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26 novembro 2016

Lição 9 - Mardoqueu, um herói conselheiro

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2016
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo alguns heróis e heroínas da Bíblia
Comentarista: Paula Renata Santos
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                       
 Lição 9 - Mardoqueu, um herói conselheiro

Ao Mestre
Prezado (a) alguns dados acerca de Mardoque. O seu nome é derivado da palavra Marduque, nome do deus da cidade da Babilónia. Foram encontrados, em Nipur, textos persas com referência a um oficial dos governos de Dario e de Artaxerxes I chamado Mardukaya, possívelmente Mordecai.
Era primo de Ester e, pela morte dos pais desta, adoptou-a criando-a como filha. Por tal, mereceu a confiança e obediência de Ester, mesmo quando esta saíu de sua casa para ser rainha do rei Assuero ou Artaxerxes I do Império Pérsa.
Na sua apresentação consta que era benjamita descendente de Jair, Simei e Quis. Ora, Quis era o pai de Saul, o primeiro rei de Israel. Este é um dado importante visto que o seu inimigo na história de Ester é Hamã o agagita, ou seja, descendente de Agague (rei dos amalequitas que se opôs a Saul). Este dado quase dá a entender que a sua inimizade de alguma forma representava a inimizade entre Saul e Agague.
Mardoqueu ocupou uma posição de elevado destaque no governo de Assuero após a execução de Hamã.

Texto Bíblico: Ester 4; 6; 7.5-10

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender que devem sempre buscar conselhos de pessoas que amam e obedecem a Deus

Exercitando a Memória
“Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso.” (Pv 15.22 – NTLH).

Conselho
1. Opinião, ensino ou aviso quanto ao que cabe fazer; opinião, parecer 
2. Bom senso; sabedoria; prudência 
3. Opinião refletida ou resolução maduramente tomada
Enfatize aos pequenos que é muito importante ouvimos bons conselhos, explicando a eles que os verdadeiros conselheiros, nem sempre nos dizem o que queremos ouvir, mas sim o que precisamos, o que verdadeiramente nos ajudará.

