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01 outubro 2019

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Lição 1


Preparados para responder dobre a fá cristã
6 de Outubro de 2019


Texto Áureo
"Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós",1 Pe 3.15

Verdade Aplicada
O discípulo de Cristo precisa buscar continuamente estar preparado para responder aos questionamentos acerca da fé e da esperança professadas.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

At 17.16-19
16 - E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria.
17 - De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos, e todos os dias na praça com os que se apresentavam.
18 - E alguns dos filósofos epicureus e estóicos contendiam com ele; e uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos; porque lhes anunciava a Jesus e a ressurreição.
19 - E tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas?

Introdução
Apologética, do grego "apologia", designa, segundo o Dicionário VINE, "defesa verbal, discurso em defesa. Assim, trata da defesa acerca das verdades afirmadas pela fé cristã, buscando esclarecer e responder aos que questionam.

1. A importância da Apologética Cristã
A Apologética tem como principal objetivo defender o cristianismo contra os ataques de adversários à essência e natureza de suas doutrinas, de suas fontes e de sua história. Alguns críticos da apologética cristã argumentam que ninguém vem a Cristo por meio da apologética, porém, é de suma importância levar em consideração alguns aspectos que envolvem esta questão.


1.1. Coração e mente comprometidos com a fé

O texto áureo menciona “corações” e “preparados para responder”, num contexto no qual os discípulos de Cristo estão sendo exortados quanto a lidar com o padecimento, mas não serem dominados pelo medo ou turbação (1Pe 3.14). Ou seja, continuemos a reconhecer jesus Cristo como Senhor em nosso coração e procuremos estar preparados para responder àqueles que nos questionam sobre porque mantemos uma atitude de esperança, mesmo perante tantos sofrimentos e desafios. Assim, todo o nosso ser deve estar comprometido com o Senhor: coração e mente.

1.2. O fortalecimento da fé cristã
Nas escolas seculares, nas universidades e no trabalho, os cristãos são acaroados todos os dias com argumentos seculares (a filosofia, a ciência, a história, a sociologia e as outras mais), na intenção clara de minar a fé cristã. Daí a importância da apologética, pois ela não visa apenas responder e esclarecer outras pessoas, mas contribui para que cultivemos o salutar e necessário exercícios da reflexão acerca da fé e da relevância da Palavra de Deus diante das muitas questões que surgem no presente século (Sl 1.2; 27.4) – notemos nestes textos, as expressões; medita, contemplar e aprender. A Bíblia menciona a renovação da mente (Rm 12.2).


1.3. Apologética e evangelização
Há pessoas que utilizam conhecimentos seculares para confrontar a fé cristã, outras fazem questionamentos sobre a veracidade dos fatos históricos relatados na Bíblia ou acerca do aspecto da pluralidade das religiões no mundo, considerando o cristianismo apenas mais uma vertente religiosa como tantas outras. Nestes casos será de grande utilidade a apologética cristã, com suas informações seguras e consistentes, visando preparar a pessoa para apresentar-lhe o plano divino de salvação. Note que Paulo iniciou o famoso sermão em Atenas, não utilizando um texto bíblico, como seria de se esperar se estivesse em uma sinagoga, mas fazendo menção a um altar feito pelos atenienses e citando um dos seus poetas (At 14.23-28).

2. O uso da Apologética na refutação
Encontramos na Palavra de Deus exemplos de verdades que são reveladas e ensinadas, mas, também, refutação de crenças e práticas contrárias à revelação divina. O uso da Apologética cristã na refutação também é encontrado no testemunho da história da Igreja.

2.1. Refutar os falsos mestres
O apóstolo Paulo escrevendo a Tito destaca o aspecto de por “em boa ordem” a igreja local em Creta (Tt 1.5-11). Para tanto, uma das ações seria nomear presbíteros, relacionando as qualidades necessárias deles, entre as quais; “...que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina como para convencer os contradizentes". Ou seja, deveria manter-se na sã doutrina, mas também, mostrar o erro daqueles que se opunham ao ensino bíblico. A expressão “convencer”, no grego, significa: “rebater, refutar”. A mesma expressão é encontrada em Atos 18.28, se referindo a Apolo, que refutava os judeus coríntios, provando pelo Antigo Testamento que Jesus era Cristo.

2.2. A refutação e os últimos dias
A Palavra de Deus revela que os Últimos dias da Igreja na terra seriam caracterizados, também, pelo surgimento de falsos profetas (Mt 24.11), espíritos enganadores e doutrinas de demônios (1Tm 4.1), falsos doutores e heresias (2Pe 2.1). Evidentemente, muitos destes erros não são facilmente identificados. É preciso, pois, como Igreja, estarmos firmados e convictos quanto ao conteúdo da fé bíblica e buscarmos a indispensável ação do Espirito Santo no discernimento e na capacitação necessária para refutarmos os enganos que vão surgindo, além da proclamação do Evangelho.


2.3. Mansidão e temor
A Palavra de Deus também esclarece que a ação apologética do discípulo de Cristo deve ser com “mansidão e temor” (1Pe 3.15). Em outras versões encontramos: "educação e respeito” (NTLH); “humildade e respeito” (BKJ). Portanto, não se trata apenas de defender o Evangelho ou refutar um erro, mas faze-lo, sem arrogância ou altivez, em oração e buscando ser conduzido pelo Espirito, com o propósito de contribuir para que a pessoa seja levada à verdade do Evangelho, abandone o erro e se volte para o Senhor (2Tm 2.24-26; Jd 22-23).

3. O uso da Apologética na defesa
A apologética defensiva é aquela que apresenta respostas aos críticos das verdades afirmadas pela fé cristã, bem como àqueles que demonstram dúvidas sinceras a respeito das verdades fundamentais reveladas nas Escrituras Sagradas, procurando ajuda-los esclarecendo o posicionamento bíblico e cristão. Não devemos confundir com atitude defensiva, que caracteriza a reação de medo e insegurança de alguém que não está interessado em ajudar o outro, pois acha que está correndo perigo e ameaçado. O discípulo de Cristo está seguro em Cristo e na firme Palavra de Deus.

3.1. A defesa do cristianismo ante os ataques do judaísmo
As primeiras defesas da fé cristã ocorreram logo no início por intermédio dos apóstolos, que procuravam mostrar aos judeus que a vinda do Senhor Jesus Cristo, Sua morte e ressurreição, a descida do Espirito Santo e a Igreja, reunindo judeus e gentios para formar um só povo, eram cumprimento do plano divino revelado nas Escrituras Sagradas (At 2.14-36; 3.12-26; 9.19-22; 15.13-17).


3.2. Defesa do cristianismo ante o paganismo
Outro grande desafio enfrentado pelos cristãos vinha dos pagãos, que, opostamente aos judeus, não faziam objeções ao cristianismo, desde que ele reconhecesse as demais religiões como verdadeiras. Não havia nenhum problema em aceitar o Deus do cristianismo, pois era apenas mais um no panteão dos deuses greco-romanos. Por esta razão, o apóstolo Paulo se propõe a anunciar não mais um deus, mas o “Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens” (At 17.24).

3.3. A defesa do cristianismo perante a filosofia grega
As boas novas do Evangelho chegaram também, nos primeiros anos do cristianismo, em Alexandria, um dos principais centros acadêmicos da Antiguidade. Em virtude da influência filosófica e cultural presente nessa cidade, iniciou-se um debate sobre o que seria superior; a fé cristã ou a filosofia grega? Os chamados pais da Igreja, diante de tal discussão, recorreram ao pensamento racional, nos moldes da filosofia grega, e procuraram dar consistência lógica à doutrina cristã.

CONCLUSÃO
O ser humano deve estar envolvido por completo na conversão: mente, emoções e vontade. É de Jesus a ordem: “Amarás o Senhor, teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22.37). Paulo diz que ele é incumbido da defesa do Evangelho (Fp 1.16). Tudo isso implica em uma mensagem de boas novas claramente assimilada, a qual pode ser racionalmente compreendida e defendida.

QUESTIONÁRIO

1. O que a Bíblia menciona em Romanos 12.2?
2. Quem, em seu sermão, fez menção a um altar feito pelos atenienses e citou um dos seus poetas?
3. O que Apolo fazia?
4. Como deve ser a ação apologética do discípulo de Cristo?
5. O que é apologética defensiva?

Fonte: Revista Betel  https://marcosandreclubdateologia.blogspot.com/

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