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10 julho 2012

Lei de blasfêmia é proposta após protestos de muçulmanos no Curdistão



Projeto foi elaborado por deputados da região autônoma do Curdistão iraquiano



Lei de blasfêmia é proposta após protestos de muçulmanos no Curdistão
O Projeto de Lei para a proteção dos santuários prescreve até dez anos de prisão e multas de até 43 dólares americanos por crimes vagamente formulados, incluindo "xingar e zombar de Deus" e "xingar, insultar e retratar de forma inadequada profetas". Qualquer meio de comunicação que publique ou transmita material considerado blasfemo poderia ser fechado por até um ano e ser multado.

O Projeto é consequência de uma manifestação de muçulmanos enfurecidos contra uma matéria publicada na revista Chrpa, em Erbil, leste do Iraque, e  republicada via Facebook em 2010, intitulada "Eu e Deus", um diálogo imaginário, condenado como blasfemo por alguns líderes religiosos locais e um insulto ao Islã por funcionários do governo.

O editor-chefe da Chrpa foi preso por "violação da sensibilidade religiosa", mas isso não foi suficiente para aplacar a ira dos muçulmanos.

Incitado por mullahs (mestres e teólogos islâmicos), centenas de muçulmanos saíram às ruas de Erbil para protestar; eles atiraram pedras na polícia, e atacaram uma rede de televisão, um centro cultural, bares e uma guarita em frente ao Parlamento. Dezenas de pessoas ficaram feridas.

Nos dias posteriores aos protestos, o primeiro-ministro do Governo Regional do Curdistão, Nechirvan Barzani, disse que o governo "vai enfrentar todos os insultos contra o Islã de maneira severa" e propôs a introdução de uma lei de blasfêmia.

Uma comissão parlamentar, em seguida, redigiu o projeto de lei e pretende apresentá-lo para uma votação em breve. O Projeto tem sido criticado pela agência de Direitos Humanos, Human Rights Watch, que convidou os deputados a se oporem à proposta de lei, sob o argumento de que "claramente restringe o direito à liberdade de expressão".

Embora o projeto de lei aparentemente se aplique a todas as religiões, tem o objetivo de esfriar os ânimos dos muçulmanos. E ele surge em um cenário de crescente fervor islâmico no Curdistão.

Sozan Sahab, um deputado da União Patriótica do Curdistão (PUK), disse:

“Depois da Primavera Árabe vem a Primavera islâmica. Está na região, na atmosfera. Os mulás mudaram”.

Este é um desenvolvimento preocupante para os cristãos no Curdistão, muitos dos quais fugiram para escapar da perseguição em outras partes do Iraque. Eles geralmente têm desfrutado de paz ao lado de outros grupos religiosos no Curdistão. Mas recentemente têm recebido ameaças.

Em dezembro de 2011, lojas e empresas pertencentes a cristãos e Yezidis, outro grupo minoritário, foram incendiadas por muçulmanos em um surto de ataques violentos.

Em um incidente isolado no mesmo mês, um cristão de 29 anos foi sequestrado para que pudessem pedir resgate, algo comum em outras partes do Iraque, mas não no Curdistão, aumentando os temores de que a perseguição aos cristãos volte a se intensificar na região.

A introdução de uma lei de blasfêmia no Curdistão constituiria uma ameaça maior para os cristãos, que sofrem gravemente nos termos dessa legislação em outros países. Desde a Primavera Árabe, leis semelhantes foram propostas e/ou implementadas em vários países da região, incluindo Kuwait, Egito e Tunísia; tem havido uma série de casos de alta visibilidade de pessoas sendo presas por atos ou declarações consideradas insultos ao Islã .

Enquanto a Primavera Árabe parecia prometer maior liberdade e direitos para os cidadãos da região, a difusão de um movimento anti-blasfêmia indica que está ocorrendo um resultado contrário ao esperado.

Fonte: Portas Abertas

Muçulmano se converte após sonhar com Jesus e lança DVD com testemunho



Ele sonhou há alguns anos quanto estava fazendo uma peregrinação na Meca islâmica conhecida como Hajj


Muçulmano se converte após sonhar com Jesus e lança DVD com testemunho

Não é raro encontrar muçulmanos que tiveram sonhos com Jesus e passaram a se assumirem como cristãos. Ali é um deles e está lançando um DVD “More Than Dreams” [Mais que Sonhos] contando como isso aconteceu.
Em seu relato para o programa CBN News ele conta que há alguns anos ele estava fazendo uma peregrinação na Meca islâmica conhecida como Hajj para cumprir as exigências religiosas.
Em uma certa noite ele teve um sonho tão real que o fez mudar de religião. “Naquela noite eu vi Jesus em um sonho”, conta Ali. “Primeiro Jesus tocou a minha testa com o dedo. E depois de me tocar ele disse: ‘você me pertence’”, relembra.
Mas o sonho não parou por ai, “Ele então tocou acima de meu coração dizendo: ‘você foi salvo, siga-me. Você me pertence’”. Desse dia em diante Ali resolveu desistir da peregrinação para seguir a Jesus. Nesse DVD essa história foi dramatizada e somada aos relatos de outros muçulmanos.
De acordo com Tom Doyle do 3 Minitries os muçulmanos estão tendo cada vez mais sonhos com Jesus Cristo e optando em mudar de religião. “Talvez eles não tenham uma Bíblia, nem tenham um missionário em sua aldeia, mas eles vão receber a mensagem de Cristo de alguma forma”, diz ele.
Doyle e sua esposa, Joanna, trabalham como missionários no mundo muçulmano, e para contar sobre suas experiências ele está lançando o livro “Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?” [Sonhos e Visões: Jesus está acordando o mundo muçulmano?].
O fenômeno sobre sonhos e visões começaram a ganhar destaque no mundo muçulmano na Indonésia. “Na igreja, se você perguntar quantas pessoas vieram a Cristo, 80% vai dizer: ‘Eu O vi em um sonho’”, alega uma mulher da Ásia Central em entrevista para a CBN News. Sua identidade não foi revelada por questões de segurança.
Outra testemunha, dessa vez um homem, conta que resolveu procurar a igreja depois de um sonho com Cristo. “No dia seguinte ao meu sonho eu decidi vir a Ele”, disse.
O apresentador do programa “Reflexões”, Hazem Farraj, atração transmitida via satélites para muçulmanos, conta que muitas vezes é contatado por telespectadores que falam sobre esses sonhos. “Teve uma senhora que me escreveu dizendo: ‘Eu liguei a televisão e lá estava você… as palavras que saíam da sua boca eram tão pacíficas que adormeci. Nesse sono acabei tendo uma visão de Jesus’”, relata o apresentador.
Essa telespectadora contou que nesse sonho Jesus lhe dizia que era o Filho de Deus. “Assim que eu olhei eu sabia que Cristo era o sacrifício”, relembra Farraj sobre o que a telespectadora lhe contara.
Doyle confessa que não é de uma hora para outra que um fiel do Islã se torna cristão, mas que essa experiência de sonhos e visões faz com que o muçulmano transpasse barreiras inerentes ao Islã.

Fonte: Gospel Prime/ O Verbo/ CBN

Dirigentes de igrejas no Sudão pedem paz



Expuseram as suas preocupações em uma carta conjunta emitida antes do 1º aniversário do Sul do Sudão independente, em 9 de julho do ano passado


Dirigentes de igrejas no Sudão pedem paz

Dirigentes da Igreja sudanesa têm lamentado a ruptura nas relações entre o Sudão e o Sul do Sudão.
Eles expuseram as suas preocupações em uma carta conjunta emitida antes do primeiro aniversário do Sul do Sudão desde a sua independência em 9 de julho do ano passado.
A relação é complicada entre Norte e Sul, apesar do que eles chamam de um cessar-fogo e retirada das forças da região de fronteira. "As relações entre os governos do Sudão e do sul do Sudão se deterioraram a níveis inaceitáveis", disseram eles.
"Rejeitamos a guerra como uma opção para resolver disputas e convocamos todos os partidos para implementar um significativo cessar-fogo e retirada das forças da região de fronteira."
Os dirigentes cristãos exortam os governos do Sudão e do sul do Sudão para resolver a disputa sobre a região rica em petróleo de Abyei pela realização de um referendo, tal como estipulado no Acordo de Paz Abrangente de 2005.
"O petróleo é um recurso dado por Deus que deve beneficiar ambos os lados", dizem eles.
"Fazemos um apelo para um acordo baseado em normas internacionais para transbordo de petróleo, e para o reconhecimento do dano causado ao povo de ambas as nações com o impasse atual. Os preços estão subindo e há escassez de produtos essenciais, incluindo combustível, tornando a vida mais difícil para os cidadãos comuns. Isso deve ser tratada como uma questão de urgência."
Os líderes da Igreja chamam a atenção para as guerras civis em Darfur, região dos Montes Nuba, e as regiões Blue Nile, e alertam que não há "nenhuma solução militar", e convidam as facções para "entrar em negociações significativas".
Segundo a ONU, cerca de 1.000 pessoas foram assassinadas em brutais confrontos inter-étnicos no estado de Jonglei.
Os líderes afirmam que as igrejas têm um papel central na construção da paz entre as comunidades afetadas, mas exigem acesso da ajuda humanitária imediata para o conflito nas áreas devastadas.
Eles concluem com um apelo para o Sudão e para o Sul do Sudão para trabalharem por um futuro pacífico para ambos os países.
"Nós sonhamos com duas nações em paz uns com os outros, cooperando para fazer o melhor uso de seus recursos dados por Deus, promovendo a interação livre entre os seus cidadãos, vivendo lado a lado em solidariedade e respeito mútuo, celebrando sua história compartilhada e perdoando quaisquer erros que possam ter feito um para o outro", dizem eles.
"Sonhamos com as pessoas já não traumatizadas, das crianças que podem ir à escola, de mães que podem frequentar clínicas, de um fim à pobreza e à desnutrição, e de cristãos e muçulmanos que podem ir à igreja ou à mesquita livremente, sem medo. Apelamos aos governos dos dois países para trabalharem no sentido de tornar esse sonho uma realidade".

Fonte: Christian Today/Redação CPADNews

LIÇÃO 3, A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO


LIÇÃO 3, A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO - (Esta lição só fica totalmente pronta na Quinta-feira a noite)
Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2012 - CPAD - Jovens e Adultos
Vencendo as Aflições da Vida - "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas” (Salmos 34:19).
Comentários da revista da CPAD: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO


TEXTO ÁUREO
"Porque para mim o viver é CRISTO, e o morrer é ganho" (Fp 1.21).


VERDADE PRÁTICA
Para o crente, a morte não é o fim da vida, mas o início de uma plena, sublime e eterna comunhão com DEUS.


LEITURA DIÁRIA
Segunda - Rm 6.23 A morte é consequência do pecado
Terça - Gn 35.18; Tg 2.26Morte, separação entre alma e corpo
Quarta - Sl 16.10; 49.14,15A expectativa de vida após a morte
Quinta - Sl 16.9-11; Is 26.19; Dn 12.2A ressurreição no Antigo Testamento
Sexta - 1 Co 15.1-58 A ressurreição no Novo Testamento
Sábado - Ap 20.14 A morte da morte

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Coríntios 15.51-57
51 Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão ncorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. 54 E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então, cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. 55 Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? 56 Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57 Mas graças a DEUS, que nos dá a vitória por nosso Senhor JESUS CRISTO.

15.51 UM MISTÉRIO. O mistério que Paulo revela é que quando CRISTO voltar do céu para buscar a sua igreja, os crentes que ainda estiverem vivos na terra terão seus corpos em um instante transformados, feitos imperecíveis e imortais (ver Jo 14.3; ver o estudo O ARREBATAMENTO DA IGREJA)
15.51 NEM TODOS DORMIREMOS. O emprego que Paulo faz de "nós", indica que ele esposava a perspectiva do NT, i.e., de CRISTO vir buscar os fiéis ainda naquela geração. Embora CRISTO não tenha voltado durante a vida de Paulo, este não estava confundido. O apóstolo tinha razão ao crer assim, porque sabia que CRISTO poderia voltar a qualquer momento. Todos aqueles que esperam a volta de CRISTO, durante a sua vida aqui, crêem da mesma forma. As palavras de JESUS e a totalidade do NT conclamam todo crente a crer que estamos na última hora, e, que ele deve viver na esperança que CRISTO voltará durante a sua vida (cf. 1.7,8; Rm 13.12; Fp 3.20; 1 Ts 1.10; 4.15-17; Tt 2.13; Tg 5.8-9; 1 Jo 2.18,28; Ap 22.7,12,20; ver Mt 24.42,44 notas; Lc 12.35). Logo, aqueles que não o aguardam já nesta vida, não estão vivendo de conformidade com o padrão apostólico.
15.52 SEREMOS TRANSFORMADOS. Ver o estudo A RESSURREIÇÃO DO CORPO ABAIXO



O ARREBATAMENTO DA IGREJA1Ts 4.16,17 “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de DEUS; e os que morreram em CRISTO ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.”

O termo “arrebatamento” deriva da palavra raptus em latim, que significa “arrebatado rapidamente e com força”. O termo latino raptus equivale a harpazo em grego, traduzido por “arrebatado” em 4.17. Esse evento, descrito aqui e em 1Co 15, refere-se à ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para encontrar-se com Ele nos ares. O arrebatamento abrange apenas os salvos em CRISTO.
(1) Instantes antes do arrebatamento, ao descer CRISTO do céu para buscar a sua igreja, ocorrerá a ressurreição dos “que morreram em CRISTO” (4.16). Não se trata da mesma ressurreição referida em Ap 20.4, a qual somente ocorrerá depois de CRISTO voltar à terra, julgar os ímpios e prender Satanás (Ap 19.11—20.3). A ressurreição de Ap 20.4 tem a ver com os mártires da tribulação e possivelmente com os santos do AT (ver Ap 20.6).
(2) Ao mesmo tempo que ocorre a ressurreição dos mortos em CRISTO, os crentes vivos serão transformados; seus corpos se revestirão de imortalidade (1Co 15.51,53). Isso acontecerá num instante, “num abrir e fechar de olhos” (1Co 15.52).
(3) Tanto os crentes ressurretos como os que acabaram de ser transformados serão “arrebatados juntamente” (4.17) para encontrar-se com CRISTO nos ares, ou seja: na atmosfera entre a terra e o céu.
(4) Estarão literalmente unidos com CRISTO (4.16,17), levados à casa do Pai, no céu (ver Jo 14.2,3), e reunidos aos queridos que tinham morrido (4.13-18).
(5) Estarão livres de todas as aflições (2Co 5.2,4; Fp 3.21), de toda perseguição e opressão (ver Ap 3.10), de todo domínio do pecado e da morte (1Co 15.51-56); o arrebatamento os livra da “ira futura” (ver 1.10; 5.9), ou seja: da grande tribulação.
(6) A esperança de que nosso Salvador logo voltará para nos tirar do mundo, a fim de estarmos “sempre com o Senhor” (4.17), é a bem-aventurada esperança de todos os redimidos (Tt 2.13). É fonte principal de consolo para os crentes que sofrem (4.17,18; 5.10).
(7) Paulo emprega o pronome “nós” em 4.17 por saber que a volta do Senhor poderia acontecer naquele período, e comunica aos tessalonicenses essa mesma esperança. A Bíblia insiste que anelemos e esperemos contínua e confiadamente a volta do nosso Senhor (cf. Rm 13.11; 1Co 15.51,52; Ap 22.12,20).
(8) Quem está na igreja mas não abandona o pecado e o mal, sendo assim infiel a CRISTO, será deixado aqui, no arrebatamento (ver Mt 25.1; Lc 12.45). Os tais ficarão neste mundo e farão parte da igreja apóstata (ver Ap 17.1), sujeitos à ira de DEUS.
(9) Depois do arrebatamento, virá o Dia do Senhor, um tempo de sofrimento e ira sobre os ímpios (5.2-10; ver 5.2). Seguir-se-á a segunda fase da vinda de CRISTO, quando, então, Ele virá para julgar os ímpios e reinar sobre a terra (ver Mt 24.42,44).
 

A RESSURREIÇÃO DO CORPO1Co 15.35 “Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?”

A ressurreição do corpo é uma doutrina fundamental das Escrituras. Refere-se ao ato de DEUS, de ressuscitar dentre os mortos o corpo do salvo e reuni-lo à sua alma e espírito, dos quais esse corpo esteve separado entre a morte e a ressurreição.
(1) A Bíblia revela pelo menos três razões por que a ressurreição do corpo é necessária. (a) O corpo é parte essencial da total personalidade do homem; o ser humano é incompleto sem o corpo. Por conseguinte, a redenção que CRISTO oferece abrange a pessoa total, inclusive o corpo (Rm 8.18-25). (b) O corpo é o templo do ESPÍRITO SANTO (6.19); na ressurreição, ele voltará a ser templo do ESPÍRITO. (c) Para desfazer o resultado do pecado em todas as áreas, o derradeiro inimigo do homem (a morte do corpo) deve ser aniquilado pela ressurreição (15.26).
(2) Tanto as Escrituras do AT (cf. Hb 11.17-19 com Gn 22.1-4; Sl 16.10 com At 2.24ss; Jó 19.25-27; Is 26.19; Dn 12.2; Os 13.14), como as Escrituras do NT (Lc 14.13,14; 20.35,36; Jo 5.21,28,29; 6.39,40,44,54;  Co 15.22,23; Fp 3.11; 1Ts 4.14-16; Ap 20.4-6,13) ensinam a ressurreição futura do corpo.
(3) Nossa ressurreição corporal está garantida pela ressurreição de CRISTO (ver Mt 28.6; At 17.31; 1Co 15.12,20-23).
(4) Em termos gerais, o corpo ressurreto do crente será semelhante ao corpo ressurreto de Nosso Senhor (Rm 8.29; 1Co 15.20,42-44,49; Fp 3.20,21; 1Jo 3.2). Mais especificamente, o corpo ressurreto será: (a) um corpo que terá continuidade e identidade com o corpo atual e que, portanto, será reconhecível (Lc 16.19-31); (b) um corpo transformado em corpo celestial, apropriado para o novo céu e a nova terra (15.42-44,47,48; Ap 21.1); (c) um corpo imperecível, não sujeito à deterioração e à morte (15.42); (d) um corpo glorificado, como o de CRISTO (15.43; Fp 3.20,21); (e) um corpo poderoso, não sujeito às enfermidades, nem à fraqueza (15.43); (f) um corpo espiritual (i.e., não natural, mas sobrenatural), não limitado pelas leis da natureza (Lc 24.31; Jo 20.19; 1Co 15.44); (g) um corpo capaz de comer e beber (Lc 14.15; 22.16-18,30; 24.43; At 10.41).
(5) Quando os crentes receberem seu novo corpo se revestirão da imortalidade (15.53). As Escrituras indicam pelo menos três propósitos nisso: (a) para que os crentes venham a ser tudo quanto DEUS pretendeu para o ser humano, quando o criou (cf. 2.9); (b) para que os crentes venham a conhecer a DEUS de modo completo, conforme Ele quer que eles o conheçam (Jo 17.3); (c) a fim de que DEUS expresse o seu amor aos seus filhos, conforme Ele deseja (Jo 3.16; Ef 2.7; 1Jo 4.8-16).
(6) Os fiéis que estiverem vivos na volta de CRISTO, para buscar os seus, experimentarão a mesma transformação dos que morrerem em CRISTO antes do dia da ressurreição deles (15.51-54). Receberão novos corpos, idênticos aos dos ressurretos nesse momento da volta de CRISTO. Nunca mais experimentarão a morte física (ver o estudo O ARREBATAMENTO DA IGREJA).
(7) JESUS fala de uma ressurreição da vida, para o crente, e de uma ressurreição de juízo, para o ímpio (Jo 5.28,29).
 
Definição no dicionário Priberam (http://www.priberam.pt/default.aspx):
Ressurreição:  do Lat. resurrectione  s. f.acto de ressurgir; reaparecimento; renovação; por ext.  cura imprevista.
 
Ressurreição e Ascensão
Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que CRISTO morreu por nossos pecados, segundo as
Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; (1 Coríntios 15:3-4)
Data:
Acontecimento:
Local:
Textos:
33 dC - Madrugada
do 1º dia Domingo
As mulheres visitam o sepulcro
Jerusalém
Mt 28.1-10; Mc 16.1-8; Lc 24.1-11
Sua aparição a Pedro
Jerusalém
Lc 24:34 1Co 15:5
Pedro e João Vêem o sepulcro vazio
Jerusalém
Lc 24.12; Jo 20.1-10
JESUS aparece a Maria Madalena
Jerusalém
Mc 16,9-11; Jo 20.11-18
JESUS aparece a outras mulheres
Jerusalém
Mt 28.9-19
O relato dos guardas sobre a ressurreição
Jerusalém
Mt 28.11-15
Domingo
JESUS aparece a 2 discípulos
Emaús
Mc 16.12-13; Lc 24.13.35
JESUS aparece aos 10 discípulos, sem Tomé
Jerusalém
Lc 24.36-43; Jo 20.19-25; 1Co 15:5
1 Semana depois
JESUS aparece aos discípulos, com Tomé
Jerusalém
Mc 16:14-18; Jo 20.26-31
Durante os 40 dias
até a ascensão
JESUS aparece a sete discípulos na Galiléia
Mar Galiléia
Mt 28:16-20; Jo 21.1-15
A grande comissão
 
Mt 28.16-20; Mc 16.14-18; Lc 24.44-49
Sua aparição aos quinhentos
Galiléia
1Co 15:6
Sua aparição a Tiago
1Co 15:7
A Ascensão
Monte das Oliveiras
Mc 16.19-20; Lc 24.50-53; At 1:4-9
 
 
 
 
I- TODOS VÃO RESSUSCITAR
Jo 11.25- Disse-lhe JESUS: “Eu Sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”.
Em Daniel 12.2 e João 5.28,29; vemos que uns ressuscitarão para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno, mostrando-nos claramente que:
1-     Todos vão Ressuscitar, declaração essa contrária à doutrina que muitos pregam dizendo que quando morremos se acabou tudo;
2-     Haverá dois tipos de ressurreição, uns para a vida eterna e outros para a vergonha e desprezo eterno (vão ver os salvos gozando da companhia de DEUS e não vão poder desfrutar);
3-     O destino de cada um é de acordo com o que creram e fizeram, enquanto estavam vivos e aqui na terra;
4-     Haverá duas ressurreições, separadas por mil anos (Ap 20.5,6; 1 Ts 4.16).
 
Quantos túmulos que têm a inscrição “Repouso Eterno ou Jazigo Perpétuo”, por causa da ignorância do homem, mas quando se ouvir a voz de CRISTO todos ressuscitarão. 
A conta tem que ser paga, ninguém dá calote em DEUS, cada um prestará contas com DEUS, os salvos, no tribunal de CRISTO sem condenação, só para receber galardão; mas o incrédulo estará diante do trono branco juízo final, para ser lançado no lago de fogo e enxofre, junto com seu companheiro Satanás. Ap 19.20; 20.10-15; 
 
 
 
 
 
II- A RESSURREIÇÃO DE JESUS:
QUAL A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS PARA A FÉ CRISTÃ?  (Bíblia Ilúmina)
Mateus 28:1-10 VERSÍCULO CHAVE: Mas o anjo disse às mulheres: Não temais vós; pois eu sei que buscais a JESUS, que foi crucificado. Não está aqui, porque ressurgiu, como ele disse. Vinde, vede o lugar onde jazia; (Mateus 28:5-6)
 
A RESSURREIÇÃO DE JESUS É O ALICERCE DA FÉ CRISTÃ. A ressurreição é a chave para a fé cristã. Porque?
(1) Como ele havia prometido, ele ressurgiu dos mortos. Nós podemos estar confiantes, portanto, que ele cumprirá tudo que ele prometeu.
(2) A ressurreição do corpo nos mostra que o CRISTO vivo é soberano no reino eterno de DEUS, não um falso profeta ou impostor.
(3) Nós podemos ter certeza de nossa ressurreição porque ele foi ressuscitado. A morte não é o fim, existe a vida após a morte.
(4) O poder que trouxe JESUS de volta a vida está disponível para nós trazermos o nosso ser espiritual morto de volta a vida.
(5) A Ressurreição é à base do testemunho da igreja para o mundo. JESUS é mais que um líder humano, ele é o Filho de DEUS.
 
LEITURA BÍBLICA: 1 Coríntios 15:1-11 VERSÍCULO CHAVE: Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que CRISTO morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras; (1 Coríntios 15:3-4)
A RESSURREIÇÃO É O PONTO DECISIVO DA FÉ CRISTÃ:
Sempre haverá pessoas dizendo que JESUS não ressurgiu dos mortos. Paulo nos garante que muitas pessoas viram JESUS depois de sua ressurreição: Pedro, o discípulo (os Doze), Mais de quinhentos crentes (a maioria ainda estavam vivos quando Paulo escreveu isto), Thiago (irmão de JESUS), todos os apóstolos e finalmente Paulo em si. A Ressurreição é um fato histórico. Não seja desencorajado por pessoas que negam a Ressurreição. Seja cheio de esperança, pois um dia todos virão a prova viva quando JESUS voltar.
 
 
 
 
III- NOSSA RESSURREIÇÃO:
O QUE QUE A BÍBLIA NOS ENSINA SOBRE A NOSSA RESSURREIÇÃO?
 
LEITURA BÍBLICA: 1 Coríntios 15:12-28 VERSÍCULO CHAVE: Ora, se se prega que CRISTO foi ressuscitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos?
A NOSSA RESSURREIÇÃO INCLUI O NOSSO CORPO E A NOSSA ALMA.
A maioria dos gregos não acreditavam que o corpo de uma pessoa poderia ser ressuscitado depois da morte. Eles viam a vida após a morte como algo só para a alma. De acordo com filósofos gregos, a alma era a pessoa de verdade presa a um corpo físico, e na morte a alma era liberta. Não havia imortalidade para o corpo, mas a alma entrava num estado eterno. O cristianismo, no entanto, afirma que o corpo e a alma serão unidos depois da ressurreição. A igreja de Corinto estava no coração da cultura grega, desta maneira, muitos crentes tinham dificuldade em acreditar na ressurreição do corpo.
 
NOSSA RESSURREIÇÃO É CERTA POR CAUSA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO.
A ressurreição de CRISTO é o centro da fé cristã. Porque CRISTO ressuscitou, como ele havia prometido, nós sabemos que o que ele disse é a verdade – ele é DEUS. Porque ele ressuscitou, nós temos certeza que nossos pecados são perdoados. Porque ele ressuscitou, ele vive e nos representa perante DEUS. Porque ele ressuscitou e venceu a morte, sabemos que nós também ressuscitaremos.
 
A NOSSA RESSURREIÇÃO É A NOSSA ÚNICA ESPERANÇA PARA A VIDA ETERNA.
Nos dias de Paulo, o cristianismo levava a pessoa à execução, exclusão da família e, em muitos casos, a pobreza. Havia pouca vantagem em ser cristão naquela sociedade. O mais importante, no entanto, é que se CRISTO não tivesse ressuscitado, os cristãos não poderiam ser perdoados pelos seus pecados e não teriam nenhuma esperança de vida eterna.
 
IV- CRER NA RESSURREIÇÃO DE JESUS É BÁSICO PARA SALVAÇÃO.
É tão importante crer na ressurreição de JESUS que Paulo afirma que aquele que não crê nisso a sua fé é vã e sem sentido.
1Co 15.17 E, se CRISTO não foi ressuscitado, a fé que vocês têm é uma ilusão, e vocês continuam perdidos nos seus pecados. 18Se CRISTO não ressuscitou, os que morreram crendo nele estão perdidos. 19Se a nossa esperança em CRISTO só vale para esta vida, nós somos as pessoas mais infelizes deste mundo. 20Mas a verdade é que CRISTO foi ressuscitado, e isso é a garantia de que os que estão mortos também serão ressuscitados.
 
Na verdade Paulo nos assegura que para sermos salvos precisamos não só crer na morte expiatória de JESUS, mas também na sua ressurreição dentre os mortos, sendo esta uma exigência de DEUS para nossa justificação, uma condição para sermos salvos.
A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor JESUS, e em teu coração creres que DEUS o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. (Romanos 10:9)
 
O CRISTO glorificado
A visão de Estêvão At 7:55,56
A visão de Paulo At 26:13-15
A visão de João Ap 1:12-16
 
"Lembra-te de que JESUS. CRISTO, que é da descendência de Davi, ressuscitou dos mortos, segundo o meu evangelho." (2 Tm 2.8).
A ressurreição do Senhor será sempre um dos mais importantes fatos de todos os tempos. Ela significa a aurora espiritual da nossa fé.
 
O CRISTO ressurreto O terremoto Mt 28:2-4
As mulheres vão ao sepulcro ungir o corpo de JESUS Mt 28:1-7; Mc 16:1-5; Lc 24:1,2; Jo 20:1
Maria encontra o túmulo vazio Jo 20:2
Maria Madalena dá a notícia a Pedro 16:10 20:2
JESUS aparece a Maria Madalena Mc 16:9; Jo 20:11-17; 1Co 15:4
JESUS aparece a outras mulheres Mt 28:8-10; Sl 16:10
O informe dos guardas Mt 28:11-15
 
O Corpo Glorioso
Jo 20.8 – Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu.
Lembramos aqui, ao leitor que tudo que João escreveu foi para provar aos incrédulos de sua época que JESUS CRISTO ressuscitou e que era o filho de DEUS (Jo 20.30,31)
Sendo João mais jovem correu mais depressa que Pedro, mas sendo mais reverente parou na entrada, mas quando Pedro chegou, com sua irreverência natural entrou correndo e ficou olhando e estudando o que havia acontecido; João agora entra e se lembra de que JESUS foi embalsamado (Jo 19.38-42) com muita mirra e aloés (cem arréteis = aproximadamente 80 Kg daquele composto) e o envolveram com lençóis como era costume judaico (enrolavam o corpo nos lençóis como múmia) e amarraram, com um lenço o seu queixo à sua cabeça para não ficar aberta a sua boca.
Vendo João que os lençóis estavam arrumados como se um corpo estivera ali dentro e o lenço à parte, separado, no lugar onde estiver a cabeça de JESUS, boquiaberto João creu maravilhado de que seu senhor ressuscitara com um corpo glorioso, espiritual e celeste (1 Co 15.44). Só é salvo quem crer nisso, na ressurreição de JESUS, tenha certeza. (1 Co 15.14).
 
O amigo leitor já pensou em ter um corpo assim? Nós teremos um corpo semelhante ao de JESUS quando da sua volta para nos levar para as moradas eternas (1Co 15.48; Rm 8.29,30; 1Jo 3.2).
 
 
 Sendo hoje considerado pelo mundo cristão o dia da ressurreição de nosso Senhor JESUS CRISTO. é com muita a1egria que estamos estudando este precioso assunto.
Certamente as doutrinas da divindade e da ressurreição do Senhor JESUS são as mais odiadas e hostilizadas por Satanás. O Evangelho que proclamamos não finda no Monte Ca1vário. Ele passa pelo túmulo vazio, desponta no cenáculo e segue a trajetória celestial. Se CRISTO não houvesse ressuscitado seria vã a nossa fé e nulo o nosso testemunho.
 
V- O FATO DA RESSURREIÇÃO
"Se CRISTO não houvesse ressuscitado, de Sua morte não teria havido qualquer fruto". Os dois fatos se completam. A ressurreição de CRISTO é o fato que consuma os fundamentos da fé cristã. Os "deuses" mortos a nada levam. O CRISTO ressuscitado nos conduz à presença do Pai. (SP 1)
1. Predito por Davi. Como um profeta habilmente inspirado por DEUS, o rei Davi predisse a ressurreição de JESUS (SI 16.10).
2. Predito por Isaias. O profeta messiânico no capítulo 53 de seu livro, por muitos considerados" o Evangelho do Antigo Testamento", aborda a ressurreição do Senhor, nos versos 10 a 12.
3. Predito pelo próprio CRISTO. Lemos tais predições em vários lugares, tais como: Mt 12.38-40; 17.22,23; 20.18,19; 26.32; Lc 9.22; Jo 2.18-22,etc. Pelas Escrituras, JESUS demonstrou que já estava escrito, desde séculos passados, que o CRISTO (o Messias, o Ungido de DEUS) padeceria, para depois ressuscitar dentre os mortos ao terceiro dia.
 
VI- AS PROVAS DA RESSURREIÇÃO
1. As provas são Inequívocas, porque estão fundamentadas Da Infalível Palavra de DEUS.
a. O túmulo vazio. é considerado o grande troféu do Cristianismo. Um teste­munho absolutamente incontestável e que exalta o extraordinário poder de DEUS. Emesto Renan, o ateísta francês do século passado, escarnecendo dos crentes declarou: "Os cristãos vivem na fragrância de um túmulo vazio". Ele cria que estava zombando dos cristãos, mas na realidade, estava proclamando uma das mais profundas verdades do cristianismo: o túmulo vazio de JESUS, prova irrefutável de que Ele venceu a morte, coisa que ninguém jamais fez, nem fará.
b. O silêncio dos fariseus e dos romanos. Jamais qualquer pessoa destes dois grupos ousou negar a ressurreição de JESUS, tão evidente que ela se tomou. Eles odiavam essa mensagem mas não puderam refutá-la.
c. A mudança do dia de adoração dos discípulos. A ressurreição causou um impacto tão grande na mente e no coração dos discípulos que eles fixaram em suas mentes um novo dia para suas reuniões. Deixaram o tradicional e legal sétimo dia e passaram a usar o primeiro dia da semana (Mc 16.2), isto é, o domingo. (SP 2)
 
2. As aparições pessoais de JESUS
a. A Maria Madalena (Mc 16.9-11; Jo 20.18).
b. A algumas mulheres (Mt 28.9,10)
c. A Pedro, no domingo da ressurreição (Lc 24.34; 1 Co 15.5).
d. Aos dois discípulos, no caminho de Emaús (Mc 16.12; Lc 24.13-35).
e. Aos discípulos (Mc 16.14; Lc 24.36-43; Jo 20.19,20).
f. Aos onze discípulos com Tomé (Jo 20.26).
g. Aos sete discípulos, no Mar da Galiléia (Jo 21.1).
h. A quinhentos irmãos (1 Co 15.6).
i. A Tiago (1Co 15.7).
 
Há outras aparições, mas cremos que estas são suficientes.
 
 
VII- OS RESULTADOS DA RESSURREIÇÃO
A ressurreição do Senhor JESUS não é um fato isolado e inconseqüente. São muitos os resultados que dele emanaram. Estudemos alguns:
1. JESUS está vivo. Se CRISTO não houvesse ressuscitado, seria um defunto. Se Ele fosse um defunto, a igreja não seria a Esposa do Cordeiro (Ap 21.9), e sim sua viúva Mas Ele de fato ressuscitou e está vivo para sempre. E porque vive, intercede pelos seus (Hb 7.25) e também pelos transgressores (ls 53.12).
 
2. Ele está presente. O CRISTO ressuscitado é um CRISTO onipresente (Mt 28.20b). Por toda parte podemos sentir a manifestação dessa presença gloriosa e amiga. Ele está inspirando os pregadores que proclamam sua Palavra, as ações dos que proclamam. Entemecidamente está salvando os que nEle crêem, de todo o coração.
 
3. Ele está conduzindo a Igreja. O CRISTO ressuscitado é Senhor, Rei e Cabeça da igreja. Como Senhor, todos lhe
servimos de coração. Como Rei, dita as normas de ação de seu governo; como Cabeça nos mantém junto a Si, inseparavelmente ligados, pois somos o seu corpo: o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas (Cl 1.18; Ef 1.23). Ele é quem dã ministros à igreja (Ef 4.11,12). Ele dã dons aos homens (Ef 4.8). A Igreja O glorifica. exalta, louva e adora.
 
4. Ele está unindo a igreja. Se CRISTO não estivesse realmente vivo não poderia executar o milagre de reunir em um só corpo homens e mulheres de todas as raças tribos e nações (Ap 5.9). Veja o que Ele mesmo dizem Ap 1.17,18.
 
5. Ele está batizando a Igreja. Isso prova que CRISTO ressuscitou e está vivo, Ele continua batizando os salvos com o ESPÍRITO SANTO.
 
6. Ele voltará brevemente. Se CRISTO não estivesse vivo, não teríamos razão de esperá-lo a segunda vez. Mas Ele está vivo! Ele voltará! A cada dia, e em todos os lugares, os sinais estão acontecendo. O CRISTO ressuscitado está às portas. O Rei está voltando.
 
 
VIII- OS PROPÓSITOS DA RESSURREIÇÃO
 A compreensão natural do homem pecador não está apta a discernir os elevados propósitos de tão extraordinário acontecimento. Temos que ter a mente de CRISTO para avaliar as razões, profundas e misteriosas, de Sua ressurreição.
1. Demonstrar sua divindade. A não ressurreição de JESUS tê-lo-ia deixado no túmulo, no mesmo nível dos demais homens. Ele teria sido apenas um mortal a mais. Através de Sua ressurreição o Pai declarou solenemente sua divindade (Rm 1.4). Pela ressurreição, CRISTO demonstrou ser impossível à morte detê­lo (At 2.24). Por causa de uma deliberada e amorosa vontade de salvar os homens, o Pai permitiu a JESUS ficar por três dias na região de sombra da morte, mas a sua divindade não lhe permitiu ficar entre os mortos, pois Ele é o Senhor da vida.
 
2. Aniquilar o medo. "Não vos atemorizeis" , disse o anjo às mulheres (Mc 16.6). O medo, como estado, paralisa a pessoa, tira o Animo c conduz. morte.
Foi o medo a primeira conseqüência do pecado: "Tive medo e me escondi " (Gn 3.10). JESUS muitas vezes bradou com autoridade: "Não temas" (Mt 10.26; 14.27;28.10; Mc 5.36; Lc 5.10; 8:50; 12.7; 12.32).
 
3. Garantir a nossa justificação. Ao entregar-se à morte, na Cruz do Calvário, JESUS lançou a base do edifício de nossa justificação, que somente se tornou concluído com sua ressurreição (Rm 4.25).
 
4. Tornar-se as primícias dos que dormem. Os atuais habitantes. do Céu sabem que algum dia, a igreja do Senhor, subirá para lã também habitar. Eles olham para o CRISTO ressuscitado, sentado à destra do Pai e, sabendo que Ele aqui embaixo provou a morte e sobre ela triunfou mediante a ressurreição, sabem também que na sua ressurreição consiste a garantia da nossa. Ele subiu primeiro. Nós subiremos depois.
 
5. Dinamizar a pregação. A crença na ressurreição de JESUS, produziu uma nova transformação na vida dos discípulos. Antes eram homens fracos, medrosos e desprezados (Lc 24.37,38). Veja por exemplo o intrépido Pedro, que negou o seu mestre por três vezes. Cf. Lc 22.34,54-60.
Após a ressurreição surgem como propagadores alegres, militantes e agressivos. Será que uma crença equivocada em supostas aparições, produziria uma convicção contagiante como a dos discípulos?
 
 
 
 
IX- A RESSURREIÇÃO DO CORPO (BEP-CPAD)
1Co 15.35 “Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?”
A ressurreição do corpo é uma doutrina fundamental das Escrituras. Refere-se ao ato de DEUS, de ressuscitar dentre os mortos o corpo do salvo e reuni-lo à sua alma e espírito, dos quais esse corpo esteve separado entre a morte e a ressurreição.
(1) A Bíblia revela pelo menos três razões por que a ressurreição do corpo é necessária.
(a) O corpo é parte essencial da total personalidade do homem; o ser humano é incompleto sem o corpo. Por conseguinte, a redenção que CRISTO oferece abrange a pessoa total, inclusive o corpo (Rm 8.18-25).
(b) O corpo é o templo do ESPÍRITO SANTO (6.19); na ressurreição, ele voltará a ser templo do ESPÍRITO.
(c) Para desfazer o resultado do pecado em todas as áreas, o derradeiro inimigo do homem (a morte do corpo) deve ser aniquilado pela ressurreição (15.26).
(2) Tanto as Escrituras do AT (cf. Hb 11.17-19 com Gn 22.1-4; Sl 16.10 com At 2.24ss; Jó 19.25-27; Is 26.19; Dn 12.2; Os 13.14), como as Escrituras do
NT (Lc 14.13,14; 20.35,36; Jo 5.21,28,29; 6.39,40,44,54;  Co 15.22,23; Fp 3.11; 1Ts 4.14-16; Ap 20.4-6,13) ensinam a ressurreição futura do corpo.
(3) Nossa ressurreição corporal está garantida pela ressurreição de CRISTO (ver Mt 28.6; At 17.31; 1Co 15.12,20-23).
(4) Em termos gerais, o corpo ressurreto do crente será semelhante ao corpo ressurreto de Nosso Senhor (Rm 8.29; 1Co 15.20,42-44,49; Fp 3.20,21; 1Jo 3.2). Mais especificamente, o corpo ressurreto será:
(a) um corpo que terá continuidade e identidade com o corpo atual e que, portanto, será reconhecível (Lc 16.19-31);
(b) um corpo transformado em corpo celestial, apropriado para o novo céu e a nova terra (15.42-44,47,48; Ap 21.1);
(c) um corpo imperecível, não sujeito à deterioração e à morte (15.42);
(d) um corpo glorificado, como o de CRISTO (15.43; Fp 3.20,21);
(e) um corpo poderoso, não sujeito às enfermidades, nem à fraqueza (15.43);
(f) um corpo espiritual (i.e., não natural, mas sobrenatural), não limitado pelas leis da natureza (Lc 24.31; Jo 20.19; 1Co 15.44);
(g) um corpo capaz de comer e beber (Lc 14.15; 22.16-18,30; 24.43; At 10.41).
(5) Quando os crentes receberem seu novo corpo se revestirão da imortalidade (15.53). As Escrituras indicam pelo menos três propósitos nisso:
(a) para que os crentes venham a ser tudo quanto DEUS pretendeu para o ser humano, quando o criou (cf. 2.9);
(b) para que os crentes venham a conhecer a DEUS de modo completo, conforme Ele quer que eles o conheçam (Jo 17.3);
(c) a fim de que DEUS expresse o seu amor aos seus filhos, conforme Ele deseja (Jo 3.16; Ef 2.7; 1Jo 4.8-16).
(6) Os fiéis que estiverem vivos na volta de CRISTO, para buscar os seus, experimentarão a mesma transformação dos que morrerem em CRISTO antes do dia da ressurreição deles (15.51-54). Receberão novos corpos, idênticos aos dos ressurretos nesse momento da volta de CRISTO. Nunca mais experimentarão a morte física.
(7) JESUS fala de uma ressurreição da vida, para o crente, e de uma ressurreição de juízo, para o ímpio (Jo 5.28,29).
 
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Ressuscitar significa despertar, levantar dentre os mortos. Converse com seus alunos sobre a imprescindibilidade dessa doutrina. Enfatize que CRISTO foi feito as primícias dos que dormem, e os que morrerem nEle, em sua vinda ressuscitarão à semelhança de sua ressurreição. A Bíblia diz que o mesmo corpo, que foi sepultado, será reerguido (1 Co 15.35-44).
Faça a seus alunos a seguinte pergunta: Como será o corpo da ressurreição?
Diante do estudo logo acima (A RESSURREIÇÃO DO CORPO), coloque as respostas no quadro e explique-as com todo cuidado.
  
Como será o corpo da ressurreição?
a) Visível (Lc 24.39);   
b) Incorruptível (1 Co 15.42,54);
c) Palpável (Jo 20.27);
d) Vivificado (Rm 8.11).
 

INTERAÇÃO
A morte é um fenômeno que se abate sobre a pessoa de qualquer sexo, classe social ou idade. A morte vem! Você já pensou nisso hoje? Não queremos usar de terror psicológico ao abordar esse tema, mas é importante, num mundo materialista onde vivemos, ao menos uma vez, darmo-nos conta de que a qualquer momento teremos de enfrentar esse inevitável fenômeno. Pode ser hoje, amanhã ou daqui alguns anos. Não importa; a "dama enigmática" nos cercará e, fisicamente, nos consumirá. Então, onde estará a nossa esperança? Como nos comportaremos frente à iminência dessa suprema realidade?

OBJETIVOS- Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conceituar técnica e biblicamente o evento da morte.
Explicar a morte no Antigo e Novo Testamentos.
Saber que a morte, apesar dos pesares, é o início da vida eterna.

RESUMO DA LIÇÃO 3, A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO
I. O QUE É A MORTE
1. Conceito.
2. O que as Escrituras dizem?
3. É a separação da alma do corpo.
II. A VIDA APÓS A MORTE
1. O que diz o Antigo Testamento.
a) Sheol.
b) A esperança da ressurreição.
2. O que diz o Novo Testamento.
III. MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA
1. Esperança, apesar do luto.  
2. A morte de CRISTO e a certeza da vida eterna.
3. A morte: o desfrutar da vida eterna.

SINÓPSE DO TÓPICO (1) Tecnicamente a morte é o cessamento clínico, cerebral e cardíaco irreversível do organismo. Biblicamente, porém, é a separação entre o corpo e a alma. 
SINÓPSE DO TÓPICO (2) As Escrituras denotam o dom da vida como uma existência infinita e, após o evento da morte, o início de uma história eterna de comunhão com DEUS. 
SINÓPSE DO TÓPICO (3) Apesar da dor e do luto, para o cristão, a morte é o início do desfrutar da vida eterna.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO- Subsídio Vida Cristã
"Enfrentando a Dor
Os braços de JESUS na Cruz - abertos e estendidos para alcançar a todos - oferecem uma alternativa para nossas rotas de escape e para nossos mecanismos de anulação da dor. Eles nos acenam para que abracemos o sofrimento, a fim de que não fujamos dele; para que aceitemos e suportemos ativamente a angústia, em vez de evitá-la. JESUS era 'homem de dores, experimentado nos trabalhos' (Is 53.3). Nós também devemos, para caminhar na vereda da cura, querer engajar a dor e o sofrimento em nossa vida.
[...] O mesmo é verdade na cura das feridas humanas: enfrentar a dor é o caminho da cura. Em vez de recuar, devemos arremeter em direção à dor e, depois, através dela. Será que estamos desejosos de fazer isso em relação as nossas feridas? Embarcar em uma jornada em direção aos nossos locais obscuros? Abraçar nossas dores? Engajar o sofrimento em nossa vida?
[...] O que envolve abraçar a dor? O que isso pode acarretar em nossa vida? Depende muito da natureza e da profundidade da dor" (SEAMANDS, Stephen. Feridas que Curam: Levando Nossos Sofrimentos à Cruz. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp. 122-24).

VOCABULÁRIO
Enigmática: Misteriosa; indecifrável.
Efêmeras: Passageira, temporária, transitória.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
RHODES, Ron. Por que coisas ruins acontecem se DEUS é bom? 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, Salvação, A Igreja e As Últimas Coisas. 1.ed. Vol. 2, Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
SEAMANDS, Stephen. Feridas que Curam: Levando Nossos Sofrimentos à Cruz. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

SAIBA MAIS pelaRevista Ensinador Cristão - CPAD, nº 51, p.37.

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 3, A MORTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Porque para mim o __viver__ é __CRISTO__, e o __morrer__ é ganho" (Fp 1.21).
 
VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Para o crente, a __morte__ não é o fim da __vida__, mas o início de uma plena, sublime e eterna __comunhão__ com DEUS.
 
COMENTÁRIO- INTRODUÇÃO
3- Que tipo de assunto é evitado pela sociedade materialista em que vivemos?
(    ) Evita-se falar sobre assuntos negativos.
 
I. O QUE É A MORTE
4- Qual o conceito de morte?
(    ) Como fenômeno natural, ela é discutida na ciência, na religião e faz parte de debates cotidianos, pois atinge a todos (Sl 89.48; Ec 8.8).
(    ) Anteriormente definida como parada cardíaca e respiratória, o consenso médico atual a define como cessamento clínico, cerebral ou cardíaco irreversível do corpo humano.
(    ) A definição mais popular do fenômeno é a "interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo".
 
5-  O que as Escrituras dizem sobre a morte?
(    ) "O salário do pecado é a morte" (Rm 6.23).
(    ) DEUS não criou o homem e a mulher para morrer.
(    ) Conforme descrito em Romanos 6.23, a morte é consequência da queda (Gn 3.1-24).
(    ) A Bíblia demonstra que a morte é a consequência inevitável do pecado, e realça esse fato como a separação entre "alma" e "corpo" (Gn 35.18).  
 
6- Como se dá a separação da alma do corpo?
(    ) A base bíblica para esse entendimento está em Gênesis 35.18, quando da morte de Raquel: "E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu)".
(    ) Tiago, o irmão do Senhor, corrobora esse pensamento quando ensina: "Porque, assim como o corpo sem o espírito [alma] está morto, assim também a fé sem obras é morta" (2.26).
(    ) Teologicamente e, segundo as Escrituras, podemos afirmar que a separação da "alma" do "corpo" estabelece o fenômeno natural e também espiritual que denominamos morte.
 
II. A VIDA APÓS A MORTE
7- O que diz o Antigo Testamento sobre a morte? "Morrendo o homem, porventura, tornará a viver?" (Jó 14.14a). "Há vida após a morte?", "Existe consciência noutra vida?" Complete:
a) Sheol - Em Salmos 16.10 e 49.14,15, o termo hebraico é "sheol". Essa palavra aparece ao longo de todo o Antigo Testamento. É traduzido por "__inferno__" e "__sepultura__". Tais expressões denotam a ideia de __imortalidade__ da alma e a esperança de se estar diante de DEUS após a experiência da morte. Tal expectativa representa o âmago das expressões do salmista.
 
b) A esperança da ressurreição - O patriarca Jó, após muito padecer, expressou-se confiantemente: "E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, __verei__ a DEUS" (19.26 cf. vv.23-25,27). "Quanto a mim, feita a justiça, verei a tua __face__; quando despertar, ficarei satisfeito ao ver a tua semelhança" (17.15 cf. 16.9-11). Os profetas Isaías e Daniel expõem a esperança da ressurreição como um __encontro__ irreversível com DEUS (Is 26.19; Dn 12.2). Esses textos realçam a doutrina da esperança na ressurreição do corpo em glória e denotam, inclusive, a __alegria__ do crente em se encontrar com o seu DEUS após a morte.
 
8- A qual conclusão podemos chegar e afirmar categoricamente sobre a morte no Antigo Testamento?
(    ) Que o Antigo Testamento, respalda, inclusive com riqueza de detalhes, que há vida e consciência após a morte.
 
9- Em quem está fundamentada a base bíblica neotestamentária da existência de vida consciente após a morte e a imortalidade da alma?
(    ) Está fundamentada exatamente na pessoa de JESUS de Nazaré.
(    ) Ele foi quem trouxe luz, vida e imortalidade ao homem que crê. .
 
10- O que diz o Novo Testamento sobre a morte?
(    ) As evidências são abundantes (Mt 10.28, Lc 23.43, Jo 11.25,26; 14.3; 2 Co 5.1)Essas porções bíblicas ensinam claramente a sobrevivência da alma humana fora do corpo, seja a do crente ou a do não crente, após a morte.
(    ) Não obstante, a redenção do corpo e a alegre comunhão eterna com DEUS são resultados da plena e bem-aventurada ressurreição e transformação do corpo corruptível em incorruptível (1 Co 15.1-58; 1 Ts 4.16; Fp 3.21). 
(    ) Definitivamente, e segundo as Escrituras, o dom da vida para os cristãos não é uma existência finita, mas uma linda história de comunhão com o DEUS eterno.
(    ) Foi Ele quem implantou em nós, através de CRISTO JESUS, nosso Senhor, a sua graça salvadora enquanto estivermos em nossa peregrinação terrena.
 
III. MORTE, O INÍCIO DA VIDA ETERNA
11- O que acontece quando a morte chega ao nosso lar?
(    ) É natural que a experiência da separação de um ente querido traga dor, angústia, tristeza e saudade.
(    ) O luto chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa.
 
12- Apesar do luto, qual a nossa esperança?
(    ) A promessa do Mestre de Nazaré ainda sobrepõe-se a qualquer vicissitude existencial: "[...] quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá" (Jo 11.25).  
 
13- Por que a morte de CRISTO e a certeza da vida eterna?
(    ) O Pai entregou seu Filho em favor da humanidade, e assim o fez simplesmente por amor (Jo 3.16).
(    ) Esse ato amoroso proporcionou a possibilidade de escaparmos do juízo divino pelo sangue precioso derramado por CRISTO JESUS.
(    ) Isso leva-nos a refletir que sem a morte de JESUS não haveria ressurreição.
(    ) Logo, não haveria pregação do Evangelho nem salvação.
(    ) O apóstolo Paulo tinha a convicção de que a Cruz de CRISTO é o âmago do Evangelho (1 Co 1.17), do novo nascimento e da vida eterna.
(    ) Hoje só amamos o Senhor porque Ele nos amou primeiro (1 Jo 4.19).
(    ) Por isso, pela sua morte, e morte de cruz temos, nEle, a vida eterna.  
 
14- Por que a morte é o desfrutar da vida eterna?
(    ) O fenômeno da morte é para o crente a prova da fé vigorosa revelada em sua vida terrena.
(    ) Essa fé manifesta-se numa consciência de vitória apesar de a morte mostrar-se como uma aparente derrota.
(    ) O apóstolo Pedro lembra dessa fé quando exorta-nos: "[...] alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de CRISTO, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis" (1 Pe 4.13).
 
15- O que é a morte para o crente?
(    ) Para o crente a morte não é o fim, mas o início de uma extraordinária e plena vida com CRISTO.
(    ) É a certeza de que o seu "aguilhão" foi retirado de uma vez por todas, selando o passaporte oficial para a vida eterna em JESUS (1 Co 15.55; Os 13.14).
(    ) Um dia nosso corpo será plenamente arrebatado do poder da morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17)!
 
CONCLUSÃO
16- Complete:
Precisamos ter consciência de que a nossa vida é semelhante à flor da erva. Ela se esvai rapidamente. Todavia, tenhamos em mente que o "viver é CRISTO e o morrer é __lucro__". Portanto, não se prenda às questões passageiras e efêmeras. Na peregrinação existencial, preencha sua mente com o Evangelho. Assim, ao final de sua vida poderá jubiloso, entoar o que o apóstolo Paulo declarou no final da sua carreira: "Combati o bom combate, acabei a carreira, __guardei__ a fé. Desde agora, a __coroa__ da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda" (2 Tm 4.7,8). Em CRISTO, tenha paz e esperança, porque Ele é a ressurreição e a __vida__.
 
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM fonte/www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm 
 

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes