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23 agosto 2012

JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 9: Palavra de Deus, semente preciosa


3º Trim. 2012 - JARDIM DA INFÂNCIA - Lição 9: Palavra de Deus, semente preciosa

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Bíblia, o livro maravilhoso
Comentaristas: Midiam Pessoa, Monica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 9 – PALAVRA DE DEUS, SEMENTE PRECIOSA


Texto Bíblico: Mateus 13.1-23


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender que a Palavra de Deus é como uma semente que deve ser semeada, a terra são os corações que ouvem quando falamos de Jesus, mas cada pessoa recebe a palavra de maneira diferente, mas devemos pregar a Palavra para todas as pessoas.


A palavra é... 
SEMENTE

Sugestão da revista mestre é muito sugestiva. Dê um copo descartável para cada criança com um chumaço de algodão e alguns grãos de feijão. Ensinos a “plantar” a s sementes (espallhando os grãos sobe o algodão molhado. Deixe que levem para casa e cuidem para ver como brotarão.

Enquanto estiverem “plantando” explique-lhes que assim é a Palavra de Deus dentro de nosso coração, quando ouvimos e guardamos em nosso ser, estamos plantando, e como semente brotará e crescerá em nós.


Aprendendo a Bíblia
“Mas as sementes que caíram em terra boa brotaram, cresceram...”(Mc 4.8 – NTLH)

Cole a figura Jd9 fig1 na galeria de imagens em um cartaz e escreva o versículo para memorização. Recitando no mínimo três vezes com os pequenos:

Fonte:Edições CPAD


História Bíblica
Jesus usou comparações, que eram chamadas de parábolas para ensinar.
Ele contou:
Certo homem, semeador saiu para semear. Quando espalhava as sementes, algumas caíram na beira do caminho e os passarinhos comeram tudo.
Explicação - Aqueles que ouvem a mensagem da Palavra de Deus e não a entendem são como a semente que caiu na beira do caminho. Satanás vem e tira o que foi semeado neles.


Outra parte das sementes caiu num lugar de muita pedra e pouca terra.
As sementes brotaram logo porque a terra não era funda. E quando o sol apareceu,
queimou as plantas, que secaram porque não tinham raiz.
Explicação - A semente que cai no meio de muitas pedras são os que ouvem a mensagem e aceitam logo com alegria, porém duram pouco porque não têm raiz. Quando, por causa da mensagem de Deus, chegam os sofrimentos e as perseguições, logo desistem.


Outra sementes caíram no meio dos espinhos, que cresceram e abafaram as plantas.
Explicação - Outros se parecem com a semente que cai entre espinhos.
Eles ouvem a mensagem, mas quando aparecem as preocupações deste mundo e a ilusão das riquezas, elas sufocam a mensagem, e eles não produzem fruto.


As sementes que caíram em boa terra produziram frutos na base de cem, sessenta e de trinta grãos por um.
Explicação - As sementes lançadas em boa terra são aquelas que ouvem e entendem a mensagem e produzem frutos: uns cem, outros sessenta e ainda outros trinta vezes mais."

Jesus disse ainda:
__ "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça."
Os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram:
__ "Por que é que o Senhor usa de comparações para falar com eles?"
Jesus respondeu:
__ Deus mostra para vocês os segredos do reino dos céus, mas a eles, não.
Por isso que eu uso comparações para falar.
Porque eles olham, mas não enxergam escutam, mas não ouvem e nem entendem.

Amado (a), enfatize aos pequenos que não devemos ser assim, não prestando ATENÇÃO quando alguém estiver falando a Palavra de Deus, e ao ouvi-la devemos GUARDAR, OBEDECER, é assim que estaremos ouvindo e entendo a Palavra de Deus.
Muitas coisas hoje também são como aqueles passarinhos, vem e tira de nosso coração a Palavra de Deus. Pergunte aos pequenos que são os passarinhos de hoje que roubam o que eles ouvem e aprendem em casa e na igreja? – será que são os games? Ou será a internet?
Não devemos deixar isso acontecer – a Palavra de Deus deve ser ouvida e guardada, isto é obedecida, mas se não deixamos em nosso coração, nem lembramos o que foi dito como poderemos obedecer?

Ouçamos a Palavra de Deus, e deixemos ela crescer em nosso ser, e assim seguiremos semeando também a Palavra a outras pessoas, falando de Jesus, e assim teremos mais e mais comunhão, amizade com Deus. A comunhão com Deus, com outras pessoas, e ler a Bíblia são as raízes que fazem com que possamos dar frutos.


Fixando a aprendizagem
Amplie o desenho Jd9 fig 2 na galeria de imagens para os pequenos colorir
 fonte portal ebd

PRIMARIOS - Lição 9 : A Casa de Deus é lugar de curas


3º Trim. 2012 - PRIMARIOS - Lição 9 : A Casa de Deus é lugar de curas

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: A igreja é a casa de Deus
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza

LIÇÃO 9 – A CASA DE DEUS É LUGAR DE CURAS


Texto Bíblico: Lucas 6.6-11


ObjetivoProfessor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se que Deus sendo nosso Criador, sabe tudo sobre nós e nosso corpo. Ele pode curar-nos de toda enfermidade.


Frase do dia...
DEUS PODE ME CURAR

Cole a figura prim9 fig 1 na galeria de imagens em um cartaz e escreva a frase do dia, e também o texto para decorar. Em seguida enfatize aos pequenos que na ilustração Jesus está ressuscitando a filha de Jairo. A menina havia morrido e Ele ressuscitou. Jesus pode curar todas as enfermidades.



Memória em ação
O SENHOR cura todas as minhas doenças”(Sl 103.3 – NTLH).



Explorando a Bíblia
Deus nos deu duas mãos, pois Ele sabia que precisamos de ambas. É muito difícil para alguém que perde uma das mãos. Embora a pessoa se acostume com o tempo, não é fácil. Imaginem no tempo de Jesus que não havia máquinas para ajudar, como temos hoje! (permitir às crianças que falem sobre alguns eletrodomésticos e como as tarefas domésticas eram feitas antes. Por exemplo: Liquidificador, batedeira, amassador, máquina de costurar, etc.)
Antes, tudo era feito à mão e o povo daquela época olhava de um modo estranho para as pessoas que tivessem deficiências.
Havia naquela época, um homem muito infeliz. O primeiro motivo era que se alguém tivesse algum defeito físico naquele tempo, era muito comum algumas pessoas rirem disto. Imaginem só que coisa tão feia e desagradável! Certamente isso deixava Jesus muito triste!

O segundo motivo para que alguém fosse infeliz, era que ninguém dava emprego a deficientes. Se ele não tivesse uma família que o pudesse sustentar, teria que pedir esmolas.
O homem da história bíblica de hoje andava pela cidade se escondendo das pessoas. Era uma situação bem triste, mas mesmo com esses problemas, ele nunca deixava de ir à sinagoga, como era chamada a igreja naqueles dias. Esse homem ia todos os sábados para adorar a Deus.
Ele havia escutado que Alguém por nome Jesus havia curado muitas pessoas e curara até um cego, mas não tinha esperança de encontrá-Lo e talvez nem coragem de procurá-Lo. E assim, continuava sem esperanças.
Em todas as cidades que Jesus passava, sempre ia à sinagoga aos sábados com Seus discípulos.
Quando nesse sábado Jesus entrou na sinagoga, como era Seu costume, e viu aquele homem, quase que escondido, para não chamar a atenção.
Os homens achavam errado curar no dia de sábado, mas Jesus queria mostrar-lhes e a nós também, que o sábado é um dia especial para fazermos coisas boas pelos outros.
Jesus então chamou aquele homem e mandou que ele estendesse sua mão e a curou, mostrando assim, que o importante é tratar com amor e bondade aqueles que precisam de nós; seja qual for sua necessidade.
Aquele homem foi para casa muito feliz. Agora poderia estar com sua família, trabalhar, ser bem visto pela sociedade, mas o mais importante foi que ele agora poderia mostrar sua mão aos outros e desta forma, glorificar a Deus, testemunhando o que Ele realizou em sua vida.
As mãos fazem muitas coisas. Hoje as mãos também podem fazer muitas coisas, que mesmo simples, como pegar na mão de uma pessoa idosa para atravessar a rua ou pegar o brinquedo de uma criança pequena que caiu ou até mesmo de juntar as mãos para orar, são ações muito poderosas.
Quem são as pessoas que vocês conhecem que estão doentes para quem precisamos orar? (Esperar os pedidos)
Orar juntamente com os pequenos.

