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16 novembro 2015

A França e o terrorismo islâmico

Julio Severo
O ataque terrorista em Paris deixou cerca de 120 mortos em 13 de novembro de 2015. Para efeito e propaganda máxima, os alvos foram um restaurante e a frente de um estádio de futebol, bem no momento da uma partida entre França e Alemanha.
Como manda o script socialista, o presidente da França condenou os ataques, demonstrando muita emoção e firmeza de dar uma resposta a essa violência, mas sem mencionar islamismo. O presidente americano Barack Obama fez a mesma coisa.
O mesmo script foi seguido no começo deste ano, quando terroristas islâmicos atacaram um jornaleco socialista parisiense que debochava de tudo e de todos, especialmente conservadores. Na época, o presidente da França fez um show de declarações “corajosas” contra o terrorismo, mas sem citar o islamismo.
Mencionar islamismo, é claro, pode provocar ainda mais a fonte do problema.
Com poucos meses, as declarações “corajosas” foram murchando e a fonte do problema continuou tranquila. Diante dos ataques terroristas atuais, o script francês não vai passar de palavras corajosas que murcham em poucos meses.
O que está acontecendo na França é um aviso para os europeus: Mais islamismo, mais violência. O islamismo é uma ideologia violenta que mata 100 mil cristãos por ano. É de longe hoje a ideologia que mais assassina cristãos no mundo inteiro. É a maior máquina assassina da história da humanidade.
Se a Europa quiser sobreviver, tem de banir e expulsar o islamismo de suas fronteiras. Tem também de deportar os invasores islâmicos, que não terão pena de repetir em toda a Europa o que fizeram em Paris.
Contudo, a França não tem vontade de sobreviver. Os problemas atuais só são a colheita da imigração islâmica. Em 2004, o escritor judeu-americano conservador Don Feder disse sobre o aumento da imigração islâmica na França:
Cemitérios judaicos estão sendo profanados. Sinagogas e escolas estão sofrendo ataques de bombas incendiárias. Francos atiradores estão atirando em ônibus levando estudantes judeus. Rabinos estão sendo agredidos. Judeus usando solidéu estão sendo surrados nas ruas.

O número de incidentes anti-semíticos na França aumentou de 320 em 2001 para 593 em 2003. Só nos primeiros seis meses deste ano [2004], houve 510 crimes de ódio dirigidos contra judeus franceses. De acordo com a polícia federal francesa, nos primeiros seis meses deste ano, houve 135 ataques físicos contra judeus, em comparação com 127 no ano inteiro de 2003. Os atos anti-semitas compõem agora mais de 80 por cento dos crimes relacionados a preconceito cometidos na França anualmente.

O Rabino Joseph Sitruk, Rabino Chefe da França, pediu aos judeus que não usem solidéu em público (“Peço que os jovens fiquem alerta, evitem andar sozinhos, evitem usar solidéu na rua ou no metrô, a fim de que não se tornem alvos de potenciais agressores”.) O Centro Simon Wiesenthal aconselha os turistas judeus a “exercer extrema cautela” ao viajar para a França.

Em face de toda essa perseguição francesa, Ariel Sharon recentemente encorajou os judeus franceses a emigrar para Israel.
De fato, os judeus estão abandonando a França, pois a violência islâmica contra eles em território francês vem de longe e está aumentando sem parar. Quando os judeus começam a abandonar um lugar, siga as andorinhas, pois a tempestade está vindo.
A Bíblia diz que o que o homem semear, ele vai colher. O que está acontecendo hoje na França é que o povo está colhendo toda a bajulação que seus governos socialistas fazem ao islamismo e seus invasores.
A esquerda francesa é suicida, pregando contra a “islamofobia” e contra os conservadores toda vez que os islâmicos atacam. Mas a esquerda é suicida só no sentido de levar sociedades ao suicídio. Não é, infelizmente, suicida no sentido de encarar suas próprias loucuras e se matar.
Entretanto, o problema na França não é somente o socialismo suicida. Se a França, que é majoritariamente católica, vier a perceber que o islamismo é uma ideologia violenta, o líder máximo da Igreja Católica os tranquilizará, dizendo, como de fato disse o Papa Francisco, que “é errado igualar islamismo com violência.” É um catolicismo suicida. Então, nem o socialismo nem o catolicismo permitirão que a França católica chegue a uma solução real do problema.
A invasão islâmica pode fazer parte de um plano para trazer o caos à Europa e assim governantes inescrupulosos terem a desculpa perfeita para impor uma ditadura para “colocar ordem na casa.”
O povo francês, é claro, vai pagar caro pelos pecados de seu governo movido a socialismo suicida. Um desses pecados, além de permitirem a invasão islâmica em massa na França, é que o governo socialista francês colaborou de forma financeira e militar com o governo dos EUA para a desestabilização do Kosovo, Líbia, Iraque e Síria. Essa desestabilização resultou no fortalecimento de islâmicos radicais, trazendo como consequência direta uma grande mortandade de cristãos nesses países.
O governo da França está, pois, com as mãos sujas de sangue de cristãos.
O que o governo da França semear, o povo francês vai colher — a não ser que os franceses se tornem inteligentes o suficiente para deportar os islâmicos de seu país e consertarem tudo o que fizeram de ruim contra os cristãos no Kosovo, Líbia, Iraque e Síria.