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23 dezembro 2017

Lição 13 - 4º Trimestre de 2017 | ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL | EBD IEADPE





SUPERINTENDENCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM PERNAMBUCO
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2017
Adultos - A OBRA DA SALVAÇÃO: JESUS CRISTO É O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA
COMENTARISTA: CLAITON IVAN POMMERENING
COMENTÁRIO: SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM PERNAMBUCO

LIÇÃO Nº 13 – GLORIFICADOS EM CRISTO


INTRODUÇÃO
Nesta lição veremos a definição da palavra glorificação; pontuaremos as bases bíblicas desta doutrina nas Escrituras tanto no AT quanto no NT; traremos uma explicação teológica para esta etapa da salvação, e por fim, estudaremos alguns aspectos da glorificação na vida do salvo em Jesus.
I – DEFINIÇÃO DA PALAVRA GLORIFICAÇÃO
1.1 Significado etimológico e teológico da palavra glorificação. O dicionário Houaiss define glorificação como: “elevação à bem-aventurança ou à glória celestial” (2001, p. 1458). A palavra glorificação vem do substantivo grego “endoxazo” que vem da raiz “dokeo” que significa: “ato ou efeito de glorificar”. No plano da salvação, a glorificação é a etapa final a ser atingida por aquele que recebe a Cristo como Salvador e Senhor de sua alma (Rm 8.17; 1Co 15.51-54). O texto de ouro referente a este assunto encontra-se em 1João 3.2, que diz: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele […]”. O apóstolo Paulo relaciona também a recuperação plena da imagem de Deus em nós na glorificação, no exato momento em que se der a ressurreição dos mortos: “E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial” (1Co 15.29).
II - A BASE DA GLORIFICAÇÃO NAS ESCRITURAS
2.1 A doutrina da glorificação no AT. Às vezes fala-se que o AT traz pouca ou nenhuma evidência da esperança de uma futura ressurreição do corpo. Mas temos algumas referências que são provas suficiente dessa crença. Muitos judeus da época de Jesus tinha alguma esperança na ressurreição futura (Jo 11.23-24). Paulo no tribunal, disse a Félix, que ele tinha uma esperança na ressurreição e que seus acusadores judeus também tinham (At 24.15). Os salvos do AT aguardavam a cidade “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10). Jó apresenta a mesma esperança (Jó 19.25-26). Os salmistas cantaram essa expectativa (Sl 49.15; 73.24-25). Os profetas afirmaram a mesma crença (Is 26.19; Dn 12.2). Também o escritor aos Hebreus comenta sobre os santos do AT (Hb 11.13-16). Vale lembrar que tanto os justos quanto os ímpios ressuscitarão, agora, uns para a vergonha e desprezo eterno e outros para vida eterna (Dn 12.2).
2.2 A doutrina da Glorificação no NT. A principal passagem veterotestamentária sobre a glorificação é citada por Paulo: “Também em Cristo todos serão vivificados. Mas cada um por sua vez: Cristo, as primícias, e então na sua vinda os que pertencem a Cristo” (1Co 15.22-23). A assertiva de Paulo é que nem todos os cristãos morrerão, mas que alguns que permanecerem vivos quando Cristo voltar terão o corpo imediatamente transformados em novo corpo ressurreto, que nunca poderá envelhecer, enfraquecer ou morrer: “Digo-vos um mistério. Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao soar da última trombeta. Pois a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co 15.51-52)
III - EXPLICAÇÃO BÍBLICA PARA GLORIFICAÇÃO
Quando Cristo nos redimiu, ele não redimiu apenas o nosso espírito e alma, mas também nosso corpo. Portanto, a extensão da obra redentora de Cristo em nosso favor não estará completa até que nosso corpo seja inteiramente libertado dos efeitos da Queda e levado ao estado de perfeição para o qual Deus nos criou. Na verdade, a redenção do nosso corpo acontecerá somente quando Cristo voltar e nos ressuscitar dentre os mortos. O apóstolo Paulo expressamente afirma que esperamos: “a redenção de nosso corpo”, e acrescenta “pois nessa esperança fomos salvos” (Rm 8.23-24).
3.1 A glorificação será a vitória sobre a morte. O dia quando seremos glorificados será um dia de grande vitória porque aquele dia o último inimigo, a morte, será destruída, conforme predizem as Escrituras: “Pois ele reinará até que tenha posto todos os inimigos debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte” (1Co 15.25-26). Quando o nosso corpo for levantado dentre os mortos experimentaremos vitória completa sobre a morte, que veio como resultado da queda de Adão e Eva. Então nossa redenção será completa: “… Tragada foi a morte na vitória” (1Co 15.54).
3.2 A glorificação trará a perfeição original. A glorificação é o futuro recebimento de absoluta e definitiva perfeição (física + mental + espiritual) por todos os crentes (Rm 8.22-23; 1Co 15:41-44,51-55; 2Co 5.1-4; 4.14-18; Jd 24-25). Disse Paulo: “até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Ef 4.13). Na glorificação dos salvos, a expressão “à imagem e conforme a semelhança de Deus” será plenamente entendida, pois o ser humano, restaurado, elevar-se-á a um nível superior. Paulo afirma, “Mas a nossa pátria está no céu, de onde aguardamos o Salvador, o senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo vil à semelhança do seu corpo glorioso […]” (Fp 3.20,21; 3.11,12). 3.3 A glorificação é a última etapa da salvação. Temos que entender que a natureza da salvação não se resume à justificação, mas também inclui regeneração, santificação, adoção, e, por fim, a glorificação, sendo assim, a glorificação é o passo final da aplicação da redenção. O apóstolo Paulo disse: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou” (Rm 8.30). A salvação começa com a redenção da alma; prossegue com a redenção do corpo; e culmina com a glorificação do crente integral. Daí o autor de Hebreus ter chamado essa gloriosa obra de Deus de: “uma tão grande salvação” (Hb 2.3). Trata-se de uma promessa da futura transformação de nosso corpo mortal (1Co 15.43, 49; Fp 3.21). O homem, nascido de novo, em Cristo, é “nova criatura” (2Co 5.17) e se torma participante “da natureza divina” (2Pd 1.4). Tal participação, no presente, é parcial, pois o homem está sujeito a fraquezas e ao pecado; mas, na glorificação, será restaurada a “semelhança” da “imagem de Deus” em seu sentido pleno:“agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” (1Jo 3.2).
3.4 A glorificação será o encontro do material com o imaterial. Em linhas gerais, as almas e espíritos (imaterial) dos que tiverem morrido em Cristo voltarão e serão reunidos aos seus corpos (material) naquele dia, pois Cristo os trará consigo: “Se cremos que Cristo morreu e ressuscitou, também, através de Jesus, Deus trará com eles os que tiverem dormido” (1Ts 4.14). Jesus afirma: “A hora vem quando todos os que estiverem no túmulo ouvirão a sua voz e sairão, os que tiverem feito o bem para a ressurreição da vida, e os que tiverem feito o mal para a ressurreição do juízo” (Jo 5.28-29). Assim, todos nós devemos viver na expectativa ansiosa da volta de Cristo e da transformação de nosso corpo, que se tornará como o próprio corpo perfeito de Cristo (Fp 3.20; 1Jo 3.20).
3.5 O corpo glorificado será um corpo físico. Quando a Bíblia fala que o “nosso corpo será glorificado” isto significaque o corpo será tomado pela glória de Deus, ou, como diria Paulo, “nos manifestaremos em glória” e que “seremos glorificados” (Rm 8.17) ou que a “glória será revelada em nós” (Rm 8.18). Paulo está falando sobre a “transformação do nosso corpo para que seja semelhante ao corpo da glória de Cristo” (Fp 3.20,21). A expressão “corpo glorificado” significa que continuaremos com nosso corpo, mas num estado de glória. Agora, nesta vida, temos um corpo natural, fraco e corruptível; mas depois teremos um corpo espiritual, poderoso e incorruptível (1Co 15. 42-44). Quando Jesus ressuscitou ele disse: “sou eu mesmo, apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39). Se hoje Jesus, em seu estado de ressurreição, tem um corpo de carne e ossos, que pode ser tocado (Jo 20.19,20,25-27), então significa que nós também quando ressuscitados teremos também um (1Co 15.49), pois fomos “predestinados para sermos conformes à imagem do filho de Deus” (Rm 8.29). A principal prova da glorificação, ou a ressurreição do corpo está em 1 Coríntios 15.12-58. Em 1 Tessalonicenses Paulo explica que as almas dos que tiverem morrido e partido para estar com Cristo voltarão e serão reunidos aos seus corpos naquele dia, pois Cristo os trará consigo.
IV - ASPECTO DA GLORIFICAÇÃO
A Glorificação é algo futuro, se bem que: “não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável (indizível) e glorioso (cheio de glória, ou glorificado)” (1Pd 1.8). Podemos entrar desde já na participação da alegria dessa glorificação, tal como os israelitas provaram os frutos de Canaã enquanto ainda se encontravam no deserto.
4.1 A glorificação já está garantida. Paulo em Romanos descreve o estado do descrente como “destituído da glória de Deus” (Rm 3.23). Ao ser justificado, o pecador passa a ter agora, como algo bem certo, a “esperança da glória de Deus” (Rm 5.2). O vocábulo “esperança” aqui pode ser traduzido “a certa ou firme expectativa”, pois a glorificação é o destino seguro de todos os justificados. Quando examinamos Romanos 8.30, podemos ver Paulo aqui ocupando a posição de quem já está experimentando esta glória. Todos os verbos se encontram no tempo passado: “predestinou… chamou… justificou… glorificou”. Por que não falou: “a estes também glorificará”, já que a nossa glorificação é futura? É porque aqui temos a linguagem da certeza através da fé.
4.2 A glorificação de Jesus garantiu a nossa. A Bíblia sempre liga a glorificação de Jesus com a sua ressurreição e ascensão (Jo 7.39; 12.16,23; 13.31,32; 17.1,5; 1Pd 1.21; Hb 2.9; Ef 1.19-22). A nossa glorificação também está ligada à nossa ressurreição e transformação dos nossos corpos em semelhantes ao de Cristo (Fp 3.20,21; Rm 8.21-25; 2Co 5.4,5; 1Co 15.42-44; 51-54). Na vinda de Cristo, seremos “manifestados com Ele em glória” (Cl 3.4), isto é, conformados completamente “à imagem do seu Filho” (Rm 8.29; 1Co 15.40). Esta transformação à imagem de Cristo, que lentamente se realiza agora (2Co 3.18) será completada naquela hora (1Co 15.41-43, 52-54).
CONCLUSÃO
Seremos salvos eternamente da presença do pecado em nossos corpos e “os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai” (Mt 13.43). Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele; porque assim como é o veremos (1Jo 3.2). Assim como José que foi vendido escravo para o Egito mas depois foi exaltado à posição de segundo soberano, ao revelar-se aos seus irmãos, pediu que voltassem à terra de Canaã e trouxessem seu pai para ver “toda a glória” que tinha adquirido no Egito (Gn 45.13).
REFERÊNCIAS
 ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD.
 GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. CPAD.
 GILBERTO, Antonio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.
 STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL (FORNECIMENTO DO MATERIAL) - PROF. PAULO AVELINO  fonte http://www.portalebd.org.br