Fixando a aprendizagem
Reproduza o desenho Prim9 fig 2 na galeria de imagens, para os pequenos colorir.




Fontes Consultadas:
·         Bíblia NTLH – SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 



JUNIORES - Lição 9: Compromisso com Deus


3º Trim. 2012 - JUNIORES - Lição 9: Compromisso com Deus

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
3º Trimestre de 2012
Tema: Em que acreditamos?
Comentaristas: Miriam Reiche e Luciana Alves de Souza


LIÇÃO 9 – COMPROMISSO COM DEUS 


Texto Bíblico: Mateus 3.13-17; 28.19

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se que na Igreja há duas ordenanças que o Senhor Jesus especificou que fizéssemos; o Batismo nas águas e a Santa Ceia. Todos que se batizam passam a fazer parte do corpo de Cristo – a Igreja.


Exercitando a Memória
“Esse batismo não lavar a sujeira do corpo, mas é o compromisso feito com Deus”(1 Pe 3.2a – NTLH)

Compromisso não é uma mera palavra, quando assumimos um compromisso, nos tornamos ligados à uma promessa, uma obrigação. O batismo nos torna parte da Igreja, a noiva de Cristo, e como tal temos o dever que através de nossas palavras e atos demonstrar que aceitamos e vivemos os ensinos do Senhor Jesus


Crescendo no Conhecimento
O batismo é uma ordenança clara de Jesus para todo aquele que crê:
"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo" (Mt.28.19).

O batismo deve ser visto como um selo da justiça que vem pela fé, e evidentemente deve seguir a fé, como determinam as palavras finais de Jesus que se encontram registradas no evangelho de Marcos: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado" (Mc. 16.15,16).

Esta é a razão porque não batizamos e nem tampouco validamos o batismo de crianças; é necessário crer primeiro e então se batizar. Obedecemos o princípio bíblico de consagrar os filhos ao Senhor, mas só os batizamos depois que puderem crer e professar sua fé.

No Velho Testamento, os judeus tinham como selo de sua fé a circuncisão; no Novo Testamento a circuncisão foi suprimida, sendo vista simbolicamente no batismo: "Nele também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo; tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos" (Cl.2:11,12).

Hoje, esta circuncisão acontece no coração (Rm.2.28,29), e Paulo a relaciona com o batismo.


O batismo não salva, mas acompanha a salvação. O batismo segue a fé que nos leva à salvação, mas ele em si não é um meio de salvação. Que o diga aquele ladrão que foi crucificado com Cristo e a quem Jesus disse que estaria com ele ainda aquele dia no paraíso (Lc 23.39 a 43); ele somente creu e nem pôde ser batizado, mas não deixou de ser salvo por isto. O batismo, portanto, não salva, mas nem por isso deixa de ser importante e necessário; aquele ladrão não tinha condições de passar pelo batismo, mas alguém que crê deve obedecer à ordenança de Cristo e ser batizado, caso contrário estará em deliberada desobediência a Deus, o que poderá impedir-lhe de entrar para a vida eterna. Podemos dizer que o batismo é parte do processo de salvação, mas não que ele em si salve; o apóstolo Pedro escreveu o seguinte acerca do batismo: "não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio de Jesus Cristo" (I Pedro 3:21).

O batismo tem um significado; além de ser um testemunho público da nossa fé em Jesus, ele fala algo - é uma identificação com Cristo Na verdade é o meio através do qual externamos que tipo de fé temos depositado em Jesus Cristo. Quando falamos sobre a fé em Jesus, não nos referimos a crer que Ele EXISTE; é mais do que isto! A maioria das pessoas crêem que Jesus existe, mas não entendem o que Ele FEZ. São duas coisas completamente diferentes; o que nos salva da perdição eterna e da condenação dos pecados é a obra de Cristo na cruz em nosso lugar.
Ao morrer na cruz, o Senhor Jesus não morreu porque mereceu morrer; pelo contrário, como justo e inocente, Ele nos substituiu, sofrendo o que nós deveríamos sofrer a fim de que recebêssemos a salvação de Deus.

Identificação é o aspecto da fé que nos faz ver que Jesus assumiu a nossa posição de pecado, para que assumíssemos a posição de justiça Dele (2 Co.5.21). A Bíblia declara o seguinte: "Porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl.3.3).

Quando Deus nos olha, ou Ele nos vê sozinhos em nossos pecados, ou nos vê através de Jesus Cristo, que já pagou por eles. A fé nos coloca com Jesus na cruz, crucificados com Ele; nos coloca no túmulo, sepultados com Ele; nos coloca ainda nos céus, à direita de Deus, ressuscitados com Cristo! É quando nos vemos Nele, entendendo o sacrifício vicário do Filho de Deus, que passamos a ter direito ao que Cristo fez; esta é a hora do segundo passo: apropriação.

O batismo é o nosso testemunho da identificação com Cristo; ele revela não apenas que eu tenho fé, mas que tipo de fé eu tenho. Veja o que as Escrituras dizem: "Ou, porventura, ignorais que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos para a glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida" (Rm.6.3,4).

Quando imergimos alguém na água, estamos simbolicamente declarando que esta pessoa foi sepultada com Jesus, e ao levantarmos esta pessoa das águas, estamos reconhecendo que ela já ressuscitou com Cristo para viver uma nova vida. Portanto, o batismo é onde reconhecemos que tipo de fé temos; uma fé que se identifica com Cristo e sua obra realizada na cruz.


Para quem é o batismo? A explicação anterior responde esta indagação: para todo aquele que se identifica pela fé com o sacrifício de Cristo na cruz. Depois de ter reconhecido por fé a obra de Cristo, quando a pessoa passa a estar apta para o batismo? Quanto tempo ela tem que ter de vida cristã para poder se batizar? A Bíblia responde com clareza estas questões. Em Atos 8.30 a 39, lemos acerca do primeiro batismo cristão apresentado em maiores detalhes na Bíblia. Neste texto, temos um modelo para a forma de batismo, e ali vemos que já na evangelização o batismo era ensinado aos novos convertidos, o que nos faz saber que ninguém deve demorar para se batizar após ter feito sua decisão de servir a Jesus. Além disso, vemos também qual é o critério para que alguém se batize; quando o etíope pergunta: "Eis aqui água, que impede que eu seja batizado?" a resposta de Felipe vem trazendo luz sobre o requisito básico para o batismo: "É lícito, se crês de todo coração" (At 8.36,37).

Quando a pessoa foi esclarecida sobre a obra (e não só a pessoa) redentora de Jesus Cristo, e crê de todo o coração (sem dúvida acerca disto), ela está pronta para ser batizada.

Como se batiza?
A palavra "baptismos" no grego significa: "imergir; mergulhar; colocar para dentro de". No curso da história, por várias razões, apareceram outras formas de batismo, como aspersão e ablução (banho); entretanto, como o batismo é uma identificação com Cristo em sua morte e ressurreição, e é exatamente isto que a imersão significa, não praticamos outras formas de batismo.

Quando Felipe batizou o etíope, eles pararam em um lugar onde havia água. A Bíblia diz que ambos entraram na água (At.8.38,39). Certamente aquele eunuco viajava abastecido com água potável; se fosse o caso de praticarem a aspersão havia água suficiente naquela carruagem para isto, mas batizar é imergir! Não foi à toa que João Batista se utilizou do rio Jordão para batizar. Depois, mudou o local de batismo para Enom, perto de Salim, e razão para isto é descrita pelo apóstolo João em seu evangelho: "porque havia ali muitas águas" (João 3:23).

Não há lugar específico para o batismo. Em nosso templo temos um batistério, mas também batizamos em rios, piscinas, e onde houver água suficiente para a imersão...
Além da água, é necessário alguém que ministre o batismo ao novo-convertido, uma vez que não existe auto-batismo na Bíblia.
"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28.19).

Jesus mandou fazer discípulos e depois batizá-los.


