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02 agosto 2012

4º Trimestre de 2012 - Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo


4º Trimestre de 2012 - Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo


  4º Trimestre de 2012: Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo
 Comentarista: Pr. Esequias Soares
 Lições
Lição 1: A Atualidade dos Profetas Menores
Lição 2: Oséias - A Fidelidade no Relacionamento com Deus
Lição 3: Joel - O Derramamento do Espírito Santo
Lição 4: Amós - A Justiça Social como Parte da Adoração
Lição 5: Obadias - O Princípio da Retribuição
Lição 6: Jonas - A Misericórdia Divina
Lição 7: Miquéias - A Importância da Obediência
Lição 8: Naum - O Limite da Tolerância Divina
Lição 9: Habacuque - A Soberania Divina Sobre as Nações
Lição 10: Sofonias - O Juízo Vindouro
Lição 11: Ageu - O Compromisso do Povo da Aliança
Lição 12: Zacarias - O Reinado Messiânico
Lição 13: Malaquias - A Sacralidade da Família

- JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 6: Uma família que amava a Palavra de Deus


3º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 6: Uma família que amava a Palavra de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Bíblia, o livro maravilhoso
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 6 – UMA FAMÍLIA QUE AMAVA A PALAVRA DE DEUS


Texto Bíblico: 2 Tm 1.3-5; 3.14,15


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender que a Palavra de Deus contém as respostas para todas as questões em nossa vida. A família que ama e obedece a Palavra de Deus encontra verdadeira paz e alegria.


A palavra é... 
 FAMÍLIA

Cole o desenho Jd6 fig 1 na galeria de imagens em uma cartolina e escreva: Família que ama a Deus lê a Bíblia


Fonte:www.diocesedeuruacu.com.br    


Aprendendo a Bíblia
“Mais felizes são aqueles que ouvem a mensagem de Deus e obedecem a ela.” (Lc 11.28 – NTLH)

Leia o versículo com os pequenos no mínimo quatro vezes. Enfatize que Deus quer o melhor para nós, por essa razão quando obedecemos Sua Palavra somos mais felizes, pois Ele nos diz para praticar ações que nos farão bem e trarão grandes alegrias e nós e a nossa família.


História Bíblica
Timóteo era um amenino alegre e muito inteligente. Vivia com seu pai, sua mãe e sua avó
Havia uma coisa de que Timóteo gostava muito, muito. Era de ouvir e aprender histórias da Bíblia.

Todos os dias a mamãe Eunice e a vovó Lóide  contavam histórias da Bíblia.
Mamãe dizia a Timóteo:
__ A Bíblia nos ensina tudo sobre Deus.
A vovó completava:
__ A Bíblia diz que Deus ama você, meu neto. A Bíblia diz que Deus fez o mundo e tudo de bonito que há nele e também fez as pessoas. Todos os dias Timóteo aprendia a Bíblia, e recitava os versículos que havia aprendido.

Assim Timóteo ia crescendo, participa dos cultos, louvando a Deus e orando. Quando já estava um rapazinho, chegou na cidade onde ele morava um missionário chamado Paulo.
Timóteo foi ouvi-lo, prestou muita atenção e notou que Paulo falava as Palavra da Bíblia.

Após a pregação de Paulo, Timóteo foi cumprimentá-lo e Paulo conversando com Timóteo notou que ele conhecia a Bíblia, e ficou muito feliz de ver aquele jovem que amava e conhecia a Palavra de Deus. Paulo o convidou para ir com ele pregando o Evangelho:
__  Timóteo você quer viajar comigo e me ajudar a falar de Jesus às pessoas?
__ Ah quero sim. Quero muito. Respondeu Timóteo.

Timóteo pediu permissão aos seus pais e eles concordaram. E assim Timóteo foi com o apostolo Paulo, e se tornou um missionário.


Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho na galeria de imagens para os pequenos colorir

Fonte: www.advir.com

 fonte portal ebd

Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Lois Rock/Cristina Balit - Bíblia Para Crianças: Histórias Sempre Vivas – Editora Sinodal


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

PRIMARIOS - Lição 6: Gratidão na Casa de Deus


3º Trim. 2012 - PRIMARIOS - Lição 6: Gratidão na Casa de Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: A igreja é a casa de Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza

LIÇÃO 6 – GRATIDÃO NA CASA DE DEUS


Texto Bíblico: 1 Samuel 1.1-28; 2.1,2,11


ObjetivoProfessor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender que devemos ser gratos a Deus por tudo o que Ele faz por nós, e principalmente quando recebemos algo que pedimos em oração.


Frase do dia...
A IGREJA É LUGAR DE AGRADECER A DEUS

A gratidão 6tem inicio quando reconhecemos todo o bem que Deus tem nos feito. A gratidão sincera não depende de outras pessoas serem gratas ou não, mas é algo que vem de dentro do íntimo da pessoa agradecida, que realmente ama a Deus e tem consciência de que Ele é Doador de tudo o que temos, e a maior doação é a nossa vida, pois Ele é a Fonte de toda vida.


Memória em ação
“Louvem a Deus e sejam agradecidos a Ele.” (Sl 100.4 – NTLH)

Este Salmo convida a todos a adorar ao Deus que Criou o Universo, a tributar a Ele Louvor e gratidão.


Explorando a Bíblia
Ana e seu esposo Elcana eram um casal hebreu. Elcana amava muito Ana, mas ele vivia muito triste. Ela não tinha filhos e queria muito ter um filhinho.

Todos os anos Elcana e Ana iam a Igreja, em Siló, para prestar culto e adorar a Deus.
Um dia quando estavam lá, Ana se afastou um pouco das pessoas, pois estava com o coração tão apertado de tristeza. Ana então se ajoelhou e começou a orar:
__ Deus bondoso, que quero muito ter um filhinho. Se o Senhor me dar, entregarei ele para trabalhar para ti.

Deus ouviu a oração de Ana e deu-lhe um lindo bebe, o qual recebeu o nome de Samuel
Ana ficou muito feliz com seu filhinho e cuidava dele com muito carinho, mas não se esquecia do que havia prometido a Deus.

Quando Samuel estava maiorzinho  ela e seu marido o levaram a Siló, e como gratidão a Deus por te-los ouvido, o entregaram ao sacerdote Eli, e Samuel ficou no Templo servindo à Deus. Ana sempre o visitava e levava roupas novas para ele.


Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho na galeria de imagens para os pequenos pintar.


