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19 novembro 2016

Lição 8 - A lembrança da essência da adoração III


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - EM ESPÍRITO E EM VERDADE - A essência da adoração cristã
COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PROF. LUCAS NETO
ASSEMBLEIA DE DEUS EM FORTALEZA/CE


A GLÓRIA É DE DEUS Acesse: www.proflucasneto.wordpress.com 1 ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - 4º TRIMESTRE / 2016 - REVISTA CPAD - JOVENS LIÇÕES BÍBLICAS – EM ESPÍRITO E EM VERDADE A ESSÊNCIA DA ADORAÇÃO CRISTÃ LIÇÃO 8 – A LEMBRANÇA DA ESSÊNCIA DA ADORAÇÃO INTRODUÇÃO Miqueias nos leva a refletir que uma vida saudável nos aspectos moral e espiritual perpassa pela justiça (fazer o que é certo), amar de coração a Deus e ao próximo e de forma especial render a obediência incondicional ao Senhor, pois, sem obediência é impossível realizarmos a adoração e estarmos permanentemente na presença de Deus. Nesta lição abordaremos sobre as injustiças sociais, os pecados morais e espirituais praticados por Israel e Judá na época do profeta Miqueias, o julgamento e a misericórdia divina para com o seu povo I – MIQUEIAS E SUA DENÚNCIA PROFÉTICA 1. BIOGRAFIA DE MIQUEIAS Miqueias, cujo nome significa "Quem é como um Deus?", era um profeta nascido na cidade de Moresete, fronteiriça a Palestina, localizada a 40Km da cidade de Jerusalém tendo pregado a Palavra de Deus para o reino do norte (Israel) e para o reino do sul ( Judá) nos dias dos reis Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá. Foi um renomado profeta reconhecido e citado seus escritos pelo profeta Jeremias, pelos principais sacerdotes e escribas do povo e especialmente por Jesus. (Mq 1:1; Jr 26:18; Mt 2:5-6; Mt 10:35-36) 2. AS MENSAGENS DO PROFETA MIQUEIAS O profeta Miqueias profetizou de 742 a. C. a 687 a. C., tendo como profetas contemporâneos Oseias (753 - 715 a.C.) e Isaías (740 - 681 a. C.). A Santa Bíblia revela que Miqueias foi um profeta chamado pelo Senhor, autêntico, vocacionado, cheio do Espírito Santo e determinado a anunciar a Israel e a Judá as suas respectivas transgressões sem qualquer medo de retaliações ou perseguições de uma sociedade depravada moral e espiritualmente. (Mq 3:8) 2.1. MENSAGENS PROFÉTICAS DE MIQUEIAS A mensagem principal deste morastita para Israel e Judá foi a queda deste dois reinos como forma de punição pela depravação moral, social e espiritual do povo daqueles dois reinos. Além da queda de Samaria (capital de Israel - reino do norte) e Jerusalém (capital de Judá - reino do Sul) com as dez cidades e vilas citadas, pois, não se arrependeram e nem se voltaram para Deus. (Mq 1:1-16). Dentre outras mensagens deste arauto do Senhor, podemos destacar: i. o exílio, cativeiro e retorno de Judá na Babilônia (Mq 3:12; 4:10); ii. o nascimento de Jesus na cidade de Belém, o Messias, profetizado 700 anos antes deste acontecimento para perdoar os pecados não só do povo judeu mais também de toda a humanidade de forma a eliminar da terra os pecados morais e espirituais (Mq 5:1-4); iii. o reino e o governo de Jesus Cristo que dominará a terra e assim os remidos do Senhor terão um tempo de paz e de abundância em sua prosperidade material e espiritual (Mq 4:1-8); 2.2. MENSAGENS DE DENÚNCIA DE MIQUEIAS Miqueias sem titubear fez duras e graves denúncias contra Judá e Israel declinando literalmente para ambas sociedades os pecados experimentados por eles de ordem moral, social e espiritual. Dentre estes podemos destacar: i. Pecados Morais e Sociais: corrupção, roubo, suborno, cobiça, enriquecimento ilícito, mentiras, traições, homicídios, falsas acusações e injustiças, desordem familiar e social, adultérios, orgulho, falta de vergonha, desonestidades, etc. (Mq 2:1-2; 2:8-11; Mq 3:1-3; 3:9-11; Mq 6:9-11; Mq 7:1-6) ii. Pecados Espirituais: idolatria, desobediência a Deus, falsas profecias, mercantilismo do sagrado, etc. (Mq 1:1-7) II - A ESSÊNCIA DA ADORAÇÃO SEGUNDO MIQUEIAS 1. A MISERICÓRDIA DE DEUS PARA COM ISRAEL A GLÓRIA É DE DEUS Acesse: www.proflucasneto.wordpress.com 2 O Senhor indignado com o contexto degradante moral e espiritual de seu povo e profundamente entristecido pede ao povo uma conversão genuína a partir de três ações fundamentais para uma verdadeira conversão a Deus, quais sejam: a prática da justiça (realizar o que é certo), a prática do amor ao próximo e a Deus e especialmente obedecer ao Senhor. (Mq 6:1-8). Quando manifestamos o amor verdadeiro a Deus e ao próximo, certamente praticamos boas obras com bondade no coração nos levando sempre a fazer o que é certo e justo, e assim estaremos sempre andando humildemente com Deus em obediência incondicional, ou seja, sendo igual a Ele, refletindo o seu caráter na íntegra de todas as suas qualificações (bondade, fidelidade, mansidão, misericórdia, etc). Eis aí a essência da adoração, se entregar de corpo, alma e espírito ao Senhor. (1 Sm 15:22) O povo no exílio com saudades da liturgia, dos sacrifícios, da orações e da adoração se volta para Deus e recebe do Senhor por causa de sua compaixão a promessa de voltar para casa, para a sua pátria de forma a louvar, enaltecer e adorar ao Senhor. (Mq 7:14-20) III - DE FATO SOMOS ADORADORES ? 1. DEFINIÇÃO DE JUSTIÇA SOCIAL Podemos conceituar justiça como a qualidade do que está em conformidade com o que é direito; maneira de perceber, avaliar o que é direito, justo. 2. A JUSTIÇA NO CONTEXTO BÍBLICO Deus exige nas Sagradas Escrituras que o homem seja justo, ou seja, o homem deve praticar a justiça, sempre fazer o que é certo, e esta justiça no contexto bíblico perpassa tridimensionalmente pela relação pessoal do homem com Deus (vertical), do homem consigo mesmo (interior) e do homem com o seu próximo (horizontal). (Sl 11:7; Ez 18:5-9) 2.1. A RELAÇÃO PESSOAL DO HOMEM COM DEUS O homem é um catedrático transgressor da Lei de Deus, e por isso, é pecador merecendo uma justa condenação desta grave infração, pois, o salário do pecado é a morte. Deus em seu infinito amor enviou o seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz do Calvário, salvar a humanidade, e pelo seu sangue vertido na cruz nos livrar da mais profunda sepultura que é o lago de fogo e enxofre. Perante Deus nos tornamos justos porque somos justificados pelo sangue de Jesus, mediante a fé. (Rm 5:1-11) Devemos ser justos para com Deus sendo submissos a sua vontade, realizando tudo conforme preceitua a sua Palavra, e se errarmos, devemos ter a humildade e a sabedoria de ser corrigido pelo Senhor e para com Ele guardar esta relação de ser sempre justo. 2.2. A RELAÇÃO PESSOAL DO HOMEM CONSIGO MESMO As ações de um homem é o reflexo de seu caráter, ou seja, da sua formação moral que deve estar perfeitamente alinhada com os preceitos morais de Deus registrados na Bíblia Sagrada, cujo ápice deste espelho moral são os dez mandamentos, raiz dos demais preceitos morais da Palavra de Deus. O homem segundo a vontade de Deus deve ser reto, íntegro, fazer o que é correto, certo, justo e ter todo o seu procedimento de vida moral conforme a vontade de Deus.(Lv 11:44-45; Ez 14:12-14) 2.3. A RELAÇÃO PESSOAL DO HOMEM COM O PRÓXIMO A Bíblia registra em suas páginas a ordenança de amarmos ao próximo como a nós mesmos e ainda preceitua que devemos proteger e ajudar os pobres, inclusive, o Senhor designou que Moisés escrevesse e se cumprisse rigidamente várias leis de proteção e ajuda aos necessitados. Neste sentido devemos realizar obras que ratificam a nossa fé e esta é a vontade de Deus a de pregarmos o Evangelho e sempre fazer o bem a todos sem qualquer acepção de pessoas. (Is 1:16-17; Tg 2:18-26) A justiça de um homem é confirmada e aprovada pela sua justiça espiritual (relação com Deus), justiça moral (relação consigo mesmo) e a justiça social (relação com o próximo). Deus enviou sucessivamente vários profetas para contraditar reis, falsos profetas, lideranças eclesiásticas, nações estrangeiras e até mesmo o seu próprio povo, pois, haviam enveredado pelo caminho da injustiça transgredindo os preceitos divinos nos espectros espiritual, moral e social. Assim é que, por exemplo: i. Oséias denuncia o adultério espiritual de Israel; (Os 2:13) ii. Amós denuncia as injustiças, especialmente a idolatria, que provocaram o cativeiro de Israel pelos assírios; (Am 5:21-27)

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