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04 outubro 2011

Extremistas muçulmanos matam cristãos em dois estados do país



Cristãos foram mortos porque não recitaram versos do Alcorão

Extremistas muçulmanos matam cristãos em dois estados do país
Extremistas muçulmanos estão empenhados em extinguir o cristianismo do meio da Nigéria. No dia 22 de setembro, os extremistas assassinaram cinco cristãos no Estado de Níger e outros três na semana anterior no estado de Kaduna, incluindo uma menina de 13 anos de idade.

Supostos militantes do grupo islâmico Boko Haram, na cidade de Mandala, no estado de Níger, atacaram as propriedades comerciais de cristãos por volta das 8 horas da manhã. Os extremistas ordenaram que eles recitassem versos do Alcorão, mas os cristãos não sabiam nenhum verso do livro islâmico e então foram assassinados.

O som dos disparos contra os cristãos fez com que os moradores da região chamassem a polícia, que chegou ao local e viu que cinco cristãos haviam sido mortos. Richard Oguche Adamu, um porta-voz da polícia do Estado de Níger confirmou os cinco assassinatos.

Richard disse ao Compass que o ataque estava diretamente ligado aos membros do grupo extremista islâmico Boko Haram que recentemente bombardearam locais de propriedade cristã.

Os mortos no ataque feitos foram: Emmanuel, John Kalu, Uche Nguweze e Oliver Ezermath. A identidade do quinto cristão não foi imediatamente reconhecida, pois seu rosto estava muito desfigurado e não possuía documentos para identificação.

O grupo Boko Haram declarou jihad contra o governo da Nigéria em uma tentativa de impor a lei da sharia no norte do país. Outra preocupação é que, possivelmente, esse grupo tenha formalizado fortes ligações com a Al-Qaeda no ano passado. A lei da Sharia já está em vigor em 12 estados no norte do país.

Estima-se que a população da Nigéria seja de aproximadamente 160 milhões de pessoas, que é divido em 51,3% de cristãos, que vivem principalmente no Sul, e os muçulmanos representam 45% da população.

Ore pela Nigéria:

Para que os cristãos que estão sofrendo ataques e perseguições possam encontrar coragem no Senhor e que não desistam de sua fé em Jesus.
Ore para que possa confortar as famílias que perderam entes queridos assassinados pelo Boko Haram. Que Deus possa confortar o coração deles com o Seu amor.
Ore para que o governo tome providências e para que esses ataques terroristas contra cristãos cesse dentro da Nigéria.


Fonte: Portas Abertas

Cantora Rebecca St. James lança livro para ajudar mulheres solteiras



Para escrever o livro, Rebecca realizou entrevistas com homens de 20 a 35 anos

Cantora Rebecca St. James lança livro para ajudar mulheres solteiras
A cantora Rebecca St. James acaba de lançar um livro para ajudar as mulheres a desvendar o “mistério” dos homens. Rebecca dedicou grande parte de sua carreira para transmitir uma mensagem de pureza e santidade.

No livro "What Is He Thinking?" (O que ele está pensando?), Rebecca pretende ajudar as mulheres solteiras a entenderem melhor as questões afetivas e “navegar pelo mundo” do namoro, amor e casamento.

“O livro está centrado em torno de todas as coisas que eu sempre quis perguntar sobre os homens, e nunca pensei que poderia”, observa a cantora australiana que se casou em abril desse ano.

Rebecca St James observa que as tendências de namoro mudaram. Ela afirma que os homens com intenções mais respeitosas consideram a "modéstia" importante e que, embora, apreciem a aparência externa, a personalidade e a profundidade são determinantes para um possível relacionamento.

"Esse livro surgiu para quebrar estereótipos. Espero que ele leve esperança e encorajamento para as mulheres solteiras", afirma Rebecca.

No livro, Rebecca também relata sobre sua própria vida e fala abertamente sobre namoro, vida de solteira, sua luta contra a solidão e sua esperança para o futuro. 

Para escrever o livro, Rebecca realizou entrevistas com homens de 20 a 35 anos, mas não desconsiderou os mais velhos, que já são casados há anos como seu pai e o pastor.

Os homens tiveram que responder perguntas como: 

Qual é a qualidade mais atraente em uma mulher?
A modéstia é realmente importante?
O que você acha bonito numa mulher?
Como podemos ser dependentes de Deus para a nossa identidade, não em você?
Como podemos ajudá-lo com limites físicos?


Fonte: Christian Today

Extremistas muçulmanos matam cristãos em dois estados do país



Cristãos foram mortos porque não recitaram versos do Alcorão

Extremistas muçulmanos matam cristãos em dois estados do país
Extremistas muçulmanos estão empenhados em extinguir o cristianismo do meio da Nigéria. No dia 22 de setembro, os extremistas assassinaram cinco cristãos no Estado de Níger e outros três na semana anterior no estado de Kaduna, incluindo uma menina de 13 anos de idade.

Supostos militantes do grupo islâmico Boko Haram, na cidade de Mandala, no estado de Níger, atacaram as propriedades comerciais de cristãos por volta das 8 horas da manhã. Os extremistas ordenaram que eles recitassem versos do Alcorão, mas os cristãos não sabiam nenhum verso do livro islâmico e então foram assassinados.

O som dos disparos contra os cristãos fez com que os moradores da região chamassem a polícia, que chegou ao local e viu que cinco cristãos haviam sido mortos. Richard Oguche Adamu, um porta-voz da polícia do Estado de Níger confirmou os cinco assassinatos.

Richard disse ao Compass que o ataque estava diretamente ligado aos membros do grupo extremista islâmico Boko Haram que recentemente bombardearam locais de propriedade cristã.

Os mortos no ataque feitos foram: Emmanuel, John Kalu, Uche Nguweze e Oliver Ezermath. A identidade do quinto cristão não foi imediatamente reconhecida, pois seu rosto estava muito desfigurado e não possuía documentos para identificação.

O grupo Boko Haram declarou jihad contra o governo da Nigéria em uma tentativa de impor a lei da sharia no norte do país. Outra preocupação é que, possivelmente, esse grupo tenha formalizado fortes ligações com a Al-Qaeda no ano passado. A lei da Sharia já está em vigor em 12 estados no norte do país.

Estima-se que a população da Nigéria seja de aproximadamente 160 milhões de pessoas, que é divido em 51,3% de cristãos, que vivem principalmente no Sul, e os muçulmanos representam 45% da população.

Ore pela Nigéria:

Para que os cristãos que estão sofrendo ataques e perseguições possam encontrar coragem no Senhor e que não desistam de sua fé em Jesus.
Ore para que possa confortar as famílias que perderam entes queridos assassinados pelo Boko Haram. Que Deus possa confortar o coração deles com o Seu amor.
Ore para que o governo tome providências e para que esses ataques terroristas contra cristãos cesse dentro da Nigéria.


Fonte: Portas Abertas

Cristão é decapitado na Somália



Kamil foi sequestrado em 21 de agosto por três homens da Al-Shabab

Cristão é decapitado na Somália
Após uma extensa busca pelo paradeiro de Juma Naradin Kamil, os cristãos da região de Bakool, sudoeste da Somália, encontraram o corpo decapitado de Kamil. Ele, que fora sequestrado, trazia no corpo marcas de uma execução feita pelo grupo terrorista muçulmano Al-Shabab.

“É comum a Al-Shabab decapitar aqueles que abraçam a fé cristã, ou mesmo de meros simpatizantes dos ideais ocidentais,” disse um cristão local, a agência de notícias Compass Direct News. “Nosso irmão Kamil aceitou a fé cristã há três anos e estava determinado em sua fé em Deus. Sentiremos muito a falta dele.”

O sequestro aconteceu em 21 de agosto quando três homens da Al-Shabab forçaram Kamil a entrar em um carro. Muitos cristãos locais acreditam que os extremistas estavam acompanhando a rotina de Kamil para executarem a tarefa.

A Al-Shabab tem cerca de 7 mil membros. Eles procuram, através de ameaças e atos violentos, impor uma versão estrita da Sharia, lei islâmica, em todo território muçulmano. O principal objetivo de grupo é eliminar o cristianismo da Somália.

No início deste ano, dois extremistas muçulmanos assassinaram um membro de uma comunidade cristã subterrânea na Somália, e também mataram uma mãe de quatro filhos, Asha Salat, por sua fé cristã.


Fonte: Notícias Cristãs com informações da Compass Direct News via Missão A Voz dos Mártires

Pr. Ciro Sanches Zibordi - O que significa “Ai das grávidas”?




Muita gente me pergunta: “O que o Senhor Jesus quis dizer com a frase ‘Ai das grávidas’, em Mateus 24:19?” Para os estudiosos simpatizantes da escola preterista — que considera muitas profecias escatológicas como já cumpridas — essa advertência de Jesus está ligada à invasão de Jerusalém, perpetrada pelos romanos em 70 d.C. Mas essa interpretação não se sustenta à luz do contexto imediato da passagem citada e da analogia geral da Bíblia.

Em Mateus 24, o Senhor responde a uma pergunta tríplice de seus discípulos, que desejavam saber quando se dariam “essas coisas” e que sinal haveria “da tua vinda” e do “fim do mundo” (v.3). A resposta do Mestre, igualmente tripartida, abrange: (a) acontecimentos do primeiro século (como a destruição do Templo e a tomada de Jerusalém); (b) sinais ligados ao Arrebatamento da Igreja; e (c) sinais relativos aos eventos que antecedem o fim do mundo.

A afirmação de que a frase “Ai das grávidas” refere-se à destruição de Jerusalém é inverossímil. Por quê? Porque se baseia em duas suposições improváveis. A primeira é de que o “abominável da desolação, de que falou o profeta Daniel, no lugar santo” (Mt 24.15, ARA) alude a imperadores romanos. A segunda é de que tal destruição, perpetrada pelos romanos, foi a maior da História, tão grande e devastadora “como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais” (Mt 24.21, ARA).

Teria sido a destruição de Jerusalém maior que as ocorridas nas duas grandes guerras mundiais? O que dizer das cidades japonesas atingidas pela bomba atômica e das destruições perpetradas pelo nazismo, durante a Segunda Guerra? O Senhor Jesus afirmou que a Grande Tribulação é o pior evento, desde o princípio, e que, depois, nunca mais haverá outro maior que ele.


Na profecia a respeito do “abominável da desolação” (Dn 9.26,27) mencionam-se alguns fatos, em ordem cronológica. Observe que a profecia alude à morte do Ungido, à destruição de Jerusalém e do Templo, por parte do povo de “um príncipe”, e à posterior ocorrência de guerras e desolações até o fim. É nesse tempo do fim que o tal príncipe fará aliança com muitos por uma semana (sete anos) e, na metade desta, introduzirá o “abominável da desolação”. E esse assolador agirá “até que a destruição, que já está determinada, se derrame sobre ele”.

O povo do príncipe são os emissários do mal a serviço do “mistério da injustiça” e do “espírito do anticristo”, operantes desde o primeiro século (2 Ts 2.7; 1 Jo 4.3). O príncipe assolador, por sua vez, é o Anticristo em pessoa (2 Ts 2.1-12), do qual “sairão forças que profanarão o santuário, a fortaleza nossa, e tirarão o sacrifício diário, estabelecendo a abominação desoladora” (Dn 11.31, ARA). Isso durará três anos e meio — ou mil duzentos e noventa dias —, período de tempo que alude à segunda metade da Grande Tribulação (12.11).

Segue-se que o “Ai das grávidas” não alude à fuga das mulheres israelitas, por ocasião da invasão romana do primeiro século. Refere-se, na verdade, à dificuldade de toda a população civil israelense, especialmente as mulheres gestantes, em escapar da chegada iminente dos exércitos do Anticristo. A advertência de Jesus se encontra entre dois fatos que ainda não se cumpriram. A abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, introduzido no lugar santo (Mt 24.15). E a “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais” (Mt 24.21, ARA).

A Grande Tribulação, de fato, será a maior e mais terrível destruição jamais experimentada pelo mundo. Quando Israel, no fim da segunda metade desse período de juízos, estiver cercado pelos exércitos do Anticristo (Ap 16.13-16), os civis terão grande dificuldade para escapar dos bombardeios inimigos, principalmente as gestantes, os idosos, as pessoas com deficiência física, etc.

Observe que a advertência do Senhor estende-se também às mulheres que amamentam. Isso exclui qualquer possibilidade de interpretação fantasiosa das palavras do Senhor, como a de que as crianças serão arrancadas dos ventres maternos (invencionice da escatologia aterrorizante). Veja: “Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” (Mt 24.19, ARA).



Fonte: CPAD News e ad piancó

Pr. Ciro Sanches Zibordi - A Grande Tribulação e a septuagésima semana de Daniel




Alguns teólogos afirmam que é uma perda de tempo estudar a respeito da Grande Tribulação e que é uma falácia determinar o tempo desse evento escatológico com base na septuagésima semana de Daniel. Assim como relativizam a expressão “mil anos”, que aparece seis vezes em Apocalipse 20, não aceitam que a duração do período tribulacional esteja relacionada com uma profecia veterotestamentária. Mas não cabe a nós ignorar a Palavra profética, e sim interpretá-la à luz do contexto, segundo a iluminação do Espírito Santo.

Em Apocalipse 2.22, a expressão “grande tribulação” é empregada com o sentido estrito de punição à falsa profetisa Jezabel e seus seguidores. Mas, no mesmo livro, menciona-se a “hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo” (3.10), isto é, a Grande Tribulação — termo empregado em Apocalipse 7.14 e que melhor define o período de sete anos que iniciará logo após o Arrebatamento da Igreja.

Para alguns teólogos, Apocalipse 7.13,14 não alude a esse tempo de angústia, posto que — segundo eles — os servos de Deus ali mencionados são os que sofrem aflições e tribulações, em nossos dias (cf. Rm 8.18; Jo 16.33). Afinal, “por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus” (At 14.22). Entretanto, ao lermos o contexto imediato de Apocalipse 7.13,14, vemos que os tais santos serão os “mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram” (6.9-11). Estes são as vítimas do Anticristo (13.7,15), que, vestidas de branco (6.11; 7.13), virão “da grande tribulação” (7.14, ARA).

Teólogos que se apressam em afirmar que esse terrível e aterrorizante evento escatológico não acontecerá deveriam atentar com mais cuidado para o que está escrito em Mateus 24.21 e Apocalipse 7.14. As expressões “grande aflição” e “grande tribulação”, equivalentes no grego, não aparecem na Bíblia por acaso.

De fato, “desde o princípio do mundo até agora não tem havido, nem haverá jamais” (Mt 24.21) tanto sofrimento, destruição, tragédias naturais, degradação moral, etc., como ocorrerão na Grande Tribulação. Mas o que esse evento tem a ver com a septuagésima semana mencionada no livro do profeta Daniel?

Na Palavra profética, os anos são formados, geralmente, por 360 dias (30 dias x 12 meses = 360 dias). E os meses são de trinta dias. Não havia, nos tempos bíblicos, meses de 31 ou 28 dias. E não se considerava o ano bissexto. Em Apocalipse 11.3 está escrito que as duas testemunhas de Deus profetizarão por 1.260 dias ou três anos e meio (1.260 dias / 360 dias = 3,5 anos). Esse período também aparece em Apocalipse 13.5 sob a forma de 42 meses (1.260 dias / 30 dias = 42 meses).

Os 3,5 anos mencionados em Apocalipse são apenas a primeira metade da Grande Tribulação, que terá duração total de sete anos, conforme a profecia registrada em Daniel 9.24-27: “Setenta semanas estão determinadas [...] E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias, [...] E ele [o Anticristo] firmará um concerto com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares”. O Anticristo, portanto, firmará um concerto com muitos por sete anos. E, depois dos primeiros três anos e meio, romperá o pacto, inaugurando a fase final do período tribulacional.

Dentre as setenta, a septuagésima semana são os últimos sete anos de um total de 490 anos (7 x 70 = 490), revelados ao profeta Daniel. Mas não é apenas com base nisso que se conclui que a Grande Tribulação terá sete anos de duração. A profecia de Daniel é apenas o ponto de partida para se chegar a essa conclusão. A contagem dessas setenta semanas de anos começou com o decreto de Artaxerxes para restaurar Jerusalém e foi interrompida com a morte do Messias (Dn 9.25,26).

Segundo a revelação dada ao profeta Daniel, as setenta semanas se subdividem em três períodos:

Primeiro período. Este, conforme Daniel 9.25, compreende 7 semanas ou 49 anos (isto é, 7 x 7 = 49): “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas”. Daniel destaca, com clareza, o começo da contagem dessas semanas: “desde a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém”. Daquele ponto de partida até a conclusão da mencionada obra passaram-se, de fato, 49 anos (Ne caps. 1-6; Ed 6.13-15).

Segundo período.
 A segunda parte das setenta semanas de anos compreende 62 semanas ou 434 anos (isto é, 62 x 7 = 434). Começa com a restauração de Jerusalém e vai até os dias em que o Senhor Jesus andou na terra: “até ao Messias, o Príncipe, sete semanas [49 anos] e sessenta e duas semanas [434 anos]” (Dn 9.25). É realmente impressionante observar que desde o decreto para a restauração até a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Mt 21.1-10) passaram-se exatamente 69 semanas ou 483 anos (isto é, 69 x 7 = 483).

Terceiro período.
 É a última semana de anos, isto é, a septuagésima semana, sobre a qual a profecia diz: “Ele [o Anticristo] firmará um concerto com muitos por uma semana, e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares, e sobre a asa das abominações virá o assolador” (Dn 9.27). Confrontando esta passagem com a profecia de Jesus constante de Mt 24.15-21, fica provado que a septuagésima semana representa o tempo total da Grande Tribulação: sete anos.

Quando comparamos as profecias constantes de Daniel, Apocalipse, Mateus 24 e Lucas 21, concluímos que o lapso temporal indefinido, que começou logo após a destruição de Jerusalém (no ano 70 d.C.), já estava previsto na Palavra profética. É o período denominado “os tempos dos gentios” (Lc 21.24), o qual perdurará até o início da septuagésima semana, isto é, a Grande Tribulação.

Depois desse período parentético indeterminado, “os tempos dos gentios” — entre o primeiro século e o Arrebatamento da Igreja —, o Anticristo firmará um concerto ou pacto com muitos por sete anos (septuagésima semana), mas só cumprirá a sua parte do acordo firmado nos primeiros 3,5 anos. Na segunda metade da semana, ele se voltará contra os judeus, e os juízos divinos cairão de maneira ainda mais intensa sobre o mundo (Dn 9.27, Ap caps. 15-16). Graças a Deus, a Igreja já terá sido arrebatada!



Fonte: CPAD News e ad piancí

Defesa diz que Irã tem enganado a mídia em caso de pastor



Youssef Nadarkhani reafirmou sua fé em Jesus Cristo

Defesa diz que Irã tem enganado a mídia em caso de pastor
Um ministério de missões que tem acompanhado de perto o caso do pastor cristão iraniano Youssef Nadarkhani, diz que o governo do Irã está tentando confundir e enganar a mídia ocidental com relatos conflitantes.

A agência de notícias Fars, porta-voz oficial do governo iraniano, informou que o pastor Youssef Nadarkhani não está no corredor da morte por apostasia, mas por crimes contra a segurança nacional. Os crimes incluem estupro e extorsão.

As reivindicações foram feitas à Fars por Gholomali Rezvani, vice-governador da província do Irã Gilan. Os Ministérios Present Truth chamaram o relatório de "perplexo e desonesto".

"Nós temos o veredito original escrito tanto pelo Tribunal provincial em Gilan como do ramo da Suprema Corte em Qom que detalha a apostasia", escreveu o ministério em seu site sexta-feira.

Nadarkhani foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, de lerem o Alcorão.

Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado à morte e a sentença foi confirmada pela Suprema Corte do Irã este ano.

Esta semana, o pastor cristão recebeu a chance de retratar de sua fé em tribunal, mas ele se recusou a fazê-lo e agora aguarda um veredito final, por escrito, o que é esperado em uma questão de dias.

Seu advogado, Mohammad Ali Dadkhah, foi surpreendido pelo novo relatório da Fars, e afirmou que ele só defendeu Nadarkhani contra a sentença de morte no caso de sua acusação de apostasia.

"Se ele está sob julgamento em outro tribunal por outras acusações, eu não estou ciente", disse o advogado da Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã. "A acusação que o pessoal do tribunal anunciou que eu defendi durante várias sessões diferentes do tribunal foi de apostasia e nenhum outro encargo".

A Fars relatou Rezvani como dizendo na sexta-feira, "O tema do crime e essa sentença de morte do indivíduo não são crenças baseadas e relacionadas à sua religião. Ninguém é executado em nosso regime pela escolha de uma religião, mas ele é um sionista que tem crimes contra a segurança. Neste momento, conduzir a sentença não é uma questão definitiva".

Enquanto Fars acusou a mídia ocidental de produzir relatórios falsos sobre Nadarkhani, o advogado do pastor sublinhou que só esta semana "a acusação de que o tribunal informou-o foi sobre sua apostasia", conforme foi relatado por Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã.

O Irã está listado como o segundo pior perseguidor de cristãos no mundo, atrás de Coreia do Norte, pelo Portas Abertas, um ministério que apoia cristãos perseguidos. O ministério informou no mês passado que o governo iraniano está a intensificar a vigilância sobre os cristãos e fazer seu melhor para silenciar o movimento crescente da igreja domiciliar lá.

Nadarkhani atuou como líder de um movimento da igreja domiciliares de 400 pessoas em Rasht.

Parlamentares dos EUA e líderes cristãos condenaram o governo iraniano por recusar o direito básico do pastor à liberdade religiosa e pediram sua libertação.

Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, afirmou na sexta-feira, "é incompreensível para a maioria das pessoas pensar que uma pessoa no século 21 possa ser condenado à morte simplesmente defendendo uma fé que difere da de poderes dominantes de sua nação".

Graham teve palavras duras para a comunidade internacional e seu silêncio.

"Um homem é condenado a ser morto pelo 'crime' de uma crença sincera em Jesus Cristo - uma sentença em clara violação do direito internacional. Então, onde está a indignação internacional?" ele colocou.

"Nós, como cidadãos dos EUA, devemos nos juntar à nossa voz para continuar a pressionar os líderes mundiais a tomar medidas. A vida do Pastor Nadarkhani está pendurada na balança".

A Associação Nacional de Evangélicos também divulgou um comunicado, chamando a ameaça de execução do Irã ao Pastor Nadarkhani de "perseguição religiosa no seu pior".


Fonte: Creio com informações Christian Post

Lançamento do CD do Ministério Hebrom aconte sábado no Rio de Janeiro



No evento na AD em Bonsucesso será gravado o DVD ao vivo do Ministério

Lançamento do CD do Ministério Hebrom aconte sábado no Rio de Janeiro
No próximo sábado, dia 08 de outubro, acontece na Assembleia de Deus em Bonsucesso, o lançamento do CD Lugar Seguro do Ministério Hebrom Fortaleza da Adoração. O evento está marcado para as 18h e promete lotar o templo ao som contagiante do melhor do louvor e adoração.

Lugar Seguro é terceiro álbum do Ministério Hebrom. O CD inclui 15 faixas compostas pelos integrantes do grupo e parcerias. No repertório canções que falam de santidade, renovação espiritual e intimidade com Deus. Entre elas, a conhecida Vitória no Deserto, interpretada por Aline Barros no CD da cantora. 

Produzido por Dedy Coutinho e Flávio Rocha, também chamado de Kabimba, o CD foi gravado ao vivo na Assembleia de Deus Hebrom, em Cachoeiro do Itapemirim (ES). Quem assina a direção musical é Amaury Bertoqui, líder do ministério de louvor que não esconde o entusiasmo. “No último domingo, nos reunimos com toda a equipe que está envolvida nesse projeto. Tudo está ajustado para este culto de adoração ao Senhor. A nossa expectativa é a maior”, declara.

Cerca de 150 pessoas entre coral, backing vocal, músicos e ministros de louvor estarão presentes na noite de sábado. Toda a movimentação tem um motivo: a gravação do DVD Lugar Seguro do Ministério Hebrom. Amaury e todo o grupo vivem o cumprimento das promessas de Deus que um dia foram feitas. De acordo com o também evangelista, o selo da gravadora Patmos Music no novo trabalho do Hebrom é a primeira das promessas que se cumpre. 

Confira uma das apresentações do Ministério Hebrom:

Serviço: 

Evento: Lançamento CD Lugar Seguro, Ministério Hebrom Fortaleza da Adoração
Local: Assembleia de Deus em Bonsucesso (Rua Frei Jaboatão, 44, Bonsucesso)
Data: 08/10/11   
Horário: 18h


Por Gláucia Montes
Assessoria de Imprensa CPAD

Oito cristãos são presos por orar em local público



Índia garante que protege a liberdade religiosa

Oito cristãos são presos por orar em local público
“Não parece haver trégua à onda de repressão aos cristãos. Esses oito cristãos não estavam fazendo nada inconstitucional, nem houve uma situação de desordem”, disse Sajan K. George, presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC).

Ele esbraveja, contando outro caso de perseguição contra os cristãos em Andhra Pradesh, onde a polícia prendeu oito cristãos, que foram acusados por um grupo de ativistas do RSS (grupo hindu ultranacionalista) de praticar proselitismo.

Os oito cristãos, que pertencem à Igreja Brethen, estavam orando na rua. Cerca de cem extremistas hindus da RSS os cercaram, acusando-os de converter as pessoas à força.

A polícia tentou dispersar a multidão, levando os cristãos para a delegacia. Mas os ativistas cercaram a delegacia, forçando os policiais a prender os cristãos, conforme o código penal da Índia, no artigo 153/A (promover inimizade entre diferentes grupos em razão de religião, língua, raça ou origem).

“Os cristãos não violaram nenhuma lei, mas foram presos. Em vez disso, o grupo hindu causou agitação, perturbação da ordem pública e despertou sentimento de desconfiança contra os cristãos, mas continuam impunes”, disse Sajan George.

Em um relatório sobre a liberdade religiosa internacional, publicado pela Secretaria do Estado dos EUA, diz que a Índia garante que protege a liberdade religiosa, mas em alguns estados existem leis que protegem o ato de perseguir os cristãos.

Atualmente, o GCIC realizou um comício em Nandagiri, Orissa, para lembrar os ataques violentos que ocorreram em Kandhamal em 2008. Nandagiri é uma colônia onde 54 famílias católicas e 17 evangélicas fugiram de suas aldeias, durante os ataques, enquanto estavam sendo reassentadas.


Fonte: Portas Abertas

ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Lição 3

A chamada profética de Samuel 20 de outubro de 2019 TEXTO ÁUREO “Então, veio o SENHOR, e ali esteve, e chamou como ...