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13 janeiro 2012

PRIMÁRIOS - Lição 3: O Salvador vem Aí


1º Trim. 2012 - PRIMÁRIOS - Lição 3: O Salvador vem Aí
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS - CPAD
1° Trimestre de 2012.
Tema: Conhecendo a vontade de Deus
Comentarista: Laudicéa Barboza da Silva e Débora Ferreira Da Costa.
LIÇÃO 3 - O SALVADOR VEM AÍ!
Texto Bíblico: Lucas 1.5-25; 57-66; 3.1-16.
Objetivo:
Ministre sua aula de forma que os alunos entendam qual era a missão de João Batista.
 Frase do dia
O SALVADOR ESTÁ CHEGANDO.
Memória em ação
“Preparem o caminho para o Senhor passar! Abram estradas retas para Ele! - Mateus 3.3.
 Explorando a Bíblia
Ora, completou-se para Isabel o tempo de dar a luz, e teve um filho. 
Ouviram seus vizinhos e parentes que o Senhor lhe multiplicara a sua misericórdia, e se alegravam com ela. 
Sucedeu, pois, no oitavo dia, que vieram circuncidar o menino; e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 
Respondeu, porém, sua mãe: De modo nenhum, mas será chamado João.
Ao que lhe disseram: Ninguém há na tua parentela que se chame por este nome. 
E perguntaram por acenos ao pai como queria que se chamasse. 
E pedindo ele uma tabuinha, escreveu: Seu nome é João. E todos se admiraram. 
Imediatamente a boca se lhe abriu, e a língua se lhe soltou; louvando a Deus. 
Então veio temor sobre todos os seus vizinhos; e em toda a região montanhosa da Judéia foram divulgadas todas estas coisas. 
E todos os que delas souberam as guardavam no coração, dizendo: Que virá a ser, então, este menino? Pois a mão do Senhor estava com ele. 
Zacarias, seu pai, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou, dizendo: Bendito, seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e remiu o seu povo, e para nós fez surgir uma salvação poderosa na casa de Davi, seu servo; assim como desde os tempos antigos tem anunciado pela boca dos seus santos profetas; para nos livrar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam; para usar de misericórdia com nossos pais, e lembrar-se do seu santo pacto e do juramento que fez a Abrão, nosso pai, de conceder-nos que, libertados da mão de nossos inimigos, o servíssemos sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os dias da nossa vida. E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados, graças e entranhável misericórdia do nosso Deus, pela qual nos há de visitar a aurora lá do alto, para alumiar aos que jazem nas trevas e na sombra da morte, a fim de dirigir os nossos pés no caminho da paz. 
Ora, o menino crescia, e se robustecia em espírito; e habitava nos desertos até o dia da sua manifestação a Israel.
Oficina criativa
Amplie o desenho abaixo para os pequenos colorir
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Imagem: www.igrejaepiscopalsp.blogspot.com
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Imagem: www.historiasbiblicas.advir.com
Fontes Consultadas:
·         Bíblia na linguagem de hoje
·         Bíblia da galerinha
·         Bíblia de estudo pentecostal.
·         Bíblia Viva
·         História da Bíblia para a família.
Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Cristina Araújo

JARDIM DE INFÂNCIA - Lição 3: Presentes para o Menino Jesus


1º Trim. 2012 - JARDIM DE INFÂNCIA - Lição 3: Presentes para o Menino Jesus
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFÂNCIA - CPAD
1° trimestre de 2012.
Tema: A vida de Jesus
Comentarista: Verônica de Oliveira Araújo e Marta Doreto.
LIÇÃO 3 - PRESENTES PARA O MENINO JESUS.
Texto Bíblico- Mateus 2.1-12.
Objetivo
Ao ministrar sua aula a criança deve ter a certeza que Jesus é o único que merece toda adoração, pois Ele é o nosso rei.
Aprendendo a Bíblia:
“Adore o Senhor, seu Deus...” Mateus 4.10.
Palavra do dia...
PRESENTE.
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Imagem: www.borboletasnosolhos.blogspot.com
Explorando a Bíblia
Numa terra longe, muito longe, viviam uns homens sábios.
Eles estudavam as estrelas no céu. Aprendiam muitas coisas, olhando para elas. Aqueles homens sabiam que um dia Jesus ia nascer.
Certa noite, um deles falou:
__Vejam! Uma estrela nova no céu! Está brilhando muito. Ela está se movendo para o oeste. Devemos segui-la! _disse outro.
__Com certeza essa estrela está anunciando que nasceu o Prometido de Deus _ o outro sábio comentou.
__Então vamos procurá-lo- disseram todos.
Os homens prepararam roupas, água e alimentos para a viagem. Arrumaram ricos presentes para levar.
Prepararam seus camelos e partiram.
Delém... Delem... Delém... Soavam as campainhas dos camelos.
E eles andaram e andaram.
Andaram até a cidade de Jerusalém. __Onde está o novo rei dos judeus que nasceu?_ perguntaram. Ninguém sabia dizer. Herodes, o rei de Jerusalém, mandou perguntar aos professores que ensinavam a bíblia ao povo. Eles disseram:
__A Bíblia diz que esse rei deve nascer em Belém.
Os sábios partiram, então, para Belém.
Quando iam saindo, viram de novo a linda estrela.
A estrela foi andando no céu e guiando os homens até Belém. Parou bem em cima de uma casa.
Na casa estava Maria, José e o menininho Jesus.
__Viemos visitar Jesus. Trouxemos nossos melhores presentes para ele _ disseram os sábios. Eles se curvaram diante do menininho Jesus.
Entregaram seus presentes. E depois voltaram felizes para sua terra.     
Oficina criativa
Amplie o desenho abaixo para os pequenos colorir
Jd_1trim2012_L3_fig 2.gif
Imagem: www.pintaredivertido.blogspot.com
Fontes Consultadas:                                   
·         Bíblia na linguagem de hoje
·         Bíblia da galerinha
·         Bíblia de estudo pentecostal.
·         Clássicos da Bíblia
Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Cristina Araújo

JUNIORES - Lição 3: Jesus Ensina Sobre Humildade


1º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 3: Jesus Ensina Sobre Humildade
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
1º Trimestre de 2012
Tema: Os ensinos de Jesus
Comentaristas: Damaris Ferreira da Costa & Luciana Alves de Sousa
LIÇÃO 3 – JESUS ENSINA SOBRE HUMILDADE
Ao Mestre
Prezado (a) poucos se lembram do verdadeiro valor da Escola Dominical
A Escola Bíblica Dominical (EBD) é a escola do Ensino Bíblico da Igreja.
A EBD evangeliza enquanto ensina, conjugando assim os dois lados da grande comissão de Jesus à Igreja:
“Portanto, ide, ensinai {ou fazei discípulos} todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!”(Mt 28.19,20).
A EBD não é uma parte da Igreja: é a própria Igreja ministrando ensino bíblico metódico.
As principais razões que justificam a necessidade da EBD são:
Ø  Para ministrar para pequenos e grandes o ensino da Palavra de Deus, e isto de maneira pedagógica e metódica, como é de se esperar que uma organização que leva o nome de escola.
Ø  Realizar o ensino das VERDADES e DOUTRINAS bíblicas profundas e espirituais.
Ø  Cooperar com o lar de forma eficaz, na formação dos hábitos, práticas e deveres cristãos, tanto na esfera social, como na espiritual.
Ø  Sendo a Bíblia, a revelação progressiva de Deus. É evidente que, para maior aproveitamento, tal estudo seja gradual, dosado em classes de acordo com as diversas idades, respeitando assim as divisões da vida humana.
Ø  Sendo a EBD um ministério pessoal, o verdadeiro professor está sempre mais próximo de seus alunos na Igreja do qualquer outro obreiro, inclusive o pastor, logo a EBD devidamente organizada, cuja  direção e professores são espirituais e idôneos, treinados para o ensino bíblico e equipados com literatura e meios de ensino apropriado, é um poderoso e eficiente ministério pessoal para alcançar a todos na família, na Igreja e na comunidade, tal como fazia a Igreja primitiva.
Deus continue a abençoar seu ministério. Boa aula!
Texto Bíblico:  Mt. 18.1-5
Objetivos
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seu aluno a:
Aprenderque a humildade é o que nos faz aptos para verdadeiramente sermos alunos de Jesus Cristo, vivendo como Ele viveu.
Sendo Deus não quis ser maior, mas humilhou-se.
Introdução
Através dos tempos os seres humanos vêm tendo problemas de relacionamentos, mas a Palavra de Deus tem a orientação necessária para nós.
O caminho da humildade
Naquele tempo, houve entre os discípulos uma discussão, para saber qual deles seria o maior. Jesus sabia o que estavam pensando, pegou, então, uma criança, colocou-a junto de si e disse-lhes: “Quem receber esta criança em meu nome, estará recebendo a mim. E quem me receber, estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior”.
Neste texto vemos que. Jesus quer que nós sejamos grandes, que tenhamos dignidade, que sejamos os maiores no Reino dos céus, mas não através do uso do poder ou do domínio sobre os outros. Nós seremos os maiores quando acolhermos os pobres, os marginalizados, os fracos; nós seremos os maiores quando praticarmos a justiça e nos livrarmos da corrupção; nós seremos os maiores no Reino dos céus quando formos capazes de praticar gestos de solidariedade, de fraternidade e de paz. Se não formos capazes de passar disso, ainda estaremos vivendo uma fé mentirosa, caprichosa, de acordo com o nosso interesse. Se praticarmos isso, nós estaremos preparados para passar para uma dimensão verdadeiros filhos de Deus.
Com o exemplo da criança ensina Jesus aos seus discípulos o sentido da humildade, bem necessário para eles poderem compreender a hora em que Jesus dará a vida por todos os homens, e não apenas por eles, até então ainda muito fechados sobre si próprios e pouco acolhedores para com os outros. A criança não era levada em conta, não era importante. Mas Jesus a acolhe, e deixa claro que só o acolhe e aceita como mestre e amigo quem acolhe os pequenos, os sem importância. Se o importante é acolher os pequenos, que importância têm as altas posições na Igreja e na sociedade?
Importante é quem de fato é humilde, e não quem se faz de pequeno, de pobre ou de humilde.
O amor é a única força capaz de transformar a vida e o mundo. Quem ama, torna-se parceiro da justiça, denuncia a maldade, reprova o erro e, por isso, é perseguido, e não que persegue a outros, maltrata, zomba, coloca apelidos, etc.
Não é assim que deve agir as pessoas que dizer ter Jesus morando em seus corações.
 Jesus propõe aos discípulos um novo jeito de pensar e agir.
 “Se alguém quer ser o primeiro, deverá ser o último, e ser aquele que serve a todos.”
É preciso fazer-se pequeno, como Jesus, para servir mais. Que a Palavra de Deus nos renove e nos conduza à prática da justiça e a gestos concretos de respeito e carinho para com nossos irmãos.
Aplicação da lição
Professor (a) enfatize aos pequenos que, o aposto de humildade é soberba e  arrogância.
Pessoas arrogantes não conseguem conviver bem. Pessoas humildes são bem mais agradáveis.
Jesus ensina nos princípio da humildade como necessário ao bom relacionamento entre os irmãos, Ele sendo Deus veio para servir e dar a Sua vida por nós.
E deixou um ensino maravilhoso aos discípulos, que assim como nós gostamos sempre de sermos tratados com bondade, justiça, honestidade, respeito, consideração, lealdade, tolerância... desta mesma forma devemos tratar as pessoas.
 Esta é a lei áurea dos relacionamentos entre os filhos de Deus. Peçamos a ajuda de Deus para que possamos segui-Lo.
Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
Colaboração para o Portal Escola Dominical: Profª. Jaciara da Silva

JUVENIS - Lição 3: Salmos Falam de Dor


1º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 3: Salmos Falam de Dor
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
TEMA: Edificando a vida cristã através dos Salmos
COMENTARISTA: Regia Carvalho
LIÇÃO 3 – SALMOS FALAM DE DOR
Enfoque Bíblico:
“Sara-me, SENHOR, e sararei; salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor.” (Jr 17.14).
Objetivos:
Demonstrar que o sofrimento é comum a todas as pessoas
Analisar as reações humanas em situações de sofrimento.
Identificar na Bíblia o socorro e refugio que o homem encontra em Deus.
Introdução:
As experiências dos homens do passado servem-nos de orientações, algumas situações não precisamos passar, por exemplo, o rei Davi cometeu alguns erros e depois o encontramos agonizando em alguns de seus salmos. Logo entendemos que ao cometermos tais erros teremos que passar pelas mesmas agonias, não é necessário, o exemplo está registrado para que fujamos de situações semelhantes, serve-nos de prevenção é como a vacina que tomamos na infância, o objetivo é que cresçamos sem a doença e nem venhamos a ser atingidos por elas. Os exemplos de pecados, erros registrados na Bíblia tem por objetivo nos proteger dos erros e pecados, é sem duvida alguma o antídoto. Alguns por não observarem tais fatos carregam em suas almas profundas cicatrizes, algumas desaparecerão com o tempo outras serão por toda a vida. Que Deus nos ajude a estudar essa lição e guardarmos em nossos corações.  
A DOR E O SOFRIMENTO
Segundo o doutor João Valverde em entrevista com o doutor Dráuzio Varella, disse: “Dor é um sinal de alarme do organismo. Quando se manifesta, agudamente, com certeza algo de errado esta ocorrendo na pele, nos músculos, nas vísceras, ou no sistema nervoso central e são liberadas substancias que ativam os nervos periféricos e centrais para conduzirem o estimulo até a medula espinhal, onde a sensação dolorosa é modulada e de lá para o cérebro a fim de avisá-lo que, em determinado ponto, existe um problema (drauziovarella.ig.com.br/entrevistas)
Já a tristeza é o estado de quem se sente infeliz, muitas ocasiões pode trazer-nos grandes acontecimentos tristes, a morte de um ente querido, a incompreensão, uma afirmação positiva ou negativa, ou até mesmo a nossa própria natureza.
Temos uma pequena definição da dor física, mas há a dor moral, chamada de dor da alma. Jesus sentiu essa angustia quando estava no Getsêmani (Mc 14.34,35; 15.34)
I – O SOFRIMENTO É COMUM A TODAS AS PESSOAS
“Um peixe vê um homem a margem, sentado sobre uma cadeira com as pernas cruzadas, fumando um cigarro e segurando uma vara de pescar. O peixe chega à conclusão de que não pode deixar passar essa oportunidade real e resolve ser como o homem. Ele manobra para pular fora d’água, arremessa-se sobre uma cadeira, cruza as nadadeiras e acende um cigarro. Mas antes que possa entender como manejar a vara de pescar, fica sem oxigênio e, com a vida esvaindo, cai da cadeira e enterra-se por todos os lados na sujeira e no cascalho, abrindo e fechando rapidamente as guelras em vã tentativa de puxar oxigênio do ar. Um ateísta que caminhava por ali exclamou com escárnio: “Que tipo de Deus criaria um peixe para sofrer dessa maneira?”(Dave Hunt - Em Defesa da fé Cristã – pg 239- CPAD). Usei esses parágrafos devido às perguntas que sempre fazemos: Porque tanto sofrimento? Porque sofre o justo? Será que nasci só para o sofrimento? Tenho certeza que alguém já fez uma dessas perguntas. Na verdade Deus não fez o homem para sofrer, o sofrimento veio a partir do momento  que o homem quis ser igual a Deus (Gn 3.5,6; Ec 7.29). A culpa é única e exclusiva do homem, devido ao pecado todo o homem ficou sujeito a dor e ao sofrimento. Embora haja pregadores do “evangelho” que acredita que a dor não pode atingir ao crente, o crente não pode ser acometido de enfermidades, na visão distorcida deles estão em pecado quem passa por sofrimento. O sofrimento humano de Cristo é incomparável a qualquer outro, mas vamos nos lembrar de Jó que passou por um sofrimento que não da para entender com a imaginação, no entanto Deus permitiu todo aquele sofrimento. Primeira razão Deus conhecia Jó, Ele perguntou a Satanás: “Observaste tu ao meu servo Jó?’’ (Jó 1.8), segundo Jó era estruturado na fé, Deus testemunhou dele “ninguém há na terra semelhante a ele...” (Jó 1.8), terceiro ele é o exemplo para todo aquele que passa por alguma tribulação. Alguns Salmos são verdadeira demonstração de dor e sofrimento, são expressões do âmago, em forma de poesias o Salmo 38, é um exemplo. Quem pode imaginar a dor do rei Davi? O rei Davi não tratava o pecado como os querem hoje chamar de problema, para ele pecado trazia dor e sofrimento, como trás a qualquer um, no Salmo citado psicologicamente Davi estava arrasado. As pesquisas revelam que as maiorias de nossas doenças estão relacionadas ao sistema emocional, alguns pesquisadores chegam a dizer entre 70 a 80%, são de origem psicológica. Existem as doenças contraídas ou adiquiridas por meio de infecções, devido ao sistema pecaminoso, qualquer poluição pode trazer graves enfermidades. As enfermidades e tribulações podem vir também pela permissão divina e podemos chamá-las de doenças terapêuticas, que é o caso de Jó. Há outras doenças que são auto-produzidas, elas são proveniente de algum desarranjo de nossa mente, um exemplo bem presente na adolescência é a anorexia nervosa, causada pelo excesso de regime e exercícios alem da possibilidade física. O desejo de ficar bonita e parecer àquela atriz da TV, um número de 3 a 7% de jovens entre quinze a vinte e cinco anos sofrem de Bulimia nervosa que resultara na anorexia. (ABC da Saúde). É interessante que às vezes procuramos algum tipo de sofrimento, o Salmo 38, mostra que o Rei fez algo que não devia ter feito e sabe que Deus o esta repreendendo e castigando, sentia dor por todo o corpo e estava psicologicamente desesperado. A Bíblia diz: “Depois, havendo a concupiscência concebida, dá a luz o pecado, sendo ele consumado gera morte” (Tg 1.15 – ARC), mediante essas palavras não da para esconder algo que fizemos e agora não queremos contar para ninguém, isso pode trazer grandes transtornos para nossa vida física e espiritual, não estou aqui concordando que quem fica doente, esta em pecados. Mas pode sim o pecado escondido trazer até nós incuráveis doenças ou grandes sofrimentos. A Bíblia diz que quem confessa seus pecados e os deixam alcançam misericórdia.
As doenças, também atingem aos servos de Deus, o Apostolo Paulo ficou doente, Timóteo era doente (1Tm 5.23), todos estão sujeitos ao sofrimento. “O homem um dia desejou ser igual a Deus”, a desobediência o tirou do Jardim, um habitat sem doenças e sem sofrimento algum e o colocou como lavrador da terra (Gn 3.23). Desde então a raça humana convive com assassinatos, roubos, invejas, doenças, e sofrimentos e etc.. Não podemos esquecer-nos que é nesse mundo pecaminoso que vivemos, não vamos ter a sensibilidade dos hipocondríacos que são aqueles que sofrem de hipocondria – doença caracterizada por grande sensibilidade do sistema nervoso, preocupação com moléstias imaginarias, e acompanhada de tristeza habitual. (Dic. Brasileiro Globo). Esses não podem fazer um exame de sangue que acham que todas as doenças estão em seu corpo, não conseguem dormir, nem alimentar-se enquanto não tiver o resultado. Quando o resultado o vem ele duvida do medico, do laboratório, ele queria receber uma noticia ruim ao seu respeito, alguns professores vão utilizar de seu vasto conhecimento para falar de algumas epidemias, doenças que assolam a humanidade, muitos hipocondríacos ficarão tristes, por pensarem já serem portadores de algum desses males.
II – COMO AGE O HOMEM EM RELAÇÃO AO SOFRIMENTO.
Alguns homens agem desesperadamente, outros com entendimento e paciência. Moises se angustiou muitas vezes, algumas vezes se desesperou, outras vezes agiu com muita paciência, o Salmo 90, escrito por ele é um exemplo, esse grande legislador, um gigante espiritual teve seus momentos de tristezas e reclamações “a duração da nossa vida é de setenta anos”. Moises esta se referindo a uma situação no deserto, o povo tirado do Egito, quando robusto chegava aos oitenta, mas uma grande parte, mal chegava aos setenta anos, devido às murmurações, areias quentes, melancolias agudas. Às vezes tinham profundas saudades do Egito, dos deuses das comidas era um transtorno para a liderança de Moises. 
Deus mostra no livro de Jó sua soberania, ele pode permitir o que ele achar por bem, nada foge ao seu controle, embora tenha momentos que pensamos: Deus não esta nem ai para o meu problema, que engano! O Salmo 73, mostra nos que Asafe chega à seguinte conclusão: Deus não está preocupado se alguém é justo ou não, do contraio ele não permitiria essas injustiças, o ímpio prosperando enquanto o justo padece. Jesus disse: “no mundo tereis aflições” (Jo 16.33), o rei Davi nos Salmos 34.19, disse: “muitas são as aflições do justo”. Fica claro que ser evangélico, servir a Deus com sinceridade é levar sim uma vida cercada de muitas aflições, é verdade que hoje ser evangélico é um status, alguns aparece na TV, revistas de grande circulação, tem grandes amigos na mídia. Pode ser que para esses não há aflição, mas aflição não é para os “evangélicos”, é para o justo, aquele que é odiado pelo mundo, Jesus disse: “Se fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu. Mas como não sois do mundo, antes, dele vos escolhi, é por isso que o mundo vos odeia” (Jo15.19 – EC).
Como se comportar diante das aflições.
É por meio das aflições que vem o sofrimento, nem todos tem condições de superá-los, a principio Jó amaldiçoou o dia em que nasceu, preferia ter sido abortado, gostaria de não ter existido (Jó 3). Já em capítulos posteriores ele da demonstração de conhecimento melhorado, não está mais se desesperando em suas respostas, ele já entende a soberania de Deus (Jó 42.5,6). Alguns dos salmistas também apreenderam com as aflições  (Sl 119.71), alguns têm o sofrimento como terapêutico.
Existem outros que não suportam o sofrimento, agem no desespero e fica a mercê de ser destruído. O rei Davi não suportou a perseguição do rei Saul e fugiu para a terra dos Filisteus e se fez servo de Aquis (2Sm 27), ganhou uma cidade chamada Ziclague, durante um ano e quatro meses Davi mentiu um dia ele não pode mais mentir, os filisteus insurgiram contra os Israelitas, Davi foi pelos filisteus e foi reconhecido por um soldado (2Sm 29.5), perdeu tudo e quase é apedrejado por seus homens (2Sm 30.1-7). Não adianta fugir dos problemas, mudar de igreja, de cidade, de bairro nem sempre é a solução. Os grandes homens de Deus passaram por momentos de tribulações e sofrimentos excessivos (2Co 1. 8,9) eles não mudaram a rota, continuaram firmes como quem fossem imbatíveis, João Bunyan, conhecido como o sonhador imortal, passou mais de doze anos na prisão de Bedford, foi nesse período que ele escreveu o livro de maior circulação no mundo depois da Bíblia, “O Peregrino”, lido em mais de cento e quarenta línguas (Os heróis da fé – pg 41 a 49 – CPAD – Orlando Boyer). Para encerrarmos esse parágrafo as palavras poéticas da Missionária Frida Vingren: “É feliz quem segue fielmente, Nos caminhos santos do Senhor, Na tribulação é paciente, Esperando no seu Salvador... Quem quiser de Deus ter a coroa, Passara por mais tribulação;... Quem no coração for mais ferido, Mais daquela gloria há de ter... Os mais belos hinos e poesias Foram escritos em tribulação, E do céu as lindas melodias se ouviram na escuridão... Aleluia seja a divisa do Herói e todo vencedor;... (hino 126 – HC)
III – O SOCORRO E O REFUGIO DE DEUS
“Mas, Salvador, quão fraquinho nós somos, Como podemos deixar de cair, Se por ti mesmo guardado não formos? Quem até a morte Te pode seguir.” (HC 50-H.M.W)
Já imaginou viver em meio a tantas lutas, enfermidades e dificuldades de modo geral, seja ela terapêutica, pois precisamos aprender, seja um castigo por termos procurado com nossa curiosidade ou um vírus algo que é comum e pode atingir a qualquer um dos homens. É impossível sair dos amarfanhados sem a ajuda de Deus, Israel é quem diga (Sl 124). O Salmo 69, antes de ser Messiânico, trata-se de um momento que Davi esta passando, aqueles quando a garganta seca, as palavras desaparecem, as lagrimas não existem, os amigos desaparecem, os familiares somem, todos falam mal de nós, nos tornamos incompreensíveis, nossa vida vira uma amálgama. Pois o salmo citado trata de um momento triste da vida de Davi, quantas vezes passamos por momentos assim também, o desprezo a incompreensão dos amigos, dos irmãos na igreja e às vezes dos pais, o que fazer? No Salmo 121, temos uma resposta e é a única “O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (v 2). Buscar socorro nos homens eles nada pode fazer, e quantas vezes agimos assim, deixamos Deus por ultimo, buscamos socorro nos médicos (foram deixados por Deus, devemos consultá-los antes de tomarmos qualquer tipo de remédio), amigos da escola, da igreja, alguns desastres têm acontecido por tais procedimentos, principalmente na adolescência. Seja qual for à situação não se esqueça de buscar ajuda divina, mesmo que sua oração seja curta, pode ser que as palavras fujam, mas no livro Um Salmo em seu Coração de George O. Wood, no prelúdio do salmo 69 está escrito o seguinte: “Um determinado senhor passava pelo quarto de sua neta quando a viu ajoelhada ao lado da cama, reverentemente citando o alfabeto.
- Mas o que você esta fazendo? – perguntou ele.
- Estou fazendo as minhas orações – respondeu a garotinha.
- É que esta noite não estou conseguindo pensar nas palavras certas. Então apenas recito todas as letras para Deus colocá-las em ordem para mim, pois ele sabe o que estou pensando”.
Também ouvi falar de um irmão que fazia a mesma oração todos os dias “Senhor abençoe meu pai, minha mãe, meus irmãos e eu. Amem.” Logo ele teve uma “brilhante” idéia pendurou um bilhete na parede de seu quarto com os dizeres e ao deitar ele mostrava para Deus o bilhete e já deitado dizia: “Senhor não se esqueça do bilhetinho na parede”. Infelizmente há muitos que estão em dificuldades e nem se quer tem esse bilhete, que todos os jovens possam tomar a atitude da garota, mesmo não conseguindo juntar as palavras às citava reverentemente. Que Deus nos ajude!  
Conclusão:
Como nossa lição é poética, falando em dor, permita-me mais uma vez citar partes de mais um hino da Harpa Cristã. “Amor que por amor desceste! Amor, que por amor morreste! Ah! Quanta dor não padeceste, Meu coração para conquistar, E meu amor ganhar!
Amor, que com amor seguias! A mim, que sem amor tu vias! Oh! Quanto amor por mim sentias, Meu Salvador, meu bom Jesus, Sofrendo Sobre a cruz!......(Hino 27)
Obras consultadas:
- Um Salmo em seu Coração – George O. Wood – CPAD
- Heróis da Fé – Orlando Boyer – CPAD
- Dicionário O Globo
Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues

PRÉ-ADOLESCENTES - Lição 3: Eles e Elas


1º Trim. 2012 - PRÉ-ADOLESCENTES - Lição 3: Eles e Elas
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRÉ-ADOLESCENTES CPAD
1º TRIMESTRE DE 2012
Tema: Conhecendo a si mesmo e os outros
Comentarista: Ângela Sueli Silva da Costa
LIÇÃO 3 - ELES E ELAS
Texto Biblico  Gn 1:26-28 ;  Sl  119:72-74
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
Melhor é para mim a lei da tua boca do que inúmeras riquezas em ouro ou prata.
As tuas mãos me fizeram e me afeiçoaram; dá-me inteligência para que aprenda os teus mandamentos.
Os que te temem alegraram-se quando me viram, porque tenho esperado na tua palavra.
O texto acima mencionado no livro do Genesis nos mostra as primeiras palavras em relação ao surgimento, ou melhor, da criação do ser humano. Embora não seja o nosso assunto especificamente, o texto mostra muitas lições importantes, não somente a revelação de que Deus é o criador, mas também as características que a sua criatura possuiria.
Essas características são exatamente a imagem de Deus presente no ser humano, a Palavra diz: Façamos conforme a nossa imagem e semelhança. Isto não significa que Deus é como o homem na sua aparência, pois Ele é espírito; quando a Bíblia fala de imagem e semelhança esta se referindo ao caráter, a posição espiritual que o homem possuía no jardim do Éden; um estado perfeito, uma natureza divina, comunhão perfeita com seu Criador.
É interessante notar que após a queda, quando Adão foi expulso do paraíso, a Bíblia nos diz que ele gerou um filho, mas por causa do pecado esse filho não possuía mais a imagem e semelhança de Deus.
E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e chamou o seu nome Sete. (Gn 5.3)
Note que houve uma mudança, Adão foi gerado conforme a imagem e semelhança de Deus, mas adão após sua queda gerou um filho, mas este herdou a natureza pecaminosa, por isso, o versículo afirma: E gerou um filho a Sua semelhança, conforme a Sua imagem.
Esta imagem já estava destituída da gloria de Deus.
Já no texto dos Salmos, o Senhor é exaltado como o Deus Criador, o que deu vida ao ser humano, o salmista reconhece a grandeza de Deus e o cuidado de Deus pela sua criação,  pois concede meios para que vivamos bem, contanto que tememos seu nome, confiando  em seu cuidado.
Introdução
Nas lições anteriores estudamos as primeiras noções acerca dessa fase tão difícil de ser superada, pelos adolescentes, a puberdade.
Fase esta que as vezes causa um descontrole emocional tal que acabam por serem tachados de “aborrecentes”.
Mas além dessas características problemáticas da puberdade, ainda se acentua ao verificarmos as diferenças entre os meninos e as meninas.
É certo que todo pré-adolescentes tem consciência de que esse período crucial um dia chegará, mas as diferenças de sexo, acrescentam  e acentuam essa fase.
Nossa lição de hoje é a respeito dessas diferenças, eles e elas: macho e fêmea.
I-Suas duvidas
Embora seja uma época bem complicada, a adolescência é necessária, é um processo natural a qual todos passam, foi assim também com Jesus, a Bíblia menciona que Ele crescia em estatura e em sabedoria:
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens. (Lc 2:52)
E cada vez mais cedo as crianças tem passado por esse processo,  por essa razão que se passou a considerar a Pré-adolescencia
A partir dos 10 anos de idade, intensas mudanças físicas e psicológicas começam a surgir. Nesse período da vida as crianças passam a ter mais responsabilidades (deveres), ao mesmo tempo em que passam a querer e exigir mais respeito de outras pessoas - particularmente dos adultos. A criança nesta faixa etária passa a compreender mais a sociedade, ordens sociais e grupos, o que torna esta faixa etária uma área instável de desenvolvimento psicológico.
A pré-adolescência é marcada pelo início das intensas transformações físicas que transformam a criança em um adulto; é o início da puberdade, marcada principalmente pelo aumento do ritmo de crescimento corporal e pelo amadurecimento dos órgãos sexuais.
Assim sendo a adolescênciaé uma das etapas do desenvolvimento humano caracterizada por alterações físicas, psíquicas e sociais, sendo que estas duas últimas recebem interpretações e significados diferentes dependendo da época e da cultura na qual está inserida.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, adolescente é o indivíduo que se encontra entre os dez e vinte anos de idade. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece outra faixa etária: dos onze aos dezoito anos. Daniel Sampaio define adolescência como sendo uma etapa do desenvolvimento, que ocorre desde a puberdade à idade adulta, ou seja, desde a altura em que as alterações psicobiológicas iniciam a maturaçãosexual até à idade em que um sistema de valores e crenças se enquadra numa identidade estabelecida.
Muitas culturas reconhecem pessoas como “tornando-se adultas” em variadas idades. Por exemplo, como já haviamos falado; a tradição judaica considera como adultos (membros da sociedade) os homens aos 13 e as mulheres aos 12 anos de idade, sendo a cerimônia de transição chamada Bat Mitzvah para as garotas e Bar Mitzvah para os rapazes.
A legislação de cada país prevê sua idade formal de maioridade, quando adolescentes passam a ser tratados como adultos.
Os aspectos físicos da adolescência (crescimento, maturação sexual) são os componentes da puberdade, vivenciados de forma semelhante por todos os indivíduos. Quanto às dimensões psicológica e social, estas são vivenciadas de maneira diferente em cada sociedade, em cada geração e em cadafamília, sendo singulares até mesmo para cada indivíduo. É neste contexto de alteração do próprio corpo e também de uma maturação ao nível dointelecto (operações formais e abstractas), que o adolescente procura entender quem é e qual o seu papel na sociedade em que vive: interessa-se por problemas de ordem moral e ética e, por vezes, adopta ideologias.
Atualmente, o conceito mais aceito é o de que não existe adolescência, e sim adolescências em função do político, do social, do momento e do contexto em que está inserido o adolescente. A adolescência guarda ainda especificidades em termos de gênero, classe e etnia.
II- As diferenças
As ciências humanas tem consumido décadas em debates e estudos acerca das diferenças de gênero, pois havia uma dúvida. Um segmento de estudiosos achava que as crianças não nasciam com diferenças cerebrais ou comportamentais perceptíveis.
Na opinião deles, tal distinção se manifestaria apenas em decorrência das atitudes dos pais durante o processo de criação dos filhos. O debate não acabou, pois há grande divergência sobre o peso do DNA na determinação do "destino" comportamental da criança.
Os estudos, no entanto, concordam em que a carga genética produz diferenças menores do que a carga cultural exercida pela criação.
O que é notório é que existem diferenças entre meninos e meninas na adolescência:
·         Meninos apresentam níveis mais elevados de testosterona, o que estimula neles um comportamento mais agressivo que o das meninas;
·         Desde o início, meninas controlam suas emoções mais que meninos. Eles choram mais quando estão tristes, enquanto elas dão preferência a chupar o dedo;
·         Durante as conversas, as filhas ficam mais tempo olhando para os pais do que os meninos. Aos 4 meses, elas reconhecem mais rostos que eles;
·         Meninas estão mais preparadas para construir relacionamentos e interpretar suas emoções;
·         Meninos comunicam-se por palavras em 60% do tempo. Os 40% restantes são completados por barulhos feitos com a boca, reproduzindo ruídos de socos, carros, motos, aviões. Meninas praticamente só usam palavras e raramente imitam motores.
As crianças de ambos os sexos crescem em altura por igual até os nove - dez anos de idade, quando o início da puberdade nas meninas faz com que elas se tornem, na média, mais altas do que os meninos, até os doze anos de idade, quando a puberdade tem início nos meninos, com a altura e o peso médio dos meninos superando os das meninas.
A puberdade para as meninas chega entre o 10º e o 12º ano de vida, onde os primeiros pelos pubianos e nas axilas aparecem, vem a primeira menstruação, os seios começam a crescer.
Neste período, as meninas passam, em média, a ser mais altas e mais pesadas que os meninos, onde a puberdade ainda não começou.
A maturação dos órgãos sexuais inicia-se geralmente depois, no 11º ao 14º ano de vida. Somente mais tarde, no 12º ao 14º anos de vida, a puberdade começa para os meninos, começo de um alto crescimento físico (em altura, peso e força muscular), crescimento de pelos pubianos e nas axilas e engrossamento do timbre de voz. Com o pico do crescimento físico da maioria das meninas já havendo terminado, os meninos passam à frente das meninas, definitivamente, em peso, altura e força muscular. A maturação dos órgãos sexuais dá-se geralmente depois, no 14º ao 15º ano de vida.
III- Consulte o manual
Por diversas vezes temos mencionado o fato que a adolescência a algo totalmente normal, para tanto estamos usando o próprio Senhor Jesus como exemplo, foi Ele também foi um adolescente. Um texto que reforça isso esta em Hebreus:
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. (Hb 4:15)
O texto indica que o Senhor Jesus passou por todas as situações e processos humanos que temos passado, Ele tem consciência disto, não somente por ser Deus, na sua Onisciência, mas porque viveu esta realidade, o texto diz: “como nós, em tudo foi tentado”
- Jesus, ao Se humanizar, submeteu-Se a todas as fases do desenvolvimento humano. Ao contrário de Adão, que não teve infância, que já foi criado adulto, Jesus, segundo a promessa de Deus, deveria ser “nascido de mulher”, ser a “semente da mulher” e, portanto, haveria de passar por todas as fases de desenvolvimento humano que os descendentes de Eva, “mãe de todos os viventes” se submeteriam, entre os quais a própria concepção (Gn. 3:16).
- Por ter sido criança e adolescente, Jesus pode atender e interceder, com pleno conhecimento de causa, tanto as crianças quanto os adolescentes. Isto é de capital importância sabermos num mundo que tem se notabilizado pelo desvirtuamento cada vez mais precoce das crianças e adolescentes. Como disse o já mencionado hino de Lutero, “criança Tu foste nascida em Belém, por isso às crianças atendes também”, o que pode, também, ser estendido aos adolescentes. Nos dias em que vivemos, não podemos nos esquecer de que Jesus tem a mensagem apropriada e adequada para crianças e adolescentes e que tal mensagem se encontra na Bíblia Sagrada. Por isso, sem dispensar, obviamente, a tecnologia e os métodos apresentados pela psicopedagogia, não podemos deixar de reservar o primeiro lugar à Palavra de Deus, aquela que testifica de Jesus (Jo.5:39), na evangelização das crianças e adolescentes, pois Jesus foi criança e adolescente e tem, portanto, a mensagem adequada para a salvação destas duas faixas etárias.
- É com imensa preocupação que temos tomado conhecimento de certas estatísticas que indicam que o Brasil é o único país em que o analfabetismo funcional (i.e., a incapacidade de compreender o que se lê e se escreve) aumenta entre as crianças e adolescentes, filhos dos que se dizem “evangélicos”. Recentes pesquisas mostram que isto se deve ao fato de que a Bíblia tem sido deixada de lado nas escolas bíblicas dominicais, sendo substituída por métodos audiovisuais. Não somos contra o uso destes métodos, mas não podemos tirar as Bíblias das mãos das crianças e dos adolescentes. Sem a Bíblia, eles serão destruídos (Os. 4:6), por não terem conhecimento de Jesus (Mt 22:29; Mc. 12:24), o único que, por ter sido criança e adolescente, pode bem compreendê-los e ensiná-los a vencer o mundo, como o fez (Jo. 16:33). Acordemos, irmãos, e voltemos às Escrituras! (Is.8:20).
(Texto extraído da Lição 04 de Adultos – a Infância de Jesus, do Ir. Caramuru)
Conclusão
Portanto assim como algo novo que compramos tem um “manual” de uso, que a Bíblia seja o manual de todo adolescente, afim de que quando passar por esse processo de amadurecimento, saia um adulto formado segundo os padrões bíblicos.
Existe um excelente estudo do Ir. Dr. Caramuru acerca do Espírito Santo, a qual é simbolizado pela “pomba”, há um tópico que menciona que as pombas passam 18 dias de incubação para terem seus filhotes; fazendo um paralelo com a vida de Jesus, temos que Ele também levou dezoitos anos de preparação (incubação) para iniciar seu ministério. Ele foi apresentado no templo com 12 anos e aproximadamente aos trinta iniciou a pregação das boas novas, ou seja, 18 anos depois.
Não que Ele tenha de se preparar, mas o período de 18 anos, foi de espera ate chegar o tempo certo, neste período ocorreu à adolescência de Jesus, mas já aos 12 anos, tinha a consciência da obra que realizaria, Jesus não foi um adolescente desequilibrado emocionalmente, mas responsável e obediente aos pais e a Deus.
É certo que não havia pecado na vida do Senhor, mas a sua vida é um exemplo de que mesmo na adolescência podemos ser responsáveis. Por essa razão Salomão escreveu: que a adolescência e juventude eram vaidades.
Que Deus os abençoe.
Colaboração para o Portal Escola Dominical- Prof. Jair César S. Oliveira

ADOLESCENTES - Lição 3: Evite as Más Companhias


1º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 3: Evite as Más Companhias
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
1º Trimestre 2012
Tema: Conselhos para o dia-a-dia
Comentarista: Jamiel Lopes
LIÇÃO 3 – EVITE AS MÁS COMPANHIAS
Ao Mestre
Amado (a) na adolescência tudo muda rapidamente. Esta é uma fase do crescimento repleta de descobertas, mas por vezes confusa, com dúvidas e ansiedades. Sentimentos, emoções, atitudes e valores andam num turbilhão. Mudam as relações com a família e com os colegas, procura-se uma maior autonomia e aumentam as responsabilidades.
Paralelamente a todas as mudanças físicas que decorrem do crescimento, os adolescentes passam por alterações emocionais por vezes difíceis de gerir em ambiente familiar.
Emergem novas atitudes face à escola, aos novos grupos de amigos, à sexualidade, ao modo como experiência o próprio corpo. Contestam-se valores até aí instituídos que podem gerar desentendimento entre pais e filhos. 
É imprescindível que o professor (a) de EBD, ensine e oriente seus alunos, mas para que isso ocorra, há somente um meio: o poder transformador da Palavra de Deus. Não através de passeios, dinâmicas, brincadeiras (ainda que faça parte), mas da Palavra de Deus aplicada, de forma clara e objetiva, se assim você se dispor, e orar apre4sentando sua aula e a cada aluno individualmente – o Espírito Santo operará transformando suas vidas, regenerando-os, e verdadeiramente serão “pequenos cristos”, terão vida santificadas, e serão instrumentos nas Mãos do SENHOR.
O professor (a) irá conseguir bem mais se sua mente fulgura a verdade, e se diligentemente levar seus alunos a uma clara compreensão da mesma verdade, se assim fizer não lhe faltará a inspiração e a unção do Espírito Santo para tão árdua e maravilhosa missão – o ensino.
Deus vos abençoe grandemente.
Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Reconheceros perigos das más companhias, esaber evitá-las.
Para refletir
“Quem anda com os sábios será sábio, mas quem anda com os tolos acabará mal.”(Pv. 13:20 – NTLH).
Há um ditado popular que diz “Uma maçã podre estraga todo o cesto” – e é verdade.
Quando andamos com más companhias, logo a nodoa da má reputação delas nos apegará, e todos os que nos vêem, já pensam que somos iguais.
E da mesma forma quando andamos com os mestres, os sábios – as pessoas nos verão como pessoa sensata, educada e sábia.
Pense nisso: “Associar-se com o tolo e insensato (sem juízo), é destruir-se a si mesmo”.
Texto Bíblico em estudo: Pv. 1:10-16; 4:14-27.
Introdução
Na maioria das vezes quando precisamos de um conselho procuramos alguém para falar. Mas quem será essa pessoa? Será que é amigo? Será que irá falar para o nosso bem?
E, nós? O que realmente queremos, uma palavra franca ou somente uma que nos agrade?
O verdadeiro amigo não tem medo de nos dizer a verdade, e sempre irá querer o nosso bem, mesmo quando em momentos que não o entendemos.
Influencias Boas ou Más
Todos nós precisamos de amigos que estejam por perto para escuta-nos, preocupar-se, oferecer ajuda quando necessário. Alguém que está compartilhando de nossos bons e maus momentos, com certeza é melhor ter um amigo assim do que dúzias de conhecidos – o amigo que assim procede nos é mais chegado do que um irmão.
A maior parte dos adolescentes procura o apoio de um grupo de amigos porque este lhe dá segurança. Fazer parte de um grupo cujos elementos se assemelham pelos comportamentos, roupas ou atitudes facilita uma estabilidade e um sentimento de pertença, o que se torna essencial durante estes anos de mudança permanente. No grupo de amigos o adolescente sente-se compreendido. É aqui que pode conversar sobre a sua música, os seus jogos, o que gosta de usar, as suas dificuldades na escola, com os pais e nas relações que estabelece.
Esta identificação com um grupo de amigos dá ao adolescente a oportunidade de desenvolver relações interpessoais equilibradas e conquistar maior autonomia.
Amizade é um sentimento de quem é amigo; é afeição recíproca que liga duas pessoas; é simpatia; é estima; édedicação; é benevolência (benevolência possui quem é bondoso, bem intencionado, favorável).
Isso descreve o que é uma Amizade. Vê como deve ser um amigo? – dedicado, bondoso, bem intencionado, ou seja, alguém que quer o seu bem. Se você tem um (a) “amigo (a)” que não é assim ... cuidado, não é amigo (a).
Um amigo de verdade, não te apóia quando você vai fazer algo que irá te prejudicar – ele (a) irá te dizer para não fazer. Já aquele que te incentiva para cometer um erro – não gosta de você, pois, não é bem intencionado, não quer o seu bem – logo não é seu amigo (a).
Sutilezas do mal
As más companhias é uma dessas sutilezas. Isso ocorre quando procuramos integrar-nosà pessoas de índole e comportamento mau.
O apóstolo Paulo nos faz uma advertência:
“Não vos enganeis: as más conversações (más companhias)  corrompem os bons costumes” . (1Co 15.33).
Conversações no original quer dizer, associação, amizades e quando “certas amizades” corrompem os bons costumes, quer dizer que o relaxamento moral resulta em perdermos nossa educação, nossa formação, causando deficiências em nosso comportamento moral e doutrinário.
Professor (a) ensine de forma a levar seus alunos compreenderem que as más companhias influenciam sua conduta em direção ao mal, que eles não deixem que esse tipo de pessoa o afaste de Cristo, e o façam entristecer seus pais, pois, nossos pais são nossos melhores amigos aqui da terra. Não devemos entristecê-los por causa de más companhias.
Há vários exemplos de más companhias: os viciados, os homossexuais, as lésbicas, os agressivos, os imorais, etc., use como exemplo de pessoas com quem eles devem evitar apegar-se.
Enfatizando a eles que, algumas amizades podem nos fazer sentir vontade de fazer coisas que desagradam a Deus, e às vezes, fazemos porque queremos conservar essas amizades. E que não devem jamais agir assim, pois, isso sempre trará tristezas aos seus pais e sofrimento a eles mesmos. Conversas de sentido malicioso aparentemente inocente são nocivas e muitas vezes destroem nossa comunhão com Deus. Devemos ser firme e preservar-se naquilo em que a Palavra de Deus nos ensina.
Não podemos nos enganar e achar que somos fortes o suficiente para não nos contaminarmos, pois se fosse assim a Palavra não nos alertaria sobre essa questão. O melhor a fazer é realmente vigiar. E não deixar-nos corromper em nossa fé e consequentemente em nossa conduta cristã, pois o resultado será muito triste.
Conclusão
Existe uma grande diferença entre conhecer alguém, e ter um verdadeiro amigo. A maior evidência da verdadeira amizade é a lealdade e a benevolência. O verdadeiro “ amigo que é mais chegado que um irmão” é aquele que em todo o tempo é o mesmo com você, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, mesmo quando a comunicação fica difícil ele (a) não te esquece.
Mas lembre-se o verdadeiro amigo quer o seu bem, jamais te aconselhará ou te induzirá a praticar coisas erradas e as escondidas. Tome cuidado!
Os cristãos precisam aprendem a disciplinar os comportamento externos e os sentimentos internos para se tornarem santos. Devemos relacionar-nos, porém, lembrando que som os “sal”, e com o sal da terra, tem os de “conservar” os bons hábitos, a fé, a m oral.
Nossos pensamentos, palavras e ações, devem ser agradáveis à Deus, e com o “sal”, devem os influenciar e não sermos influenciados. Lembrando que Noemi não se influenciou pela idolatria que Rute conhecia, mas levou sua nora a conhecer o Deus Vivo – façamos também assim.
A vida cristã envolve um compromisso genuíno e pessoal de obedecer a Palavra de Deus, e isso em toda e qualquer circunstancia.
As amizades devem ser pautadas pela Palavra de Deus, a própria Bíblia nos adverte:
“ Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Am 3.3 – ARC)
O próprio título de nossa lição diz: DIZ-ME COM QUEM ANDAS... e direi quem tu és.
Se você anda com quem age errado, é porque concorda com os atos dele.
“ ...que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que com unhão tem a luz com as trevas?” (2 Co 6.14 – ARC)
Nosso comportamento deve ser de tal forma que, nossas vidas possam efetuar mudanças nas outras pessoas. E como mencionado acima: “E m vez de somente desejarmos ter um bom amigo, tornemos-nos um bom amigo”. Vivemos, pois de forma que possamos agradar o Senhor, que nos salvou. Amém.
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local