1 Co 12.1-31) dentro da comunidade cristã, é outra forma de manifestação da comunhão dos santos.

Barclay (2000, p. 7), identifica sete aspectos da comunhão que caracteriza a vida cristã:

- A comunhão que implica um compartilhar de amizade (1 Jo 1.3)

- A comunhão que implica um compartilhar dos bens materiais (Rm 15.25; 2 Co 8.4; 9.13; Hb 13.16)

- A comunhão que implica uma cooperação na obra de Cristo (Fp 1.5)

- A comunhão que implica uma convivência na comunidade da fé (Ef 3.9)

- A comunhão implica uma relação com o Espírito (2 Co 13.14; Fp 2.1)

- A comunhão implica uma relação com Cristo (1 Co 1.9; 10.16; Fl 3.10)

- A comunhão implica uma relação com o Pai (1 Jo 1.3, 6)

A koinonia cristã, conforme Barclay, é aquele vínculo que liga os cristãos uns aos outros, a Cristo e a Deus.

A COMUNIDADE DOS BENS

Existem evidências históricas de que a “comunidade dos bens”, entendida como a participação comum de um grupo em todos os bens dos membros deste grupo, foi idealizada por Pitágoras (Kenner, 2004, p. 345) como um modelo utópico e ideal de convivência. Williams (1996, p. 78) e Champlin (2001, p. 824) fazem referência citação de Filo louvando os essênios por esta prática. Josefo (2005, p. 827) relata sobre os essênios:

Possuem todos os bens em comum, sem que os ricos tenham maior parte que os pobres”. E ainda, “Assim, eles se servem uns dos outros e escolhem homens de bem da ordem dos sacerdotes, que recebem tudo o que eles recolhem de seu trabalho e têm o cuidado de fornecer alimento a todos. (Idem)

O Novo Testamento registra em várias passagens esta prática (Jo 12.6; Lc 8.3; At 4.36, 57 e 5.1), estando o principal episódio registrado em Atos 2.42-47. Para Champlin (Idem):

A partilha informal, naturalmente alicerçada sobre o amor de um crente por outro, é o padrão das virtudes cristãs, mas isso não precisa transformar-se em uma partilha formal e obrigatória de bens.

IGREJA E COMUNISMO

Alguns defendem a idéia de que Atos 2.42-47 é uma proposta bíblica para o comunismo. “Porém, não há qualquer dogma, no Novo Testamento, no sentido de que a experiência deveria ser universal, compulsória e permanente”. (ibdem, p. 826). Observemos a posição de outros estudiosos das Escrituras:

O fato de mais tarde Barnabé ser destacado por vender uma propriedade indica que esta prática não é algo que todos os crentes fazem (At 4.36,37). Os novos crentes estão dispostos a compartilhar suas possessões quando surgem necessidades (v. 45). O termo comunismo não descreve esta prática. Antes, eles estão expressando amor espontâneo, e é completamente voluntário. (ARRINGTON, 2003, p. 640)

“O amor cristão manifestou-se num programa social de assistência material aos pobres. Essa atitude cristã de partilhar com os outros parece que se limitou aos primeiros anos da igreja de Jerusalém e não se estendeu às novas igrejas conforme o Evangelho foi sendo levado através da Judéia.” (PFEIFFER; HARRISON, 1987, p. 245)

Um dos resultados foi a prontidão dos crentes em partilhar seus bens uns com os outros. Isto se tornou prática comum entre os crentes. O verbo está no imperfeito e podia ser traduzido assim: ‘continuavam a usar todas as coisas em comum’. Para esses cristãos a espiritualidade era inseparável da responsabilidade social (Dt 15.4s; At 6.1-6; 11.28; 20.33-55; 24.17 ss). Parece que o comunitarismo teria sido uma solução provisória neste caso, e necessário naquela circunstância. (WILLIAMS, 1996, p. 77)

É verdade que Jesus ordenou a um jovem governante rico que vendesse os seus bens e desse o dinheiro aos pobres (Lc 18.18-30), mas a razão para a ordem era testar a fé, e não forçar um nivelamento social e econômico. [...] Jesus disse: ‘Porquanto sempre tendes convosco os pobres, mas a mim não me haveis de ter sempre’ (Mt 26.11). (PFEIFFER; VOS; REA, 2006, p. 440)

Que conclusões podem ser tiradas, então, com respeito à abordagem bíblica ao comunismo? Em primeiro lugar, A Bíblia certamente não apóia o Comunismo Marxista com sua filosofia anti-Deus e seu conceito de guerra de classes. Várias passagens (por exemplo Ef 6.5-9; Cl 3.22; 4.1) admoestam os trabalhadores a ter boas relações com os seus patrões e vice-e-versa. Segundo, a posse pública da propriedade entre os crentes parece ter sido restrita a Jerusalém. (Idem)

Para concluir, entendo que tanto o Capitalismo Selvagem, quanto o Comunismo Utópico, são sistemas sócio-político-econômicos desprovidos dos princípios bíblicos de amor, comunhão, voluntariedade e generosidade.

Como bem colocam Pfeiffer, Vos e Rea (Idem, p. 441):

Se os crentes hoje desejarem viver em um acordo onde os cristãos tenham a posse pública dos bens, eles devem se sentir livres para assim proceder; mas a Escritura não os obriga a viver desta maneira, e eles não devem julgar os outros crentes que preferem usufruir a posse privada da propriedade. Todos devem lembrar de que são meramente mordomos de tudo o que Deus lhes tem dado, e que são exortados a exercitar a mordomia fiel das posses que lhe foram confiadas.

A UNIDADE ORGÂNICA DO CORPO DE CRISTO
O texto de 1 Co 12.12-27, que trata da unidade orgânica da Igreja, nos possibilita a compreensão de verdades essenciais para a transformação da nossa maneira de ser, pensar, falar e agir sobre este organismo vivo e espiritual no qual estamos inseridos, do qual fazemos parte.
- Fomos todos batizados em um corpo (v. 13a)
Em termos orgânicos e espirituais, a Igreja não é formada de “corpos”, antes, é um corpo formado de “membros”. Os verdadeiros cristãos, independente de onde estejam, separados por barreiras denominacionais, doutrinárias, ideológicas, conceituais, geográficas, sociais ou qualquer outra, são membros “colocados” para dentro de um único corpo.
- Bebemos todos de um só Espírito (v. 13b)
O Espírito é a fonte de onde emana vida espiritual. Pelo Espírito somos saciados e nutridos com a vida de Deus. Todo o corpo com os seus membros podem funcionar perfeitamente, pois não haverá escassez desta água renovadora. Todos podem beber, pois não há acepção de órgãos. Não há privilégios apenas para alguns. A fonte é abundante e inesgotável.
- Temos o sentido de ser e fazer apenas na relação com o outro (v. 14-23)
A interdependência é a tônica que rege os órgãos do corpo. Um órgão não tem sentido sem o outro, pois só existe para servir, não é um mero adereço no corpo. Nenhum órgão subsiste naturalmente fora do corpo. Só no corpo ele “é”, e apenas no corpo ele “faz”, se realizando numa relação de reciprocidade de serviço e de utilidade. Ser órgão é ser “parte de”, e não “ser em si”.
- Precisamos ter cuidado com o que pensamos e dizemos (v. 15, 16 e 21)
O pensamento precede a fala. A boca fala daquilo que o coração está cheio. A fala manifesta os segredos da alma. O fato de achar e dizer que não somos do corpo não nos tiram do corpo. Afirmar que não precisamos um outro, além de manifestar arrogância, revela também o nosso auto-engano. Precisamos sim um dos outros. Não podemos negar isto com ações ou palavras. Sozinhos não iremos longe. Sozinhos morreremos.
- Contentemo-nos com a posição que ocupamos no corpo (v. 18 e 24)
É necessário saber que é Deus quem dispõem, coloca, coordena e concede lugares, funções e honras no corpo. Não é simplesmente uma escolha pessoal, antes, se trata de uma determinação soberana e graciosa. Soberana, pois tudo é de Deus, e graciosa, pois não é meritória, não é fruto de nossas obras ou méritos pessoais ocupar este ou aquele lugar, esta ou aquela função, receber esta ou aquela honra. Tudo é dele e para Ele.
- Cuidemos uns dos outros com igual cuidado (v. 25)
É preciso entender que somos como membros do mesmo corpo, cuidadores. Cuidar implica em nutrir, suster, socorrer, ajudar, ouvir, apoiar e outras ações. Mas, não devemos apenas ser cuidadores. Precisamos cuidar de todos sem acepção, sem preferencialismo. É fazer o bem sem ver a quem. Trata-se de ação misericordiosa e desinteressada. Cuidar é amar. Cuidar é fazer o que deve ser feito, norteado pelos mais nobres sentimentos e objetivos.
- Soframos com o sofrimento alheio (v. 26a)
A indiferença para com o sofrimento dos outros órgãos do corpo, por suas disfunções, enfermidades, carências ou doenças, não é uma atitude esperada ou desejada de quem está comprometido com o todo. Chorai com os que choram. Se coloque no lugar do outro. Tente perceber suas dores, medos, temores, ansiedades, angústias e frustrações.
- Alegremo-nos com a alegria alheia (v. 26b)
A inveja, conceituada como “profunda tristeza com o sucesso, conquistas, vitórias, bênçãos e felicidade dos outros” pode impedir, de alegrarmo-nos com a alegria do no nosso irmão, do outro membro. Celebremos, festejemos, regozijemo-nos, alegremo-nos quantas vezes for necessário com a forma de Deus honrar o nosso próximo.
- Tenhamos uma visão geral do corpo (v. 27a)
Uma visão geral nos possibilita uma compreensão macro da unidade, da comunhão, da interdependência, da grandeza, da beleza, da magnitude, da força, da vitalidade, do crescimento, da força, da inteireza de ser corpo de Cristo. Trata-se de uma visão onde o “eu” se funde com o “tu” formando um “nós”.
- Tenhamos uma visão sistêmica do corpo (v. 27b)
Tal visão nos proporciona uma percepção mais apurada e individualizada da multiplicidade de funções (multifuncionalidade) dos órgãos e membros, das suas particularidades, atribuições e interligações. Das nossas possibilidades de agregar valor ao corpo, e do valor que os demais membros agregam a este corpo.
Uma compreensão da unidade orgânica do corpo é vital para o seu próprio crescimento, para a manutenção de sua saúde e funcionalidade, tanto numa perspectiva do todo, como na perspectiva de cada membro deste corpo.
UNIDADE DOUTRINÁRIA
Sobre "unidade doutrinária", recomendo a leitura dos posts abaixo, publicados neste blog, que expressa a realidade que vivenciamos em termos de Assembleia de Deus no Brasil:
- Por um Concílio das Assembleias de Deus no Brasil (1)
- Por um Concílio das Assembleias de Deus no Brasil (2)
- Por um Concílio das Assembleias de Deus no Brasil (3)
- Por um Concílio das Assembleias de Deus no Brasil (4)
- Por um Concílio das Assembleias de Deus no Brasil (5)
UNIDADE DENOMINACIONAL
Em pleno ano do Centenário, vivenciamos também uma crise na unidade denominacional. Tal crise é caracterizada:
- Pelos litígios convencionais e ministeriais nos estados e regiões, onde em alguns lugares os membros e obreiros de uma convenção, ministério ou igreja, são proibidos de visitar ou participar da atividade da "outra", sob pena de disciplina ou exclusão. É verdade que alguns litígios são provocados pela ganância, vaidade, falta de respeito e de submissão de alguns. Nestes casos, os órgãos competentes deveriam cooperar na busca de soluções que promovessem o mínimo de respeito possível, não deixando a coisa correr à revelia. É bom também salientar, que há casos onde a Bíblia recomenda a não associação com alguns que se dizem "irmãos", mas que não vivem de acordo com o Evangelho de Jesus (1 Co 5.11-13).
- Pela "mercadologização" da fé, onde igrejas são abertas da mesma forma que se abre uma loja, sem "cliente" algum (ou poucos), mas sob a confiança dos empresários da fé em estratégias de crescimento fundamentadas em técnicas de marketing, uso da mídia e "pescarias em aquários".
- Pela neopentecostalização do pentecostalismo clássico assembleiano, onde no culto vale de tudo para atrair o povo. Quem disse que as sete voltas de Jericó, os sete mergulhos no Jordão, o culto da vitória, o culto da prosperidade, o culto de quebra de maldição, a determinação de bênçãos e coisas semelhantes a estas ainda são "privilégios" apenas dos neopentecostais. Pois é amados, muitos já adeririam àquilo que alguns teólogos e sociólogos chamam de "a terceira onda do pentecostalismo".
Talvez alguns se contorçam diante do aqui exposto, que trata de fatos presentes também na igreja primitiva e tratados abertamente no Novo Testamento (penso que muitos se contorceram na época com as declarações de Paulo), mas não podemos fingir que nada está acontecendo, tentando procrastinar soluções ou mascarar a realidade com belos discursos e grandes festividades.
Estudar uma lição bíblica deste nível, sem procurar aplicar os seus ensinamentos à nossa realidade, é pura retórica, é mero auto-engano, é um pecado grave.
Busquemos a verdadeira comunhão e unidade bíblica, sejamos cumpridores da Palavra, e não nos enganemos com falsos discursos (Tg 1.22

PORQUE É TÃO DIFÍCIL SEGUIR A DEUS?

Por que é tão difícil seguir a Deus?



SÓ OBSERVANDO !

Um pastor de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar.

A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.



O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora. Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia. Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.



A curiosidade do pastor crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali.
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim.



Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.



E disse a oração que fazia:


'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'



O pastor, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.



'É hora de ir' - disse Jim sorrindo. Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.



O pastor ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes.



Teve então, um lindo encontro com Jesus.
Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...



'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'



Certo dia, o pastor notou que Jim não havia aparecido.Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.



Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante.



A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!



Ao encontrá-lo, o pastor colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:



- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!



Parecendo surpreso, o velho virou-se para o pastor e disse com um largo sorriso:



- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:



'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... E cuidando!'.



Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'



E se você não está envergonhado, passe essa mensagem adiante.



Jesus é sempre o melhor amigo. SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO (a)!



TENHA UM LINDO DIA!



LEIA SOMENTE SE VOCÊ TIVER TEMPO PRA DEUS.





Deixa eu te pedir uma coisa: tenha certeza, que você irá ler até o fim, eu quase deletei essa mensagem, e fui abençoado quando eu terminei de ler.



A falta de tempo para Deus é exatamente o que tem causado uma porção de problemas no mundo em que vivemos.



Nos resumimos em encontrar Deus somente nas igrejas aos domingos de manhã talvez nos domingos à noite...



Nos ocupando com nossas obrigações durante a semana toda.



Lembramos dele somente quando estamos doentes, e, claro, em velórios , quando perdemos entes queridos.



Porém, não temos tempo pra ele durante o trabalho, lazer etc...



Não importa em que lugar do mundo, simplesmente , achamos que podemos nos virar sozinhos.



Que Deus nos perdoe por esses pensamentos!



Não existe tempo ou lugar em que ele não possa estar conosco.



Deveríamos sempre parar e pensar em tudo que ele fez e tem feito por nós se você não estiver envergonhado continue lendo abaixo.



Jesus disse: se sentires vergonha de mim eu também sentirei vergonha de você quando estivermos na frente de meu pai.



Continue apenas se você o ama.



Sim, eu amo meu Deus! Ele é a razão da minha existência e meu salvador!



Ele me mantém vivo a cada dia. Sem ele eu não seria nada, mas com ele me sinto forte.



Se você ama à Deus e não sente vergonha dele, nem de todas as coisas maravilhosas que ele tem feito por você, envie esta mensagem a todos os amigos.



Ainda tem tempo pra continuar lendo?



Fácil x difícil por que é tão difícil dizer a verdade e tão fácil contar uma mentira?



Por que sentimos tanto sono na igreja durante o sermão, mas acordamos rapidinho quando está quase terminando o culto?



De todos os presentes que recebemos de graça, a oração é o mais importante.

Não custa nada e traz maravilhosas recompensas!



Não é engraçado como as pessoas recusam à Deus e depois se perguntam porque o mundo parece o inferno?



Não é engraçado como as pessoas dizem : sim eu creio em Deus, mas ainda continuam adorando satanás, que a propósito, também acredita em Deus.



Não é engraçado como você envia milhares de piadas e elas se espalham como um incêndio numa floresta, mas quando você ou alguém começa ler um e-mail e percebe que é sobre Deus pensa mil vezes antes de dividi-lo com os amigos da sua lista ?



Não é engraçado que quando você terminar de ler essa mensagem, você não irá mandar para todos seus amigos, porque não tem certeza se eles acreditam em Deus ou não , ou porque se sentirá envergonhado a respeito do que vão pensar sobre você, por mandar uma mensagem sobre Deus?



Não é engraçado que eu estou mais preocupado no que as pessoas irão pensar de mim, do que sobre o que Deus irá pensa de mim?



Que todos aqueles que recebam essa mensagem envie para todos seus amigos e que eles sejam infinitamente abençoado por Deus. Amém!