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09 abril 2012

ÉFESO, A IGREJA DO AMOR ESQUECIDO. Subsídio para Lição Bíblica - 2º Trimestre/2012




A fundação da Igreja em Éfeso
Cidade de grande importância na província romana da Ásia (atualmente, parte da Turquia), com cerca de 500.000 habitantes, grande centro cultural, comercial e religioso, Éfeso foi alcançada pelo Evangelho no final da segunda viagem missionária de Paulo, que ao chegar na cidade pregava aos judeus na sinagoga (At 18.19-21). Em sua terceira viagem missionária Paulo retornou a Éfeso, onde se estabeleceu por um período de três anos (At 19.1-20; 20.17-21, 31).
A igreja em Éfeso foi destinatária de duas cartas, a primeira enviada por Paulo entre 60-64 d.C. (Ef 1.1-2), e a segunda enviada por Cristo através de João por volta do ano 96 d.C. (Ap 2.1-7).
A Ascensão da Igreja em Éfeso
Em seus primórdios, a igreja em Éfeso foi contemplada com a plenitude do poder do Espírito, derramada sob a imposição de mãos de Paulo, e manifesta através da manifestação do falar em línguas e de profecias (At 19.6-7).
Éfeso se tornou uma base missionária estratégica, a partir de onde todos os habitantes da Ásia foram alcançados pela mensagem do Evangelho, e testemunharam dos milagres extraordinários que Deus operava pelas mãos de Paulo (At 19.10-12). A sã doutrina foi também ensinada exaustivamente e amplamente por Paulo (At 20.21).
Na carta escrita por Paulo aos efésios fica evidente o alto nível de vida espiritual experienciada e vivenciada naquela igreja:
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, [...] (Ef 1.3)
e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; (Ef 2.6)
Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. (Ef 3.14-19)
A igreja em Éfeso foi abençoada também com a diversidade de ministérios, fator imprescindível para o alcance da maturidade espiritual:
E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. (Ef 4.11-14)
Apesar destas, e de tantas outras bênçãos, a igreja em Éfeso, assim como as demais igrejas da Ásia, foi seriamente e claramente advertida quanto aos perigos que a rondaria, e que trabalharia no sentido de removê-la de sua fé, amor e ortodoxia (At 20.29-31; Ef 6.10-17).
É interessante que nas últimas recomendações dadas por Paulo em sua carta àquela igreja, o desejo e a necessidade de contínua paz e amor com fé são destacados (Ef 6.23). Sobre a combinação de fé com amor William Barclay escreve:
[...] o amor sem fé é sentimentalismo, e a fé sem amor é aridez. [...] Esta combinação de fé e amor deve produzir ação, porque o amor nunca deve ser mera aparência (Rm 12.9). É perfeitamente possível pregar o amor e viver uma vida sem ele, cantar os louvores do amor nas palavras, e negar a existência dele nas ações. [...] A fé deve estar ligada ao amor, e o amor à fé, e esta combinação deve ter como resultado a mão generosa e o coração que perdoa. (As obras da carne e o fruto do Espírito, Vida Nova, 2000, p. 66 e 67)
A Decadência da Igreja em Éfeso
A igreja em Éfeso, assim como muitas outras ao longo da história, não resistiu ao fato tempo. Com cerca de sessenta anos de fundação, já se encontrava num estado de crise espiritual grave, que resultou na carta que Jesus pediu que João escrevesse e que lhe fosse enviada (Ap 2.1-7).
A grande ênfase desta carta recai sobre o abandono do primeiro amor (gr. agápe) pela igreja. Há pelo menos três possibilidades implícitas aqui:
O abandono do primeiro amor a Deus. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas (Mt 22.37; Mc 12.30; Lc 10.27; Rm 8.28; 1 Co 2.9; 2 Tm 4.8; 1 Jo 4.19). Há um pensamento de Barclay bastante pertinente:
O cristianismo não pensa em termos do homem finalmente se submeter ao poder de Deus; pensa em termos de ele finalmente se entregar ao amor de Deus. Não se trata de a vontade do homem ser esmagada, trata-se de o seu coração ser quebrantado. (Ibid., p. 73).
O amor a Deus é provado pela livre submissão e obediência à sua Palavra e vontade, e pela maneira como amamos o nosso próximo (1 Jo 4.20).
O abandono do primeiro amor ao próximo. No comentário da Bíblia de Estudo Conselheiro (SBB, 2011, p. 552) sobre esta possibilidade, lemos:
Será que esses crentes passaram a dedicar-se tanto a combater erros, falsos profetas e falsas doutrinas que, aos poucos, acabaram se distanciando do amor e da graça, a ponto de o amor cristão nos relacionamentos ir perdendo lugar? Jesus deixa claro que essa direção é mortal para a igreja.
Em se tratando de Assembleia de Deus, acrescentaria as seguintes possibilidades: Será que a liderança da igreja passou a dedicar tanto tempo a construção de obras faraônicas, para louvor da própria glória, para perpetuação do seu nome e para demonstração de força e poder diante dos seus “concorrentes” (Gn 11.4; 2 Sm 18.18), e ainda a desperdiçar tanta energia e dinheiro com campanhas políticas eclesiásticas em disputas eleitorais por cargos e posições, a ponto de o amor cristão e o cuidado com o rebanho ir perdendo lugar? Será que as recomendações de Paulo aos presbíteros da igreja em Éfeso não nos caberia hoje (At 20.28)?
Será que na condição de crentes estamos tão voltados para o nosso enriquecimento e acúmulo de bens materiais (Mt 6.19-21), influenciados pela Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira, que acabamos por incorrer no erro do rico insensato (Lc 12.13-21) e na adoração avarenta às riquezas (Mt 6.24).
Vale lembrar que na perspectiva cristã o próximo é todo aquele que precisa e a quem podemos ajudar, inclusive reais ou potenciais inimigos (Lc 10.25-37), justos ou injustos (Mt 5.43-48).
Diante destes fatos, assim como nos dias do Novo Testamento, uma crise de hipocrisia em torno do amor assola os púlpitos e a igreja de forma geral (Rm 12.9-10).
O abandono do primeiro amor na realização das obras. O ativismo dos efésios é outra praga vivenciada em nossos dias. Estamos tão envolvidos com a realização de coisas para Deus (e para nós mesmos), que perdemos de vista as reais e legítimas motivações para isso. Ministérios, igrejas, líderes e membros em geral são avaliados pela quantidade de coisas que fazem na e para a igreja, e não pelos sentimentos nobres que deveriam nortear as suas realizações. Fazemos as coisas pelas coisas. Queremos demonstrar nossas habilidades produtivas, nossa eficiência eeficácia, nossas competências, nossa suposta espiritualidade ou generosidade, nossa disponibilidade ao martírio, mas nos esquecemos de que se não tivermos amor, nada vale ou aproveita:
Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. (1 Co 13.1-3).
Além do abandono do primeiro amor na realização das obras, passamos a amar mais as obras do que a Deus e ao próximo. Amamos presidir, construir, ensinar, pregar, orar, cantar, tocar, ofertar, etc., porque todas estas coisas ajudam na autopromoção, no louvor que vem dos homens. Quando o primeiro amor é abandonado, em lugar de altruísmo e da glória de Deus, nos tornamos egoístas e buscamos o reconhecimento dos nossos feitos aqui e agora.
A Oportunidade de Restauração da Igreja em Éfeso
Nenhum juízo é derramado por Deus sobre o seu povo, sem que Ele antes não deixe claro o pecado cometido, e não conceda a oportunidade de arrependimento.
Ao mandar que João escrevesse e enviasse a carta à igreja em Éfeso, o Senhor desejou promover uma tomada de consciência por parte do líder e de toda a igreja, que resultasse na lembrança de onde a mesma tinha caído (o que implica também “onde”), e consequentemente em seu arrependimento:
Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas. (Ap 2.5)
O arrependimento que possibilita novamente o perdão e aceitação de Deus é mais do que simples verbalização de frases prontas e impressionistas. O termo grego para “arrependimento” aqui se deriva de metanoeo, que implica em mudança de pensamento ou mentalidade que resulta em mudança de sentimentos e atitudes. É uma mudança plena de uma condição que desagrada a Deus, para uma outra condição de o alegra. Arrependimento é tristeza diante do pecado, e não simples remorso (2 Co 7.10).
A oportunidade foi outorgada à igreja em Éfeso, e é também nos concedida hoje. O que faremos? Qual será a nossa resposta àquele que graciosamente insiste em nos atrair de volta ao primeiro amor, e consequentemente a ele mesmo. Qual o nosso destino enquanto igreja estabelecida na história, denominação evangélica e igreja nacional, regional, estadual ou local?
Somos melhores do que a igreja em Éfeso, ou do que qualquer outra igreja da Ásia? Somos melhores do que alguma igreja que já se estabeleceu em algum momento da história, e que não mais existe? São melhores do que qualquer igreja que apesar de ainda existir, existe em sua própria apostasia?
A exortação do Senhor à igreja em Éfeso, ainda reverbera nos dias atuais:
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito dias às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus. (Ap 2.7)
Amém!

A 18ª ESCOLA BÍBLICA DE OBREIROS DA AD EM SINOP-MT É MARCADA POR UM GRANDE QUEBRANTAMENTO DO ESPÍRITO



Da esquerda para a direita: Pr. Thiago Della Rosa (Vice-Presidente), Pr. José Antonio da Silva Sobrinho (Presidente), Pr. Altair Germano (Preletor) e Pr. Esdras Bentho (Preletor)
A igreja prestigiou o evento se fazendo presente nos cultos e nas aulas

Entre os dias 4 e 7 do corrente mês, a Assembleia de Deus em Sinop-MT, igreja liderada pelo pastor José Antonio da Silva Sobrinho, realizou a sua 18ª Escola Bíblica de Obreiros, marcada por uma grande mover do Espírito, que através das aulas ministradas provocou um grande quebrantamento na vida dos participantes. 

Tive na ocasião a oportunidade de ministrar três aulas (Dia 5 pela manhã, dia 7 pela manhã e tarde), além de pregar no dia 6, no culto da noite. Ministraram também na Escola Bíblica de Obreiros os pastores Esdras Bentho (RJ), Silas Daniel (RJ) e Ismael Ferreira (SP). No culto da noite pregaram ainda os pastores Jair Fagundes (MT) e Hélder (MT), que teve também a participação da cantora Lília Paz (RJ).


A Escola Bíblica de Obreiros da Assembleia de Deus em Sinop-MT, Dirigida pelo pastor José Antônio da Silva Sobrinho (Presidente) e coordenada pelo pastor Thiago Della Rosa (Vice-Presidente), já faz parte da agenda de eventos do município.


Que o Senhor continue abençoando os obreiros e irmãos desta tão amável igreja.

Agradeço também a todos que estiveram orando por nós.

ORDENAÇÃO DE PASTORAS E EVANGELISTAS ASSEMBLEIANAS PELA CEADDIF




Contrariando a resolução da Assembleia Geral Ordinária da CGADB, realizada de 15 a 19 de janeiro de 2001 em Brasília, após discussão em plenário sobre a ordenação de pastoras nas Assembleias de Deus no Brasil, onde entre cerca de 2.500 ministros presentes, apenas três votaram a favor (cf. Daniel, Silas. História da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 633), e parafraseando a declaração de Paulo a Timóteo (1 Tm 4.12) ao afirmar "Ninguém despreze a tua femininidade", o pastor Sóstenes Apolo, presidente da CEADDIF - Convenção das Assembleias de Deus no Distrito Federal, presidiu uma solenidade com a ordenação de pastoras e evangelistas assembleianas. Dentre as ordenadas estava a ex-ministra e candidata à presidência da República, Marina Silva.
Quais serão as ações da CGADB em relação ao fato?
O que definirá essas ações? A questão politica ou a questão doutrinária?
Quais serão as implicações do fato para o destino das Assembleias de Deus no Brasil?
Como já afirmei, e tem gente que ainda não acredita, a grande tendência nacional em relação à instituição "Assembleia de Deus" é o esfacelamento e a regionalização da mesma, que já caminha a passos largos, e que em muitos sentidos (doutrinários, usos e costumes, políticos, etc.) já é uma realidade.
Agora é orar (tomara que assim se faça) e aguardar o desenrolar dos acontecimentos.

