SEJÁ VOCÊ TAMBÉM UM SEGUIDOR

Google+ Followers

Marcadores

Aborto ACONSELHAMENTO PRÉ-MATRIMÓNIAL Adolecentes Cristão ADOLESCENTES ADPB ADULTÉRIO ADULTOS Agradecimento Aniversario Apologética Cristã Arqueologia As Inquisições Assembleia de Deus Barack Obama Batismos Bíblia Brasil Casamento CGADB Ciência Círculo de Oração CLASSE BERÇARIO CLASSE BERÇÁRIO CLASSE DOS DISCIPULADOS CLASSE DOS DISCIPULANDO CLASSE DOS DISCIPULANDOS CLASSE JOVENS E ADULTOS CENTRAL GOSPEL CLASSE JOVENS E ADULTOS BETEL CLASSE MATERNAL Congresso CPAD Cruzada Curiosidades Cursos Departamento Infantil Depressão Desaparecido DESENHOS BIBLICOS Desfiles Dia do Pastor Discipulado Divórcio EBD EBO Escatologia Estudantes Estudos Eventos FALECIMENTO Família Filmes Galeria de Fotos Gospel Gratidão a Deus Hinos Antigos História Homenagens Homilética Homoxesualismo Ideologia de Gênero Idolatria Inquisição Islamismo Israel LIção de Vida Louvor Luto Maçonaria Mães Mensagens Ministério Missões MODISMOS Mundo Mundo Cristão MUSICAS EVANGÉLICAS Namoro Cristão Noivados Notícias Obreiros ONU Oração Pneumatologia política PRIMARIOS Psicopedagogia Pureza sexual Realidade Social Reforma Protestante RELIGIÕES Retiro Revista Central Gospel REVISTA CLASSE PRIMARIOS REVISTA CLASSE DOS PRE-ADOLESCENTES REVISTA CLASSE DOS ADOLESCENTES REVISTA CLASSE JARDIM DA INFANCIA REVISTA CLASSE JARDIM DA INFÂNCIA REVISTA CLASSE JUNIORES REVISTA DA CLASSE JOVENS CPAD. REVISTA DA CLASSE JOVENS. REVISTA DA CLASSE ADULTOS REVISTA DA CLASSE JOVENS E ADULTOS REVISTA DA CLASSE JUVENIS Revista Maternal Santa Ceia Saúde Seminário Sexualidade Subsídios Subsídios EBD Subsídios EBD Videos Templos Teologia Testemunho TRANSGÊNEROS Utilidade publica UTILIDADE PÚBLICA Vida de Adolecente videos Virgilha

01 julho 2017

LIÇÃO Nº 1 – NINGUÉM QUER SER ESCRAVO





ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2017
Primários: Conhecendo a viagem do povo de Deus pelo deserto
COMENTARISTA: FABIANA ALMEIDA
COMENTÁRIO: MATHEUS ARAÚJO DA SILVA

Ao Mestre

Sabemos que somos livres. Mas livres de quê? Está decorado que é do pecado. Mas o que isso quer dizer na prática?

Em certa ocasião, conversando com minha tutora e grande amiga, sobre coisas que haviam me chateado ela esclareceu que tinha passado pela mesma coisa. Mas ela disse algo que jamais saiu da minha mente.
“Era uma garota tola, que vivia atrás de garotos e se atolava de maquiagem. Mas não tinha um pingo de inteligência. E eu disse pra ela que se eu quisesse, poderia perfeitamente fazer tudo o que ela fazia. Mas ela poderia, sequer por um dia ser como eu? Abster-me de tudo aquilo?”
E realmente faz muito sentido.
Deixando claro, para nós.
Qualquer um de nós pode facilmente pecar. Negar que pecado dá prazer é mentir. Pecado é tentador. E é exatamente essa nossa luta diária. Mas podem aqueles que não se voltaram para o Senhor passar um dia como nós?
Somos livres da culpa, do vício, do medo.
Isso é liberdade.
Objetivo
Que o aluno compreenda que o pecado escraviza o homem.
Explique a seus alunos que liberdade não é viver sem regras. Não ter regras é loucura. Liberdade é o que nós temos quando recebemos a Nova Vida. Não temos medo da morte, nem do castigo, nem do inferno, tampouco de Deus. Não estamos viciados em pecado. Somos livres pra fazer tudo o que quisermos! Mas o Senhor não deseja que façamos certas coisas, pois isto nos fará mal.
Esta é a liberdade cristã.
Memória em Ação
“Quem peca é escravo do pecado “ (Jo 8.34)
Faça a chamada da classe de um modo diferente.
Ao chamar os nomes das crianças, elas não responderão com o costumeiro “presente”, mas com o versículo da semana. (Faça a chamada no final da aula, para que as crianças tenham tempo de memorizar o versículo da semana.)
Para variar a chamada, comece pelo último nome da lista; chame uma menina e depois um menino, e assim por diante. Se alguém não souber continuar, deixe que o próximo da lista continue. Lembre-se de pontuá-los e presenteá-los para incentivar!
Explorando a Bíblia
“Os descendentes de Jacó (Israel) eram chamados de israelitas. Durante alguns séculos de moradia no Egito, esta família havia crescido muito em número, com mais de um milhão de pessoas.
Surgiu, então, no Egito, um novo rei, eu não conhecia a José. Este olhou o crescimento demasiado dos israelitas, os quais se tornaram poderosos, dominando o país todo, e ficou com medo. Por isso, ele resolveu escravizar a este povo, forçando-o a construiu várias obras públicas.
Assim os israelitas edificaram para Faraó duas cidades, Píton e Ramessés. Mas, quanto mais os israelitas eram forçados a trabalhar, tanto mais Deus os abençoava com muitos filhos. Os egípcios ficaram com mais medo ainda, observando o crescente número de 2 israelitas.
Portanto o Faraó deu a Sifrá e a Puã, que eram parteiras das mulheres israelitas, a seguinte ordem: − Quando vocês forem ajudar as mulheres israelitas nos seus partos, façam o seguinte: se nascer um menino, matem; mas, se nascer uma menina, deixem que viva.
Porém as parteiras temiam a Deus e não fizeram o que o rei do Egito havia mandado. Ao contrário, deixaram que os meninos vivessem. Então o rei mandou chamar as parteiras e perguntou:
− Por que vocês estão fazendo isso? Por que estão deixando que os meninos vivam? Elas responderam:
− É que as mulheres israelitas não são como as egípcias. Elas dão à luz com facilidade, e as crianças nascem antes que a parteira chegue.
As parteiras temiam a Deus, e por isso Ele foi bom pra elas e fez que tivessem as suas próprias famílias. E o povo de Israel aumentou e se tornou muito forte.
Então o rei deu a seguinte ordem a todo o seu povo: − Joguem no rio Nilo todos os meninos israelitas que nascerem, mas deixem que todas as meninas vivem.”
texto de http://www.igrejadecristo.org.br/uploads/ac98ab7b57a30e79e5141f129258bc14.pdf
Colaboração para o Portal Escola Dominical - Prof. Matheus Araujo da Silva
http://www.portalebd.org.br/