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19 janeiro 2013

JARDIM DE INFÂNCIA - LIÇÃO 3 – DEUS ME AMA


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFÂNCIA – CPAD
1° Trimestre de 2013
Tema: Valorizando os bons Princípios
Comentarista: Midiam Pessoa, Mônica Barreto Valente Varela


LIÇÃO 3 – DEUS ME AMA


Objetivo
Ao terminar a aula a criança tem que sentir que Deus as ama e que mesmo sendo pequenas o Senhor cuida de todas com muito amor.


Palavra do dia é
AMOR
Utilize a figura Jd3 fig 1 da galeria de imagens para fixar a palavra do dia

Fonte: www.chrisduran.com.br


Aprendendo a Bíblia
“Amemos uns aos outros...”(1 João 3.23)


HISTÓRIA BÍBLICA
Lucas 18.15-17
Nosso Deus fez todas as pessoas, umas diferentes das outras cada uma com a sua personalidade, gostos, e preferências, mas aos olhos de Deus somos todos iguais, Ele ama todos do mesmo jeito, Ele não é como nós que temos a nossa preferência amamos algumas pessoas mais que outras.

O Senhor ama todas as crianças não importa se a criança é branquinha ou negrinha, se é loira ou morena, se é rica ou pobre.
Ele nos criou com o mesmo amor.
Vou lhes contar uma história:
 __Jesus estava ensinando.

Havia muita gente ouvindo Jesus ensinar.
Cada vez chegavam mais pessoas para ouvi-lo.
Entre essas pessoas, chegaram também alguns pais e mães com seus filhinhos.
Carregavam os nenenzinhos ao colo e seguravam as mãos das crianças maiores. Eles queriam que Jesus abençoasse seus filhos.

Os ajudantes de Jesus viram as crianças chegando e chegando, cada vez mais perto .
Eles não gostaram daquilo.
Disseram:
__ Jesus está muito ocupado ensinando as pessoas. Essas crianças só vão atrapalhar. Levem-nas embora, por favor! Levem as crianças daqui!

Ah! Jesus não gostou nada, nada de ouvir isso.
Ele falou:
__ Não, não façam isso. Não mandem as crianças irem embora.

Deixem as crianças chegarem perto de mim.
Jesus sorriu e estendeu os braços. As crianças correram depressa para junto Dele.
Jesus as abraçou, conversou com elas pôs as mãos sobre suas cabeças e as abençoou.

As crianças estavam felizes, contentes, pertinho de Jesus.
Elas certamente pensaram:
__Jesus é o nosso amigo. Nosso melhor amigo.

Crianças, não importam se as outras crianças muitas vezes nos maltratam ou até mesmo alguns adultos o importante é saber que nós temos um amigo que nos ama mesmo com todos os nossos defeitos podemos ter a certeza que Jesus é o nosso melhor amigo e sempre nos amará.


FIXANDO A APRENDIZAGEM
Amplie o desenho Jd3 fig 2 da galeria de imagens para os pequenos colorir

Fonte:www.sandramac2007.multiply.com


Colaboração para Portal Escola Dominical -  Profª. Cristina Araújo.
fonte  http://www.portalebd.org.br

Galeria de imagens

1º Trim. 2013 - PRIMARIOS - Lição 2: Que demora


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMÁRIOS – CPAD
1º Trimestre de 2013
Tema: Uma Família Abençoada
Comentaristas: Midian Pessoa e Laudicéia Barboza


LIÇÃO 2 – QUE DEMORA!


Texto Bíblico: Gênesis 12.5-20


Objetivo
Ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a conscientizar-se de que Deus é fiel em Suas promessas, cumprindo-as infalivelmente.


Frase do dia...
DEUS PROMETE E CUMPRE

Cole a figura Prim2 fig 1 da galeria de imagens em um cartaz,
Fonte:www.flogao.com.br

Memória em ação
 “Eu, o SENHOR, disse que ia fazer isso e farei.”. (Gn 36.36b - NTLH)

Leia várias vezes este versículo com os pequenos, isso auxiliará na memorização. Enfatize aos pequenos que Deus é SENHOR de todas as coisas, todo o Universo está sob seu controle, o que ELE diz ELE cumpre.


Explorando a Bíblia
Lembram crianças que na semana passada falamos sobre Abrão? Vocês se lembram que ele havia deixado a sua cidade para ir para um lugar que Deus lhe mostraria?

Assim Abrão e sua esposa Sarai e seu sobrinho Ló partiram de Ur, sem mapa, sem bussola, mas confiando que Deus lhe mostraria o lugar para onde iria.

Viajaram muitos e muitos dias. Finalmente chegaram a uma terra chamada Canaã. E Abrão ouviu a voz de Deus a dizer:
__ É aqui, Abrão o lugar onde você vai morar. E não se chamará mais Abrão e sim Abraão que quer dizer “Pai de uma multidão” e sua esposa não se chamará mais Sarai e sim Sara, que quer dizer “Princesa”. Eu darei esta terra a você e ao seu filho e aos seus netos. De sua família vou formar um povo especial para que me sirva.

Abraão ficou muito contente, e fez um culto com sua família e adorou a Deus.
Lá em Canaã Abraão e sua família passaram a viver como nômade entre os povos da terra. Nômade, diz-se de tribo, povo etc. que, sem habitação fixa, vive se deslocando de um lugar para outro. Abraão e sua família moravam em tendas, como barraca de acampamento, e sempre que acabava o pasto que é alimento dos cabritos, bois e vacas, camelos e jumentos, eles iam acampar em outra região de Canaã.

Os anos foram passando, e Abraão e sua família passaram tempos de dificuldades e também tempo de abundancia. E conforme os anos passavam Abraão e Sara ainda não tinham filho. E isso os entristecia
Depois disso Abraão foi para a região montanhosa que fica a leste da cidade de Betel e ali armou o seu acampamento. Betel ficava a oeste do acampamento, e a cidade de Ai ficava a leste. Também nesse lugar Abrão construiu um altar e adorou o SENHOR.

Dali ele foi andando de um lugar para outro, sempre na direção sul da terra de Canaã.
Naquele tempo houve em Canaã uma fome tão grande, que Abraão foi morar por algum tempo no Egito.
Quando ia chegando ao Egito, Abraão disse a Sara, a sua mulher:
— Escute! Você é uma mulher muito bonita, e, quando os egípcios a virem, vão dizer: “Essa aí é a mulher dele.” Por isso me matarão e deixarão que você viva.

Diga, então, que você é minha irmã. Assim, por sua causa, eles me deixarão viver e me tratarão bem.
Quando Abraão chegou ao Egito, os egípcios viram que Sara, a sua mulher, era, de fato, muito bonita.
Alguns altos funcionários do rei do Egito também a viram e contaram a ele como era linda aquela mulher. Por isso ela foi levada para o palácio do rei. Por causa dela o rei tratou bem Abraão e lhe deu ovelhas, bois, jumentos, escravos e escravas, jumentas e camelos.

Mas, por causa de Sara, o SENHOR Deus castigou o rei e a sua família com doenças horríveis.
Por isso o rei mandou chamar Abrão e perguntou:
 — Por que você me fez uma coisa dessas? Por que não me disse que ela é a sua mulher? Você disse que ela era sua irmã, e por isso eu casei com ela. Portanto, aqui está a sua mulher; saia daqui com ela!
Então o rei deu ordem, e os seus guardas levaram Abraão para fora do Egito, junto com a sua mulher e com todas as coisas que eram dele. Abraão saiu do Egito com a sua mulher e com tudo o que tinha e foi para o sul de Canaã. E Ló, o seu sobrinho, foi com ele.

Abraão era muito rico; tinha gado, prata e ouro. Ele foi de um lugar para outro até chegar à cidade de Betel; e dali foi para o lugar que fica entre Betel e Ai, onde já havia acampado antes.

Abraão chegou ao altar que ele havia construído, pediu perdão a Deus por haver mentido, e adorou a Deus, o SENHOR.


Oficina criativa
Amplie o desenho Prim2 fig 2 da galeria de imagens para os pequenos colorir
Fonte:www.afontedevida.blogspot.com


Fontes Consultadas:
·         Bíbliaa NTLH - SBB
·         Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
·         Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.
·         Bíblia para Crianças: Histórias sempre vivas - Lois Rock/Cristina Balit – Editora Sinodal

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 
fonte  http://www.portalebd.org.br

1° Trim. 2013 - JUNIORES - Lição 3: Meus irmãos não acreditam em sonhos



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUNIORES – CPAD
1º Trimestre de 2013
Tema:
Deus realiza sonhos
Comentaristas: Rosangela Rodrigues do Amaral e Dâmaris da Costa Ferreira


LIÇÃO 3 – MEUS IRMÃOS NÃO ACREDITAM EM SONHOS


Texto Bíblico:Genesis 37.12-19


Objetivo
Professor ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a compreender que não podemos deixar que o ciúme e a inveja fique em nosso coração, pois esses sentimentos causam mal e nos afastam de Deus.


Exercitando a memória
“Ó Deus, cria em mim um coração puro.”(Sl 51.10 – NTLH).

Prezado (a) enfatize aos pequenos que devemos fazer como o rei Davi, orar para que Deus nos ajude a guardar nosso coração dos maus pensamentos, é que através da oração conversamos com Deus e nos aproximamos Dele. É perto Dele que nos mantemos puro.


Crescendo no conhecimento
Lembram-se crianças que na semana passada falamos que os irmãos de José ficaram com ciúmes e inveja dele? Isso não é bom... Deus não se agrada quando agimos assim. Vamos ler na Bíblia o que aconteceu:

Os irmãos de Jose além de ciumentos e invejosos, também eram desobedientes, sempre faziam as coisas diferentes do que seu pai Jacó falava.
Certo dia Jacó disse a eles que levassem o rebanho para um local chamado Siquém, pois o pasto lá estava mais fresco e era bom para o rebanho. Assim eles reuniram os rebanhos de camelos, cabras e ovelhas e partiram, mas não foram para onde Jacó mandou... andaram bem devagar e resolveram ir para Dotã e nem avisaram seu pai.

Já pensaram que rapazes irresponsáveis? Os nossos pais sempre se preocupam se não sabe onde estamos, porque eles nos ama.
Assim passou os dias e nada deles voltarem e nem mandarem noticias, Jacó ficou muito preocupado. E chamando Jose disse:
— Venha cá. Vou mandar você até Siquém, onde os seus irmãos estão cuidando das ovelhas e das cabras.  — Sim Papai. Estou pronto para ir – respondeu José.

Jacó disse:
 —Vá lá e veja se os seus irmãos e os animais vão bem e me traga notícias.

Então dali, do vale de Hebrom, Jacó mandou que José fosse até Siquém, e ele foi. Quando chegou lá, ele foi andando pelo campo. Aí um homem o viu e perguntou:
— O que você está procurando?
— Estou procurando os meus irmãos – respondeu José.
— Eles estão por aí, em algum pasto, cuidando das ovelhas e das cabras. O senhor sabe aonde foram?

O homem respondeu:
— Eles já foram embora daqui. Eu ouvi quando disseram que iam para Dotã.

Jose respirou fundo... ele já havia vindo de Hebrom até Siquem e agora teria de viajar mais 32 Km. Seria mais fácil voltar para casa e dizer ao seu pai que eles não estavam em Siquém. Mas, seu pai havia pedido para ele ver se seus irmãos estavam bem, e ele sempre obedecia o que seu pai dizia. Precisa ir onde quer que seus irmãos estivessem e trazer noticias para que seu pai não ficasse mais preocupado.

Aí José foi procurar os seus irmãos e os achou em Dotã. Andou muito, já estava muito cansado e com certeza com pouca água para tomar quando viu o acampamento onde seus irmãos estavam.
__ Finalmente – pensou Jose. E se alegrou por tê-los encontrado. Jose tinha um coração puro, amava seus irmãos e seu pai.

Os irmãos viram José de longe e começaram a sentir ódio dele. E, antes que chegasse perto, começaram a fazer planos para matá-lo.
Eles disseram:
 — Lá vem o chefe dos sonhadores!


Aplicação da Lição
Enfatize aos pequenos que Deus se agrada muito que os filhos sejam obedientes aos pais, pois como podemos obedecer a Deus se não obedecermos nossos pais? Foi Deus quem ordenou que os filhos devem ser obedientes aos pais.
Às vezes, tem tarefas que são chatas de fazer, mas em vez de reclamar devemos fazer o melhor possível. Certamente seremos recompensados assim que nossos pais puderem, pois eles sempre querem o melhor para nós. Sem falar que som certeza Deus se agradará de nosso comportamento e nos abençoará
O Senhor Jesus é o nosso maior exemplo de obediência. Obedeceu a Deus vindo ao mundo para morrer em nosso lugar, e enquanto na terra, quando criança, sempre obedeceu a seus pais terrenos.


Fontes Consultadas:
·         Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
·         Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
·         Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
·         Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
·         Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
·         365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
·         Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8º Edição/2009
·         Bíblia para Crianças: Histórias sempre vivas - Lois Rock/Cristina Balit – Editora Sinodal
 
 
 
Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva 
fonte  http://www.portalebd.org.br

1° Trim. 2013 - JUVENIS - Lição 3: Ciência na mente, Bíblia no coração



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JUVENIS – CPAD
1º Trimestre de 2013
Tema: A ATUALIDADE DA MENSAGEM DA BÍBLIA
COMENTARISTA: Ciro Sanches Zibordi

LIÇÃO  3 -  CIÊNCIA NA MENTE, BÍBLIA NO CORAÇÃO


TEXTO BÍBLICO  Sl 119.9,11, 97, 105, 130


ENFOQUE BÍBLICO
“Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia.” (Sl 119.97)


OBJETIVOS
Mostrar aos alunos que o caminho para manter a mente saudável é estar com o coração cheio da Palavra.
Demonstrar que a ciência não deve ser desprezada, pois esta cumpre um papel importante em nossa sociedade.
Enfatizar a importância de estudar na escola a Palavra de Deus


INTRODUÇÃO
Mentes como a de Hitler, Mao Tse, Carl Marx e outros, eram fértil, porem usada pelo inimigo por falta de conhecimento de Deus. Não se pode desprezar o saber, pois a ciência desempenha um importante papel na sociedade. Nossos jovens não podem deixar de freqüentar a escola, se tornar intelectuais, mas intelectuais humildes,  servos de Deus. Jovens impactantes, que se necessário enfrente prisões, mesmo sendo inocentes, fornalhas, covas de leões, mas não neguem a fé. Defenda os conceitos da ciência com a intelectualidade, mas defenda a doutrina bíblica com o coração.


COMO MANTER A MENTE SAUDÁVEL?
Vivemos em num mundo intelectual disso todos nós sabemos. Você sabia que já estudaram o nosso cérebro? Pois é! Descobriram como ele funciona os resultados ao longo dos anos concluem que nossos cérebros possuem filamentos, parecidos com fios e às células nervosas transitam pela fiação do cérebro. É o que nós conhecemos como neurônios que são os responsáveis pela recepção e transmissão das informações.
O ser humano possui cerca de 100 bilhões de neurônios e cerca de 60 trilhões de filamentos que formam pontes, chamadas “sinapse”. Segundo a ciência quando o ser humano faz pouco uso de seu cérebro ou intelecto, ou seja, uma pessoa que pensa pouco, essas pontes são obstruídas, dificultando a passagem dos neurônios. É como uma estrada pouco transitada, com o tempo a vegetação vai crescendo e a tornando intransitável de vez. Como você pode ver o avanço da ciência já chegou a tal ponto e chegará muito mais.
Boa parte dos cientistas são ateus e são indiferentes, a fé em Deus, o argumento deles é que não há possibilidades de conciliar o conhecimento com a fé. O problema deles é a atitude diante dos fatos, os corações deles também estão cheios daquilo que se apegam. Acreditam apenas em suas descobertas ou naquilo que podem comprovar cientificamente. Sendo assim é impossível ter uma mente sadia, grandes cientistas blasfemaram contra Deus, outros nem sequer se importam se ele existe ou não.
Para que se tenha uma mente sadia é preciso que o coração esteja cheio da Palavra de Deus. Que transite pelas nossas sinapses (pontes), a Boa e agradável Palavra de Deus (Fp 4.8; Sl 119. 97)


NÃO DESPREZE A CIÊNCIA
Você já ouviu falar em Albert Einstein? Físico alemão radicado nos EUA foi ele que desenvolveu a teoria da relatividade. Sua fama excedeu a qualquer outro cientista tornando sinônimo de gênio. É claro que Einstein e outros deixaram seus nomes nos anais da história como grandes cientistas. Alguns nem tem seus nomes lembrados com tanta freqüência. Pouco se fala em Albert Sabin, por exemplo,  medico judeu-americano, que desenvolveu a famosa gotinha que as crianças tomam contra a poliomielite ou “paralisia infantil”.
Não podemos imaginar quantos de nós poderia estar em uma cadeira de rodas ou até fazendo uso de muletas. A sabedoria dada a Sabin ao criar a formula tem abençoado milhões de crianças em todo mundo. Não podemos desprezar o saber cientifico,  Albert Santos Dumont, deu inicio, ele com o “14 Bis” [1] , numa altura de aproximadamente 5 metros, numa velocidade de 40 km/h, voou 220 metros. Como já sabemos o avião é mais pesado que o ar, mas se sustenta por meios próprios. Longas distâncias são como se fosse pequenas viagens, pois a velocidade de um jato varia entre 700 a 900 km/h.

Existe uma grande diferença entre a mensagem bíblica e a ciência. A Bíblia não precisa de nenhum teste para provar sua veracidade, enquanto os fatos para ser comprovados pela ciência passam por muitos experimentos. O filosofo Descartes, aconselhou  duvidar de tudo aquilo que pareça falso, duvidar de tudo o que comporta duvida. Foi chamado de inútil e incerto por Pascal, devido à falha de Descartes em querer estabelecer uma mathesis universalis. Estava assim estabelecendo o método cientifico, numa perspectiva de progresso na ciência, não há um caso limite, a teoria anterior (T1), pode ser explicada pela teoria posterior (T2). A T1 pode em uma averiguação da T2, ficar apenas com um pequeno acumulo.
A ciência em seu progresso sempre recebera criticas, a critica relativista argumentara que tal posição suportará uma visão que envolve acumulação histórica. Para o relativismo a T2 não preserva o poder explicativo da T1, se não houver acumulação, o relativismo conclui que não houve progresso. Já o positivismo tem perspectivas diferentes concernentes o assunto, para o positivismo a T2 é capaz de explicar e predizer mais que a T1. A T2 é mais geral, mais bem confirmada é necessária diz o positivismo. Quanto aos pragmatistas agem de acordo com todas as objeções anteriores dos relativistas, discordam apenas da conclusão.

O fim último da ciência, é produzir teorias cada vez mais confiáveis, teorias capazes de resistir aos testes. Para o realista, a ciência progride pela substituição continua das teorias falseadas e pelos testes, para se chegar a veracidade ou aproximar-se, admitindo que não atingiu a verdade absoluta.
A Bíblia não precisa de tais testes, pois é crida, não discutida se tal assunto é veraz ou não. Uma vez que os pais da igreja em orações e suplicas, guiados pelo Espírito inseriu o livro como canônico, não há o que discutir. A ciência poderá usar todos os seus métodos e não poderá entender como o mar vermelho, por exemplo, teve as suas águas amontoadas (Ex 14.21-27). Os matemáticos do mundo todo e de todas as épocas, jamais poderá entender a queda dos muros de Jericó (Js 7.14-20). Pode um homem ficar no ventre de um peixe por três dias e sobreviver?[2]  Como pode a oração de um homem parar o eixo da terra?[3] Voltar o relógio?[4]  Então ciência na mente e Bíblia no coração.


A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR NA ESCOLA E A PALAVRA DE DEUS
A ciência tem o seu avanço diário já podemos assim dizer, principalmente a medicina tem apresentado descobertas importantes para a sociedade. Agora não podemos ficar apenas com a ciência, precisamos em primeiro lugar da Mensagem bíblica, em nossos corações. A ciência é coisa do intelecto, como é bom ter inteligência, poder fazer grandes descobertas, se tornar importante, ganhar prêmios. E a Bíblia?
Quanto a Bíblia nada resolve se sua mensagem estiver apenas em nosso intelecto. A Palavra de Deus tem que provocar mudanças, transformações e gerar em nós fé. Porque esse titulo?  “Bíblia no coração”, coração em algumas passagens representa o homem em sua totalidade: espírito, alma e corpo. Nosso corpo é a casa da alma, a alma possui o intelecto, coração na lição esta falando do intimo, do espírito. No corpo você pode demonstrar a presença do Espírito Santo (Gl 3.3), na alma, você pode possuir a paixão pelo Espírito Santo (Gl 5.17), no espírito é que se possui o controle do Espírito Santo (Gl 5.18).

O importante é que tenhamos nossos jovens nas universidades, que no futuro grandes cientistas possam pertencer nossas igrejas. Não temos duvidas que marchamos para tal acontecimento.
Agora, não podemos deixar de incentivá-los, quanto à importância de estudar a Bíblia, promover estudos bíblicos relacionados à faixa etária. Dinamizar a escola dominical, os cultos de jovens e adolescentes, trazer assuntos relacionados à doutrina bíblica pentecostal. Procurar encher o coração desta geração teen de Bíblia.

Os movimentos como a EMO, já estão formando suas tribos nas igrejas. É só entrar nos Orkut, as mensagens estão explicitas lá. As conversas entre eles sempre no diminutivo, roupas pretas com estampa de desenhos animados, camisas coladinhas no corpo, meias arrastão, presilhas no cabelo, cintos rebite, piercings no canto dos lábios, longas franjas, pintam os olhos etc. Estamos vendo e ouvindo na igreja principalmente a linguagem no diminutivo. E a cultura bíblica? Jovens procurando livros do NT, no AT e vice versa, não é mais tempo de ficarmos dormindo. Oremos para que Deus nos leve a um grande despertamento sobre este assunto e que estudos bíblicos sejam realizados direcionados aos jovens e adolescentes. Para que não percamos a cultura bíblica e tenhamos um batalhão de jovens intelectuais e humildes servos de Deus, cheio de mensagens bíblicas para impactar o mundo cientifico com seus testemunhos.



CONCLUSÃO
O homem mais sábio do mundo com certeza foi Salomão, enquanto o seu coração guardava a Palavra de Deus, ele conciliava o saber com a vida espiritual. Quando ele deixou de cultivar  a Palavra de Deus, seu coração tornou-se um entulho, passou agir apenas pelo intelecto. Dentre muitos sábios que conseguiram adquirir sabedoria e ter uma vida espiritual boa, destacaremos Jose e Daniel. Quem estuda logística há de entender que Jose no Egito, foi usado, com uma sabedoria incrível. Durante sete anos ele estocou comida, se a população permanecesse a mesma, diríamos qualquer um poderia ter feito aquilo. Foi um bom governo em meio a ímpios e não deixou se levar pela vaidade, nem se corrompeu, antes permaneceu fiel ao Deus de seus pais. Para  Daniel, Deus deu sabedoria para trabalhar no maior e mais importantes império que já existiu, ele resistiu todas as ofertas que o levava a corrupção. Sabe por quê? A Palavra de Deus estava em seu coração – você também pode!


DICONARIO FILOSOFIA
Relativismo – Doutrina que prega algo que é relativo,  contrario de uma idéia absoluta categórica. Para tal doutrina as verdades morais, religiosas, políticas, cientificas, variam com o passar do tempo, com o lugar, com o grupo social e os indivíduos de cada lugar.
Realismo – Movimento artístico, político e filosófico surgido no final do século XIX na Europa. Para o realismo, os universais existem objetivamente, sejam na forma de realidades em si, transcendentes em relação aos particulares, ou como imanentes encontrados nas coisas individuais.
Positivismo – Conceito que possui distintos significados, englobando as perspectivas filosóficas e cientificas do século XIX.
Pragmatismo – Escola de filosofia, com origens americana, caracterizada pela descrença no fatalismo e pela certeza de que só a ação humana, movida pela inteligência e pela energia, pode alterar os limites da condição humana.


OBRAS CONSULTADAS
·         WIKPÉDIA – informações sobre Albert Santos Dumont, Albert Sabin e Albert Einstein – E os conceitos filosóficos.
·         PAGANELLI, Magno – Ciência e Fatos Bíblicos – Editora Hosana LTDA –SP
·         LIMA, João Epifânio Regis – Larry Laudan e a crítica do relativismo -  Metodista , SP 2009
 
 
Colaboração para Portal Escola Dominical  – Pr. Jair Rodrigues
fonte http://www.portalebd.org.br

1° Trim. 2013 - PRE ADOLESCENTES - Lição 3: A Terra criada por Deus


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRE ADOLESCENTE- CPAD
1º trimestre 2013
Tema: A Bíblia e a Ciência
Comentaristas: Niedja de Mello

LIÇÃO 3- A TERRA CRIADA POR DEUS

Orientação Didática
Professor, tenho notado que nos dias atuais, são muitos os mestres que procuram formas de aprimorar sua aulas, e até noto a serie de atividades que há na revista, mas é necessário verificar a eficácia dessas atividades.
Alguns utilizam muito de dinâmicas, algo que em algumas aulas preenchem todo o tempo e acabam sendo mais uma aula descontraída do que edificadora.
Com certeza a dinâmica trás algum resultado, mas não pode tomar lugar do ensino prático da Palavra de Deus, mesmo que a classe seja formada por alunos de pouca idade como os pré-adolescentes (11 e 12 anos).
Reconheço que o próprio Senhor Jesus usava de parábolas como forma de ensino, mas Ele conhecia a necessidade de cada alma, porque sabia o que estava no coração de cada homem. Quando observo muitos professores procurando desesperadamente uma nova forma de dinamizar a aula, vejo uma aplicação de meros recursos humanos, o homem procurando por seus próprios meios criar uma forma de ensinar.
Mas deveria ser justamente ao contrario disto, cada professor deve procurar ajuda divina, quem mais conhece o “homem” senão Deus, devemos consultar o Espírito Santo afim que Ele nos instrua a ensinar de maneira eficaz. Pois Ele não somente nos dá a sabedoria mas capacita também.
Nos dias em que estamos vivendo, esses adolescentes recebem uma carga muito grande de informações a respeito de todos os assuntos, quer seja na escola, na rua ou mesmo em casa através da televisão, internet etc. De modo que pensar ser eles são meras crianças inocentes desinformadas é ingenuidade do professor, por isso o ensino deve ser consistente e não somente atividades que parecem mais brincadeiras.
Por isso professor, por isso entenda que eles já podem receber um alimento mais consistente, Em Israel com apenas 12 anos um adolescente era considerado responsável por seus atos perante Deus, lembre-se de Jesus que aos 12 anos estava no templo e falava acerca da lei de Deus com os anciãos.

Introdução
Segundo uma lei de ensino, é importantíssimo a introdução, se ela for bem feita haverá interesse pelo assunto e se não for bem introduzido todo o conteúdo restante será prejudicado.
Acima deixei minha opinião acerca de dinâmicas, sendo assim é necessário que o professor seja estritamente preciso na introdução, deve estimular o interesse de seus alunos.
Na lição anterior estudamos sobre a criação do Universo de forma mais ampla, desta vez estudaremos a criação da Terra, não somente a Terra como um planeta no Universo, mas vida sobre a terra, desde vegetais, animais e ate o homem.
O primeiro relato bíblico sobre a criação está em Gênesis 1.1,2
 No princípio, criou Deus os céus e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
É neste versículo que temos a base para afirmar que Deus é criador de todas as coisas, cientistas ateus e materialistas procuram por meios de teorias desacreditar esta verdade contida na Bíblia, não somente porque eles procuram uma comprovação cientifica.
Ao vermos as afirmações da ciência ficamos um tanto pensativo, pois de fato há relatos científicos que não podem ser desmentidos como por exemplo a existência dos dinossauros, os fosseis comprovam isso.
Na verdade a Bíblia em momento algum entra em contradição com a ciência, mas cabe a nós estuda-la de forma correta, afim de que o relato bíblico esteja plenamente de acordo com essas afirmações cientificas.
Os textos relatados por Moisés no Gênesis acerca da criação devem ser estudados de forma mais profunda para que tudo seja esclarecido.
A exemplo disto temos no primeiro versículo uma serie de informações contidas em uma simples frase, mas com um grande significado, toda criação de Deus esta resumida em três palavras:   “Criou céus e a terra”
Podemos notar que há três ordens principais na criação:
1.      Criação Espiritual.
2.      Criação Material.
3.      Criação da vida sobre a Terra.

1- Criação espiritual: Esta ordem da criação refere-se ao mundo espiritual, a começar pelas hostes espirituais, ou seja – os anjos.  (Cl 1.16,17 ; Sl 33.6,9) 
2- A criação matérial: Esta criação é imensa no texto de Gênesis caps. 1 e 2, originalmente são usados três vocábulos para descrever os atos criativos de Deus, a saber:                                                                                          a) Bara: que significa “criar do nada”, formar algo sem dispor de matéria prima (Gn 1.1,21,27);b) Asah: que significa “fazer”;                                                                                         
c) Yatzar: que significa “formar”. Estes dois últimos vocábulos hebraicos, significam “construir algo a partir de matérias pré-existentes”.                                                                                                   
3- Criação da vida sobre a terra: Esta criação se refere propriamente a vida, quer seja dos animais, aves e do homem.

I- Cada dia uma nova invenção
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas (Gn 1.2)
Esta é primeira descrição da terra, mas ao observarmos a criação vemos uma harmonia e um equilíbrio que denotam o caráter de Deus, logo Ele não criaria um caos, ou vazio!
Somando a isto temos o fato de que não é mencionada a criação da água, mas ela já estava lá, é claro que essas perguntas não fazem parte da nossa lição, mencionei apenas no sentido de que podem ser usadas pelo professor para questionar os alunos e despertar neles o interesse, é evidente que ao faze-lo deve-se ter em mente que eles exigiram uma boa resposta também.
A partir então deste caos Deus passou a criar: isto ocorreu em seis dias:
A palavra "criar" vem do latim creare, que significa "produzir", "gerar". É empregada no sentido filosófico e teológico em relação à origem do mundo, do homem e dos outros seres, tanto físicos como espirituais.
A ciência afirma que a terra se formou aproximadamente a seis bilhões de anos, mas ao dividir a criação na Terra, Moisés usou no original a palavra "yôm", que a Bíblia Vulgata traduziu por "dia", quando para os hebreus a palavra significa "espaço de tempo", "época", "era" ou "período".
Cada dia deste pode representar períodos, ou seja, muitos séculos, pois um dia para o Senhor é como mil anos e mil anos como um dia. (2ª Pedro 3.8).

Passaremos agora a relatar cada dia:

Primeiro dia– Criação da Luz (Gn 1.3)

A Terra, estava deserta e vazia...  apenas  uma  natureza  informe,  constituída  de  abismo,  trevas,  "água"...   sem  nada...   Podemos  entender  aquela  "terra",  criada  naquele  início, somente um vazio... uma escuridão. E de repente, ouve-se uma voz, a voz do Todo-poderoso: “haja luz” – e assim foi.  
                                                                                                       
Aqui também há um campo de especulação para saber que luz seria esta, visto que o sol apenas seria criado no quarto dia como veremos mais adiante. Na lição, anterior vimos uma explicação sobre isto. (leia o comentário da lição anterior)
A Bíblia não esclarece com exatidão que luz seria esta, mas além da possibilidade de ser a mesma luz (segundo a explicação da lição anterior) poderíamos supor também ser uma luz vinda do próprio Deus, no livro de apocalipse que o Senhor desfará o sol, a sua luz não será mais necessária, próprio o próprio Deus iluminará. (Ap 21.23)

Segundo dia– Criação do Firmamento

“E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez Deus a expansão e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi. E chamou Deus à expansão Céus; e foi a tarde e a manhã: o dia segundo (Gn 1.6-8).
Deus fez surgir um firmamento, ou seja, uma separação das águas atmosféricas das terrestres,
Entende-se que uma vasta cortina liquida cobria toda terra impedindo a luz solar entrar, submetendo a terra a trevas impenetráveis. Mas Deus fez a separação das águas, debaixo da expansão se evaporaram formando as nuvens e se transformando em águas portáveis.

Terceiro dia– Aparecimento da terra firme e da vegetação

“E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca. E assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares. E viu Deus que era bom. E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra. E assim foi. E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie e árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã: o dia terceiro.” (Gn 1.9-13).

Após a separação das águas, Deus ordenou que aparecesse a porção seca, que é a parte sólida deste planeta, neste ato vemos o cuidado de Deus que preparou tudo o que era necessário ao homem, Deus ao fazer surgir a terra, imediatamente ordenou que produzissem ervas e árvores frutíferas, preparando assim, o que é essencial à vida na terra.  

Quarto dia– Organização do Sistema Solar

“E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para alumiar a terra, e para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã: o dia quarto.” (Gn 1.14-19).
Neste dia surgiu a lua, o Sol, a estrela de nossa Via-láctea, este ato abrange todo o Sistema Solar, e outros sistemas porventura existentes, ainda não descobertos pelo homem. A extensão da Via-láctea, com seus, planetas e satélites, nos dá uma visão limitada de toda a grandeza da Criação de Deus. Todos os seres vivos existentes no Universo, e também os elementos inanimados têm sua criação atribuída a Deus.   Neste caso não contradição com o relato do primeiro dia, pois no primeiro dia Deus ordenou o surgimento da luz e no quarto organizou o sistema solar.

Quinto dia– Surgimento da fauna e flora marinha e das aves

“E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies, e toda ave de asas conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra. E foi a tarde e a manhã: o dia quinto.” (Gn 1.20-23).
Neste ato, surgiram os pequenos e grandes peixes, e também todas as variedades de aves, todos segundo a sua espécie.Podemos  notar, que algumas aves vivem também nas águas.
As aguas tinham sido separadas em doces e salgadas e passaram a produzir repteis de alma vivente.


 Sexto dia– Criação de todos os animais terrestre e também do homem.

“E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis, e bestas-feras da terra conforme a sua espécie. E assim foi.E fez Deus as bestas-feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” (Gn 1.24-27).
Semelhante, a criação dos animais marinhos e aves, assim estes também, todos foram criados por Deus segundo a sua espécie. Os animais na terra se dividem em três grupos:
a) Gado ou animais domésticos;
b) Feras ou animais selvagens;
c) Répteis que se arrastam pelo solo.

Mas na criação do homem, Deus agiu diferente, Ele não ordenou “Produza a terra”, ou, “Apareça”.
Ele o formou do pó da terra, o que significa que Ele modelou o homem do barro:
“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego de vida; e o homem foi feito alma vivente.” (Gn. 2.7).
Deus o criou a sua Imagem e semelhança, o homem é um ser espiritual, é um ser racional, é um ser moral, e foi criado em santidade. O homem é dotado de corpo, alma e espírito. É a chamada tricotomia.  
E Deus observou que o homem se sentia solitário, então criou a mulher, para ser companheira do homem:
“E disse Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-te-ei uma adjutora que esteja como diante dele. Então, o Senhor Deus fez cair um pesado sono sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma de suas costelas e cerrou a carne em seu lugar. E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.” (Gn 2.18,21,22).
Deus sabia que o homem precisava de companhia, para dialogar, para se relacionar em perfeita comunhão, tanto em amor como em realizações. E assim Deus fez.
Deus criou o homem e a mulher como ser racional e espiritual, e capacitou-o para pensar, sentir, raciocinar e decidir. Após criar o homem, Ele o fez o seu administrador (mordomo) sobre tudo quanto estabelecera, ou seja, concedeu-lhe poder para dominar:
E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.” (Gn1.27,28).
Sétimo dia – este é conhecido como o dia do descanso ao qual descansou da obras que tinha realizado.
Mas em Isaías 40:28 diz: Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos confins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não há esquadrinhação do seu entendimento.
Assim entendemos que o descanso referido de Deus não é semelhante ao nosso mas uma figura de linguagem.

II- E viu Deus que era bom
Estamos iniciando o trimestre, até aqui falamos de coisas boas e agradáveis que Deus criou para sua gloria e também para a felicidade do ser humano. Nas demais lições nos depararemos com problemas e situações difíceis, contudo devemos nos lembrar que não era da vontade de Deus que isto ocorresse, pois tudo que ele criou é bom, mas o homem que transformou o bem de Deus em mal quando se deixou vencer pelo pecado.
Toda criação de Deus estava contida dentro de um principio; era bom.
Por esta razão vemos por sete vezes ao final de cada dia criativo Deus afirmar: que era bom.
Este numero nos fala a perfeição de Deus, pois o numero sete é tido como o numero da perfeição,  “bom” revela  toda bondade, amor, de Deus que criou tudo com seu  poder mediante  seus propósitos.
Podemos entender assim seus propósitos:
a) Para sua glória, como podemos ler em Is 43.7; 60.3; Lc 2.14 e Sl 19.1.
b) Por sua Vontade, como encontramos em Ef 1.5,6,9; Ap 4.11.
c) Para honra de Jesus, conforme lemos em Cl 1.16; Hb 2.10.
d) Para ter comunhão com o homem, de acordo com os textos de Gn 2.7-9; 3.8,9; 1 Co 1.9.
OBS: Não farei menção do ultimo tópico “ lar doce lar” por achar que o conteúdo na revista já ser o suficiente.

Conclusão
"Ele fez a terra com o seu poder, e ordenou o mundo com a sua sabedoria, e estendeu os céus com o seu entendimento"(Jr 51.15)
Este versículo bem expressa toda a obra maravilhosa de Deus, neste mundo ainda há aqueles que ao contemplar toda a criação de Deus não enchergam a gloria de Deus nela, ao contrario, reduzem tudo ao natural e não crêem no seu Criador.
O apostolo Paulo afirma em Romanos 1:20:
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
O homem afastado do seu Criador não crêem em Deus e nem o vê nas suas obras, mas damos graças a Deus que nos tem permitido chegarmos até Ele, contemplar sua gloria e poder.
Que Deus os abençoe.

Colaboração para  Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira
  fonte www.portalebd.org.b

1° Trim. 2013 - ADOLESCENTES - Lição 3: Diz-me com quem andas



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
ADOLESCENTES – CPAD
1º Trimestre 2013
Tema: O relacionamento entre o crente e o mundo
Comentarista: Elaine Cruz


LIÇÃO 3 – DIZ-ME COM QUEM ANDAS...


Ao Mestre
Amado (a) como já mencionei em comentários anteriores, o adolescente está em fase intermediária da vida, com seu rápido crescimento físico, mental e espiritual. Essa é a época em que, na maioria das vezes, o jovem começa a querer tomar suas próprias decisões. A Bíblia nos dá exemplos de algumas dessas decisões, que vão das mais sábias opções às mais infelizes escolhas, por exemplo, a do filho pródigo, que pegando sua herança a gastou com más companhias.

O adolescente neste processo de transição é imprescindível que receba orientação sadia quanto às amizades que devem conservar. Nesta aula cite exemplos que você tem conhecimento acerca de más companhias.

Professor (a) você através do Espírito Santo, pode e deve, ensinar de forma a desenvolver a personalidade cristã, os talentos, os dons em seus alunos. Dê exemplo de uma vida cristã fiel ee constante.Ensine com firmeza, aconselhando-os com sabedoria e santidade, sem esquecer-se de orar por cada um individualmente.


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a:
Ensinaros parâmetros da amizade, que devem ser criteriosos na escolha de amigos, mostrando à eles que a Bíblia é nosso manual em tudo, e nela encontramos instruções acerca das amizades.


Para Refletir
“Algumas amizades não duram nada, mas um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão”(Pv. 18.24-NTLH).

“O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão.”(Pv. 18.24 – ARC).

Confesso aos amados, gostar mais da versão Almeida Revista e Corrigida, pois as colocações da Nova Tradução na Linguagem de Hoje, parece-me perder a beleza literária que as Escrituras Sagradas possui.

O texto nos fala de amizade, porém amizade verdadeira, sincera.
Todos nós precisamos de amigos que estejam por perto para escuta-nos, preocupar-se, oferecer ajuda quando necessário. Alguém que está compartilhando de nossos bons e maus momentos, com certeza é melhor ter um amigo assim do que dúzias de conhecidos – o amigo que assim procede nos é mais chegado do que um irmão.

Mas vejamos o outro lado: será que nós (eu, você) temos sido bons amigos? – reflita nisso.
Em vez de somente desejarmos ter um bom amigo, tornemos-nos um bom amigo. Muitas pessoas precisam de uma amizade sincera, seja um verdadeiro amigo, assim sua amizade será a palavra que Deus usará para demonstrar o Seu Amor a muitos. Pois uma amizade profunda e verdadeira é expressão do Amor de Deus.
Deus nos abençoe a fazer assim!


Texto bíblico em estudo:  1 Co 15.33; Pv 17.17.

 
Introdução
O ser humano é um sociável. Fomos criados com a necessidade de relacionarmos com outros. Quando isso não ocorre, sentimo-nos sozinhos, vem a solidão e, muitas vezes sentimo-nos excluídos e separados dos outros. Por essa razão desejamos tanto ter um (a) amigo (a).

O adolescente sente a necessidade de integrar-se com outros, isso é bom – porém, também perigoso. Se nós adultos, às vezes, não discernirmos bem os tipos de pessoas que se aproxima de nós, o que dizer dos adolescentes que não têm experiência de vida?

Vemos hoje determinados indivíduos e grupos que podem “arrastar” nossos adolescentes para um abismo. Por essa razão, é necessário ensinar-lhes a saberem escolher suas amizades, para que escolham pessoas boas, íntegras, para que a influência (que de uma forma ou de outra sofremos) venha a ser para o bem.
Professor (a) ensine-lhes que um bom amigo, tem hábitos bons, bom comportamento, boa moral, pois um bom amigo é alguém leal, senão não é amigo.


O que é Amizade?
É sentimento de quem é amigo; é afeição recíproca que liga duas pessoas; é simpatia; é estima; é dedicação; é benevolência (benevolência possui quem é bondoso, bem intencionado, favorável).

Isso descreve o que é uma Amizade. Vê como deve ser um amigo? – dedicado, bondoso, bem intencionado, ou seja, alguém que quer o seu bem.
Se você tem um (a) “amigo (a)” que não é assim... cuidado, não é amigo (a).

Um amigo de verdade, não te apóia quando você vai fazer algo que irá te prejudicar – ele (a) irá te dizer para não fazer. Já aquele que te incentiva para cometer um erro – não gosta de você, pois, não é bem intencionado, não quer o seu bem – logo não é seu amigo (a).

A Bíblia nos fala de amizades sinceras, vejamos dois exemplos:

Rute e Noemi – Rt 1.1-19.
Em meio aos distúrbios que pelos quais Noemi passou, ela e Rute desenvolveram uma amizade profunda e verdadeira. Suas culturas, seus históricos familiares, e idades eram muito diferentes. Como sogra e nora, provavelmente elas tiveram mais oportunidades para tensões do que para ternura e afeto. Mas a Bíblia nos diz que, “Rute se apegou a sua sogra.” (Rt 1.14 – ARC).

Elas compartilharam grandes tristezas, e um grande compromisso com Deus, e Rute nutria por Noemi um grande afeto, podemos ver isso em suas palavras:
“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada; me faça assim o SENHOR e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.”(Rt 1.16,17 - ARC).

Você fala de Jesus aos seus amigos? Sabia que falar abertamente de nossa comunhão com Deus pode trazer profundidade e intimidade para nossa comunhão com outras pessoas?
Desde a minha infância, tenho falado de minha fé e bênçãos que Deus me concede para meus amigos, e isso sempre aproximou mais as pessoas de mim. Gerando neles respeito e confiança, e sempre pedem orações.
Criamos laços mais fortes se formos verdadeiros com nossos amigos.

Foi isso que aconteceu com Rute e Noemi. Elas criaram uma amizade onde o maior laço era a fé em Deus, tinham um compromisso mútuo em que cada uma procurava fazer o melhor para a outra.
A amizade de Rute e Noemi estava baseada na benevolência, por essa razão vemos entre elas afeto, lealdade e compromisso, e vemos isso nitidamente em suas vidas:
·      Noemi pede a Deus que use de benevolência com sua nora (Rt 1.8);
·      Noemi louvou a Deus por sua benção sobre Rute (Rt 2.20);
·      Rute foi elogiada por sua benevolência (Rt 3.10).

Nós como servos de Deus temos a missão de construir amizades sólidas, que durem a vida inteira, e se estendam pela eternidade, estou falando de discípular nossos amigos (as), tornando-os servos de Deus, como Noemi fez com sua nora Rute.

Davi e Jônatas(1 Sm 18.1-4; 20.1-43)
Quando Davi e Jônatas se conheceram, logo se tornaram grandes amigos. Essa é uma das mais profundas e legitimas amizade registrada na Bíblia.
Eles fizeram um pacto de amizade, este pacto os unia em lealdade e em responsabilidades recíprocas, era um pacto em que prometiam que ambos cuidariam do bem-estar um do outro. Vejamos mais detalhadamente:
·      Eles basearam este pacto de amizade não somente em si, mas para com Deus;
·      Não permitiram que qualquer coisa se colocasse entre eles, nem mesmo interesses próprios;
·      Aproximaram-se ainda mais quando a amizade foi testada;
·      Permaneceram amigos até o fim.

Jônatas é um exemplo de lealdade. Apesar de o pacto ser um compromisso de ambas as partes, as circunstancias colocaram um peso maior sobre Jônatas, a amizade deles foi ainda mais fortalecida quando Saul atentou em tirar a vida de Davi. Jônatas permaneceu leal ao amigo, ajudando-o. E ainda o abençoou e juntos novamente renovaram o pacto de amizade, comprometendo-se a estendê-lo aos seus descendentes.

Amigo é aquele com quem podemos ser nós mesmos. Ser nós mesmos implica uma apresentação sem reservas e espontânea de si mesmo. Li certa vez que amigo é aquele com quem se pode pensar alto. Assim eram Davi e Jônatas.


As más companhias
Acima descrevemos amizades sinceras e leais. Isso não ocorre quando procuramos integrar-nos
à pessoas de índole e comportamento mau, as quais são denominadas de “má companhia”.
O apóstolo Paulo nos faz uma advertência: “Não vos enganeis: as más conversações (más companhias) corrompem os bons costumes”. (1Co 15.33).

Conversações no original quer dizer, associação, amizades e quando “certas amizades” corrompem os bons costumes, quer dizer que o relaxamento moral resulta em perdermos nossa educação, nossa formação, causando deficiências em nosso comportamento moral e doutrinário.

Professor (a) enfatize aos adolescentes que as más companhias influenciam sua conduta em direção ao mal, que eles não deixem que esse tipo de pessoa o afaste de Cristo, e o faça  entristecer seus pais, pois, nossos pais são nossos melhores amigos aqui da terra. Não devemos entristecê-los por causa de más companhias.

Na revista há vários exemplos de más companhias: os viciados, os homossexuais, as lésbicas, os agressivos, os imorais, etc., use como exemplo de pessoas com quem eles devem evitar apegar-se. Enfatizando a eles que, algumas amizades podem nos fazer sentir vontade de fazer coisas que desagradam a Deus, e às vezes, fazemos porque queremos conservar essas amizades. E que não devem jamais agir assim, pois, isso sempre trará tristezas aos seus pais e sofrimento a eles mesmos.

Conversas de sentido malicioso aparentemente inocente são nocivas e muitas vezes destroem nossa comunhão com Deus. Seja firme e preserve-se naquilo em que a Palavra de Deus nos ensina.
Não podemos nos enganar e achar que somos fortes o suficiente para não nos contaminarmos, pois se fosse assim a Palavra não nos alertaria sobre essa questão. O melhor a fazer é realmente vigiar. E não deixar-nos corromper em nossa fé e consequentemente em nossa conduta cristã, pois o resultado será muito triste.


Deus é seu melhor amigo
Como é UM VERDADEIRO AMIGO?
Deus É UM AMIGO INFALÍVEL
1. Ele nos consola quando estamos tristes.
2. Nos cura quando estamos doentes.
3. É o nosso companheiro quando estamos sozinhos.
4. Ele é, e quer o melhor para nós. Tudo que encontramos escrito em sua Palavra é para o nosso bem, pois ninguém tem amor amor por nós do que Quem entrega o próprio filho para morrer em nosso lugar. (Jo 3.16).
5. Nós é que necessitamos de sua companhia. Em nós há um sopro divino, e somente nos sentimos felizes quando O temos em nossas vidas, quando não, há um vazio, o qual nada preenche, nem dinheiro, nem fama, nada... somente Deus pode fazer-nos felizes e realizados..

João era amigo íntimo de Jesus, encostava-se ao seu peito, ouvia seus conselhos, sabia de seus segredos. Já pensou que maravilha?
Você também pode ter esse privilégio... tenha o SENHOR como seu amigo. Você poderá ter grandes amigos, mas nenhum é semelhante a Jesus, que está conosco 24 horas do dia. Sabe do seu coração, conhece seus pensamentos e sempre diz: “Não temas, eu estou contigo”.

“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho-vos chamado amigos” (Jo 15.13-15).


Conclusão
Existe uma grande diferença entre conhecer alguém, e ter um verdadeiro amigo. A maior evidência da verdadeira amizade é a lealdade e a benevolência. O verdadeiro “amigo que é mais chegado que um irmão” é aquele que em todo o tempo é o mesmo com você, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, mesmo quando a comunicação fica difícil ele (a) não te esquece.
Mas lembre-se o verdadeiro amigo quer o seu bem, jamais te aconselhará ou te induzirá a praticar coisas erradas e as escondidas. Tome cuidado!

Os cristãos precisam aprendem a disciplinar os comportamento externos e os sentimentos internos para se tornarem santos. Devemos relacionar-nos, porém, lembrando que somos “sal”, e como sal da terra, temos de “conservar” os bons hábitos, a fé, a moral.
Nossos pensamentos, palavras e ações, devem ser agradáveis à Deus, e como “sal”, devemos influenciar e não sermos influenciados. Lembrando que Noemi não se influenciou pela idolatria que Rute conhecia, mas levou sua nora a conhecer o Deus Vivo – façamos também assim.

A vida cristã envolve um compromisso genuíno e pessoal de obedecer a Palavra de Deus, e isso em toda e qualquer circunstancia.
As amizades, devem ser pautadas pela Palavra de Deus, a própria Bíblia nos adverte:
“Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”(Am 3.3 – ARC)
O próprio título de nossa lição diz: DIZ-ME COM QUEM ANDAS... e direi quem tu és.
Se você anda com quem age errado, é porque concorda com os atos dele.
“...que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”( 2 Co 6.14 – ARC)

Nosso comportamento deve ser de tal forma que, nossas vidas possam efetuar mudanças nas outras pessoas. E como mencionado acima: “Em vez de somente desejarmos ter um bom amigo, tornemos-nos um bom amigo”. Vivemos, pois de forma que possamos agradar o Senhor, que nos salvou. Amém.

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva
fonte  http://www.portalebd.org.br

1º Trim 2013 - Lição 3 - A longa seca sobre Israel I Plano de Aula

1º Trim 2013 - Lição 3 - A longa seca sobre Israel I Plano de AulaPORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2013
ELIAS E ELISEU - Um ministério de poder para toda a Igreja
COMENTARISTA: JOSÉ GONÇALVES
PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

PLANO DE AULA Nº 3
LIÇÃO Nº 3 – A LONGA SECA SOBRE ISRAEL
1º SLIDE  INTRODUÇÃO
- Na sequência de estudos sobre Elias e Eliseu, hoje estudaremos a seca de três anos e seis meses que foi profetizada por Elias quando de sua aparição.
- Neste período, Deus revelou-Se não só a Israel mas também ao profeta Elias como sendo o único e verdadeiro Deus, Aquele que tem absoluto controle sobre a natureza.
2º SLIDE
I – ELIAS ANUNCIA A SECA SOBRE ISRAEL
- O profeta Elias apresentou-se ao rei Acabe e anunciou que não iria chover nem cairia orvalho enquanto ele não proferisse uma nova palavra neste sentido..
- Esta afirmação de Elias não era fruto de sua simples imaginação ou vontade, mas uma permissão divina a um pedido anterior feito pelo profeta em oração (Tg.5:17).
3º SLIDE
- Elias, ao se apresentar ao rei, identificou-se como um servo de Deus, como um homem que gozava plena comunhão com o Senhor.
- O pedido do profeta visava única e exclusivamente a glória do Senhor, tinha como objetivo fazer o povo despertar para a realidade de que 0 Senhor era o único e verdadeiro Deus.
4º SLIDE
- Lições que a palavra profética de Elias nos deixa (I):
a) devemos ter plena confiança em Deus;
b) as primeiras palavras de um servo de Deus devem ser de adoração ao Senhor;
c) devemos sempre mostrar que só há um Deus e um Salvador;
5º SLIDE
- Lições que a palavra profética de Elias nos deixa (II):
d) somente seremos vasos nas mãos de Deus se estivermos em perfeita comunhão com Ele;
e) devemos agir sempre sob orientação divina, sabendo que Deus é o Senhor e nós, Seus servos;
6º SLIDE   II – ELIAS É SUSTENTADO PELOS CORVOS
- Depois de sua intensa e abrupta declaração, o profeta Elias sai de cena. Não devemos aparecer, mas, sim, fazer com que Cristo apareça em nós.
- Uma das características do servo de Deus é que ele é um instrumento para a glorificação do nome do Senhor, ou seja, vive neste mundo em função de glorificar o nome do Senhor e de fazer com que os outros homens também o façam(Mt.5:16).
7º SLIDE
- O Senhor mandou o profeta para o ribeiro de Querite, que estava diante do Jordão, na região de Gileade, a região de origem do profeta.
- Humilde e obedientemente, Elias retornou à sua região de origem, para ficar à margem de um ribeiro, em completo anonimato.
8º SLIDE
- Elias demonstrou plena confiança em Deus ao obedecer-Lhe, pois:
a) Querite era um rio temporário, que secaria com a falta de chuva;
b) Os corvos eram animais imundos e, portanto, esperar ser sustentado por eles contrariava, a um só tempo, a religiosidade e o raciocínio do profeta.
9º SLIDE
- A confiança de Elias era renovada diariamente, a cada momento. O ribeiro ia minguando dia após dia, mas Elias não saía dali.
- Duas vezes ao dia, os corvos, animais imundos, traziam pão e carne ao profeta, alimento puro. Dia após dia, o Senhor mostrava Seu pleno controle sobre a criação.
10º SLIDE
- A seca era tanto para Israel, quanto para o profeta, uma ocasião não de Deus castigar o Seu povo ou maltratá-lo, mas uma oportunidade que o Senhor dava para mostrar o Seu poder e a Sua existência, como também uma demonstração inequívoca de que Baal nada era, apenas uma invenção da imaginação humana.
- Elias aprendeu a viver dia após dia, asism como Jesus quer que vivamos (Mt.6:34).
11º SLIDE
- Elias experimentou esta Providência Divina, foi sustentado diariamente pelo Senhor, impossibilitado que estava de trabalhar.
- Elia nem sabia, mas, neste mesmo período, estava sendo escondido por Deus, pois o rei Acabe, quando percebeu que, realmente, a palavra do profeta estava se cumprindo, mandou que o fossem buscar em todo o mundo (cf. I Rs.18:10).
12º SLIDE
- Elias permaneceu à beira do Querite até que Deus o mandou sair dali (I Rs.17:7).
- A palavra do profeta também o havia apanhado. Ele não estava imune da sua própria profecia.
13º SLIDE  III – ELIAS E OS SERVOS DO SENHOR SÃO GUARDADOS POR DEUS
- Enquanto Elias era ensinado na “escola do Querite”, a seca avançava sobre todo Israel e até fora de Israel.
- Ao mesmo tempo em que Acabe mandou procurar Elias, ao notar que a profecia dele estava se cumprindo, o rei não titubeou em fazer a vontade de Jezabel, que quis destruir os profetas do Senhor (I Rs.18:4).
14º SLIDE
- A apostasia espiritual sempre traz consigo a perseguição aos genuínos e autênticos servos do Senhor.
- Elias, que de tudo estava alheio durante o período da seca, ficou também sabendo, por intermédio de Obadias, que Deus não só o protegeu, mas também a cem profetas, sustentando-os em duas covas com pão e água durante todo o período da estiagem.
15º SLIDE
- Para Elias, Deus usou de corvos e de um ribeiro; para os demais profetas, usou do próprio mordomo do rei.
- Não era o distanciamento físico de Elias que o tornava um homem de Deus, um servo obediente do Senhor. Obadias estava em pleno palácio de Acabe e de Jezabel, ocupava uma importante posição na corte, mas, nem por isso, deixou-se contaminar com o culto a Baal e com a apostasia espiritual, sendo, a um só tempo, “mordomo do rei” e um homem que “temia muito ao Senhor”.
16º SLIDE  IV - O POVO DE ISRAEL PASSA FOME DURANTE A LONGA SECA
- Enquanto Elias e os cem profetas haviam sido devidamente sustentados pelo Senhor durante o período da estiagem, a Bíblia diz que “a fome era extrema em Samaria” (I Rs.18:2 “in fine”).
- O povo de Israel não teve a mesma sorte dos profetas. Sobre eles, a seca significou fome e sede. A situação, diz-nos o Senhor Jesus, era de “grande fome” (Lc.4:25).
17º SLIDE
- Por que Deus deixou o povo de Israel passar esta situação? A seca tinha um propósito pedagógico e, pelas mesmas razões pelas quais Deus sustentou Seus profetas, também fez com que o povo de Israel passasse necessidades.
- O povo de Israel somente aprenderia que Baal não é deus se houvesse fome e sede, desmistificando a crença de que Baal era o responsável pela prosperidade material do povo.
18º SLIDE
- O Senhor não agiu com acepção de pessoas, não privilegiou Seus profetas em detrimento dos demais israelitas, mas estava a tratar com todos, de forma a que todos pudessem entender quem era Deus e que Ele tinha o controle sobre toda a natureza, que Ele era o Criador e sustentador de todas as coisas.
- Apesar de toda a demonstração que o povo tivera de que Baal não era deus coisa nenhuma, que não tinha qualquer controle sobre as chuvas e de que a palavra de Elias estava a prevalecer, sem chuva nem orvalho desde sua declaração, o fato é que ainda o povo ficou a vacilar, ficando em dúvida se Deus e Baal coexistiriam ou se somente o Senhor era Deus (I Rs.18:21).
19º SLIDE
- Durante a longa seca, Elias foi tratado como “o perturbador de Israel” (I Rs.18:17).
- Contra esta injusta imputação, Elias mostrou quem era o perturbador de Israel – Acabe e toda a sua casa, por terem deixado os mandamento do Senhor e servido a Baalim (I Rs.18:18).
20º SLIDE   V – APLICAÇÕES BÍBLICAS DA LONGA SECA SOBRE ISRAEL
- Este período de estiagem que ocorreu sobre Israel, período de três anos e seis meses (Lc.4:25; Tg.5:17), é figura de dois outros períodos, a saber:
a) o ministério terreno de Jesus Cristo;
b) a primeira metade da Grande Tribulação.
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISC
fonte http://www.portalebd.org.br

1º Trim 2013 - Lição 3 - A longa seca sobre Israel I

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2013
ELIAS E ELISEU - Um ministério de poder para toda a Igreja
COMENTARISTA: JOSÉ GONÇALVES
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                                                                                                          


LIÇÃO Nº 3 – A LONGA SECA SOBRE ISRAEL
                                               Os três anos e seis meses de seca sobre Israel revelaram a divindade do Senhor não só para Israel mas para o próprio profeta Elias                       
 
INTRODUÇÃO
- Na sequência de estudos sobre Elias e Eliseu, hoje estudaremos a seca de três anos e seis meses que foi profetizada por Elias quando de sua aparição.
- Neste período, Deus revelou-Se não só a Israel mas também ao profeta Elias como sendo o único e verdadeiro Deus, Aquele que tem absoluto controle sobre a natureza.
I – ELIAS ANUNCIA A SECA SOBRE ISRAEL
- Continuamos o estudo dos ministérios dos profetas Elias e Eliseu e, na presente lição, estudaremos o período de três anos e seis meses em que não choveu sobre Israel conforme o dito do profeta Elias no instante em que surgiu perante o povo de Israel e proferiu a sua palavra (I Rs.17:1).
- Conforme vimos na lição anterior, o profeta Elias apresentou-se ao rei Acabe e anunciou que não iria chover nem cairia orvalho enquanto ele não proferisse uma nova palavra neste sentido. Em outras palavras: o profeta anunciava que “estava fechando o céu até segunda ordem”.
- Esta afirmação de Elias não era fruto de sua simples imaginação ou vontade. Quando lemos a epístola de Tiago, somos informados de que este gesto do profeta foi efeito de um pedido seu ao Senhor. Com efeito, antes de anunciar publicamente a falta de chuva e de orvalho, o profeta havia pedido a Deus que isto fosse feito (Tg.5:17).
- Elias, ao se apresentar ao rei, disse que era alguém que estava “perante a face do Senhor”, ou seja, identificou-se como um servo de Deus, como um homem que gozava plena comunhão com o Senhor, um homem, como vimos na lição anterior, que prezava pela oração e pela meditação nas Escrituras, vivendo, com consequência disto, em “isolamento profético”, ou seja, distante de toda a apostasia espiritual que experimentava a sua nação.
- Inconformado com os rumos seguidos por Israel, o profeta, zeloso que era não só de sua vida espiritual mas do próprio povo, iniciou seu pedido a Deus para que fosse impedida a chuva e o orvalho sobre a nação, a fim de que o povo compreendesse que só o Senhor era o único e verdadeiro Deus, não passando de mentira a ideia de que a natureza era controlada por Baal, a divindade cuja adoração se tornara oficial com a vinda de Jezabel a Israel.
- O pedido do profeta, portanto, visava única e exclusivamente a glória do Senhor, tinha como objetivo fazer o povo despertar para a realidade de que 0 Senhor era o único e verdadeiro Deus, e isto, segundo pensou o profeta, seria demonstrado quando o Senhor, num gesto público, determinasse que não mais se chovesse ou caísse orvalho durante “anos”. Assim, o povo, em sua adoração a Baal, veria que não era Baal, mas, sim, o Senhor quem controlava a natureza.
- O profeta, ao fazer tal pedido, demonstrava a sua plena confiança em Deus. Sabia, tinha convicção de que o único Deus era o Senhor e que, portanto, era o Senhor e não Baal quem tinha controle sobre a natureza, sobre o ciclo das águas, criação sua que era. Tinha ele plena certeza de que todas as coisas tinham sido criadas pelo Senhor (Gn.1:1) e que os ídolos nada significavam, nada eram (I Co.8:4), pois o único Autoexistente era o Senhor, que, aliás, desta forma Se identificara para Moisés (Ex.3:14).
- Nos dias em que vivemos, não pode ser diferente. Todos os que estão em comunhão com o Senhor têm de ter esta mesma convicção, esta mesma certeza de que só o Senhor é Deus, que só Ele é a Verdade (Jr.10:10), nada significando, nada sendo tudo quanto tem sido inventado pelo homem, inclusive na falsamente chamada ciência (I Tm.6:20).
- Vivemos dias em que, a exemplo do que ocorria nos dias de Elias, em que as invencionices da mitologia fenícia adquiria ares de “verdade” para o povo de Israel, também muitas outras criações da imaginação humana têm sido adotadas pelos que cristãos se dizem ser como sendo “verdades”, apesar de serem frontalmente contrárias ao que ensina a Bíblia Sagrada, esta, sim, a única verdade absoluta existente (Jo.17:17).
- A exemplo de Elias, temos de confiar naquilo que diz o Senhor, naquilo que Ele revelou em Sua Palavra, não nos deixando abalar pelas ideologias e pensamentos trazidos por incrédulos e que têm sido, lamentavelmente, acolhidos e assumidos por muitos que cristãos se dizem ser. Deus é a verdade, Sua Palavra é a verdade e somente na verdade é que devemos confiar e crer. Lembremos do que diz o apóstolo Paulo: “Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade” (II Co.13:8).
- Assim é que, nos dias em que vivemos, há aqueles que não mais creem que Deus criou todas as coisas, influenciados que estão pela teoria evolucionista. Há, também, aqueles que já não mais creem que Deus criou homem e mulher, admitindo a existências de “outros gêneros” (não usam sequer a palavra “sexo”, que também foi abolida por estes inventores de males), assumindo assim as “histórias da carochinha” trazidas pelo movimento homossexual. Já há, mesmo, aqueles que não creem sequer na verdade, renegando a própria inspiração divina da Bíblia Sagrada, fazendo coro aos adeptos do relativismo moral e ético. Irmãos amados, sejamos como Elias, crendo e confiando única e exclusivamente no Senhor!
fonte  http://www.portalebd.org.br

LIÇÃO 3, A LONGA SECA SOBRE ISRAEL


LIÇÃO 3, A LONGA SECA SOBRE ISRAEL 
LIÇÕES BÍBLICAS - 1º Trimestre de 2013 - CPAD - Para jovens e adultos
Tema: Elias e Eliseu um Ministério de Poder para toda a Igreja.
Comentário: Pr. José Gonçalves
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

QUESTIONÁRIO
NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm  
 
 
TEXTO ÁUREO 
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra"  (2 Cr 7.14). 
 
 
VERDADE PRÁTICA 
A longa seca sobre Israel teve como objetivos disciplinar e demonstrar a soberania divina sobre os homens.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – 1 Rs 18.21 O que motivou a estiagem
Terça – 1 Rs 18.2 As consequências da estiagem
Quarta – 1 Rs 18.39 As lições deixadas pela estiagem
Quinta – 17.4; 18.13 As provisões de DEUS durante a estiagem
Sexta – 1 Rs 17.1; 18.1 O lugar da profecia na estiagem
Sábado – Tg 5.17,18 A soberania de DEUS na estiagem 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Reis 18.1-8
1 E sucedeu que, depois de muitos dias, a palavra do SENHOR veio a Elias no terceiro ano, dizendo: Vai e mostra-te a Acabe, porque darei chuva sobre a terra. 2 E foi Elias mostrar-se a Acabe; e a fome era extrema em Samaria. 3 E Acabe chamou a Obadias, o mordomo. (Obadias temia muito ao SENHOR, 4 porque sucedeu que, destruindo Jezabel os profetas do SENHOR, Obadias tomou cem profetas, e de cinqüenta em cinqüenta os escondeu, numa cova, e os sustentou com pão e água.) 5 E disse Acabe a Obadias: Vai pela terra a todas as fontes de água e a todos os rios; pode ser que achemos erva, para que em vida conservemos os cavalos e mulas e não estejamos privados dos animais. 6 E repartiram entre si a terra, para passarem por ela; Acabe foi à parte por um caminho, e Obadias também foi à parte por outro caminho. 7 Estando, pois, Obadias já em caminho, eis que Elias o encontrou; e, conhecendo-o ele, prostrou-se sobre o seu rosto e disse: És tu o meu senhor Elias? 8 E disse-lhe ele: Eu sou; vai e dize a teu senhor: Eis que aqui está Elias.
 
 
 
Observações minhas:
DEUS, para exercer seu juízo sobre a idolatria de Israel, precisava tomar algumas providências:
1- Provar que ELE era maior que Baal, Asera, Moloque, ou outro deus qualquer adorado agora por aqueles deveriam adorá-Lo.
2- Livrar seu servo Elias e os fiéis restantes dos juízos que viriam sobre aquela terra (100 profetas que Obadias sustentou e os 7.000 que não dobraram seus joelhos a Baal).
3- Precisava fazer com que o povo comparasse entre os deuses da terra e ELE.
4- Precisava alimentar e cuidar de Elias para que ele pudesse ser usado para demonstrar ao povo a superioridade de DEUS em relação aos outros deuses, matasse os falsos profetas de Baal e de Asera e que desse fim ao castigo.
Seca é um período longo sem chuvas e aqui no caso sem orvalho também, o que é mais grave ainda; bem diferente de estiagem que é um curto período sem chuvas. Aqui nessa lição (entre cap. 17 e cap. 18) vemos um período de 3 anos e 6 meses sem chuvas e sem orvalho - Em 1 Rs 17.1 Elias não sabia de antemão quanto tempo duraria a seca e disse: "nestes anos". - Lucas 4.15 "três anos e seis meses"- Tiago também nos revela quanto tempo durou a seca, Tg 5.17 - "três anos e seis meses não choveu sobre a terra". JESUS teve um período igual de ministério para revelar DEUS entre os homens. Também esse período foi recheado de Milagres e demonstração de superioridade do poder de DEUS sobre o poder de Satanás. Na grande tribulação haverá também um período de três anos e meio para que Satanás engane as nações e três anos e seis meses para que DEUS envie seu juízo sobre os homens que não o reconheceram como DEUS e se deixaram enganar por satanás e seus asseclas.
Essa seca não é um fenômeno metereológico (fenômeno natural), mas um fenômeno sobrenatural, era um milagre, era juízo de DEUS sobre os deuses adorados pelos israelitas, revelando sua superioridade sobre todos e quaisquer deuses criados pela imaginação humana.
A mitologia fenícia sobre Baal dizia que ele controlava as estações e que morria no início do inverno e após um ano ressuscitava, na primavera - agora com uma seca de três anos e meio estava mais do que provado que Baal não era deus nada e nem tinha poder sobre as colheitas e sobre as chuvas e muito menos sobre a vida.
A didática de DEUS muitas vezes vem através de meios que para nós é muito duro e além de nosso entendimento. Muito provavelmente muitas crianças, velhos e enfermos morreram durante esse período. Esse juízo é ao mesmo disciplinar e corretivo, pois vem seguido de arrependimento e aprendizado.
O povo agradecia ao deus Baal pelas chuvas, pelas lavouras, pelo gado, pelas colheitas e até pela saúde. DEUS mostrou que nada disso era dado por Baal, mas tudo concedido pela garça e amor de DEUS (JEOVÁ) para com seu povo.
A revelação material de DEUS é mais susceptível ao homem do que sua revelação espiritual, por isso o sentir e o ver (sinais e prodígios e milagres) produz mais para o reino de DEUS do que apenas as palavras faladas (é o que nos revela Atos dos apóstolos).
O povo sentiu na pele e no bolso os efeitos de sua escolha errada. Apesar do povo estar em dúvida sobre qual DEUS seguir, optavam pelo deus que seus líderes seguiam para que não fossem excluídos das benevolências do reino e da sociedade em que viviam. O povo queria seguir o DEUS verdadeiro, mas aceitavam o deus falso pois já estavam vivendo com dois ou mais deuses em seus corações.
DEUS é o DEUS de provisão (Jeová Jireh) - DEUS cuida de Elias e também dos profetas que Obadias alimentou e além desses os 7.000 que não se dobraram diante de Baal.
Aqui vemos um combate direto de DEUS contra Satanás. Satanás usando como instrumentos o rei Acabe, sua esposa Jezabel e seus 850 profetas falsos (400 de Asera e 450 de Baal). DEUS usando como instrumento o profeta Elias.
Elias deu uma demonstração de fé na Palavra de DEUS quando acreditou que passariam anos sem chuva - aquele que quer ser servo de DEUS precisa crer no sobrenatural, no impossível se tornando possível. "Sem fé é impossível agradar a DEUS" (Hb 11.6).
DEUS envia Elias para sua Terra enquando Acabe e Jezabel o procuravam por todos ops países do mundo, pois o único lugar onde nunca o procurariam era exatamente em sua própria terra (só um louco se esconderia em sua Terra para se esconder de seus inimigos - "a sabedoria de DEUS é loucura para os homens").
Fim do juízo, da correção, da disciplina - Elias é enviado a acabe com a notícia das chuvas abundantes que estavam chegando - Teve que orar, interceder e crer no milagre das chuvas agora.
 
Baal é descrito como um deus semita e era adorado pelos Cananeus e Fenícios. Baal significa "O Senhor", que deliberou sobre o alto deuses montados sobre o santo monte do céu. Baal era principalmente um deus do sol, chuva, trovões, fertilidade e da agricultura e, em algum momento, ele ultrapassa o deus da água, Yam. Baal é o filho do deus Dagan ou Dagon, outro deus Cananeu semita. Foi este "deus do grão", que permitiu a ser Baal renascido. Originalmente, o deus semita Hadad - também chamado de Baal - foi venerado por Arameus que trouxeram o seu culto a outras partes do Mediterrâneo. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Baal_%28dem%C3%B3nio%29-acesso em 15-01-2013).
 
Alguns acreditavam que esse deus morria no inverno e ressuscitava na primavera, outros que ele era dominado por outro deus que o soltava na primavera.
 
Comentário Crítico e Explicativo da Bíblia
Robert Jamieson, A. R. Fausset , David Brown
Traduzido por Oliveira, José Roberto
 
CAPÍTULO 17
1. Elias tisbita o - Este profeta é introduzido tão abruptamente como Melquisedeque.
disse a Acabe: - O fracasso dos esforços de Elias para fazer uma impressão sobre o coração obstinado de Acabe é mostrado pela previsão penal proferida na despedida.
diante de quem eu estou - isto é, a quem sirvo (Deuteronômio 18:05 ).
não haverá orvalho nem chuva nestes anos - não absolutamente, mas o orvalho e a chuva não cairia nas quantidades habituais e necessárias. Essa suspensão de umidade foi suficiente para responder às finalidades corretivas de DEUS, enquanto uma seca absoluta teria convertido todo o país em um desperdício inabitável.
mas segundo a minha palavra - não proferiu, a despeito, vingança ou capricho, mas como a ministro de DEUS. A calamidade iminente foi em resposta à sua oração sincera, e um castigo destinado ao renascimento espiritual de Israel. Seca foi o castigo merecido pela idolatria nacional ( Deuteronômio 11:16,17; 28:23 ).
2, 3. a palavra do Senhor veio a ele, dizendo: Retira-te daqui, e virar-te para o leste, No início, o rei pode ter rejeitado a previsão de Elias, mas quando viu que a seca durava e aumentava em gravidade, ele procurou por Elias, que, como era necessário, foi afastado de qualquer violência ou importunações do rei. Elias foi divinamente dirigido para se esconder em um lugar de retiro, talvez uma caverna próxima "ao ribeiro de Querite , isto é, a leste do Jordão. A Tradição aponta para uma torrente de inverno pequeno, um pouco abaixo do vau em Beth-shan.
6. os corvos lhe traziam pão - A idéia de tais aves impuras e vorazes sendo empregadas para alimentar o profeta apareceram a muitos tão estranho que eles têm trabalhado para fazer o Orebim, que na nossa versão tenha sido traduzido como "corvos", a ser como a palavra é usada (em Ezequiel) "comerciantes", ou árabes (2 Crônicas 21:16 , Neemias 4:07 ), ou, os cidadãos de Arabá, perto de Beth-shan (Josué 15:6 , 18:18 ). Mas a tradução comum é, em nossa opinião, de preferência a estas conjecturas. E, se Elias foi miraculosamente alimentado por corvos, é inútil perguntar onde encontrou o pão e a carne, pois DEUS iria dirigi-los. Decorrido o prazo de um ano, o ribeiro secou, e este foi um novo julgamento para a fé de Elias.
1 Reis 17:8-16 . Ele é enviado a uma viúva de Sarepta. (veremos na próxima lição)
CAPÍTULO 18
1 Reis 18:1-16 . Elias encontra Obadias.
1. o terceiro ano - No Novo Testamento, é dito que não havia chuva "para o espaço de três anos e seis meses" [Tiago 5:17 ]. A primeira chuva caiu em nosso março, a chuva serôdia em nosso Outubro. Embora Acabe, no início, possa ter ridicularizado o anúncio de Elias, no entanto, quando nenhuma dessas chuvas caíram em sua época, ele ficou furioso contra o profeta julgando-o como a causa da ruína nacional.
Com a direção de DEUS, Elias foi conduzido em segurança em na fuga dali. Já tinham se passado seis meses depois que o rei foi informado de que não haveria nem orvalho nem chuva, e a partir deste período, mais três anos nesta passagem são computados.
Vai, mostra-te a Acabe: - O rei permaneceu obstinado e impenitente. Outra oportunidade de arrependimento lhe foi oferecida e Elias foi enviado para declarar-lhe a causa da destruição nacional, e prometer-lhe, na condição de seu arrependimento, a bênção imediata de chuva.
2. Elias foi - uma prova maravilhosa da intrepidez natural deste profeta, de sua coragem moral, e sua confiança inabalável no cuidado protetor de DEUS é que ele aventurou-se a abordar a presença do leão feroz (Acabe).
há fome era extrema em Samaria - Elias descobriu que a fome foi apertando com gravidade intensa na capital. O milho deve ter sido obtido para alimentar o povo no Egito e também nos países vizinhos, senão a vida não poderia ter sido sustentada por três anos. Era tão grave a seca que Acabe, com seu mordomo (Obadias) para dar uma busca pessoal de pastagens para seu gado antes que os mesmos morressem de fome. Nas margens dos riachos, grama, brotos tenros de grama, pode ser naturalmente esperado, mas com a falta de água, a verdura desapareceu. Devido à grande extensão do país, Acabe foi para um distrito e Obadias para outro.
3. Obadias temia ao Senhor grandemente - Embora ele não seguisse o rumo tomado pelos levitas e a maioria dos israelitas piedosos da época da emigração em Judá (2 Crônicas 11:13-16), ele era um adorador secreto e sincero. Ele provavelmente considerava o caráter violento do governo de Acabe e Jezabel, por isso fazia o que podia de bom para as pessoas de DEUS que eram perseguidas.
4. cem profetas - homens dotados dos dons extraordinários do ofício profético e que se dedicavam ao serviço de DEUS, pregando, orando, louvando. (1 Samuel 10:10-12 ).
os alimentou com pão e água - Estes alimentos são freqüentemente usados para o sustento de qualquer tipo de pessoa pobre naquela região. Este socorro foi dado a eles em situação de alto risco de vida para Obadias. isso era uma grande prova de sua ligação com a verdadeira religião.
 
RIBEIRO
cheimarrhos (xeIMappoc), literalmente, “curso d'água de inverno” (formado de cheitna. “inverno”, e rheo, “fluir’*), curso d'água que so corre no invemo ou quando avultado com chuvas, “ribeiro” Jo 18.1
 
 
Em 1 Rs 18.18 DEIXASTES OS MANDAMENTOS DO SENHOR. O modo corajoso de Elias falar a Acabe e denunciar a impiedade de Israel fez dele um profeta exemplar, e a pessoa mais qualificada para ser o protótipo do precursor do Senhor JESUS CRISTO (cf. Ml 4.5,6; Lc 1.17).
(1) Era um verdadeiro "homem de DEUS" (17.24), que falava, não para agradar às multidões, mas como um servo fiel de DEUS (cf. Gl 1.10; 1 Ts 2.4; ver Lc 1.17).
(2) Assim como Elias foi chamado para mostrar quem é o verdadeiro DEUS de Israel, todos os ministros do novo concerto são chamados para defender o evangelho de CRISTO contra distorções, transigência com o mal e desvio doutrinário (ver Fp 1.17; Jd v. 3).
 
Em 1 Rs 18.42 ELIAS... METEU O SEU ROSTO ENTRE OS SEUS JOELHOS. De Elias, o NT cita sua fé e oração perseverante como exemplo e estímulo para o povo salvo, no tocante ao poder da oração (Tg 5.18). A oração de Elias era: (1) a oração de um justo (Tg 5.16; cf. Sl 66.18), (2) a oração de um homem, de natureza humana semelhante à nossa (Tg 5.17), (3) a oração da fé, sincera e persistente (vv. 18.42-44; Tg 5.17; cf. Mt 21.21,22; Mc 9.23; Lc 18.1; Ef 6.18; Hb 11.6), e (4) a oração de muita eficácia (v. 45; Tg 5.16,17)
Em 1 Rs 18.43 TORNA LÁ SETE VEZES. O número sete nas Escrituras, simboliza algo integral e completo. Neste capítulo Elias entregou-se a uma intercessão completa, sob três aspectos:
(1) intercedeu para restaurar o altar e a honra de DEUS na terra (vv. 21,24,30-39);
(2) intercedeu, travando uma guerra espiritual contra a falsa religião e culto de Baal e Asera (vv. 19,27,40); e
(3) intercedeu com DEUS, em oração intensa e persistente, suplicando chuva copiosa (vv. 41-46). Visto que o AT compara o derramamento do ESPÍRITO com o derramamento de chuva (e.g., Os 6.1-3; Jl 2.23-29), o confronto de Elias com o baalismo ilustra os três tipos principais de intercessão que devem caracterizar a oração intercessória do povo de DEUS:
(1) intercessão pela restauração da glória e honra de DEUS e por um avivamento espiritual entre o seu povo;
(2) intercessão pela guerra espiritual contra as fortalezas demoníacas; e
(3) intercessão pela sequidão espiritual, para que ela seja tragada pelo derramamento do ESPÍRITO de DEUS e pelo despertamento espiritual.
 
 
A Provisão de DEUS na Vida do Profeta Elias
Autoria / Fonte: William Watterson
Elias foi um dos mais destacados servos de DEUS mencionados no Velho Testamento, um daqueles que teve o privilégio de aparecer no monte da Transfiguração (Mateus 17:3). Ele testificou de DEUS no meio da idolatria, enfrentando o rei de Israel, a rainha Jezabel, os 450 profetas de Baal e os 400 profetas do poste-ídolo Asera (I Reis cap. 18); ele orou a DEUS, e não choveu naquela terra por três anos e seis meses! Um super-homem? Não; “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tiago 5:17).
De onde vinha, então, o seu poder? A resposta é clara: ele dependia do Senhor. Ele confiou, não em si mesmo, mas na força do Senhor, e DEUS pôde operar através do Seu servo. DEUS é quem o fortalecia (I Reis 18:46), e também foi DEUS quem cuidou dele durante o seu ministério. Em três ocasiões diferentes, o Senhor providenciou alimento de forma milagrosa para Elias, alimento indispensável para que ele pudesse continuar testemunhando do Senhor: Junto ao ribeiro de Querite (I Reis 17:5,6), na casa da viúva de Sarepta (17:9) e no deserto (19:4-7). DEUS pode prover plenamente todas as nossas necessidades.
Vamos analisar só a primeira oportunidade em que o Senhor, por meio de milagres, providenciou alimento material para Seu servo.
Junto à torrente de Querite, fronteira ao Jordão (I Reis 17:1-6)
Note bem o contexto em que Elias se encontrava. O rei Acabe, diz a Bíblia, “fez … o que era mau perante o Senhor, mais do que todos os que foram antes dele” (I Reis 16:30), trazendo a idolatria para Samaria e Israel, edificando um altar e uma casa para Baal em Samaria, fazendo “muito mais para irritar ao Senhor DEUS de Israel do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (16:33). Em 16:34 lemos que foi nesses dias que Jericó foi reedificada. Jericó nos fala daquelas coisas que tentam impedir o progresso do plano de DEUS, e devem ser destruídas. DEUS, através de Josué,  havia amaldiçoado aquela cidade, dizendo que ela nunca deveria ser reconstruída (Josué 6:26); mas eis um homem, Hiel, o betelita, desafiando o Todo Poderoso.
Então, Elias…” (17:1). Foi neste cenário que Elias começou a testemunhar. Quando o povo se prostituia com os ídolos, quando a cidade que DEUS amaldiçoara estava sendo reconstruída, “então Elias” enfrentou a Acabe e a todo este sistema pecaminoso.
DEUS, vendo a sua fidelidade, lhe disse: “Retira-te daqui, vai para a banda do Oriente, e esconde-te junto à torrente de Querite … E ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem”. Elias era o Tesbita (que significa “cativo”); DEUS queria que ele fosse para Querite (que significa “separação, alienação”). DEUS não queria um profeta cativo daquele sistema religioso idólatra, mas um servo que estivesse disposto a partir para um lugar de separação. E “ali mesmo” (não em qualquer outro lugar, mas ali mesmo), DEUS iria lhe providenciar alimento.
Irmãos, este continua sendo o desejo de DEUS. Ele nos diz: “Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras, e Eu vos receberei” (II Cor. 6:17-18). E outra vez: “Retirai-vos, retirai-vos, saí de lá, não toqueis coisa imunda; saí do meio dela; … Porque o Senhor irá adiante de vós, e o DEUS de Israel será a vossa retaguarda” (Isaías 52:11-12). “Saiamos, pois, a Ele, fora do arraial, levando o Seu vitupério” (Heb 13:13). “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de DEUS? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo, constitui-se inimigo de DEUS” (Tiago 4:4). A separação foi a primeira obra que DEUS realizou na Criação (separando a luz, as águas, e a terra das águas, para somente depois criar luzeiros e povoar tanto as águas quanto a terra), e é uma das primeiras exigências que DEUS faz aos Seus filhos. Só pode ser usado por DEUS aquele que se separa para DEUS. Para que possamos experimentar a provisão de DEUS nas nossas vidas espirituais, é necessário sair fora do arraial, separando-nos de tudo que este mundo (material e religioso) representa.
Elias teve fé, deixou Samaria, foi para Querite, o lugar de separação, e DEUS o sustentou com a água daquele lugar e com a comida que os corvos lhe traziam. Que milagre impressionante! Corvos trazendo pão e carne duas vezes ao dia para Elias! Só mesmo o poder de DEUS poderia efetuar isto.
Este milagre, porém, só ocorreu porque Elias confiou no Senhor, indo para um lugar deserto na certeza de que o seu DEUS poderia sustê-lo. Veja que exemplo de dependência. Um servo menos fiel poderia ter entrado em contato com Obadias, o mordomo do rei, que já havia escondido e sustentado a 100 profetas (I Reis 18:4), e pedido ajuda a ele. Afinal, “Obadias temia muito ao Senhor” (18:3), era um discípulo também; porque não falar com Obadias, “só para garantir”? Elias, porém, possuía a maior de todas as garantias — a palavra do Senhor! Ele sabia que não estava dependendo de Obadias, nem de qualquer outro servo; ele confiava no próprio DEUS para o seu sustento. Ele sabia que o seu DEUS, o Criador dos céus e da terra, Aquele que cuida dos pássaros e dos lírios, tinha poder para cuidar dele também.
Mas, e hoje em dia? Será que este poder tem diminuído? É claro que não; seria blasfêmia pensar desta maneira. O que acontece hoje em dia é que a nossa visão do poder de DEUS é bem menor. DEUS ainda deseja que os seus servos se dirijam à Querite, sendo separados (e esta separação é exigida de todo filho de DEUS, não só dos “obreiros”). DEUS ainda está disposto a nos sustentar “ali mesmo”, através do Seu poder divino. Mas nós temos achado um meio caminho: queremos ir à Querite, mas insistimos em deixar alguém em Samaria para nos sustentar. Achamos que é necessário criar organizações humanas para poder servir ao Senhor, esquecendo que, se Ele nos chamou, é claro que Ele irá nos sustentar.
Meu irmão, minha irmã, pare e pense um pouco na sua atitude. Você está dependendo unicamente do Senhor, ou você ainda hesita em deixar aquela aparente segurança que sistemas humanos (por mais louváveis que sejam nas suas intenções) lhe proporcionam? Você teria coragem de partir para um lugar distante, sem avisar a nenhum “Obadias”, assim que o seu Senhor lhe chamasse? O cético diria: “É loucura! Você vai morrer de fome!”. Mas ouça o que a Bíblia nos diz: “Temei ao Senhor, vós, os Seus santos, pois nada falta aos que o temem. Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam ao Senhor bem nenhum lhes faltará” (Salmo 34:9-10). Iremos nós, quer por palavras, quer por atitudes, duvidar da Palavra e do poder de DEUS? Que possamos ter mais fé: “Retira-te daqui, vai … para junto à torrente de Querite,… E ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem”. “Separai-vos, diz o Senhor; e Eu vos receberei” (II Cor. 6:17-18).”Retirai-vos, saí de lá, … Porque o Senhor irá adiante de vós, e o DEUS de Israel será a vossa retaguarda” (Isaías 52:11-12).
Em Querite, então, vemos como o Senhor sustentou Seu servo quando este estava disposto a se separar para o Senhor. Se obedecermos ao nosso DEUS, jamais nos faltará o necessário. Mas Elias, além de ser sustentado quando sua fé foi evidenciada, também foi fortalecido por DEUS quando sua fé foi provada e quando sua fé enfraqueceu.
 
 
INTERAÇÃO
"Faze-nos regressar outra vez do cativeiro, SENHOR, como as correntes do Sul [como as torrentes no Neguebe - ARA]". Esta é uma porção do Salmo 126. O povo de Israel está alegre por ter sido liberto do cativeiro através do decreto do rei Ciro. Então, eles se lembraram de Jerusalém. Muros caídos e Templo em escombros, por isso clamaram: "Faze-nos regressar outra vez do cativeiro, SENHOR." A imagem que eles tinham era a da região do Neguebe que todo o ano ficava em sequidão. Mas pelo menos uma vez por ano havia chuvas torrenciais e a região enchia-se de águas. Logo após, o rio no Neguebe baixava e começavam brotar flores. O deserto tornava-se pastos verdejantes. Então, o povo pede em canção: Restaura-nos "como as torrentes no Neguebe (ARA)". Professor, DEUS pode mudar a nossa sorte e transformar o nosso "deserto" em jardim florido.
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar o porquê da longa estiagem.  
Relatar as consequências e lições deixadas pela seca. 
Conscientizar-se de que DEUS é soberano. 
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 
Prezado professor, para iniciar a lição de hoje é importante conceituar o fenômeno da estiagem ou seca. Reproduza na lousa o seguinte esquema: (1) conceito;  (2) diferença: (1) Explique que a seca ou estiagem é um fenômeno do clima, causado pela insuficiência de chuva por um período bem longo. No entanto (2) há uma diferença entre seca e estiagem. Estiagem é um fenômeno climático que ocorre num intervalo de tempo, já a seca é permanente.
 
RESUMO DA LIÇÃO 3, A LONGA SECA SOBRE ISRAEL 
I. O PORQUÊ DA SECA 
1. Disciplinar a nação.
2. Revelar a divindade verdadeira.
II. OS EFEITOS DA SECA 
1. Escassez e fome.
2. Endurecimento ou arrependimento.
III. A PROVISÃO DIVINA NA SECA 
1. Provisão pessoal.
2. Provisão coletiva.
IV. AS LIÇÕES DEIXADAS PELA SECA 
1. A majestade divina. 
2. O pecado tem o seu custo.
 
SINÓPSE DO TÓPICO (1) - Havia dois motivos majoritários para o porquê da seca: disciplinar a nação e revelar o DEUS verdadeiro. 
SINÓPSE DO TÓPICO (2) - Numa esfera material a seca provocou escassez e fome. Mas, do ponto de vista espiritual, arrependimento para o povo e endurecimento para os nobres 
SINÓPSE DO TÓPICO (3) - DEUS mandou provisão para os profetas em duas perspectivas: pessoal, ao profeta Elias e coletiva, aos cem outros profetas. 
SINÓPSE DO TÓPICO (4) - A estiagem em Israel deixou duas grandes lições: a primeira é que DEUS é majestoso e soberano. A segunda, de igual forma é bem clara: que o pecado cobra a sua conta.
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Geográfico
"Regiões geográficas da palestina 
O terreno da Terra Santa é bastante variado, principalmente devido aos fortes contrastes climáticos de região para região. A principal característica do relevo da Terra Santa e da Síria é a grande fenda que se estende desde o norte da Síria, atravessando o vale do Líbano, o vale do Jordão, o Arabá e o golfo de Elate, até a costa sudeste da África. Esta fissura divide a Palestina em ocidental - Cisjordânia - e a oriental - a Transjordânia. Há enormes diferenças de altitude em curtas distâncias. A distância entre o Hebrom e as montanhas de Moabe, em linha reta, não passa de 58 quilômetros, embora ao atravessá-la seja necessária uma descida de mais de 915 metros. Esses contrastes formam o árido Arabá, na extremidade do deserto da Judeia, com suas escarpas irregulares, e, do lado oposto, os planaltos férteis e irrigados da Transjordânia. Essas variações de terreno e clima deram lugar a padrões extremamente diversos de povoados na Palestina, que resultaram em divisões políticas correspondentes na maioria dos períodos. Em várias ocasiões, as regiões mais distintas da Terra Santa são claramente definidas e listadas na Bíblia segundo a topografia e o clima (Dt 1.7; Js 10.40; 11.16; Jz 1.9 etc.)" (AHARONI, Yohanan; AVI-YONAH, Anson F (et al). Atlas Bíblico. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, p.14).
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Histórico
"Acabe de Israel
O ímpeto de Josafá de envolver-se em tantas confusões procedia da influência do reino do Norte, começando com Acabe. Depois de suceder Onri em 874, Acabe governou os próximos vinte anos com prosperidade e influência internacional - graças à severa política de seu pai - mas este período também caracterizou-se pela decadência moral e espiritual. Como não bastasse a apostasia entre o povo para com Yahweh, Acabe casou-se com Jezabel, filha do rei Etbaal, de Sidom, a qual inseriu seu deus Baal e a adoração a Aserá em Samaria. Pela primeira vez o culto a Yahweh foi oficialmente substituído pelo paganismo, não havendo sequer permissão para que ambos coexistissem na mesma região.  
O ministério de Elias
Ao invés de riscar seu povo da terra, o Senhor levantou um dos mais fascinantes e misteriosos personagens bíblicos - Elias, o profeta - para confrontar-se com os habitantes de Israel, pregando contra seus pecados e anunciando o julgamento divino. Um dia Elias apareceu subitamente diante de Acabe, e profetizou que Israel passaria por alguns anos de seca, em consequência do afastamento de Yahweh e da associação com Baal (1 Rs 17.1). Três anos mais tarde (1 Rs 18.1), Elias reapareceu e confrontou-se com os profetas de Baal e Aserá no monte Carmelo, que era o mais famoso centro religioso de adoração a Baal. O resultado do conflito foi um total descrédito dos profetas pagãos e seus deuses. Após todos eles serem mortos, Elias anunciou a Acabe o fim próximo da seca. Baal, o suposto deus do trovão, do raio e da fertilidade, teve de retirar-se em total humilhação diante de Yahweh, o único e verdadeiro DEUS, que provou ser a única fonte de vida e bênçãos. 
As invasões de Ben-Hadade
A razão para Ben-Hadade atacar Samaria não está declarada, mas pode-se deduzir que este rei não se agradava da amizade crescente entre Israel e Sidom, cuja evidência achava-se na união matrimonial entre Acabe e Jezabel. Ben-Hadade certamente viu a aliança entre as duas nações como um obstáculo ao seu livre acesso ao mar e às principais rotas comerciais da costa. Além disso, caso a cronologia aqui defendida esteja correta, Salmaneser III da Assíria já estaria, por esse tempo, em seu programa de expansão internacional para o oeste, atingindo a Aram e a Palestina, forçando consequentemente o rei Ben-Hadade a colocar-se em posição defensiva. O historiador bíblico indica que Ben-Hadade estava acompanhado de outros trinta e dois reis, um indício de que ele também havia feito outras alianças para tratar com a futura ameaça da Assíria. Pode ser, é claro, que ele tenha pedido ajuda, cujo recuo fez Ben-Hadade tentar a coalização à força" (MERRIL. Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que DEUS colocou entre as nações. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp.366-68). 
 
VOCABULÁRIO 
Climático: Relativo a clima; condições meteorológicas (temperatura, pressão e ventos) característica do estado médio da atmosfera num ponto da superfície terrestre.
Topografia: Descrição minuciosa de uma localidade.
Torrencial: Em grande quantidade, abundante. 
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 
AHARONI, Yohanan; AVI-YONAH, Anson F (et al). Atlas Bíblico. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.MERRIL.
Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que DEUS colocou entre as nações. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. 
 
SAIBA MAIS em Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 53, p.37.
 
QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 3, A LONGA SECA SOBRE ISRAEL
Responda conforme a revista da CPAD do 1º Trimestre de 2013
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas
 
TEXTO ÁUREO 
1- Complete:
"E se o meu povo, que se ________________________________ pelo meu nome, se ____________________________, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu _________________________ dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra"  (2 Cr 7.14). 
 
VERDADE PRÁTICA 
2- Complete:
A longa ______________________________ sobre Israel teve como objetivos ______________________________ e demonstrar a ___________________________________ divina sobre os homens.
 
I. O PORQUÊ DA SECA 
3- Quais os dois motivos pelos quais houve essa seca em Israel, na época do rei Acabe?
(    ) Para Disciplinar a nação.
(    ) Para revelar a divindade verdadeira.
(    ) Para revelar Elias como profeta de DEUS.
 
4- "Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é DEUS, segui-o; e, se Baal, segui-o" (1 Rs 18.21). Por que o profeta Elias confrontou os profetas de Baal?
(    ) O culto a Baal financiado pelo estado nortista afastou o povo da adoração verdadeira.
(    ) Porque o povo tinha destruído o templo em Jerusalém e não existia mais local de culto a DEUS em todo o Israel.
(    ) O povo não mantinha mais fidelidade ao DEUS de Israel.
(    ) A idolatria havia dividido o coração do povo.
(    ) Para corrigir um coração dividido somente um remédio amargo surtiria efeito.
(    ) A palavra hebraica as'iph, traduzida como pensamentos, mantém o sentido de ambivalência ou opinião dividida. 
 
5- DEUS não precisa provar nada para ser DEUS, mas os homens costumam responder favoravelmente quando suas razões são convencidas pelas evidências. Qual era a situação em Israel e o que fez DEUS (através do profeta Elias) para mostrar que só ELE era DEUS?
(    ) Jezabel veio para Israel acompanhada de seu pai e mãe que adoravam a Baal e Aserá. Eles logo trataram de difundir sua fé.
(    ) Quando Jezabel veio para Israel não veio sozinha.
(    ) Jezabel trouxe consigo a sua religião e uma vontade obstinada de fazer de seus deuses o principal objeto de adoração entre os hebreus.
(    ) De fato observamos que o culto ao Senhor foi substituído pela adoração a Baal e Aserá, principais divindades dos sidônios.
(    ) A consequência desse ato foi uma total decadência moral e espiritual.
(    ) Baal era o deus do trovão, do raio e da fertilidade, e supostamente possuía poder sobre os fenômenos naturais.
(    ) A longa seca sobre o reino do Norte criou as condições necessárias para que Elias desafiasse os profetas de Baal e provasse que tal divindade não passava de um deus falso.
 
II. OS EFEITOS DA SECA 
6- Quais os principais resultados da seca em Israel?
(    ) Escassez.
(    ) Aprofundamento geral na fé em DEUS.
(    ) Fome.
(    ) Endurecimento de alguns.
(    ) Arrependimento de muitos.
 
7- A verdade é que o pecado sempre traz consequências amargas! Qual era a situação em Israel e o que a seca estava provando ao povo?
(    ) A Escritura afirma que "a fome era extrema em Samaria".
(    ) O texto de 1 Reis 18.5 revela que dos animais restantes, só os cavalos da montaria real não estavam sendo abatidos.
(    ) O texto de 1 Reis 18.5 revela que até mesmo os cavalos da montaria real estavam sendo abatidos.
(    ) O desespero era geral.
(    ) O texto hebraico de 1 Reis 18.2 diz que a estiagem foi violenta e severa.
(    ) A seca já havia provado que Baal era um deus impotente frente aos fenômenos naturais e a fome demonstrou à nação que somente o Senhor é a fonte de toda provisão.
(    ) Sem Ele não haveria chuva e consequentemente não haveria alimentos.
 
8- É interessante observarmos que o julgamento de DEUS produziu efeitos diferentes sobre a casa real e o povo. O Novo Testamento alerta: "[...] se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração" (Hb 3.7,8). O que aconteceu ali?
(    ) Percebemos que só o rei Acabe se arrependeu e se converteu, mas a sua esposa, Jezabel, não respondeu favoravelmente ao juízo divino.
(    ) Percebemos que à semelhança de Faraó, o rei Acabe e sua esposa, Jezabel, não responderam favoravelmente ao juízo divino.
(    ) Acabe durante a estiagem confrontou-se com o profeta Elias e o acusou de ser o perturbador de Israel.
(    ) O povo que não havia dado nenhuma resposta ao profeta Elias quando questionado, respondeu favoravelmente ante a ação soberana do Senhor: "O que vendo todo o povo, caiu sobre os seus rostos e disse: Só o Senhor é DEUS! Só o Senhor é DEUS!".
 
III. A PROVISÃO DIVINA NA SECA 
9- Há sempre uma provisão de DEUS para aquele que o serve em tempos de crise. Como DEUS cuidou de Elias durante a seca?
(    ) DEUS arumou comida e água para Elias em Samaria.
(    ) Embora houvesse uma escassez generalizada em Israel, DEUS cuidou de Elias de uma forma especial que nada veio lhe faltar.
(    ) A forma como o Senhor conduz o seu servo é de grande relevância.
(    ) Primeiramente, Ele o afasta do local onde o julgamento seria executado: "Vai-te daqui".
(    ) DEUS julga e não quer que o seu servo experimente as consequências amargas desse juízo!
(    ) Em segundo lugar, o Senhor o orienta a se esconder: "Esconde-te junto ao ribeiro de Querite".
(    ) DEUS não estava fazendo espetáculo; era uma ocasião de juízo.
(    ) Em terceiro lugar, Elias deveria ser suprido com aquilo que o Senhor providenciasse: "Os corvos lhe traziam pão e carne".
(    ) Não era uma iguaria, mas era uma provisão divina!
 
10- Ficamos sabendo pelo relato bíblico que além de Elias, o profeta de Tisbe, o Senhor também trouxe a sua provisão para um grande número de pessoas. Como se deu isso?
(    ) Primeiramente encontramos o Senhor agindo através de Obadias, mordomo do rei Acabe, provendo livramento e suprimento para os seus servos: "Obadias tomou cinquenta profetas, e de vinte em vinte os escondeu, numa cova, e os sustentou com pão e vinho".
(    ) Primeiramente encontramos o Senhor agindo através de Obadias, mordomo do rei Acabe, provendo livramento e suprimento para os seus servos: "Obadias tomou cem profetas, e de cinquenta em cinquenta os escondeu, numa cova, e os sustentou com pão e água".
(    ) Em segundo lugar, o próprio Senhor falou a Elias que Ele ainda contava com sete mil pessoas que não haviam dobrado os seus joelhos diante de Baal: "Eu fiz ficar em Israel sete mil".
(    ) DEUS cuida de seus servos e sempre lhes provê o pão diário. 
 
IV. AS LIÇÕES DEIXADAS PELA SECA 
11- Sobre quais fatos devemos atentar sobre a ação do DEUS de Elias, conforme registrado nos versículos do capítulo 17 do primeiro livro dos Reis?
(    ) Antes de mais nada, a sua onipotência. Ele demonstra controle sobre os fenômenos sobrenaturais.
(    ) Antes de mais nada, a sua onipotência. Ele demonstra controle sobre os fenômenos naturais.
(    ) Em segundo lugar, DEUS mostra a sua onipresença. Elias, ao se referir ao Senhor, reconheceu-o como um DEUS sempre presente: "Vive o Senhor, DEUS de Israel, perante cuja face estou".
(    ) Em terceiro lugar, Ele é onisciente, pois sabe todas as coisas, quer passadas, quer presentes, ou futuras. O profeta disse que não haveria nem orvalho nem chuva, e não houve mesmo!
 
12- O pecado tem o seu custo. O profeta Elias encontra-se com Acabe durante o período da seca e lhe diz porque estava acontecendo a seca sobre Israel. Qual era o motivo dessa seca?
(    ) "Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor e seguistes os baalins".
(    )  Em outras palavras, Elias afirmava que tudo o que estava acontecendo em Israel era resultado do pecado do povo de Israel, salvo seus líderes.
(    )  Em outras palavras, Elias afirmava que tudo o que estava acontecendo em Israel era resultado do pecado.
(    ) O pecado pode ser atraente e até mesmo desejável, mas tem um custo muito alto. Não vale a pena! 
 
CONCLUSÃO 
13- Complete:
A longa seca sobre o reino do ____________________________ agiu como um instrumento de juízo e disciplina. Embora o coração do rei não tenha dado uma resposta favorável ao chamamento divino, os __________________________ do Senhor foram alcançados. O povo ___________________________ para DEUS e o perigo de uma _________________________ total foi afastado. A fome revelou como é vão adorar os deuses falsos e ao mesmo tempo demonstrou que o Senhor é um DEUS ____________________________! Ele age como quer e quando quer. Fica, pois a lição que até mesmo em uma escassez violenta a _________________________ de DEUS revela-se de forma maravilhosa.
 
 
FONTE http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

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