Crescendo no conhecimento
O judeu Mardoqueu assentado à porta do palácio, ouve por acaso dois dos servos do rei tramando matá-lo. Ele adverte o rei por meio da rainha Ester. Este ato de serviço é anotado nos livros de registro do rei.
No ano doze do reinado de Xerxes, no primeiro mês, Hamã ordenou que tirassem a sorte (chamava-se isso de “purim”), para decidir o dia e o mês em que os judeus seriam mortos. Foi sorteado o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar.
Hamã foi e disse ao rei:
--- Por todas as províncias do reino, está espalhado um povo que segue leis diferentes das leis dos outros povos. O pior, ó rei, é que eles não obedecem às suas ordens, e por isso não convém que o senhor tolere que eles continuem agindo assim. Se o senhor quiser, assine um decreto ordenando que eles sejam mortos. E eu prometo depositar nos cofres reais trezentos e quarenta e dois mil quilos de prata para pagar as despesas do governo.
O rei tirou o seu anel-sinete, que servia para carimbar as suas ordens, e o deu a Hamã, filho de Hamedata e descendente de Agague, o inimigo dos judeus. E o rei lhe disse:
 — Fique com o seu dinheiro, e essa gente eu entrego nas suas mãos. Faça com eles o que quiser.
No dia treze do primeiro mês, Hamã mandou chamar os secretários do palácio e ditou a ordem. Ele ordenou que fosse traduzida para todas as línguas faladas no reino e que cada tradução seguisse a escrita usada em cada província. A ordem devia ser enviada a todos os representantes do rei, aos governadores das províncias e aos chefes dos vários povos. Ela foi escrita em nome do rei, carimbada com o seu anel-sinete e levada por mensageiros a todas as províncias do reino. A ordem era matar todos os judeus num dia só, o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar. Que todos os judeus fossem mortos, sem dó nem piedade: os moços e os velhos, as mulheres e as crianças. E a ordem mandava também que todos os bens dos judeus ficassem para o governo.
Em cada província deveria ser feita uma leitura em público dessa ordem, a fim de que, quando chegasse o dia marcado, todos estivessem prontos. O rei deu a ordem, e os mensageiros foram depressa a todas as províncias; e em Susã, a capital, a ordem foi lida em público. O rei e Hamã se assentaram para beber, enquanto a confusão se espalhava pela cidade.
Quando Mardoqueu  soube de tudo isso, rasgou a roupa em sinal de tristeza, vestiu uma roupa feita de pano grosseiro, pôs cinza na cabeça e saiu pela cidade, chorando e gritando. Quando chegou à entrada do palácio, ele não entrou, pois quem estivesse vestido daquela maneira não podia entrar. E, em todas as províncias, em todos os lugares onde foi lida a ordem do rei, os judeus começaram a chorar em voz alta. Eles se lamentaram, choraram e jejuaram, e muitos deles vestiram roupas feitas de pano grosseiro e se deitaram sobre cinzas.
Ester ficou muito aflita quando as suas empregadas e os seus eunucos lhe contaram o que havia acontecido. Ela mandou roupas para Mardoqueu vestir, mas ele não quis. Então ela mandou chamar Hataque, um dos eunucos do palácio, que tinha sido escolhido para atendê-la, e ordenou que ele fosse falar com Mardoqueu para saber o que estava acontecendo e qual era a razão de tudo aquilo. Hataque foi procurar Mardoqueu na praça que havia em frente do palácio, e Mardoqueu contou tudo o que tinha acontecido com ele. Disse também a quantia exata que Hamã tinha prometido depositar nos cofres do rei como pagamento pela destruição de todos os judeus.
Mardoqueu entregou a Hataque uma cópia do decreto que havia sido lido por toda a cidade de Susã, ordenando que os judeus fossem mortos. E Mardoqueu pediu a Hataque que levasse a cópia a Ester, explicasse tudo direito e pedisse a ela que fosse falar com o rei e insistisse que ele tivesse piedade do povo dela. Hataque fez o que Mardoqueu tinha pedido, e Ester mandou Hataque entregar a seguinte resposta a Mardoqueu:
--- É do conhecimento de todos, desde os servidores do palácio até os moradores de todas as províncias, que ninguém, seja homem ou mulher, pode entrar no pátio de dentro do palácio para falar com o rei, a não ser que tenha recebido ordem para isso. A lei é esta: quem entrar sem licença do rei será morto, a não ser que o rei estenda o seu cetro de ouro para essa pessoa. E já faz um mês que o rei não me manda chamar.
Quando recebeu a mensagem de Ester, Mardoqueu mandou o seguinte recado para ela:
--- Não pense que, por morar no palácio, só você, entre todos os judeus, escapará da morte. Se você ficar calada numa situação como esta, do Céu virão socorro e ajuda para os judeus, e eles serão salvos; porém você morrerá, e a família do seu pai desaparecerá. Mas quem sabe? Talvez você tenha sido feita rainha justamente para ajudar numa situação como esta!
Ester enviou a Mardoqueu a seguinte resposta:
_ Vá e reúna todos os judeus que estiverem em Susã, e todos vocês jejuem e orem por mim. Durante três dias não comam nem bebam nada, nem de dia nem de noite. Eu e as minhas empregadas também jejuaremos. Depois irei falar com o rei, mesmo sendo contra a lei; e, se eu tiver de morrer por causa disso, eu morrerei. Aí Mardoqueu foi e fez tudo o que Ester havia mandado.
No terceiro dia de jejum, Ester se vestiu com as suas roupas de rainha, foi e ficou esperando no pátio de dentro do palácio, em frente do salão nobre do rei. Ele estava lá dentro, sentado no trono, que ficava em frente da porta do pátio. E, quando ele viu a rainha Ester esperando lá fora no pátio, teve boa vontade para com ela e estendeu-lhe o seu cetro de ouro. Ester entrou, chegou perto dele e tocou na ponta do cetro. E o rei perguntou:
 — O que está acontecendo, rainha Ester? O que você deseja? Peça o que quiser, que eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino. Ester respondeu:
— Se for do seu agrado, eu gostaria de convidar o senhor e Hamã para o banquete que estou preparando hoje para o senhor.
Aí o rei ordenou:
— Digam a Hamã que venha depressa, para que nós aceitemos o convite de Ester. Assim o rei e Hamã foram ao banquete que Ester havia preparado.
Quando estavam bebendo vinho, o rei perguntou a Ester:
— Qual é o seu pedido? Peça o que quiser, que eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino. Ester respondeu:
— É o seguinte: se eu puder me valer da bondade do rei, e se for do seu agrado atender o meu pedido, gostaria de convidar o senhor e Hamã para outro banquete que eu vou preparar amanhã para os dois. Aí lhe direi o que eu quero.
Hamã saiu do banquete alegre e feliz da vida. Porém, quando chegou perto da entrada do palácio, ele encontrou Mardoqueu ali e ficou furioso porque Mardoqueu não se curvou diante dele, nem fez qualquer outro sinal de respeito. Mas ele se controlou e voltou para casa. Então mandou chamar os amigos e pediu que Zeres, a sua mulher, também viesse. Hamã começou a falar da sua riqueza, do número de filhos que tinha, das promoções que havia recebido do rei e de como agora ocupava a mais alta posição do reino, acima de todos os outros ministros e funcionários. E continuou:
 — Além de tudo isso, eu fui a única pessoa que a rainha Ester convidou para acompanhar o rei ao banquete que ela preparou para ele. E ela também me pediu que eu fosse com ele a outro banquete amanhã! Mas tudo isso não me vale nada enquanto eu continuar vendo Mordecai, aquele judeu, sentado na entrada do palácio.
Aí a mulher dele e todos os amigos deram a seguinte sugestão:
 — Mande fazer uma forca de uns vinte metros de altura e amanhã de manhã peça ao rei que mande enforcar Mardoqueu. Então você poderá ir feliz com o rei ao banquete.
Hamã gostou da idéia e mandou construir a forca. Naquela mesma noite, o rei não conseguiu pegar no sono; então mandou buscar o livro em que se escrevia o que acontecia no reino e ordenou que os seus funcionários lessem para ele. A parte que leram contava como Mardoqueu tinha descoberto o plano para matar o rei, plano este preparado por Bigtã e Teres, os dois eunucos que eram guardas do palácio. Aí o rei perguntou:
— Que homenagens foram prestadas e que prêmios foram dados a Mardoqueu por ter feito isso?
 — Nada se fez a esse respeito! - responderam os funcionários.
Justamente nesse instante, Hamã entrou no pátio que ficava ao lado dos quartos do rei para lhe pedir que mandasse enforcar Mardoqueu na forca que ele, Hamã, havia mandado construir. O rei perguntou:
 — Quem está no pátio?
— É Hamã! - responderam os servidores.
— Mandem que entre! - ordenou o rei.
Hamã entrou, e o rei lhe disse:
— Eu quero ter o prazer de prestar homenagens a um certo homem. Diga-me o que devo fazer por ele. Hamã pensou assim: “Quem será esse homem a quem o rei tanto quer honrar? É claro que sou eu!”
E Hamã disse ao rei:
— Mande trazer as roupas que o senhor usa e também o cavalo que o senhor monta e mande colocar uma coroa real na cabeça do cavalo. Então entregue as roupas e o cavalo a um dos mais altos funcionários do reino e ordene que ele vista as roupas no homem que o senhor deseja honrar. Depois, que ele leve o homem, montado a cavalo, pela praça principal da cidade e que diga em voz alta o seguinte: “É isto o que o rei faz pelo homem a quem ele quer honrar!”
Então o rei disse a Hamã:
— Vá depressa, e pegue as roupas e o cavalo, e faça com o judeu Mardoqueu tudo o que você acaba de dizer. Ele costuma ficar sentado na entrada do palácio. Não deixe de fazer nenhuma das coisas que você disse.
Hamã foi, pegou as roupas e o cavalo e vestiu as roupas em Mardoqueu i. Depois levou Mardoqueu, montado a cavalo, pela praça principal da cidade e disse em voz alta: “É isto o que o rei faz pelo homem a quem ele quer honrar!”
Depois disso, Mardoqueu voltou para a entrada do palácio, enquanto que Hamã, envergonhado e triste, correu para casa, escondendo o rosto. Contou à esposa e aos amigos tudo o que tinha acontecido com ele. Então ela e os seus amigos, que eram tão sabidos, disseram:
— Você já começou a perder a luta com Mardoqueu. Ele é judeu, e você não vai ganhar de jeito nenhum. Você vai perder na certa.
Eles ainda estavam falando quando os eunucos que estavam ao serviço do rei chegaram e levaram Hamã imediatamente ao banquete que Ester tinha preparado. Portanto, o rei e Hamã foram de novo ao banquete da rainha Ester, e novamente, enquanto bebiam vinho, o rei perguntou a Ester:
— Qual é o seu pedido? Peça o que quiser, que eu lhe darei, mesmo que seja a metade do meu reino.
Ela respondeu:
— Se eu puder me valer da bondade do rei, e se for do seu agrado, a única coisa que quero é que o senhor salve a minha vida e a vida do meu povo. Pois o meu povo e eu fomos vendidos para sermos destruídos e mortos. Se fosse somente o caso de sermos todos vendidos como escravos, eu não diria nada, pois não seria justo incomodar o senhor por causa de uma desgraça tão sem importância como esta.
O rei Xerxes perguntou à rainha Ester:
 — Quem é o homem que está pensando em fazer isso e onde está ele?
— O nosso inimigo e perseguidor é Hamã, este homem perverso! - respondeu Ester.
Cheio de medo, Hamã ficou olhando para o rei e para a rainha. O rei saiu furioso do salão de banquetes e foi para o jardim. Hamã percebeu que o rei havia resolvido castigá-lo e por isso ficou no salão para pedir à rainha que salvasse a sua vida Ele se jogou no sofá onde Ester estava, para pedir misericórdia, e nesse instante o rei voltou do jardim. Quando viu Hamã, o rei disse:
 — Será que ele pretende desonrar a rainha aqui no meu palácio e na minha frente? Assim que o rei acabou de falar, os seus servidores particulares cobriram a cabeça de Hamã.
Um deles, chamado Harbona, disse:
— Perto da casa de Hamã há uma forca de uns vinte metros de altura que ele mandou construir para enforcar Mardoqueu, o homem que salvou a vida do senhor.
— Enforquem Hamã nela! —ordenou o rei.
Então enforcaram Hamã na forca que ele tinha construído para enforcar Mardoqueu. E assim a raiva do rei se acalmou. Naquele mesmo dia o rei Xerxes deu à rainha Ester a casa e os bens de Hamã, o inimigo dos judeus. E Mardoqueu foi apresentado ao rei porque Ester contou que Mardoqueu era seu parente.
Então o rei tirou o seu anel-sinete, que ele tinha tomado de Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester nomeou Mardoqueu como administrador de todos os bens de Hamã.
Depois Ester se jogou aos pés do rei e, chorando, pediu que anulasse a ordem de Hamã, o descendente de Agague, e que não deixasse que o terrível plano de Hamã contra os judeus fosse executado. O rei estendeu o cetro de ouro para Ester; ela se levantou e ficou de pé diante dele. Então disse:
