SEJÁ VOCÊ TAMBÉM UM SEGUIDOR

Marcadores

Aborto (11) ACONSELHAMENTO PRÉ-MATRIMÓNIAL (5) Adolecentes Cristão (2) ADPB (1) ADULTÉRIO (2) Agradecimento (1) Aniversario (10) Apologética Cristã (10) Arqueologia (1) As Inquisições (1) Assembleia de Deus (5) Barack Obama (2) Batismos (29) Bíblia (3) Brasil (48) Casamento (25) CGADB (19) Ciência (6) Círculo de Oração (5) CLASSE BERÇÁRIO (26) CLASSE DOS DISCIPULANDOS (55) CLASSE JOVENS E ADULTOS CENTRAL GOSPEL (73) CLASSE JOVENS E ADULTOS BETEL (153) CLASSE MATERNAL (104) Congresso (49) CPAD (6) Cruzada (3) Curiosidades (3) Cursos (3) Departamento Infantil (5) Depressão (2) Desaparecido (4) DESENHOS BIBLICOS (1) Desfiles (3) Dia do Pastor (4) Discipulado (64) Divórcio (4) EBD (20) EBO (21) Escatologia (2) Estudantes (2) Estudos (506) Eventos (118) FALECIMENTO (5) Família (16) Filmes (18) Galeria de Fotos (12) Gospel (285) Gratidão a Deus (1) Hinos Antigos (3) História (4) Homenagens (3) Homilética (4) Homoxesualismo (3) Ideologia de Gênero (12) Idolatria (3) Inquisição (2) Islamismo (10) Israel (18) JARDIM DA INFANCIA (7) LIção de Vida (2) Louvor (1) Luto (42) Maçonaria (3) Mães (3) Mensagens (56) Ministério (34) Missões (148) MODISMOS (2) Mundo (610) Mundo Cristão (178) MUSICAS EVANGÉLICAS (3) Namoro Cristão (8) Noivados (1) Notícias (3155) Obreiros (9) ONU (4) Oração (1) Pneumatologia (1) política (121) Psicopedagogia (3) Pureza sexual (8) Realidade Social (17) Reforma Protestante (4) RELIGIÕES (3) Retiro (4) REVISTA BETEL JOVENS (1) Revista Central Gospel (1) REVISTA CLASSE PRIMARIOS (230) REVISTA CLASSE DOS PRE-ADOLESCENTES (267) REVISTA CLASSE DOS ADOLESCENTES (280) REVISTA CLASSE JARDIM DA INFANCIA (111) REVISTA CLASSE JARDIM DA INFÂNCIA (111) REVISTA CLASSE JUNIORES (243) REVISTA DA CLASSE JOVENS CPAD. (189) REVISTA DA CLASSE JOVENS. (319) REVISTA DA CLASSE ADULTOS (872) REVISTA DA CLASSE JOVENS E ADULTOS (401) REVISTA DA CLASSE JUVENIS (262) Revista Maternal (63) Santa Ceia (3) Saúde (45) Seminário (4) Sexualidade (7) Subsídios (1507) Subsídios EBD (1900) Subsídios EBD Videos (597) Templos (3) Teologia (5) Testemunho (1) TRANSGÊNEROS (2) Utilidade publica (1) UTILIDADE PÚBLICA (2) Vida de Adolecente (5) videos (106) Virgilha (1)

18 julho 2019

Hermenêutica Pós-Moderna: Uma Breve Introdução aos Novos Rumos e Riscos na Interpretação Bíblica Contemporânea

A proposta do presente texto é contribuir, ainda que de forma breve e introdutória, para um melhor entendimento sobre o que é a hermenêutica pós-moderna, e na medida do possível numa linguagem acessível ao público em geral, para que isso venha a promover um estado de alerta, principalmente entre os pastores e líderes, diante de propostas aparentemente inovadoras e sedutoras, mas que na realidade são subjetivistas, desconstrutivistas e relativistas[1], que atacam e colocam em risco a ortodoxia (doutrina correta) e a ortopraxia (prática correta) cristã.  A leitura dos livros citados nas notas ajudará numa melhor compreensão, e no aprofundamento dos temas que serão aqui tratados.