LIÇÃO 3, ÉFESO, A IGREJA DO AMOR ESQUECIDO


 
TEXTO ÁUREO
"Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres" (Ap 2.5).
 
VERDADE PRATICA
Se não voltarmos urgentemente ao primeiro amor, jamais viveremos o refrigério de um grande e poderoso avivamento.
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1 Jo 4.8 - DEUS é amor
Terça - Cl 5.22 - O amor é fruto do ESPÍRITO
Quarta - Ef 6.23 - O amor acompanhado da fé
Quinta - Fp 2.1 - O amor consola
Sexta - Cl 2.2 - O amor conforta
Sábado - 1 Co 13 - O hino do amor
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Apocalipse 2.1-7
1 - Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aque­le que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro:
2- Eu sei as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos e o não são e tu os achaste mentirosos;
3 - e sofreste e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome e não te cansaste.
4 - Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
5 - Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.
6 - Tens, porém, isto: que abor­reces as obras dos nicolaítas, as quais eu também aborreço.
7 - Quem tem ouvidos ouça o que o ESPÍRITO diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida que está no meio do paraíso de DEUS.
 
PALAVRA CHAVE - Amor - Intenso afeto por ou­tra pessoa; devoção e dedicação.
 
INTERAÇÃO
Uma característica marcante da igreja de Éfeso era a sua intolerância à heresia. Quanto à doutrina, era ortodoxa e implacável. Mas quanto à prática do amor, tornara-se hete­rodoxa, fria e seca. A carta à igreja dos efésios nos ensina que a ortodoxia uma vez praticada sem amor, esfria e mata a verdadeira espiritualidade. Não podemos, a pretexto de "zelar" pela verdade, desconsiderar o cultivo de uma profunda espiritualidade ba­nhada em amor. A nossa mensagem deve tocar mentes e corações. Assim, como o Senhor requereu da igreja de Éfeso, devemos voltar ao primeiro amor e encharcarmo-nos do Evange­lho da Graça de DEUS.
 
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Identificar a singularidade da igreja de Éfeso.
Compreender seu grave problema.
Conscientizar-se que devemos voltar ao primeiro amor.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Caro professor, todo ensino sistemáti­co da Bíblia (ortodoxia) requer de seus leitores uma ação concreta no caminho existencial da vida (ortopraxia). A igreja de Éfeso era poderosa nas Escrituras, mas atrofiada na prática do amor cristão. JESUS de Nazaré ensinou-nos que deve­mos ouvir e praticar a sua palavra. Então, seremos comparados ao homem que edificou a sua casa na rocha (Mt 7.24). Eis o nosso grande desafio: ouvir, aprender e agir segundo as Escrituras. Conclua a aula dizendo que "ortodoxia sem ortopraxia" é incompatível com o ensinamento das Escrituras. Use o esquema da página se­guinte para lhe auxiliar nessa afirmação.
 
_ ORTODOXIA
ORTOPRAXIA
Do gr. orthodoxos. Qualidade de uma de­claração doutrinária que se acha de acordo com o ensino no Antigo e no Novo Testa­mentos. Ortodoxia é, também, o conjunto de doutrinas provindas da Bíblia, e tidas como verdadeiras de conformidade com os credos, concílios e convenções da Igreja.
Do gr. orthopraxia. É o exercício prático, a partir de uma profunda reflexão teórica. É a ação feita após a apreensão de um conceito. No caso da fé cristã, é a ação executada segundo a doutrina bíblica (ou Ortodoxia) ensinada por JESUS de Nazaré.
 
 
RESUMO DA LIÇÃO 3, ÉFESO, A IGREJA DO AMOR ESQUECIDO
I. ÉFESO, UMA IGREJA SINGULAR
1. Paulo em Éfeso.
2. A solidez doutrinária de Éfeso.
3. Uma igreja de ministros excelentes.
II. O PROBLEMA DE ÉFESO
1. Um grave problema.
2. O primeiro amor.
3. Amnésia do amor.
III. VOLTANDO AO PRIMEIRO AMOR
Esquecer o primeiro amor não é incidente teológico, é queda espiritual.
1. Rica em obras, pobre em amor.
2. Amar é a mais elevada das obras.
IV. LEMBRANDO SE DO PRIMEIRO AMOR
"Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; ..." (Ap 2.5).
1. Lembrar-se de onde caiu.
2. Voltar à prática das primeiras obras.
3. Amar a vinda de CRISTO.
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) - A solidez doutrinária denotava a singularidade da igreja de Éfeso.
SINOPSE DO TÓPICO (2) - O grave problema de Éfeso era a amnésia do primeiro amor.
SINOPSE DO TÓPICO (3) - Embora rica em obras, a igreja de Éfeso se esqueceu de que amar é a mais elevada das obras.
SINOPSE DO TÓPICO (4) - Lembrar-se de onde caiu é o primeiro passo para se voltar ao primeiro amor.
 
AUXILIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Teológico "Introdução às Sete Cartas
Igrejas são como pessoas. Não há duas iguais. Cada uma tem sua própria personalidade, forma e tamanho. Possuem suas próprias forças e fraquezas, vivendo também em lugares diferentes.
Isto acontecia no primeiro sécu­lo. JESUS endereçou-se às igrejas de Apocalipse 2 e 3, porque elas não eram iguais. Cada uma tinha sua identidade e personalidade.
Conseqüentemente, o que Je­sus tem a dizer a cada igreja é algo singular. Cada carta é feita sob me­dida; leva em conta as necessidades específicas, forças e fraquezas de cada congregação.
Cada carta segue um padrão comum.
I. O cenário. Em primeiro lu­gar, JESUS identifica cada igreja pela cidade em que se localiza.
II. O remetente. Cada carta tem uma descrição única de JESUS CRISTO, o remetente. Cada uma ajusta-se apropriadamente às ne­cessidades de cada igreja.
III. As virtudes. O Senhor elogia cada igreja - exceto Laodiceia - pelo serviço particular que lhe presta.
IV. O pecado. Cada igreja é admoestada, algumas vezes seve­ramente, por causa de seu com­promisso com o mundo. Há duas exceções, Esmirna e Filadélfia, as mais perseguidas" (LAWSON, Steven J. As Setes Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final para o seu povo. 5.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, pp.73,74).
 
VOCABULÁRIO
Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
Denodadamente: Corajosa­mente, atrevidamente, valen­temente.
Extenuante: Que extenua, exaure, debilita.
Enlevo: Sensação de arroubo, deleite.
Insta: Relativo a instar; pedir com insistência.
Afira: Relativo a aferir; exami­nar, avaliar.
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
ARRINCTON, French L; STRONS-TAD, Roger (Eds.;. Comentário Bíblico Pentecostal do Novo
Testamento, l.ed. Riede Janei­ra: CPAD, 2003.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Sociocultural "O Cenário [da igreja de Éfeso]
Uma viagem à velha Éfeso era como ir hoje à Nova Iorque ou Los Angeles. Era uma próspera metrópole, a mais proeminente cidade da Ásia Menor. Localizada no Rio Caster, a três milhas do Mar Egeu, Éfeso era o maior centro comercial da Ásia. Aí, embarcavam-se as mercadorias através do Mediterrâneo, subindo o Caster, onde eram distribuídas ao mundo todo.
Éfeso ficava na encruzilhada do mundo. Aqui, entrelaçavam-se quatro grandes estradas, trazendo negociantes e mercadores das mais importantes províncias romanas. Os efésios, por isso, eram mui avançados culturalmente. Eram cosmopolitas nas artes, dramas e urbanização.
Éfeso era uma cidade livre. Por sua lealdade a Roma, estava autorizada a ter governo próprio. Nela, não havia guarnição romana. Nenhuma opressão pairava sobre a cidade. Era imune à influência e à tirania romanas.
Éfeso era também o centro do paganismo. Uma das sete mara­vilhas do velho mundo está ali - o templo de Diana. Lugar de intensa idolatria, o templo era tão extenso quanto dois campos de futebol. Nele, floresciam a prostituição, as bebedeiras e as orgias. Não admira que tantos negócios viessem ao templo de Diana.
No templo, criminosos achavam asilo. Era um céu para o per­verso. Com suas prostitutas, eunucos, dançarinas e cantores, era o esgoto da iniqüidade. Mas no meio dessa cidade, DEUS plantara uma próspera igreja. É melhor desempenhar uma missão nas portas do inferno do que pregar ao coral dos anjos. DEUS sempre constrói sua Igreja onde as circunstâncias parecem menos favoráveis. Esta é a graça de DEUS.
O Remetente
Para esta igreja, localizada em meio à tamanha idolatria e imo­ralidade, JESUS identifica-se da seguinte maneira:
Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro:... (Ap 2.1)
O Remetente não é nominado. Mas, obviamente, trata-se de JESUS CRISTO. Ele é o mesmo que se revelara a João na estrondosa visão de Patmos. É o próprio Senhor ditando e elaborando a carta.
JESUS dirige a carta ao anjo da igreja. A palavra anjo significa mensageiro. Refere-se ao que tem como ministério primordial levar a mensagem à congregação. Hoje, o chamaríamos de pastor ou an­cião. “É através dele que esta mensagem é trazida à igreja” (LAWSON, StevenJ. As Setes Igrejas do Apocalipse: O Alerta Final para o seu povo. 5.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, pp.79,80).
 
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 3, ÉFESO, A IGREJA DO AMOR ESQUECIDO
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas.
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Lembra-te, pois, de onde __caíste__, e arrepende-te, e pratica as __primeiras__ obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu __castiçal__, se não te arrependeres" (Ap 2.5).
 
VERDADE PRATICA
2- Complete:
Se não voltarmos urgentemente ao __primeiro__ amor, jamais viveremos o __refrigério__ de um grande e poderoso __avivamento__.
 
INTRODUÇÃO
3- Por que a igreja em Éfeso se destacou como uma referência em toda Ásia Menor?
(    ) Porque não havia igreja mais obreira, dinâmica e ortodoxa do que a de Éfeso.
(    ) O seu preparo teológico era tão sólido, que o seu pastor capacitara-se, inclusive, a confrontar os que se diziam apóstolos (Ap 2.2).
(    ) Éfeso era a igreja apologética por excelência.
(    ) Ela destacava-se também por seu testemunho, esforço e extenuante labor pela expansão do Reino de DEUS.
(    ) Até o próprio CRISTO elogiou os efésios.
 
I. ÉFESO, UMA IGREJA SINGULAR
4- Quando o evangelho chegou a Éfeso, quando floresceu e o que aconteceu nesse período?
(    ) Chegou a mais notável metrópole da Ásia Menor, durante a segunda viagem missionária de Paulo (At 18.19).
(    ) A igreja só viria a florescer entre os efésios a partir da terceira viagem do apóstolo.
(    ) A chegada do Reino de DEUS à cidade foi acompanhada por um grande avivamento.
(    ) Houve batismos com o ESPÍRITO SANTO, curas divinas e não poucas conversões (At 1 9).
 
5- A solidez doutrinária da igreja em Éfeso era conhecida e o seu preparo bíblico e teológico era singular. Por que?
(    ) A igreja de Éfeso tivera o privilégio de ter como pastor, durante três anos, o maior teólogo do Cristianismo (At 20.31).
(    ) Durante esse tempo, Paulo lhe expôs todo o conselho de DEUS (At 20.27).
(    ) Pode haver um curso bíblico mais completo? E a epístola que o apóstolo lhes enviou? (Ef 1.1-5). Aqueles cristãos doutoraram-se na Palavra de DEUS.
 
6- Na igreja em Éfeso, quais obreiros a dirigiram e se destacaram como ministros excelentes?
(    ) Paulo.
(    ) Timóteo.
(    ) Tíquico.
(    ) João, o discípulo amado.
 
II. O PROBLEMA DE ÉFESO
7- Qual o grave problema da igreja em Éfeso?
(    ) A sua lua de mel com o Senhor JESUS havia chegado ao fim. E ela não o percebera.
(    ) Já não se lembrava do amor — primeiro e belo — que dedicara ao Cordeiro de DEUS.
(    ) Apesarb de ser pastoreada pelo discípulo do amor, como veio a esquecer-se, justamente, do primeiro amor?
 
8- Apesar de sabermos como definir o primeiro amor, mas poder senti-lo, o que poderia ser o primeiro amor?
(    ) É a alegria da salvação que o salmista temia perder (SI 51.12).
(    )  É, uma alegria que nos impulsiona a declarar toda a nossa afeição a DEUS: "Amo o Senhor" (SI 116.1).
(    ) O primeiro amor é o enlevo que, no início, fez com que os efésios vivessem nas regiões celestiais em CRISTO JESUS (Ef 1.3).
(    ) O primeiro amor é também a disposição que leva o obreiro a semear, num misto de lágrimas e júbilo, a preciosa semente do Evangelho (SI 126.5).
 
9- Como pode ocorrer a amnésia do amor? Sendo o primeiro amor tão sublime e inefável, pode alguém vir a esquecê-lo? Complete:
Apesar de Éfeso ainda entregar-se denodadamente à __obra__ de DEUS, não mais se entregava __amorosamente__ ao DEUS da obra. Embora teológica e biblicamente ortodoxa, já não conservava o __ardor__ daquele sentimento que, um dia, fez a Sulamita __palpitar__ pelo esposo: "Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele se alimenta entre os lírios" (Ct 6.3). Era-lhe, __urgente__, pois, voltar ao primeiro amor.
 
III. VOLTANDO AO PRIMEIRO AMOR
10- Em que implica esquecer o primeiro amor? Complete:
Esquecer o primeiro amor não é incidente teológico, é __queda__ espiritual. Semelhante pecado demanda contrição e __arrependimento__. Por isso, o Senhor JESUS insta, junto ao pastor em Éfeso, a que volte de __imediato__ ao primeiro amor.
 
11- Por que a igreja em Éfeso era rica em obras, pobre em amor?
(    ) Apesar de já não se lembrar do primeiro amor, Éfeso ainda era rica em obras.
(    ) O próprio CRISTO realçou-lhe esta característica (Ap 2.2).
(    ) A igreja em Éfeso já não praticava as obras que a haviam distinguido no início da fé: o amor que santificara ao Senhor JESUS.
(    ) A igreja em Éfeso era rica em obras e paupérrima em amor.
 
12- Complete:
Se as obras sem a __fé__ nada são, o que delas resta sem o __amor__? Até mesmo o auto-sacrifício sem amor _nada__ é, conforme destaca o apóstolo Paulo: "E ainda que distribuísse toda a minha __fortuna__ para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser __queimado__, e não tivesse amor, nada disso me __aproveitaria__" (1 Co 1 3.3).
 
13- Por que amar é a mais elevada das obras? O que muitos crentes estão amando? Cite um exemplo de um profeta que realmente amava a DEUS.
(    ) Não há obra tão elevada como amar a DEUS: "Amarás, pois, o SENHOR, teu DEUS, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder." (Dt 6.5).
(    ) Há crentes que se limitam a amar as bênçãos.
(    ) Há crentes que, mesmo sem as bênçãos, amam o abençoador. Que belo exemplo temos em Habacuque (Hc 3.17,18).
 
IV. LEMBRANDO SE DO PRIMEIRO AMOR
14- Como voltar ao primeiro amor?
(    ) A resposta vem do próprio CRISTO: "Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres" (Ap 2.5).
 
15- O que significa "lembrar-se de onde caiu"?
(    ) A Bíblia exorta-nos a lembrar-nos de DEUS, porque Ele jamais se esquece de nós (Ec 12.1; Is 44.21; 49.15).
(    ) O cristão, infelizmente, corre o risco de esquecer-se daquEle que se esquece somente de nossos pecados (Hb 8.12).
(    ) Se não formos diligentes, corremos o risco de não mais nos lembrarmos daquele amigo que é mais chegado que um irmão (Pv 18.24).
 
16- O que significa "voltar à prática das primeiras obras"?
(    ) Se Éfeso já era rica nas segundas obras, por que voltar à prática das primeiras?
(    ) Nenhuma obra é completa e perfeita sem o amor.
 
17- Veja se você ainda ama o CRISTO como Ele tem de ser amado. Será necessário que o próprio Senhor pergunte-lhe: "Amas-me mais do que estes?" (Jo 21.15). Complete:
Se não __devotarmos__ a CRISTO o primeiro amor, como haveremos de ansiar por sua __volta__? Talvez, o anjo de Éfeso (pastor) já não almejasse o __retorno__ do Senhor. O ativismo acabara por matar-lhe o primeiro amor e o __segundo__ também. Era-Ihe urgente e necessário, pois, não somente amar a CRISTO como antes, como também amar-lhe a __vinda__ como nunca.
 
18- De que maneira devemos amar a vinda de CRISTO? Complete:
Assim como o CRISTO ama a __Noiva__ e suspira por sua chegada aos céus, também devemos nós, como o seu corpo __místico__, almejar por sua vinda: "Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua __vinda__" (2 Tm 4,8). Você realmente ama a vinda de CRISTO? Em __breve__ Ele voltará. Amém. Ora vem Senhor JESUS!
 
CONCLUSÃO
19- Complete:
Sem amor não pode haver __Cristianismo__. Sua base é o amor primeiro e belo do início de nossa __fé__. Um amor que jamais deve morrer, mas renovar-se a cada manhã. Se você já não ama a CRISTO como antes, __arrependa__-se desse pecado grave e evite que as conseqüências se agravem. Voltar ao primeiro amor não significa voltar à imaturidade espiritual, mas ao __ardor__ do início de nossa fé. Lembre-se de onde caiu. Volte imediatamente ao primeiro amor. Rogue ao Pai que o __reconduza__ à sala do banquete, onde o Noivo está à nossa espera: "Levou-me à sala do banquete, e o seu estandarte em mim era o amor" (Ct 2.4).
 
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AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. São Paulo, IBR, 1975.
CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.
BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Edição contemporânea. São Paulo, Vida, 1994.
McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.
Espada Cortante 1 e 2 - Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ
CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. v. 1
VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário Vine. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
GILBERTO, Antonio. A BÍBLIA Através dos Séculos. Rio de Janeiro: CPAD, 1987. HORTON, Stanley. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
Benjamin F. GUTIÉRREZ e Leonildo S. CAMPOS, Na força do ESPÍRITO, p. 286.
Peq.Enc.Bíb. - Orlando Boyer - CPAD
Introdução e Comentários de Francis I.Andersen - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova - S.Paulo - SP
Mateus, introdução e comentário - Série cultura bíblica - R. V. G. Tasker - Editora: Vida Nova
Apocalipse - Versículo por Versículo Autor: Severino Pedro da Silva Editora: CPAD Ano: 2002
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/imagens_do_apocalipse.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao1-vemofim-ofimvemadoutrinadasultimascoisas.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6-dlld-deuscomandafuturo.htm
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Estudos no Livro de APOCALIPSE - Hernandes Dias Lopes
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Estudo Bíblico com a Mocidade da Assembleia de Deus de Bonito de Santa Fé - PB











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