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03 novembro 2012

Na Índia, lei ´anticonversão` perde força


Louvado seja o Senhor por essa vitória da liberdade religiosa na Índia



Na Índia, lei ´anticonversão` perde força

Uma lei "anticonversão" sancionada no Estado de Himachal Pradesh, comumente usada por extremistas hindus para impedir que pessoas se convertessem ao cristianismo, foi parcialmente derrubada, após uma contestação legal promovida pelos cristãos.
A Associação Evangélica da Índia alegou que as disposições da Lei Religiosa de Himachal Pradesh, de 2006, são desiguais. Por exemplo, aqueles que querem se converter ao cristianismo são listados em um registro público. Esses dados foram verificados por extremistas hindus, que rastreiam, perseguem e até assassinam novos cristãos. Mas, se outros cidadãos querem se tornar hindus não precisam, no entanto, divulgar sua escolha. 
Evangelistas também enfrentaram falsas acusações de conversões forçadas de hindus e que, devido às alegações, foram presos e brutalmente agredidos.
Agradeça a Deus pela decisão da alta corte do Estado que, considerando tais aspectos da lei, julgou-a inconstitucional. O caso agora vai para o Supremo Tribunal indiano, onde se espera que extremistas hindus exerçam forte pressão para que a ação seja anulada. Ore para que isso não aconteça, e para que os direitos dos novos cristãos na Índia prevaleçam. Interceda pela liberdade de cada servo do Senhor, em meio à perseguição.
Fonte: Portas Abertas

Cura e avivamento em seminário feminino na AD Belo Horizonte



5º Seminário de Mulheres de Belo Horizonte aconteceu no Templo Central


Cura e avivamento em seminário feminino na AD Belo Horizonte

Sob o tema Os dons naturais da mulher, beleza que vem da alma, baseado no livro de Provérbios 24.5, cerca de quatro mil mulheres ouviram a Palavra entre os dias 25 a 28 de outubro, nos horários da tarde e noite. O 5º Seminário de Mulheres de Belo Horizonte aconteceu no Templo Central e comemoraram os 50 anos do Círculo de Oração, 5 das Mulheres Intercessoras e dois anos e meio do Departamento Feminino.
Para a superintendente geral do Departamento Ester Leal a Palavra pregada trouxe cura para alma e renovou as forças. “Os desafios são grandes e a resposta de Deus tem sido imediata, apesar das tempestades. Meu lema é sempre avançar em jejum e oração. Pedindo a Deus unidade para ver o trabalho crescer e frutificar”, alegra-se Ester.
Pastor Moisés Silvestre Leal, líder da AD mineira, disse que a festividade deste ano foi um marco para a igreja. “Tivemos a igreja totalmente lotada nas reuniões. E Deus usou poderosamente os palestrantes. Renovou a comunhão ,restaurou ,curou e derramou de seu bálsamo sobre todos nós. Temos muito prazer em investir nas mulheres de nossa igreja afinal elas são guerreiras de oração, são colunas de oração, creio que este seminário vem ao encontro à necessidade de retribuir ao maior publico da nossa igreja, e tudo que elas têm feito para o Senhor”.
As palestrantes foram Helena Raquel (RJ), Sônia Pires Ramos (SP) e Gila Júlio (RJ). O louvor ficou os cantores Ezequiel Cortes, Denise Nascimento, Joabe Soares e o grande coral feminino com a participação do grupo de pagode Caminho da Fé.
 
Por Gilda Julio/Redação CPADNews

Cristãos capelães oferecem apoio às vítimas do furacão Sandy



Os capelães são especialmente treinados para lidar com situações de crise


Cristãos capelães oferecem apoio às vítimas do furacão Sandy

Capelães cristãos estão oferecendo apoio espiritual nas comunidades afetadas pelo furacão Sandy.
Equipes de Resposta Rápida Billy Graham foram mobilizadas para vários locais em toda a zona do desastre no nordeste dos EUA.
Mais de 40 pessoas foram mortas pela tempestade, incluindo 22 em Nova York, e muitas casas ainda estão sem energia.
Capelães estão vindo de todo os EUA para servir nas equipes de Resposta Rápida, que estarão inicialmente em Nova Jersey e na Filadélfia.
Os capelães são especialmente treinados para lidar com situações de crise e só recentemente foram retirados da Louisiana após o furacão Isaac ano passado.
Jack Munday, diretor internacional da Equipe de Resposta Rápida Billy Graham disse: "Infelizmente, parece que os piores temores se concretizaram e milhões de pessoas estão sofrendo como resultado do furacão Sandy”.
"Eu não tenho certeza de que há palavras que possam descrever o tamanho do desastre. Nós vamos fazer tudo o que podemos em face desta catástrofe para oferecer cuidados emocionais e espirituais e dar esperança e compaixão em Jesus Cristo".
O Exército de Salvação está servindo também nas comunidades afetadas. Ele diz que é "preparado para uma resposta a desastres de longo prazo e operação de recuperação".
Kits de hidratação, alimentação e limpeza estão sendo entregues e cantinas móveis. 
Em Nova York, o Exército da Salvação tem sido apontado como a principal agência de prestação de alimentos em abrigos da cidade de emergência.
A Visão Mundial está respondendo com kits de socorro e operações de assistência de limpeza. O ministério foi capaz de continuar sua prestação de ações de emergência apesar de um terço do estoque do armazém de Nova York ter sido destruído pela tempestade.
Tim Reeve, gerente-geral do escritório da Visão Mundial em Nova York, disse: "A plataforma de carregamento está preenchido com cerca de quatro a cinco metros de água agora. "O rio leste, que está no fim da nossa rua, começou a vir para dentro do prédio. Há caixas e restos por todo o lugar".

Fonte: Christian Today/Redação CPADNews

Período de Hajj em Meca: ore pelos muçulmanos



1.7 bilhão de muçulmanos ainda não ouviram que a salvação e a redenção são dadas gratuitamente a eles pela graça de Deus, ao aceitarem Jesus como Senhor e Salvador!


Período de Hajj em Meca: ore pelos muçulmanos

Mais de dois milhões de peregrinos de todo o mundo chegaram a Meca, na semana passada, com o objetivo de visitar o túmulo de seu profeta para o Hajj - palavra árabe que designa peregrinação.
O Hajj é um dos cinco pilares do Islã. Os outros quatro são: oração, jejum, declaração do credo e doação de esmolas. Para muitos muçulmanos, o Hajj acontece apenas uma vez em toda a vida, quando eles partem para Meca, vestidos com uma túnica branca, esperando que Alá os ouça e perdoe os seus pecados passados.
O clímax de sua jornada aconteceu quinta-feira (25), quando milhões de muçulmanos escalaram a montanha Arafat. Eles são ensinados que este é o local mais próximo de Deus, por isso, é onde os peregrinos clamam por misericórdia.
Na manhã de sexta-feira (26), seguidores de Maomé foram lembrados da história registrada no Alcorão que diz que Abraão ofereceu seu filho Ismael (não Isaque), como um sacrifício. Esta é a festa daqueles que, cumprindo a ordenança, "resgatam" suas casas e famílias através do abate de uma ovelha, no início da manhã, logo após a oração da alvorada.
Um colaborador da Portas Abertas no Oriente Médio compartilhou: "Vimos muitos muçulmanos na montanha Arafat gritando para alguém que não prometeu perdoar os pecados da humanidade. Isso dói profundamente em meu coração! Ao ver as multidões movendo-se ao redor da Pedra Negra, o maior encontro religioso na Terra, minha alma se comove e, muitas vezes, eu não consigo conter as lágrimas!"
Ele continuou: "1.7 bilhão de muçulmanos ao redor do mundo ainda não ouviram que a salvação e a redenção são dadas gratuitamente a eles, pela graça de Deus, ao aceitarem Jesus como Senhor e Salvador! Por outro lado, muitos cristãos, nos dias de hoje, ao tomarem conhecimento sobre o que é o Hajj, vão ignorar a realidade dessas pessoas e seguir em frente com suas vidas. É hora de respondermos de forma diferente, orarmos ao Pai apresentando-Lhe os muçulmanos que buscam a paz que só Ele pode dar!"

Fonte: Portas Abertas

Sonhos e visões movendo muçulmanos para Cristo


Jennifer LeClaire
Muçulmano rezando
Vários anos atrás, Ali embarcou na peregrinação muçulmana para Meca conhecida como Hajj.
“É claro que quando fui a Meca eu estava indo ali a fim de prestar reverência a Kabba e cumprir os requisitos do islamismo”, recordou ele.
Mas a peregrinação se tornou uma jornada mais espiritual do que ele poderia já imaginar.
“Naquela noite, eu vi Jesus num sonho. Primeiro, Jesus tocou-me a testa com o dedo. E depois de me tocar, Ele disse ‘Você pertence a mim’”, recordou Ali.  
“E então Ele me tocou acima do coração”, continuou ele. “‘Você foi salvo. Siga-me. Você pertence a mim’, disse ele”.
O testemunho de Ali em Meca foi narrado e dramatizado num DVD chamado “More Than Dreams” (Mais do que Sonhos).
“Decidi que não vou finalizar o Hajj, a peregrinação. Qualquer que seja o preço, vou seguir essa voz”, explicou ele.
O filme documenta e dramatiza o testemunho de Ali e vários outros muçulmanos que passaram a crer em Jesus por meio de um sonho ou visão.
“Estamos vendo isso ocorrer em todos os lugares. Estamos recebendo informações de indivíduos que nunca nem mesmo pararam para pensar sobre Jesus como Salvador”, Tom Doyle, do e3 Ministries, disse. “Eles são muçulmanos satisfeitos e estão tendo frequentes sonhos”.
Doyle e sua esposa Joanna levam o Evangelho ao mundo muçulmano. Ele é o autor do livro a ser lançado “Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?” (Sonhos e Visões: Jesus Está Despertando o Mundo Muçulmano?).
“Penso que nosso Deus é um Deus justo, que Ele é justiceiro e imparcial, e pessoas estão buscando e não sabem aonde ir”, disse Doyle.
“Talvez elas não tenham uma Bíblia, talvez não haja um missionário na vila delas”, disse ele. “Mas Ele de algum modo fará o Evangelho chegar a elas”.
O fenômeno de sonhos e visões tem vindo à tona em todo o mundo muçulmano, desde a Indonésia até o Marrocos.
“Na igreja se você perguntar quantas pessoas vieram a Cristo, 80 por cento dirão: ‘Eu O vi num sonho’” certa mulher na Ásia central disse para a CBN News. A identidade dela está sendo protegida por razões de segurança.
Uma amiga cristã a desafiou a pedir que Deus falasse pessoalmente com ela.
“Foi então que decidi pedir a Ele”, disse ela. “No dia seguinte… em meu sonho vi Jesus… e decidi me entregar a Ele”.
Hazem Farraj é o apresentador de “Reflections” (Meditações), um programa via satélite para muçulmanos. Ele disse que muitas vezes recebe comentários da audiência falando sobre sonhos e visões.
“Uma mulher casada me escreveu… ela disse: ‘liguei o televisor e ali estava você… as palavras que estavam saindo de sua boca tinham tanta paz que adormeci’”, recordou Farraj.
“Ela disse: ‘Quando cai no sono, acabei tendo uma visão de Jesus e eu vi o Senhor’”, continuou ele. “Ela disse: ‘Logo que olhei eu sabia que Cristo era o sacrifício, o Filho de Deus”.
Doyle disse que o sonho ou visão é geralmente o começo, não o fim, da conversão de um muçulmano.
“Ninguém vai dormir como muçulmano para acordar como cristão, mas essas experiências sobrenaturais estão derrubando as barreiras falsas que são inerentes ao islamismo”, explicou Doyle.
O casal Doyle disse que debaixo da revolução atual no Oriente Médio, está havendo um terremoto espiritual.
“Quando o mundo político e espiritual dentro do islamismo ferve, cara, o Espírito Santo se move com mais poder ainda”, disse Joanna.
“Este é o tempo em que corações estão abertos, pessoas estão desesperadas, governos estão mudando”, o marido dela acrescentou. “Os alicerces de todos têm rachaduras imensas e Jesus é a resposta que pode entrar e preencher essa necessidade”.
Muitos missionários veteranos para o mundo muçulmano dizem que sonhos e visões, junto com a televisão via satélite, estão levando os muçulmanos a conhecer Jesus em números sem precedentes.
Eles acrescentam que mais muçulmanos estão vindo a Jesus do que em qualquer outro tempo na história de 1.400 anos do islamismo.
O casal Doyle quer que os cristãos no Ocidente se unam a essa revolução espiritual.
“Nem todo mundo pode ir ao Oriente Médio. Mas todos podem orar”, disse Doyle.
“E nenhum governo, nenhum líder pode bloquear a intercessão no mundo inteiro”, disse ele. “Por isso, precisamos orar crendo que Deus continuará a avançar o Evangelho até os confins da terra”.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Dreams, Visions Moving Muslims to Christ

Como a mídia encobre a perseguição muçulmana aos cristãos


Raymond Ibrahim
Cristão copta sendo surrado por muçulmanos
Quando se trata da perseguição dos cristãos pelos muçulmanos, os principais meios de comunicação apresentam um longo histórico de obscurecimento da realidade. Embora possam finalmente apresentar os dados reais - se é que chegam a relatar a história, o que é raro - eles o fazem após criarem e sustentarem uma aura de relativismo moral que minimiza o papel desempenhado pelos muçulmanos.

Falsa equivalência moral

Uma das maneiras mais óbvias é evocar a “disputa sectária” entre muçulmanos e cristãos, frase que apresenta a imagem de dois adversários igualmente competitivos - e igualmente abusados e abusivos - lutando um contra o outro. Isso dificilmente corresponde à realidade das maiorias muçulmanas perseguindo os cristãos passivos amplamente minoritários.
Recentemente, por exemplo, no contexto do bem documentado sofrimento dos cristãos no Egito, um repórter da NPR declarou: “No Egito, tensões crescentes entre muçulmanos e cristãos têm levado a casos de violência esporádica [iniciados por quem?]. Muitos egípcios atribuem as disputas inter-religiosas a vândalos [quem?], que se aproveitam da ausência ou da fraqueza das forças de segurança. Outros crêem que os atos de violência são devidos a uma desconfiança profundamente sedimentada entre os muçulmanos e a comunidade minoritária cristã [como foi que essa “desconfiança” teve origem?]”. Embora a reportagem tenha dado ênfase aos casos nos quais os cristãos foram vitimizados, todo o seu tom - já a partir do título: “No Egito, Aumenta a Tensão entre Cristãos e Muçulmanos” - sugere que também poderiam facilmente ser encontrados exemplos de muçulmanos vitimizados por cristãos [o que não é verdade]. A foto que acompanha o artigo é de um grupo de cristãos irados, levantando uma cruz - e não de muçulmanos destruindo cruzes, que foi o que induziu os cristãos a tais demonstrações de solidariedade.
Duas outras estratégias da grande mídia em esconder ou minimizar o papel do islamismo - estratégias com as quais o leitor deve se familiarizar - apareceram em reportagens tratando do grupo jihadista Boko Haram e do genocídio praticado por ele contra cristãos da Nigéria.
Primeiro, vamos apresentar algum contexto: Boko Haram - acrônimo de “Educação Ocidental é Pecado”, cujo nome completo em árabe é “Sunitas pela Da'wa [Islamização] e pela Jihad [Guerra Santa]” - é uma organização terrorista dedicada à destruição do governo secular e ao estabelecimento da sharia (lei islâmica). Essa organização tem chacinado cristãos há anos, com uma ênfase maior desde o atentado a uma igreja no Dia de Natal de 2011, que deixou pelo menos 40 cristãos mortos; seguido pelo ultimato do Ano Novo, exigindo que todos os cristãos evacuassem as regiões do Norte da Nigéria para não serem mortos - um ultimato que o Boko Haram tem procurado alcançar por todos os meios: dificilmente se passa um dia sem um ataque terrorista contra os cristãos ou contra uma igreja cristã; mais recentemente no dia da Páscoa, num atentado que deixou 20 mortos.

Obscurecendo a linha entre perseguidor e vítima

Agora, considere algumas das estratégias da grande mídia. A primeira é estruturar o conflito entre muçulmanos e cristãos de forma que obscureça a linha entre perseguidor e vítima. Foi o que aconteceu, por exemplo, em uma reportagem recente da BBC a respeito de um dos muitos ataques do Boko Haram a igrejas, matando três cristãos, inclusive um bebê. Depois de relatar os fatos mais óbvios em duas sentenças, a reportagem continuou descrevendo como “o atentado deu início a um levante de jovens cristãos, com relatos de que pelo menos dois muçulmanos foram mortos na violência. Os dois homens foram arrancados de suas bicicletas depois de serem parados numa barreira em uma estrada, que havia sido montada pelos amotinados, informou a polícia. Várias lojas de propriedade de muçulmanos também foram queimadas...”. A reportagem segue longamente, com uma seção especial sobre os cristãos “muito enraivecidos”, até que os espectadores acabam confundindo vítimas e perseguidores, esquecendo-se até do motivo pelo qual os cristãos estavam “tão enfurecidos” - ataques terroristas não provocados e ininterruptos a suas igrejas e o assassinato de suas mulheres e filhos.
Esse programa de televisão faz relembrar o atentado que ocorreu na véspera do Ano Novo no Egito, que deixou mais de 20 cristãos mortos: a mídia relatou o caso, mas sob manchetes tais como: “Cristãos em choque com a polícia no Egito depois que o ataque a freqüentadores de uma igreja matou 21 pessoas” (Washington Post), e: “Choques aumentam à medida que egípcios permanecem enfurecidos depois de ataque” (New York Times) - como se a reação de cristãos frustrados contra a chacina fosse uma notícia do mesmo nível ou que tivesse o mesmo valor que a chacina em si, implicando que a reação irada deles “compensou” todas as coisas que haviam acontecido.

Dissimulando a motivação dos perpetradores

A segunda estratégia da mídia envolve dissimular as motivações dos jihadistas. Uma reportagem da Agência France Presse (AFP) descrevendo um outro ataque do Boko Haram a uma igreja - que também matou três cristãos durante o culto de domingo - apresentou um relato justo. Mas, depois, concluiu: “A violência atribuída ao Boko Haram, cujo objetivo permanece amplamente obscuro, já ceifou, desde 2009, mais de 1.000 vidas, inclusive mais de 300 apenas este ano, de acordo com os números registrados pela AFP e grupos de direitos humanos”.
Embora o Boko Haram esteja bradando seus objetivos diretos há uma década - impondo a sharia e subjugando, se não eliminando, os cristãos da Nigéria - a mídia, com aparência de honradez, afirma ignorar quais sejam esses objetivos. (Semelhantemente, o New York Times descreveu os objetivos do Boko Haram como “sem sentido” - apesar do grupo continuar a justificá-los com base na doutrina islâmica). Era de se imaginar que, uma década depois dos ataques jihadistas de 11 de setembro - tendo em vista todas as imagens subseqüentes de muçulmanos vestidos como militantes, gritando claramente slogans islâmicos, tais como “Allahu Akbar!” [Alá é o Maior!] e conclamando à imposição da sharia e à subjugação dos “infiéis”- os repórteres já deveriam saber quais são os objetivos deles.
Logicamente, a maneira como a mídia ofusca os objetivos jihadistas serve a um propósito: ela deixa aberto o caminho para as justificativas politicamente corretas da violência muçulmana, ou seja, “opressão política”, “pobreza”, “frustração” e assim por diante. Assim, pode-se ver por que os políticos, tais como Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, citam a “pobreza” como “aquilo que está alimentando tudo o que está acontecendo” (uma referência à chacina dos cristãos pelo Boko Haram).
Em resumo, enquanto a grande mídia até relata os fatos mais frugais relacionados à perseguição aos cristãos, ela utiliza seu completo arsenal de jogos semânticos, frases de efeito e omissões convenientes para sustentar a narrativa tradicional - de que a violência dos muçulmanos é tudo menos um produto derivado da doutrinação islâmica da intolerância. (Raymond Ibrahim -www.gatestoneinstitute.org – www.Beth-Shalom.com.br)

Relatório sobre Intolerância Contra Cristãos Apresentado na Comissão de Direitos Humanos da ONU



NOVA IORQUE, 2 de novembro (C-FAM) Pais na Alemanha que querem educar seus filhos com uma cosmovisão cristã têm sido presos e multados por tentarem livrar seus filhos de programas de educação sexual estatalmente compulsórios, de acordo com um relatório do Observatório da Intolerância e Discriminação contra Cristãos e apresentado ao Escritório do Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos (EACDH). Em pelo menos três exemplos separados pais cristãos foram punidos na base de que o governo queria “impedir sociedades paralelas”. A educação escolar em casa continua ilegal na Alemanha, independente das razões religiosas e culturais dos pais para desejarem educar os filhos em casa.
O relatório descreve numerosos exemplos de autoridades alemãs usando medidas opressivas contra os cristãos que agem de acordo com suas convicções religiosas e morais, tais como restringir atividade pró-vida perto de clínicas de aborto e centros de aconselhamento que encaminham para abortos. O relatório pede que a Alemanha faça uma emenda em sua lei para permitir isenções legais para farmacêuticos que objetam à distribuição de pílulas do dia seguinte por motivos religiosos. A Alemanha não estende proteção legal para objeções por motivo de consciência para drogas potencialmente abortivas.
A disposição de hostilidade na Alemanha para com o Cristianismo passa por numerosos exemplos de vandalismo, destruição de propriedade e exibições difamatórias enumerados no relatório. Muitos deles envolvem a destruição ou difamação de símbolos, igrejas e cemitérios cristãos bem como locais de importância religiosa tais como o lugar de nascimento do Papa Bento 16.
O Observatório vem documentando ataques à liberdade religiosa na Europa desde 2005, e compila relatórios para levar esses assuntos à atenção de instituições internacionais. O relatório preenche um vácuo criado pela falta de reportagens dos meios de comunicação sobre a opressão que sofrem os cristãos e a antipatia às convicções morais. “Jornalistas e responsáveis por políticas públicas são muitas vezes mais anticristãos do que os cidadãos comuns. Mas eles moldam a disposição do país”, comentou a Dra. Gudrun Kugler, diretora do Observatório, numa entrevista ao Mercatornet.
O relatório do Observatório foi apresentado em antecipação da reunião da Comissão de Direitos Humanos encarregada de examinar como a Alemanha está implementando o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. Esse tratado defende a “liberdade de fé, consciência de professar um credo religioso ou filosófico”, mas também declara sua proteção de uma “liberdade negativa de fé” definida como a rejeição de uma religião e seus símbolos. Os exemplos dados no relatório do Observatório avisam de uma sociedade que está se afastando de uma liberdade de fé e está caminhando para uma cultura que só tolera ser livre da fé.
Na última sexta-feira, o Inspetor Especial da ONU sobre Liberdade ou Religião ou Convicção fez um discurso no Terceiro Comitê da Assembleia Geral em Nova Iorque. Ecoando preocupações semelhantes levantadas pelo Observatório, vários países membros perguntaram ao Dr. Heiner Bielefeldt sobre o equilíbrio entre os direitos das crianças e os direitos de seus pais no assunto de educação religiosa.
“A grande filosofia por trás da convenção dos direitos das crianças é que os pais são guardiões dos direitos das crianças, de modo que os direitos das crianças naturalmente também exigem a orientação dos pais”, respondeu o Dr. Bielefeldt.
Tradução:  Julio Severo
fonte   http://juliosevero.blogspot.com.br

ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Lição 3

A chamada profética de Samuel 20 de outubro de 2019 TEXTO ÁUREO “Então, veio o SENHOR, e ali esteve, e chamou como ...