1. A Hermenêutica Pós-Moderna

A hermenêutica pós-moderna é caracterizada pelo subjetivismo no processo de interpretação do texto bíblico. O subjetivismo é caracterizado pela insatisfação generalizada com o sentido natural, literal das Escrituras, e pela busca de sentidos mais significativos, supostamente ocultos no texto. O maior perigo das correntes subjetivas é a falta de compromisso com critérios objetivos que orientem e dêem consistência ao processo interpretativo.[2] Seria o significado de um texto uma questão de impressão do intérprete? A autoridade da Bíblia está em perigo de se tornar impressão subjetiva? Para Vanhozer, talvez sim.[3]

Dentre os diversos proponentes e pensadores da hermenêutica pós-moderna, três nomes destacaremos aqui:

1.1 Hans George Gadamer (1900-2002)

Discípulo tanto de Heidegger quanto de Bultmann, foi professor de filologia em Heidelberg de 1949 a 1968. Sua obra clássica Verdade e Método (Vozes), é junto com a obra de Heidegger Ser e Tempo um dos fundamentos principais para os estudos hermenêuticos modernos.[4] 

Para Gadamer, a compreensão se dá pela fusão de horizontes do autor com o do leitor, independentemente do conhecimento das circunstâncias históricas em que o texto foi produzido. O real sentido de um texto, quando ele fala ao intérprete não depende das contingências do autor e de para quem ele escreveu. Ele (o sentido) certamente não é idêntico a ele (ao sentido original), pois também é sempre parcialmente determinado pela situação histórica do intérprete e, por isso, pela totalidade do curso objetivo da história”[5].

O posicionamento hermenêutico de Gadamer pode ser resumido da seguinte forma[6]:

- Os métodos de interpretação são sempre determinados pela época em que existem, sendo produtos de períodos específicos da História;

- A hermenêutica não é uma ciência que tem como alvo o conhecimento objetivo e permanente;

- Em vez de procurar métodos e regras de interpretação que pressupõem a objetividade e a validade universal dos conceitos e da verdade (como o histórico-gramatical), a hermenêutica deve buscar entender o que possibilita o conhecimento em geral, já que a verdade é sempre relativa e subjetiva;

- Um texto possui vida própria, e seu sentido não é para ser encontrado através de métodos que valorizem o contexto histórico do autor, mas através do diálogo com o texto no presente;

- O sentido de um texto vai além daquele pretendido por seu autor, já que a compreensão de um texto não consiste em reproduzir o sentido do autor, mas em produzir um novo sentido;

- O entendimento de uma passagem não é causado inteiramente pelos pressupostos do leitor e nem pela situação histórica original do texto, mas por uma fusão de ambas as perspectivas (horizontes), ou seja, é o resultado da interação entre os dois.[7]

Para Gadamer, um texto, e o texto bíblico em particular, não é um repositório fixo de significados, mas uma mediação de significados. A tarefa do leitor não consiste em determinar o significado para o autor quando o texto foi escrito, mas entender o que o texto diz para o leitor presente. A grande distância entre os horizontes (distância de tempo e cultura) do autor e do leitor torna impossível uma “objetividade pura” na interpretação bíblica.[8]

A filosofia hermenêutica de Gadamer ganhou grande aceitação no mundo acadêmico e contribuiu de forma decisiva par o aparecimento de sistemas de interpretação bíblica centrados no leitor, inerentemente subjetivos.[9]

1.2 Paul Ricoeur (1913-2005)

Destacado pensador francês, cujas teorias hermenêuticas têm sido muito influentes no campo da crítica literária moderna.[10] É autor, dentre outros, dos livros A Hermenêutica Bíblica (Loyola) e Hermenêutica e Ideologias (Vozes).

Reconhecidamente influenciado por Max, Nietzche e Freud, Ricoeur é conhecido por sua hermenêutica de suspeição, através da qual busca desmascarar, desmistificar e expor o real, a partir do aparente.[11] Os mestres de Ricoeur teriam conseguido, segundo ele, descobrir a realidade por detrás da máscara textual religiosa. Max afirmou que a religião é o ópio do povo, Nietzche declarou que o propósito da religião é simplesmente justificar vícios e fraquezas como compaixão, humildade e amizade, e Freud argumentou que a religião simplesmente procurava oferecer conforto criando o conceito de um deus que é pai. As características da hermenêutica de Ricouer são:[12]

- Uma vez escrito, o texto se divorcia irremediavelmente do seu autor e do contexto em que foi escrito. A intenção autoral é um alvo impossível de ser alcançado na hermenêutica;

- A interação do leitor com o texto deve permanecer basicamente aberta, isto é, sem jamais fechar o sentido do texto;

A textualidade do texto é colocada no centro da reflexão hermenêutica.  Para Ricoeur, a hermenêutica é mais do que ensino da interpretação de textos e de seus métodos interpretativos. É uma teoria de uma compreensão abrangente do mundo e da existência humana, realizada no meio da interpretação de textos.[13]

Fundamental no pensamento de Ricoeur é o conceito de que o texto, através de sua contextualização, adquire autonomia tanto em relação a seu autor como a seu leitor.[14]

Interpretar um texto não resulta em compreender o texto, mas em compreender-se frente ao texto.[15]

1.3 Jacques Derrida (1930-2004)

De origem judaica, nasceu na Argélia, então colônia francesa. Tornou-se discípulo confesso de Nietzsche, Rousseau e Camus. Foi fundador do desconstrucionismo, tese que propõe a indeterminação do sentido dos textos.[16]Algumas das características do pensamento desconstrucionista de Derrida são:

- Tem como objetivo identificar e desmascarar quaisquer pressuposições e princípios reveladores de “metanarrativas” ou cosmovisões filosóficas, ideológicas ou teológicas, escondidas detrás da linguagem;[17]

- A tarefa do intérprete é descontruir o texto. Isto significa reverter sua hierarquia, revelar as suas contradições internas, sua arrogante proposta de transmitir sentido e revelar seu compromisso com a manutenção da hierarquia;[18]

- Todos os textos são compostos de signos arbitrários, e por isso são arbitrários. Texto são, portanto, fluídos, sempre em movimento, sem sentido fixo ou determinado, mantendo apenas uma tênue e mutante relação com a realidade objetiva;[19]

- O sentido da linguagem é oculto e evasivo. Não é possível chegar a uma interpretação válida de um texto a partir do próprio texto usando-se uma análise linguística e filosófica das pressuposições ocultas no mesmo;[20]

- A intenção do autor é irrelevante. Já que tantas pessoas interpretam um mesmo texto de tantas maneiras diferentes, não pode existir um sentido unívoco e real. O “sentido” de um texto tem apenas uma relação acidental com a intenção consciente de seu autor. Portanto, não é possível estabelecer-se uma única interpretação definitiva para um texto, inclusive as Escrituras;[21]

O desconstrucionismo propõe, explicitamente, a pluralidade da verdade. Não há uma única verdadeira interpretação de um fato, de um texto ou discurso. Todas as interpretações são igualmente válidas. O conceito de verdade absoluta é visto como algo bastante nocivo, pois toda pretensão à verdade é considerada como arrogante, tirânica e obscurantista. [22]

Os críticos de Derrida o consideram extremamente ceticista[23]. No contexto da interpretação bíblica, as suas convicções foram usadas em certa medida por J. D. Crossan, um grande expoente de teorias hermenêuticas relacionadas à crítica literária da Bíblia, e outros. Para a maioria dos intérpretes da Bíblia, o desconstrutivismo é algo muito obscuro e esotérico para fazer muito sentido.[24]

A sugestão desconstrucionista de que não existem princípios para uma interpretação certa ou errada, apenas preferências, desencanta e destitui a hermenêutica.[25]

2. Aspectos Positivos na Hermenêutica Pós-Moderna

Apesar de todas as questões até aqui apresentadas, a hermenêutica pós-moderna possui alguns aspectos positivos:

- A admissão pela erudição contemporânea, da legitimidade e inevitabilidade das pressuposições na interpretação de um texto. As pressuposições são inevitáveis, sem serem necessariamente negativas para a compreensão ortodoxa da verdade bíblica. Os pressupostos bíblicos decorrentes da fé no Deus revelado nas Escrituras é um claro exemplo;[26]  

- Na pós-modernidade, a fé cristã ortodoxa, com a sua visão revelacional, passa a ser considerada tão legítima quanto outras “verdades”;[27]

- Nos alerta quanto ao perigo de impor ao texto as nossas pressuposições, impedindo que ele fale de modo vivo e renovado às nossas circunstâncias históricas, políticas, sociais, religiosas etc. Ela nos leva a reconhecer a dificuldade de evitarmos os possíveis condicionamentos das nossas tradições, culturas, ideologias, filosofias e idiossincrasias.[28]

Apesar das contribuições acima listadas, a hermenêutica pós-moderna não deve ser considera uma parceira da fé cristã ortodoxa, e isso devido aos muitos conceitos contrários à referida fé. Dentre os referidos conceitos aqui citados, de forma resumida, podemos citar:[29]

- A negação da possibilidade de qualquer verdade objetiva, e com isso a rejeição da revelação bíblica como verdade universal e imutável;

- A legitimação que faz de qualquer eisegese como método não apenas inevitável, mas desejável de interpretação. Tal atitude resulta no relativismo, impedindo que o texto comunique o que tenciona comunicar;

- A suspeição da interpretação de passagens bíblicas acaba se tornando também objeto de suspeição. Na medida em que procura desmascarar outras ideologias a hermenêutica pós-moderna acaba se tronando refém de sua própria ideologia, passando a condenar tudo que possa contrariá-la;

- A interpretação pós-moderna, de modo geral, exagera a distância cultural entre o autor e o leitor, e dissocia de modo injustificável o autor do seu texto. A obra iluminadora do Espírito Santo, revelada nas próprias Escrituras, é desconsiderada. A dificuldade de interpretação se transforma em impossibilidade de interpretação.

Nenhum segmento evangélico está livre da influência da hermenêutica pós-moderna. Ela afeta não apenas a interpretação bíblica. A prática eclesial, a vida cristã comunal e pessoal são também áreas afetadas. A doutrina, a teologia, a pregação, o ensino, a música, o culto, a evangelização, a ética e a moral cristã, tudo é afetado.

3. Considerações Finais

A hermenêutica na condição de reflexão sobre os princípios que corroboram a interpretação textual correta, era tradicionalmente um assunto para exegetas e filólogos. Contudo, mais recentemente, a hermenêutica tornou-se uma preocupação dos filósofos, que desejam entender não o que este ou aquele texto significa, mas o que significa entender. A própria filosofia foi sugerida como um tipo de interpretação.[30] Na perspectiva da teoria literária, não podemos mais limitar a interpretação à tarefa prática de obter o significado dos textos, mas precisamos incluir a tarefa política de situar o intérprete.[31]

Para Clark, a hermenêutica, como disciplina, é tão misteriosa e turbulenta quanto sempre foi e é impossível predizer a forma futura que adquirirá e até mesmo se continuará a existir.[32] Se tal visão é pessimista ou realista, o tempo dirá. Um vislumbre de otimismo também é deixado por Clark, e se relaciona com a possibilidade do surgimento entre os estudiosos da Bíblia de outro Lutero que possa redimir a hermenêutica.

No desejo de nos tornarmos aceitáveis pela erudição acadêmica universitária contemporânea, corremos o risco de nos tornarmos acríticos e seduzidos pelos aplausos da academia pós-modernizada. A busca por relevância entre os leitores e ouvintes contemporâneos, embora legítima, não pode comprometer a verdade. A ênfase exagerada nos aspectos subjetivos da interpretação bíblica (experiência, êxtase, intuição etc.), em detrimento dos aspectos objetivos histórico-gramaticais do texto, precisa ser considerada com muita prudência, inteligência e coerência.[33] A sabedoria que vem do alto, a humildade, o temor reverente, a oração e a dependência do Espírito devem continuar fundamentando e norteando todo o nosso pensar e fazer hermenêutico.




[1] O conceito de relativismo na pós modernidade implica na crença da impossibilidade de verdades absolutas, moral universal, etc. Cada um é possuidor e detentor da sua própria verdade e moral. Tudo é relativo, inclusive a maneira de se interpretar as Escrituras e o sentido de um texto bíblico.
[2] ANGLADA, Paulo. Introdução à hermenêutica reformada: correntes históricas, pressuposições, princípios e métodos linguísticos. Ananindeua, PA: Knox Publicações, 2016, p. 23.
[3]VANHOOZER, Kevin. Há um significado neste texto?: interpretação bíblica: os enfoques contemporâneos. Tradução de Àlvaro Hattnher. São Paulo: Editora Vida, 2005, p. 447.
[4] BRAY, Gerald. História da interpretação bíblica. Tradução de Daniel Hubert Kroker. São Paulo: Vida Nova, 2017, p. 473.
[5] ANGLADA, ibid., p. 41.
[6] LOPES, Augustus Nicodemus. A Bíblia e seus intérpretes: uma breve história da interpretação. São Paulo: Cultura Cristã, 2004, p. 217-219.
[7] VANHOOZER, ibid., p. 480.
[8] DOCKERY, David S. Hermenêutica contemporânea: à luz da igreja primitiva. Tradução de Álvaro Hattnher. São Paulo: Editora Vida, 2005, p. 161-162.
[9] LOPES, ibid., p. 220.
[10] BRAY, ibid., 473.
[11] ANGLADA, ibid.
[12] LOPES, ibid., p. 237.
[13] KÖRTNER, Ulrich H. J. Introdução à hermenêutica teológica. Tradução de Paul Tornquist. São Leopoldo, RS. Sinodal/EST, 2009, p. 99-100.
[14] Ibid.
[15] Ibid.
[16] DANIEL, Silas. A sedução das Novas Teologias. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p. 77.
[17] ANGLADA, ibid., p. 43.
[18] LOPES, ibid., p. 220.
[19] Ibid.
[20] Ibid.
[21] Ibid., p. 222.
[22] Ibid., p. 234.
[23] O ceticismo é um pensamento filosófico que afirma que o ser humano não pode atingir nenhuma certeza a respeito da verdade. É um procedimento intelectual de dúvida permanente.
[24] BRAY, ibid., p. 478, 493.
[25] VANHOOZER, ibid., p. 25
[26] ANGLADA, ibid., p. 45.
[27] Ibid.
[28] Ibid.
[29] Ibid., p. 46.
[30] VANHOOZER, Ibid., p. 23-24.
[31] Ibid., p. 24.
[32] CLARK, Greg. A hermenêutica geral. In: McKNIGHT, Scot; OSBORNE, Grant R. Faces do Novo Testamento: um exame das pesquisas mais recentes. Tradução de Lena Aranha. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p. 127.
[33] ANGLADA, ibid., p. 47-48. http://www.altairgermano.net/

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes