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19 novembro 2012

Nos 50 anos da AD Sousa: Abertura do Congresso de Senhoras 2012






Na noite de ontem (16) foi realizada a abertura do Congresso de Senhoras 2012 da Assembleia de Deus em Sousa, cuja festividade é parte das comemorações alusivas aos 50 anos da AD Sousa.

Um grupo de aproximadamente 100 mulheres do templo central e das congregações compunham o grande conjunto de irmãs para o congresso de senhoras 2012 da AD Sousa.

O Congresso de Senhoras da AD Sousa teve a participação do cantor Renê de Campina Grande, que louva a Deus em estilo ópera; também estavam presentes as cantoras Alexsandra Figueiredo e a cantora Ana Nery.
A ministração da Palavra de Deus foi realizado pela Missionária Rute Oliveira de São Carlos/SP, ela que é filha da irmã Edite que reside em Sousa e congrega na Congregação do Alto do Cruzeiro, campo da AD Sousa.

A Missionária Rute Oliveira tem um ministério da palavra muito abençoado pelo Deus dos Céus e ela já tem ministrado por diversas cidades e Estados brasileiros, inclusive já ministrou em outros países do continente americano, com a Argentina.

A Missionária Rute Oliveira ministra a Palavra de Deus de forma muito peculiar, alegre e pentecostal, sempre buscando mostrar pela Bíblia Sagrada que o Deus de Milagres registrado na Bíblia não mudou e que ainda opera milagres e fala com o seu povo atual. O resultado é que sua ministração transforma-se num verdadeiro pentecoste e muitas vidas aceitam a Jesus como Salvador.
Ontem não foi diferente, o templo central da AD Sousa transformou-se num verdadeiro pentecostes com muitos glórias e aleluias a Deus, muitas profecias, muitas curas espirituais, adoração ao Senhor Nosso Deus e salvação de vidas, eis que 04 (quatro) pessoas aceitaram a Jesus como Salvador.
Este foi só o ínicio do Congresso de Senhoras 2012!


Fonte: Paraíba Gospel 

Encerramento do VII congresso de mocidade da AD Aguiar




Após dois dias de cultos abençoados, foi realizado neste domingo o encerramento do VII congresso de mocidade da AD Aguiar com a igreja local. O templo estava completo de pessoas, crentes e não crentes que vieram prestigiar o final desta festividade e adorar ao Deus todo Poderoso. Estava presente da AD Igaracy o cantor Mayke, o mesmo recebeu a oportunidade para cantar 3 hinos abençoados o qual encheu a igreja do poder de Deus. 

Após isso a mocidade recebeu a oportunidade para cantar mais um hino enquanto a igreja estremecia com a glória do Senhor.
Na sessão dos agradecimentos a irmã Valdileide agradeceu pela ajuda de toda igreja para a realização deste evento.
Em seguida houve a apresentação de um gesto pelo conjunto aniversariante, o qual gesticulou a musica tema do congresso. A mensagem da noite ficou por conta do pastor Marivaldo Gomes (pastor local).





2° dia do VII congresso de mocidade na AD Aguiar



Neste sábado foi dado continuidade ao VII congresso de mocidade na AD Aguiar. O segundo dia de festa foi dividido em dois horários um estudo durante a tarde e o grande culto a noite. O qual contou com a presença de vários pastores entre eles estavam: pastor Adailton e caravana AD Igaracy, pastor Irinaldo e caravana AD Piancó. Pastor Gerson AD nova Olinda, pastor Diniz e caravana AD Santana dos Garrotes, pastor Vargas e caravana AD Itaporanga, pastor Davi AD Emas. Das igrejas locais estava o pastor Osmã da Filadélfia Pentecostal. Também estava presente o prefeito da cidade Tintin e sua digníssima esposa. 

O louvor ficou por conta da cantora Niedja e banda; e o cunto eletrônico da AD Igaracy. O conjunto aniversariante teve a oportunidade para cantar três hinos e ainda fizeram um apresentação teatral com o tema Juízo final.

Enfim o culto do sábado foi uma benção, muitas pessoas no ginásio e muito poder de Deus






Estudo sobre os dois números seis e sete


Estudo sobre os dois números seis e sete
Nesse paralelo doutrinário, aprendemos que o número 6 é o número do homem e o número 7, o número da perfeição. Gênesis 1: 26-31 e 26 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.
27 - E criou Deus o homem á sua imagem; á imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
28- E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra.
29- E disse Deus; Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-á para mantimento.
30- E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há a alma vivente, toda erva verde será para mantimento. E assim foi.
31- E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Deus fez o homem no sexto dia da criação. O dia seguindo era o sétimo dia o sábado. Gênesis 2: 2-3. 2 “E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito”.
3 - E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera. Neste estudo apresenta os dois números, 6 e o 7, 6 mostra a fragilidade do homem, 7 é o número da perfeição em quem se completa todas as coisas.
O sábado era o sétimo dia da criação dia de descanso semanal, um tipo de Jesus Cristo, o nosso sábado na dispensação da graça em quem nós estamos descansando. Confira o que as Escrituras dizem de Jesus.
Mateus 11: 28-29; 28
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.
29 - Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrarei descanso para as vossas almas. No evangelho de Lucas 13: 10-16 “ E ensinava no sábado, numa das sinagogas”.
11- E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos e andava curvada, e não podia de modo algum endireitar-se.
12- E, vendo- a Jesus chamou- a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade.
13- E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus.
14- E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga indignado porque Jesus curava no sábado, disse á multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar, nestes pois vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.
15- Respondeu-lhe porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou o jumento, o não leva a beber?
16- E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?.
Veja o que as Escrituras dizem do número sete que fala de Jesus Cristo que é perfeito em todos os seus caminhos. Confira em Êxodo 16: 4-5:
4- Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá e colherá cada dia a porção para cada dia, para que eu veja se anda em minha lei ou não.
5- E acontecerá, ao sexto dia, que prepararão o que colherem, e será o dobro do que colhem cada dia. Êxodo 16: 22-30
22- E aconteceu que , ao sexto dia, colheram pão em dobro, dois gômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.
23- E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar, ponde em guarda para vós até amanhã.
24- E guardaram- no até amanhã, como Moisés tinha ordenado; e não cheirou mal, nem nele houve algum bicho.
25- Então disse Moisés: Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Senhor; hoje não o achareis no campo.
26- Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá.
27- E aconteceu, ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam.
28- Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?
29- Vede, visto que o Senhor vos deu o sábado, por isso ele, no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique no seu lugar, que ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.
30- Assim, repousou o povo no sétimo dia.
Neste paralelo que apresenta os dois números seis e o sete. Confira o que as escrituras dizem de Jesus no sete.
João 6: 48-51
48 - Eu sou o pão da vida.
49- Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram.
50- Este é o pão que se desce do céu, para que o que dele comer não morra.
51- Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida no mundo.
No verso 58, Jesus terminou seu discurso dizendo: Este é o pão que desceu do céu; não é o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram quem comer este pão viverá para sempre.
No final dessa reflexão sobre o número sete, este é Jesus Cristo que é perfeito em todos os seus caminhos. Confira o que as escrituras dizem de Jesus como homem.
Isaías 53: 9 parte b: “Por quanto nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca”.
Malaquias 2: 6: “A lei da verdade esteve na sua boca, e a iniquidade não se achou nos seus lábios; andou comigo em paz e em retidão, e apartou a muitos na iniquidade”.
Zacarias 3:9:  Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué: sobre esta pedra única estão sete olhos. Eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o Senhor dos Exércitos, e tirarei a iniquidade desta terra num dia.
Jesus, como homem viveu uma vida de santidade entre os homens que, no final do seu ministério, pode perguntar aos Judeus no Evangelho Segundo João 8:46 parte “a”: Quem dentre vós me convence de pecado?
Nas ultimas instruções de Jesus aos Seus discípulos em João 14:30: Já não falarei muito convosco; porque s e aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim;
Nesta reflexão sobre o número seis, o número do homem, veja que as Escrituras dizem do homem para mostrar sua fragilidade.
Gênesis 6:5-7
E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
6- Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração.
7- E disse o Senhor: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até o animal, atém o réptil, e até a ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Eclesiastes 7:20 Diz: Na verdade, que não há homem justo sobre a terra, que faça bem, e nunca peque.
Provérbios 28:21 diz:
Ter respeito à aparência de pessoas não é bom, porque até por um bocado de pão o homem prevaricará.
Temos o exemplo disso na vida dos homens mais santos que viveram nesse mundo como se vê em Gênesis 20:2-7: E havemos Abrahão dito de Sara sua mulher: É minha irmã, enviou Abimeleque, rei de gerar, e tomou a Sara.
3- Deus porém veio a Abimeleque em sonhos de noite, e disse-lhe: Eis que morto és por causa da mulher que tomaste, porque ela está casada com marido.
4- Mas Abimeleque ainda não se tinha chegado a ela; por isso disse: Senhor, matarás também a uma nação justa?
5- Não me disse ele mesmo: É minha irmã? E ela também disse: é meu irmão. Em sinceridade do coração e em pureza das minhas mãos tenho feito isto.
6- E disse-lhe Deus em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto, e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso te não permiti tocá-la
7- Agora pois restituí a mulher ao seu marido, porque profeta é rogará por ti, para que vivas; porém se não lha restituíres, sabe que certamente morrerás, tu e tudo o que é teu.
Confira Abraão mentiu quando disse que Sara era sua irmã. Confira o que eu Deus tinha dito de Abraão.
Isaías 41:8: Mas tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó, a quem elegi, semente de Abrahão, meu amigo;
Nesta reflexão sobre o 6, o número do homem, vê-se o segundo exemplo negativo na pessoa de Davi. Confira II Samuel 11: 2;5:
2 - E aconteceu á hora da tarde que Davi se levantou do seu leite, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa á vista.
3- E enviou Davi, e perguntou por aquela mulher. E disseram: Porventura não é esta Bate-Seba, filha de Eliã, mulher de Urias, o heteu?
4- Então enviou Davi mensageiro, e a mandou trazer; e, entrando ela a ele, se deitou com ela (e ela já tinha purificado da sua imundícia); então voltou ela para sua casa.
5- E a mulher concebeu; e enviou, e fê-lo saber a Davi, e disse: Pejada estou.
Confira o que Deus tinha dito de Davi. Atos 13-22. 22 diz: E, quando este foi retirado, lhes levantou como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, varão conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade.
Nesta reflexão sobre o número seis, o número do homem,  vê-se o exemplo negativo na pessoa de Moisés. Confira Números 20:7-12, onde se vê o pecado de Moisés:
7- E o Senhor falou a Moisés dizendo:
8- Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmãos, e falai a rocha perante os seus olhos, e dará a sua água; assim lhes tirarás água da rocha, e darás a beber á congregação e aos seus animais.
9- Então Moisés tomou a vara de diante do Senhor, como lhe tinha ordenado.
10- E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes, porventura tiraremos água desta rocha para vós?
11- Então Moisés levantou a sua mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais.
12- E o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não me crestes a mim, para me santificar diante dos filhos de Israel, por isso não metereis esta congregação na terra que lhes tenho dado.
Veja a conclusão do pecado de Moisés no livro de Deuteronômio 34:1-4:
  • Então subiu Moisés das campinas de Moabe ao monte de Nebo, ao cume de Pisga, que está defronte de Jericó; e o Senhor mostrou-lhe todas as terras desde Gileade até Dã,
  • E todo Naftalí, e a terra de Efraim, e Manassés, e toda a terra de Judá, até ao mar último,
  • E o sul, e a campina do vale de Jericó, a cidade das palmeiras até zoar.
  • E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra de que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo: Á tua semente a darei; mostro-te para a veres com os teus olhos, porém para lá não passarás.
Veja o que Deus tinha dito de Moisés em Números 12:5-8:
  • Então o Senhor desceu na coluna da nuvem, e se pôs á porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã, e eles saíram ambos.
  • E disse: Ouvi agora as minhas palavras: se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele.
  • Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa.
  • Boca a boca falo com ele, e de vista, e não por figuras, pois ele vê a semelhança do Senhor. Por que pois não tivesse temor de falar contra o meu servo, contra Moisés?
Nesta reflexão sobre o número seis, o número do homem, temos o quarto exemplo negativo na pessoa de Jó para mostra a sua fragilidade como homem. Pois o homem peca por pensamentos, por palavras e por obras. Cuidado o homem peca falando.
Provérbios 10-19
19- Na multidão de palavras não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente.
Jesus disse em Mateus 12: 36-37
36- Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disseram hão de dar conta no dia do juízo.
37- Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.
Confira o pecado de Jó. Jó pecou falando. Confira 37-23,24:
23- Ao todo-poderoso não podemos alcançar; grande é em poder, porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.
24- Por isso o temem os homens; ele não respeita os que são sábios no coração.
Jó 38-1,2 e 3 - Deus revelou o pecado de Jó.
  • Depois disto o Senhor respondeu a Jó dum redemoinho e disse:
  • Quem é este que e escurece o conselho com palavras sem conhecimento?
  • Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu responde-me.
Depois da repreensão de Deus em 38-1 a 3, Jó reconhece o seu pecado. Confira as suas palavras em Jó 14-16 e 17. 40-3 a 5. 42-3 a 6
16- Mas agora contas os meus passos; não estás tu vigilante sobre o meu pecado?
17- A minha transgressão está selada num saco, e amontoas as minhas iniquidades.
40:3-5.
3 - Então Jó respondeu ao Senhor, e disse:
  • Eis que sou vil; que te responderia eu? A minha mão ponho na minha boca.
  • Uma vez tenho falado, e não replicarei; ou ainda duas vezes, porém não prosseguirei.
42: 3-6
3- Quem é aquele, dizes tu, que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso falei do que não entendia; coisa que para mim eram maravilhosíssimas, e que eu não compreendia.
4- Escuta-me, pois, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu ensinas-me.
 5 - Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos.
  • Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.
Abominar significa: Aborrecer, detestar e odiar. Arrependimento significa: Pesar sincero de algum ato ou omissão. Contrição significa: Desistência de coisa feita ou empreendida. Jó 33:31-33 Se vê como Deus perdoa seus filhos.
31- Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei.
32- Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te
33- Se não, escuta-me tu; cala-te e ensinar-te-ei a sabedoria.
* Pastor da Assembleia de Deus - Ministério do Belém - Setor 2 (São Miguel Paulista - São Paulo/SP), congregação do Limoeiro.

Lição 8 - Naum, o limite da tolerância divina I


4º Trim. 2012 - Lição 8 - Naum, o limite da tolerância divina I
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2012
OS DOZE PROFETAS MENORES - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                         

LIÇÃO Nº 8 – NAUM, O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
4º Trimestre de 2012 - CPAD
Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações para a santificação da 
Igreja de Cristo
Comentários da revista da CPAD: Esequias Soares da Silva
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
LIÇÃO Nº 8 – NAUM, O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA
O livro de Naum mostra-nos que a ira de Deus tarda, mas não deixa de se 
manifestar. 
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos profetas menores,  estudaremos o livro de Naum, o sétimo livro dos 
mencionados profetas no cânon do Antigo Testamento.
- O livro de Naum mostra-nos que a ira de Deus tarda, mas não deixa de se manifestar.
I – O LIVRO DE NAUM
- Na sequência do estudo dos livros dos profetas menores, estudaremos hoje o livro de Naum, o sétimo livro 
desta classe no cânon do Antigo Testamento.
- Em hebraico,  Naum é "Nahum"(נחום), que significa "consolação", o que levou alguns críticos a 
acreditarem que este nome seja um pseudônimo, apenas um nome para indicar que o livro era uma espécie de 
consolo para o povo de Israel, qual seja, a destruição dos assírios, que haviam destruído o reino do norte. 
Entretanto, esta teoria não tem qualquer demonstração, sendo mais uma atitude dos críticos para tentar lançar 
descrédito sobre as Escrituras Sagradas.
- A Bíblia diz-nos que Naum era de Elcose (Na.1:1), cuja localização é desconhecida. Jerônimo, o tradutor da 
Bíblia para o latim, identificava Elcose com um lugar na Galileia conhecido como Elcesi, o que, inclusive, 
desmentiria a afirmação dos fariseus de que nenhum profeta teria surgido da Galileia (Jo.7:52). Outros 
entendem que Elcose seria um local no sul do território de Judá, entre Jerusalém e Gaza e alguns, ainda, 
acreditam que Elcose se trata de Cafarnaum, palavra que significa "vila de Naum", o que também desmentiria 
a já aludida menção dos fariseus. 
- A mensagem do livro de Naum é um complemento e uma contrapartida do livro de Jonas. Se, em 
Jonas, o povo de Nínive se arrependeu de seus pecados e foi preservado, no livro de Naum, vê-se que o povo 
ninivita voltou à vida pecaminosa e que, por sua impenitência, seria destruído. Como se verifica, o livro de 
Naum, então, foi escrito após a destruição das dez tribos do norte mas antes da queda da Assíria por 
parte de Babilônia, quando, então, cumprida foi a profecia deste livro. Outro dado que ajuda a identificação 
da data do livro é a notícia da destruição de Nô-Amom, que é a cidade egípcia de Tebas, que havia sido 
destruída pelos assírios, em 663 a.C., no reinado de Assurbanípal (669-627 a.C.).
- Edward Reese e Frank Klassen, co-organizadores da Bíblia em ordem cronológica, entre nós editada pela 
Editora Vida, situam o livro de Naum durante o início do reinado de Josias, rei de Judá, por volta de 635 a.C.
(datação de Reese), antes do nascimento de Jeoaquim, ou seja, nos três primeiros anos do reinado de Josias.
- O livro de Naum foi escrito em verso, sendo, portanto, um poema, o que é comum entre os profetas, que 
costumavam proferir suas profecias em forma de poesia, muitas vezes até acompanhados de música (II 
Rs.3:15).Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
Ensino Bíblico – Banco do Brasil Ag. 0300-X  C/c 35.720-0
Portal Escola Dominical – www.portalebd.org.br Página 2
- O livro de Naum, que tem três capítulos, pode ser dividido em três partes, a saber:
a) 1ª parte - introdução, onde se fala da majestade divina - Na.1;
b) 2ª parte - o cerco e a tomada de Nínive - Na.2;
c) 3ª parte - os pecados e a ruína de Nínive - Na.3.
- Em Naum, temos o juízo divino sobre a impenitência de Nínive, que aqui representa todo o império assírio. 
Deus mostra que tem controle sobre a história e que não Se deixa escarnecer.
OBS: " O Livro de Naum ante o Novo Testamento - O NT não faz nenhum uso direto deste livro. A única exceção talvez seja 
1.15, versículo este que o próprio Naum colheu de Is. 52.7. Paulo usou a linguagem figura de 'pés formosos' para enfatizar que, 
assim como o mensageiro no AT foi acolhido com júbilo pelo povo de Deus, ao trazer-lhe as boas novas de paz e de livramento das 
mãos da Assíria (1.15) e Babilônia (Is. 52.7), da mesma forma os pregadores do novo concerto levam as boas novas de libertação do 
pecado e do poder de Satanás (Rm.10.15). Naum também reforça a mensagem do NT: Deus não permitirá que os pecadores 
permaneçam impunes (1.3). "(BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL, p.1330).
          "Cristo Revelado - O livro de Naum anuncia o julgamento de Deus sobre o pecado e o mal, personificados na perversidade 
dos assírios. Nínive foi, na verdade, destruída, mas aquela derrota parcial e temporária do mal aguardou a conquista completa e 
permanente, que somente viria através de Jesus Cristo. A profecia de Naum proclama que Deus não pode aprovar o pecado, que o 
pecado deve ser exterminado da Terra. Na crucificação de Cristo, Deus pregou o último prego dentro do caixão do pecado pelo 
extermínio do Seu próprio Filho. Ver Mt.27.46; 2 Co.5.21. O julgamento final de Deus sobre a impiedade e o mal aconteceu na cruz. 
Esta é certamente uma razão para uma celebração ainda maior do que aquela feita pela queda de Nínive (Na.3.19). Mas a 
contrapartida, a maior demonstração da bondade de Deus, é também revelada em Jesus Cristo. Naum proclama que Deus é bom, mas 
Sua bondade foi trazida ao seu clímax somente em Cristo (Rm.5.6-11). A bondade de Deus foi encarnada em Jesus, uma viva 
declaração das boas-novas de paz. Agora, a humanidade tem um caminho para voltar para suas tarefas e chamados que Deus tem 
estabelecido (Na.1.15). O leão mau (Na.2.11,12) foi derrotado e substituído pelo justo Leão da tribo de Judá (Ap.5.5). A vingança de 
Deus contra o pecado foi satisfeita através do sacrifício do Seu Filho." (BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, p.899).
- Segundo Finnis Jennings Dake (1902-1987), o livro de Naum tem 3 capítulos, 47 versículos, 8 perguntas, 5 
ordenanças, nenhuma promessa, 72 predições, 46 versículos de profecia, 6 versículos de profecias não 
cumpridas, 40 versículos de profecias cumpridas e 2 mensagens distintas de Deus (1:2; 2:1).
- Segundo alguns estudiosos da Bíblia, o livro de Naum, o 34º livro da Bíblia, está relacionado com a décima 
segunda letra do alfabeto hebraico,  “lamed” (ל), cujo significado é o de “condução”, “ensino”, “direção”. O 
livro de Naum representaria o conforto, o consolo de que o Senhor protege o Seu povo dos Seus inimigos, 
conduzindo a história de tal modo que os maus jamais possam vencer os bons.
II – A MAJESTADE DIVINA
- O livro de Naum começa dizendo qual o assunto que o Senhor veio tratar. “Peso de Nínive”. Num 
instante em que a nação assíria era vista como a potência emergente, como um império mundial, que, 
inclusive, havia derrotado o Egito, destruindo a cidade de Nô-Amom, também conhecida como Tebas, 
importante cidade egípcia, o Senhor traz uma mensagem de juízo, de prestação de contas para com aquela 
impiedosa nação.
- Cerca de 132 anos depois da mensagem que Deus dera aos ninivitas por intermédio de Jonas, quando 
advertiu aquele povo de que seus maus caminhos levariam ao juízo divino, o Senhor anuncia a execução 
daquele juízo, tendo em vista que Nínive, após ter se arrependido com a pregação de Jonas, tornara à vida 
pecaminosa, tornara à prática da maldade e da crueldade. Nínive  voltara ao pecado e a consequência disto 
seria a sua destruição e, desta feita, o juízo seria sem misericórdia.
- As primeiras palavras da mensagem de Naum trazem-nos, já, uma importantíssima lição: a de que  não 
haverá misericórdia para aqueles que desprezarem a mensagem divina de chamada ao arrependimento 
e à conversão. Como afirma o apóstolo Pedro: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, 
tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da 
justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; deste modo sobreveiolhes o que, por um verdadeiro provérbio, se diz: o cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao 
espojadouro de lama” (II Pe.2:20-22).
- A mensagem de Naum apresenta-nos, logo em suas primeiras palavras, como uma severa advertência para 
que não desprezemos a misericórdia divina que nos foi trazida pela salvação em Cristo Jesus para que não 
venhamos a sofrer o juízo divino sem misericórdia como ocorreu com Nínive.
- O Senhor Se apresenta como “um Deu zeloso e que toma vingança, o Senhor toma vingança e é cheio de 
furor: o Senhor Toma vingança contra os Seus adversários, e guarda a ira contra os Seus inimigos” (Na.1:2).
- Deus Se apresenta, em Naum, como Deus zeloso, ou seja, Deus que zela pela Sua Palavra para a cumprir 
(Jr.1:12). Deus pôs a Sua Palavra acima do Seu próprio nome (Sl.138:2), de modo que não se pode esperar 
outra coisa da parte do nosso Deus senão o de fazer cumprir tudo quanto nos foi revelado e, entre estas 
revelações, a de que o mal será punido, de que não se tem como subsistir ofendendo a lei do Senhor.
- Deus é santo e abomina o pecado, de sorte que não pode tolerá-lo, devendo, pelo próprio caráter da Sua 
natureza, fazer com que o pecado seja punido e devidamente castigado. Deus é justo e, portanto, não pode 
permitir que o pecado prevaleça indefinidamente.
- Mas Deus não é amor? Sem dúvida, Deus é amor (I Jo.4:8), mas o amor não folga com a injustiça (I 
Co.13:6). Assim, o próprio amor de Deus faz com que o mal seja punido e castigado. É uma ilusão achar-se 
que Deus é “bonzinho” e que tolera o pecado “por amor ao homem”. O amor divino não folga com a injustiça 
e Deus, que é justo, embora ame o pecador e queira o seu bem, não pode permitir a prática indefinida do 
pecado.
- Deus manifesta o Seu amor e a Sua boa vontade para com o homem, retardando a Sua ira, mas jamais 
a suprimindo, pois é um ser justo, é a própria justiça (Jr.23:6). Por isso, a vingança só a Ele pertence 
(Dt.32:35; Sl.94:1; Rm.12:19; Hb.10:30).
- Mas para quem é a vingança do Senhor? O profeta responde: “O Senhor toma vingança contra os Seus 
adversários e guarda a ira contra os Seus inimigos” (Na.1:2 “in fine”).
- A vingança do Senhor está reservada contra os que se levantam contra Deus, os que são Seus 
adversários, aqueles que contrariam a Sua vontade, que se rebelam contra o Seu senhorio sobre todas as 
coisas. Deus é o Senhor, tudo a Ele pertence (Sl.24:1), mas Ele deu aos homens e aos anjos o livre-arbítrio, ou 
seja, o poder de escolher entre servir a Deus, ou não.
- No entanto, para aqueles que optam rebelar-se contra o Senhor, não Lhe obedecer, está reservada a 
“vingança do Senhor”. O apóstolo Paulo foi preciso ao dizer que “se Deus é por nós, quem será contra nós?” 
(Rm.8:31b), o que implica em dizer que se formos contra Deus, ninguém poderá ser por nós. Esta é a triste e 
dura realidade que muitos teimam em não reconhecer. Quem não é por Deus, será contra Ele e, deste modo, 
estará perdido, pois se submeterá debaixo da ira de Deus, é candidato a sofrer a Sua vingança.
- A mensagem do profeta, também, mostra-nos que o Senhor não Se levanta de pronto contra os homens 
que quiseram se tornar Seus adversários. Deus, diz Naum, “guarda a ira contra os Seus inimigos”, ou seja, 
não lança a Sua ira de imediato, precisamente porque é um Deus misericordioso, que dá tempo para que o 
homem se arrependa, se converta e passe a servi-l’O.Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- Somente os adversários e inimigos de Deus são alvo da Sua vingança. São pessoas que, deliberadamente, 
resolveram seguir o caminho daquele que é adversário e inimigo de Deus por excelência, “Satanás”, cujo 
nome significa exatamente “adversário”, “inimigo”. 
- Quem é o inimigo de Deus? O Senhor Jesus responde: aquele que não guarda a Sua Palavra, aquele que não 
guarda os Seus mandamentos, aquele que não faz o que Ele manda (Jo.15:14). Tenhamos consciência de que 
nossa desobediência ao Senhor e à Sua Palavra nos torna inimigos de Deus e, como tal, estamos sujeitos a 
sofrer a Sua vingança. Que Deus nos guarde!
- Deus, porém, como não deseja a morte do ímpio nem nela tem prazer (Ez.18:23; 33:11),  “guarda a Sua 
ira”, ou seja, dá um tempo para que o homem se arrependa, não lançando de imediato o Seu juízo. Com 
Nínive, vemos bem isto acontecer: mandou o profeta Jonas para que os ninivitas se arrependessem e eles o 
fizeram, de tal sorte que Deus não destruiu a cidade, mas, passados 132  anos, os ninivitas não mudaram os 
seus caminhos, voltaram à prática do pecado e, por isso, sofreriam a vingança de Deus. 
- O que ocorreu com Nínive é uma figura, um tipo do que está a ocorrer com todas as nações desde a vinda de 
Cristo Jesus a este mundo. Vivemos “os tempos dos gentios” (Lc.21:24), período em que a graça de Deus se 
tem manifestado trazendo salvação a todos os homens, graça que nos ensina que devemos renunciar à 
impiedade e às concupiscências mundanas, vivendo, neste presente século,  sóbria, justa e piamente 
(Tt.2:11,12).
- Esta oportunidade que se abriu pela graça de Deus, a chamada “dispensação da graça”, no entanto, um dia se 
findará e, então, sobrevirá o juízo divino sobre todos aqueles que rejeitaram a Cristo Jesus, que não quiseram 
se arrepender e se converter dos seus maus caminhos, preferindo se fazer adversários e inimigos do Senhor.
- O próprio Senhor Jesus, na Sua primeira pregação na sinagoga de Nazaré após o início de Seu ministério 
terreno, leu a profecia de Isaías que mencionava este exercício da misericórdia divina, esta “guarda da ira” do 
Senhor para com a humanidade. Ali, o Senhor abria o “ano aceitável” (Lc.4:19), que precede ao “dia da 
vingança” (Is.61:2).
- Jesus, bem demonstrando o momento em que estava o plano divino para a salvação do homem, ao ler a 
respeito do “ano aceitável do Senhor” no livro do profeta Isaías, fechou o livro e o entrou ao presidente da 
sinagoga, dizendo que, naquela oportunidade, se estava a cumprir o que fora profetizado. Jesus veio anunciar 
“o ano aceitável do Senhor”, ano este em que o Senhor chama todos os homens ao arrependimento e à 
conversão dos pecados, mediante a fé em Cristo Jesus que morreu por nós, concedendo-nos o perdão dos 
nossos pecados e a possibilidade de voltarmos à comunhão com Deus.
- No entanto, esta oportunidade não é ilimitada, porque o amor de Deus exige que se faça justiça e a justiça, 
em termos de prática do pecado, exige o exercício da vingança, do acerto de contas com todos aqueles que se 
fizeram adversários e inimigos do Senhor. É por isso que, depois do “ano aceitável do Senhor”, virá “o dia da 
vingança do nosso Deus”. 
- Notemos, aliás, o contraste entre o exercício da misericórdia e da graça divinas e de Sua justiça. Para trazer o 
perdão, Jesus fala-nos de um “ano”, período muito maior que o “dia” que é associado ao exercício da 
vingança. Deus dá muito mais tempo para que o homem se arrependa do que o tempo em que executará o Seu 
juízo. Mandou Jonas pregar por quarenta dias antes de executar o juízo e, com o arrependimento, não o 
executou. Depois, deu mais de 130 anos para que o povo se arrependesse, prova de que não se trata de um 
Deus cruel e sanguinário, como muitos desavisados procuram incutir na mente das pessoas.
- Em todos os juízos divinos mencionados nas Escrituras Sagradas, vemos como Deus Se porta como um Deus 
“tardio em irar-Se” (Na.1:3 “in initio”). O profeta faz questão de nos mostrar que, embora seja do caráter 
divino a execução do castigo aos desobedientes, Ele é longânimo, ou seja, tem um “longo ânimo”, não tem 
pressa em castigar os impenitentes, dando-lhes sempre oportunidade de arrependimento e conversão.Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- A longanimidade de Deus é uma das Suas características apresentadas na Bíblia. Deus não tem pressa 
em ver o arrependimento e a conversão do homem, abre-lhe um sem-número de oportunidades para que ele 
possa se tornar Seu amigo e, deste modo, deixar de sofrer o castigo destinado aos adversários do Senhor.
- Assim como Deus é longânimo, também nós devemos sê-lo, sendo, aliás, esta uma das qualidades do fruto 
do Espírito (Gl.5:22). É inadmissível vermos pessoas que cristãos se dizem ser que não têm qualquer 
longanimidade, que exigem dos outros uma presteza e uma conduta irrepreensível que se adquira da noite para 
o dia, esquecendo-se de que Deus não nos trata assim. Devemos ter longanimidade, compreender a dificuldade 
que o homem tem de se libertar de sua conduta pecaminosa, aguardando, com paciência, a transformação das 
vidas que estão à nossa volta.
- Deus iria lançar Seu juízo sobre Nínive, mas não o fez precipitadamente. Havia concedido mais de um 
século, depois do arrependimento e conversão decorrentes da pregação de Jonas, para tratar com Nínive, mas 
esta, impenitente, ao contrário do que ocorrera antes, não mudou a sua maneira de viver e, por isso, sofreria o 
juízo divino.
- “O Senhor é tardio em irar-Se, mas grande em força, e ao culpado não tem por inocente” (Na.1:3a). Deus é 
longânimo, mas também é justo. A tolerância divina não é com o pecado, mas, sim, com o pecador. Deus 
“guarda a Sua ira”, ou seja, Deus não age de imediato para punir o pecado, abrindo oportunidade para que haja 
arrependimento e conversão, mas Deus jamais irá permitir a prática indefinida do pecado.
- “Tolerância” é o “ato ou efeito de tolerar, de suportar”. Deus tolera o pecador, porque o amor “tudo suporta” 
(I Co.13:7), mas “suportar” não significa “concordar, admitir, aceitar”. Há, nos dias hodiernos, uma confusão 
a respeito do que significa “tolerar”, a´te porque os dicionários também considerar como significado  de 
tolerância, “a tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, agir e de sentir diferentes ou mesmo 
diametralmente opostas às nossas”.
- Deus, por ter feito o homem com livre-arbítrio, “suporta” a desobediência humana, dá-lhe oportunidade para 
que ele, de livre e espontânea vontade, aceite servir ao Senhor, fazer-Lhe a vontade. No entanto, por ser santo, 
Deus não pode concordar com o pecado cometido, não pode “relevar” o pecado e, por ser “bonzinho”, a todos 
perdoar indistintamente e levar todos os homens ao convívio eterno com Ele, pois é impossível que o pecado 
entre na dimensão da glória de Deus, nos céus, a habitação do Altíssimo.
- Assim, a “tolerância divina” não é indefinida nem eterna. Este “suportar” de Deus tem um limite, um 
determinado tempo, visto que Deus, por ser amor e justiça, tem de dar fim à injustiça, ao pecado, à iniquidade, 
pois todo pecado é iniquidade, ou seja, injustiça (I Jo.3:4; 5:17).
- Por isso, Naum nos deixa bem claro que Deus não tem ao culpado por inocente, ou seja, Deus jamais 
concordará ou aceitará a prática do pecado e, por ser “bonzinho”, levará o culpado para desfrutar das bênçãos 
reservadas única e exclusivamente àqueles que forem inocentes, ou seja, que tiverem sido justificados pela fé 
em Cristo Jesus (Rm.5:1) e, portanto, são insuscetíveis de qualquer condenação (Rm.8:1).
- Muitos, em nossos dias, estão a crer numa doutrina completamente antibíblica, a chamada “doutrina do 
universalismo”, que afirma que Deus, no final de tudo, salvará a todos os homens, pois é um Deus de amor. 
Trata-se de uma grande mentira satânica a que não se deve dar crédito. Deus não tem o culpado por inocente e 
Sua ira se manifestará sobre todos os que se fizeram, de livre e espontânea vontade, como adversários e 
inimigos de Deus. Não nos iludamos: se adotarmos o pecado como maneira de viver, seremos alvo da 
vingança divina.
- Deus é o Senhor, tudo está submetido ao Seu poder. O profeta Naum diz que “o Senhor tem o Seu caminho 
na tormenta, e na tempestade, e as nuvens são o pó dos Seus pés” (Na.1:4). Deus está no absoluto controle de 
todas as coisas e, embora pareça que o mal prevaleça, que não faz sentido fazermos a vontade de Deus, Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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saibamos que Deus nunca abriu mão de Sua soberania e que tudo ocorre segundo a Sua vontade. “Ele 
repreende o mar, e o faz secar. E esgota todos os rios; desfalecem Basã e Carmelo, e a flor do Líbano se 
murcha. Os montes tremem perante Ele, e os outeiros se derretem; e a terra se levanta na Sua presença; e o 
mundo, e todos os que nele habitam” (Na.1:4,5).
- A Assíria apresentava-se como uma nação poderosa, que ninguém poderia impedir de dominar o mundo 
então conhecido. Nem mesmo o Egito, há séculos tido como um reino poderoso, tinha podido segurar o 
poderoso exército assírio, tendo sofrido a destruição de uma de suas principais e mais importantes cidades. No 
entanto, toda esta força e poder eram aparentes, quem realmente tem o poder é o Senhor!
- Nos dias em que vivemos, também corremos o risco de fazer julgamentos segundo a aparência e sermos 
tentados a achar que Deus nos abandonou, que Deus nos deixou à própria sorte, que não podemos contra as 
forças e poderes que, contrários ao Senhor e à Sua Palavra, estão a predominar nas estruturas sócio-políticoeconômicas de nosso mundo.
- Sentimo-nos, por vezes, impotentes diante de tantos escândalos, de tanta profusão da maldade e da 
iniquidade, do sucesso de tantos que se vangloriam de desobedecer a Deus e à Sua Palavra. Somos, também, 
tentados a ceder a tantas pressões do maligno, seguindo, como fazem a esmagadora maioria dos que cristãos se 
dizem ser, o curso deste mundo, deixando-nos influenciar com a multiplicação do pecado, que tem feito 
crescer assustadoramente a apostasia em nossas igrejas locais.
- No entanto, consolemo-nos com as palavras proferidas pelo profeta Naum: “o Senhor tem o Seu caminho na 
tormenta, e na tempestade”. Aleluia! Deus não perdeu o controle da situação, a Seu tempo, vingará a prática 
do mal e do pecado. Ele é o Senhor de todas as coisas, nunca perderá a Sua majestade. Creiamos nisto!
- O profeta diz que ninguém pode parar diante do furor de Deus, ninguém poderá subsistir diante do ardor 
da Sua ira. Por isso, precisamos confiar n’Ele, esperar na Sua salvação, pois “o Senhor é bom, uma fortaleza 
no dia da angústia e conhece os que confiam n’Ele” (Na.1:7).
- O segredo é confiarmos em Deus e, portanto, crermos no que Ele nos diz, fazendo o que Ele nos manda. 
Quando isto ocorre, tornamo-nos Seus amigos e, deste modo, ficamos livres da ação da Sua ira, que é voltada 
para os que pensam contra o Senhor, que se põem contra Ele (Na.1:9). Estes, que assim procedem, “por mais 
seguros que estejam, e por mais numerosos que sejam, ainda assim serão exterminados” (Na.1:12 “in medio”), 
“serão consumidos como palha seca” (Na.1:10 “in fine”).
- Nínive, mesmo após a pregação de Jonas, havia tornado à idolatria, à prática da maldade. O Senhor puniria 
Nínive por causa desta recusa em servir ao Senhor, porque havia se tornado vil, má (Na.1:14).
- Por causa da maldade dos ninivitas, seriam eles destruídos e Judá seria poupada, não seria mais afligida pelo 
“perigo assírio”, que há anos estava a tirar a paz e tranquilidade do povo judaíta. Desde os dias de Ezequias, 
Judá vivia apreensiva com a possibilidade de ser invadida pelos assírios que, aliás, já haviam destruído o reino 
de Israel. No entanto, o Senhor, diante da maldade dos assírios, prometia aos judaítas que os assírios não a 
invadiriam, antes seriam destruídos.
- Naum, então, ao mesmo tempo que era anunciador do juízo sobre Nínive, era, para Judá, “os pés do 
que traz boas novas, do que anuncia a paz! Celebra as tuas festas, ó Judá, cumpre os teus votos, porque o 
ímpio não tornará mais a passar por ti; ele é inteiramente exterminado” (Na.1:15).
- O profeta, ao ser ao mesmo tempo anunciador de juízo e de boas novas, tipifica a própria igreja 
neotestamentária que, também, deve trazer aos homens não só uma mensagem de juízo vindouro, mas, 
também, a mensagem do Evangelho, as “boas novas da salvação”.Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- A expressão do profeta Naum não era inédita. Isaías, cerca de 77 anos antes (datação de Reese), tinha, 
também, profetizado a respeito do livramento da Assíria, dizendo: “quão suaves são sobre os montes os pés do 
que anuncia boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: o teu 
Deus reina!” (Is.52:7).
- O apóstolo Paulo usará esta expressão de Isaías, repetida por Naum, para descrever o próprio pregador do 
Evangelho (Rm.10:15). O pregador do Evangelho anuncia “boas novas de salvação”, faz com que o povo ouça 
a paz, anuncie o bem, faz ouvir a salvação, faz ouvir que Deus reina.
- O anúncio do Evangelho, portanto, mostra-nos a soberania divina, o Seu absoluto controle sobre todas as 
coisas e, deste modo, também mostra aos homens que chegará o dia do juízo. Não há como se pregar o 
Evangelho sem se falar da realidade da iminência do juízo divino, mas da vontade de Deus que quer que todos 
os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade (I Tm.2:4).
- Não se trata de fazer como, séculos atrás, um certo bispo inglês orientou seus pregadores a pregar apenas 
sobre o inferno, a fim de que, por medo, as pessoas fizessem o que era justo e correto aos olhos do Senhor, 
mas, sim, de levarmos aos homens a notícia de que este é o “ano aceitável do Senhor”, o instante em que Deus 
usa da Sua misericórdia para salvar todos os homens, todos os que crerem em Jesus Cristo, que este é o 
momento da oportunidade da salvação, porque, brevemente, o Senhor dará a devida retribuição aos que 
preferirem viver no pecado.
- O livro de Naum mostra-nos, claramente, que há um tempo para que possamos nos apossar da graça e da 
misericórdia de Deus, porque o juízo virá inevitavelmente. “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas 
aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece” (Jo.3:36).
III – O CERCO E A TOMADA DE NÍNIVE
- Depois de um preâmbulo, em que, em verso, o profeta Naum mostra que Deus está no controle de todas 
as coisas, que é bom mas também é zeloso e está pronto a executar o juízo sobre todos os que se fizerem Seus 
adversários e inimigos, segue-se a descrição do juízo propriamente dito sobre Nínive.
- O profeta descreve uma situação de iminência de destruição. “O destruidor já está diante de ti; guarda tu a 
fortaleza, observa o caminho, esforça os lombos, fortalece muito o teu poder” (Na.2:1).
- Como disse o evangelista no texto há pouco reproduzido, sem que estejamos ao lado do Senhor, sem que Lhe 
sejamos obedientes, temos sobre nós tão somente a ira de Deus. O destruidor já estava diante de Nínive, 
pronto para efetuar a sua missão de destruição. Temos consciência que, sem Jesus, estamos também à mercê 
do destruidor? Que Deus nos guarde!
- O Senhor traria de volta a excelência de Jacó, o Seu povo escolhido, não mais permitindo que os seus 
opressores triunfassem (Na.2:2). Temos de ter a convicção de que, por mais que os maus triunfem, por mais 
injustiças que ocorram, nada disso nos impedirá de ver o povo de Deus triunfar, vencer e receber as promessas 
do Senhor.
- Naum descreve pormenorizadamente o cerco e a tomada de Nínive. De nada adiantaria o poderio bélico 
da Assíria, os escudos dos seus valentes, os homens valorosos, os seus carros, pois tudo seria destruído, todos 
tropeçariam na sua marcha, ficariam em completa desolação (Na.2:3-8).
- Os assírios, que tanto haviam saqueado seus inimigos, tudo destruindo e fazendo com que os povos fossem 
escravizados e levados para fora de suas terras, agora seriam, eles próprios, destruídos, sofrendo o saque de 
todo o ouro, de toda a prata. Nínive ficaria vazia, esgotada e devastada (Na.2:9,10).Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- Nínive foi comparada pelo profeta a “um tanque de águas que agora fogem” (Na.2:8). Assim, amados 
irmãos, é a glória humana, é a glória e o poder decorrentes de uma vida independente de Deus. Toda a riqueza 
e poder que haviam sido acumuladas pelos assírios se esvairiam rapidamente, assim como as águas reunidas 
num tanque se esvaem quando há uma ruptura. As coisas deste mundo são passageiras e não podem subsistir. 
Somente aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre (I Jo.2:17). Lembremo-nos disto, amados 
irmãos!
- O “tanque das águas” deste mundo é enganoso e ilusório. Nínive era, aos olhos de todo o mundo de então, o 
alvo a ser atingido por todos os povos. Quem não gostaria de ter a glória, o esplendor, o poder, a fama e as 
riquezas de Nínive? Quem não almejaria viver no palácio do rei de Assíria? Entretanto, este “tanque de águas” 
era pura ilusão. Num instante, as águas se esvairiam e tudo se perderia.
- É triste vermos muitos que cristãos se dizem ser, ainda hoje, também se impressionarem com os “tanques de 
águas” que se apresentam neste mundo. Quantos não estão correndo atrás da fama, da riqueza, da glória e de 
tudo o mais que o mundo oferece, nem que, para tanto, se tenha de fazer como os ninivitas, que tudo 
construíram com crueldade, maldade e rapina? 
- Este gesto, aliás, seria mencionado pelo profeta Jeremias, cujo ministério começou poucos anos depois 
destas profecias de Naum (segundo a datação de Reese, sete anos depois), quando o Senhor inquire o povo de 
Judá qual a razão pela qual haviam eles abandonado a Deus, o “manancial de águas vivas”, para cavar 
“cisternas rotas, que não retêm as águas” (Jr.2:13).
- Quantos de nós não estão a cavar cisternas, que são os “tanques de águas” que, como Nínive, aparentam ser 
extremamente agradáveis e bem-sucedidas, mas que, em virtude do exercício da ira de Deus, simplesmente se 
esvaziarão? Quantos de nós não temos preferido nos comprometer com estes “tanques de água”, em vez de 
buscarmos o “manancial de água viva”, que é o Senhor? Pensemos nisto e mudemos nosso comportamento 
enquanto é tempo, pois, enquanto o juízo divino será lançado sobre estes “tanques de águas”, o Senhor trará 
outra vez a excelência de Jacó!
- Na visão do profeta a respeito da confusão que os ninivitas teriam com seu exército no instante mesmo da 
tomada da cidade, temos aqui uma passagem em que muitos estudiosos da Bíblia indicam ter o profeta Naum 
falado a respeito da agitada vida das metrópoles hodiernas, onde “os carros se enfurecerão nas praças, chocarse-ão pelas ruas: o seu parecer é como o de tochas, correrão como relâmpagos” (Na.2:4).
- Conquanto o profeta estivesse a descrever a derrota dos ninivitas na tentativa de impedir a sua invasão e 
destruição, não dá, mesmo, para deixar de ver na visão do profeta um quadro muito próximo ao do trânsito das 
cidades de nossos dias, a nos mostrar, ainda uma vez, que o progresso e a tecnologia vividos por nós é o 
prenúncio de que o juízo de Deus está muito próximo e que, por isso mesmo, precisamos pertencer ao Seu 
povo, que gozará da excelência e da bondade do Senhor para sempre.
- O Senhor estava contra Nínive (Na.2:13) e, por isso, todo o seu poder e esplendor cairiam por terra. O 
Senhor pergunta aos orgulhosos assírios: “Onde está agora o covil dos leões e as pastagens dos leõezinhos, 
onde passeava o leão velho, e o cachorro do leão, sem haver ninguém que os espantasse?” (Na.2:11). Os 
assírios, e depois os babilônios, gostavam de se comparar ao leão, simbolizavam o seu império com a força do 
leão. No entanto, quando Deus começa a agir, não há força humana que possa impedir a Sua operação. Todos 
são menos do que nada diante de nosso Deus!
- Não podemos confiar em nossas próprias forças, nem tampouco nas estruturas que estão à nossa volta. 
Temos de confiar somente em Deus, pois, como disse o profeta, somente os que confiam n’Ele escaparão do 
juízo vindouro. Em que temos confiado? Em carros e cavalos? Façamos menção única e exclusivamente do 
nome do Senhor nosso Deus (Sl.20:7) !Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- Antigamente, o “leão arrebatava o que bastava para os seus cachorros, estrangulava a presa para as suas leoas 
e enchia de presas as suas cavernas e os seus covis de rapina” (Na.2:12), mas, agora, diante do acerto de 
contas com o Senhor, seus carros seriam queimados, os leõezinhos seriam devorados e a presa de Nínive seria 
arrancada da terra e não se ouviria mais a voz de seus embaixadores (Na.2:13).
- Saibamos que, num determinado instante, o Senhor fará cessar o aparente êxito da prática do pecado e 
do mal. Hoje, os maus e ímpios fazem o que querem, amealham fortunas, posição e glória com a prática da 
maldade, mas, um dia, tudo isto cessará, porque o mundo passa e a sua concupiscência. Nosso compromisso é 
com a eternidade e, por isso mesmo, não devemos nos impressionar com o aparente triunfo do mal, 
continuarmos a servir a Deus, sabendo que, no final, veremos a diferença de quem serve a Deus e de quem não 
O serve (Ml.3:18).
- Com relação à afirmação do profeta de que os embaixadores da Assíria não mais seriam ouvidos, lembremonos de que os mensageiros assírios eram sobremodo atrevidos e ousados. Um exemplo disso é Rabsaqué, 
general assírio, no tempo do rei Senaqueribe (705-681 a.C.) que afrontou a Deus e ao povo de Judá nos dias do 
rei Ezequias (II Rs.18:17-35; 19:8-13).
- De igual modo, hoje em dia, muitos dos “embaixadores do inimigo”, estes falsos pregadores e profetas que 
se têm levantado nestes nossos dias, são igualmente atrevidos e ousados, “abusados” mesmo, como costuma 
dizer o vulgo. No entanto, quando vier o juízo, eles serão calados, suas vozes não mais se ouvirão, pois não 
terão como fugir da ira divina. Que não sejamos dos tais!
IV – OS PECADOS E A RUÍNA DE NÍNIVE
- Por que Nínive seria destruída? Qual o motivo de os ninivitas terem se tornado adversários e inimigos do 
Senhor e, por isso, sofrerem a Sua ira e vingança?
- O profeta Naum dá a resposta a estas questões, a nos mostrar que Deus não é arbitrário, nem age sem 
justificar a Sua atitude. Deus é soberano, mas é justo e, como tal, mostra claramente quais os motivos e fatos 
que O levam a executar o juízo sobre os impenitentes.
- Este comportamento de Deus, Senhor de todas as coisas, deve servir-nos de exemplo quando tomarmos 
decisões ou fizermos julgamentos. Inadmissível que alguém que se diga servo do Senhor não siga o exemplo 
divino e, portanto, a exemplo do que se exige de todos os magistrados, fundamentem as suas decisões, 
justifiquem o seu modo de agir e proceder. Que bom seria que, a começar do ambiente familiar, sempre bem 
justificássemos e fundamentássemos nossas decisões a todos que nos cercam. Não somos maiores do que 
Deus!
- Nínive é chamada de “cidade ensanguentada”, cidade “cheia de mentiras e de rapina” (Na.3:1). Uma 
cidade baseada na violência, na mentira e na rapina, ou seja, no roubo. Por isso, seria ela alvo do juízo divino.
- Não se pode construir uma vida social com base na violência, no derramamento de sangue. Uma sociedade 
que viva sob este espectro, sob o domínio do terror, da violência, da intimidação, do uso da força será sempre 
uma sociedade que sofrerá, no seu devido tempo, o juízo divino.
- Assim ocorreu nos dias de Noé, quando o Senhor destruiu toda a humanidade precisamente porque se estava 
diante de uma civilização que se achava “cheia de violência” (Gn.6:11). Nossos dias, disse o Senhor Jesus, são 
como os dias de Noé (Mt.24:37; Lc.17:26), e, por isso, temos mais uma demonstração de que o juízo de Deus 
está próximo, é iminente, visto que o crescimento da violência leva à medida da injustiça, que põe fim à 
longanimidade e exige a execução do juízo divino.
- Toda a violência que vemos aumentar a cada dia, em ritmo alucinante, em nosso mundo não ficará impune. 
O Senhor, de Seu trono, no absoluto controle de todas as coisas, brevemente, executará o Seu juízo sobre a Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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Terra, por causa da violência que é perpetrada por todos quantos não querem servi-l’O. O sangue dos justos 
clama a Deus (Gn.4:10) e, no momento certo, este clamor será atendido pelo Senhor, que lançará o Seu juízo 
contra os que usaram da violência como “modus vivendi” (Ap.16:4-6).
OBS: “…Ao serem executados esses juízos divinos, o anjo das águas proclama a justiça de Deus (v.5) e, por terem derramado o sangue dos 
santos e dos profetas, Deus lhes dava sangue a beber, porque disto são merecedores.” (OLIVEIRA, José Serafim de. Desvendando o Apocalipse, 
p.99).
- Mas, além da violência, Nínive havia construído seu império com base na mentira. A mentira tem por pai o 
diabo (Jo.8:44), um ser que não tem parte alguma com o Senhor Jesus (Jo.14:30). Desta maneira, não podemos 
nem praticar nem amar a mentira, caso contrário, ficaremos do lado de fora da cidade santa (Ap.22:15).
- Nos dias em que vivemos, não é raro alguns que cristãos se dizem ser quererem conviver com a mentira e, 
mesmo assim, servir a Deus, como se isto fosse possível. Chegam alguns, inclusive, a dizer que existe uma 
“mentira santa”, uma mentira que seria admitida por Deus em virtude dos objetivos que pretendem ser 
alcançados por ela. Nada mais enganoso!
- Devemos nos firmar na verdade, devemos falar a verdade, viver a verdade, verdade, aliás, que é a Palavra de 
Deus (Jo.17:17) e o próprio Deus (Jr.10:10; Jo.14:6). “…Nada podemos contra a verdade, senão pela verdade” 
(II Co.13:8). Desta forma, amados irmãos, não queiramos construir coisa alguma em nossas vidas com base na 
mentira e no engano, pois, caso isto ocorra, estaremos nos credenciando a sofrer a ira divina. 
- Mas, além da violência e da mentira, Nínive havia também se construído sobre a rapina, isto é, sobre o 
roubo, o tomar o que não é seu com base na violência e na ameaça. O roubo não se apartava de Nínive e, 
lamentavelmente, também não se aparta de muitos que hoje estão em eminência em nossa sociedade, inclusive 
nas igrejas locais.
- Os que pensam que são mais “espertos” e “inteligentes” do que outros, porque conseguem surripiar bens dos 
outros, saberão, quando o juízo divino chegar, que andaram em caminhos errados e que conduzem à perdição. 
Sejamos contentes com  aquilo que amealhamos com o nosso suor, com aquilo que Deus nos dá e não 
