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15 dezembro 2011

Hillary Clinton pede a libertação do pastor iraniano Yousef Nadarkhani



A sentença final sobre o caso deve ser definida ainda no mês de novembro pela Suprema Corte do Irã A secretaria de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, pediu através de um comunicado, para que o Irã liberte o pastor Yousef Nadarkhani. Mais de 200 mil petições de americanos foram recolhidas em favor do pastor.
“Hoje, pedimos a cada governo para libertar todos os prisioneiros de consciência imediata e incondicionalmente, incluindo o Pastor Yousef Nadarkhani”, disse a secretária no último sábado.
A atitude de Hillary Clinton foi recebi com louvor pelo Centro Americano para Lei e Justiça (CALJ). “Nós apreciamos a forte declaração da Secretária de Estado Clinton em apoio ao Pastor Yousef”, disse Jordan Sekulow, conselheiro chefe da instituição.
Preso desde 2009, Nadarkhani aguarda a sentença final que será dada pelo líder da Suprema Corte do Irã, Aiatolá Ali Khamenei. Pelas leis locais o pastor de 34 anos já foi condenado à morte por deixar a fé islâmica e se convertido ao cristianismo, mas até o final deste mês o Aiatolá deve emitir sua decisão final.
“Continuaremos trabalhando com o Departamento de Estado para lutar pela libertação do Pastor Yousef, enquanto esperamos por uma decisão do líder da Suprema Corte do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, no fim deste mês”, disse o representante da CALJ.
 Com informações Portas Abertas

Votação da Lei da Palmada é adiada por pressão de bancada evangélica





Votação da Lei da Palmada é adiada por pressão de bancada evangélica
Após pressão da bancada evangélica, a Câmara dos Deputados comunicou nesta terça-feira, 13, o adiamento da votação do projeto de lei que proíbe a aplicação de palmadas ou castigos físicos em crianças e adolescentes. A chamada Lei da Palmada, que seria votada em uma comissão especial da Casa, prevê, por exemplo, que professores, médicos ou funcionários públicos que souberem ou suspeitarem de agressões ou tratamento degradante contra pessoas com menos de 18 anos, incluindo xingamentos, e não denunciarem às autoridades, poderão ser multados em até R$ 11,2 mil (20 salários mínimos).

"Na educação de crianças e adolescentes, nem suaves 'palmadinhas', nem beliscões, nem xingamentos, nem qualquer forma de agressão, tenha ela a natureza e a intensidade que tiver, pode ser admitida", afirmou a relatora do projeto, Teresa Surita (PMDB-RR).

De acordo com a vice-presidente da comissão especial, Lilian Sá (PSD-RJ), ao pressionarem contra o projeto, os evangélicos argumentaram que o texto, se transformado em lei, poderia "trazer danos à família", uma vez que pequenos castigos não causariam dor nem teriam consequências perversas para a vida da criança. "Eles disseram que o projeto iria mudar a vida dos pais, que a 'palmadinha pedagógica' poderia trazer danos à família", afirmou.

Conforme o projeto, que deverá voltar a ser debatido nesta quarta, 14, "a criança e o adolescente têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigo corporal ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou proteger".

"Existe uma razão primeira para proibir e eliminar o uso da força física como forma de educação de crianças e adolescentes: é o reconhecimento de seus direitos humanos", disse Surita, em seu relatório.

Para a presidente da comissão especial, Erika Kokay (PT-DF), o projeto que deveria ser votado nesta terça tem caráter "pedagógico", e não punitivo, contra a família. "A percepção (de se o castigo é violência ou não) não pode ser do adulto porque a criança perde o espaço da fala. Quem dá uma palmada de quando em quando pode deixar de dar", afirmou.


Fonte: Terra

Chinesa passa seis meses presa e é libertada após orações




Chinesa passa seis meses presa e é libertada após orações
Um grupo de oração se reuniu para orar diante da situação de uma mãe chinesa que estava presa junto com a sua filha e a avó mais ou menos seis meses. A oração moveu o coração de Deus que concedeu a liberdade de ambas. 

A oração de intercessão foi o catalisador para a liberação da prisão à meia-noite de Nie Lina, uma mãe chinesa que havia sido preso por quase seis meses em uma prisão escura com sua filha de três meses e sua mãe de 70 anos de idade.

Lina foi presa por reivindicar ao governo chinês a posse de sua terra, que foi confiscado ilegalmente por funcionários sem qualquer explicação.

A oração para a sua libertação começou em um sábado dezembro. Onde centenas de intercessores da instituição que trabalha com resgate de mães na China na conferência Lou Engle é TheCall em Los Angeles. Os líderes da conferência sentiu fortemente que esta oração para a China tinha feito um forte impacto no reino espiritual.

O movimento de oração começou quando  o Senhor preparou um telefone celular dentro da prisão, onde Lina ligou para uma instituição sem fins lucrativos que trabalha na China com resgate de mães e filhos. Antes do telefone ser confiscado ela contou que fazia quase 10 dias que tinha recebido pouca comida e desta forma não tinha condições de cuidar da criança. Não havia instalações para tomar banho nem janelas e nenhuma condição básica de vida para ela, sua filha e sua mãe. Após isto a instituição mandou um e-mail convocando um mutirão de oração por esta família que foi liberta. 


Fonte: Creio

Chinesa passa seis meses presa e é libertada após orações




Chinesa passa seis meses presa e é libertada após orações
Um grupo de oração se reuniu para orar diante da situação de uma mãe chinesa que estava presa junto com a sua filha e a avó mais ou menos seis meses. A oração moveu o coração de Deus que concedeu a liberdade de ambas. 

A oração de intercessão foi o catalisador para a liberação da prisão à meia-noite de Nie Lina, uma mãe chinesa que havia sido preso por quase seis meses em uma prisão escura com sua filha de três meses e sua mãe de 70 anos de idade.

Lina foi presa por reivindicar ao governo chinês a posse de sua terra, que foi confiscado ilegalmente por funcionários sem qualquer explicação.

A oração para a sua libertação começou em um sábado dezembro. Onde centenas de intercessores da instituição que trabalha com resgate de mães na China na conferência Lou Engle é TheCall em Los Angeles. Os líderes da conferência sentiu fortemente que esta oração para a China tinha feito um forte impacto no reino espiritual.

O movimento de oração começou quando  o Senhor preparou um telefone celular dentro da prisão, onde Lina ligou para uma instituição sem fins lucrativos que trabalha na China com resgate de mães e filhos. Antes do telefone ser confiscado ela contou que fazia quase 10 dias que tinha recebido pouca comida e desta forma não tinha condições de cuidar da criança. Não havia instalações para tomar banho nem janelas e nenhuma condição básica de vida para ela, sua filha e sua mãe. Após isto a instituição mandou um e-mail convocando um mutirão de oração por esta família que foi liberta. 


Fonte: Creio

Muçulmanos atacam mais um cristão no Quênia




Muçulmanos atacam mais um cristão no Quênia
Jovens muçulmanos de descendência somali agrediram outro jovem somali de 23 anos na semana passada no Quênia. Seis semanas atrás, uma gangue também atacou o irmão mais velho desse mesmo jovem.

Ibrahim, 23 anos, cujo sobrenome não é revelado por motivos de  segurança, foi espancado por sete somalis nascidos no Quênia, que o pegaram perto de sua casa, por volta das 20 horas, no dia 5 de dezembro.

A família de Ibrahim era supostamente de muçulmanos quando ele  nasceu, pois os jovens que o agrediram pois consideravam ele como um apóstata (alguém que abandonou o Islã), embora tenha sido descoberto mais tarde que ele foi criado como cristão.

Ele tinha saído para comprar comida para família, mas as fortes chuvas atrasaram seu retorno.  Quando voltava, foi cercado pelos jovens. Então ele ouviu um deles dizendo: “esse é um dos caras que estávamos procurando. Não matamos seu irmão, mas hoje vamos matar você.”

“Eles me agrediram com uma objeto pontiagudo no joelho e eu caí imediatamente”, disse ele. “Outros acertaram meu olho esquerdo. Outros agrediam a minha cabeça e minhas pernas. A partir daquele momento, não me lembro de mais nada do que aconteceu. Só me lembro de pessoas gritando e chorando, pedindo ajuda.”

Os moradores da região, quando viram o ataque contra Ibrahim, e o levaram para sua casa. Dois dias depois do ataque, Ibrahim estava com uma lesão no joelho, na perna, hematomas e inchaços que o impedem de andar. Seu olho esquerdo estava muito inchado.

A mãe dos dois rapazes está muito triste e abalada com toda essa situação. ”Eu sinto que tudo é um desperdício de tempo, pois os agressores do meu filho mais velho foram soltos sem serem acusados pelo tribunal”, disse ela.


Fonte: Portas Abertas

LIÇÃO 09 - A MORDOMIA DO TRABALHO / SLIDES / CLASSE ADULTOS

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