 — Se for do agrado do rei, e se eu puder contar com a sua bondade, e se o senhor achar que o que eu peço está certo, então assine um decreto anulando a ordem de Hamã, a ordem que o filho de Hamedata e descendente de Agague deu para que no reino inteiro todos os judeus sejam mortos. Pois eu não poderei suportar a destruição do meu povo e a morte dos meus parentes!
E o rei Xerxes disse à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu:
— Eu mandei enforcar Hamã por causa do plano que ele havia feito para matar os judeus e dei todos os seus bens a Ester. Mas uma ordem dada em nome do rei e carimbada com o anel real não pode ser anulada. Porém escrevam o que quiserem aos judeus, assinem em meu nome e selem as cartas com o meu anel.
Isso aconteceu no dia vinte e três do terceiro mês, o mês de sivã. Mardoqueu mandou chamar os secretários do rei e ditou um decreto aos judeus, aos representantes do rei, aos governadores das províncias e aos chefes dos vários povos em todas as províncias do reino, que eram cento e vinte e sete ao todo e iam desde a Índia até a Etiópia. O decreto foi traduzido para todas as línguas faladas no reino, e cada tradução seguia a escrita usada em cada província; o decreto foi copiado também na língua e na escrita dos judeus. As cartas foram escritas em nome do rei, carimbadas com o anel real e levadas por mensageiros montados em cavalos criados nas estrebarias do rei.
 Nas cartas, o rei dava autorização aos judeus de todas as cidades do reino para se organizarem e se defenderem contra qualquer ataque. Se homens armados de qualquer povo ou qualquer província do reino atacassem os judeus, estes podiam combatê-los e matá-los. Podiam acabar com todos os seus inimigos, até mesmo as mulheres e as crianças, e ficar com os seus bens.  Em todas as províncias, os judeus tinham ordem para fazer isso no dia marcado para a matança, isto é, o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar. Uma cópia da ordem do rei devia ser publicada como lei e ser lida em público em todas as províncias, para que no dia marcado os judeus estivessem prontos para se vingar dos seus inimigos.
O rei deu a ordem, os mensageiros montaram cavalos ligeiros da estrebaria real e saíram depressa. O decreto foi lido em público também em Susã, a capital. Mardoqueu saiu do palácio usando uma roupa real azul e branca, com uma grande coroa de ouro na cabeça, e uma capa vermelha de linho fino. Todos os moradores da cidade de Susã ficaram muito contentes e soltaram gritos de alegria. E para os judeus brilhou a luz da felicidade, da alegria e da vitória
Mardoqueu ouve por acaso dois dos servos do rei tramando matá-lo. Ele adverte o rei por meio da rainha Ester. Este ato de serviço é anotado nos livros de registro do rei.
O rei promove Hamã acima de todos os nobres das 127 províncias do seu reino. Todos se inclinam diante de Hamã, exceto Mardoqueu. Isso irrita Hamã. Como vingança, ele persuade o rei a promulgar um decreto para destruir todos os judeus. Quando Mardoqueu fica sabendo disso, partilha com Ester, pedindo que ela apele ao rei para salvar seu povo. Ester concorda e pede que Mardoqueu faça com que os judeus orem e jejuem por ela nos próximos três dias, quando então ela irá perante o rei. Ester se dispõe a dar a própria vida pelo povo de Deus.

 Aplicação da Lição
Esta lição nos fala sobre Serviço prestado à Deus e à Sua Obra.
Mardoqueu e Ester serviram a Deus e a Seu povo ao assumirem a responsabilidade de apelar ao rei para poupar a vida dos judeus. Nós também, atualmente, podemos servir a Deus e a Seu povo permanecendo firmes, fazendo o que é correto em todas as circunstâncias. Se obedecermos os conselhos contidos na Palavra de Deus seremos vitoriosos como a rainha Ester e Mardoqueu foram.

Fontes Consultadas:
  • Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
  • Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
  • Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
  • Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
  • Bíblia de estudo da mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
  • Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
  • 365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva http://www.portalebd.org.br/