cobicemos o que é do próximo e, muito menos, façamos com que, de forma indevida, isto venha a nos 
pertencer. Assim fazendo, estaremos nos livrando da ira divina.
- Nínive, também, é chamada de “graciosa meretriz”, de “mestra das feitiçarias, que vendeu os povos 
com os seus deleites e as gerações com as suas feitiçarias” (Na.3:4). Outro pecado que trouxe a ira de Deus 
sobre Nínive foi a “prostituição”, entendida aqui como a idolatria, o culto a outros deuses que não o Senhor e 
o uso da feitiçaria, ou seja, a “manipulação” de poderes espirituais malignos, ou seja, a invocação de poderes 
sobrenaturais.
- Os dias em que vivemos são dias de intenso crescimento da feitiçaria e da idolatria. Após um racionalismo 
que procurava negar a existência do sobrenatural, notadamente a partir do final do século XIX, tiveram grande 
desenvolvimento movimentos espiritualistas que buscam acesso ao “sobrenatural”, ao “místico” e ao 
“esotérico”, num movimento informe mas que tem sua raiz na chamada “Nova Era”.
- Hoje, muitos estão a imitar Nínive, sendo uma “graciosa meretriz” espiritual, que defende coisas como 
“todos os caminhos levam a Deus”, “todo homem é um deus”, “tudo é válido quando se busca o sobrenatural” 
e outras coisas que, infelizmente, tem seduzido milhões de criaturas humanas, inclusive alguns que cristãos se 
dizem ser.
- É muito triste vermos, em nossos dias, pessoas que dizem servir a Cristo Jesus recorrendo a crendices, 
simpatias, amuletos e tantas outras coisas que pretendem substituir a fé em Cristo Jesus e, por conseguinte, a 
obediência às Escrituras Sagradas. Pessoas que confiam em “copos de água abençoados”, “fogueiras santas”, 
“rosas ungidas”, “sal grosso” e tantas outras coisas que nada mais são que feitiçarias. Todos que assim 
procederem também estarão se candidatando a sofrer a ira divina. Fujamos disto, amados irmãos!Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- Por causa desta conduta, o profeta anuncia o juízo divino: “estrépito de açoite há e o estrondo do ruído das 
rodas”, “o cavaleiro levanta a espada flamejante e a lança relampagueante e haverá uma multidão dos mortos e 
abundância de cadáveres, e não terão fim os defuntos; tropeçarão nos seus corpos” (Na.3:2-4).
- Deus estava contra Nínive (Na.3:5) e, quando Deus  está contra alguém, quem poderá defender esta pobre 
criatura? O Senhor lançaria sobre Nínive “coisas abomináveis” e Nínive seria envergonhada diante de todas as 
nações da Terra. Seria um espetáculo para todo o mundo (Na.3:5,6).
- Estas palavras do profeta fazem-nos refletir sobre o perigo de querermos aparecer diante do mundo, de 
sermos famosos e estarmos em evidência diante do mundo, algo que fará com que deixemos de nos 
comprometer com Cristo para nos comprometermos com o mundo, pois, se quisermos ser famosos, populares 
e simpáticos, fatalmente desagradaremos ao Senhor, visto que quem é servo de Cristo não pode querer agradar 
aos homens (Gl.1:10), já que o mundo, naturalmente, nos odeia se estivermos ligados a Jesus (Jo.15:18,19).
- Nínive era admirada por todos e se tornara o que hoje denominaríamos de “sonho de consumo” das nações 
daqueles dias. Todos queriam ser como Nínive, todos desejavam ter o mesmo sucesso, poder e fama de 
Nínive. No entanto, quando do juízo, o Senhor mostrou a todas as nações a sua vergonha. Ela se tornara um 
“espetáculo”, não por causa do que havia angariado com base no pecado, mas por causa do juízo divino 
lançado sobre ela. Irmãos, não vale a pena querermos aparecer no mundo, pois nos tornaremos um espetáculo 
de vergonha para todas as gentes.
- O Senhor informa, através do profeta, que Nínive seria destruída (Na.3:7), da mesma forma que Nô-
Amom, que é conhecida como Tebas, a grande cidade egípcia, havia sido destruída pelos assírios no reinado 
de Assurbanipal, vitória que mostrou a supremacia da Assíria como potência mundial. Nínive não era melhor 
que Nô-Amom (ou Tebas) e, por isso, teria o mesmo fim (Na.3:8-10).
- O Senhor diz que a destruição de Nínive seria total (Na.3:14-17) e, até hoje, temos a comprovação do que 
o Senhor disse, pois Nínive foi efetivamente destruída em 612 a.C., ou seja, cerca de 20 anos depois da 
profecia de Naum, sendo arrasada até o chão. Alguns séculos depois, chegou a ser reconstruída pelos persas 
sassânidas, mas, em 637 d.C., depois de ter sido conquistada pelos árabes, não mais foi reconstruída, 
mantendo-se hoje apenas ruínas próximas à cidade de Mosul, no Iraque, que a substituiu como local de 
habitação humana.
- As ruínas de Nínive estão a nos mostrar que a Palavra de Deus é a verdade (Jo.17:17), que nenhum 
poder humano pode resistir ou desafiar aos desígnios de Deus e que devemos, enquanto é tempo, fugir da ira 
divina, crendo em Jesus Cristo como Senhor e Salvador e fazendo o que Ele manda até o dia em que nos 
encontraremos com Ele nos ares ou formos chamados pela morte a esperarmos no Paraíso a ressurreição que 
ocorrerá no dia do arrebatamento da Igreja.
- O povo de Nínive seria espalhado, assim como os ninivitas espalharam os povos conquistados ao longo do 
período de sua supremacia (Na.3:18). Todo o valor e crueldade dos soldados assírios nada significaria, pois, 
por ocasião da execução do juízo divino, que usaria dos babilônios para tanto, os cruéis e valentes soldados 
seriam como que mulheres (Na.3:13), enquanto que as fortalezas seriam como figueiras com figos temporãos 
que, sacudidos, caem ao chão (Na.3:12), bem como as portas da cidade seriam todas abertas aos seus inimigos, 
que tudo destruiriam (Na.3:13). Tudo seria consumido pelo fogo (Na.3:14,15).
- O juízo de Deus havia chegado e, quando  se está diante deste estágio, não há mais lugar para 
arrependimento. “Não há cura para a tua ferida, a tua chaga é dolorosa” (Na.3:19a), afirmou o Senhor. E por 
que não haveria mais oportunidade para Nínive? Por causa da sua malícia (Na.3:19b). Deus havia dado chance 
aos ninivitas, mas eles preferiram ficar com a sua maldade, preferiram fazer mal a todas as nações, nações 
estas que, ao ouvirem a fama de Nínive, bateriam palmas sobre ela (Na.3:19).Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
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- Da mesma maneira, quem recusar o convite do Senhor e Salvador Jesus Cristo, também sofrerá a ira divina. 
João Batista, o precursor de Cristo, foi bem claro ao afirmar que o Senhor viria com poder, batizando com o 
Espírito Santo e com fogo, ou seja, trazendo não só a salvação mas bênçãos espirituais que estão disponíveis a 
todos os homens. No entanto, este mesmo Senhor tem na Sua mão a pá e limpará a Sua eira, e recolherá no 
celeiro o Seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará (Mt.3:12).
- João Batista, sendo o precursor do Messias, mostrou bem a natureza do ministério do Cristo. Primeiramente, 
vem Ele com a mensagem de perdão dos pecados, de salvação, a fim de recolher conSigo aqueles que forem 
Seu trigo, ou seja, que Lhe obedecerem e n’Ele crerem. Chegará, porém, o tempo em que separará a palha do 
trigo, em que, como juiz dos vivos e dos mortos, lançará o juízo sobre os que se recusaram a ser Seus amigos, 
aos que se tornaram Seus adversários. Hoje é dia aceitável, aceitemos o tempo da longanimidade do Senhor, 
porque Ele é tardio em irar-Se, mas, como nos ensina Naum, um dia esta ira chegará. Amém.
Colaboração para o portal Escola Dominical - Ev. Caramuru Afonso Francisco

                                               O livro de Naum mostra-nos que a ira de Deus tarda, mas não deixa de se manifestar.
fonte  http://www.portalebd.org.br

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes