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31 dezembro 2011

JARDIM DE INFÂNCIA - Lição 1: Deus Promete o Salvador


1º Trim. 2012 - JARDIM DE INFÂNCIA - Lição 1: Deus Promete o Salvador
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
1º Trimestre de 2012
Tema:A vida de Jesus
Comentaristas:Veronica de Oliveira Araujo & Marta Doretto
LIÇÃO 1 – DEUS PROMETE O SALVADOR
Ao Mestre
Prezado (a), estamos iniciando mais um ano, e grande é a missão que nos foi confiada. Ensinar aos pequenos acerca de nosso Salvador Jesus.
Leia com atenção a passagem bíblica, reflita nela, siga as instruções de preparo.
É parte dos deveres semanais do professor.
- Prepare bem a lição durante a semana, para isto use matérias necessárias para seu maior aproveitamento, ou seja, a Bíblia, livros, comentários, dicionários bíblicos e secular, etc.
- Uma das etapas no preparo da lição, é a oração: por isso estude com oração e dedicação, pedindo a Deus que o (a) guie pelo seu Espírito. O trabalho do SENHOR merece nossa maior abnegação e esforço.

- Aos domingos procure chegar pelo menos 10 minutos antes do inicio da EBD. Freqüente as reuniões de estudo para professores. Sabendo que certo domingo não vai estar presente avise com antecedência, para que o superintendente tenha tempo para substituí-lo (a).
- O objetivo da EBD é o ensino da Palavra de Deus, não gaste, pois o seu tempo com coisas que não edificam.
- Vá para diante da classe, senhor do assunto a ser estudado, ou seja, totalmente inteirado do assunto a ser ministrado, o êxito do professor depende de sua consagração e preparo.
- Mostre interesse por cada aluno da classe, ore por eles. Visite-os, principalmente se estiverem enfermos ou faltando a EBD.
- Dê um bem-vindo aos visitantes, convidando-os a se matricularem ou voltarem sempre.
- Lembre-se que o primeiro dever do professor da Escola Dominical é agir e orar diante de Deus no sentido de que todos os seus alunos aceitem ao SENHOR JESUS COMO SALVADOR. Na classe sempre há pessoas não salvas, convide-as para aceitar o Senhor Jesus, como Salvador.
Ao desenvolver esse comentário, nossa intenção é dar-lhes alguns subsídios, junte-os ao da revista de mestre, ore pelos seus alunos individualmente, apresente-os ao SENHOR. Coloque-se diante de Deus, e deixe Ele te instruir – o demais você verá Ele agir, e verá seus pequenos serem salvos.
Grande é a alegria quando encontramos nossos alunos, sendo obreiro, professores de Escola Dominical, e olhando para eles nos lembrarmos dos seus rostinhos quando nós os ensinávamos. Por isso amado (a), não enfraqueçam as vossas mãos, porque a vossa obra tem recompensa.
“... E os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.”  (Dn. 12.3b)
Cumpra com alegria o ministério que o Senhor Deus te tem confiado.
Boa aula!
Texto Bíblico:Lucas 1.26-38
Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a entender que a promessa do Salvador é para hoje, e para cada um individualmente.
A palavra é...
PROMESSA
Pergunte aos pequenos, “ o que é promessa?”- espere eles responderem.
Em seguida explique: sabe quando você pede algo para a mamãe e ela diz: “ Se você se comportar, depois eu te dou?” – pois bem , isso é uma promessa.
E vocês sabem quem prometeu dar um Salvador para todos nós? – Deus, isso mesmo, Deus prometeu que enviaria seu filho para nos salvar.
Desde que o pecado entrou no mundo através da desobediência de Adão e Eva, Deus prometeu que mandaria Seu Filho para ser o Salvador.
Vocês sabem o que é pecado – são as coisas que fazemos erradas. Por exemplo, quando desobedecemos a mamãe, quando mentimos, quando brigamos com nossos amiguinhos...
 ‘Muuuuuito tempo’* se passou desde a promessa feita por Deus, até o nascimento de Jesus. Todo esse tempo foi necessário para que Deus fosse preparando todos os detalhes para esse grande acontecimento.
Obs.*crianças nesta faixa etária não têm idéia de tempo ou distancia.
Aprendendo a Bíblia
“Ele cumpriu as promessas que fez...”(Lc. 1.54 – NTHL)
Devemos ensinar a memorização de versículos para que a criança aprenda e acostume-se a usar a Palavra de Deus. Siga as instruções da Revista Mestre, é uma boa e fácil sugestão que auxiliará a criança na memorização do versículo.
Historia Bíblica
Prezado (a), a historia narrada de outra forma da que está na revista de Mestre, assim você terá um pouco mais de embasamento para contar a historia aos pequenos. Porem lembre-se -  não pode estender-se muito na historia, os pequenos se cansam facilmente.
A história começa com o rei Herodes (nomeado como rei da Judéia, porem, sob o reinado de César Augusto) Herodes vivia o medo que se originava da profecia do Velho Testamento sobre o Messias. Mergulhado na paranóia de perder seu reino.
Enquanto isso, em Nazaré, cidade oprimida pelos impostos devastadores do rei Herodes, uma jovem chamada Maria toma conhecimento de que seus pais decidiram casá-la com José, um homem mais velho que ela, porém, muito bom e temente a Deus.
Já desposada com Jose, Maria recebe a visita do anjo Gabriel, que lhe diz que ela fora escolhida por Deus para dar à luz  a Seu Filho e que deveria chamá-lo de Jesus, que Ele seria o Salvador de seu povo. Maria aceita a notícia, mas sente-se oprimida pelo peso dessas palavras, sem saber como informá-la a seus pais e a José.
O anjo também diz a Maria que Isabel, que era estéril, sua prima está já no sexto mês de gravidez.
Maria então empreende uma visita a prima, prometendo aos pais que estaria de volta para a colheita. Ao chegar lá Maria sente-se aliviada por perceber que é verdade o que Gabriel disse: Isabel está no meio de uma gravidez milagrosa, considerando-se sua idade avançada. Isabel encoraja Maria e partilha com ela sua alegria.
Após o nascimento de João Batista, após o qual Zacarias recupera a fala, Maria sente-se preparada emocionalmente para retornar a Nazaré.
A volta ao lar não é nada calorosa: todos observam seu corpo, revelando claramente sua gravidez. Maria é tratada com desdém pelos habitantes e enfrenta um duro confronto com José e com seus pais, que não acreditam nela: “Um anjo lhe disse isso? Que você daria à luz o Filho de Deus?”.
Na noite seguinte, José tem um sonho no qual recebe a visita do anjo Gabriel, que confirma a história de Maria. José diz a Maria que a apoiará, e que não importa o que os outros dizem: “Você é minha mulher. Eu sou seu marido e isso é tudo que eles precisam saber”.
Maria começa a se dar conta de que José, “é um bom homem, um homem forte”.  
Maria e Jose aguardaram o cumprimento da promessa de Deus a humanidade.
Fixando a aprendizagem
A revista de mestre sugere que faça fantoches com potes de iorgute, mas você pode fazer com garrafinhas de Yakult.Veja  abaixo.
Fantoche de garrafinhas de Yakult
MATERIAL
1. Um pé de meia velha
2. Um frasco de leite fermentado vazio
3. Fita adesiva
4. Botões
MODO DE FAZER
1. Faça algumas arruelas com a fita adesiva e prenda no frasco.
2. Coloque os botões sobre a fita e prenda os olhos, o nariz e a boca do fantoche.
3. Para fazer o corpo, vista a meia na mão e enfie a cabeça do boneco no indicador levantado. Mexendo o polegar e o dedo médio, você faz os bracinhos do fantoche.
 Você poderá fazer Maria e o anjo que anunciou que ela foi escolhida para ser a mãe do Salvador. Poderá também fazer os animais da estrebaria. Fazendo com faces de vacas, bois, ovelhas ao invés dos da foto abaixo: 
2. Desenho
Imagem: http://2.bp.blogspot.com/_MAUPcPiwRRI/S4LaltQTvZI/AAAAAAAABFM/ku-gQGbjNZ4/s320/mary_angel_1_colorpg.gif
Fontes consultadas:
  • Bíblia Almeida Revista e Corrigida - SBB
  • Bíblia NTLH - SBB
  • Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
  • Livro “A Escola Dominical” – Pastor Antonio Gilberto - CPAD
Colaboração para Portal Escola Dominical -  Profª. Jaciara da Silva.

PRIMÁRIOS - Lição 1: Por Que Precisamos do Salvador


1º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 1: Por Que Precisamos do Salvador
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
1º Trimestre de 2012
Tema: Jesus é o nosso Salvador
Comentaristas: Laudicéia Barboza da Silva & Débora Ferreira da Costa
LIÇÃO 1 – POR QUE PRECISAMOS DO SALVADOR?
Ao Mestre
Prezado (a), estamos iniciando mais um ano, e grande é a missão que nos foi confiada. Ensinar aos pequenos acerca de nosso Salvador Jesus.
Leia com atenção a passagem bíblica, reflita nela, siga as instruções de preparo.
É parte dos deveres semanais do professor.

- Prepare bem a lição durante a semana, para isto use matérias necessárias para seu maior aproveitamento, ou seja, a Bíblia, livros, comentários, dicionários bíblicos e secular, etc.
- Uma das etapas no preparo da lição, é a oração: por isso estude com oração e dedicação, pedindo a Deus que o (a) guie pelo seu Espírito. O trabalho do SENHOR merece nossa maior abnegação e esforço.
- Aos domingos procure chegar pelo menos 10 minutos antes do inicio da EBD. Freqüente as reuniões de estudo para professores. Sabendo que certo domingo não vai estar presente avise com antecedência, para que o superintendente tenha tempo para substituí-lo (a).
- O objetivo da EBD é o ensino da Palavra de Deus, não gaste, pois o seu tempo com coisas que não edificam.
- Vá para diante da classe, senhor do assunto a ser estudado, ou seja, totalmente inteirado do assunto a ser ministrado, o êxito do professor depende de sua consagração e preparo.
- Mostre interesse por cada aluno da classe, ore por eles. Visite-os, principalmente se estiverem enfermos ou faltando a EBD.
- Dê um bem-vindo aos visitantes, convidando-os a se matricularem ou voltarem sempre.
- Lembre-se que o primeiro dever do professor da Escola Dominical é agir e orar diante de Deus no sentido de que todos os seus alunos aceitem ao SENHOR JESUS COMO SALVADOR. Na classe sempre há pessoas não salvas, convide-as para aceitar o Senhor Jesus, como Salvador.
Ao desenvolver esse comentário, nossa intenção é dar-lhes alguns subsídios, junte-os ao da revista de mestre, ore pelos seus alunos individualmente, apresente-os ao SENHOR. Coloque-se diante de Deus, e deixe Ele te instruir – o demais você verá Ele agir, e verá seus pequenos serem salvos.
Grande é a alegria quando encontramos nossos alunos, sendo obreiro, professores de Escola Dominical, e olhando para eles nos lembrarmos dos seus rostinhos quando nós os ensinávamos. Por isso amado (a), não enfraqueçam as vossas mãos, porque a vossa obra tem recompensa.
“... E os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.”  (Dn. 12.3b)
Cumpra com alegria o ministério que o Senhor Deus te tem confiado.
Boa aula!
Texto Bíblico: Gn. 3.1-24
Objetivo:
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a entender que devido ao pecado, toda a humanidade precisa de um Salvador, para que seja religada a nossa comunhão com Deus.
Frase do dia...
TODOS PECARAM
Professor (a) escreva essa frase de forma nítida e grande. Poderá ser com régua de letras em cartolina, ou então com colagem, como melhor lhe parecer.
Com o cartaz, leia a frase com eles, peça que repitam, em seguida pergunte:
__ Vocês sabem o que é pecado? (espere que respondam), depois você explica – são as coisas que fazemos erradas. Por exemplo, quando desobedecemos a mamãe, quando mentimos, quando brigamos com nossos amiguinhos, ou seja, pecar é desobedecer os mandamentos de Deus e também desobedecer (infringir) as leis do país em que vivemos. É fazer coisas ruins.
O pecado desagrada a Deus e vocês sabem por quê? Porque nos causa males, tristezas e sofrimentos. E como Deus nos ama muuuuito, muuuuito mesmo, ELE não quer que sofremos por isso fica triste quando cometemos alguns pecado, porque ELE sabe que teremos problemas e ficaremos infelizes.
Memória em ação
“Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus.”(Rm 3.23 – NTLH)
Devemos ensinar a memorização de versículos para que a criança aprenda e acostume-se a usar a Palavra de Deus. Faça-os repetir o versículo para melhor memorização.
Além da sugestão da revista de mestre, pode usar essa atividade abaixo:
QUADRO COM BANDEJA DE ISOPOR
MATERIAL
1. Duas bandejas de isopor
2. Canetinhas coloridas
4. Um pedaço de elástico bem fininho
5. Cola colorida
COMO FAZER
1. Escreva partes do versículo em duas bandejas com canetinha colorida.
3. Com a cola colorida, faça a moldura do quadro.
4. Faça um furo de cada lado da bandeja para passar o elástico. Passe uma ponta do elástico em cada furo, dando um nó para não sair.
5. Agora é só pendurar o quadro pelo elástico.

Explorando a Bíblia
Adão e Eva foram as primeiras pessoas da terra. Deus os criou e colocou em um lindo jardim.
Adão disse a Eva que Deus havia feito aquele jardim para eles morarem. Eles poderiam comer tudo o que quisessem, menos a fruta de uma árvore, chamada "árvore do conhecimento do bem e do mal".
Adão e Eva viviam felizes e tranqüilos no jardim do Éden até que um dia aconteceu uma coisa terrível...
Certo dia, Eva estava colhendo frutas no jardim quando, ao passar pela árvore proibida, a serpente a chamou.
A serpente disse a Eva que a fruta daquela árvore era muito gostosa e que deveria prová-la para sentir o sabor. Eva disse á serpente que Deus havia proibido ela e Adão de comerem essa fruta. Se comesse teria grandes problemas.
Para convencer Eva, a serpente lhe falou que, se comesse a fruta, ela ficaria mais esperta e inteligente, como Deus.
Apenas uma mordidinha, disse a serpente, você precisa experimentar, esta fruta tem um sabor incrível!
Eva não resistiu mais, pegou uma fruta da árvore e mordeu-a.
Eva foi logo procurar Adão e lhe contou que havia experimentado a fruta da árvore proibida, e que era muito gostosa.
No princípio, Adão não quis provar, mas Eva disse que comera a fruta e nada lhe aconteceu. Tanto Eva insistiu que Adão acabou comendo a fruta também.
De repente, Adão e Eva perceberam que estavam despidos e, envergonhados, se esconderam rapidinho atrás dos arbustos.
Só tiveram coragem de aparecer de novo depois que se vestiram com algumas folhas que apanharam da videira.
Quando Deus chegou, Adão e Eva desconfiaram que haviam se metido numa grande encrenca e ficaram morrendo de medo e se esconderam
Deus perguntou se eles tinham comido a fruta da árvore proibida. Adão respondeu que sim, mas a culpa era de Eva, que havia insistido com ele.
E Eva pôs a culpa na serpente, que a tentou.
De nada adiantaram as desculpas. Deus estava muito triste por terem desobedecido.
Por isso tiveram de sair do jardim, não podiam mais ficar juntinho de Deus, porque o pecado nos separa Dele.
Mas o Deus que é bondoso, apesar de ter ficado muito triste com a desobediência de Adão e Eva, os amava muito. Então fez uma promessa a eles e a toda a humanidade:
“Um dia, eu vou mandar meu filho ao mundo. Ele vos salvará do pecado e ajudará as pessoas a voltarem a viver comigo.”
Lá fora do jardim eles teriam de trabalhar duro e saberiam o que era sentir dor. Deus colocou um anjo com uma espada flamejante na entrada do jardim para que Adão e Eva jamais pudessem voltar.
E assim começou a nova vida de Adão e Eva fora do jardim do Éden. Depois daquele dia, passaram a ter momentos de alegria e de tristeza, sentiram fome e tiveram de trabalhar para conseguir seu alimento.
Mesmo não podendo voltar para o jardim, Deus nunca os abandonou, pois Adão e Eva tinham sido criados por Ele. Por isso havia a maravilhosa promessa de enviar um Salvador que salvaria a todos os descendentes de Adão e Eva de seus pecados.
Oficina criativa
Amplie o desenho para os pequenos pintarem. Você poderá levar tiras de cartolina, ou outro papel colorido, para moldurar o desenho, orientando-os a fazer um quadro.

Imagem: http://2.bp.blogspot.com/_6LFDxcrv9og/S8_BUSBLJvI/AAAAAAAAAEM/8HJVWgmmfVw/s1600/adao+e+eva+com+um+pasarinho.jpg
Fontes Consultadas:
  • Bíblia Almeida Revista e Corrigida - SBB
  • Bíblia NTLH - SBB
  • Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
  • Livro “A Escola Dominical” – Pastor Antonio Gilberto – CPAD
  • 53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
Colaboração para Portal Escola Dominical - Profª. Jaciara da Silva.

JUNIORES - lição 1: Jesus é o Mestre dos Mestres


1º Trim, 2012 - JUNIORES - lição 1: Jesus é o Mestre dos Mestres
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
1º Trimestre de 2012
Tema: Os ensinos de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa
LIÇÃO 1 – JESUS É O MESTRE DOS MESTRES
Ao Mestre
Prezado (a), estamos iniciando mais um ano, e grande é a missão que nos foi confiada. Ensinar aos pequenos acerca de nosso Salvador Jesus.
Leia com atenção a passagem bíblica, reflita nela, siga as instruções de preparo.
É parte dos deveres semanais do professor.
- Prepare bem a lição durante a semana, para isto use matérias necessárias para seu maior aproveitamento, ou seja, a Bíblia, livros, comentários, dicionários bíblicos e secular, etc.
- Uma das etapas no preparo da lição, é a oração: por isso estude com oração e dedicação, pedindo a Deus que o (a) guie pelo seu Espírito. O trabalho do SENHOR merece nossa maior abnegação e esforço.
- Aos domingos procure chegar pelo menos 10 minutos antes do inicio da EBD. Freqüente as reuniões de estudo para professores. Sabendo que certo domingo não vai estar presente avise com antecedência, para que o superintendente tenha tempo para substituí-lo (a).
- O objetivo da EBD é o ensino da Palavra de Deus, não gaste, pois o seu tempo com coisas que não edificam.
- Vá para diante da classe, senhor do assunto a ser estudado, ou seja, totalmente inteirado do assunto a ser ministrado, o êxito do professor depende de sua consagração e preparo.
- Mostre interesse por cada aluno da classe, ore por eles. Visite-os, principalmente se estiverem enfermos ou faltando a EBD.
- Dê um bem-vindo aos visitantes, convidando-os a se matricularem ou voltarem sempre.
- Lembre-se que o primeiro dever do professor da Escola Dominical é agir e orar diante de Deus no sentido de que todos os seus alunos aceitem ao SENHOR JESUS COMO SALVADOR. Na classe sempre há pessoas não salvas, convide-as para aceitar o Senhor Jesus, como Salvador.
Ao desenvolver esse comentário, nossa intenção é dar-lhes alguns subsídios, junte-os ao da revista de mestre, ore pelos seus alunos individualmente, apresente-os ao SENHOR. Coloque-se diante de Deus, e deixe Ele te instruir – o demais você verá Ele agir, e verá seus pequenos serem salvos.
Grande é a alegria quando encontramos nossos alunos, sendo obreiro, professores de Escola Dominical, e olhando para eles nos lembrarmos dos seus rostinhos quando nós os ensinávamos. Por isso amado (a), não enfraqueçam as vossas mãos, porque a vossa obra tem recompensa.
“... E os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.”  (Dn. 12.3b)
Cumpra com alegria o ministério que o Senhor Deus te tem confiado.
Boa aula!
Texto Bíblico: Lc. 2.40-52
Objetivos
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seu aluno a:
Interessar-sepelo estudo das Escrituras, e para isso o professor deve falar de forma que transmita esse desejo a seus alunos, por isso professores de EBD devem amar a Palavra de Deus e vive-la, somente assim esse ardor pela Palavra fluirá quando você falar aos “pequenos”.
Vir a Igrejapara aprender a respeito Dele e adorá-lo, é na Igreja que aprendemos como podemos agradar a Deus, que tudo faz por nós.
Imitar o exemplo de Jesus na obediência aos seus pais, mostrando-lhes que mesmo Ele sendo filho de Deus, Ele era submisso aos seus pais terrenos.
Introdução
Nossa lição de hoje, é a única recordação  que se conservou da adolescência de Jesus, e tem uma grande importância no Evangelho de Lucas, por duas razões. Primeiro, porque contém as primeiras palavras pronunciadas por Jesus, segundo esse escrito. E segundo, porque essas palavras de Jesus não são sobre nenhum tema, mas referem-se à sua própria pessoa; e afirmam que Ele é o Filho de Deus, obediente à vontade de seu Pai que está no céu.
Viagem à Jerusalém
Segundo a Lei, todos os israelitas varões deviam comparecer perante o Senhor no santuário três vezes por ano, por ocasião das festas da Páscoa, de Pentecostes e dos Tabernáculos (Ex 23,14-17; 34,22-23; Dt 16,16). Na prática, muitos dos que moravam em lugares distantes iam só uma vez, por ocasião da Páscoa.
Logo no começo da nossa Leitura Bíblica é confirmado esse costume das famílias piedosas: "iam todos os anos" (v. 41), "segundo o costume, subiram para a festa" (v. 42), "terminados os dias" (v. 43). As mulheres e as crianças com menos de 13 anos não eram obrigadas a celebrar a Páscoa em Jerusalém. Isso não impedia, porém, que as esposas acompanhassem seus maridos e levassem os filhos pequenos. O ritual do bar mitzwah, pelo qual o menino que cumpria treze anos tornava-se "filho do preceito" e era reconhecido como religiosamente adulto, sujeito de direitos e deveres religiosos.
E assim José, Maria e Jesus, iniciaram a viagem de Nazaré a Jerusalém. Os peregrinos caminhavam em grupos de parentes, amigos e conhecidos da mesma aldeia, formando comitivas que se estendiam por um ou mais quilômetros. Cada jornada começava e terminava com longas orações comunitárias.
Assim podemos supor que também houvesse os momentos de oração silenciosa dos peregrinos, e também o cansaço e o suor, as paradas para comer, as conversas de Maria e de José com os familiares e amigos de Nazaré e com outros peregrinos desconhecidos.
Amado (a) enfatize aos “pequenos” que podemos imaginar o Senhor Jesus, como o menino de doze anos: a estatura, os traços do rosto, as roupas, os gestos; pensamos em seu comportamento: como corre com os meninos de sua idade na frente da caravana, parando para beber nos riachos e nas fontes à beira da estrada, comprando algumas frutas ou doces com os trocados recebidos dos pais para essa finalidade. Pensamos como devia ser seu relacionamento com as crianças menores e com as pessoas mais velhas, com os conhecidos e desconhecidos. E como também Ele orava ao acordar de manhã e antes de deitar para dormir à noite. O crescimento de Jesus foi natural como todo ser humano.
Lugar de Adoração
Podemos até mesmo supor que, desde o momento em que deixaram Nazaré, até que tivessem alcançado o monte das Oliveiras, Jesus vivenciou uma longa tensão de expectativa antecipada. E, durante toda uma infância alegre, Ele tinha reverentemente ouvido falar de Jerusalém e do seu Templo; agora, Ele iria em breve contemplá-los na realidade. Do monte das Oliveiras e do lado de fora, em uma vista de mais perto, o Templo era lindo.
Em companhia dos seus pais Jesus passou pelos recintos do templo, para reunir-se ao grupo de novos filhos da lei que estava para ser consagrado como cidadãos de Israel.
No contexto cultural e religioso da época, os meninos hebreus de doze ou treze anos tinham a sensibilidade religiosa muito desenvolvida. Também hoje há meninos que, com essa idade, fizeram experiências de Deus de extraordinária profundidade. Imaginemos a profundidade e a sensibilidade da experiência espiritual de Jesus; e mais particularmente, a experiência da sua relação com o Pai.
Dando falta de Jesus
A festa da Páscoa durava oito dias. Segundo o relato de Lucas, é no momento do retorno que acontece o inesperado: Jesus fica em Jerusalém sem dizer nada a seus pais. Não ficou por ter-se perdido no meio da multidão nem movido pelo espírito de aventura de um adolescente. Ficou por uma decisão consciente, cujas razões serão explicadas mais adiante.
Para nós pode parecer estranho que Maria e José só tenham percebido a ausência de Jesus no fim da primeira jornada do caminho de volta. Para compreender o que aconteceu devemos ter em conta que as caravanas eram compostas por grupos de familiares e conhecidos e que nas relações que vigoravam entre eles não havia lugar para "mães possessivas". Podemos pensar também que Maria e José, porque confiavam na sua responsabilidade, deixavam um amplo espaço liberdade para seu filho.
Porém, seja qual for a explicação dada ao comportamento de Jesus, ela não deve negar a surpresa, o sofrimento e a angústia de Maria e de José quando, no fim da primeira jornada, a caravana parou e Jesus não apareceu. Nenhum dos familiares e conhecidos o tinha visto. Os pais fizeram então o caminho de volta para Jerusalém procurando-o ansiosamente em cada um dos grupos de peregrinos com os quais se cruzavam no caminho.
Era a primeira vez que Maria e José experimentam a separação e a ausência de Jesus. Sua angústia naquela noite interminável foi sem dúvida maior que a da noite do nascimento na pobreza e na exclusão de Belém; e também maior que a da noite da fuga para o Egito. Naquelas noites, com efeito, Jesus estava com eles, podiam vê-lo, abraçá-lo e protegê-lo; agora, tinha desaparecido sem deixar rasto. Imagine a angustia que assolava seus corações!
O Reencontro 
Ao chegar a Jerusalém, no terceiro dia de busca, procuram-no em todos os lugares onde imaginam que poderia estar: no lugar onde tinham montado a tenda, no lugar onde tinham comido a Páscoa, nas proximidades do Templo. O termo usado por Lucas para expressar essa busca sugere que o buscavam em cada grupo que encontravam. Mas ninguém lhes dava pista alguma. A cidade fervilhava de peregrinos. Para Maria e José, no entanto, estava vazia porque nela não encontravam aquele que buscavam: Jesus.
Depois de ter tomado a decisão de ficar em Jerusalém, Jesus toma a iniciativa de participar da discussão dos doutores, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas. Era costume que os jovens – particularmente os que acabavam de tornar-se religiosamente adultos, com o direito de ler a Torá na sinagoga – aprendessem a conhecer e a interpretar a Lei dos "mestres da Lei", que ensinavam no pórtico de Salomão.
Imaginemos a cena, que é, pelo que acabamos de dizer, perfeitamente possível ter ocorrido.Os mestres sentados num estrado mais alto e Jesus, junto com outros adolescentes, formando um semicírculo na frente deles. Segundo historiadores, em Jerusalém ensinavam então insignes doutores, como os discípulos do carismático Hillel, que tinha falecido poucos anos antes, e o rigoroso ancião Shammai, também ele sempre rodeado dos seus discípulos.
Este episódio é um exemplo concreto da sabedoria de Jesus. Ao apresentar Jesus participando da discussão dos doutores segundo o método das escolas rabínicas, "ouvindo-os e interrogando-os", Lucas quer mostrar que Jesus já tem idade suficiente para expressar, com palavras e ações, sua autoconsciência. A sabedoria de Jesus é expressa aqui pela capacidade de compreender as razões e de julgar sobre as questões em debate. O termo grego usado por Lucas é synesis, e enfatiza mais a pertinência e a profundidade dos conhecimentos, das respostas e das perguntas de Jesus que o conhecimento quantitativo.
Para descrever a impressão causada pela sabedoria de Jesus em "todos os que o ouviam", o evangelista usa um verbo exístemi que significa uma admiração extrema, produzida por uma manifestação sobrenatural ou uma estupefação diante do que não se entende. As palavras e ações de Jesus aos doze anos mostram já, muito antes dos milagres por ele realizados, que era o Filho de Deus. Jesus mostra sua sabedoria não só respondendo a perguntas difíceis; mostra também que essa sabedoria era inspirada por Deus e tinha sua origem em Deus. A cena mostra, em outras palavras, que Jesus é a revelação da sabedoria de Deus (Lc 7.35; 11.31).
Quando encontraram Jesus no Templo entre os doutores, seus pais ficaram surpresos,  estupefatos, sem saber o que pensar, incapazes de entender. Todos esses matizes fazem parte do significado do verbo usado por Lucas para expressar a surpresa dos pais.
Ao desconcerto, segue a pergunta que dá vazão a toda a angústia acumulada nas entranhas de uma mãe que reencontra seu filho depois de buscá-lo durante três dias. A primeira palavra téknon que sai dos lábios da mãe ao fazer a pergunta para a qual não encontra resposta, significa, etimologicamente, filho saído das entranhas. A própria mãe não compreende por que o filho saído de suas entranhas se comportou assim, por que fezisso com eles.
“Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos.”(Lc 2.48)
Ao responder, Jesus expressa suas convicções com a mais absoluta segurança; usa inclusive a pergunta dos pais fazendo dela um argumento e uma crítica contra eles: “Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (v. 49)
Analisando, o que Jesus quis expressar com essa pergunta. Jesus nomeia o Pai contrapondo sua paternidade à dos seus pais terrestres. As palavras de Jesus resumem, com uma densidade máxima, o que foi o segredo de sua vida, o seu mistério mais profundo. O que determina e explica que todas as suas atitudes e ações é sua relação com o Pai.
A resposta de Jesus situa-se num nível que transcende as relações familiares, situa-se no nível do seu "dever" com relação ao Pai. Maria fala dos pais terrenos: “teu pai e eu” (v. 48). Jesus fala do seu Pai celeste: "meu Pai" (v. 49). Para Jesus é uma "necessidade" realizar na história concreta de sua vida o plano salvífico do Pai. Essa “necessidade” tem uma prioridade absoluta. Porque não pertence a si mesmo, Jesus também não pertence a seus pais terrestres. Ele – sua pessoa, sua vida e sua missão – pertencem inteiramente ao Pai.
Aplicação da Lição 
Amado (a) enfatize aos “pequenos” que, na resposta de Jesus está um grande exemplo para nós. Pois quem como Jesus, se entrega incondicionalmente a Deus, terá a luz e a força necessárias para enfrentar as situações mais adversas, por mais desafiadoras e dolorosas que elas sejam. Quem se despojar "do próprio amor, querer e interesse", dos próprios projetos e expectativas, estará livre para realizar a Vontade de Deus.
As palavras de Jesus revelam onde está o centro de sua identidade e de sua missão: na obediência ao Pai. Também nós, na medida em que vivermos uma relação de obediência e de comunhão com o Pai, estaremos, como esteve Jesus, junto do Pai.
Amado (a) reflita, é a comunhão, a intimidade com o Pai o centro de nossa identidade e de nossa vida? Consagramos nossas horas e nossos dias, nossas ocupações e nossas pré-ocupações, nossos pensamentos e nossos afetos ao Pai e ao seu Reino?
Essa deve ser a finalidade, a missão, o sentido de nossa vida, ainda que muitas pessoas nos busquem por outros motivos ou esperem de nós outros serviços.
Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD
·         Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão
Colaboração para Portal Escola Dominical - Profª. Jaciara da Silva.

JUVENIS - lição 1: Salmos são Poesias


1º Trim, 2012 - JUVENIS - lição 1: Salmos são Poesias
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
TEMA: Edificando a vida cristã através dos Salmos
COMENTARISTA: Regia Carvalho
EDIFICANDO A VIDA CRISTÃ ATRAVES DOS SALMOS
Querido professor, nesse primeiro trimestre de 2009, estaremos estudando, um dos livros poéticos que são os Salmos. Espero que possamos alcançar cada jovem na faixa etária entre 15 a 17 anos, como os editores bem colocaram “os salmistas experimentaram as mesmas emoções que eles”. No entanto cada escritor demonstra crescimento espiritual e comunhão intima com o Senhor.
LIÇÃO 1 – SALMOS SÃO POESIAS
Enfoque Bíblico
“Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, que só ele faz maravilhas. E bendito seja para sempre o seu nome glorioso; e encha-se toda a terra da sua glória. Amém e amém!”
OS SALMOS SÃO POESIAS.
(Sl 45.1-8; 92.1-15)
Para que uma poesia seja apreciada é preciso reconhecer as características, os objetivos e a singularidade da poesia, uma poesia é escrita em forma de versos expressando uma idéia ou um sentimento. A poesia precisa ter como características: rima que é o dispositivo literário de sons harmoniosos; e ritimo, que é a regularidade do movimento em composição literária (Stanley A. Ellisen).
A poesia hebraica tem algumas características a ser observadas:
O paralelismo hebraico – enfatiza mais o ritimo da idéia que o do som, os judeus são mais interessados no conteúdo da idéia do que nos artifícios literários. (Stanley A. Ellisen)  
Verifique alguns tipos de Paralelismo:
a)       Sinônimo – a segunda linha repete sinonimamente o pensamento da primeira (Sl 20.2,3)
b)       Antitético – o segundo verso é oposto ao primeiro (Sl 1.6)
c)       Sintético – o segundo verso esclarece o primeiro (Sl 119.97,103)
TITULOS ENCONTRADO EM ALGUNS SALMOS.
Salmodiar: No grego significa cantar com acompanhamento musical. No hebraico livro dos louvores.
Cantor-Mor – Mestre do canto
Neginote – Instrumento de Cordas (Salmos 4,6, 54, 55, 61, 76).
Masquil – Salmo didático (Salmos 32, 42, 52, 55, etc)
Jedutum – nome de um dos diretores musicais
Gitite – Instrumento e uma canção cantada chamada, canção dos lagares (Salmos 8, 81, 84)
Neilote – Instrumento usado para acompanhar hinos na congregação, “flauta” (Salmos 5)
Seminite – Cântico acompanhado com instrumento de cordas. (Salmos 6, 12)
Mute –Labem – Cântico para morte do filho. (Salmos 9)
Ajele-Has-Saar – Melodia conhecida como corça da manhã. (Salmos 22)
Sosanim – Cantado por um grupo de moças, conhecido como “os lírios”. (Salmos 45, 69, 80)
Alamote – Cantado com voz de soprano (Salmos 46)
Maalate – Cantado para os enfermos, com voz pianada, acompanhado por citara  (Salmos 88)
Higaiom ou Sigionote – Nota musical, uma fermata da parte final de um cântico. (Habacuque era profeta e cantor, nesse estilo)
Cântico dos Degraus – Cantados com voz pianada, ora graduada, ora altissonante, (Salmos 120 ao 134)
Selá – Alguns acreditam ser um sinal na musica para troca de instrumentos ou para aumentar o som dos instrumentos ou da voz.
1-      A ORIGEM E A AUTORIA DOS SALMOS
A origem dos Salmos se deu em circunstâncias diversas, ora o salmista chorava, outros momentos cantavam regozijando sem poder conter a alegria, houve momentos em que cantavam subindo ao templo e em outros momentos estavam angustiados sem coragem de dar um passo ao majestoso templo de Jerusalém, certos cânticos são classificados em mais de uma categoria
 Os Salmos são assim classificados por Esdras conforme escreve Richard Leroy Hoover.
a)      Didáticos – (Sl 1,15,50,94)  São Salmos de instruções.
b)      Gratidão e louvor – (Sl 30,75,105, 106, 146, 150, etc) Eram Salmos de louvor.
c)      Históricos – (Sl 77, 81, 114, 137) Recordações de fatos acontecidos.
d)      Imprecatórios – (Sl 35, 58, 59, 109, etc) Pedidos de maldições, invocações de males sobre os inimigos.
e)      Lei – (Sl 19.7-14; 119) Os decretos de Deus e as bênçãos sobre aqueles que as praticam.
f)       Messiânicos – (Sl 2, 45, 72, 110, 22, 69, 24, 50, 96, 98, 102, etc) Salmos que falam de Cristo.
g)      Da natureza – (Sl 8, 29, 104, etc) Deus manifesto no Universo.
h)      Penitenciais – (Sl 6, 38, 51, 102, etc) Reconhecimento de erros e pedidos de perdão.
i)        Peregrinação –( Sl 120 – 134) Conhecidos como “cântico dos degraus ou cânticos de peregrinação” , as opiniões se divergem nesse grupo. Primeiro acredita-se que os Judeus cantavam esses Salmos quando subiam de suas cidades para Jerusalém, segundo acreditam que era ao subir as escadas do templo.
j)        Suplica –(Sl 5, 17, 71, 86) Pedido de socorro ao Senhor.
Os Salmos foram escritos por vários autores, num período de quinhentos anos mais ou menos, os registros mostram o ano 1000 a.C., e o ano 500 a.C. Esse período vai do reinado de Davi até a volta dos judeus do exílio, todavia há alguns mais antigos como o Salmo 90. Os autores mais conhecidos são:
Davi – 73
Asafe – 12
Filhos de Coré – 09
Salomão – 02
Etã, Hemã e Moisés – 01 cada
Vários outros são anônimos.
Os hebreus dividiram em cinco livros, algumas Bíblias, trás essa divisão, o que é muito importante para compreensão do aluno:
Livro I (Salmos 1 – 41) Maioria escritos por Davi, corresponde ao livro de Genesis, fala do pecado do homem e da necessidade de Deus.
Livro II (Salmos 42 – 72) Novamente Davi destaca como autor destes Salmos, corresponde ao livro de Êxodo, tem como tema principal a Salvação do Homem e libertação de Israel.
Livro III (Salmos 73 – 89) Aqui Asafe é o principal autor, corresponde ao livro de Levitico, tem como liturgia proclamação da Santidade de Deus.
Livro IV (Salmos 90 – 106) Maioria dos autores são anônimos, corresponde ao livro de Números, tem como destaque os perigos e a proteção durante a peregrinação.
Livro V (Salmos 107 – 150) Vários autores, corresponde ao livro de Deuteronômio, enaltece a Palavra de Deus, sua Lei e seus Preceitos. 
1-      A IMPORTANCIA DOS SALMOS PARA A VIDA DEVOCIONAL NOS DIAS ATUAIS
Dificilmente você encontrara alguém que ao estar em apuros não abra nos Salmos, assim como nas horas de alegria ou bonança ao agradecer, antes vem à mente a leitura de um Salmo. Há alguns anos ouvi de um irmão algo sobre os Salmos que não me esqueci jamais, aquele irmão antes de conhecer a Cristo com Salvador e Senhor de sua vida foi internado em um hospital para fazer uma cirurgia no miocárdio, naquele tempo à medicina não estava tão avançada como hoje e o irmão que ainda não conhecia Jesus estava apreensivo, pensando ser o fim. Trata-se de um político influente na região, um fazendeiro, mas estava só naquele leito e com muito medo. Conta ele que abriu a gaveta do criado mudo encontrou um Novo Testamento e Salmos, abriu em um Salmo e começou a ler segundo analise que ele fez comparando-o a um peregrino no deserto que encontra uma fonte de água fresca, as palavras do Salmo não só o consolou para o momento da cirurgia que foi um sucesso, mas também para a salvação de sua alma. Lendo os salmos é possível entender que o ser humano pode sim em momentos estar em profundo desespero, mas também ver que em outros momentos em altas celebrações (BEAP). Quando aplicamos as palavras dos salmistas em nossas vidas cotidianas, louvamos a Deus com mais freqüência e nos aprofundamos mais no conhecimento do que é divino. O desespero, as frustrações, os sentimentos impotentes são acalmados muitas vezes pela leitura e aplicação em nossas vidas das palavras de um Salmo.
O salmo 23, por exemplo, alcança quem procura por conforto, naquela ocasião o salmista provavelmente estava em apuros, S.E.McNair, em nota de rodapé da Bíblia Explicada, disse que os sete qualificativos especiais de Deus no AT, pode ser discernidos nesse salmo.
a)      No versículo 1, “Jeová-Rophi”, o Senhor é meu Pastor,
b)      No vers 2 “Jeová-Shalon”, o Senhor é minha Paz;
c)      No vers 3, “ Jeová – Ropheka”  o Senhor é minha saúde;
d)      Vers 3, “Jeová – Tsidkenu” o Senhor é minha justiça
e)      Vers 4, “Jeová – Shammah” o Senhor é meu companheiro
f)       Vers 5, “Jeová – Nissi” o Senhor é minha vitoria
g)      E no vers 6, “Jeová – Jireh” o Senhor é minha provisão
Numa vida de profunda devoção o salmista busca conforto em Deus, “o Senhor é meu Pastor; nada me faltará”, aplicação que quando feita por nós alcançamos os mesmos resultados paz, saúde, justiça, companheirismo, vida vitoriosa e verdadeira prosperidade em Cristo.
O salmo 103, fala de momentos íntimos com Deus, o salmista em todo momento do salmo ele ensina a sua alma a louvar a Deus. Assim como tantos outros tem aplicações para nós aqui hoje.
O livro dos Salmos tem mensagens de conforto, de paz, podemos ser encorajados encontrar segurança para prosseguirmos seguros em nossa salvação.
2-      AS CARACTERISTICAS DOS SALMOS
São cento e cinqüenta salmos, o maior é o 119, com 176 versículos e o menor o 117, com 2 versículos. Quando você quiser saber quantos capítulos tem a Bíblia é só abrir no Salmo 118.8, que é exatamente o versículo central da Bíblia. Acredita-se que o Livro dos Salmos seja o mais terapêutico da Bíblia, em todas as gerações o ser humano sente alegria, tristeza, dor, preocupação com as coisas da vida e sente necessidade de Deus. Os Salmos se relacionam exatamente nesses altos e baixos da vida, trazendo consolação, benção e paz.
As características literárias é o uso das figuras de linguagem usada com freqüência nos Salmos. A linguagem é o meio do homem se expressar, Deus não impediu que esses recursos fossem descaracterizados, as Escrituras foram inspiradas pelo Espírito Santo, respeitando a linguagem e o vocabulário de cada escritor bem como o gênero literário.
As figuras usadas no texto:
Metáfora – é a figura em que se afirma que alguma coisa é o que ela representa ou simboliza. (Sl 18.2)
Metonímia – é o emprego de uma coisa por outra com que tem certa relação. Exemplo do efeito pela causa ou da causa pelo efeito
Sinédoque – é a substituição de uma idéia por outra que lhe é associada. Exemplo uma parte pelo todo ou o todo pela parte. (Sl 16.9)
Hipérbole – as palavras vão alem da realidade literal das coisas. (Sl 119.136)
Prosopopéia – personificação de coisas ou de seres irracionais. (Sl 85.10,11; 98.8)
Antropomorfismo – linguagem que atribui a Deus ações humanas. (Sl 86.1; 102.2)
Alegoria – narrativa em que pessoas representam idéias ou princípios. (Sl 80)
Símbolo – pessoa ou objeto material para evocar idéia ou coisa espiritual ou moral
Tipo – representação de pessoa ou transação futura na esfera espiritual ou religiosa. Moises um tipo de Cristo (Sl 105.26 – Mt 12.18; Sl 106.23 – Is 42.1; Sl 90.6 – Hb 7.24; Sl 77.20 – Is 55.4)
Antropopatia – atribui emoções humanas a Deus (Sl 105.43)
Zoomofismo – atribui características de animais a Deus.  (Sl 91.4)
Conclusão
Finalizando podemos dizer que muitas coisas vão apreender no decorrer do trimestre, oremos ao Senhor com atitude de reverencia, não esquecendo que os Salmos são recursos para a oração. Façamos uso dos Salmos em nossas petições aplicando-os as nossas necessidades.
Obras consultadas:
o  Conheça melhor o AT – Stanley A. Ellisen – (Vida)
o  Os livros Poéticos – Richard Leroy Hoover – (EETAD)
o  Princípios de Hermenêutica – Raimundo Ferreira de Oliveira (EETAD)
o  Bíblia de Estudo Pentecostal – (CPAD)
o  Biblia de Estudo Aplicação Pessoal – (CPAD)
o  Bíblia de Estudo Explicada – (CPAD)
Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues