SEJÁ VOCÊ TAMBÉM UM SEGUIDOR

Marcadores

Aborto (11) ACONSELHAMENTO PRÉ-MATRIMÓNIAL (5) Adolecentes Cristão (2) ADPB (1) ADULTÉRIO (2) Agradecimento (1) Aniversario (10) Apologética Cristã (10) Arqueologia (1) As Inquisições (1) Assembleia de Deus (5) Barack Obama (2) Batismos (29) Bíblia (3) Brasil (48) Casamento (25) CGADB (19) Ciência (6) Círculo de Oração (5) CLASSE BERÇÁRIO (26) CLASSE DOS DISCIPULANDOS (55) CLASSE JOVENS E ADULTOS CENTRAL GOSPEL (71) CLASSE JOVENS E ADULTOS BETEL (146) CLASSE MATERNAL (103) Congresso (49) CPAD (6) Cruzada (3) Curiosidades (3) Cursos (3) Departamento Infantil (5) Depressão (2) Desaparecido (4) DESENHOS BIBLICOS (1) Desfiles (3) Dia do Pastor (4) Discipulado (64) Divórcio (4) EBD (20) EBO (21) Escatologia (2) Estudantes (2) Estudos (505) Eventos (118) FALECIMENTO (5) Família (16) Filmes (18) Galeria de Fotos (12) Gospel (284) Gratidão a Deus (1) Hinos Antigos (3) História (4) Homenagens (3) Homilética (4) Homoxesualismo (3) Ideologia de Gênero (12) Idolatria (3) Inquisição (2) Islamismo (9) Israel (18) JARDIM DA INFANCIA (7) LIção de Vida (2) Louvor (1) Luto (42) Maçonaria (3) Mães (3) Mensagens (56) Ministério (34) Missões (147) MODISMOS (2) Mundo (608) Mundo Cristão (178) MUSICAS EVANGÉLICAS (3) Namoro Cristão (8) Noivados (1) Notícias (3155) Obreiros (9) ONU (4) Oração (1) Pneumatologia (1) política (121) Psicopedagogia (3) Pureza sexual (8) Realidade Social (17) Reforma Protestante (4) RELIGIÕES (3) Retiro (4) REVISTA BETEL JOVENS (1) Revista Central Gospel (1) REVISTA CLASSE PRIMARIOS (229) REVISTA CLASSE DOS PRE-ADOLESCENTES (267) REVISTA CLASSE DOS ADOLESCENTES (280) REVISTA CLASSE JARDIM DA INFANCIA (111) REVISTA CLASSE JARDIM DA INFÂNCIA (110) REVISTA CLASSE JUNIORES (242) REVISTA DA CLASSE JOVENS CPAD. (185) REVISTA DA CLASSE JOVENS. (319) REVISTA DA CLASSE ADULTOS (872) REVISTA DA CLASSE JOVENS E ADULTOS (389) REVISTA DA CLASSE JUVENIS (262) Revista Maternal (63) Santa Ceia (3) Saúde (45) Seminário (4) Sexualidade (7) Subsídios (1507) Subsídios EBD (1900) Subsídios EBD Videos (592) Templos (3) Teologia (5) Testemunho (1) TRANSGÊNEROS (2) Utilidade publica (1) UTILIDADE PÚBLICA (2) Vida de Adolecente (5) videos (106) Virgilha (1)

15 março 2012

LIÇÃO 12, O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE



 
 
TEXTO ÁUREO
[...] o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará” (2 Co 9.6).
 
 
VERDADE PRÁTICA
O principal propósito da verdadeira prosperidade é atender as urgências do Reino de DEUS no mundo.
 
 
LEITURA DIÁRIA 
Segunda - Sl 8.1 A verdadeira prosperidade centraliza-se em DEUS
Terça - 2 Co 6.1-10 A verdadeira prosperidade e os despenseiros
Quarta - Mt 6.11 A verdadeira prosperidade e o cuidado divino
Quinta - Tg 2.14-17 A verdadeira prosperidade e a ajuda ao próximo
Sexta - Mt 6.10 A verdadeira prosperidade e o Reino de DEUS
Sábado - Fp 4.15,16 A verdadeira prosperidade e a contribuição
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Romanos 10.8-14.
8 - Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, 9 - a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor JESUS e, em teu coração, creres que DEUS o ressuscitou dos mortos, serás salvo. 10 - Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. 11 - Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. 12 - Porquanto não há diferença entre judeu e grego, porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. 13 - Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. 14 - Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, não há quem pregue?
 
Palavra Chave - Propósito: “Aquilo a que alguém se propôs ou por que se decidiu; decisão, determinação, resolução”.
 
I. A PROSPERIDADE NÃO É UM FIM EM SI MESMA
1. DEUS, a fonte de todo bem. 
2. Despenseiros de DEUS. 
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao02-dns-vencendoaansiedade.htm
 
ASPECTOS DA PROVIDÊNCIA DIVINA. Há, pelo menos, três aspectos da providência divina.
(1) Preservação. Deus, pelo seu poder, preserva o mundo que Ele criou. A confissão de Davi fica clara: “A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; SENHOR, tu conservas os homens e os animais” (Sl 36.6). O poder preservador de Deus manifesta-se através do seu filho Jesus
Cristo, conforme Paulo declara em Cl 1.17: Cristo “é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele”. Pelo poder de Cristo, até mesmo as minúsculas partículas de vida mantêm-se coesas.
(2) Provisão. Deus não somente preserva o mundo que Ele criou, como também provê as necessidades das suas criaturas. Quando Deus criou o mundo, criou também as estações (1.14) e proveu alimento aos seres humanos e aos animais (1.29,30). Depois de o Dilúvio destruir a terra, Deus renovou a promessa da provisão, com estas palavras: “Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão” (8.22). Vários dos salmos dão testemunho da bondade de Deus em suprir do necessário a todas as suas criaturas (e.g., Sl 104; 145). O mesmo Deus revelou a Jó seu poder de criar e de sustentar (Jó 38—41), e Jesus asseverou em termos bem claros que Deus cuida das aves do céu e dos lírios do campo (Mt 6.26-30; 10.29). Seu cuidado abrange, não somente as necessidades físicas da humanidade, como também as espirituais (Jo 3.16,17). A Bíblia revela que Deus manifesta um amor e cuidado especiais pelo seu próprio povo, tendo cada um dos seus em alta estima (e.g., Sl 91; ver Mt 10.31). Paulo escreve de modo inequívoco aos crentes de Filipos: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” (ver Fp 4.19). De conformidade com o apóstolo João, Deus quer que seu povo tenha saúde, e que tudo lhe vá bem (ver 3Jo 2).
(3) Governo. Deus, além de preservar sua criação e prover-lhe o necessário, também governa o mundo. Deus, como Soberano que é, dirige, os eventos da história, que acontecem segundo sua vontade permissiva e seu cuidado. Em certas ocasiões, Ele intervém diretamente segundo o seu propósito redentor. Mesmo assim, até Deus consumar a história, Ele tem limitado seu poder e governo supremo neste mundo. As Escrituras declaram que Satanás é “o deus deste século” [mundo] (2Co 4.4) e exerce acentuado controle sobre a presente era maligna (ver 1Jo 5.19; Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Noutras palavras, o mundo, hoje, não está submisso ao poder regente de Deus, mas, em rebelião contra Ele e escravizado por Satanás. Note, porém, que essa auto-limitação da parte de Deus é apenas temporária; na ocasião que Ele já determinou na sua sabedoria, Ele aniquilará Satanás e todas as hostes do mal (Ap 19—20). O crente não está sujeito a Satanás, mas sofre por causa de suas ações destrutivas naqueles que o cercam.
A PROVIDÊNCIA DIVINA E O SOFRIMENTO HUMANO.
A revelação bíblica demonstra que a providência de Deus não é uma doutrina abstrata, mas que diz respeito à vida diária num mundo mau e decaído.
(1) Toda pessoa experimenta o sofrimento em certas ocasiões da vida e daí surge a inevitável pergunta “Por quê?” (cf. Jó 7.17-21; Sl 10.1; 22.1; 74.11,12; Jr 14.8,9,19). Essas experiências alvitram o problema do mal e do seu lugar nos assuntos de Deus.
(2) Deus permite que os seres humanos experimentem as conseqüências do pecado que penetrou no mundo através da queda de Adão e Eva.
(3) Não somente sofremos as conseqüências dos pecados dos outros, como também sofremos as conseqüências dos nossos próprios atos pecaminosos. 
(4) O sofrimento também ocorre no mundo porque Satanás, o deus deste mundo, tem permissão para executar a sua obra de cegar as mentes dos incrédulos e de controlar as suas vidas (2Co 4.4; Ef 2.1-3).

O RELACIONAMENTO DO CRENTE COM A PROVIDÊNCIA DIVINA. O crente para usufruir os cuidados providenciais de Deus em sua vida, tem responsabilidades a cumprir, conforme a Bíblia revela.
(1) Ele deve obedecer a Deus e à sua vontade revelada. 
(2) Na sua providência, Deus dirige os assuntos da igreja e de cada um de nós como seus servos. 
(3) Devemos amar a Deus e submeter-nos a Ele pela fé em Cristo, se quisermos que Ele opere para o nosso bem em todas as coisas (ver Rm 8.28).
 
Nosso maior anseio deve ser a presença de DEUS e a busca de seu Reino (5142.1; 130.6). Nós temos um amigo e ajudador muito íntimo, o ESPÍRITO SANTO, fale com Ele, ouça sua meiga voz. TENHA FÉ EM DEUS, nós somos mais importantes para DEUS do que os pássaros, as flores e os ímpios, DEUS nos ama. CREIA NISSO PELO AMOR DE DEUS!!!
 
 
II. A PROSPERIDADE E O SUSTENTO PESSOAL
1. As carências humanas. 
2. O cuidado divino. 
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-familia-aansiedadepelascoisastemporais.htm
 
Mateus 6.25 NÃO ANDEIS CUIDADOSOS. Jesus não está dizendo que é errado o cristão tomar providências para suprir suas futuras necessidades materiais (cf. 2 Co 12.14; 1 Tm 5.8). O que Ele realmente reprova aqui é a ansiedade ou a preocupação angustiosa da pessoa, revelando sua falta de fé no cuidado e no amor paternais de Deus (Ez 34.12; 1 Pe 5.7).
6.30 SE DEUS ASSIM VESTE A ERVA. As palavras deste versículo contêm a promessa de Deus a todos os seus filhos nesta era de aflições e incertezas. Deus prometeu tomar as providências para nosso alimento, vestuário e demais necessidades. Não precisamos preocupar-nos nesse sentido, mas fazer a nossa parte, viver para Deus e deixá-lo reinar em nossa vida (v. 33), certos de que assumirá a plena responsabilidade por uma vida totalmente entregue a Ele (1 Pe 5.7; Fp 4.6)
Mateus 6.33 BUSCAI PRIMEIRO O REINO DE DEUS E A SUA JUSTIÇA. Aqueles que seguem a Cristo são conclamados a buscar acima de tudo o mais, o reino de Deus e a sua justiça. O verbo buscar subentende estar continuamente ocupado na busca de alguma coisa, ou fazendo um esforço vigoroso e diligente para obter algo (cf. 13.45). Cristo menciona dois objetos da nossa busca:
(1) O Reino de Deus devemos buscar diligentemente a demonstração da soberania e do poder de Deus em nossa vida e em nossas reuniões. Devemos orar para que o reino de Deus se manifeste no grandioso poder do Espírito Santo para salvar pecadores, para destruir a influência demoníaca, para curar os enfermos e para engrandecer o nome do Senhor Jesus.
(2) Sua justiça com a ajuda do Espírito Santo, devemos procurar obedecer aos mandamentos de Cristo, ter a sua justiça, permanecer separados do mundo e demonstrar o seu amor para com todos (cf. Fp 2.12,13)
 
“Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína” (1 Tm 6.9).
 A Bíblia identifica a busca insaciável e avarenta pelas riquezas como idolatria, a qual é demoníaca (cf. 1Co 10.19,20; Cl 3.5). Por causa da influência demoníaca associada à riqueza, a ambição por ela e a sua busca freqüentemente escravizam as pessoas (cf. Mt 6.24).
 
1 Tm 6.10 As conseqüências do amor ao dinheiro
10 Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
 
A ambição e a cobiça, por serem formas de auto-adoração, afastam o homem de Deus e dos seus valores, comprometendo a estabilidade da família.
As riquezas são, na perspectiva de Jesus, um obstáculo, tanto à salvação como ao discipulado (Mt 19.24; 13.22). Transmitem um falso senso de segurança (12.15ss.), enganam (Mt 13.22) e exigem total lealdade do coração (Mt 6.21). Quase sempre os ricos vivem como quem não precisa de Deus. Na sua luta para acumular riquezas, os ricos sufocam sua vida espiritual (8.14), caem em tentação e sucumbem aos desejos nocivos (1Tm 6.9), e daí abandonam a fé (1Tm 6.10). Geralmente os ricos exploram os pobres (Tg 2.5,6). O cristão não deve, pois, ter a ambição de ficar rico (1Tm 6.9-11).
 
Amor pelo dinheiro. A Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10). 
1 Tm 6.9 Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.NÃO É O DINHEIRO O VILÃO DA HISTÓRIA E SIM O AMOR EXAGERADO AO MESMO, POIS O DESEJO DE MELHORAR DE VIDA ESTÁ NO SER HUMANO PARA QUE O MESMO SEMPRE DESEJE CRESCER, PORÉM QUANDO O DESEJO DE ENRIQUECIMENTO SE TORNA PRIORIDADE NA VIDA DO CRENTE, ESTE SE ENREDA PELO CAMINHO DO DIABO E SE TORNA ESCRAVO DO PECADO.
Mt 19.23 Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus.
 
Fp 4.11-13 Suportando qualquer situação
11 Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.12 Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade.13 Posso todas as coisas naquele que me fortalece.
APRENDI A CONTENTAR-ME. O segredo do contentamento, da satisfação, é reconhecermos que Deus nos concede, em cada circunstância, tudo quanto necessitamos para uma vida vitoriosa em Cristo (1 Co 15.57; 2 Co 2.14; 1 Jo 5.4). Nossa capacidade de viver vitoriosamente acima das situações instáveis da vida provém do poder de Cristo que flui em nós e através de nós (v. 13; ver 1 Tm 6.8 ). Isso não ocorre de modo natural; precisamos aprender na dependência de Cristo.
POSSO TODAS AS COISAS NAQUELE... O poder e a graça de Cristo permanecem no crente para capacitá-lo a fazer tudo quanto Ele o mandou fazer.
 
1 Tm 6.8 Satisfazendo-se com o essencial
8Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
ESTEJAMOS... CONTENTES. Os crentes devem estar satisfeitos, tendo as coisas essenciais desta vida, como alimento, vestuário e teto. Caso surjam necessidades financeiras específicas, devemos confiar na providência de Deus (Sl 50.15), enquanto continuamos a trabalhar (2 Ts 3.7,8), a ajudar os necessitados (2 Co 8.2,3), e servir a Deus com contribuições generosas (2 Co 8.3; 9.6,7). Não devemos querer ficar ricos (vv. 9-11).
 
1 Tm 6.7 Os bens terrenos permanecerão aqui
7Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.
 
III. A PROSPERIDADE NA AJUDA AO PRÓXIMO
1. Um mandamento divino. 
2. Uma necessidade cristã.
 
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao12-ldc-ajudanecessitados.htm
 
 
Repartir é a disposição, capacidade e poder, dados por DEUS a quem tem recursos além das necessidades básicas da vida, para contribuir livremente com seus bens pessoais, para suprir necessidades da obra ou do povo de DEUS (2 Co 8.1-8; Ef 4.28).
Com liberalidade. AV: "Com simplicidade". NEB: "De todo o seu coração" .
 
O amor de DEUS derramado em nossos corações é que nos impulsiona a trabalhar, a fazer algo em prol de DEUS e sua obra, de ajudar aos outros, pois é natural, é espiritual, que façamos algo para melhorar a vida de quem amamos, então, como somos representantes de DEUS na terra, amamos a todos indistintamente, como DEUS ama.
DEUS fornece todas as ferramentas para nosso trabalho, é só nos colocarmos à sua disposição
 
Todo serviço no Reino de DEUS deve ser feito à base de verdadeira fé. É o Senhor que habilita o crente, mediante dotação especial, a realizar sua obra da melhor maneira possível. É dele que provém toda a ciência, capacidade e dons ministeriais e espirituais. Por isso, não podemos fazer a obra de DEUS com espírito de competição. O único objetivo do nosso labor deve ser o desenvolvimento e o bem-estar do corpo de CRISTO.
 
SERVIÇO - É a disposição, ou capacidade, concedida por DEUS, para o crente servir e prestar assistência prática aos membros e aos líderes da igreja. Este dom se manifesta em toda forma de ajuda que os cristãos possam prestar uns aos outros, em nome de JESUS. Os que possuem este dom têm prazer em ministrar aos santos as coisas materiais que lhes são necessárias. O dom do serviço, como qualquer outro, é essencial para o bom funcionamento do corpo de CRISTO. Quem o tem deve exercê-lo empregando toda a sua energia, no temor do Senhor.
SERVIR É ESPIRITUAL, SERVIR É AMAR, SERVIR É DEIXAR DEUS AGIR, SERVIR É A FUNÇÃO BÁSICA DE TODO O CRENTE, POIS ASSIM ENSINARAM JESUS E PAULO:
Lc 22.27 Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.
ATOS 20.35 Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor JESUS, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.
 
Atos 2
42 - E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão, nas orações. 43 - Em cada alma havia temor, muitas maravilhas sinais se faziam pelos apóstolos. 44 - Todos os que criam estavam juntos tinham tudo em comum. 45 - Vendiam suas propriedades fazendas repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. 46 - E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria singeleza de coração.
  
Atos 4
32 – E era um coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma  do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhe eram comuns. 34 – Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos. 35 – E repartia-se a cada um, segundo a  necessidade que cada um tinha. 36 – Então, José, cognominado, pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da Consolação), levita, natural de Chipre, 37 – possuindo uma herdade, vendeu-a e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos.
 
Ajuda extra:
44; 45. Um aspecto distintivo foi o modo de os crentes viverem juntos, na prática de algum tipo de comunhão de bens. 
O significado disto fica mais claro no v. 45, onde se esclarece que as pessoas vendiam suas propriedades para aplicar o preço na assistência dos necessitados. A primeira impressão que obtemos, portanto, é aquela de uma sociedade cujos membros viviam juntos e tinham tudo em comum (4 :33). Não seria surpreendente, sendo que sabemos que pelo menos um outro grupo contemporâneo judaico, a seita de Cunrã, adotou este modo de vida; Filo e Josefo, nas suas descrições dos essênios (com os quais usualmente se identificam os cunranitas), dizem a mesma coisa. É bem provável que, no primeiro impacto do entusiasmo religioso, a igreja primitiva tenha vivido desta maneira; os ditos de JESUS acerca da abnegação podem ter sugerido este modo de vida. Depara-se, porém, na narrativa em 4:32-5:11, que vender os bens pessoais era assunto voluntário, e a atenção especial dada a Barnabé por ter vendido um campo talvez sugira que houvesse algo de incomum no seu ato. Não devemos, portanto, tirar a conclusão de que tomar-se cristão necessariamente acarretasse uma vida numa comunidade cristã" estreitamente fechada em si. O que realmente aconteceu foi, talvez, que cada pessoa deixava seus bens à disposição dos outros quando surgia a necessidade. Evitamos o emprego do termo "comunismo" na descrição da praxe, visto que o comunismo moderno é uma descrição de um sistema político e econômico de um caráter tão diferente que é anacronístico e enganoso empregar-se o termo no presente contexto?
 
47. A estrutura da frase talvez indique que os discípulos comessem juntos no templo bem como nos seus lares. 
Ao fazerem assim, louvavam a DEUS; esta é uma das poucas referências em Atos à adoração que os cristãos prestavam a DEUS no sentido de renderem graças a Ele. Um comentário final nota que a atividade evangelizadora da igreja continuava diariamente. Na medida em que os cristãos eram vistos e ouvidos pelo restante do povo em Jerusalém, suas atividades formavam uma oportunidade para o testemunho. Mais uma vez, Lucas se refere ao processo de tornar-se cristão como o ser salvo, i. é, salvo de pertencer ao povo pecaminoso em derredor que está sob o julgamento divino por ter rejeitado ao Messias (2:40, cf. 2:21).
 
 
Atos 4.32-37
A passagem mostra considerável paralelismo com o resumo anterior em 2:4347. Representa a atitude em comum dos discípulos, bem como a sua generosidade na sua vida em conjunto. Esta comunhão estreita acompanhava a pregação dos apóstolos. Haenchen sugere que Lucas estava querendo enfatizar que o dom do ESPÍRITO (v. 31) levava não somente à pregação inspirada como também à comunhão e à generosidade cristãs.
 
32. Dois fatos caracterizavam a vida da comunidade cristã. 
A escolha da palavra multidão reflete o crescimento no tamanho do grupo cristão. A despeito do seu tamanho, tinha uma mentalidade e um propósito em comum; noutras palavras, era unida na sua devoção ao Senhor (para a expressão que se empregou, ver 1 Cr 12:38). O outro fato foi que ninguém considerava que seus bens estavam sujeitos ao seu próprio controle, mas, sim, dispunha-se a deixá-los para o emprego da comunidade como um todo, Este modo de expressar a situação ressalta o fato que as coisas que cada um possuía claramente ficavam sendo sua propriedade até que ficasse necessário vendê-las para o bem comum. As duas características assim descritas correspondem, de modo lato, aos dois grandes mandamentos do amor (ou devoção) a DEUS e do amor ao próximo. Foi notado, outrossim, que a fraseologia que se emprega para descrevê-las relembra a do filósofo grego Aristóteles para expressar os ideais para a vida humana na comunidade. Os ideais cristãos não são menos cristãos por também serem reconhecidos pelos moralistas seculares.
 
33. Entrementes, os apóstolos, como aqueles que foram especialmente chamados para serem testemunhas da ressurreição de JESUS, continuavam a testificar com grande poder a despeito da proibição dos judeus contra a sua pregação. O essencial é que falavam de tal modo, sob a orientação do ESPÍRITO, que suas palavras foram eficazes em levar outras pessoas a crerem em JESUS. (A pregação cheia do ESPÍRITO também pode levar ao, endurecimento da oposição contra quem fala, como em 6:10-11; 7:55-58. O importante é que semelhantes declarações não podem ser desconsideradas pelos ouvintes, mas, sim, os forçam a uma decisão, ou a favor do evangelho, ou contra ele). Em todos eles havia abundante graça talvez signifique que a graça de DEUS operava poderosamente através deles (6:8; Lc 2:40); atividade da graça de DEUS não era vista meramente na pregação, mas também no modo segundo o qual os membros da igreja eram libertos da falta material.
 
34-35. A promessa feita no Antigo Testamento ao povo de DEUS, no sentido de que não haveria pobre entre eles (Dt 15 :4) foi cumprida na igreja pela generosidade dos membros mais prósperos. Aqueles que tinham propriedades ou casas as vendiam, e traziam os valores correspondentes aos apóstolos, que então os distribuíam aos necessitados. A referência aos pés dos apóstolos (4:37; 5:2) sugere algum tipo de transferência jurídica expressa em linguagem formal; é desnecessário acompanhar a sugestão de Stahlin de que os apóstolos se sentavam em cadeiras altas, os protótipos dos tronos eclesiásticos posteriores. Agora, incidentalmente, percebemos por que a pregação dos apóstolos se mencionou em v. 33. Tinham, também, o fardo adicional de administrar os fundos coletivos da igreja; e, embora esta tarefa talvez não fosse pesada logo de inicio, dentro em breve foram necessários planos novos (6:1-6).
 
36. O exemplo da generosidade de Barnabé é destacado para menção especial, possivelmente por ser de vulto excepcional, e certamente porque Barnabé aparecerá mais tarde na história como líder cristão que era conspícuo pela sua pura bondade (11 :24). Seu nome, se supõe, refletia o seu caráter. Não fica clara a conexão entre "Barnabé" e "filho de exortação", e há várias explicações do nome. Um "Filho de encorajamento" era uma pessoa que encorajava os outros, e Barnabé certamente fazia assim (9:27; 11 :23; 15:37). Era levita de nascimento, membro da tribo judaica da qual se tirava alguns dos funcionários menos importantes do templo (Lc 10:32; Jo 1 :19), mas a sua fama decerto migrara para Chipre, onde havia uma população judaica de certo vulto (cf. 11 :19; 13:4-5).
 
37. A lei antiga que proibia aos levitas a propriedade de terras (Nm 18:20; Dt 109) parece ter caído em desuso (Jr 32:7 e segs.). Não fica claro se o campo que pertencia a Barnabé ficava em Chipre ou na Palestina; presume-se que era neste último lugar, pois v. 35 indica apenas que Barnabé nascera em Chipre.
 
 
2 Coríntios 9.1 Quanto à administração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos, 2 porque bem sei a prontidão do vosso ânimo, da qual me glorio de vós, para com os macedônios, que a Acaia está pronta desde o ano passado, e o vosso zelo tem estimulado muitos. 3 Mas enviei estes irmãos, para que a nossa glória, acerca de vós, não seja vã nessa parte; para que (como já disse) possais estar prontos, 4 a fim de, se acaso os macedônios vierem comigo e vos acharem desapercebidos, não nos envergonharmos nós (para não dizermos, vós) deste firme fundamento de glória. 5 Portanto, tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que, primeiro, fossem ter convosco e preparassem de antemão a vossa bênção já antes anunciada, para que esteja pronta como bênção e não como avareza. 6 E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria. 8 E DEUS é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, 9 conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. 10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; 11 para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a DEUS. 12 Porque a administração desse serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças, que se dão a DEUS, 13 visto como, na prova desta administração, glorificam a DEUS pela submissão que confessais quanto ao evangelho de CRISTO, e pela liberalidade de vossos dons para com eles e para com todos, 14 e pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de DEUS que em vós há. 15Graças a DEUS, pois, pelo seu dom inefável.
9:1-5No início do capítulo 8, Paulo usou o exemplo dos macedônios para incentivar a liberalidade dos coríntios. Agora, ele disse que usou, também, o exemplo dos coríntios para estimular os macedônios! Devemos estimular uns aos outros em amor e boas obras (veja Hebreus 10:24).
Paulo enviou os irmãos citados no fim do capítulo 8 para evitar algum constrangimento mais tarde. Eles ajudariam os coríntios a preparar a oferta, para que não se envergonhassem com a chegada de outros irmãos depois.
9:6-15Paulo incentiva os coríntios a darem generosamente. Ele cita um princípio bem conhecido nas Escrituras: ceifamos o que semeamos.
A oferta é voluntária, segundo a decisão de cada um para dar com alegria.
**Obs.: É obrigação contribuir? Aqui, Paulo diz que a oferta não deve ser feita por necessidade, mas 1 Coríntios 16:1-2 aborda o mesmo assunto como ordem. Podemos entender assim: é a responsabilidade de cada cristão contribuir, mas não devemos fazê-lo só por causa da obrigação. Devemos entender o propósito da oferta e participar com alegria, reconhecendo o privilégio de participar do trabalho do Senhor.
Ao invés de segurar o nosso dinheiro, recusando utilizá-lo para servir a outros, devemos lembrar que todas as nossas bênçãos e a nossa capacidade de dar vêm do Senhor.
**Obs.: O versículo 9 é uma citação de Salmo 112:9. O Salmo 112 inteiro fala sobre a importância da bondade e fidelidade do servo para ser abençoado por DEUS.
A generosidade dos gentios em ajudar os santos necessitados de Jerusalém teve outros benefícios:
-Além de ajudar aqueles santos, demonstrou gratidão para com DEUS.
-Além de ajudar aqueles santos, demonstrou comunhão com todos os santos.
Por outro lado, os outros santos oravam em favor dos coríntios.
Quem merece a gratidão e a glória é o próprio DEUS.
 
 
Rm 12.13 comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; 14 abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoeis. 15 Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram. 16 Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos.
 
As Responsabilidades da Igreja (Discípulos Agindo Coletivamente) 
O principal papel da igreja é espiritual. 1 Timóteo 3:14-15 diz: "Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de DEUS, que é a igreja do DEUS vivo, coluna e baluarte da verdade." A missão básica da igreja é espiritual, não física nem social. Porém, pessoas passam por dificuldades financeiras, e precisamos seguir o padrão do Novo Testamento para saber como lidar com tais necessidades. Antes de chegar a conclusões, vamos examinar a evidência, considerando diversos trechos que falam sobre igrejas do primeiro século.
"Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade" (Atos 2:44-45).
"Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor JESUS, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade" (Atos 4:32-35).
"Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de DEUS para servir às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do ESPÍRITO e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:1-4).
"Naqueles dias, desceram alguns profetas de Jerusalém para Antioquia, e, apresentando-se um deles, chamado Ágabo, dava a entender, pelo ESPÍRITO, que estava para vir grande fome por todo o mundo, a qual sobreveio nos dias de Cláudio. Os discípulos, cada um conforme as suas posses, resolveram enviar socorro aos irmãos que moravam na Judéia; o que eles, com efeito, fizeram, enviando-o aos presbíteros por intermédio de Barnabé e de Saulo" (Atos 11:27-30).
"Mas, agora, estou de partida para Jerusalém, a serviço dos santos. Porque aprouve à Macedônia e à Acaia levantar uma coleta em benefício dos pobres dentre os santos que vivem em Jerusalém" (Romanos 16:25-26).
"Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for. E, quando tiver chegado, enviarei, com cartas, para levarem as vossas dádivas a Jerusalém, aqueles que aprovardes" (1 Coríntios 16:1-3).
"...pedindo_nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos" (2 Coríntios 8:4).
"Ora, quanto à assistência a favor dos santos, é desnecessário escrever-vos....Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a DEUS, visto como, na prova desta ministração, glorificam a DEUS pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de CRISTO e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos" (2 Coríntios 9:1,12-13).
O que podemos aprender desses trechos? Quais são os limites colocados por DEUS em relação ao trabalho benevolente da igreja? Observamos no Novo Testamento que:
 Esses versículos falam sobre pessoas necessitadas. A assistência aos santos não é para fornecer luxo ou fazer de todos ricos. JESUS falou em Mateus 6:25-33 que devemos buscar o reino de DEUS e confiar no Senhor para nos dar as coisas necessárias (o que comer, o que beber, com que nos vestir). Uma das maneiras como ele cuida das necessidades dos santos é através da benevolência da igreja, satisfazendo as necessidades dos irmãos pobres.
As pessoas ajudadas pela igreja são os próprios santos, ou irmãos em CRISTO. Algumas pessoas podem estranhar lendo os relatos do Novo Testamento, porque muitas igrejas nos últimos dois séculos se transformaram em grandes agências sociais oferecendo ajuda material para todas as pessoas, cristãs ou não. Os nomes de algumas denominações aparecem com mais freqüência em hospitais e orfanatos do que em casas de oração e louvor. Mas as tendências históricas não mudam os fatos bíblicos. As igrejas do Senhor no Novo Testamento ajudaram os santos necessitados. Como já observamos, cristãos ajudaram outros individualmente e não sobrecarregaram a igreja com tais obras sociais.
O dinheiro da igreja foi usado ou para ajudar os necessitados na própria congregação, ou enviado de uma congregação para outra para ajudar os santos pobres no outro lugar. Nisso encontramos um padrão definido de cooperação entre congregações, onde as mais ricas enviaram dinheiro para suprir as necessidades das congregações mais pobres. O trabalho de benevolência foi feito pelas igrejas quando a necessidade surgiu. O trabalho principal da igreja, o ensinamento da palavra de DEUS, nunca pára. Mas as igrejas nesses exemplos bíblicos não alocaram fundos de rotina a algum trabalho de benevolência. Quando a necessidade surgiu, não mediram esforços para ajudar os irmãos.
 Podemos ver que a ajuda sempre foi dada, não emprestada. A prática de muitas igrejas de oferecer empréstimos que serão pagos de volta à igreja é mais um exemplo da desobediência de homens que seguem opiniões humanas e não respeitam a palavra de DEUS (veja Provérbios 14:12; Isaías 55:8-9; Jeremias 10:23). A igreja não é banco.
Tomando Decisões Sábias
Como seguidores de CRISTO, temos que aceitar nossa responsabilidade para usar o dinheiro da igreja numa maneira que agrada a DEUS. Devemos sempre agir segundo os princípios ensinados por JESUS em Mateus 22:37-39:"Amarás o Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo." O amor ao próximo exigirá sacrifícios (Tiago 2:15-16; 2 Coríntios 8:2-4). O amor ao Senhor exigirá cuidadosa adesão ao padrão dele, respeitando os limites que ele nos deu. Por exemplo, pessoas que amam a DEUS não tolerarão a preguiça de homens que desrespeitam a palavra de DEUS: "se alguém não quer trabalhar, também não coma" (2 Tessalonicenses 3:10).
Colocando a palavra de DEUS acima das nossas próprias opiniões, jamais acrescentaremos ao trabalho da igreja algo que DEUS não mandou. A igreja não tem autorização de DEUS para dar ajuda benevolente aos cristãos que não têm necessidade. O papel da igreja é suprir as necessidades da vida diária (Atos 6:1). Ela não pode sustentar os preguiçosos (2 Tessalonicenses 3:10).
Uma vez que o trabalho da igreja é espiritual, especialmente o de ensinar a palavra, ela não deve negligenciar esse aspecto do trabalho em relação aos irmãos necessitados. Presbíteros, evangelistas e outros professores devem orientar irmãos sobre as próprias responsabilidades. O irmão necessitado pode precisar de comida hoje, mas não devemos deixar de ajudá-lo a saber como cuidar de si mesmo amanhã. Devemos ensinar sobre a responsabilidade de cada irmão em relação a sua família (1 Timóteo 5:8). Ele deve trabalhar (2 Tessalonicenses 3:10). Deve procurar viver dentro das suas condições (Lucas 3:14; Atos 20:33-34; 1 Timóteo 6:8). Numa época em que muitas pessoas se afogam em dívidas, devemos exortar os nossos irmãos a falar sempre a verdade (Efésios 4:25; Mateus 5:37). Comprar a prazo quando não se tem condições para pagar é uma maneira de mentir, e pode até chegar a ser fraude.
Enquanto cada irmão deve procurar suas próprias soluções através de trabalho honesto e de boa administração dos seus bens, existem casos de necessidade verdadeira entre cristãos. Devemos praticar o amor não fingido, mostrando a compaixão digna dos filhos de DEUS. Cada um de nós deve ler com freqüência as instruções importantíssimas de Romanos 12:9-16: "O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor; regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes; compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade; abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis. Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram. Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos."
 
 
O AMOR É A ESSÊNCIA DA VIDA CRISTÃ
  Individualismo e amor. Os dois vocábulos sobressaem não em função de suas correspondências, mas de seus contrastes. A visão individualista é unidimensional, isto é, de uma única dimensão - o próprio individuo. O amor, entretanto, é pluridimensional, ou seja, possui várias dimensões - DEUS, o indivíduo e o próximo. Em razão de esta lição tratar do amor, apresente aos alunos a visão unidimensional do individualismo, segundo a tabela abaixo.
 
Observações
Como se coloca a questão da ação social hoje? De múltiplas maneiras. Não há uma só forma de atuar. Do ponto de vista da relação com a missão da igreja, há diferentes aspectos em jogo. Fazer para dentro ou para fora (priorizando os membros de igreja ou qualquer pessoa que precise)? Com quem fazer (referência eclesial ou como “fermento na massa”, sozinhos ou em redes e parcerias)? Com que objetivo ou horizonte de mudança (imediato, de médio e longo prazo, local, regional, nacional, assistencial, transformador)?
 
A prática social da Igreja pode ser um testemunho da sua missão integral. Há muitos e não pequenos desafios a enfrentar. E como em muitas outras situações na história da igreja, não é possível esperar pela maioria para tomar a iniciativa. O importante é tentar sensibilizá-la para ser fiel ao chamado integral de DEUS à sua igreja. Se e onde isso não acontecer, sejamos movidos por nossa convicção de estar sendo fiéis a DEUS e, mesmo compreendendo em amor as resistências, não cedamos, não nos dobremos a elas. O conservadorismo de maioria, ao longo da história, nem sempre foi testemunha de fidelidade, equilíbrio e compromisso com a paz e a justiça. Houve e há horas em que temos que nos erguer e assumir a responsabilidade, diante de DEUS e dos outros ao nosso redor, de ser agentes de mudança na produção de sinais do Reino de DEUS.
 
 
IV. A PROSPERIDADE NA EXPANSÃO DO REINO DE DEUS
1. A realidade do Reino.
2. A expansão do Reino. 
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao02-im-evangelizacao-amissaomaximadaigreja.htm
 
Por que Missões? indianarateixeira.blogspot.com
Nossa intenção é trazer um auxílio a mais ao professor de Escola Bíblica Dominical e ao aluno da mesma, portanto
o material aqui disponibilizado é de muitas fontes, as quais cremos que foram todas inspiradas por DEUS.
Embora a palavra "missões" não se encontre nas Escrituras, a idéia está inserida em toda a Bíblia Sagrada, de Gênesis a Apocalipse. A palavra "missão" vem do latim "mitto" e significa "enviar". No Novo Testamento vemos o próprio Jesus empregando uma palavra com o mesmo significado - a palavra apóstolo (do grego apostello). De maneira simples, podemos afirmar que missão significa enviar.
 
Quando falamos em missões nos referimos à proclamação do evangelho em todo mundo, o que é geralmente chamado de Grande Comissão. Esta Grande Comissão consiste nas últimas instruções de Jesus a seus discípulos e que se encontra registrado nos quatro Evangelhos (Mt 28.18-20; Mc 16.15,16; Lc 24.46-49; Jo 20.21,22), bem como no livro de Atos dos Apóstolos (1.8). Através da Grande Comissão, o Senhor Jesus revela sua vontade - de que todas as pessoas, em todas as épocas - ouçam o evangelho, e assim as famílias da terra seriam benditas (Gn 12.3). A clareza destes textos deixa evidente que na mente de cada cristão obediente a Jesus, deve haver um profundo sentimento de paixão pelas almas. A evangelização do mundo é a vontade e o plano inquestionáveis do Senhor. Uma simples leitura, mesmo superficial, do Novo Testamento, é capaz de nos fazer observar esse fato.
 
Jesus, durante o seu ministério terreno, sempre se preocupou com a situação espiritual das pessoas. O seu olhar era diferente. Ele não via as pessoas pela sua posição social ou financeira, mas via o seu estado espiritual, ele as via como ovelhas sem pastor (Mt 9.35-38). Em outra passagem ele diz que as ovelhas ouvem a sua voz e o seguem, mas mesmo assim não se dá por satisfeito, pois reconhecia que haviam outras ovelhas, a quem ele também deveria agregar (Jo 10.16). E hoje, já passados mais de dois mil anos destas celebres palavras, elas ainda ecoam em nossos ouvidos. Jesus ainda está a nos dizer que ainda existem outras ovelhas que ele deseja agregar ao seu rebanho. São milhões de muçulmanos, hinduístas, budistas e outros. "Mas como ouvirão se não há quem pregue?" (Rm 10.14,15). Cabe aos seguidores de Cristo fazê-lo conhecido em todo mundo, e assim muitas outras ovelhas serão agregadas ao rebanho (Igreja) do Senhor.
 
Para que essa tarefa fosse fielmente cumprida, em suas últimas instruções aos seus discípulos, antes de sua ascensão, Jesus deu a sua igreja representada ali uma ordem. Não foi uma simples opinião ou um mero palpite de Jesus. Ele não disse para a Igreja anunciar o evangelho a todos os povos quando achassem conveniente... ou para ver se compensava ou não... ou quando alguém estivesse à toa... Nada disso! As palavras de Jesus Cristo proferiram uma ordem imperativa clara e expressa para a Igreja, a de evangelizar o mundo e fazer novos discípulos (Mt 28.19; At 1.8). Não era uma ordem para evangelizar toda a cidade e só depois pensar em terras distantes. Não! Seus discípulos deveriam proclamar o evangelho a toda criatura e em todo o mundo (Mc 16.15). E esta ordem não foi somente para aquela época, mas ainda faz parte da missão imperativa da igreja hodierna. A missão da igreja baseia-se na missão de Deus de reconciliar a humanidade consigo mesmo, através do Evangelho. Somos, portanto, enviados a evangelizar o mundo e tornar o Evangelho disponível a toda criatura. A evangelização é a apresentação inteligível, atrativa, significativa, propositada e persuasiva do Evangelho. A ênfase no Novo Testamento é a proclamação verbal do Evangelho. Mais de 140 vezes o Novo Testamento usa palavras tais como diagello, “anunciar”; kataggello, “contar totalmente”; evangelizo, “espalhar boas novas”; ladeo, “conversar” ou “falar”; e kerusso, “anunciar” ou “proclamar”.
 
Por isso, ou fazemos missões mundiais ou, diante de Deus, estaremos sendo desobedientes, negligentes e omissos. Poderemos construir suntuosos templos. Poderemos fundar majestosos conjuntos musicais. E se podemos e temos condições de fazer isso, louvado seja Deus. Mas naquele grande dia, Deus não fará um concurso do templo mais bonito ou do conjunto mais esplendoroso. Ele sim requererá de nossas mãos o nosso empenho no sentido de tornar o mundo evangelizado. Obviamente que sozinhos não poderemos evangelizar o planeta inteiro. Mas podemos e devemos fazer a nossa parte nessa tarefa. E se cada um fizer a sua parte, o mundo evangelizado será um alvo realizável ainda nessa geração.
 
Que o sentimento de paixão pelas almas inunde nossos corações e nos leve a um profundo compromisso com a obra missionária.
Façamos como o missionário, John Hyde que foi chamado “o homem que orava” de tanto que ficava na presença de Deus. Sua vida causou um grande impacto quando foi missionário na Índia e levou milhares a Cristo. Diz-se que todos os dias dizia: “Senhor, dá-me almas senão eu morro”. Chorava e agonizava tanto na presença de Deus que várias vezes recebeu conselho de alguns irmãos que parasse um pouco. Um fato impressionante de sua vida, que foi atestado cientificamente, é que seu coração até mesmo mudou de posição dentro de seu corpo por tanto clamor!
 
 
INTERAÇÃO
Quem não deseja ser bem-sucedido em sua vida material? Não existe nada de errado em querer ter uma vida próspera e abençoada. A Igreja necessita dos recursos financeiros para que possa cumprir a sua missão integral. Todavia, temos visto que a equivocada Teologia da Prosperidade tem levado muitos crentes a perderem o foco da verdadeira prosperidade? Estes acabam tornando-se egoístas e extremamente consumistas. Que jamais venhamos perder o nosso alvo: JESUS CRISTO e a vida eterna que Ele prometeu nos dar.
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Compreender que DEUS é a fonte de toda a prosperidade.
Conscientizar-se de que todos têm carências e que estas podem ser supridas pelo Senhor.
Explicar porque devemos ajudar os necessitados e carentes.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, sente-se em círculo com seus alunos. Em seguida, leia juntamente com a turma o texto bíblico de 1 Timóteo 6.9,10. Depois, faça a seguinte pergunta: “Como podemos nos manter afastados do amor ao dinheiro?” Explique que existem algumas maneiras. Escreva a relação abaixo no quadro de giz e discuta com a classe.
1. Nunca se esqueça que as riquezas são passageiras (1 Tm 6.7,17). Não levaremos nada deste mundo.
2. Lembre-se de que tudo que possuímos vem do Senhor. Nossa suficiência está nEle.
3. Invista no Reino de DEUS e ajunte tesouros nos céus (Mt 6.19,20).
4. Seja grato a DEUS por tudo que você tem. Contente-se o seu salário (Lc 3.14).
 
RESUMO DA LIÇÃO 12, O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
I. A PROSPERIDADE NÃO É UM FIM EM SI MESMA
1. DEUS, a fonte de todo bem. 
2. Despenseiros de DEUS. 
II. A PROSPERIDADE E O SUSTENTO PESSOAL
1. As carências humanas. 
2. O cuidado divino. 
III. A PROSPERIDADE NA AJUDA AO PRÓXIMO
1. Um mandamento divino. 
2. Uma necessidade cristã.
IV. A PROSPERIDADE NA EXPANSÃO DO REINO DE DEUS
1. A realidade do Reino.
2. A expansão do Reino. 
 
SINOPSE DO TÓPICO (I) Na atualidade, a busca pelo poder, fama e riqueza converteu-se no principal objetivo de vida de muitas pessoas.
SINOPSE DO TÓPICO (II) Devemos rogar ao Pai Celeste e confiar nEle a fim de que supra as nossas necessidades.
SINOPSE DO TÓPICO (III) Ajudar ao próximo é uma ordenança divina para o cristão.
SINOPSE DO TÓPICO (IV) O crente tem de participar, com seus dízimos e ofertas, para que haja expansão da obra de DEUS.
 
VOCABULÁRIO
Abstrato: O que não é concreto.
Coisificado: Redução do homem e sua consciência a objeto.
Contemplativo: Relativo a contemplação; ato de concentrar longamente a vista em algo.
Regalo: Prazer, contentamento, presente.
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RICHARDS, L. O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed., RJ: CPAD, 2007.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Devocional
“Vida abundante
Ser um cristão não significa ser um cidadão de segunda classe. CRISTO veio para que tivéssemos ‘vida com abundância’.
A moral das histórias de Salomão e Sansão é esta: DEUS é a fonte do dinheiro, ou da fama, ou da autoridade, ou da força física que possuímos. Você tem estas coisas porque DEUS permitiu que as tivesse, por uma razão: para utilizá-las como ferramentas a fim de implementar o que Ele tem planejado para a sua vida, e para glorificá-lo. Ele não deseja que você fique sobrecarregado em seus esforços, que o perca de vista ou a vida para a qual Ele o tem chamado. Preocupações excessivas por posição social (status) ou poder são iguais em relação ao dinheiro. Todas elas podem levar ao descontentamento, à inveja, à tentação, ao roubo da parte que pertence a DEUS, tanto de seu tempo como de recursos, impedindo-o de ocupar o lugar central em sua vida.
DEUS quer que você seja livre das influências que o mundo exerce sobre você, para que Ele possa, então, abençoá-lo.
DEUS deseja reorientar a sua vida completamente, para que você possa ser bem-sucedido do modo certo, pelas razões certas. Talvez os resultados não sejam imediatos. A jornada poderá não ser tão agradável e fácil. Seja paciente” (SALE, F. Você & DEUS no trabalho: A ética profissional do cristão. 1.ed., RJ: CPAD, 2001, p.181).
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 12, O PROPÓSITO DA VERDADEIRA PROSPERIDADE
Responda conforme a revista da CPAD do 1º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.
 
TEXTO ÁUREO
1- Qual é a lei da semeadura, segundo Paulo?
(    ) “[...] o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará” (2 Co 9.6).
(    ) “[...] Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (At 20.35).
(    ) “[...] Porque o amor ao dinheiro é a raíz de todos os males” (1 Tm 6.9,10)
 
VERDADE PRÁTICA
2- Qual o principal propósito da verdadeira prosperidade?
(    ) É atender as urgências financeiras da Igreja.
(    ) É atender as urgências dos líderes da Igreja moderna..
(    ) É atender as urgências do Reino de DEUS no mundo.
 
COMENTÁRIO - introdução
3- Como é o modelo de prosperidade apresentado em algumas teologias, nos dias atuais?
(    ) É meramente material e divorciado da ética cristã.
(    ) Tal prosperidade fomenta o egoísmo, incita o crente a fazer pouco caso do seu próximo, achando-se superior ou “mais abençoado” que este.
(    ) Semelhante sentimento impede-nos de participar mais direta e ativamente na obra do Senhor.
(    ) É essencialmente espiritual e divorciado da ética mundana.
 
I. A PROSPERIDADE NÃO É UM FIM EM SI MESMA
4- DEUS, a fonte de todo bem. Complete:
Na cultura pós-moderna, DEUS foi transformado em um _________________________ e o homem em uma mera __________________________. A busca pelo poder, fama e riqueza converteram-se no principal _________________________ desta geração. Com o homem coisificado, não foi difícil transformar o desejo por uma vida _____________________________ em um fim em si mesmo. A “felicidade”, então, passou a ser buscada a qualquer _______________________________. Contudo, para nós, a verdadeira felicidade não vem em razão da posse de bens materiais, mas porque a fonte de todo o nosso contentamento encontra-se em __________________________ (Fp 4.11). O Criador não é um ____________________________. Ele é o Todo-Poderoso DEUS digno de toda a honra e de todo o louvor. Por conseguinte, devemos servi-lo não por aquilo que Ele nos dá, mas em razão daquilo que Ele ___________________________ (Jo 6.26,27). DEUS é santo, justo, misericordioso e maravilhoso (Sl 8.1-9). Nesse princípio, deve residir toda a nossa _______________________ e satisfação.
 
5- Como deve agir o cristão para que a prosperidade não se converta num fim em si mesma?
(    ) O cristão deve agir como um bom despenseiro daquilo que lhe foi confiado.
(    ) O cristão deve agir como um bom tesoureiro daquilo que lhe foi dado por DEUS.
(    ) O cristão não deve se comportar tirânica e arbitrariamente em relação ao que o Senhor lhe concedeu tão bondosamente.
 
6- A que se resume a autêntica prosperidade bíblica?
(    ) Na condição financeira do crente.
(    ) Na abundância de bens.
(    ) Na suficiência divina.
 
II. A PROSPERIDADE E O SUSTENTO PESSOAL
7- O que nos ensina a bíblia sobre prosperidade e sustento pessoal? Complete:
Todos nós possuímos _________________________________ e carências (Lc 4.18). Na Oração do Pai Nosso, JESUS ensinou os discípulos a rogar a DEUS: “O _________________________ nosso de cada dia dá-nos hoje” (Mt 6.11). O texto bíblico mostra que o Senhor está ciente de todas as nossas ______________________________. Portanto, não devemos andar _________________________________, pois Ele nos garante a provisão diária. Paulo, que aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação, escreveu: “Tendo, porém, sustento e com que nos _______________________________, estejamos com isso contentes” (1 Tm 6.8). Esse “_________________________” o Pai Celeste garante a cada um de seus filhos (Mt 6.25-34). Paulo não insinua que os crentes serão todos __________________________, mas faz questão de mostrar claramente que DEUS deseja que vivamos ______________________________ e honradamente.
 
8- Dê exemplos do cuidado divino para conosco:
(    ) JESUS exorta-nos a não andarmos ansiosos, pois DEUS, além de conhecer todas as nossas necessidades, é poderoso para suprir cada uma delas.
(    ) Durante todo o período da monarquia israelita, o Senhor sustentou-os com a riqueza e prosperidade material.
(    ) Durante a peregrinação dos israelitas no deserto, o Senhor sustentou-os com o maná diário durante quarenta anos.
 
III. A PROSPERIDADE NA AJUDA AO PRÓXIMO
9- Como é a prosperidade na ajuda ao próximo?
(    ) A Escritura é taxativa ao afirmar: “amarás o teu próximo como a ti mesmo”.
(    ) A Bíblia realça que esse cuidado não pode ser abstrato ou contemplativo; tem de ser prático.
(    ) Para João, o amor não deve ser apenas de palavras, mas tem de ser traduzido em obras.
(    ) O chamado “apóstolo do amor” chega a dizer que se alguém “tiver bens do mundo e, vendo o seu irmão necessitado”, fechar-lhe o coração, não tem o amor de DEUS no coração.
(    ) A Bíblia declara que esse negócio não pode ser feito sem se esperar um resultado financeiro abundante.
(    ) Para Tiago, a fé sem as obras mantém-se no campo da teoria e para nada serve: “Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?” .
 
10- O que o pecado causou na área da prosperidade da ajuda ao próximo?
(    ) O pecado distorceu nossa imagem e fez-nos egoístas, mudando o nosso foco do “tu” para o “eu”.
(    ) O pecado distorceu nossa imagem e fez-nos egoístas, mudando o nosso foco do “eu” para o “tu”.
(    ) O salmista tristemente constata: “Não há quem faça o bem”.
(    ) Esse é o estado do homem que vive sob o império do pecado.
 
11- Faz parte de nossa natureza sensibilizarmo-nos com a situação de nossos semelhantes. Isso identifica-nos como irmãos e fortalece os laços fraternais da grande família humana. Como o cristão deve agir na ajuda aos outros, vencendo assim o pecado?
(    ) Em DEUS fomos regenerados e o domínio do mal foi quase todo destruído.
(    ) Em CRISTO fomos regenerados e o domínio do mal foi destruído.
(    ) O apóstolo Paulo exorta-nos a praticarmos o bem e a sermos ricos em boas obras.
 
IV. A PROSPERIDADE NA EXPANSÃO DO REINO DE DEUS
12- Qual a realidade do Reino de DEUS em sua prosperidade? 
(    ) Em o Novo Testamento, a prosperidade de DEUS possui uma realidade passada e outra presente.
(    ) No Sermão do Monte, o Senhor ensinou aos seus discípulos a buscar o Reino de DEUS: “Venha o teu reino”.
(    ) Em o Novo Testamento, o Reino de DEUS possui uma realidade presente e outra futura.
(    ) Ele já está em nosso meio, mas ainda não em sua plenitude.
(    ) Por conseguinte, o crente tem de participar ativamente da expansão da obra de DEUS até aos confins da terra.
(    ) Para que isso aconteça é necessário conscientizarmo-nos de que nossos recursos e bens devem ser postos à disposição de DEUS.
(    ) Ele fez-nos prósperos e espera que nos mostremos agradecidos, investindo em seu Reino.
 
13- Como deve ser a expansão do Reino de DEUS entre nós? 
(    ) Felizmente, a grande maioria dos cristãos já se conscientizaram de que a obra de DEUS é feita também com dinheiro.
(    ) Como o Reino de DEUS expandir-se-á se não estivermos dispostos a investir em tal ação?
(    ) Infelizmente, muitos cristãos ainda não se conscientizaram de que a obra de DEUS é feita também com dinheiro.
(    ) Infelizmente, há muitos projetos missionários interrompidos simplesmente porque não há quem esteja disposto a mantê-los financeiramente.
(    ) O que seria de nós se irmãos de outras nações não tivessem investido em nossa evangelização?
(    ) Não podemos esquivar-nos de nossa responsabilidade diante de DEUS.
 
CONCLUSÃO
14- Complete:
Nesta lição, aprendemos que não podemos perder o ______________________________ da verdadeira prosperidade. A questão não é somente prosperar, maspara quê ___________________________! Será que o nosso trabalho, dinheiro e bens estão de fato atendendo aos __________________________________ divinos ou estão apenas servindo ao nosso regalo pessoal? Qualquer ideia de prosperidade para manter-se dentro do _______________________ exposto na Bíblia deve levar em conta o Reino de DEUS e a responsabilidade ___________________________ que temos com o nosso _______________________.
 
  fonte  http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
 

Lição 5, A Mordomia da Igreja Local

  Lição 5, A Mordomia da Igreja Local