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06 novembro 2015

Estudaremos nessa lição a parábola dos dois alicerces; a qual o Senhor faz uma comparação entre os que ouvem o seus ensinamentos e praticam, e os que ouvem não praticam.
 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2015
JUNIORES – Tema: As histórias de Jesus
Comentarista: Patricia Almeida
Comentário: Prof. Jair César S. Oliveira
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP


LIÇÃO 6 - ROCHA OU AREIA?

Texto Bíblico: Mt 7.24-26.
                                                                                                                                        
Texto bíblicos  Mt  13.24-26
"Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha.
Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia."

Introdução
Estudaremos nessa lição a parábola dos dois alicerces; a qual o Senhor faz uma comparação entre os que ouvem o seus ensinamentos e praticam, e os que ouvem não praticam.
Nesta parábola o Senhor compara estes dois tipos de pessoas  com dois construtores que estão edificando uma casa.
A parte principal da parábola esta na espécie de fundamento que cada construtor prepara.

I- Concluindo um discurso
A parábola que estudaremos hoje, faz parte do discurso final do chamado Sermão do Monte. Nesta ocasião o Senhor ensinou sobre muitas coisas, acerca do reino de Deus, acerca da dedicação em servir a Deus, nossa relação com os nossos inimigos, como o nosso próximo, e também a nossa relação com Deus.
Decerto a multidão bem como os discípulos ficavam admirados da doutrina do Senhor, pois era com autoridade, e não como estavam acostumados a ouvir dos fariseus  e escribas.
Certa ocasião diante dos ensinos do Senhor uma mulher disse:Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste! (Lc 11:27)
Mas em resposta a essa afirmação, o Senhor disse que mais bem aventurado é aquele que ouve a Palavra de Deus e as guarda.
Neste sentido guardar é o mesmo que obedecer, assim vemos que o Senhor não estava interessado se as pessoas se admiravam da sua doutrina, mas sim que a cumprissem. Pois o cumprimento da Palavra, ou não é o que determinaria a sua relação com Deus. o Senhor que sabia de todas as coisas, sabia do coração do povo, Ele sabia que nem todos da multidão eram pessoas realmente salvas.
A parábola é uma espécie de resposta a todos quanto o seguiam de uma forma imprudente, apenas seguindo o mesmo por conveniência ou outra razão.

II- Construindo uma casa
A ideia básica da parábola dos dois construtores é a comparação da construção de uma casa. Deste modo é necessário entendermos duas coisas: primeiro a simbologia de “casa” e segundo a parte mais importante da construção, vejamos:
A palavra “casa” em varias passagens bíblica é um símbolo que representa a vida, em especial a vida espiritual. Um exemplo disto temos em Isaias:
Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; e veio a ele Isaías, filho de Amoz, o profeta, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás. (Is 38.1) A “casa” também representa em algumas passagens a família, bem como a liderança que o pai de família possui.  Depois, disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de mim nesta geração. (Gn 7.1)
O segundo aspecto que temos de entender é o alicerce. O dicionário o define como: Base, fundamento, sustentáculo. Quando olhamos para uma casa não notamos o seu alicerce, mas ele é a base para toda a edificação. Nenhuma casa definitivamente segura pode ser edificada sem ter um bom alicerce.
É por esta razão que o Senhor declarou a sensatez do primeiro construtor que fez seus alicerces ate a rocha. Ele construiu um fundamento firme e sólido, capaz de dar sustentação a casa, de modo a resistir a todas as intempéries. Trazendo isto para o lado espiritual, a Bíblia é clara ao afirmar que nossa “casa” deve estar firmada sobre a rocha eterna que é Cristo.
“Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo”. (1 co 3.11)
Os discípulos não entenderam muito bem esta  parábola. Muito menos a multidão. Mas os discípulos perguntaram e o Senhor lhes explicou. “Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado”
Jesus falava por parábolas para mostrar os princípios. Ele repetia com freqüência a frase: “quem tem ouvidos para ouvir ouça”
Ouvir é diferente de escutar
  • Ouvir : entendimento superficial , perceber através da audição.
  • Escutar : Prestar atenção para ouvir, ouvir com entendimento, dar atenção. Tem a mesma raiz de obedecer.

III- Enfrentando a tempestade
Em todas as parábolas o Senhor mencionava os resultados, e não poderia ser diferentes na parábola dos dois alicerces, ainda mais pelo fato de que ao fim da construção ambas as casa seriam submetidas a uma prova, ou seja, a tempestade.
A chuva, os ventos, a tempestades combateriam contra a casa, mesmo que a casa por fora, na superfície tivesse um aspecto bom, é o fundamento que determinaria a sua força em resistir, as todas essas intempéries. Pois uma casa é forte, não pela qualidades das paredes, ou piso, mas sim pelo seu fundamento.
Trazendo isto para o lado espiritual, conforme iremos ver nos próximos tópicos casa simbologia da parábola; a casa, ou seja, a nossa vida; vamos passar por momentos difíceis de intempéries e aflições, conforme falou o Senhor Jesus: No mundo tereis aflições. Se tivermos bem alicerçados na Palavra, ou seja, não sermoa apenas ouvintes mas cumpridores, certamente a nossa vida espiritual estará fortificada, pois estaremos fundamentados na rocha, assim a nossa vida jamais se deixara levar pelos problemas e aflições, ao contrario, permaneceremos firmes e constantes, servindo ao Senhor.

Mas a casa, que esta alicerçada sobre a areia que acaba ruindo, nos fala dos que ouvem a Palavra mas não obedecem a Deus, logo que vem a dificuldade ou a aflição desistem de servir a Deus, porque logo perdem a esperança. Pois não estão fundamentados na rocha, ou seja em Jesus.

IV- Os dois construtores
A parábola dos dois alicerces  se constitui como parte final do discurso do Senhor, a qual foi destinada, não somente a seus discípulos, as multidões que o acompanhavam. O Evangelho de Mateus declara que todos que ouviam o Senhor ficavam maravilhados. E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina, porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas. (Mt 7.28,29)
Na parábola dos dois alicerces o Senhor dirige a todos que o confessam publicamente como Senhor, uma exortação severa, eu diria,                                                “Nem todo o que me diz Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” .  Esta exortação de Jesus, ao final do seu sermão nos faz lembrar da queixa de Deus, por intermédio do profeta Isaías: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Is 29.13).  O senhor deixa bem claro que aquilo que nós tributamos a Deus com os nossos lábios, quando adoramos, louvamos, testemunhamos ou oramos, não nos garante a entrada no reino dos céus.
Ele diz que a nossa vida precisa estar de acordo com a confissão de nossa boca; que praticar a Palavra de Deus é infinitamente mais importante do que apenas falar a respeito dela. O Senhor Jesus ressalta a importância de traduzir o conhecimento da vontade de Deus em ação, ao dizer que “bem-aventurados são os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam” (Lc 11.28).
Para ilustrar o seu ensino, de que nós devemos ser praticantes da sua Palavra e não apenas ouvintes, O Senhor contou a parábola dos “alicerces”, também conhecida como “parábola dos dois construtores”.

O construtor prudente e o construtor insensato:
  1. a) Construtor prudente
O primeiro construtor o Senhor descreve que era um homem sábio, prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.
Segundo o dicionário um homem prudente é: Que tem ou revela prudência; moderado, comedido.Cauteloso, previdente, precavido, sensato; judicioso, cordato, ponderado.
Ele escolheu o terreno apropriado, com todo cuidado, lançou as bases, o alicerce, seguindo, então, na edificação da casa. Após ter concluído o projeto, e tão logo que passou a morar na casa, começou a chover forte. Levantou um temporal, os ventos sopraram e deram com ímpeto contra aquela casa. A chuva continuou e os ventos também continuavam soprando. Os rios transbordaram e a correnteza das águas engolia o que vinha pela frente. Mas aquela casa permaneceu firme sobre o seu alicerce. Ela não caiu porque? Jesus disse, que ela “fora edificada sobre a rocha”. A edificação da casa sobre a rocha, certamente simboliza a pratica da Palavra, ou seja, ouvir os ensinos do ensino e os obedecer, mas além disto nos fala de esforço, de dedicação, por que para fazer alicerces que chegassem até a rocha seria necessário empregar muito esforço, e trabalho. Certamente a tarefa seria demorada. Isto nos fala de pessoas que se esforçam para servir a Deus, lutando a cada dia, esforçando, ultrapassando os obstáculos, perseverando e conservando a fé.    
                                                                                                        
  1. b) O construtor insensato
O segundo construtor o Senhor o comparou  a um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia.  Ele tinha o mesmo propósito que o primeiro, queria um lugar para morar, provavelmente ele utilizou o mesmo material que o outro construtor. No entanto, Jesus o descreve como insensato, sem juízo, porque fez uma coisa completamente errada: ele “edificou a sua casa sobre a areia”. 
Segundo dicionário um homem insensato é aquele que: Falto de senso ou razão; demente, louco; deslocado, que não revela bom senso:                                                                                                                                                         Esta casa de alicerces frágeis não resistiu às intempéries do tempo, quando caiu a chuva e os rios transbordaram; quando “sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, ela desabou, sendo grande a sua ruína”                                                                                                                                         
Assim é o homem que ouve o ensino de Jesus, mas não age de acordo com ele. Está edificando a sua vida sem fundamento. Certamente que a intenção de construir uma casa era a mesma do primeiro construtor, porem este não observou  a importância de estar alicerçada sobre um fundamento sólido.
Construir sobre a areia podemos dizer que foi bem mais rápido, sem esforço algum. Isto nos fala de pessoas que não se preocupam em ouvir as palavras do Senhor e as obedecer; fato este totalmente prejudicial, pois a casa frágil é um perigo para o seu construtor. Casa representa “a vida” deste modo o construtor insensato é aquele crente que não tem nenhuma preocupação com a sua vida espiritual, embora creia no Senhor; continua vivendo  a cometer pecados.

Conclusão                                                                                                                                        
O dia do Juízo Final vai revelar surpresa e decepção de muitos que naquele dia dirão: “Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?” O Senhor lhe dirá explicitamente: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” 
Em resumo o Senhor estava a dizer que se alguém confessa cristão, que é meu seguidor, precisa fazer mais do que simplesmente declarar a verdade; precisa viver de acordo com essa verdade. O cristianismo é mais do que profissão de fé; é um modo de vida! De nada nos adianta falar de Deus, fazer a obra de Deus, porem não tendo cuidado na nossa própria vida.
Que Deus lhes abençoe.

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Prof Jair Cesar S. Oliveira
http://www.portalebd.org.br/index.php/juniores/16-juniores-licoes/565-licao-6-rocha-ou-areia