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27 novembro 2015

Lição 9 - Uma pequena semente

A lição de hoje é acerca da parábola da semente, especificamente semente de mostarda, o Senhor proferiu esta parábola concernente ao Reino de Deus, mostrando o seu crescimento e expansão maravilhosa.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2015
JUNIORES – Tema: As histórias de Jesus
Comentarista: Patricia Almeida
Comentário: Prof. Jair César S. Oliveira
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP



LIÇÃO 9 - UMA PEQUENA SEMENTE

Texto Bíblico: Lc   13.18-21; Mt  13.32-34
Ele, pois, dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei?
É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou na sua horta; cresceu, e fez-se árvore, e em seus ramos se aninharam as aves do céu.
E disse outra vez: A que compararei o reino de Deus?
É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar toda ela levedada.     (Lc 13.18-21)
O qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.
Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava; ( Mt 13.32-34)                                                                                                                      
  
Objetivos
Seu aluno após a aula deverá:  
Compreender a necessidade de pregar o evangelho
Explicar o significado da parábola

Introdução
A lição de hoje é acerca da parábola da semente, especificamente semente de mostarda, o
Senhor proferiu esta parábola concernente ao Reino de Deus, mostrando o seu crescimento e expansão maravilhosa.
Na segunda parte da parábola, de forma semelhante Ele usa o fermento como símbolo desta expansão. Ambas as comparações se completam.

1 - O reino de Deus comparado ao grão de mostarda.
Antes de iniciarmos nosso estudo vamos conhecer alguns elementos da parábola:

  1. Mostarda é uma palavra de origem egípcia, As mostardas são várias plantas dos géneros Brassica e Sinapis cujas sementes são utilizadas como especiaria. A mostarda a qual Jesus se referiu é do gênero Sinapis, plantas que chegavam a ter mais de 2 metros de altura.

O texto nos diz:
Ele, pois, dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei?
 É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e lançou na sua horta; cresceu, e fez-se árvore, e em seus ramos se aninharam as aves do céu.
Alem de estar instruindo seus discípulos o Senhor, podemos crer que havia uma certa necessidade desta parábola para melhor esclarecer o reino de Deus. Pois o povo de Israel estava sendo dominado pelo Império romano , as profecias bíblicas falavam da libertação, assim os judeus esperavam a vinda do libertador, o Messias; para implantação do reino de Deus, eles esperavam um guerreiro que derrota-se o império romano, e implanta-se um reino de gloria, de luxo e grandezas.
Mas quando o Senhor Jesus apareceu, veio de modo diferente do que eles esperavam, era apenas um homem, simples carpinteiro, desprezado, vindo de uma região sem importância, para fundar seu reino chamou  pecadores, os publicanos, as meretrizes, os pescadores.
Sem duvida, a parábola acabaria com essas questões, pois mesmo surgindo como  algo sem importância e parecer, este Reino simples, se expandiria sobre toda a terra.
A preocupação com o “crescimento” nas culturas ocidentais geralmente envolve uma fascinação por números e estatísticas. As empresas gostam de mostrar com tabelas e gráficos as vendas e a clientela crescentes.
Jesus fala do crescimento em seu reino, não porém o tipo de crescimento que pode ser medido com gráficos, mas antes crescimento interno dos discípulos e uma influência que ultrapassa as estatísticas.
 F. Adeney , um estudioso aponta três aspectos do crescimento do reino que podem ser vistos na parábola do grão de mostarda;
1) Parece pequeno no começo: poucos, nos dias de Jesus, poderiam ter imaginado como ele e seu grupo não promissor de apóstolos viraria o mundo de cabeça para baixo dentro de poucos anos (Atos 17:6) e finalmente mudaria o curso da história mundial com suas palavras inspiradas.
2) Contém o centro da vida: uma pequena pedra não tem vida e não gerará nada. Para a semente de mostarda produzir uma grande árvore precisa conter a maravilhosa fonte de vida. Ainda que a palavra de Deus pareça insignificante para alguns, ela contém a fonte da vida espiritual que determina uma transformação radical na vida dos que crêem.
3)  Tem grande desenvolvimento: ao pensar no desenvolvimento do reino alguns raciocinam em termos sectários e concentram a atenção no crescimento do número de indivíduos associados numa aliança de igrejas. O reino, porém, não tem nada a ver com uma associação de igrejas locais; antes, envolve o domínio de Cristo nos corações dos indivíduos. Portanto, o desenvolvimento do reino pode ser melhor visto não em crescimento estatístico numa “Lista de Igrejas”, mas nas mudanças poderosas nos indivíduos que são libertados de vidas vazias e egoístas, para se tornarem potências para o bem no mundo.

2 - O reino de Deus comparado ao fermento.
Na segunda parte da parábola, de forma semelhante o Senhor usa a palavra fermento para descrever a forma como o reino de Deus se expandiria. Porem é necessário fazer uma distinção, pois na Bíblia a palavra fermento possui simbologia diferente.

Uso negativo
Na Bíblia o fermento freqüentemente representou o mal e o erro. Podemos traçar no Velho Testamento o desenvolvimento destes significados, pois o uso do fermento era proibido durante a Páscoa, a festa em que os israelitas comemoravam a libertação de Israel da servidão egípcia, os israelitas não tinham permissão para incluir fermento nos sacrifícios feitos a Deus. Em Levítico 2:11,
Deus disse: "Nenhuma oferta de manjares, que fizerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, e de mel nenhum queimareis por oferta ao Senhor."
Baseando-se nesta tradição de que o fermento representava alguma coisa má, impura e inaceitável por Deus, Jesus e Paulo se referiram às falsas doutrinas como fermento. Jesus advertiu contra o fermento o falso ensinamento dos fariseus e dos saduceus (Mateus 16:12). Paulo disse que aqueles que tentavam persuadir os cristãos a voltarem à pratica da lei de Moisés espalhavam o fermento (Gálatas 5:4-9).
O fermento também representava a influência corruptora da imoralidade. Paulo se referiu ao problema da imoralidade sexual entre os cristãos de corinto em termos duros e perguntou: "Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" (1 Coríntios 5:6). Deixada sem correção, a ação do fermento da imoralidade pode se espalhar e corromper a congregação inteira.

Uso positivo
Este uso representa apenas a simples transformação proporcionada pelo fermento, a este fermento o Senhor fez uso na parábola, demonstrando o crescimento que haveria, se por um lado, a falsa doutrina dos fariseus , que eram meras palavras se constituíam em um fermento do mal, podemos concluir, que as consideradas por alguns  “simples” palavras do Mestre poderiam influenciar multidões, transformar vidas, mudar a historia.

Conheça mais sobre o fermento:
Ao fermentos põem ser físicos, químicos e biológicos.
Os fermentos são conhecidos como agentes de crescimento e porosidade, e são responsáveis pela incorporação ou produção de ar, crescimento e textura da massa.

Classificam-se em:
a) Físico: Vapor de água, clara de ovo batida em neve.
 b) Químico (em pó) “Fermento químico é o produto formado de substância ou mistura de substâncias químicas que, pela influência do calor e/ou umidade, produz desprendimento gasoso capaz de expandir massas elaboradas com farinhas, amidos ou féculas, aumentando-lhes o volume e a porosidade. Os fermentos químicos destinam-se a serem empregados no preparo de pães especiais, broas, biscoitos, bolachas e produtos afins de confeitaria.”
O fermento químico é formado por uma combinação de uma base (bicarbonato, amido, sais ácidos como tartaratos e fosfatos, sulfatos de K, Ca, Na, Al) comum ácido (presente no alimento ou no próprio fermento) que em presença deágua e sob ação do calor reagem, originando principalmente o dióxido de carbono.

Características: Ação rápida; na requerem tempo de ação após serem misturados a farinha; todos deixam resíduos, em altas dosagens produzem maior teor de gás na massa, porém, deixam sabor desagradável (sabão/alumínio)

c) Biológico: “Fermento biológico é o produto obtido de culturas puras leveduras(Saccharomyces cerevisias) por procedimento tecnológico adequado e empregado para dar sabor próprio e aumentar o volume e a porosidade dos produtos forneados. Os fermentos biológicos destinam-se a ser empregados no preparo de pães e certos tipos de biscoitos e produtos afins de confeitaria.”
Para que o fermento biológico possa reagir, é necessária a presença de glicose (proveniente na massa), que servirá de alimento para a levedura, assim, quando o fungo ingerir a glicose, seu metabolismo a transformará em gás carbônico e álcool,
que na presença do calor realizará o crescimento da massa.
Características: Ação lenta; requerem tempo e temperatura para produção e expansão do CO2 (repouso); utilizado para produção de todos os tipos de pães e massas de pizza São classificados em: instantâneos: adicionados direto na farinha de trigo e tabletes: requerem dissolução em líquido morno (35ºC) antes de serem misturados à farinha

3 - Meios para espalhar o fermento
Sem duvida que a parábola veio encorajar muitos a não seguir o pensamento da época quanto ao surgimento do reino de Deus, lembre monos das palavras do Senhor:
“O reino de Deus não vem com aparência exterior”
Ainda nos dias de hoje há alguns que ridicularizam Cristo, não o consideram como um vencedor, mas na sua óptica humana  o vem como  derrotado, que foi morto.
Mas a verdade é que aquele inicio tímido e não aparente veio a ser tornar impensável quanto a seu crescimento e alcance.
Desta forma, como um pouquinho de fermento que faz toda a massa crescer, que os poucos servos de Deus nesta terra, trabalhem de forma a muitos serem alcançados por Deus. Pois possível conduzir as pessoas a Jesus sem ser ofensivo ou desrespeitoso. Deus
quer que sejamos testemunhas: pela maneira como vivemos.
pela nossa atitude para com o próximo. pelas escolhas que fazemos.
pelo nosso compromisso de viver para Jesus a qualquer preço.
A nossa parte consiste em sermos obedientes ao Ide de Jesus, anunciando o Evangelho agindo sempre que as oportunidades aparecerem. Segundo uma pesquisa feita  recentemente, as pessoas raramente testemunham aos perdidos por causa de nossa luta contra quatro tipos de medo:
Medo de ser rejeitado.
Medo de não ter conhecimento suficiente.
Medo de ofender um amigo ou parente.
Medo de ser ridicularizado ou perseguido.
Porém se confiarmos em Deus, e no seu poder, poderemos testemunhar com coragem e fé, sem ter receio ou preocupação sabendo que Ele é quem da crescimento a sua obra.

Conclusão
No livro do profeta Isaias há uma profecia a respeito de Jesus.
“A minha alma viu o trabalho das minhas mãos e se alegrou”
Certamente que na cruz do calvário Jesus já nos via, as  milhares de pessoas unidas a Deus pelo seu intermédio, a atitude de um único homem o surgimento de um grande e eterno império, o Reino de Deus.

Fonte consultas:
http://www.estudosdabiblia.net
http://www.ibb.unesp.br/graduacao/pet documentosTIPOS_
DE_FERMENTOS.doc
http://www.churchplantingvillage.net/atf/cf/%7B087EF6B4-D6E5-4BBF-BED1-7983D360F394%7D/ShareJesusWithoutFear_port.pdf

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Prof Jair Cesar S. Oliveira