Aplicação da Lição
Prezado (a) enfatize aos pequenos que para se batizar é preciso ter dois fatores.
1- Arrependimento; reconhecer que somos pecadores.
2- Fé; precisamos crer em Deus.
O Batismo das Águas é um mandamento de Deus! Todo aquele que crê e for batizado será salvo. Então é preciso crer, para nascer da água e do espírito, para ter a salvação! O batismo é o nascer do espírito. Nós seres humanos, somos corpo, alma e espírito. O espírito nascerá de novo! Com obatismo das águas, a velha natureza humana é sepultada e você então nascerá de novo para viver para agradar a Deus.


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8ª Edição/2009
·         Angelologia – Ministério Ide – Volume I


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
 fonte portal ebd

LIÇÃO 9 - A VIDA CRISTÃ DISCIPLINADA


3° Trim. 2012 - JUVENIS - Lição 9: A vida Cristã Disciplinada

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
LIÇÃO CPAD – JUVENIS
3º TRIMESTRE DE 2012
TEMA: O CARATER CRISTÃO
COMENTARISTA: Verônica Araujo

LIÇÃO 9 - A VIDA CRISTÃ DISCIPLINADA

ENFOQUE BIBLICO
“Como a cidade derrubada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.” (Pv 25.28)

OBJETIVOS:
Definir os termos temperança e disciplina
Identificaras áreas da vida que necessitam ser disciplinadas

INTRODUÇÃO
“Tentado não cedas, ceder é pecar, Melhor e mais nobre, será triunfar, Coragem o crente domina teu mal. Deus pode livrar-te de queda fatal” (HC 165 – P.L.M – H.R. Palmer)

O QUE É TEMPERANÇA?
O termo temperança biblicamente quer dizer domínio próprio. É fruto do Espírito que leva a pessoa a exercer autocontrole sobre as paixões ou desejos desregrados da alma. O homem é dotado de faculdades naturais necessárias à sobrevivência. Com a entrada do pecado, essas aptidões inatas foram contaminadas pelo pecado. Então hoje o ser humano pode ser levado à glutonaria, suicídio, prostituição, ganância, cobiça, etc. Ainda como se não bastasse é dado a demasiados vícios como o tabagismo, alcoolismo, pornografia e outras drogas. São manifestações incontidas que aprisiona e domina o ser humano descontroladamente.

O desejo de Deus é que o crente tenha domínio próprio, somente com esse fruto vem à capacidade de renunciar a impiedade e o mundanismo (Tt 2.11,12). Renunciar aos desejos da carne sem o fruto do Espírito é impossível, uma pessoa por si só pode frear um o outro desejo, mas falhara em muitos outros. A autodisciplina de acordo como o Apostolo Pedro é uma qualidade a se desenvolver e acrescentar à fé (2Pe 1.5,6). A temperança é a força o domínio sobre o ego, a petulância, a arrogância, a brutalidade e a vangloria. É o que conhecemos como pessoa disciplinada.

O QUE É DISCIPLINA?
Um dos preceitos da disciplina é a observância de preceitos e normas – Por exemplo: as  avenidas e ruas de uma cidade, assim como as rodovias é permitido certa velocidade aos veículos que pode variar entre 30 km por hora à 120. Os veículos possuem motores que permitem a velocidades altas, 250, 300 ou mais km por hora, no entanto a temperança permite que o motorista discipline a si mesmo e consiga a dirigir apenas na velocidade permitida por lei.

A vida cristã deve ser autodisciplinada, temperança no caso dos motoristas não significa fruto, mas há uma lei e um guarda de transito que os leva a obedecer às leis de transito. Já a vida cristã depende da ajuda do Espírito Santo, nos dias de Paulo os libertinos usavam uma frase, para continuar pecando “todas as coisas me são licitas”, essa era a frase filosófica dos libertinos. Na igreja de Corinto a frase ganhou espaço, começaram a brincar com a graça de Deus, pecavam e vinham pedir perdão, e isso faziam repetidas vezes. O apostolo Paulo usou a frase para explicar o que é liberdade em Cristo, eles tinham em mente que liberdade significava poder agir e fazer o que queriam.

Liberdade é mais que fazer o que quer, é um conceito positivo adquirido por Cristo na cruz do Calvário, algo que a lei nunca pode fazer. Liberdade é uma capacidade outorgada pelo Espírito Santo, que ensina o que deve fazer (Pv 16.32). Não podemos ser tímidos ou covardes, pois o Espírito que nos capacita é de poder e nos tornamos como um poderoso exército, eis a razão de nossa estabilidade e autocontrole, quando cheio do Espírito Santo. (2Tm 1.7)
- “ temor” = “deilia” – timidez, medo, covardia
- “fortaleza” = “dunamus” – poder, força, habilidade, o mesmo poder de um poderoso exercito.
- “moderação” = “sophronismos” – estabilidade de mente, autocontrole.
Só podemos saber o que é disciplina quando chegarmos ao entendimento de que “nem tudo nos convém”, isto é, dominar os desejos.

TEMPERANÇA E DISCIPLINA, IGUAL EQUIDADE
O conceito equidade é discutido há séculos, Aristóteles um dos filósofos mais antigos, foi quem apresentou reflexões sobre o tema. No conceito de julgamento significa: agir evitando qualquer interesse maior a uma das partes, manter o equilíbrio. No segundo momento equidade é: conjunto de princípios imutáveis de justiça que induzem o juiz a um critério de moderação e de igualdade, ainda que em detrimento do direito objetivo. Em terceiro lugar, equidade significa sentimento de justiça avesso a um critério de julgamento ou tratamento rigoroso e estritamente legal. E em quarto lugar, equidade significa igualdade, retidão e equanimidade (Aurelio 1986 – 675).

Perguntei aos alunos do curso médio de teologia, caso chegasse até eles uma mulher trazendo o paletó e a gravata do moço que tentou a estuprá-la, sendo eles o pastor da igreja, em cinco minutos para resolver o assunto, o que fariam? Todos desligaram o moço da comunhão da igreja. Discutimos os porquês, apresentaram diversas razões, depois souberam que acabaram de desligar Jose do rool de membros da igreja, a mulher a que me referi era a de Potifar. A equidade entra exatamente nos julgamentos que fazemos, ora pesamos a posição social da pessoa e agimos forte contra o mais fraco, a questão do sexo feminino e masculino, às vezes ouvimos com mais atenção o moço, ou em outras ocasiões a moça. A temperança é disciplinar, e age com moderação, ou seja, com estabilidade de mente exercendo o autocontrole, nunca se deixando levar pelo sobrenome ou CPF, da pessoa, mas pelo que é justo.

O equilíbrio também deve ser aplicado no dia a dia, o crente cheio do Espírito Santo vive uma vida moderada, controlada e autodisciplinada. Como já falamos sobre a velocidade de um carro, o motorista observa a velocidade devido à lei, o crente como motorista, por exemplo, deveria observar a velocidade pelo autocontrole e não pela lei. Agir ou deixar de agir devido aos costumes da igreja ou porque o pastor ou alguém esta por perto, pega muito mal. O importante é o autocontrole, alguém pode não estar vendo, o jovem com seu computador no quarto, com a namorada (o) no carro ou em qualquer outro lugar, mas Deus está presente em todos os lugares. Quando tivermos que prestar contas com Deus, aquilo que fizemos por imposição de alguém, não haverá galardão, mas o que fizermos por autocontrole. Por exemplo, o jovem não foi a balada por estar cheio do Espírito Santo e dizer com muito prazer: “isto não me convém”, sou salvo. É muito diferente do outro que fica por ai dizendo que vai pegar mal, porque a igreja não permite, ou chorando porque os pais não o deixam por ser ainda menor.

AREAS DA VIDA, A SEREM DISCIPLINADAS
Bem já sabemos o que é temperança, disciplina, é exercer o autocontrole sobre as nossas atitudes. Mas em que áreas? É claro que me todas, mas podemos destacar aqui algumas como, por exemplo, a língua (Tg 3.2), como é difícil controlá-la, o rei Davi, procurou calar-se para não delinqüir com a língua (Sl 39.1). A maioria dos nossos pecados está exatamente naquilo que falamos, não há como falar sem antes pensar, primeiro se processa em nossas mentes e depois falamos. Jesus disse que isto contamina o homem (Mt 15.11). Não controlando a língua, praticamente não haverá controle em outras partes.

Devemos também controlar nossos hábitos, o comer muito, por exemplo, conhecido como glutonaria, existe pessoas que vão visitar um casal e chegando lá, havendo necessidade de fazer alguma refeição, por se tratar de uma casa que faz pouca comida, o glutão come tudo.  Certa vez fui a uma casa, acompanhado de outro irmão, chegando fomos convidados a jantar. Aquele irmão, pois em seu prato vários pedaços de carne, o filhinho do casal observava quietinho, mas não suportou e disse: “irmão come arroz e feijão também, deixa carne para os outros”. Poderia ser que aquele irmão não comesse carne há muito tempo, mas faltou-lhe o autocontrole, que o educaria o seu demasiado desejo. O glutão não consegue se controlar, aliás, a Bíblia aconselha a não estar entre os beberrões e comilões, caso não queira empobrecer (Pv 23. 20,21)

Controlar o uso do tempo, nós temos tempo para tudo, bate papo na internet, assistir TV, para o futebol, para ir à casa dos amigos, para as refeições. E o tempo para Deus? Olha uma das coisas interessante é o controle do tempo, essa divisão quando incluímos o serviço de Deus, só poderá ser executada quando cheio do Espírito Santo. Somente por um controle vindo de dentro para fora, levantar cedo no domingo para ir à escola dominical, ensaios, culto ao ar livre e a noite estar na igreja? Isto não é para qualquer um, somente servo de Deus e tendo o fruto da temperança que leva a esta disciplina.

Exercendo o controle da mente, diante de tantas propagandas, somente autodisplinado, consegue vitoria sobre tantos atrativos. Já pensou estar na igreja enquanto seu “clube do coração”, esta jogando? Primeiro o servo de Deus não deveria ter clube do coração, mas num país em que o futebol tem grande divulgação, temos uma maioria que torce por um determinado time. Bem, não é esse o assunto, o que eu estou aqui colocando que não é possível servir a dois senhores, é o que a Bíblia diz. Ou fique em casa assistindo o seu clube sem pensar na igreja ou vá à igreja sem pensar em seu clube, porem é palavra do Senhor Jesus Cristo, onde esta o tesouro do homem ai também está o seu coração (Mt 6.19 – 21 =sua mente, o homem por completo).
Exercendo o controle sobre o desejo sexual, aqui esta uma das coisas mais complicadas, nesse século, quase todas as propagandas da TV, tem um atrativo sexual. Toda segunda feira na aula vem àquele colega contando suas vantagens e ai ele pergunta ao crente: E você irmão? Saiu com quem? Bem primeiro é aconselhável que esse crente olhe para a Bíblia, (Sl 1), se este salmo se cumprir na vida dele, dificilmente ele ouvirá tal pergunta. Em segundo lugar ele próprio saberá se manter puro não na igreja ou na sociedade zombadora, mas diante de Deus, que condena a prostituição, a fornicação, em razão de nosso corpo ser o templo do Espírito Santo (1Co 6.19).


CONCLUSÃO
O jovem que conseguir guardar a sua língua, não falando palavras torpes, antes mantendo uma linguagem sã. Certamente terá seus hábitos moderados, não se dará a glutonaria e a outros vícios pecaminosos, sua mente se ocupará com o tempo para servir a Deus e não perderá o seu tempo com coisas inúteis. Estará sempre ocupado não por obrigação como que por uma lei contundente da igreja ou do pastor. Mas pela lei do Espírito que é o amor.

OBRAS CONSULTADAS
  • SILVA, Antonio Gilberto da – O fruto do Espírito - CPAD

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Pr Jair Rodrigues
fonte portal ebd

Quem tenta ganhar uma eleição com o poder econômico dificilmente atenderá ao bem comum se for eleito


Quem tenta ganhar uma eleição com o poder econômico dificilmente atenderá ao bem comum se for eleito
A campanha eleitoral de 2012 está nas ruas. Cada candidato usa as armas que tem para tentar conquistar os votos. São quadro candidatos a prefeito e 250 a vereador. Todos querem chegar lá. E, infelizmente, para a maioria deles o fim justifica os meios. Vale tudo para ter sucesso eleitoral.
Mesmo com várias leis que tentaram diminuir a força do poder econômico ele é visível em cada eleição. Não se pode fazer showmícios, não se pode distribuir brindes como camisas ou bonés aos eleitores, não se pode fazer boca de urna, não se pode isso, não se pode aquilo, mas encontram-se brechas e o dinheiro circula a rodo na campanha de alguns candidatos.
Fala-se em compra de lideranças comunitárias por R$ 20 ou 30 mil. Comenta-se de distribuição de R$ 30 ou 50 de gasolina para participação em carreta. Ouve-se falar de contratação de carros para serem adesivados. Contrata-se "fiscais" para trabalhar no dia da eleição. São muitas as ações em que o dinheiro é fartamente usado. E o que não faltam são denuncias, mas muitas vezes a justiça não consegue punir os possíveis compradores e aliciadores de votos.
Quem abusa do poder econômico geralmente é porque não tem argumentos para conquistar o voto consciente dos eleitores. É claro que uma campanha se faz também com dinheiro, mas a força financeira que se vê em algumas campanhas é algo escandaloso.
De onde vem tanto dinheiro? Do bolso dos candidatos é que não é. É doação ou "investimento"? São pessoas bondosas que admiram um candidato ou jogo de interesses para usufruir dos vultosos contratos dos órgãos públicos?
Quem faz derramamento de dinheiro numa campanha dificilmente vai conseguir atender aos interesses da população, especialmente da mais carente. Vai até fazer algumas obras para dar alguma resposta à sociedade, mas boa parte dos recursos públicos, vai pagar o que foi gasto nas campanhas, infelizmente.
Cabe à sociedade, cada um de nós cidadãos comuns, que temos o poder do voto na ponta dos dedos, ignorar o poder econômico e votar em candidatos que tenham virtudes morais, que tenham um histórico de seriedade. Apesar de poucos, mas existem políticos que não colocam o interesse particular acima do interesse público.
É hora do voto consciente, de usarmos a democracia em nosso favor, de escolher representantes, tanto para a prefeitura como para a câmara de vereadores, que antes de tudo sejam comprometidos com o bem comum. Vamos dar o troco àqueles que pensam que podem comprar o nosso voto, que pensam que podem ganhar no grito. 

PRE ADOLESCENTES - Lição 9: Verdadeiro sempre!


3º Trim. 2012 - PRE ADOLESCENTES - Lição 9: Verdadeiro sempre!

PORTAL ESCOLAS DOMINICAL
PRE ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Descobrindo meus direitos e deveres
Comentaristas: Ângela Sueli Silva da Costa

LIÇÃO 9 – VERDADEIROS SEMPRE!


Texto bíblico     Genesis  12.11-13,16-19
Quando ele estava prestes a entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista;
 e acontecerá que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é mulher dele. E me matarão a mim, mas a ti te guardarão em vida.
 Dize
, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma em atenção a ti.
 E ele tratou bem a Abrão por causa dela; e este veio a ter ovelhas, bois e jumentos, servos e servas, jumentas e camelos.
 Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.
 Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? por que não me disseste que ela era tua mulher?
 Por que disseste: E minha irmã? de maneira que a tomei para ser minha mulher. Agora, pois, eis aqui tua mulher; toma-a e vai-te.

Objetivos após a lição seu aluno deverá  estar consciente de que a mentira não é apenas  um ato isolado, mais uma tendência, bem como entender que Deus estabeleceu  normas de condutas que devem ser obedecidas.

Introdução
Estaremos estudando nesta lição 9 a respeito da mentira, para  base o texto  esta em Genesis cap. 12, a qual se refere a passagem em que Abrão, o pai da fé mente afim de que a sua vida seja preservada.
Segundo o dicionário a mentira é:
Ação ou efeito de mentir. / Ludíbrio; falsidade; ilusão. O que entendemos por extensão a falsidade como  Mentira, calúnia. / Hipocrisia; perfídia. / Delito que comete aquele que conscientemente esconde ou altera a verdade.

I-È certo mentir?
Embora a lição tenha como base a passagem  em Genesis  12,  foi no iniciou no jardim do Eden que mentira entrou no mundo, ou foi proferida pela primeira vez. A mentira foi usada pela antiga serpente (satanás)  afim de enganar a Eva, distorcendo a verdade dita por Deus.
É por esta mesma razão que o Senhor Jesus afirmou que o diabo mente desde o principio, que ele não se firmou na verdade, porque é o pai da mentira.
Desta forma, primeiramente já temos como algo ruim, a mentira, ao passo que verificamos em quem ela se originou, desta maneira a mentira por diversas razões passou a ser uma pratica humana, o que veio a ser condenada  veemente por Deus.
Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. ( Ap 22:15)
A passagem nos serve de exemplo de que mesmo em situações difíceis, é sempre bom e correto falar a verdade, escapar, ou salva-se por meio da mentira foi apenas uma forma humana que Abrão imaginou para se livrar de uma situação mentir seria a solução.
A mentira de Abrão por um período o livrou daquela situação, porem trouxe o mal sobre outras pessoas, a saber Faraó e seus servos.
Por fim Deus livrou Abrão daquela situação embaraçosa,  certamente se ele tivesse confiado em Deus e não mentido, Deus certamente o teria protegido da mesma forma.

 A mentira na Infancia
Mentira: "... pais são os principais mestres, muito mais com o que mostram em suas atitudes, que com suas palavras"
Nada justifica uma mentira, não existem mentiras “piedosas” ou mentiras “politicamente corretas”. Falar a verdade implica em ser honesto consigo mesmo e com os outros e em ter coragem de se responsabilizar por suas ações.
As crianças precisam ser ensinadas à verdade. Tal aprendizado ocorre progressivamente ao longo da infância e os pais são os principais mestres, muito mais com o que mostram em suas atitudes, que com suas palavras.
Com qual idade a criança pode mentir? Não tão cedo. Aos dois, três anos as crianças ainda confundem realidade e fantasia. Muitas vezes, o que o adulto interpreta como mentira é mais uma expressão do desejo fantasioso da criança. Quantas crianças já contaram para suas professoras que a “mamãe está esperando um irmãozinho”? quando nada disto está acontecendo. Quantas falam sobre viagens surpreendentes que fizeram, quando passaram o fim de semana em casa? Porém, aceitar o que é confusão entre fantasia e realidade e não mentira, não implica em aceitar a afirmação da criança sem deixar de mostrar a realidade. Buscar descobrir as razões do desejo fantasioso pode ser importante.

Quando a possibilidade de mentir pode ser evitada 
Um pouco mais tarde, a criança pode começar realmente a mentir. Ela mente muitas vezes para escapar, pelo menos temporariamente, de um problema. Fez algo que sabe que não devia e, quando confrontada, mente. Depois, tem que enfrentar dois problemas: o que não devia ter feito e o fato de ter mentido. Muitos pais, sem saber, favorecem tal tipo de situação. Sabem que a criança fez alguma coisa que não devia ou deixou de fazer algo que devia e a interpelam. “Você bateu no seu irmão?”, “Você fez a lição?”, “Você quebrou tal objeto?”... Por impulso, por medo das consequências, por medo de castigo, a criança mente. Seria melhor não perguntar, mas afirmar: “eu sei que você bateu no seu irmão”, “eu sei que você não fez a lição”, “Eu sei que você quebrou tal coisa”... e tomar as providências cabíveis, evitando a situação de colocar a criança frente a possibilidade de mentir.  

Ética
Aprender a lidar com “nãos”, a tolerar frustrações, não é fácil para a criança, que tenta manipular o ambiente para conseguir satisfação de todos os seus desejos. Assim, ela pode tentar mentir, fingir, burlar, enganar, omitir nesta tentativa de manipular o ambiente e nada existe de anormal nestas tentativas. Estes são os momentos preciosos, nos quais os pais podem e devem ensinar o que é certo e o que é errado. O ser humano não nasce dotado de ética.
No início da sua experiência de vida, ele não sabe o que é certo ou errado, o que lhe faz bem e o que não faz. São seus pais quem sabem e precisam ensinar, transmitir princípios, normas e regras, que possam dirigir sua conduta.
A mentira consciente, planejada, que tem como objetivo trazer vantagens surge na segunda infância, isto é a partir dos cinco anos e ela é felizmente, rara, sendo sempre um sintoma de um problema no desenvolvimento emocional.
Pais que costumam mentir criam filhos que mentem. Pais que usam sempre da verdade, que assumem a responsabilidade por aquilo que fazem e dizem, criam filhos responsáveis e éticos. Só se ensina aquilo que se é.
Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/filhos_mentira.htm

II - Falar toda a verdade
A bíblia afirma que devemos sempre usar da verdade.
Pelo que deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. (Ef 4.25)
Um texto que também revela a vontade de Deus, esta nas próprias palavras do Senhor Jesus: Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso 
é de procedência maligna. (Mt 5.37)
Quando mencionamos a necessidade de sempre escolhermos falar a verdade não o fazemos apenas pelo fato de esta é a vontade do Senhor, mas também para não sermos sofrermos com as duras conseqüências da mentira.
Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação. (Tg 5.12)
Tiago nos aconselha a falarmos a verdade afim de não sermos condenados, pois as Escrituras mencionam duros juízos contra os que praticam a mentira. Observe:
a) Deus destruirá o mentiroso
Destruirás aqueles que proferem a mentira; o SENHOR aborrecerá o homem sanguinário e fraudulento. (Sl 5.6)
b) A mentira conduz a morte
Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte. (Ap 21.8)
c) Os mentirosos ficaram de fora
E não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentira, mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro. 
Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. (Ap 21.27  22.15)
Além do juizo divino que pode ser imediato e futuro, ainda estamos sujeito ao juizo dos homens,  pois embora seja uma pratica comum as pessoas; a mentira se torna algum antiético, de modo que uma pessoa que a pratica frequentemente e é descoberto acaba com uma má fama, a de mentiroso.
O que é terrivel quando então passa a ser alvo de desconfiança de todos, pois ninguém mais crer
em sua afirmações. Portanto professor mostre aos alunos as graves conseqüências que a mentira traz. Portanto devemos lembrar das palavras do Senhor Jesus
Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo. (Mt 12.36)
Palavra ociosa pode ser entendida como um palavra inútil, ocasionamente uma mentira.
A mentira na igreja pode ser observada por dois aspectos diferentes: um diz respeito ao cristão
que por falta de amadurecimento acaba por mentir ocasionalmente ou por habito. Outro diz
respeito aos que vivem mentindo o tempo todo, e acabam por prejudicar a fé dos irmãos.

III- Não mentiras
8º Mandamento : Nãos dirás falso testemunho, nem mentiras
Conta o Evangelho que, no julgamento de Jesus perante o Sinédrio, os judeus apresentaram testemunhas falsas que acusavam a Jesus de muitas coisas, para que fosse condenado. Perante aqueles falsos e contraditórios testemunhos, Jesus permanecia em silêncio. Só falou quando o Sumo Sacerdote lhe perguntou: “Tu és o Messias, o Filho de Deus?” (Marcos 14,61). E confessou a verdade, ainda que, por dizer a verdade, sofreu tantos ultrajes e a morte. O oitavo mandamento: “Não dirás falso testemunho nem mentirás” é muito necessário, sobretudo quando as relações entre os seres humanos estão marcadas por tantas mentiras, calunias, difamações e falsos testemunhos. A tudo isso temos de opor o amor à verdade.

IDÉIAS PRINCIPAIS:
1. Jesus ensina a dizer a verdade 
Jesus nos ensina com seu exemplo a dizer a verdade, mesmo que isto lhe custasse muitos sofrimentos e a morte. A verdade, diz Santo Tomás, é algo divino: é preciso respeita-la e ama-la. Às vezes, dizer a verdade custa e exige esforço; mas é preciso que sejamos valentes para dize-la sempre e não mentir. Jesus disse em uma ocasião: “Seja vosso modo de falar: sim, sim, ou não, não. O que passar disso, vem do Maligno” (Mateus 5,37). É um bom lema que nos ajudará a ser sinceros e leais com Deus, com nós mesmos e com os demais.
2. O mal da mentira 
Assim como uma pequena chispa de fogo – uma coisa tão insignificante no início – pode destruir um bosque, assim a mentira pode destruir coisas grandes, como a amizade de um amigo ou a confiança dos pais. Mentindo-se aos amigos ou aos pais, acaba-se perdendo sua amizade e confiança. Depois, ainda que o mentiroso diga a verdade, já não se acreditará nele. Para se viver  em sociedade, é indispensável ser sinceros e dizer a verdade. Para isso, temos de nos esforçar na sinceridade para conosco mesmos, sem ocultar-nos a verdade. Ainda que nunca se deva mentir, existem ocasiões nas quais se deve calar, para guardar um segredo, ou para não prejudicar outra pessoa.
3. Motivos pelos quais se mente 
Com freqüência, mente-se por medo ou vergonha de ser descobertos; outras vezes, para sair de um apuro ou por brincadeira. Pode ser pecado mortal mentir em assuntos importantes, ou sabendo que fazemos um dano grave. Se o bem comum ou particular não exige que calemos, um cristão deve dizer sempre a verdade, inclusive até o martírio, que é o supremo testemunho da verdade da fé.
Fonte: Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller

IV- Sempre verdadeiro
O oitavo mandamento ordena respeitar a honra dos demais
A honra é um bem muito mais importante que os bens materiais. Todos os seres humanos tem direito a sua fama; por isso, não podemos roubar ou destruir a honra dos demais.
a) Modos de destruir a honra.
Destrói a honra dos demais:
A calúnia,  que é o exagerar as faltas dos outros, ou dizer que fizeram um mal, sabendo que isto não é verdade.
A maledicência ou difamação, por difundir injustamente os defeitos ocultos do próximo.
O falso testemunho, declarando em juízo, algo que não é verdade, e prejudica o próximo.
O juízo temerário, que consiste em pensar mal dos demais, sem motivo justo.
A violação de um segredo, que manifesta aquilo que se devia calar.

b) Atuação do cristão.
O que escuta falar mal dos outros –seja de uma pessoa em particular, ou de uma instituição (família, Igreja, etc_ - está obrigado a não escutar o que se diz e a defender com valentia ou a desculpar, se o que se diz é verdade.

c) Obrigação de restituir a honra.
Deus quer que sejamos como que guardiões da boa fama dos demais. O que destrói esta boa fama, peca gravemente, se o defeito que se descobre ou o dano que se produz é grave. Aquele que prejudicou a boa fama do próximo está obrigado a reparar, isso é, a dizer publicamente que aquilo que tinha dito não é verdade, ou que exagerou. É preciso que se faça a devida reparação – como quando se rouba algo material – para que se possa ter perdoado o pecado.

d) Cuidar e defender nossa boa fama 
Durante o juízo perante o Sinédrio, um criado deu uma bofetada em Jesus, que respondia a Caifás. E o Senhor se defendeu, dizendo: “Se falei mal, mostra-me o mal. Mas, se falei bem, por que me bates?” (João 18,23). Jesus dá exemplo de como é necessário defender a boa fama, quando nos atacam injustamente.

e) Podemos ajudar aos demais com a correção fraterna 
A caridade nos levará a dizer a verdade com nobreza, a dizer as coisas na frente, nunca nas costas de ninguém. Dizer as coisas com verdade e caridade é ajudar a nossos irmãos com a correção fraterna. Podemos recordar o que disse Jesus: “A verdade vos fará livres” (João8,32).

f) Propósitos de vida cristã
Não falar mal dos demais, nem permitir que outros o façam; se alguma fez se prejudicou alguém, com palavras, reparar rapidamente o dano causado.
Reconhecer as próprias faltas, sem desculpar-se.
Fonte: Livro "Curso de Catequesis" do Editorial Palavra, España
Tradução: Pe. Antônio Carlos Rossi Keller

Conclusão
Como cristãos devemos confiar em Deus, a qual nos protege em todas as situações, ao estamos diante de uma situação difícil não devemos escolher mentir para se livrar da situação, devemos estar ao lado da verdade.
Para que assim Deus venha a nos abençoar, como filhos de Deus temos de seguir o conselho do Senhor Jesus, nossa palavra tem de ser verdadeira, sim, sim, não não.
Se mentirmos não somos filhos de Deus, mas do maligno:
Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. (Jo 8.44)
Que Deus os abençoe

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jair Cesar S. Oliveira
fonte portalebd

ADOLESCENTES - Lição 9: Obrigações iguais com regras diferentes


3º Trim. 2012 - ADOLESCENTES - Lição 9: Obrigações iguais com regras diferentes

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
3º Trimestre 2012
Tema: Vivendo em Família
Comentarista: César Moisés Carvalho


LIÇÃO 9 – OBRIGAÇÕES IGUAIS COM REGRAS DIFERENTES


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a entender que dentro de uma família para se viver bem há regras, que todos nós temos de cumprir com nossos afazeres, somente assim haverá harmonia, quando todos viverem para manter o bem estar uns dos outros


Para refletir
“Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que têm por Cristo.”  (Ef 5.21 – NTLH).

Este versículo contém diretriz imprescindível para o bom andamento da vida em todos os seus aspectos – a submissão. Não devemos permitir que a teimosia e o orgulho de nossa opinião pessoal venha a perturbar a paz no lar.


Introdução
Viver em harmonia no lar,  requer que tenhamos consciência dos direitos dos outros, submissão das esposas aos esposos, e dos filhos aos pais. Não conseguiremos se em nós não houver submissão a Deus e aos seus preceitos.


O que é Autoridade e Submissão
A obediência é um elemento vital no Reino de Deus. Toda a insubmissão é satânica
 “… sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo…”
  
Precisamos de uma visão correta sobre a submissão no Reino de Deus. Submissão significa “colocar-se debaixo”. Ser submisso é estabelecer a autoridade, onde podemos estar protegidos e supridos em tudo.

Submeter  na visão do mundo é permitir que as pessoas nos mandam, e permitir que as pessoas “subam em nosso ombro”, é permitir que as pessoa nos controlem, nos humilhem.
Mas na visão do Reino de Deus, submeter-nos a alguém é permitir que esta pessoa nos lidere, carregando-nos no colo, nos conduzindo pela mão, ou cobrindo-nos com sua própria vida – é assim que os pais devem fazer com os filhos.

De um discípulo fiel, requer submissão. A submissão pode ser uma exortação, um processo que dói, mas nos restaura.
“Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que têm a Cristo”

O discípulo de Jesus renuncia a desobediência, renúncia a insubmissão e ao orgulho, ao qual herdamos de Adão.  O discípulo renova sua aliança com Deus, pois o desejo de ser parecido com Cristo e o amor nos levam a sermos submissos e obedientes. Jesus é nosso modelo de humildade, submissão e obediência. Jesus viveu a submissão em todas as áreas.
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” (Fp 2.7-8)
Submissão é uma demonstração de amor e fé em Deus, não é uma postura de um fruto do medo. Submissão é uma postura que traz o fluir da vida. Não se tratando de opressão nem controle ou manipulação. Um processo puro de organização para a maturidade, para o crescimento e frutificação.
Pois a submissão gera autoridade espiritual. Deus ensina ao homem que a fonte de sua autoridade é a submissão e obediência a Deus:
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; – (Mateus 6:9-10)

A insubmissão é um erro grave e deve ser seriamente tratado em nós. Deus é a fonte de toda a autoridade e ordem. Satanás é a fonte de toda a desobediência, rebelião e insubmissão no universo.
Há pessoas em posição de autoridade sobre nós: família; trabalho; escola; governo; igreja. As autoridade são delegados pelo próprio Deus. Assim, quando alguém se levanta insubmisso, não se rebela apenas contra uma pessoa, mas sim contra a autoridade do próprio Deus.
Ele é a única fonte de autoridade.  Cada um de nós prestará contas particularmente a Deus.
A pessoa que está em insubmissão, geralmente semeia para o coração de outros, a sua amargura, sua revolta, seu ódio, e o mesmo engano espiritual, levando a outros a caírem e afastarem da presença de Deus. Isto é rebelião pecado de feitiçaria. A insubmissão nasce no coração, assim, a submissão deve partir de uma decisão pessoal no nosso coração.

Prezado (a) enfatize aos seus alunos que não devemos deixar que nenhuma seta de pensamentos ou atitudes de insubmissão venha se enraizar em nosso ser, mas que nos deixemos ser quebrantado, e render-se na presença do SENHOR, para que Ele no tempo oportuno venha te exaltar, como um servo puro e fiel. Não devemos ser um agente de rebelião, mas um agente de transformação e de restauração nas mãos de Deus.

A paz e a harmonia em nossos lares é responsabilidade de todos os membros da família.


O Plano de Deus para o casamento
O casamento é uma instituição divina. Deus une firmemente um homem e uma mulher que se amam, e eles se tornam “uma só pessoa”.Deus deseja e espera que eles permaneçam assim e tenham um único propósito de vida. Quando um homem e uma mulher se casam, eles têm que se ajustar fisicamente, emocionalmente e mentalmente.

Devem submeter-se ao Espírito Santo, para assim juntos criarem os filhos no Caminho de Deus. Cada membro da família deve seguir os preceitos divinos:
·         “Esposa, obedeça ao seu marido...”
·         “Marido, ame a sua esposa… como Cristo ama a Igreja se sacrificou por ela”
·         “Filhos, o dever cristão de vocês é obedecer ao seu pai e à sua mãe...”

Em Gn 2.18 vemos: “E disse o Senhor Deus:Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ie uma adjutora que esteja como diante dele.”Adjutora: auxiliadora segundo o Dicionário Aurélio.
Ou, em outras palavras: “uma auxiliadora que lhe seja idônea” – idônea: adequada.
Deus criou a mulher de uma costela do homem (Gn 2.18) heb.Tsela – lit. “lado” – a mulher foi criada para ser auxiliadora do homem.
Para muitos essa palavra implica inferioridade – mas não é assim – o próprio Deus identifica-se como Ajudador de Israel – então auxiliar não nos faz inferiores, pelo contrário, descreve uma função mais do que digna, ninguém perde o valor ao assumir com humildade o papel de auxiliador. Como “auxiliadora” do homem, a mulher torna-se espiritualmente sua parceira na pesada tarefa de obediência a Deus e na Liderança.

A mulher também recebeu uma importante incumbência – a concepção – conceber novas vidas.Segundo o Dr. Joseph Mayo obstetra, ele diz que “a mulher é uma criatura tão complexa que a ciência médica ainda não consegue entender completamente suas funções.”
Biológica e socialmente a mulher é perfeitamente aparelhada para sua parceria com o homem.Nenhuma parte de seu projeto escapou a presença atenta de Deus. Ao lado do homem a mulher como amiga, companheira deveria proporcionar-lhe companheirismos e conforto. Ninguém pode encorajá-lo e inspirá-lo mais do ela, que foi criada para esse propósito, no original hebraico a palavra “auxiliadora” é “ kenedo” é literalmente designa que a mulher foi feita para ser a perfeita contraparte do homem – a mulher não é nem superior e nem inferior –mas equivalente a um perfeito complemento ao homem – enquanto diferente e única em sua função

Homem e mulher foram criados iguais e são expressões complementares da Imagem de Deus. Ambos tinham a imagem de Deus, complementando-se um ao outro. O homem e a mulher foram planejados e criados físicos, emocionalmente, socialmente e espiritualmente – mas com necessidades físicas e emocionais que apenas outro ser humano pode preencher.

Assim Deus estabeleceu o casamento – e isso é comprovado em Gn 2.24; Mt 19.5 e Ef 5.11:“Por isso deixará o homem pai e mãe e unir-se-à a sua mulher tornando-se uma só carne.”

O casamento é perfeito quando estabelece o compromisso de um homem e uma mulher por toda a vida – no Éden não havia “pais”, mas Deus (além de ser Onisciente) queria demonstrar que em seu Plano para o Casamento estabeleceu a UNIDADE – os dois devem “Deixar” os pais e mães e unir-se, a fim de se tornarem um só – e devem estar dispostos a abandonar tudo o que pertence a antigos compromissos, estilos de vida, objetivos individuais – e unir-se ao seu cônjuge.

Mas os crentes são chamados a se relacionar de acordo com o Plano do Criador, instituído no Jardim do Éden, antes do pecado entrar no mundo (Gn 2.15-25). Esse plano é marcado por uma“santa reciprocidade”, ou seja – a amorosa liderança do esposo, provoca uma submissão responsiva da esposa, da mesma forma como a cooperação submissa da esposa provoca uma liderança sensível por parte do esposo.

As realidades de liderança e submissão, nos papéis homem-mulher, devem se desenvolver em amor, igualdade e complementaridade. Dessa maneira, a imagem de Deus é apropriadamente refletida.


Minha mãe deve obedecer ao meu pai?
A questão em si não é a palavra obedecer ao marido, mas sim ser submissa a escolha que fez ao casar-se para se tornar esposa e mãe. Vejamos o que a Bíblia nos mostra acerca do modelo de esposa e mãe.
É quase impossível falar em esposa sem mencionar Pv 31.10 – A Mulher Virtuosa.

A mulher deste texto era esposa e mãe. A passagem descreve o padrão da esposa virtuosa, não sabemos quem era aquela mulher, mas ficou registrado como ela era. Esta mulher no decorrer dos anos tem sido modelo de virtudes: digna de confiança, diligente, organizada e amorosa.

É surpreende como ela era capaz de ordenar as prioridades de sua vida. Seu esposo  confiava nela, seus filhos mesmo adultos a elogiavam, e seu lar era um modelo de eficiência. E ela ainda encontrava tempo para ajudar a comunidade, ajudando ao pobre e até mesmo conseguia aumentar a renda familiar – através de investimentos sábios e gerenciamento produtivo de tudo o que era colocado sob seus cuidados.

O segredo do seu sucesso é descrito no versículo 30: “Enganosa é  graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor essa será louvada.”
Essa mulher, em primeiro lugar, temia e reverenciava a Deus. Assim, os relacionamentos e responsabilidades eram equilibrados com sabedoria.
Para ser uma esposa virtuosa, em primeiro lugar deve-se ordenar as prioridades certas:
1.      Nutrir um relacionamento pessoal com Deus – Mt 6.33;
2.      Ministrar ao marido – Pv 18.22; 19.14;
3.      Cuidar dos filhos – 2 Tm 1.5;
4.      Cuidar da casa – Tt 2.5;
5.      Acrescentar outras atividades que o tempo e a energia permitirem – Pv 31.10-31.

Cumprindo e esses itens, a esposa verdadeiramente é louvada, pois terá:
1.      Um caráter piedoso;
2.      Eficiência na administração do lar; valorizarmos as tarefas domésticas e a assistência ao esposo principalmente quando ele está emocionalmente e espiritualmente exausto;
3.      Atenção para os filhos (entendendo a tarefa grandiosa a nós confiadas o desenvolvimento do caráter cristão na nova geração);
4.      Determinação;
5.      E disposição para usar todo o seu potencial.
6.      Parceira espiritual ajudando o esposo a obedecer à Palavra de Deus e a realizar os ministérios espirituais;
7.      Como congênere (semelhante) de mãos dadas com o Criador para dar continuidade às gerações;
8.      Como confidente para oferecer consolo e amizade ao esposo e aos filhos;
9.      Como companheira para proporcionar incentivo e inspiração ao esposo.

As virtudes e atitudes de uma mulher que cumpre seu dever mãe e esposa só são possíveis se houver submissão a Deus e através do Espírito Santo, ao esposo.


Está bem, mas espere meu pai então pode fazer o que ele bem entende?
De maneira alguma. Se há regras para todos, para o esposo também há. A Bíblia, como padrão divino para a família, atribui ao marido o dever de amar a esposa e a missão de construir um lar feliz – como esposo e pai. O homem é o cabeça e o sacerdote da família.
Deve manter a proteção material e espiritual do lar.

Maridos, amai vossas mulheres – Ef 5.25– o esposo não pode abusar de sua autoridade, levando a esposa a um complexo de inferioridade que pode conduzi-las a aflições e amarguras – o amor é a base peculiar das afeições e amarguras.

Amai, como Cristo amou a Igreja – Ef 5.25b – o amor de Cristo para com a Igreja é o padrão do amor que o árido deve ter à sua esposa. Como Cristo entregou-se para purificar, e sustentar a  Igreja, assim o marido deve entregar-se para amar e sustentar (necessidades físicas, emocionais e espirituais) de sua esposa e filhos.

Amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo – Ef 5.28 –  a própria Bíblia completa:
  1. Quem ama sua mulher ama-se a si mesmo - v. 28. O sentido do termo no original é “cuidar dela”, nutrir, aquecer, que significa: um amor caloroso e protetor, é essa a maneira indicada para o marido cuidar de sua esposa;
  2. São uma só carne – v. 31;
  3. Ambos são membros do corpo de Cristo – v. 30;
  4. É uma união feita por Deus, portanto o que Deus ajuntou não separe o homem – Mt 19.6;

O esposo deve ser um companheiro leal: o amor do esposo não pode ser apenas o resultado do compromisso assumido no ato do casamento, mas de fato, deve ser honrado em todo o tempo e circunstâncias.

O esposo mantedor da família: O amor corresponde aos maiores objetivos da vida e é fator de altruísmo e coragem. A melhor expressão de amor do marido para com sua mulher, consiste em prover o que lhe é necessário para seu bem-estar material e espiritual.

O esposo protetor do lar: o marido não deve considerar-se apenas como senhor do lar, e sim também protetor:
  Proteção física: muitas coisas dependem do trato do esposo, assegurando a esposa e aos filhos um ambiente de paz, segurança e tranqüilidade, isto resultará em saúde e até beleza – Pv 15.13;
  Proteção moral: a proteção moral que o esposo deve a sua esposa e filhos vai desde o encorajamento que ele lhe proporciona até aos modos de defender sua honra;
  Proteção espiritual: o esposo é o sacerdote do seu lar. Jó intercedia e oferecia sacrifícios por seus filhos (se por acaso eles tivessem pecado). É o esposo como a primeira autoridade do lar, que tem a incumbência de dirigir a vida espiritual de sua esposa e filhos


Muito bem esses são os deveres dos pais entre si. Mas e comigo?


“Honra teu pai e tua mãe para que se prolonguem os teus dias na terra.” (Ex 20.12)


Este é o primeiro mandamento que vem acompanhado de uma promessa. Para viver em paz na terra, ou seja, sermos abençoados, termos bom emprego, sermos respeitados e prósperos em tudo que fizermos, devemos “honrar” nossos pais, como José do Egito, vocês se lembram como ele era abençoado em tudo quanto punha as mãos? – José era obediente a seu pai Jacó.

Mas o que significa “honrar” os pais? – é falar bem deles, é tratá-los de forma atenciosa e mostrar-lhes cortesia e respeito. Os pais tem um lugar especial na visão de Deus – mesmo os filhos com dificuldades no relacionamento com os pais são exortados a honrá-los.

Os pais são cooperadores de Deus na maior de todas as missões, gerar os filhos de Deus, à sua imagem e semelhança. Nada pode se igualar à sublimidade desta obra. Se é importante e digno produzir os bens que utilizamos: casas, roupas, móveis, alimentos, etc, quanto mais digno e nobre é dar a vida a novos seres?

Uma só vida humana vale mais do que todo o universo material, pois nada disso tem uma alma imortal, imagem e semelhança do próprio Deus, dotada de inteligência, liberdade, vontade, consciência e capacidade de amar, sonhar, sorrir, chorar, cantar e orar.

Aqui está a razão pela qual os filhos devem obediência aos pais; a autoridade exercida por eles vem de Deus e não dos homens. “Quem honra sua mãe é semelhante àquele que acumula um tesouro”.
Quem honra seu pai achará alegria em seus filhos, será ouvido no dia da oração. Quem de nós não deseja encontrar alegria em seus filhos? Quem não deseja ser atendido por Deus em sua oração? Pois bem, essas são promessas que Deus faz aos filhos que honrarem os seus pais. Vemos aí, a que altura Deus elevou a figura do pai e da mãe. Honrar a mãe é como acumular um Honrar é uma expressão muito forte, também quer dizer “encher de honra”, de glória, de respeito ... e tudo isto deve ser feito “por teus atos e tuas palavras”. Quantos filhos ofendem os seus pais por palavras: ofensas, zombarias, palavrões!... Quantos filhos os desonram com os seus atos: maus comportamentos, mentiras, desobediências, desgostos!...


Eis uma realidade: os pais também têm defeitos. Mas Deus quer recompensar ricamente o filho que, com paciência, suporta esses defeitos e, assim mesmo, honra os pais. Mesmo se teus pais são difíceis, intolerantes, cheios de manias, maior será o mérito do filho diante de Deus, por ter honrado um pai ou uma mãe tão difícil. Deus sabe que há pais terríveis: alguns bêbados, outros drogados, outros criminosos, adúlteros, etc... mas, é por isso mesmo que Ele oferece recompensas para aqueles filhos que, com amor e paciência - por amor a Deus - os suportarem, mesmo com os seus defeitos. Qual é o filho que não quer que a sua futura casa seja próspera na justiça; isto é, na retidão e na verdade? Quem é de nós que não quer que alguém se lembre de nós nos momentos de aflição, de angústia, de uma doença, de um desemprego, etc.? Quem é de nós que não quer ver os próprios pecados se dissolverem como se fossem gelo sob o sol forte? Pois bem, que ricas promessas Deus faz aos filhos que souberem “suportar”, com paciência, os defeitos dos próprios pais. E as promessas continuam: “Quem honra seu pai gozará de vida longa”... 

Na sua casa, você é um problema a mais, ou você é solução para os problemas da família? Será que você é daqueles filhos que fazem da sua casa uma pensão, um hotel, onde só entram para comer e dormir e não ajudam nem guardando uma louça? Será que você é daqueles que fazem a mãe de escrava e empregada, e do seu pai alguém que deve te dar tudo? Você não está entre aqueles que têm vergonha do pai, porque ele já não tem dentes, ou porque não sabe falar direito? Você sabe perdoar o seu pai e sua mãe? Você tem para eles uma palavra de conforto, carinho, boa vontade? Você sabe beijá-los? Você pede-lhes a benção? Você ora por eles? Você sabia que muitas vezes eles choram por causa de você, no silêncio do quarto!?... Ame-os, pois mesmo que tenham defeitos eles te amam, pois te deram a vida!


Conclusão
Deus entregou ao seu povo um a série de mandamentos que deveriam ser repassados (ou ensinados) aos seus filhos, para que “temessem ao Senhor” e cumprissem seus mandamentos.
Enquanto caminhavam pelo deserto para a Terra Prometida, o ensino dos pais aos filhos, não era uma atividade isolada num período determinado do dia. Ao contrário, era uma instrução intercalada com todas as atividades da vida diária. A ordem de Deus era que o ensino devia ser feito enquanto estavam sentados, andando, deitando-se e levantando-se (Dt 6.1-7).

As Escrituras consideram a família como o principal canal pelo qual o ensino moral e prático deve ser passado para os filhos. Dentro de casa, os filhos, precisam aprender sobre o poder e a obra de Deus, a louvar ao Senhor (Sl 78.1-4), a autodisciplina diária (Pv 13.24; 22.15; 29.15) e conhecer a história do povo de Deus (Dt 6.20-25).

Prezado (a) enfatize aos seus alunos que para haver harmonia é necessário a disciplina para todos os membros da família, os pais submeter-se a Vontade de Deus, obedecendo aos seus preceitos. Apesar de não parecer a disciplina é algo bom, pois, nos molda, nos proporciona viver em um padrão moral segundo a vontade de Deus, e a correção apesar de no momento não nos parecer agradáveis, é o único meio de tirar de nós os maus hábitos e nos educar, no futuro veremos que foram necessárias.

Se cada membro da família se posicionar diante de Deus entendendo o dever que cada um tem para com Deus e uns com os outros nosso lar será um segundo Jardim do Éden e Deus se fará presente, ensinando-nos todos os dias. Amém.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 

fonte portal ebd

LIÇÃO 05 - A INSTITUIÇÃO DA MONARQUIA EM ISRAEL / SUBSÍDIOS / CLASSE ADULTOS

Apresentado pelo Comentarista das Revistas Lições Bíblicas Adultos da CPAD, pastor Osiel Gomes