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11 novembro 2016

Lição 7 - Felizes os que são misericordiosos


Muitas vezes é duro mostrar compaixão às pessoas que não conhecemos ou achamos difíceis. É ainda mais duro quando somos odiados ou ameaçados pelas pessoas a quem podemos ajudar. O ensinamento da Bíblia sobre como abordar nossos inimigos é bastante claro


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JUNIORES - Tema: Servindo a Deus com alegria
Comentarista: Débora Machado
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 
Lição 7 - Felizes os que são misericordiosos

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno reconhecer que devemos demonstrar amor e compaixão pelas pessoas.

Memorizando
“Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia." (Mt 5.6,7– NVI).

Texto bíblico em estudo: Mt 5.7; Lc 10.25-35.

Bem aventurados os misericordiosos
“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”: ser misericordioso é ter empatia e simpatia, expressar amor sincero e tangível pelo meu próximo, especialmente quando em necessidade; é genuína (e unilateralmente) perdoar aqueles que me ofenderam. Aqui expressa um sentimento emanante do amor de Deus e do coração daqueles que são guiados pelo Espírito Santo, a misericórdia é uma expressão do amor e da graça de Deus, deste modo é impossível entende-la como um sentimento ou uma virtude existente independente Dele. Mesmo os cristãos que a demonstra em suas ações têm consciência de que a amabiliade e a paciência com que tratam os outros, são derivadas da misericórdia divina.
- Obedecer resultará em: Poder para entender o amor de Deus, e para comunicá-lo.
- Desobedecer resultará em: Espírito ferido (Pv 18.14); Raiz de amargura (Hb 12.15).

Amando o Próximo
Somente podemos Glorificar a Deus, amando-O sobre todas as coisas, amando o próximo como a nós mesmos, na força da presença de Jesus e no poder do Espírito Santo.
E como amaremos nosso próximo se não nos relacionarmos.
“E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.” (Lc 15.1,2)
Jesus estava disposto a se relacionar com todo tipo de pessoa – não importava o que os outros pensavam Dele. Isto mostra a disposição de Deus em aceitar todas as pessoas e a nossa condição igualitária diante de Deus. Jesus só condenava as pessoas, se elas se considerassem melhores do que o seu próximo (Lc 18:9-14).. Precisamos valorizar cada pessoa e ajudá-las. Precisamos desenvolver a nossa capacidade de ouvir e compreender.
Elas são pessoas com potencial – ou pessoas com problemas enormes?
Como Deus as considera?
Ore para que possamos sempre ver as pessoas como Deus as vê.

O bom samaritano
Muitas vezes, na Bíblia, somos chamados a amar nosso próximo. Conforme mostra este estudo bíblico, nosso próximo não é apenas a pessoa ao lado, e talvez nem mesmo alguém do mesmo país.
A parábola do bom samaritano (Lc 10:25-37) explica o mandamento “amarás o teu próximo”.
Jesus ensina que nos devemos amar uns aos outros sem nos limitarmos pelas fronteiras culturais e sociais. Quando o doutor pergunta a Jesus “Quem é o meu próximo?”, ele talvez estivesse esperando que Jesus respondesse “Os outros judeus”.
Porém Jesus responde de forma diferente. Não nos é dito nada sobre o homem que é atacado na parábola, embora os que estavam ouvindo fossem judeus e provavelmente tenham presumido que ele era judeu. Entretanto, um sacerdote e um levita, que eram ambos membros da elite religiosa de Israel na época, passaram pelo homem ferido. Na época de Jesus, os samaritanos eram desprezados pelos judeus. Entretanto, na parábola, é um samaritano viajante quem vê o homem ferido e sente compaixão por ele.
  • Quem é o seu próximo?
  • Pense nas vezes em que você achou difícil amar o próximo. Por que você achou difícil?
  • De que forma a sua atitude em relação aos outros mudará à luz desta passagem?

Mostrando misericordia para com nossos inimigos
Até mesmo entre irmãos pode haver dificuldade de relacionamento, pois estes não são anjos, ou espíritos, mas pessoas de carne e osso, com virtudes e defeitos. Só a Igreja como noiva do Cordeiro, é que não tem problemas ou defeitos. No lar, na escola, no trabalho, no lazer ou na igreja local, a convivência humana torna-se indispensável e, será uma bênção, se for desenvolvida segundo os princípios bíblicos de comportamento.
Muitas vezes é duro mostrar compaixão às pessoas que não conhecemos ou achamos difíceis. É ainda mais duro quando somos odiados ou ameaçados pelas pessoas a quem podemos ajudar. O ensinamento da Bíblia sobre como abordar nossos inimigos é bastante claro.
Mateus 5:43-48:
“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo.
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos.
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?
Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus.”
Jesus pede a seus ouvintes que amem seus inimigos. Ele usa o exemplo de Deus, que faz com que o sol se levante e a chuva desça igualmente sobre justos e injustos. A maior mostra de amor incondicional é a graça de Deus através de Jesus Cristo. Ele nos ama apesar do nosso pecado.
  • O que Jesus nos desafia a fazer no versículo 46?
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? 
  • O que ele também nos desafia a fazer no versículo 47?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?
  • Que implicações isto tem para nossas relações com as pessoas que nos ferem?

O versículo 48 incentiva-nos a procurar a perfeição ou a integralidade – uma idéia que está bem próxima da plenitude da paz. Embora nunca venhamos a ser perfeitos nesta terra, devemos procurar seguir o exemplo de Deus, mostrando graça para com nossos inimigos e indo até eles.
Geralmente as pessoas pensam que os amigos são aquelas pessoas iguais a elas, ou seja, com a mesma cor da pele, a mesma nacionalidade, a mesma maneira de ser e vestir. O essencial é invisível aos olhos, o que precisamos para fazer uma amizade não se vê pela cor ou simplesmente pela maneira de vestir, mas sim pelas atitudes e sentimentos.
Não devemos levar em consideração o que se vê, mas o que vai no interior. O que está por dentro só Deus é quem sabe, sendo assim devemos observar uma pessoa e verificar o,seu procedimento e assim descobriremos qual das nossas amizades é a mais verdadeira.
O Senhor afirmou que pelos frutos conhecemos a arvore, desta forma devemos observar suas atitudes, daí podemos fazer um juízo da sinceridade ou não da pessoa.

Conclusão
O amor é a essência do cristianismo.
"E o amor é isto: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele que nos amou e mandou o Seu Filho para que, por meio dEle, os nossos pecados fossem perdoados. Amigos, se foi assim que Deus nos amou, então nós devemos nos amar uns aos outros." (I Jo 4:10,11).
O amor de um para com o outro é o caminho de Cristo. Viver por este princípio separa os cristãos genuínos dos meros fingidos.
A marca do verdadeiro cristão não é uma teologia incontestável. Não é a capacidade de ganhar discussões, não é a capacidade de liderar ou persuadir pessoas, não é um assunto de aparência, não é um determinado dom espiritual nem um conjunto de regras distintivas no estilo de vida. Segundo Jesus, é o amor.
"Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são Meus discípulos." (Jo 13:35).

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.