Fonte: www.historiasbiblicas.advir.com


Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH – SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 
 fonte portal ebd

JUVENIS - Lição 6: Benignidade, a bondade para ajudar


3º Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 6: Benignidade, a bondade para ajudar

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS - CPAD
3º TRIMESTRE DE 2012
Tema: O caráter cristão
Comentarista:Verônica Araujo

LIÇÃO 6 - BENIGNIDADE, A BONDADE PARA AJUDAR.

TEXTO BIBLICO: Lc 10.25-37

ENFOQUE BIBLICO:
“Porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade” (Ef 5.9)

OBJETIVOS:
Definir os termos benignidade e bondade.
Demonstrar exemplos bíblicos de benignidade e bondade.
Enfatizar que essa característica deve ser manifesta em ações.


INTRODUÇÃO
“Porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade, aprovando o que é agradável ao Senhor” (Ef 5.9,10)


DEFINA OS TERMOS BENIGNIDADE E BONDADE.
O pastor Antonio Gilberto classifica benignidade e bondade como fruto, gêmeos, Mattheus Henry, disse que benignidade, é um temperamento brando, especialmente em relação aos nossos subordinados. A benignidade nos torna afável e cortês a ponto de perdoar quando alguém nos ofende e isso nos leva a bondade, que esta pronta para fazer o bem a todos sempre que possível.
Benignidade = (Chrestotes – gentileza – o oposto da irritabilidade, que gera a aspereza).

Em 1Ts 2.6-9, o Apostolo Paulo se compara a uma mãe que amamenta o seu bebê. A palavra grega indica também o não querer magoar ninguém, nem lhes provocar dor (Ef4.32; Cl 3.12). É a qualidade que uma pessoa tem de fazer com que os outros se sintam a vontade em sua presença tem a ver, portanto, com empatia e simpatia.

Bondade = (Agathos – capacidade de fazer o bem por índole pessoal – oposto de malicia) um aspecto do fruto encontrado em Jose, que mesmo podendo agir com justiça e denunciar sua noiva Maria, não ousou a difamá-la (Mt 1.19). A palavra “agathosune” significa zelo pela verdade e pela retidão e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37 – 50), ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). A bondade é uma virtude interior que inunda todas as ações. A parábola do bom samaritano é a mais perfeita ilustração de bondade.

Na lição ser benigno é ser suave, brando e agradável, algo que parece impossível em uma sociedade má e egoísta como a que vivemos. O apostolo Paulo fala que a possibilidade para exercer essa faceta do fruto, precisa morrer para este mundo, viver uma vida cheia do Espírito Santo, sem se importar como os acontecimentos aterrorizantes desse mundo sem Cristo. A bondade deve ser mostrada em ação, na parábola do Samaritano, os dois que passaram eram da religião, o outro se tivesse passado ao largo nem seria notado. Entretanto parou sem se preocupar com o que ia gastar, com o atraso de sua viagem, sem olhar que raça era aquele moribundo, quem o machucou nada lhe atrapalhou a abraçar o ferido e levá-lo ao lugar de tratamento. A expressão da bondade não esta em recompensas futuras, antes em ajudar o necessitado, caso venha a precisar no futuro.

Algumas pessoas se propõe a ajudar os velhinhos, mas se forem aposentados, ou seja, os auto pagáveis e se possível os que podem até trazer algum lucro. São chamadas pessoas do bem, os que assim procedem, na verdade isso não é bondade ou benignidade, não se trata de fruto.
Quando uma pessoa age assim embora esteja fazendo o bem, não se trata de uma pessoa benigna, o benigno não quer nada em troca com já dissemos. O fruto do Espírito se opõe as obras infrutuosas das trevas (Ef 5.9,10), é a natureza santa operando na vida do crente, o que o faz andar na luz independentemente das condições a ele oferecida.

Agradamos ao Senhor quando as nossas ações são testadas pelo critério da bondade e justiça de Deus. Para sabermos se estamos agradando ao Senhor, precisamos perguntar a ele se nossas atitudes são: boas, justas e verdadeiras. Se a resposta for sim então glorias a Deus, mas se for não, logo não somos dignos de sermos chamados filhos da luz e a bondade de Deus não estará em nós, ficamos com isso longe de ser benigno com alguém. Aos Gálatas o Apostolo Paulo disse que a benignidade está fundamentada no amor, pois é uma qualidade que não quer dizer apenas puro e bom, antes uma devoção e atitudes bondosas. O serviço de Deus prestado por alguma troca é insuportável, uma prisão, mas por amor é um alto privilegio.  


DEMONSTRE EXEMPLOS BÍBLICOS DE BENIGNIDADE E BONDADE.
A bondade como já vimos é o resultado da benignidade, não há como distinguir quem é bom e quem é benigno, são virtudes que se misturam. Encontramos na Bíblia vários exemplos de benignidade e bondade, um dos princípios da benignidade é o serviço ao próximo, exemplo encontrado em Jó (Jó 29.15,17; 31.32); Davi (2 Sm 9.1-3); Jesus (Jo 19.26, 27); Paulo (1Ts 2.7); Estevão (At 7.59,60).
É claro que dos exemplos acima citados Jesus é o que sobrepõe, pois a bondade explícita em sua pessoa o fazia tratar a todos com benignidade, até mesmo os que o insultavam. Jó é generoso em suas atitudes, a bondade para como os deficientes e sua benignidade ao julgar as causas dos necessitados e ainda mostrava zelo, dando hospedagem aos estrangeiros. Enquanto Davi é benigno com seu inimigo, ele consegue essa virtude vinda de Deus, pois somente cheio de Deus se chega a esse patamar espiritual.  É muito complicado ver um colérico como o apostolo Paulo ser bondoso com alguém, no entanto após sua conversão ele pode dizer “fomos brandos entre vós”, o mártir Estevão mesmo sendo apedrejado pode expressar a benignidade. Muitos exemplos vão encontrar exalados nas Escrituras, porem o exemplo a ser seguido é o do mestre amado.

Ouvi certa vez um pastor dizendo que ser benigno é ir à frente abrindo caminho para o próximo, achei interessante. Mas quem é o nosso próximo? Esta é a questão, o nosso próximo pode ser aquela pessoa que fala mal de nós, quer-nos ver sempre derrotado, nunca acha algo de bom em nós. A natureza humana jamais usará de benignidade nesse caso, a nossa tendência é o revide.  O que faremos é fechar o caminho para essa gente, agora, quando estamos cheios do Espírito não há violência em nós, não irritamos facilmente e conseguimos abraçá-los. Jose quando maltratado por seus irmãos, como sofreu nas mãos dos ímpios e nas cadeias do Egito, embora liderasse mesmo na cadeia, mas estava preso, sem perspectiva alguma. A misericórdia de Deus que o alcançou e o tirou de lá, que oportunidade teve ele de mandar seus irmãos para a cadeia e mandar espancá-los e até matá-los. Porque não fez? Frutos? (Gn 41.38)
O apostolo Paulo estava feliz em saber que a igreja estava cheia de bondade (Rm 15.14), hoje não pode ser diferente. A igreja tem a necessidade de ser cheia do Espírito para viver em comunhão (Sl 133), duas coisas esta exarado neste salmo, primeiro a falta de união é como a falta de unção, sem a unção não há diferença, haverá discórdia entre nós como em qualquer outro grupo. Em segundo lugar a falta de união é como a falta de água, sem água não há benção, nada se planta logo não há colheita, não havendo colheita não há vida. A igreja tem a necessidade de estar sempre cheia do Espírito Santo e viver unidade em bondade e benignidade (Rm 13.6-10)


A BENIGNIDADE MANIFESTA EM AÇÕES.
Hoje se fala muito em amor, mas pratica-se pouco, são longos discursos e na hora de tratar o subordinado ou aquele que está em menor escala que nós é que despregamos tudo. Tenho ouvido muitas reclamações na igreja que determinados irmãos que ocupam cargos nas igrejas, passam de largo ao contemplar certos irmãos mais pobres ou subordinados a ele. Esses são pregadores do amor, falam em bondade, que é a expressão do zelo pelas coisas certas, mas se deixam levar pela soberba (1Jo 3.18). As nossas ações são mais eloqüentes que nossas palavras, o irmão administrado por nós é também membro do corpo de Cristo e pertence à mesma igreja. A posição do obreiro chamado por Deus deve ser respeitada e quem ele por a frente de um determinado posto deve pelos demais ser admirado e respeitado.

A nossa lição é para jovens, a pratica da benignidade e bondade inclui o zelo pela casa de Deus. Tenho visto desenhos escabrosos nos bancos da igreja, nas paredes dos banheiros, sem contar o famoso papel higiênico molhado e jogado no teto do banheiro. As portas de banheiros em determinadas igrejas são semelhantes às de rodoviárias, cheias de contos pornográficos. Quem escreve essas coisas? Que fruto é esse? A arvore é conhecida pelos seus frutos (Mt 7.16,20), que tipo de fruto produzimos? Há arvore que produz enorme quantidade de frutos, mas azedo, o tamarineiro, por exemplo, produz muitos frutos, pouco aproveitável domesticamente. Outras produzem bons frutos doces e saudáveis é aproveitado por todos, dificilmente encontrar alguém que não goste de um bom fruto.
É importante observar que ser praticante do bem, não significa ser conivente com erros, Jesus é o exemplo da bondade, seu zelo pelas coisas do Pai o fez expulsar os cambistas do Templo. Ajudar o próximo não significa que temos que esconder seus erros, pelo contrario, ser benigno é ajudar o próximo a sair do pecado e vir para a luz, Jesus foi interpelado algumas vezes por pessoas importantes, o mancebo de qualidade, não suportou as palavras e foi embora, o Dr Nicodemos, ouviu a verdade sobre o novo (Jo 19.38-42).


CONCLUSÃO.
A benignidade nos leva a sermos compassivos, aprendemos com ela a perdoar nossos irmãos e também nossos opositores. Há muitos na igreja que ainda usam a severidade para tratar seus subordinados, para resolver problemas. O crente cheio do poder de Deus e dirigido pelo seu Espírito a benignidade é um balsamo que trás união e crescimento a obra de Deus.
A bondade nos leva a ser generosos e nos leva a retidão dada por Deus, o crente cheio de bondade é uma benção para o próximo. A bondade leva o crente a se preocupar com o próximo de forma pratica e dinâmica, ele não fica apenas dizendo que o próximo precisa de roupas e de alimentos ele procura providenciar.

OBRAS CONSULTADAS:
SILVA, Antonio Gilberto – O fruto do Espírito – CPAD
Site – docstoc.com/serie fruto do Espírito
Bíblia de Estudos Pentecostal - CPAD

Colaboração para Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues





fonte portal ebd

PRE ADOLESCENTES - Lição 6: Cuidando do Tempo


3º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 6: Cuidando do Tempo

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Descobrindo meus direitos e deveres
Comentaristas: Ângela Sueli Silva da Costa

LIÇÃO 6 -  CUIDANDO DO TEMPO

Texto bíblico   Eclesiastes 3.1-8
Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar;
tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora;
tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

Objetivos  após a aula seu aluno deverá compreender a importância de 
                   cuidar do tempo, bem como valorizar as tarefas que 
                   proporcionam o crescimento espiritual.

Introdução
Estaremos estudando na lição 06 a questão do tempo, no que se refere as varias atividades cotidianas que temos, estas as quais devemos conciliar com um  tempo  dedicado a Deus.
Para base desta lição temos o texto no livro de Eclesiastes, especificamente o capitulo 3, a qual declara que para tudo existe um tempo próprio.
         O capítulo 3 do livro de Eclesiastes é uma demonstração clara do nível de sabedoria que Salomão atingiu; edificada sobre a base sólida de profunda observação e reflexão. Embora essas reflexões tenham sido plasmadas à luz dos derradeiros anos da sua existência, não deixam de refletir o elevado grau de ponderação e certa ousadia ao tratar do arriscado assunto sobre o tempo. O conceito de tempo, ignorado nas emanações culturais dos povos antigos, perambulou de maneira habitual na mente de Salomão, e ele mesmo o deu a conhecer em linguagem acessível, pelos exemplos da periodicidade e repevidade de fenômenos naturais.

I-Rotina nos dias uteis
Em outras palavras, o tempo é uma componente do sistema de medições usado para sequenciar eventos, para comparar as durações dos eventos, os seus intervalos, e para quantificar o movimento de objetos. O tempo tem sido um dos maiores temas da religião, filosofia e ciência, mas defini-lo de uma forma não controversa (que possa ser aplicada a todos os campos) de tudo tem eludido aos maiores conhecedores.
Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: chronos e kairos. Enquanto o primeiro refere-se ao tempo cronológico (ou sequencial) que pode ser medido, esse último significa "o momento certo" ou "oportuno": um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece. Em teologia descreve a forma qualitativa do tempo (o "tempo de Deus"), enquanto chronos é de natureza quantitativa (o "tempo dos homens").
(texto fonte:wikipédia)
Dentro desta breve explicação acima acerca do tempo, podemos ainda nos referimos ao tempo  como a seqüência  de fatos em nossa vida, por esta razão temos a necessidade de coordenarmos o nosso tempo.
Assim como Salomão descreve que ha um tempo pata todas as coisas e elas ocorrem sucessivamente, da mesma forma vemos em nossa vida diária  a seqüência de muitas atividades, o que  temos isto como uma  rotina, ou seja, coisas que acontecem regularmente.
Por esta razão mesma Deus estabeleceu  o tempo, dando ao homem condições de se orientar pelo tempo, em meio as suas muitas ocupações.
Assim sendo o homem se orienta  por dias, semanas, meses e anos  sucessivamente.

II- Dedicando ao Senhor
Embora exista varias atividades,  que o homem realiza para o seu próprio proveito, é necessário dispor de um certo para Deus, por esta razão mesma vemos Deus no antigo testamento  estabelecendo um dia de  descanso, o sábado,
Durante a semana, as pessoas poderiam trabalhar, realizar os seus afazeres, mas no sétimo dia deveriam descansar, sobretudo servir ao Senhor neste dia.
Nos dias atuais não há mais necessidade desta norma, visto que  esta determinação de Deus  é para os judeus, todavia se estabeleceu por tradição que o domingo é considerado o dia do Senhor.
Levando em conta que nos dias atuais a vida é muito corrida é necessário dedicarmos  um dia , um tempo pára Deus, para estudo da sua Palavra, para cultuarmos o seu nome.
De uma forma mais plena devemos  ter a cada  dia, em meio ao nossos afazeres algum tempo para Deus,  tempo para  lermos a Bíblia, para orarmos.

III- Planeje o seu tempo
Mordomia do Tempo
Como administrar algo sobre o qual não temos qualquer controle?
Se você sabe, por exemplo, o quanto vai ganhar no final do mês, você pode fazer um planejamento de gastos, para não se individar, nem ter dificuldades para pagar suas contas. Mas quanto ao tempo, como administrá-lo? Se ao menos soubéssemos quanto tempo ainda nos resta!
É justamente por saber que o futuro é imprevisível, que devemos administrar da melhor maneira o tempo presente.
Do passado, a gente adquire experiência. Do futuro, a gente nutre expectativas. E do presente a gente busca tirar o melhor proveito, para que não tenhamos do que nos arrepender amanhã.
* O Passado
O passado deve ser considerado como um professor, cujas lições devem ser aprendidas e utilizadas no presente e no futuro. Porém, não há como reviver ou recuperar o tempo perdido.
Há algo no passado que deve ser esquecido, deixado para trás. Não devemos, por exemplo, permitir que nossos fracassos passados nos impeçam de tentar novamente. Nem viver reféns da saudade de sucessos passados.
Porém, aprende-se muito, tanto com os acertos, quanto com os erros. Suas lições devem ser constantemente relembradas e aplicadas para se evitar fracassos futuros.
O sábio Salomão nos adverte:
“Não digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois nunca com sabedoria isto perguntarias”.
Eclesiastes 7:10
O saudosismo nos prende a um passado impossível de se reviver. Já a culpa nos prende a um passado impossível de se consertar. Temos que adotar a mesma postura de Paulo ao dizer: “Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo” (Fp.3:13b-14a).
Se quisermos avançar rumo a um futuro promissor, temos que ser alunos do passado, mas jamais seu refém.
* O Futuro
Nossa relação com o futuro deve ser de planejamento e expectativa. Porém, deve-se ter cuidado para que nosso planejamento não se torne em presunção, e nossa expectativa não se torne em ansiedade. Tiago nos deixa uma importante advertência:
“E agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. Ora, não sabeis o que acontecerá amanhã. O que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece. Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”. Tiago 4:13-15
Portanto, todos os nossos planos devem ser submetidos ao crivo do Senhor. Temos o direito de planejar e de nos preparar para o que virá. Mas não podemos ser presunçosos. “Ao homem pertecem os planos do coração, mas do Senhor procede a resposta da língua” (Pv.16:1). “O coração do homem propõe o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos” (Pv.16:9).
É a vontade de Deus que deve sempre prevalecer em nossas vidas.
Antes de executarmos qualquer plano, por melhor que seja, devemos consultar ao Senhor, buscando descobrir o que Lhe é agradável (Ef.5:10).
Alguém já disse que “quem falha em planejar, está planejando falhar”.
Não se pode brincar com o futuro. Pois antes que a gente perceba, ele se torna presente...e, finalmente, passado. Por isso, é melhor planejar, do que sacrificar o que jamais poderemos reaver.
Se Deus fosse contrário ao planejamento, as Escrituras não diriam: “Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus planos serão estabelecidos” (Pv.16:3).
Assim como planejamento pode tornar-se presunção, se não o submetermos a Deus, nossas expectativas quanto ao futuro podem tornar-se ansiedade.
Todo ansioso deseja que as coisas ocorram antes do tempo deter-minado. A expectativa é gerada pela certeza de um futuro melhor. A ansiedade é filha das incertezas.
Jesus disse:
“Qual de vós poderá, com as suas preocupações, acrescentar uma única hora ao curso da sua vida? (...) Portanto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã”. Mateus 6:27,34a
A cura para a ansiedade é a fé. É pela fé que sabemos que “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ecl.3:1). Portanto, não adianta tentar apressar as coisas. No tempo certo determinado por Deus, elas acontecerão.
Pedro declara em sua epístola:
“Humilhai-vos, portanto, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte. Lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”. 1 Pedro 5:6-7
Assim como há um tempo para a humilhar-nos perante Deus, há o tempo de sermos exaltados por Ele.

V-Tenha equilíbrio
* Vivendo o Hoje
O salmista afirma: “Todos os dias que foram ordenados para mim, no teu livro foram escritos quando nenhum deles havia ainda” (Sl.139:16b). O Senhor conhece o futuro tão bem quanto o presente e o passado. Nossos dias já foram previamente ordenados.
Porém, isso não significa que devemos viver pródiga e irresponsavelmente. Lembremo-nos que “Deus pede conta do que passou” (Ec.3:15b).
Assim como fazemos com os recursos financeiros, devemos “contabilizar” o tempo. Deveríamos fazer a mesma oração do salmista: “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos coração sábio” (Sl.90:12). Neste texto “contar” significa “contabilizar” ou “administrar”. Portanto, temos que aprender a administrar nossos dias, a fim de que nos tornemos sábios.
O tempo não nos foi dado para ser gasto, mas para ser aproveitado. Tempo gasto é tempo disperdiçado com atividades infrutíferas ou danosas. Tempo aproveitado é aquele em que usamos cada oportunidade para fazer o bem.
“E não nos cansemos de fazer o bem, pois a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé”. Gálatas 6:9-10
É triste olhar para trás, e verificar o quanto tempo já disperdiçamos.
Quando jovens, achamos que temos todo o tempo do mundo, e por isso, não nos preocupamos e aproveitá-lo bem.
Observe o conselho que a Bíblia dá aos mais jovens:
“Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento”.
Eclesiastes 12:1
Quando menos esperamos, a velhice chega, e nosso tempo neste mundo se abrevia.
Infelizmente, muitos parecem estar dormindo, e com isso, estão “matando” o tempo. Para esses, vale a recomendação de Paulo: “E fazei isto, conhecendo o tempo. Já é hora de despertarmos do sono” (Rm.13:11a).
Quem mata o tempo, pode estar ferindo a eternidade.
Em outras palavras, a maneira como gastamos nosso tempo, vai determinar o galardão que receberemos na eternidade.
Afinal, “todos devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Co.5:10).
“Portanto” recomenda o apóstolo, “vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo” (Ef.5:15-16a).
(texto fonte: Hermes C. Fernandes)

Conclusão
Conceitos errôneos acerca do tempo.
Alguns erros devem ser evitados em nosso dia a dia

a) Para onde foi o tempo?
Não é que o tempo não deu, mas nós é que não fizemos o que tínhamos para fazer no tempo que nos era disponível; ou seja não fomos eficazes.

b) O tempo voa.
O tempo não voa, mas passa depressa demais para os que não o aproveitam com inteligência e sabedoria.

c) Não tenho tempo.
Não devemos ter tempo para coisas que não visam com a santidade exigida por DEUS para nossas vidas, mas para DEUS e sua obra sempre devemos reservar o melhor de nosso tempo.

d) Matar o tempo.
Realmente é matar, é destruir o espaço de tempo precioso que nos cabe para realizarmos grandes obras para DEUS, não fazendo nada de proveito, muito pelo contrário, deixando de fazer o que era necessário fazer.
(texto fonte: EBdweb.com.br)

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

ADOLESCENTES - Lição 6: Religiões diferentes. Em que acredito?


3º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 6: Religiões diferentes. Em que acredito?

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Vivendo em Família
Comentarista: César Moisés Carvalho


LIÇÃO 6 – RELIGIÕES DIFERENTES. EM QUEM ACREDITO?


OBJETIVO
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a:
Distinguir obediência e submissão de opressão e destinação.
Reconhecera superioridade da Palavra de Deus em relação às regras arbitraria de pais que não temem ao SENHOR.
Manter-sena fé em Cristo, ao mesmo tempo em que respeita a orientação religiosa de sua família.


PARA REFLETIR
“Quem ama o seu pai ou a sua mãe mais do que ama a mim não merece ser meu seguidor. Quem ama o seu filho ou a sua filha mais do que ama a mim não merece ser meu seguidor.”(Mt 10.37 – NTLH)

Digitei o versículo completo, pois o Senhor Jesus está ensinando que devemos primar pelo reino dos céus. Devemos tomar cuidado, e explicar isso aos nossos alunos. Pois o ensino de Jesu deixa claro que não é necessário abandonar nossos parentes para seguir a Jesus, mas sim que se eles forem um empecilho para nós O servimos, devemos dar preeminência a Deus, não quer dizer deixá-los ou ir embora de casa, mas continuar servindo ao SENHOR mesmo se eles se opuserem.


TEXTO BÍBLICO: 2 Cro 34.1-6


INTRODUÇÃO
O rei Amon, pai de Josias foi extremamente idólatra, perverso, sem nenhuma virtude redentora, isso resultou em ser assassinado. Seu filho Josias, em um agradável contraste,  colocou seu coração para servir a Deus, e foi  um dos mais bondosos e sinceros dos reis de Judá.


CADA UM POR SI E DEUS POR TODOS
O professor deve estar atento as estes chavões, para que não seja passado ao adolescente (que em seu intimo já traz um “quê” de revolta) uma forma pejorativa do que verdadeiramente queremos ensinar.

Primeiro vejamos a distinção entre obediência/submissão e opressão/destinação
Segundo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa:

Obediência
1. Ato ou efeito de obedecer
2. Condição ou qualidade de obediente
3. Submissão completa; sujeição,

Ou seja, não tem como sermos obedientes se não nos submetermos. Isso é evidente não somente no âmbito familiar, mas também profissional e espiritual. Quando temos uma profissão também temos de submeter as ordens de superiores e obedecer. No espiritual da mesma forma, se não nos submetermos a Deus, jamais o obedeceremos.

Opressão
Ato ou efeito de oprimir
1. Estado, condição de quem ou daquilo que se encontra oprimido
2. Sensação desagradável de falta de ar, de sufocamento, de abafamento (por problemas físicos, psicológicos ou morais)
3. Sujeição imposta pela força ou autoridade; tirania, jugo
4. Constrangimento ou pressão moral; coação

Neste caso, há graves lesões morais, emocionais e psicológicas, quando há opressão. De maneira nenhuma tal procedimento pode haver no seio de uma família, ainda mais se professam servir a Cristo.
Mas mesmo que haja, Deus é poderoso para agir e libertar (como fez comigo) desde que tenhamos um coração sincero para com Ele, e haja desejo em servi-LO.


Destinação
Ação ou efeito de destinar (-se)
1. Meta a atingir; local a alcançar; destino, direção
2. Objetivo ou fim para o qual se reserva algo; destino

Segundo as Escrituras, não existe alguém destinado a esta ou aquela sorte. É individual, mesmo quando o pai é mau e totalmente corrupto, o filho pode ser bom, como o caso de Josias. Também não é caso que deus destine um para o céu e outro para o inferno. Não e Não. È escolha pessoal e individual de cada pessoa.

O rei Josias
Quando o rei Amon morreu, Josias tinha apenas 8 anos, e começou a reinar. Nesta época, os meninos eram considerados homem quando atingiam a idade de 12 anos. Ao completar 16 anos, Josias vendo a idolatria em que se encontrava Judá em consequência do reinado de seu pai, compreendeu a responsabilidade de seu cargo e mesmo em idade tão precose, demnostrou ter mais sabedoria que muitos reis mais velhos que o precederam, pois havia decidido buscar a Deus e servi-LO de todo o coração.

Enfatize ao adolescente que sua idade não é um empecilho para que venha servir a Deus, depende somente de cada um o servir ou não a Deus. Josias em tenra idade, varreu toda idolatria de seu pais, o templo foi restaurado e o culto a Deus restabelecido..

Josias significa “Dado pelo SENHOR”. Na verdade foi concedido por Deus à nação, em uma época de extrema maldade, e de grande necessidade da nação judaica.

Assim vemos que apesar de seu pai ser possessivo e cruel, isso não afetou sua fé em Deus, e nem deixou de servir a Deus. Por esta razão Deus o honrou, colocando-o no trono de Judá e fazendo prospero o seu reinado.


NADA DE ENFRENTAMENTOS
Professor (a) pergunte ao adolescente:
O que acha ser o maior desafio para o capitão dum navio?Atravessar em segurança a imensidão do oceano?
Geralmente não. A maioria dos naufrágios ocorre perto da costa, não em mar aberto. Realmente, atracar um navio ao cais pode até ser mais perigoso do que aterrissar um avião. Por quê?

Porque antes o capitão tem de evitar todos os perigos que um determinado porto pode apresentar. Precisa levar em conta correntes submarinas e, ao mesmo tempo, cuidar para não abalroar outros navios. Também tem de contornar bancos de areia, rochas ou destroços de navios naufragados. E, para piorar a situação, ele pode estar fazendo sua primeira visita ao porto.

Para superar esses problemas, o capitão sábio talvez procure os serviços de um navegador que conhece bem as águas locais. O navegador fica na ponte de comando ao lado do capitão e lhe dá orientações peritas. Eles analisam os perigos e guiam o navio pelos canais estreitos até o porto.

A perícia valiosa do navegador ilustra a ajuda inestimável disponível para os adolescentes cristãos que têm de lidar com os desafios da vida. Que ajuda é essa? Por que os adolescentes necessitam dela?

Voltemos à ilustração do navio. Se você é um adolescente, pode ser comparado, em certo sentido, ao capitão dum navio, porque um dia você assumirá o comando da sua vida. Seus pais são como o navegador, pois procuram ajudá-lo a lidar com algumas das situações mais difíceis que terá de enfrentar. Durante a adolescência, porém, talvez ache difícil aceitar os conselhos que seus pais lhe dão. Por que se dá isso?

O problema muitas vezes tem que ver com o coração. O coração figurativo pode levá-lo a querer aquilo que é proibido, ou protestar contra qualquer coisa que pareça restringir a sua liberdade. “A inclinação do coração do homem”, diz a Bíblia, “é má desde a sua mocidade”.

Deus deixa claro que você se confronta com um verdadeiro desafio. “O coração é falso como ninguém”, adverte ele. Além de abrigar desejos errados, o coração pode enganar um adolescente, fazendo-o pensar que ele sabe mais do que seus pais, embora eles tenham muito mais experiência. No entanto, há bons motivos para procurar a ajuda dos pais ao atravessar os difíceis anos da adolescência.


Por que obedecer aos pais?
Acima de tudo,Deus, o Originador da família, diz que você deve acatar a orientação dos pais. Visto que Deus mandou que seus pais tomassem conta de você, ele lhe dá o seguinte conselho: “Filhos e filhas, o dever cristão de vocês é obedecer ao seu pai e à sua mãe, pois isso é certo.” (Ef 6.1-3 – NTLH)

Embora você já seja adolescente, seus pais ainda têm a responsabilidade de orientá-lo, e você, por sua vez, tem a obrigação de prestar atenção ao que eles dizem. Quando o apóstolo Paulo escreveu que os filhos devem obedecer aos pais, ele usou uma palavra grega que pode ser aplicada a filhos de qualquer idade.

Muitos homens fiéis da antiguidade continuaram obedecendo aos pais muito tempo depois de se tornarem adultos. Jacó, embora já fosse um homem maduro, compreendeu que devia obedecer à ordem de seu pai, de evitar casar-se com uma mulher que não fosse adoradora de Deus. (Gn 28.1, 2) Sem dúvida, Jacó viu que a decisão de seu irmão, de casar com mulheres cananéias pagãs, havia causado muita mágoa aos seus pais. — Gênesis 27.46.

Além de terem a obrigação bíblica de orientá-lo, seus pais cristãos são provavelmente os mais habilitados para aconselhá-lo. Isso se dá primariamente porque conhecem muito bem a você e com certeza têm-lhe demonstrado profundo amor por muitos anos. Assim como o navegador do navio, eles têm experiência. Conhecem os “desejos pertinentes à mocidade”, pois já passaram por isso. E como verdadeiros cristãos, viram pessoalmente o valor de seguir os princípios bíblicos.

Por isso não os confronte. Fazendo isso, você desagrada a Deus e peca. A ordenança de Deus é:
“Respeite o seu pai e a sua mãe, para que você viva muito tempo na terra que estou lhe dando.”  (Ex 20.12 – NTLH).


SAIBA SEPARAR AS COISAS
Pode ser que alguém esteja perguntando:
Devemos obedecer os nossos pais incrédulos?

Mesmo que os pais não sejam crentes, não podemos desafiá-los ou desrespeitá-los.
Apesar de todos os obstáculos que o diabo coloca no caminho dos jovens, alguns demonstram a pureza de coração para se submeterem ao Senhor na sua juventude (Ec 12.1). Devemos agradecer a Deus pelos jovens fiéis.

Alguns desses jovens e adolescentes se encontram sozinhos nas suas famílias, sem nenhum apoio dos seus pais. Pais incrédulos ou afastados de Deus não guiam os filhos no caminho de Deus e podem até atrapalhar a jornada do jovem discípulo. Mas mesmo nestes casos, o filho não deve confrontar-se com os pais.

Deus ordenou as relações humanas pela definação divina de diversos papéis. Estes papéis não determinam o valor de uma pessoa diante do Senhor, nem identificam superioridade moral ou espiritual. Os princípios de Deus governam relacionamentos entre seres humanos nesta vida, e devem ser respeitados por todos.

Antes de considerar a situação de filhos e pais, vamos examinar as instruções de Deus sobre algumas outras relações humanas. Desta maneira, ficará mais fácil compreender a vontade dele para os filhos de pais descrentes.
● Submissão aos oficiais do governo. O Novo Testamento foi escrito durante o domínio do governo romano e seus imperadores pagãos e cruéis. Pedro falou para os cristãos sujeitarem-se às autoridades do governo (1 Pedro 2:13-17). Paulo ensinou a mesma coisa (Romanos 13.1-7).
● Submissão aos senhores no trabalho. Os cristãos sempre devem ser bons funcionários, mesmo quando os seus superiores não forem pessoas boas e justas (1 Pedro 2.18-20).
● Submissão ao marido. As mulheres devem ser submissas aos maridos. Mesmo se o marido for descrente, a mulher deve obedecê-lo (1 Pedro 3.1-2).
● E os filhos? Com estes exemplos, torna-se fácil entender que filhos de pais incrédulos ainda devem ser submissos. A instrução dada em Efésios 6.1-3 aplica-se geralmente aos filhos, tanto de pais cristãos como de pais descrentes.

O apóstolo Paulo escreveu: "Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Efésios 6.2-3).

Qual é a diferença entre obedecer e honrar nossos pais? O que está envolvido com honrar pai e mãe? Honrar, como a palavra grega sugere, significa valorizar ou considerar altamente, ter em grande estima. Um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração. Seu motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. As Escrituras revelam-nos que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tem por seus pais. Pais nem sempre agem de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, mas os filhos deverão estimar seus pais altamente ... por causa dos mandamentos de Deus a este respeito.

Certamente honrar pai e mãe incluirá obediência, mas esta responsabilidade acarreta muito mais. Os filhos deverão dirigir-se a seus pais com respeito, sem grosseria, sarcasmo ou ridículo. Os filhos demonstram respeito por seus pais ouvindo o que eles têm a dizer. Os escritor de Provérbios aconselhou: "Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe quando vier a envelhecer" (23.22). Os filhos honram a seus pais ajudando-os naquelas tarefas do lar que têm que ser feitas diariamente.

Jesus ensinou que honrar os pais envolvia apoio financeiro em casos de necessidade. Os fariseus criticaram os discípulos de Jesus porque eles não lavavam as suas mãos antes de comer, como exigia a tradição dos antigos. Jesus respondeu observando que os fariseus, eles próprios, invalidavam os mandamentos de Deus de modo a manter suas próprias tradições (Marcos 7.1-8). Com exemplo de sua prática, Jesus citou da Lei de Moisés o mandamento para honrar pai e mãe. Ele observou que os fariseus tinham concebido a tradição pela qual invalidavam este mandamento. Os fariseus ensinavam que um homem poderia declarar como "Corbã" parte dos seus bens com os quais deveriam ajudar seus pais. "Corbã" significava que aqueles bens estavam dedicados ao Senhor e, assim, "santificados," não podiam ser usados para sustentar seus pais. A pior parte desta tradição era que o homem que assim declarasse seus bens como "Corbã" poderia ficar com estes bens e usá-los para si! É fácil de ver que o ponto desta tradição era simplesmente evitar a responsabilidade de uma pessoa para com pai e mãe. A reprovação de Jesus ilustra claramente que a responsabilidade por honrar pai e mãe também incluía assistência financeira quando necessitada.

Escrevendo a Timóteo, Paulo também ressaltou a responsabilidade dos filhos em cuidar de seus pais idosos. Falando da igreja ajudar as viúvas, ele instruiu: "Honra as viúvas verdadeiramente viúvas. Mas se alguma viúva tem filhos ou netos, que estes aprendam primeiro a exercer piedade para com a própria casa e a recompensar a seus progenitores, pois isto é aceitável diante de Deus ... ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente" (1 Timóteo 5.3-4, 8).

Nesta passagem, Paulo usou a palavra "honrar" no sentido de auxílio financeiro (veja o versículo 16). Ao mesmo tempo, ele asseverou claramente o dever dos filhos de ajudar ("honrar") seus pais. Tal auxílio é também uma forma de compensação pelo que os pais fizeram por seus filhos. A importância desta responsabilidade é vista na afirmação de Paulo que o crente que não cuida dos membros de sua própria família negou a fé. É evidente que as responsabilidade de um jovem para com pai e mãe não termina quando ele sai de casa.


CONCLUSÃO
Em conclusão, é impossível servir a Deus aceitavelmente enquanto se negligencia os próprios pais! Não se pode honrar a Deus enquanto se recusa a obedecer Seus mandamentos, incluindo o dever de honrar seus pais.

Enfatize ao adolescente que não podemos nos deixar influenciar pelos erros e religião de nossos pais, mas nem por isso temos de enfrentá-los, ou desrespeitá-los. Digo isso por experiência própria. Meus pais eram da umbanda, mas aceitei a Jesus com seis anos de idade.

Minha mãe para não dizer que não queria que eu fosse à igreja, dizia que tinha de fazer as tarefas antes. Eu me levantava cedo, fazia tudo e ia para a igreja. Assim cresci servindo ao Senhor. Hoje estou com 44 anos, todas as minhas irmãs e irmãos estão na Igreja, fui evangelizando-os, ela ainda não, mas creio que o SENHOR a salvará.

Deus jamais desampara aquele que deseja servi-LO, e com certeza dará estratégia e sabedoria a cada um para que possa agir sem desrespeitar aos pais e nem desobedecer a ELE.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

fonte portal ebd

Lição 6 - A despensa vazia I Plano de Aula

3º Trim 2012 - Lição 6 - A despensa vazia I Plano de Aula
05PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2012
VENCENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA - Muitas são as aflições do justo mas o Senhor o livra de todas
COMENTARISTA: ELIEZER DE LIRA E SILVA
PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
(ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP)

PLANO DE AULA Nº 6
LIÇÃO Nº 6 – A  DESPENSA VAZIA
1º SLIDE   INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos “dramas sociais”, estudaremos hoje a despensa vazia, ou seja, a questão da carência de recursos materiais mínimos para a sobrevivência da pessoa humana sobre a face da Terra.
- A fome, a carência de recursos mínimos materiais para a sobrevivência da pessoa humana sobre a face da Terra é uma realidade que pode atingir a todos os que vivem neste planeta.
2º SLIDE I – A FALTA DE RECURSOS MATERIAIS MÍNIMOS PARA SOBREVIVÊNCIA É FRUTO DA ENTRADA DO PECADO NO MUNDO
- “Despensa vazia” - a carência de recursos materiais mínimos para a garantia da sobrevivência do ser humano sobre a face da Terra.
- “Despensa”  na Bíblia é encontrada apenas em Lc.12:24 - “tameion” (ταμειον) - local reservado para a guarda de alimentos e mantimentos.
3º SLIDE
- Quando o ser humano foi criado, o Senhor providenciou que tivesse o necessário para sobreviver – comida e bebida (Gn.2:9,10).
- Deus, pois, como Criador do homem, sabe mais do que ninguém da necessidade que o ser humano tem de comida e bebida para sua sobrevivência (Mt.6:31,32).
4º SLIDE
- Com o pecado, o homem teria de trabalhar para fim de sobrevivência (Gn.3:19) e a natureza deixou de estar plenamente à sua disposição para este objetivo (Gn.3:17,18).
- Diante da entrada do pecado no mundo, surgiu nova necessidade, além da comida e da bebida: a vestimenta, que só foi suficientemente suprida por Deus (Gn.3:7,21).
5º SLIDE
- O Senhor, apesar do pecado, não foi mesquinho na criação de condições pelas quais o homem pudesse sobreviver.
- Tanto é assim que, mesmo hoje, há comida suficiente para todos os homens, embora, lamentavelmente, a fome assole todo o mundo.
6º SLIDE
- O problema da fome e das carências mínimas necessárias para a sobrevivência do homem não pode ser imputada a Deus, mas, sim, ao próprio homem.
- O egoísmo e a ganância contribuem decisivamente para que a fome mate milhões de pessoas todos os anos em nosso planeta.
7º SLIDE  II – A FOME É UMA REALIDADE QUE PODE ATINGIR OS HOMENS
- O trabalho necessário para a sobrevivência do homem é duplamente penoso:
a)  porque a natureza não lhe é favorável neste processo;
b) o egoísmo e a ganância dos demais homens impedem o suprimento da necessidade de todos.
8º SLIDE
- As condições naturais e adversas contrárias ao suprimento das necessidades mínimas dos homens fazem com que, de improviso, os homens sejam atingidos pela carência material.
- A Bíblia está repleta de exemplos de justos que sofreram esta situação: Abrão, Isaque, Jacó, Elimeleque e sua família, entre outros.
9º SLIDE
- A diferença do justo não está em não passar pela “aflição da despensa vazia”, mas na reação a esta dificuldade.
- Diante da dificuldade, não podemos agir como Abrão (Gn.12:10) e Elimeleque (Rt.1:1-5) que, sem consultar a Deus e à revelia de Sua vontade, foram para “terra estranha” tentar sobreviver.
10º SLIDE
- Devemos agir como Isaque (Gn.26:1,2,6,12) e Jacó (Gn.46:1-5) que, seguindo a orientação divina, foram abençoados com fartura por sua confiança em Deus.
- A provisão dada por Deus a estes dois patriarcas não dispensou o trabalho (Gn.26:12; 45:11; 47:12). A provisão divina jamais dispensa a obrigatoriedade do trabalho como fonte de obtenção de recursos para a subsistência.
11º SLIDE
- A provisão divina a Israel no deserto traz-nos importantes lições (I):
a) não se pode obter a provisão divina a contento com murmurações (Ex.15:23-25);
b) a provisão divina exige de nós uma vida de intimidade com Deus, pois só assim o que é amargo se tornará doce (Mt.4:2,11);
12º SLIDE
- A provisão divina a Israel no deserto traz-nos importantes lições (II):
c)  a provisão divina não dispensa o trabalho (Ex.16:4);
d) a provisão divina leva-nos à humilhação, ao reconhecimento de nossa dependência absoluta de Deus (Dt.8:3; I Pe.5:6,7).


13º SLIDE  III – NOSSO DEUS É O DEUS DA MULTIPLICAÇÃO
- Deus pode suprir nossas necessidades do nada, como fez com o povo de Israel no deserto ou com Sansão (Jz.15:14-19).
- Por vezes, o Senhor opera o milagre da multiplicação, faz com que o que já temos e que, aos nossos olhos é insignificante, supra o que nos é necessário (Zc.4:10).
14º SLIDE
- Milagres de multiplicação:
a) a viúva de Sarepta de Sidom (I Rs.17:12);
b) a viúva de um dos filhos dos profetas (II Rs.4:1,2);
c) a multiplicação da oferta dada ao profeta Eliseu (II Rs.4:42-44);
d) as duas multiplicações de pães e peixes por Cristo (Mt.14:13-21; Mc.6:30-34; Lc.9:10-17; Jo.6:1-14 e Mt.15:29-39; Mc.8:1-10).
15º SLIDE
- Lições que nos deixam nos milagres de multiplicação (I):
a) não podemos desprezar as coisas pequenas;
b) devemos levar o pouco que temos a Deus para que Ele nos oriente o que devemos fazer;
c) o pouco somente se torna suficiente quando há a entrega, há o compartilhamento;
d)  a multiplicação não dispensa o nosso trabalho;
16º SLIDE
- Lições que nos deixam nos milagres de multiplicação (II):
e) Deus sempre está interessado em saciar as necessidades legítimas do ser humano;
f) é preciso que tenhamos fé e a exerçamos para que a multiplicação se realize;
g) a multiplicação é incompatível com o desperdício.
17º SLIDE  IV – NOSSO DEUS NÃO DESAMPARA O JUSTO
- O Salmo 37 é o “espelho da Providência” (Tertuliano, 160-220, pai da Igreja).
- O salmo não é promessa de imunidade à pobreza, mas ensino para que, mesmo diante das dificuldades, confiemos em Deus e entendamos que as coisas desta vida são passageiras.
18º SLIDE
- O caminho para o justo é confiar em Deus e entregar-Lhe o caminho.
- “Vale mais o pouco que tem o justo do que as riquezas de muitos ímpios” (Sl.37:16).
19º SLIDE
- Neste salmo, a inspiração do Espírito Santo se junta à experiência de vida de Davi.
- Davi, antes de ser rei (I Sm.19:18, 21:1-6) e já como rei (II Sm.16:2; 17:27-29), enfrentou a carência material mas nunca deixou de confiar em Deus.
20º SLIDE
- O justo pode ter percalços ao longo da sua jornada terrena, mas não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém na Sua mão (Sl.37:24).
- Apesar das carências materiais que possam ser encontradas ao longo da vida, o justo nunca está desamparado, pois vencerá seguindo a orientação do Senhor e jamais dispensando o trabalho.
21º SLIDE
- A descendência do justo, tendo aprendido com o exemplo por ele deixado, não irá a mendigar o pão, mas, sim, buscará a presença de Deus e se disporá ao trabalho.
- “Mendigar” é desejar as coisas desta vida, deixar de contemplar a Deus e de entender que Ele é o verdadeiro provedor, passando a querer viver às custas dos outros sem trabalhar.
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes