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22 agosto 2011

Coreia recebe ajuda cristã após inundações devastadoras



Ministério ´Bolsa do Samaritano` está entre os que ajudam a população do país

Coreia recebe ajuda cristã após inundações devastadoras
Enquanto as secas e a fome assolam algumas partes do mundo, outras continuam sofrendo com inundações que causam destruição.

Dezenas de pessoas foram mortas e milhares ficaram desabrigados por enchentes recentes no Kangwon do Norte e do Sul da província de Hwanghae da República Popular Democrática da Coréia. 

As previsões apontam para a continuidade das fortes chuvas nas próximas semanas. O tempo já causou graves danos aos terrenos agrícolas e toda a infra-estrutura das regiões. 

Ministérios cristãos estão trabalhando para trazer suprimentos de emergência para ajudar aqueles em extrema necessidade. O projeto “Bolsa do Samaritano” está entre os que logo ajudaram. O Departamento de Estado dos EUA alocou US$ 900.000 para organizações americanas ajudarem o país. 

A Bolsa do Samaritano, por exemplo, eleva o montante total da assistência dos EUA a pelo menos US$ 1,8 milhão. A organização estará fornecendo material de socorro, incluindo cobertores, materiais de abrigo temporário e material de higiene para atender as necessidades críticas das vítimas da enchente na Coréia do Norte. Membros da equipe viajam até o local para monitorar o fornecimento dessa assistência. 

"Quando eu estava na Coréia do Norte em maio, eu vi as necessidades cada vez mais sérias do país", disse Franklin Graham, presidente da Bolsa do Samaritano. 

"As recentes inundações deixaram esta situação ainda mais grave. Estou muito satisfeito que o governo dos Estados Unidos separou as diferenças políticas daquelas de caráter humanitário. Pessoas são pessoas. Deus fez e criou cada um de nós. A Bíblia nos ensina que aqueles que têm muito devem compartilhar com aqueles que têm pouco", enfatiza Franklin Graham. 


Fonte: Charisma / Redação CPAD News

A ALMA CATÓLICA DOS EVANGÉLICOS NO BRASIL (Augustus Nicodemus)


Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo (“cosmovisão”). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior – segundo o IBGE, seremos 40 milhões neste ano de 2006 – mas há várias evidências de que boa parte dos evangélicos não tem conseguido se livrar da herança católica. É um fato que a conversão verdadeira (arrependimento e fé) implica uma mudança espiritual e moral, mas não significa necessariamente uma mudança na maneira como a pessoa vê o mundo. Alguém pode ter sido regenerado pelo Espírito e ainda continuar, por um tempo, a enxergar as coisas com os pressupostos antigos. É o caso dos crentes de Corinto por exemplo. Alguns deles haviam sido impuros, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores. Todavia, haviam sido lavados, santificados e justificados “em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11), sem que isso significasse que uma mudança completa de mentalidade houvesse ocorrido com eles. Na primeira carta que lhes escreve, Paulo revela duas áreas em que eles continuavam a agir como pagãos: na maneira grega dicotômica de ver o mundo dividido em matéria e espírito (que dificultava a aceitação entre eles das relações sexuais no casamento e a ressurreição física dos mortos – capítulos 7 e 15) e o culto à personalidade mantido para com os filósofos gregos (que logo os levou a formar partidos na igreja em torno de Paulo, Pedro, Apolo e mesmo o próprio Cristo – capítulos 1 a 4). Eles eram cristãos, mas com a alma grega pagã. Da mesma forma, creio que grande parte dos evangélicos no Brasil tem a alma católica. Antes de passar às argumentações, preciso esclarecer um ponto. Todas as tendências que eu identifico entre os evangélicos como sendo herança católica, no fundo, antes de serem católicas, são realmente tendências da nossa natureza humana decaída, corrompida e manchada pelo pecado, que se manifestam em todos os lugares, em todos os sistemas e não somente no Catolicismo. Como disse o reformado R. Hooykas, famoso historiador da ciência, “no fundo, somos todos romanos” (Philosophia Liberta, 1957). Todavia, alguns sistemas são mais vulneráveis a essas tendências e as absorveram mais que outros, como penso que é o caso com o Catolicismo no Brasil. E que tendências são essas?
1) O gosto por bispos e apóstolos – Na Igreja Católica, o sistema papal impõe a autoridade de um único homem sobre todo o povo. A distinção entre clérigos (padres, bispos, cardeais e o papa) e leigos (o povo comum) coloca os sacerdotes católicos em um nível acima das pessoas normais, como se fossem revestidos de uma autoridade, um carisma, uma espiritualidade inacessível, que provoca a admiração e o espanto da gente comum, infundindo respeito e veneração. Há um gosto na alma brasileira por bispos, catedrais, pompas, rituais. Só assim consigo entender a aceitação generalizada por parte dos próprios evangélicos de bispos e apóstolos autonomeados, mesmo após Lutero ter rasgado a bula papal que o excomungava e queimá-la na fogueira. A doutrina reformada do sacerdócio universal dos crentes e a abolição da distinção entre clérigos e leigos ainda não permearam a cosmovisão dos evangélicos no Brasil, com poucas exceções.
2) A idéia de que pastores são mediadores entre Deus e os homens – No Catolicismo, a Igreja é mediadora entre Deus e os homens e transmite a graça divina mediante os sacramentos, as indulgências, as orações. Os sacerdotes católicos são vistos como aqueles através de quem essa graça é concedida, pois são eles que, com as suas palavras, transformam, na Missa, o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo; que aplicam a água benta no batismo para remissão de pecados; que ouvem a confissão do povo e pronunciam o perdão de pecados. Essa mentalidade de mediação humana passou para os evangélicos, com poucas mudanças. Até nas igrejas chamadas históricas, os crentes brasileiros agem como se a oração do pastor fosse mais poderosa do que a deles e como se os pastores funcionassem como mediadores entre eles e os favores divinos. Esse ranço do Catolicismo vem sendo cada vez mais explorado por setores neopentecostais do evangelicalismo, a julgar por práticas já assimiladas como “a oração dos 318 homens de Deus”, “a prece poderosa do bispo tal”, “a oração da irmã fulana, que é profetisa”, etc.

3) O misticismo supersticioso no apego a objetos sagrados – O Catolicismo no Brasil, por sua vez influenciado pelas religiões afro-brasileiras, semeou misticismo e superstição durante séculos na alma brasileira: milagres de santos, uso de relíquias, aparições de Cristo e de Maria, objetos ungidos e santificados, água benta, entre outros. Hoje, há um crescimento espantoso, entre setores evangélicos, do uso de copo d’água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas, pentes santos do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupa de entes queridos, oração no monte, no vale; óleos de oliveiras de Jerusalém, água do Jordão, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão (distribuídas em profusão), o cajado de Moisés... é infindável e sem limites a imaginação dos líderes e a credulidade do povo. Esse fenômeno só pode ser explicado, ao meu ver, por um gosto intrínseco pelo misticismo impresso na alma católica dos evangélicos.
4) A separação entre sagrado e profano – No centro do pensamento católico existe a distinção entre natureza e graça, idealizada e defendida por Tomás de Aquino, um dos mais importantes teólogos da Igreja Católica. Na prática, isso significou a aceitação de duas realidades coexistentes, antagônicas e freqüentemente irreconciliáveis: o sagrado, substanciado na Santa Igreja, e o profano, que é tudo o mais no mundo lá fora. Os brasileiros aprenderam durante séculos a não misturar as coisas: sagrado é aquilo que a gente vai fazer na Igreja: assistir Missa e se confessar. O profano – meu trabalho, meus estudos, as ciências – permanece intocado pelos pressupostos cristãos, separado de forma estanque. É a mesma atitude dos evangélicos. Faltanos uma mentalidade que integre a fé às demais áreas da vida, conforme a visão bíblica de que tudo é sagrado. Por exemplo, na área da educação, temos por séculos deixado que a mentalidade humanista secularizada, permeada de pressupostos anticristãos, eduque os nossos filhos, do ensino fundamental até o superior, com algumas exceções. Em outros países, os evangélicos têm tido mais sucesso em manter instituições de ensino que, além de serem tão competentes como as outras, oferecem uma visão de mundo, de ciência, de tecnologia e da história oriunda de pressupostos cristãos. Numa cultura permeada pela idéia de que o sagrado e o profano, a religião e o mundo, são dois reinos distintos e freqüentemente antagônicos, não há como uma visão integral surgir e prevalecer, a não ser por uma profunda reforma de mentalidade entre os evangélicos.

5) Somente pecados sexuais são realmente graves – A distinção entre pecados mortais e veniais feita pelo catolicismo romano vem permeando a ética brasileira há séculos. Segundo essa distinção, pecados considerados mortais privam a alma da graça salvadora e a condenam ao inferno, enquanto que os veniais, como o nome já indica, são mais leves e merecem somente castigos temporais. A nossa cultura se encarregou de preencher as listas dos mortais e dos veniais. Dessa forma, enquanto se pode aceitar a “mentirinha”, o jeitinho, o tirar vantagem, a maledicência, etc., o adultério se tornou imperdoável. Lula foi reeleito cercado de acusações de corrupção. Mas, se tivesse ocorrido uma denúncia de escândalo sexual, tenho dúvidas de que teria sido reeleito ou de que teria sido reeleito por uma margem tão grande. Nas igrejas evangélicas – onde se sabe pela Bíblia que todo pecado é odioso e que quem guarda toda a lei de Deus e quebra um só mandamento é culpado de todos – é raro que alguém seja disciplinado, corrigido, admoestado, destituído ou despojado por pecados como mentira, preguiça, orgulho, vaidade, maledicência, entre outros. As disciplinas eclesiásticas acontecem via de regra por pecados de natureza sexual, como adultério, prostituição, fornicação, adição à pornografia, homossexualismo, etc., embora até mesmo esses estão sendo cada vez mais aceitáveis aos olhos evangélicos. Mais um resquício de catolicismo na alma dos evangélicos?

O que é mais surpreendente é que os evangélicos no Brasil estão entre os mais anticatólicos do mundo. Só para ilustrar (e sem entrar no mérito dessa polêmica), o Brasil é um dos países onde convertidos do catolicismo são rebatizados nas igrejas evangélicas. O anticatolicismo brasileiro, todavia, se concentrou apenas na questão das imagens e de Maria e em questões éticas como não fumar, não beber e não dançar. Não foi e não é profundo o suficiente para fazer uma crítica mais completa de outros pontos que, por anos, vêm moldando a mentalidade do brasileiro, como mencionei acima. Além de uma conversão dos ídolos e de Maria a Cristo, os brasileiros evangélicos precisam de conversão na mentalidade, na maneira de ver o mundo. Temos de trazer cativo a Cristo todo pensamento, e não somente os nossos pecados. Nossa cosmovisão precisa também de conversão (2 Co 10.4-5).

Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais católicas de usar no culto a Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em práticas supersticiosas, me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro não é, na verdade, um filho da Igreja Católica medieval, uma forma de neocatolicismo tardio que surge e cresce em nosso país, onde até os evangélicos têm alma católica.
Editora Fiel 2006 - 2011 © Todos os direitos reservadosFonte: www.editorafiel.com.br  VIA BLOG DO PR. ALTAR GERMANO

Crescimento na AD Aguiar





A AD Aguiar está em grande crescimento, após a inauguração da congregação na Vila São Francisco as pessoas tem se despertado para a palavra de Deus e o Senhor tem operado salvando almas em nosso meio.

No último sábado 20/08, em um culto ao ar livre 4 pessoas se entregaram ao Senhor na Vila São Francisco. O culto estão sendo realizados em um salão, mas é necessário construir um templo para que abrigue todas as pessoas.


Neste domingo a igreja estava cheia, ao ver aquilo a alegria foi total, o crentes sorridentes adoravam a Deus em gratidão por tudo. Na hora do apelo mais 6 pessoas levantaram a mão se rendendo aos pés de Jesus.

Pedimos a todos que orem pela igreja em Aguiar, para que Deus continue operando em nosso meio.
fonte AD AGUIAR

Nosso Campo de Batalha


O SENHOR, VOSSO Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar.
Deuteronômio 20.4
Não temos outros inimigos, exceto os inimigos de Deus. Nossa luta não é contra os homens, e sim contra a impiedade espiritual. Lutamos contra o diabo, contra a blasfêmia, o engano e o desespero que ele traz ao campo de batalha. Guerreamos contra todos os exércitos do pecado — impureza, bebedice, infidelidade, opressão e impiedade. Contra esses inimigos contendemos zelosamente, mas não com espada ou lança; “as armas da nossa milícia não são carnais” (2 Co 10.4).
Jeová, nosso Deus, odeia tudo que é mal; por isso, Ele nos acompanha, a fim de lutar por nós. Ele nos livrará e nos concederá graça para travarmos um bom combate e obtermos a vitória. Devemos confiar nesta verdade: se estamos ao lado de Deus, Ele está ao nosso lado. Se temos esse tão augusto Aliado, o conflito nunca é duvidoso, em qualquer grau. A vitória não acontece porque a verdade é poderosa e tem de prevalecer, e sim porque o poder está no Pai, que é todo-poderoso, em Jesus, que possui toda a autoridade no céu e na terra, e no Espírito Santo, que realiza sua vontade entre os homens.
Soldados de Cristo, vesti vossa armadura. Investi contra as fortalezas em nome do Deus de santidade e, pela fé, apropriai-vos da salvação que vem dEle. Não se passe este dia sem que realizeis uma investida em favor de Jesus e da santidade.
C. H. Spurgeon  fonte JORNAL PEQUENO

Aguardando o noivo, e voltando ao caminho!



Por diversas vezes nos deixamos levar pelo mesmo pecado. Ruim, mas é ele que tem nos feio cair diversas vezes, e conseqüentemente tem a cada dia mais nos afastado de Deus.
O inimigo sempre usa as mesmas artimanhas, apenas muda de estratégia, e sempre por falta de fé e maturidade muitas pessoas caem. Antes eu tinha uma dúvida, talvez seja a sua também.
Eu pensava que se o pai ou a mãe pecassem, de alguma forma o (a) filho (a) receberia castigo por eles. Mas, essa madrugada eu abri a minha bíblia e Deus me esclareceu tudo que eu queria saber a respeito disso, e muitas outras questões. Na mesma hora eu corri para o computador em plena madrugada, para digitar esse texto, por que eu queria que alguém lesse, e Deus sabia que naquele momento alguém estava necessitando dessa cuja palavra, e eu tenho certeza de que alcançou alguém, e alcançará muito mais vidas em nome de Jesus. Para que você entenda melhor, eu pediria que você abrisse a sua bíblia no livro de ''Ezequiel'', no capítulo 18. Bem no início, no capítulo 01 é bem direto, fala: '' O Senhor me disse o seguinte. ''Então sabemos que esse estudo será o próprio Deus falando conosco. A dúvida que não quer calar é: ''Podemos pagar por nossos pais, por algo que nunca cometemos? Não. E não sou eu que estou falando isso, é Deus.
Cada um paga segundo seus próprios atos, cada um será julgado pelo que fez. De forma alguma Deus fica feliz com a morte de alguém, nem mesmo que seja a pior pessoa desse mundo. Mas ele entende que, todos nós temos escolhas e assim, decidimos o que queremos para nossas vidas, Ele apenas respeita nossas escolhas. Ele nos mostra''o caminho'', mas quem decide somos nós.''
A bíblia relata nesse livro, bem mais adiante no versículo 5 a pessoa boa, aquela que se desvia do pecado, aquela pura e que procura sempre andar em santidade e no versículo 14 fala-se de uma outra pessoa, alguém totalmente diferente do primeiro. Acessível ao pecado, uma pessoa que pratica o mal naturalmente, pessoa impura, na qual não existe pureza nem confiança, alguém que desagrada Deus em tudo. Deus então diz: ''... A pessoa boa será recompensada por fazer o bem, e a pessoa má sofrerá pelo mal que praticar. '' (Ezequiel 18.20) Às vezes eu fico me perguntando, mas Senhor como pode o senhor ser tão misericordioso a ponto de ver uma pessoa fazendo mal a vida toda, e ainda assim se ela pedir perdão o Senhor dará, eu não entendo.
Entendi então que, não importa o que façamos o amor que o pai sente por nós não será alterado. Ele ama a todos e como um pai amoroso que ele é, quer o bem de todos.
Mas ele permite que todos escolham o caminho que querem seguir. É como se ele viesse em sua direção com uma bandeja, apresentasse os conteúdos contidos nela a você, e dissesse que você poderia escolher, imagine só. Deus quer o bem de todos, tal prova é que Ele nos da várias chances de pedir perdão, várias chances de recomeçar onde caímos, só que as vezes desperdiçamos todas, por achar que virão outras.
Até onde irá isso? Até onde você acha que Deus deve esperar por você? E no versículo 21 diz: '' Se um homem mal parar de pecar, se obedecer as minhas leis, e fizer o que é certo e bom, não morrerá. É certo que esse viverá. Não, para tudo. Você leu esse versículo? Faz um favor, leia de novo. Inacreditável. Sim, é a única palavra que eu consigo achar que se encaixe nessa situação. Como pode? Sabe, somos pecadores, e quando uma pessoa nos faz o mal, logo nos chateamos, mudamos a cara, queremos que todos saibam que fomos machucados evidentemente. Mas Ele faz questão de perdoar.
No momento em que pecamos, em que nos deixamos levar por um mero momento de fraqueza, lá está Ele. Sim, Ele está lá, vendo tudo. Por que permite? Para que depois nós mesmos venhamos reconhecer que erramos, e Ele, não merecia. Às vezes chegamos a pensar que Deus se sente bem em ver alguém pagando por um mal cometido, sofrendo.
Ele se entristece muito com isso, por que sabe que ele ofereceu a escolha, e que a pessoa poderia não estar passando por tudo aquilo. No versículo 23 diz: ''Vocês pensam que eu gosto de ver um homem mal morrer? – Pergunta o Senhor Deus. – Não! Eu gostaria de vê-lo arrepender-se e viver. '' Fale-me, isso não é lindo?
Nem pela vida dos maus Ele tem prazer da morte, pois são seus filhinhos amados. Por que não entendemos certas vezes as suas vontades para nossas vidas e preferimos fazer a nossa própria vontade?
Somos ingratos, e Ele, quão grande amor tem depositado em nós. Que nesse dia possamos refletir mais sobre isso, sobre esse infinito amor de Deus por nós.
Mas, e quanto às pessoas que estiverem do lado da luz e de repente no momento de fraqueza se desviar o que acontecerá?
Com toda e absoluta certeza o Senhor lhe dará novas chances de se reconciliar, mas, se ela ainda assim permanecer no erro do pecado, praticando a iniqüidade, morrerá em breve, vitima do próprio pecado que estiver cometendo e Deus não poderá fazer nada, pois a pessoa escolheu o lado que queria ficar.
E no versículo 24 observamos a confirmação disso, quando Deus diz que: ''... Fostes bom, mais nenhuma das boas ações que a pessoa praticou será lembrada, morrerá por causa de sua infidelidade e de seus pecados... '' Talvez algum dia, digamos a nós mesmos: Mas o que o Senhor faz nesse sentido, não está certo.
Ele diz no versículo 25: ''Escutem israelitas! Vocês pensam que o meu modo de fazer as coisas não está certo? Pois o modo de vocês é que não está.
Quando um homem direito para de fazer o bem, e começa a fazer o mal, ele morre pelo mal que praticou, ele teve chances de voltar.'' Uma coisa é certa, todos os dias e nossas vidas,
somos tentados a cair, seja com uma tentação grande ou mesmo pequena, não importa.
E ainda assim, se cairmos, o pai tem de graça nos oferecido essa sempre nova oportunidade de regeneração para com Ele, esse passo de recomeço, e muitos estão preferindo ''curtir'' muito a vida com tudo o que ela tem oferecido. Pessoas que antes eram cristãs, hoje em dia têm abandonado o barco por acharem que dará tempo elas conhecerem o mundo, se auto-satisfazerem.
Quão enganadas estão. O mundo dia-a-dia está caminhando para a destruição. Os filmes nos alertam, com mensagens subliminares, a TV, jornal...
Mas, parece que metade da população esta simplesmente hipnotizada. No versículo 30 diz: '' Agora Eu, O Senhor Deus, estou dizendo a vocês israelitas, que vou julgar cada um pelo que tem feito. Arrependam-se de todo mal que estão praticando e não deixem que os seus pecados os destruam.
Abandonem todo mal que vocês vêm fazendo, e criem dentro de vocês mesmos, um coração puro, e novo. Uma mente nova. Israelitas, por que vocês querem morrer? Eu não quero que ninguém morra! – diz o senhor Deus. – Portanto parem de pecar e vivam. '' Achou forte essa mensagem que Deus deixou para você no versículo 30? Muito forte, parece Ele mesmo a nossa frente falando isso. Pode conferir na palavra, cada vírgula. Amigo(a), falta pouco, Ele já está chegando.
Corra e vá se preparar para aguardar o seu amado, ou você quer ser pego despreparado (a)?
Priscila Machado
A serviço do reino de Deus  FONTE JORNAL PEQUENO

Obras da Carne & Frutos do Espírito


“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, 
inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23
Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.
OBRAS DA CARNE.
“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).
As obras da carne (5.19-21) incluem:
(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).
(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).
(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).
(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.
(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).
(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).
(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).
(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).
(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).
(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).
(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.
(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.
(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.
(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).
O FRUTO DO ESPÍRITO.
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).
O fruto do Espírito inclui:
(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).
(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).
(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).
(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).
(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).
(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).
(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).
(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).
O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
Fonte: BEP  VIA JORNAL PEQUENO

Estenda as tuas mãos a elas


"Nele temos colocado a nossa esperança de que continuará a livrar-nos, enquanto vocês nos ajudam com as suas orações. Assim muitos darão graças por nossa causa, pelo favor a nós concedido em resposta às orações de muitos.
( 2Coríntios 1: 10-11).
Esta é a última semana em que estaremos pedindo doações à família de Kely e Pedro (foto) que até hoje, desde que nasceram com paralisia cerebral vivem em casa acamados. Kelly hoje com 20 anos e Pedro Cutrim dos Santos com 13 anos, são filhos de dona Aldemira Cutrim dos Santos, moradora da Rua Cônego Frederico Chaves, 96-A, bairro Alemanha. Kelly e Pedro não andam. Não falam e nem enxergam.Você que sentir o desejo de ajudar, traga sua doação e estaremos encaminhando à família. Nosso endereço: Rua Afonso Penna, 171, centro, São Luis-Ma.fonte JORNAL PEQUENO

Silas Malafaia leva cerca de 200 mil pessoas ao Aterro do Bacanga


Cerca de 120 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, participaram do 1º dia do evento evangélico “Vida Vitoriosa para Você” organizado pelo pastor Silas Malafaia no aterro do Bacanga em São Luís. Desde cedo, centenas de pessoas se concentravam no local para acompanhar a mensagem de fé e louvação.
Foto: Divulgação
Multidão participa do evento organizado pelo pastor Silas Malafaia
Fiéis de São Luís e do interior do estado estiveram no ato evangelístico que ocorreu neste final de semana na capital maranhense. A expectativa para o domingo era de que mais uma vez milhares de pessoas participassem do evento. A cruzada de São Luís superou as expectativas dos organizadores.
O evento que teve duração de três horas contou com momento de louvação por cantores da música Gospel e foi concluído com a mensagem do pastor Silas Malafaia que falou sobre o passado, o presente e o futuro. Durante quase uma hora, Malafaia pregou para uma platéia emocionada como Dulcília Azevedo, 28, membro da igreja Assembléia de Deus.
Com os olhos cheios de lágrimas disse que a mensagem do pastor era realmente o que ela esperava. “Fiquei muito tocada pela sua pregação, principalmente quando ele (o pastor Silas) disse que é pra gente nunca desistir, para ir em frente. Pra mim essa foi a mensagem principal”.
Durante a pregação, todos ficavam atentos à mensagem do pastor que reforçou a necessidade de os fiéis manterem-se firmes em seus propósitos. Falou sobre o passado, presente e futuro realçando a necessidade de os cristão terem um foco para alcançarem seus objetivos. Segundo ele, quem não tem objetivos e não tem sonhos não chega a lugar nenhum. “Tenha um objetivo acima do normal”, conclamou.
Silas Malafaia disse que o fato de trabalhar o homem na totalidade – biologicamente, psicologicamente, sociologicamente e espiritualmente – e realçar esses aspectos em sua mensagem, notadamente o lado espiritual da pessoa é a explicação para tantos seguidores. É o caso do recém convertido à doutrina evangélica Armando Bacelar. Ele disse que conheceu o pastor por meio do programa de televisão e desde então passou a admirá-lo até se converter. “Através dele a minha vida foi transformada. Eu alcancei muita graça e hoje posso dizer que tenho uma vida gloriosa pela influência do pastor em minha vida”, garantiu.
O evento, que reuniu evangélicos e não evangélicos, foi encerrado com a conversão de novos fiéis. Após o momento de louvor e da mensagem, cerca de duas mil pessoas, segundo os organizadores do evento, se converteram à doutrina evangélica. “Fui realmente tocada pela mensagem do pastor. Tenho certeza de que a partir de hoje terei uma nova vida, uma vida voltada para Jesus”, disse Maria Cristina Rosário, 49 anos. Os novos fiéis foram convidados pelo pastor a irem até à frente do palco e assumirem o seu compromisso com Deus. Para comemorar as conversões fogos iluminaram a noite do céu da cidade. “Acredito que a pregação do pastor vá me ajudar a melhorar a minha relação com a família”, disse o estudante Jeferson Gamboa convertido há um ano na Igreja Batista Nacional.
O evento Vida Vitoriosa para Você mobilizou 45 seguranças, 20 bombeiros, 30 homens da guarda municipal, cinco ambulâncias e 52 policiais militares. Um palco de 452m², painéis de LED e tendas compunham o cenário de um dos maiores eventos evangélicos do país para o qual, segundos organizadores, foram investidos cerca de R$ 1 milhão.fonte JORNAL PEQUENO

“Pastor Silas Malafaia declara ser a maior barreira que existe contra a lei que criminaliza a homofobia"


No ano passado, quando a campanha política pela Presidência da República enveredou para uma discussão sobre fé e aborto, o pastor evangélico Silas Malafaia virou uma espécie de pivô da disputa eleitoral. Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, Malafaia apoiou a candidatura da também evangélica Marina Silva até a véspera do primeiro turno. Quando Marina estava em seu melhor momento, Malafaia abandonou-a e passou a pedir votos para o tucano José Serra, segundo ele mais firme que Marina na oposição ao aborto.

Serra perdeu a eleição, mas Malafaia não perdeu os holofotes. Poucos meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, ele passou a liderar uma cruzada contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Loquaz e provocador, usa seus programas de rádio e TV para combater a proposta quase que diariamente. Nesta entrevista, ele critica a Igreja Universal, diz que os políticos não poderão mais esconder suas crenças e tenta explicar sua posição sobre a homossexualidade.
QUEM É 
Carioca de 52 anos, é o pastor líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Formado em psicologia pela Universidade Gama Filho, é casado e tem três filhos
O QUE FAZ 
Há 29 anos apresenta programas na TV, exibidos em rede nacional e no exterior
O QUE FEZ

Publicou mais de 100 livros e diz ser o pastor que mais vende DVDs de mensagem no Brasil, cerca de 1 milhão de cópias por ano

ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?
Silas Malafaia – Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.

ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?
Malafaia – Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista…

ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?
Malafaia – É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.

ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?
Malafaia – A Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.


ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?
Malafaia – Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab?
Malafaia – Nada a falar contra ele.

ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele…
Malafaia – Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.

ÉPOCA – Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?
Malafaia – Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.

ÉPOCA – Por que o José Serra?
Malafaia – Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.

ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?
Malafaia – É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.

ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?
Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.

ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?
Malafaia – A Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.

ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?
Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo… Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.

ÉPOCA – E como se dá essa reversão?
Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?
Malafaia – Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.

ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?
Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.

ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual?
Malafaia – O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.

ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?
Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.

ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?
Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.
Fonte: Época
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John Piper: Não desperdice seu púlpito!



A melhor forma de desperdiçar seu púlpito é pregando seus próprios pensamentos, em vez de pregar os pensamentos de Deus.

Eu acho que os pastores estão fascinados por modismos, e fascinados pelo que os novos sociologos, e novos psicologos e novas propagandas e novos computadores, e a midia estão dizendo. E eles pensam: ” isso Seria Interessante, isso seria interessante”. E é interessante, mas é o que as pessoas podem achar em qualquer lugar.
O que as pessoas não acharão em nenhum outro lugar a não ser no púlpito é : “O que Deus tem pra dizer?”
Trazer Deus pra primeiro plano, trazer a Palavra de Deus pra primeiro plano. Em qualquer problema seja o que a midia diz, ou os sociologos estão dizendo, ou o que os psicologos estão dizenso.
Ser cheio de Bíblia. Não apenas baseado na Bíblia. De modo que “vou continuar na Bíblia, mas falar sobre outras coisas”. Mas ser saturado de Bíblia, explicar a Bíblia.

A bíblia realmente é … não apenas maravilhosamente perspcaz. Ela é interessante. É radicalmente interessante. Faz você pensar. Se você tomar cada sentença seriamente e mergulhar profundamente na Bíblia, você achará coisas que irão agitar sua mente, interessar seu pessoal, transformar suas vidas, quebrar suas idéias. É impressionanate o que é a Bíblia.

Eu não sei porque pastores, muitos deles de algum jeito parecem achar a Bíblia chata, ou sem ajuda alguma. Ou então eles só querem ir lá um pouquinho e depois ir a outro lugar pra interessar as pessoas. Por que você faria isso?! Porque a Bíblia é a Palavra de Deus. Deus fala e a luz toma forma. Isso é a Palavra de Deus.
… na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor… Conhecer Jesus Cristo vale mais do que qualquer coisa.
Pastor, como você pode ler isso, e não querer permanecer ai e dar razões para seu povo? Como pode ser? E ajudar o seu povo a chegar na experiência apulina de dizer: Ele é mais valioso que qualquer coisa. A Bíblia assim diz. E a Bíblia é a verdade. E Paulo experimentou isso. E nós vamos apontar pra outro lugar?
Vamos entretê-los com histórinhas? Ou mostrá-los algum tipo de descobedrtas sociais? Quando a Bíblia é poder e verdade.

Então, não desperdice seu púlpito significa: Fique perto da Bíblia, medite na Bíblia, vá fundo na Bíblia, penere pela palavra. Para o Cristo vivo, para o Deus vivo. E faça de tasl forma que o seu povo fique unido ás verdades da Bíblia. Fé, que é o que salva, vem pelo ouvire. E ouvir da palavra de Cristo.
Por que você faria qualquer outra coisa ao invés de falar a palavra de Cristo. Eu acho que o motivo pelo qual os pastores não fazem isso é porque eles não vivem pela Bíblia no seu dia-a-dia.
Extraido do Vídeo Não desperdice seu púlpito.
Autor John Piper.



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Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local