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22 julho 2012

Bancadas evangélicas crescem nas câmaras de vereadores de capitais



Título original: Evangélicos aproveitam rebanho para aumentar poder político


Fontes: IBGE, Transparência Brasil, TSE e Valor
por Alessandra Saraiva e Guilherme Serodio para Valor


A corrida pelas eleições municipais começou oficialmente no fim de semana com perspectivas favoráveis para candidatos evangélicos. Levantamento feito pelo Valor com dados do mais recente recorte sobre religião do Censo Demográfico de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra crescimento expressivo no número de fiéis evangélicos em cinco das principais capitais brasileiras na última década.

Para analistas, o aumento do número de evangélicos nas capitais vai se refletir fortemente nas urnas, principalmente nas eleições para vereadores. Os números mostram que a expansão de fiéis entre os anos de 2000 e 2010 impulsionou o crescimento na bancada evangélica de vereadores no mesmo período. O mesmo deve ocorrer nas votações deste ano, avaliam especialistas.

Todas as cinco capitais pesquisadas pelo Valor entre 2000 e 2010 apresentaram aumento no número de vereadores evangélicos, no período. De acordo com o IBGE, houve acréscimo de 16,09 milhões de evangélicos no país, na última década, totalizando 42,275 milhões em 2010, cerca de 22% da população brasileira.

A expansão no número de pessoas desta fé vai impulsionar ainda mais a sua presença na política, diz o cientista político da PUC-Rio, César Romero Jacob. Para ele, o aumento da participação dos evangélicos deve ser mais perceptível nas câmaras de vereadores do que em prefeituras. Isto porque em eleições majoritárias candidatos de bandeira religiosa esbarram na rejeição de outros segmentos. Mas sua influência política é tão grande que obrigará candidatos a prefeitos que não compartilham desta fé a promoverem articulações com representantes evangélicos durante a campanha e incluí-los em sua base de apoio.

As recentes mudanças nos perfis religiosos dos eleitores já influencia a fotografia de alianças políticas no país. ParaJacob, o divisor de águas foi a aproximação do PT aos evangélicos neopentecostais na eleição presidencial de 2002. O partido sempre teve a desconfiança deste eleitorado, por sua posição progressista em temas como o aborto e por estar historicamente ligado à Igreja Católica por meio das Comunidades Eclesiais de Base, uma de suas forças fundadoras. "Hoje direita e esquerda negociam com os evangélicos", diz.

Os neopentecostais, de onde saíram políticos como o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR) e o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB-RJ), são a ramificação evangélica mais organizada politicamente em âmbito nacional. Na análise de Jacob, a participação desta corrente nas eleições é marcada pelo "voto de cabresto", sistema tradicional de controle do voto do eleitor. Na prática, os eleitores neopentecostais votam mais em nomes do que em princípios, avaliou Jacob. "Essa população, normalmente com baixo nível de escolaridade e de informação política, acaba seguindo o que o pastor recomenda", diz.

As eleições de representantes neopentecostais têm ainda um fator geográfico, analisa Jacob. Como essa população concentra-se nas periferias dos grandes centros urbanos, é dos subúrbios que devem sair os vereadores evangélicos nas grandes capitais.

Mesmo religiosos que se engajam na vida política admitem a existência do "voto de cabresto" usando a fé como arma. É o caso do pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana, e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mozart Noronha, que foi candidato a deputado estadual pelo PSOL, no ano passado, no Rio. "Existem lideranças, bispos, que dizem aos fiéis em quem eles devem votar", diz.




Crescimento dos evangélicos vai
se refletir nas eleições municipais
O avanço no número de fiéis evangélicos pode gerar, ainda, expressiva aversão a outros candidatos com ideologias distantes das defendidas por este tipo de fiel, na análise do especialista em marketing político e propaganda eleitoral pela USP e sócio-diretor da consultoria Stratégia Marketing Político, Alan Kardec Borges. "Se alguém vira evangélico, isso não significa que esta pessoa vai votar sempre em candidatos evangélicos", avalia. "Mas, certamente, este evangélico dificilmente votaria em um candidato que defenda o aborto ou o casamento entre os homossexuais", afirma, citando temas cuja defesa é combatida fortemente por correntes neopentecostais.

Outro instrumento vantajoso dos vereadores de orientação evangélica nas eleições deste ano será a eficaz propaganda boca a boca, na avaliação do analista da CAC Consultoria Política, César Alexandre Tomaz de Carvalho. Enquanto vereadores de outras religiões aproveitam ao máximo a visibilidade televisiva, o chamariz dos candidatos ligados aos evangélicos é a corrente de informações dos próprios fiéis, observa Carvalho. "Evangélicos quase não aproveitam o seu tempo de TV, em propaganda eleitoral. O método deles é mais direto, mais eficaz", acrescenta.

A eficácia no planejamento de recursos para as campanhas políticas é outro fator que deve ajudar os políticos evangélicos, na análise do diretor executivo da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo. "No Brasil quem elege é o dinheiro. Qualquer grupo que planeje suas candidaturas sabe disso. E eles, os evangélicos, planejam", diz.


Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/07/bancadas-evangelicas-se-fortalecem-nas-capitais.html#ixzz21MfGCzUL
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65% dos evangélicos admitem votar no candidato indicado pela igreja









Pesquisa feita pelo Datafolha com participantes da Marcha para Jesus realizada no sábado (14) em São Paulo apurou que 65% dos evangélicos vão votar nas eleições municipais deste ano sob a influência de suas denominações.




Do total de consultados, 31% afirmaram que “com certeza” darão o voto a quem o pastor indicar.




A marcha teve a participação de 335 mil pessoas, sendo 60% delas da cidade de São Paulo, 36% do interior paulista e 4% de outros Estados.




Na maioria (34%), eram fiéis da Igreja Renascer, a organizadora do evento. A segunda maior participação foi dos seguidores da Assembleia de Deus, com 16%. Fiéis da Universal representaram apenas 1%. Do total, 76% comparecem aos cultos mais de uma vez por semana.




Em São Paulo, é grande o esforço dos candidatos a prefeito José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) pelos votos dos evangélicos. O tucano conta com o apoio de líderes da Assembleia de Deus. Correndo por fora está Celso Russomanno, que concorre pelo PRB, partido ligado à Igreja Universal.




Lideranças evangélicas estão procurando tirar votos de Haddad chamando-o de "candidato do kit gay", numa alusão ao programa contra o preconceito aos homossexuais que ele tentou implantar nas escolas públicas quando esteve no Ministério da Educação.




Com informação da Folha de S.Paulo.



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Malafaia chama Bial de ridículo por programa favorável à união gay

Silas Malafaia e Pedro Bial
Malafaia acusou Bial de enganar a sociedade
Silas Malafaia (foto) e o seu site Verdade Gospel atacaram a TV Globo e o apresentador Pedro Bial (foto) por promoverem “de maneira explicita e tendenciosa” a união entre homossexuais no programa “Na Moral” de quinta-feira (19) à noite. 

“Fica aqui o nosso protesto veemente pela propaganda ostensiva, ridícula, usando até criança para falar bem da causa gay”, disse o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

O programa mostrou uniões bem sucedidas entre gays e entre lésbicas. Um deles foi o dos cabeleireiros Vasco da Gama Filho, 41, e Júnior de Carvalho, 48, que em 2006 em Catanduvas (SP) adotaram Theodora. A garota atualmente com 11 anos disse ao Bial estar feliz com seus pais e que na escola não sofre preconceito.

O programa também entrevistou familiares de duas lésbicas evangélicas e apresentou cenas da festa da união civil entre as duas, após estarem juntas havia  quase 20 anos.

Malafaia disse que Bial mostrou que continua fazendo o “papel de medíocre e ridículo” já demonstrado no Big Brother.

“Agora, para mostrar que é mais ridículo ainda, vem fazer programa de uma verdadeira propaganda de união gay, enganando a sociedade ao mexer no emocional das pessoas, quando na verdade, por trás das câmeras, estas relações são terrivelmente problemáticas”, disse. “Vamos ver as consequências nas gerações futuras de crianças sendo criadas por casais homossexuais.”

O Verdade Gospel não se conformou como o fato de o Bial ter afirmado que “a moral está mudando” e que agora “o que importa é o amor”. Acusou o apresentador de mentir ao afirmar que a metade da população brasileira é favorável à união civil entre homossexuais.

Malafaia reconheceu que “o mundo não é igreja”, mas disse que não poderia deixar de se indignar quando princípios divinos são “quebrados” com o propósito de fazer “apologia a algo terrivelmente condenado por Deus”.

“É inaceitável que um veículo de comunicação desta grandeza venha fazer uma apologia tão ridícula ao casamento gay”, disse, pedindo que os "cidadãos" enviassem protesto à Globo.

Com informação do Verdade Gospel e do vídeo do programa


Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/07/Malafaia-acusa-bial-de-ridiculo-por-programa-da-uniao-gay.html#ixzz21MaQ75SJ
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Meta da Assembleia de Deus é eleger mais de 5.500 vereadores



A AD planeja eleger pelo menos
um vereador em cada cidade
No embalo do crescimento do número de evangélicos do país, a Assembleia de Deus cada vez mais se mete em política, inclusive com metas eleitorais. Nas eleições de outubro deste ano pretende eleger 5.565 candidatos (de diferentes partidos) a vereador ou um candidato para cada cidade. Dos 42 milhões evangélicos brasileiros, 12 milhões são da Assembleia de Deus.

A AD está para religião evangélica assim como o PMDB está para a política. Ambos congregam várias “tendências”, por assim dizer, sob um comando nacional. No caso da denominação religiosa são dois comandos: CGIADB (Convenção Geral das Igrejas Assembleia de Deus no Brasil) e Ministério de Madureira. Juntos possuem mais de 100 mil pastores no país. Ou cabos eleitorais.

“Temos igrejas em 95% das cidades”, disse Lélis Marinhos, presidente do conselho político nacional da CGIADB. “Isso favorece a divulgação dos candidatos."

Pesquisa feita pelo Datafolha com integrantes da Marcha para Jesus deste ano de São Paulo revelou que para 65% deles a pregação dos pastores terá influência em seu voto. Do total, 31% já tinham decidido que vão votar em quem a igreja mandar, independentemente de quem sejam os candidatos.

O pastor Abner Ferreira, da CGIADB, reconheceu que a denominação mudou. "Antes, ouvir rádio ou ver TV era pecado, mas hoje entendemos que são veículos extraordinários para pregar o evangelho", afirmou à Folha de S. Paulo.

Também antes a presença da AD e de outras denominações evangélicas na política não era tão visível como é hoje. A Frente Parlamentar Evangélica tem 76 deputados e, destes, 24 são da AD.

Para Frente, conforme tem ficado demonstrado em questões envolvendo os direitos dos homossexuais, por exemplo, a lei mais importante é a divina, a da Bíblia, não a da Constituição.

Talvez a AD não consiga cumprir a sua meta nas eleições deste ano. Mas não resta dúvida de que ela tem um projeto político para médio e longo prazo, assim como outras "legendas" evangélicas, como a Igreja Universal. O que é motivo mais do que suficiente para que a sociedade leve a sério a discussão sobre a importância da laicidade do Estado.


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Hermenêutica Pós-Moderna: Uma Breve Introdução aos Novos Rumos e Riscos na Interpretação Bíblica Contemporânea

A proposta do presente texto é contribuir, ainda que de forma breve e introdutória, para um melhor entendimento sobre o que é a hermenêuti...